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Programadores que entendem de UX destacam-se no mercado

Programadores que entendem de UX destacam-se no mercado
#UX
#Tecnologia
19 de julho - min de leitura

Programação e design tendem a ser vistas como disciplinas alheias uma à outra, mas a verdade é que os profissionais que conciliam as duas habilidades ganham cada vez mais espaço.


Esse é apenas um dos motivos pelos quais um bom programador deve aprender User Experience (UX). Como explica a coordenadora do curso de UX da Digital House, Amyris Fernandez, é preciso entender que programadores e designers não estão de um ou do outro lado do barco. Estão no mesmo barco e, portanto, devem remar juntos. A seguir, você confere boas razões para qualquer programador aprender e aplicar os conceitos de UX em seus projetos.

Torne o seu produto acessível aos seus usuários

Antes mesmo de o termo UX ganhar vida própria, já na década de 1970, o avanço da computação impulsionou o criação do termo Human Computer Interaction (HCI). Como o nome sugere, o ponto de partida era aprimorar a interação humana com as máquinas a partir de melhorias que buscavam tornar as máquinas mais intuitivas e fáceis de usar.

O termo mudou, evoluiu, mas a essência continua a mesma, só que agora, expandida para outros meios. Ou seja, o User Experience vai muito além de uma disciplina, é um meio de tornar a vida do usuário mais agradável, fácil e gerar bem estar. Como explica Amyris, é um mindset que tem no centro a preocupação com o cliente final. "Muitas pessoas de programação se preocupam com a linha do código, mas por outro lado, não se preocupam com o usuário final. E isso precisa mudar!".

Foco no cliente aumenta a sua conversão

O poder está, literalmente, nas mãos dos clientes, que não têm, não querem e não precisam perder tempo. Um segundo perdido, uma falha são mais que suficientes para que ele perca o interesse. Usuários buscam por praticidade, agilidade, eficiência e é isso que o UX busca oferecer. O termo foi utilizado publicamente pela primeira vez por Don Norman, em 1993. Como arquiteto da experiência do usuário na Apple, Norman utilizou o conceito para integrar a usabilidade, a interface do produto e o design industrial com foco na interação máquina-homem, nos âmbitos físico e mental. Não é à toa que a Apple alcançou a relevância que tem hoje, não é mesmo?

O termo está aprimorado, incluindo ramificações especializadas, como o User Interface Design (UI) focado na criação de interfaces amigáveis, e UX Strategy, sempre em busca de oferecer a melhor experiência ao cliente, podendo ser aplicado, portanto, para quase qualquer coisa. Sob o conceito de Customer Experience (CX), ele pode ir desde a arquitetura de uma casa ou a concepção de um carro, até o marketing de produtos e serviços, sendo o processo pelo qual as empresas buscam entender e melhorar o relacionamento com seus clientes.

O mercado o valoriza profissionais com boas noções de usabilidade

Se o UX é a ciência capaz de aproximar e fidelizar clientes, é fácil de entender por que os profissionais aptos a aplicá-lo têm se destacado. O estudo "Kleiner Perkins's 2017 Internet Trends", publicado pela consultoria KPCB, é uma prova disso. Segundo a publicação, grandes empresas de tecnologia como Amazon, Facebook e Google estão priorizando o design de suas plataformas. Em 2017 essas empresas aumentaram em 65% os times de design diminuindo a proporção entre programadores e designers. E você pode reunir os dois em um!

Economize recursos

Menos refações, menos perdas. Com o trabalho focado desde o princípio no cliente final, você diminui muito as chances de retrabalho e correções, o que, consequentemente, reduz a utilização do tempo dos funcionários envolvidos e, é claro, de orçamento para o projeto.

Consiga mais conversões

Quanto melhor a experiência do usuário, maiores as chances de conversão. Isso sem falar na grande parte das compras por impulso, em muito beneficiadas e até estimuladas por uma navegação otimizada, simples e rápida.

