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Exemplos de pitch de sucesso e um passo a passo prático para criar o seu

Exemplos de pitch de sucesso e um passo a passo prático para criar o seu
#Marketing
17 de julho - min de leitura

Um discurso curto e direto, mas encantador. Entenda o que é pitch e como fazer um de sucesso seguindo as principais etapas, técnicas de vendas e storytelling,


Afinal, o que é um pitch? Este termo novo, que vem ganhando espaço, chama a atenção por ser muito usado por empreendedores e na venda de ideias, projetos e produtos.

Um pitch de vendas que se preze deve ser sinônimo de criatividade, persuasão e agilidade para passar a mensagem. Mas, de que forma vender assim, como se fosse em uma palestra relâmpago, em tempos em que tudo é remoto?

Como elaborar um pitch?

Tecnicamente, o pitch é uma apresentação sumária, de três a cinco minutos, que deve conter apenas informações essenciais e diferenciadas. Portanto, precisa ir direto ao ponto, explicando porque aquilo realmente vale a atenção.

Contar esta história, trazendo os impactos positivos que pode causar e passando credibilidade, com criatividade, pode parecer surreal. Mas, existem recursos que ajudam, como o storytelling, por exemplo.

No elevator pitch, você conta sobre sua solução, seguindo um sumário mental, mas sem deixá-la fria, dando ênfase às partes que tenham apelo mais emocional.

Mas, nada como explicar com exemplo, não é mesmo? Então vamos lá: veja um passo a passo para montar um pitch sobre suporte de celular portátil passando pelas principais etapas. Vamos tentar transformá-lo em algo essencial e encantador, com algumas técnicas de vendas que funcionam. Acompanhe:

Como fazer uma introdução de pitch

A indicação da oportunidade, determinando o mercado que atua e contextualizando a necessidade 

Aqui, cabe abrir a conversa com a análise sobre  a alta demanda das lives, uma oportunidade de muitas empresas manter contato com seus clientes, alimentando a visibilidade de suas marcas, mesmo com o distanciamento social sem data para acabar. Essa comunicação é feita via web e com os aparatos que a pessoa tem disponíveis em casa.

Apresentando a solução

Apresente sua solução, evidenciando os benefícios sempre dentro do contexto

Neste ponto da história, você já pode apresentar seu produto, mas com ênfase em suas funcionalidades, de como ele é útil neste momento, mas sem se apropriar da oferta, só mencionando as  funcionalidades. 

Por exemplo, dizer que um suporte de celular neste momento pode ser muito útil, mas, desde que seja feito de material durável, seja prático na montagem, portátil para ser usado em qualquer lugar da casa, discreto para não destoar da decoração, flexível a adaptação à qualquer aparelho celular, feito de material sustentável etc.

Destaque os diferenciais e vantagens competitivas.

Agora, percebendo o interesse do futuro cliente, pergunte sobre situações em que ele já notou esta necessidade e explore as vantagens que seu produto tem, aqui é muito importante uma análise de concorrência prévia. Compare custo x benefício. 

No caso do suporte, diga que ele é entregue rapidamente para qualquer lugar do país, possui vantagens de frete, possui vários modelos e tamanhos entre outros atrativos.

Como explicar sua proposta em um pitch

Se houve interação até aqui entre seu interlocutor, é porque algum encantamento você provocou com essa oferta de valor. Note, você não vende um produto e sim a solução para a vida daquela pessoa. Portanto, tenha clareza na hora dos valores e estratégia neste ponto, para que sua trajetória não seja perdida. 

Sabemos das incertezas e dificuldades que esta pandemia impactou na vida das pessoas. Portanto, mostre que sua empresa tem consciência disso, pensando em maneiras de pagamento facilitadoras e por aí vai.

Dicas para criar um pitch de sucesso

A partir do entendimento do sumário, é interessante pensar no desenvolvimento do pitch e as saias justas que ele pode trazer. Pensando nisso, separamos algumas táticas para implementar a construção do seu pitch de venda - e você também pode ter como exemplo o pitch deck da AirBnb, uma apresentação pitch PPT inspiradora!

Descomplique o discurso: prefira uma linguagem fácil de entender

Evite jargões e muita tecnicidade, a menos que saiba que seu cliente goste desse tipo de linguagem. Lembre-se, a mensagem precisa ser compreendida e remeter rapidamente a uma sensação satisfatória de resolução.

Contorne objeções com firmeza, educação e argumentos, sem arrogância

Sempre aguarde seu cliente terminar de falar e, então, contorne com resiliência as objeções. Responda elas com argumentos, ilustre com um case, estatísticas, dados ou depoimento real. Portanto, esteja preparada(o) para dúvidas e situações adversas.

Ao invés de descrever as características, que tal relacionar benefícios?