Fidelize clientes e ganhe recomendações

Experiências marcantes ficam na memória. Se o usuário teve uma boa experiência, há grandes chances de ele recomendar o serviço ou o produto para amigos e familiares. É o famoso boca a boca que nunca sai de moda, especialmente, em tempos de redes sociais, onde lhe dão ainda mais importância e alcance. O contrário, no entanto, também é válido. Uma experiência ruim pode não ter uma segunda chance e gerar uma propagação ruim sobre a sua marca.

Seja o profissional em "T"

Para Amyris, que buscou conhecimentos de programação quando já era uma profissional de UX, um bom profissional se forma ao longo do tempo. "Comece pelo que você é melhor e seja um especialista. Com o tempo, você vai solidificando e acumulando conhecimentos, transitando entre as diferentes especialidades, até ser também um generalista", recomenda a profissional. Esse é o conhecido profissional em "T", que transita muito bem entre as diferentes disciplinas, formando o traço horizontal, mas tem profundidade em uma delas, descendo o traço verticalmente.

UX na prática

Agora que você já entendeu a importância de estudar UX, seguem algumas dicas para começar hoje mesmo a colocar em prática o conceito:

Pense como um usuário

Você já viu até aqui que o usuário deve ser a razão de ser do seu trabalho, mas para isso, você precisa conhecê-lo. Por isso, pesquisar o mercado, a concorrência e o comportamento do consumidor é fundamental.

Invista em uma arquitetura de informações eficiente

A arquitetura de informação é um dos pilares de uma boa interface. Para isso, ela precisa ser organizada de forma que seja intuitiva para que usuário encontre o que busca com rapidez. Fazer um mapa é uma boa maneira de ver com mais clareza os percursos desenhados.

Insira gatilhos

Os gatilhos são como chamadas para uma ação e, por meio deles, você pode orientar os usuários para a tomada de decisão, destacando e convidando-o para o melhor caminho a ser seguido.

Avalie e melhore

A busca por melhoria deve ser constante e, para isso, você pode contar com uma série de ferramentas. Os testes A/B são os mais conhecidos quando se fala em UX. Eles disponibilizam versões de uma interface com variáveis diferentes para ver qual é mais eficiente perante o público. Análise de cliques, mapas de calor e tempo de leitura são outros parâmetros que podem ajudar a avaliar como tem sido a experiência do usuário em sua interface.

Conheça o curso da Digital House

A Digital House é um coding school cujo objetivo é formar os profissionais que o mercado precisa. Em cinco meses de aulas presenciais e foco na experiência prática, o curso vai te tornar apto a fazer testes de usabilidade e entender design do comportamento interativo. Ao término do curso você ainda poderá comprovar sua experiência por meio de um protótipo interativo de alta definição, incluindo o máximo das ferramentas e conceitos aprendidos em cada uma das etapas do processo. Pronto para se destacar no mercado ficando um passo à frente? Conheça o programa do curso.

Outras notícias

A Inteligência Artificial já faz parte do seu dia a dia, saiba como img
#Dados

A Inteligência Artificial já faz parte do seu dia a dia, saiba como

Esse termo tech descolado foi dado, oficialmente, em 1956, durante uma conferência na Dartmouth College, universidade da terra do tio Sam, em New Hampshire. Na ocasião, os moderninhos da época  definiram a inteligência artificial, ou IA para os íntimos, como a "ciência e engenharia de produzir máquinas inteligentes". Uau! Se parece futurista hoje, imagine há mais de meio século atrás. Mas, só nos anos 2000 que a inteligência artificial realmente começou a decolar, passando a tomar forma e integrar a vida e o cotidiano dos humanóides.IA à vista! E olha a inteligência artificial ganhando cada vez mais espaço no Brasil. Recentemente, a Microsoft anunciou a criação de um AI Industry Board (Comitê da Indústria para Inteligência Artificial) junto a outras empresas e organizações, aqui no país. A meta é se reunir trimestralmente para discutir o uso ético e responsável da IA, além dos desafios e oportunidades trazidos por esta tecnologia. A conferência contou com a presença de executivos de empresas como Bradesco, Vivo, Grupo Fleury, Sulamérica e Car10, além da participação de Miriam Wimmer, do Ministério da Ciência, Tecnologia, Inovações e Comunicações (MCTIC). O encontro, realizado online, teve palestra de Lisa Tanzi, vice-presidente corporativa da Microsoft Corporation. O AI Industry Board tem foco no uso responsável desta tecnologia, compartilhando boas práticas adotadas por empresas e organizações de vários segmentos, aprendendo todos juntos a promover o desenvolvimento da inovação no Brasil. Bola dentro no que se refere à competitividade do país por meio da IA e seu impacto na transformação digital.Fizemos uma lista abaixo com 8 indícios de IA, presente no dia a dia, para você não achar que estamos viajando no desenho dos Jacksons (jóvens talvez nem entendam a brincadeira). Acompanhe. 1 - Assistentes virtuais A criação de assistentes pessoais virtuais é uma das aplicações de IA mais utilizadas, atualmente. Seja a Siri, Cortana, Alexia, eles funcionam em diversos celulares e auxiliam em tarefas básicas como definir alarmes, lembrar compromissos, ligar para outros números, informar a previsão do tempo, entre outras funcionalidades. O Google Maps e muitos outros também entram nos assistentes que salvam rotinas e agendas por aí. 2 - Medicina Exames e diagnósticos sofisticados dependem de IA para serem mais precisos. Tratamentos contra alguns tipos de câncer também se desenvolvem com a ajuda dela. Um exemplo atual de IA na medicina é a Stratasys, que anunciou mobilização global dos recursos e experiência em impressão 3D da empresa para ajudar no combate à pandemia atual da Covid-19. A empresa pretende fornecer milhares de Equipamentos de Proteção Individual (EPI) descartáveis para os profissionais da saúde. 3 - Segurança Mundo conectado, com encurtamento de distâncias entre pessoas, empresas, países e continentes. Em contrapartida, o lado negro da força também tira vantagens disso, independentemente da pandemia ou não. Os cibercriminosos, cada vez mais presentes e sem escrúpulos, se aproveitam de situações de crise e vulnerabilidade, com novas e mais sofisticadas ameaças digitais. No sentido de se precaver contra este perigo, além do bom senso (práticas de uso cauteloso de acessos e compartilhamento de dados), existem sistemas e softwares, com tecnologia baseada em IA, que ajudam a detectar problemas de invasão e não conformidade, abrangendo usuários, dados e perímetro. 