Note esta abordagem para o nosso produto lá de cima, o suporte de celular portátil: “fácil de montar, até uma criança consegue. Aliás, pode deixar seus filhos pequenos usarem também, sem receio, já que o material é resistente e atóxico. Além disso, a durabilidade dele é cerca de 3 vezes superior à média do mercado”

Veja como aqui foram citadas as características do produto e a abrangência das possibilidades de uso. No caso de sua solução ser muito técnica, interessante ter, ou mandar antes, um folder explicativo com especificações.

Seja objetivo na proposta de valor e venda!

Sua empresa pode ter um portfólio robusto, mas cada coisa no momento certo de acontecer, não é mesmo? Se você oferece tudo de uma vez, a pessoa vai ficar confusa ou se sentirá pressionada.

Então, priorize seus esforços iniciais em um só produto ou solução e se prepare para isso. Na hora do xeque-mate, também use da mesma clareza e objetividade, como neste exemplo:

“Agora que você compreendeu que o investimento no suporte vale a pena, pois representa uma solução facilitadora a sua nova rotina de trabalho, vou apresentar a proposta que tenho para materializar estes benefícios, na prática. Vamos lá?”. 

+ Veja como foi o primeiro pitch deck da Uber

E por falar em adaptações e novas perspectivas, que tal aprimorar suas técnicas com quem entende de inovação?

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#Marketing

Gestão remota: ferramentas de gestão de equipes e dicas de liderança

O ano de 2020 reuniu inúmeros desafios para os profissionais, incluindo lideranças, aprendendo a lidar com gestão remota, da noite para o dia, e ainda serem assertivos em suas decisões.Uma equipe remota precisa de ferramentas, para ser produtiva, precisa de comunicação clara e objetiva, alinhamento regular entre os envolvidos e uma boa gestão para facilitar e orientar o trabalho do time.Para ajudar a gerenciar uma equipe, preparamos este artigo, com algumas dicas práticas para incrementar na sua rotina, assim como ferramentas de gestão de equipes para automatizar processos.  Gestão remota: como manter a produtividade da equipeSeparamos seis dicas objetivas para manter seu time unido, embora separado, inclusive no alinhamento das demandas e propósito da empresa.Reuniões objetivasMesmo tendo telefone, WhatsApp e outros recursos de chat, use serviços como Zoom e Google Hangouts para que as pessoas se vejam e faça bom uso das metodologias ágeis nesses bate-papos. Adeque a frequência, conforme as necessidades, determinando uma agenda ok para todos. E que elas sejam breves, para não atrapalhar, ao invés de ajudar. Anote os pontos a serem discutidos e peça para que todos façam o mesmo, antes da reunião.Tecnologias que encurtam distânciasEscolha as ferramentas que atendam as suas demandas, não apenas as tradicionais, como o e-mail e as mensagens de WhatsApp. O Asana é uma ferramenta de comunicação em grupo, baseado em nuvem, que evita os montes de e-mails trocados. Já o Trello é uma plataforma de gerenciamento e organização de tarefas individuais ou em equipe. Seu funcionamento básico consiste em quadros, incluindo objetivos, que são distribuídos entre colunas. Possui muitas opções de customização e pode se adaptar, conforme as demandas de cada usuário.Há também o Buffer, voltado principalmente para as áreas de comunicação e marketing, pois permite gerenciamento de redes sociais e publicações programadas com antecedência.Se você precisa saber mais sobre ferramentas que facilitam o trabalho remoto, temos um guia de ferramentas para otimizar seu home office que traz muitas opções e ainda explica o uso delas em diferentes contextos.Na gestão remota: ajuste as expectativasAjude a equipe a organizar o que eles devem fazer e crie expectativas realistas para o trabalho deles. Isso também se aplica a você, gestor. Diga claramente quais são as tarefas e as motivações por trás delas, e ajude os funcionários a entender exatamente como o sucesso será medido. Defina escopo, entregas e datas para cada tarefa do projeto.E não se esqueça da cultura de feedback, uma gestão remota também precisa impulsionar este hábito mesmo que virtualmente.Foco nos resultados da equipe, e não em cada atividadeEsta nova configuração do mercado de trabalho evidencia como não ser possível administrar todos os aspectos do trabalho não é o fim do mundo.Se concentrar na atividade ou no número de horas trabalhadas passa a não ser uma prioridade da gestão, mas sim prestar atenção nos resultados, usando suas métricas de sucesso apoiadas nisso.Assim, você demonstra a sua equipe que autonomia tem muito a ver com responsabilidade e foco.Providencie os recursos necessáriosImportante ter atenção se os recursos tecnológicos ao seu time são supridos, como computadores, software, dispositivos móveis ou até conexão de banda larga. Lembre-se de que a responsabilidade de fazer essa checagem é sua, que representa a empresa para eles, seus valores e missão.Gestão remota requer resiliência e empatiaEis um ano para desenvolver soft skills, não é mesmo? Uma boa gestão remota, especialmente nas condições atuais, olha para a produtividade das pessoas com mais resiliência. Permita a seu time liberdade e flexibilidade de fazer o trabalho em uma rotina mais saudável. Lembre-se: o foco é a excelente entrega, e não o período do “expediente”.No blog da DH você encontra conteúdos focados em liderança, negócios, e claro, habilidades digitais. Com a gente, você também consegue fazer uma Imersão em Transformação Digital e se tornar um profissional ainda melhor.Leia mais no blog DH+ Dica dos especialistas: 5 livros inspiradores sobre transformação digital+ Futuro do trabalho: o que a tecnologia não substitui?+ Foco no cliente: entenda o que é um negócio customer centric