4 - Transporte Aqui a atuação da IA é soberana, atualmente. Você, ou o motorista de transporte, público ou não, que você utiliza para se locomover, usam inteligência artificial. No caso do transporte público, de rastreamento. No caso de particular, para escolher melhor rotas, evitando trânsito e estradas acidentadas, chamando o próximo passageiro e por aí vai. Já no transporte rodoviário de cargas, essa tecnologia ajuda a aumentar a lucratividade das empresas e impulsionar a logística por terra, água e ar, ajudando aquela sua compra pela internet a chegar, linda e rastreada, em suas mãos, no menor tempo possível. Como? Robôs com inteligência artificial fazendo um sofisticado trabalho de gerenciamento de cargas para alcançar os melhores resultados em entregas. 5 - Alimentação Aqui, IA não se restringe apenas nos apps que entregam alimentos, mas revolucionando a forma como os procedimentos da indústria de alimentos e bebidas são realizados, na relação ao atendimento ao consumidor, processos de fabricação, manuseio, gestão da cadeia de suprimentos e embalagens. Para que você entenda o tamanho da evolução, algumas empresas especializadas contam com um acervo de algoritmos fundamentados em IA, que tornam capaz a obtenção de grandes volumes de dados para aprender os mais variados padrões de processos logísticos, incluindo campanhas de marketing, sazonalidades, produtos mais vendidos, entre muitas outras informações deste mercado, tudo com foco no bon appefit do freguês. 6 - Entretenimento Fora os aplicativos que mudam avatares, fotos, edições destas fotos, tudo ao alcance de nossos dedinhos em dispositivos móveis, podemos colocar neste barco do entretenimento também os serviços de streaming, cinema e uma outra infinidade de aplicações incríveis na produção de conteúdo, com algoritmos tratando textos, imagens, áudio e vídeo. E, calma, pois aqui não esquecemos de citar o universo dos games, outro espaço onde a inteligência artificial está mudando a forma como jogamos. Com a chegada de acessórios como os óculos de realidade virtual, a imersão do usuário só aumenta, proporcionando experiências nunca antes vividas. 7 - Mercado de trabalho A tecnologia de IA já tem como reformular o processo de contratação, coletando os dados para ajudar a colocar as pessoas certas nas posições certas. O uso de dados, com os programas de IA, aprimoram a experiência humana, em vez de substituí-la. E é nessa aposta que plataformas de experiência de talentos oferecem ferramentas para mudar a maneira como as empresas gerenciam o desenvolvimento dos funcionários. Essa tecnologia acompanha o progresso e dá a oportunidade de medir o sucesso dos colaboradores de uma maneira muito mais ágil e tangível. 8. Casa inteligente Os eletrodomésticos chamados inteligentes, ou seja, com base em dados de IA, devem crescer quase 20% até 2023. Esse mercado já mostra como as casas inteligentes caminham para ser realidade em poucos anos. Nesse campo fértil, o aprendizado de máquina e a conectividade de aparelhos são a base para fornecer uma experiência de ambientes integrados. Por exemplo, uma cozinha integrada com dispensas que se “comuniquem” com as geladeiras, evitando desperdício, entre outros tipos de automação. Hoje, as luzes, câmeras e garagem de seu prédio talvez sejam o mais próximo que você tenha de experiência com este tipo de tecnologia, mas os assistentes de voz ganham cada vez mais espaço e sua máquina de lavar, por exemplo, toda programável, é sinal de que sua casa caminha para esta trend. Quer saber mais sobre como fazer parte destas mudanças que o mundo passa, sendo protagonista delas. Conheça os cursos em habilidade digitais da Digital House. Nosso time-fera de especialistas pode te ajudar nesta missão. Projete sua carreira para o futuro que já começou.

LGPD e a cyber segurança: como a lei abre caminho para um novo mercado img
#Dados

LGPD e a cyber segurança: como a lei abre caminho para um novo mercado

LGPD colocando ordem no parquinhoCom o avanço da hiperconexão, nossos dados navegam por vários destinos, seja em sites, cadastros de acessos, apps, jogos, etc. Essa superexposição deixa empresas e cidadãos vulneráveis e na mira de cibercriminosos que roubam informações e disseminam vírus a torto e a direito.A Lei Geral de Proteção de Dados Pessoais vem justamente para colocar ordem nesta antes terra de ninguém. A LGPD é a regulamentação brasileira, baseada na GRPD europeia, que garante o direito da proteção de dados, exigindo mais transparência das empresas quanto ao tratamento de informações confidenciais. Isso quer dizer que qualquer informação sua só será coletada com prévia autorização, assim como guardada por terceiros somente pelo tempo que você definir.A LGPD entra em vigor a partir de agosto de 2020. Mesmo com a pandemia mudando as rotinas e destinos, essa data de início permanece até segunda ordem. E quando gritarem valendo, quem desobedecer às regras ficará de castigo! Antes fosse… na real, as empresas que não seguirem a norma estarão sujeita a duras e altas multas - algumas equivalentes a 2% do faturamento da empresa, com teto de R$ 50 milhões por ocorrência. Sim, como diria aquele meme raiz, que dó da formiguinha...Portanto, cyber segurança passa a não ser um serviço apenas opcional. Vira questão de prioridade, sobrevivência e base de qualquer negócio da era digital.Cyber Segurança - a realidade do virtualParte dos casos de vazamentos de dados acontece por falhas humanas, olha que beleza. E isso aumentou após o uso de dispositivos móveis no ambiente corporativo e no trabalho remoto dos usuários. Nesse sentido, a cyber segurança fornece ferramentas de proteção que acompanham o movimento das informações e conscientizam usuários sobre os riscos no ciberespaço.É digital, mas é real. Por isso, proteger dados com boas práticas de utilização, softwares de monitoramento, backup e firewalls de segurança são saídas para a sobrevivência das empresas. E não só para não pagar altas multas, mas também para manter a chamada reputação da marca, que, se manchada, pode acabar com anos de construção.Ter um sistema de proteção cibernética em uma empresa engloba:     > Evitar e barrar ataques virtuais; Identificar riscos;      > Proteger dados;      > Determinar diretrizes para gerenciamento de informações;      > Controlar o acesso dos usuários aos dados;      > Recuperá-los em caso de vazamentos. Chegou a hora do Data Protection OfficerO novo mercado que surge precisa se adequar às regras do jogo, investindo em sistemas de segurança e em um profissional voltado para a proteção de dados que saiba gerenciar estas ferramentas, assim como educar as pessoas para seu uso. E esse movimento é mais uma das características da revolucionária Transformação Digital, que traz várias oportunidades de carreira para quem tem coragem e quer aprender a reaprender.A Digital House, uma das maiores escolas de habilidades digitais do planeta, possui um curso de Cyber Segurança. Nele, você entende sobre Sistemas Operacionais, Topologia de Rede e Bancos de Dados, e tudo o que é indispensável para controlar a segurança de uma empresa, criando e monitorando um plano de ação.Como? Manjando muito de:     1. Redes TCP/IP      2. Aplicações Web e Banco de Dados      3. Criptografia      4. Identidade de Acesso      5. Cloud      6. Normativas e Análise de Risco      7. Plano de Segurança da Informação Nossos especialistas estão ministrando aulas remotas neste período de quarentena, para que você invista seu tempo em capacitação e entre neste novo momento, qualificado. Vem com a gente para o novo, nada desconhecido.

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Passe seu isolamento social muito bem acompanhado com os novos conteúdos da DH Series

Sendo assim, a Digital House, maior escola de habilidades digitais da América Latina e uma das principais do mundo, orgulhosamente anuncia o lançamento de sua página de conteúdos em formato de vídeo, pensando em deixar seu isolamento social muito mais interessante e agregador, a DH Series. Lá, você encontra assuntos atuais e incríveis (sem falsa modéstia), como as mudanças que virão com a LGPD, Customer Experience, Inteligência Artificial, Cultura de Inovação e Indústria 4.0, Diversidade no Digital e muito mais. Tudo explicado no nosso jeitinho de ser - dinâmico, objetivo e descomplicado - com nossos professores como mediadores e seus convidados. Coisa fina, não? Nesses bate-papos, você se contextualiza sobre muitos assuntos importantes do universo da era digital, de maneira abrangente e comportamental. Nosso propósito nada singelo com esse canal é que o “bichinho da desconstrução” toque seu DNA criativo e te impulsione a sair do lugar, mesmo em quarentena. Assista estes diálogos, reflita as perspectivas dos especialistas, absorva suas histórias e experiência e vamos aprender, todos juntos! Se ficar interessado em se aprofundar ainda mais sobre cada um deles, sendo também um protagonista destas áreas, conheça as profissões do futuro e impulsione sua carreira, em home office e fora dele (em breve).