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#Tecnologia

Catálogo com mais de 40 APIs mais usadas por desenvolvedores

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Soft skills de um UX Designer: principais habilidades comportamentais deste profissional img
#UX

Soft skills de um UX Designer: principais habilidades comportamentais deste profissional

Nem só de habilidades técnicas vive um profissional, em User Experience, é imprescindível conhecer quais as soft skills de um UX Designer brilham os olhos das empresas.O “x” da questão, que diferencia um ótimo profissional dessa área de outro mediano, são as soft kills, ou seja, as habilidades comportamentais. Hoje, o mercado de trabalho, além da tradicional formação e experiência na função, também demanda outros requisitos.Acompanhe o artigo e entenda como desenvolver as soft skills e ser um UX designer completo.  Soft skills de um UX Designer: o que é?Para quem está se perguntando o que é um UX designer a resposta é simples: é o profissional responsável pelo visual atrativo de uma plataforma digital, que proporcione uma melhor experiência ao usuário, baseada no comportamento dele, seja por meio da usabilidade, utilidade ou conveniência oferecidas na interação com um produto. A área de UX (Experiência do Usuário) é ampla. Dentre suas atuações, o UX designer, que pode ser especializado apenas em hard skills, habilidades técnicas adquiridas por meio de cursos, faculdade ou processos repetitivos. Já as soft skills são mais sutis do que o "tecniquês", e estão associadas ao comportamento do profissional no ambiente de trabalho e na resolução de problemas complexos relacionados a relacionamento, mindset ágil e percepções de grupo, porém fazem a diferença na carreira UX Designer.Não há um hard x soft. O ideal para um profissional completo e de alto nível na área é o equilíbrio entre ambas as skills. Por isso, se atente ao próximo tópico e lembre-se, assim como qualquer habilidade, as softs também precisam de muito treino para serem dominadas.Quais as principais soft skills de um UX DesignerListamos algumas habilidades comportamentais que agregam muito ao perfil de um excelente UX designer, assim você sabe como encantar recrutadores e gestores dos projetos.Escuta ativa Uma das skills mais importantes do UX designer é saber escutar ativamente outras pessoas da equipe. E o que isso significa, na prática?Que você deve incentivar as pessoas que trabalham no projeto a compartilhar suas ideias durante todas as suas fases, para troca de conhecimento. Esse tipo de interação facilita o trabalho do dia a dia e encurta distâncias de entendimento entre as pessoas.FeedbackUm bom UX designer precisa desenvolver a capacidade de estimular uma cultura de feedback, sem utilizar linguagem agressiva ou contundente. Pensando que um projeto de UX exige muitas modificações até estar realmente pronto, opinar sem ofender os outros é imprescindível.Portanto, a dica é sempre focar no que cabe aprimoramento, indicando o gap, mas, trazendo soluções criativas e estimulantes ao time.Compartilhar ideiasComo o universo de UX está sempre em transformação, os profissionais devem seguir no mesmo ritmo. Por exemplo, ser comunicado sobre um projeto inovador, e muito desafiador, pede, entre outras coisas, compartilhar ideias para buscar mais diversidade à pauta.Além disso, ter resiliência para lidar com os possíveis gargalos no meio do caminho pode ser um importante diferencial de sucesso em sua entrega.Comunicação objetivaNão deveria, mas alguns profissionais de UX designer costumam acreditar que todos entendem deste universo como ele. Portanto, use de humildade e treine a capacidade de se comunicar de forma clara e objetiva. Esse recado se estende à comunicação escrita também, como e-mails e chats. Aliás, essa habilidade evita muitos possíveis problemas que a má interpretação pode gerar, como alterações de cor ou fonte erradas.Aprendizado constanteO usuário muda de comportamento toda hora. O universo digital que trabalhamos, consequentemente, também e o UX designer deve acompanhar todas essas mudanças. Portanto, atualize-se! Busque informações em livros, webinars, leia conteúdos de UX e outras fontes de conhecimento para o aperfeiçoamento na área.Na Digital House, o curso de Experiência do Usuário (UX) atende em cheio a esta necessidade, ajudando o profissional de UX Design a desenvolver a prática das hard e soft skills, em equilíbrio e na medida que o mercado precisa. Projete sua carreira à cultura digital com a DH!Leia mais no blog DH:+ Cultura de UX: como essa mentalidade pode transformar empresas+ Prototipação em UX: 5 ferramentas para tirar ideias do papel+ Conhea a área de UX Research e como se tornar um profissional de pesquisa