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Personas no UX Design: como funciona a criação deste instrumento de empatia

Personas no UX Design: como funciona a criação deste instrumento de empatia
#UX
29 de julho - min de leitura

O desenho de uma persona é essencial para um negócio. Seja no marketing ou em UX, criar empatia pelo consumidor é uma tática que traz ganhos reais para a marca. Veja como funciona o processo.


Desde que o mundo é mundo, não faz muito sentido tentar persuadir alguém a comprar algo, sem antes conhecer minimamente os gostos dessa pessoa. E vamos aproveitar a ascenção da experiência do usuário para falar sobre a criação de personas em UX Design.

A persona, também chamada de buyer persona ou avatar, é uma espécie de representação semificcional de seu cliente “ideal”, baseada em informações reais de seu comportamento e características diversas. Com o uso de técnicas de User Experience (UX), essa compreensão ganha mais amplitude.

Nas próximas linhas, daremos dicas eficazes sobre como criar personas para o seu produto e incorporar elementos do UX dentro desse processo.

A persona nos projetos de UX Design

Persona é o termo que define o perfil do comprador do seu produto, reunindo características, hábitos, desejos e objeções. Com esse direcionamento, as decisões sobre o produto tornam-se mais seguras, baseadas na realidade.

Esse personagem deve ter nome, idade, história pessoal, motivações, sonhos, objetivos, desafios e preocupações, como se fosse de verdade. Com todas essas informações, fica mais factível encontrar um tom ideal para interagir com as pessoas reais.

Afinal, com a imaginação tendo referências tão detalhistas, fica mais prático pensar em ferramentas e design atraentes, usabilidade mais adequada e o caminho para agradar este futuro cliente.

Enquanto o público-alvo é uma representação mais ampla e geral dos clientes a atingir, composto por um segmento da sociedade que tem características em comum, a persona, além dos dados geográficos e sociodemográficos que também estão no público-alvo, traz outros critérios, voltados às informações psicográficas.

Para ficar mais claro, as informações sociodemográficas são:

➜ Nome
➜ Sexo
➜ Idade
➜ Classe social
➜ Nacionalidade
➜ Localização
➜ Escolaridade
➜ Profissão

Estes dados são complementados por características comportamentais como gostos pessoais, qualidade desejada em um produto ou serviço etc. Já os critérios psicográficos são a personalidade, estilo de vida e valores.

Nas estratégias do Marketing Digital, é impossível avançar nas campanhas, caso não se tenha uma definição clara de persona. Com ela, é que a equipe terá a segmentação. O mesmo vale para UX Design, a persona, assim como o estudo de etnografia, ajudam a concretizar projetos dentro do produto.

Dicas para criar sua persona

Como em um jogo de tabuleiro, na criação de personas, a primeira casa é a boa e velha pesquisa e ela abrange o bom bate-papo, digital ou não, com os clientes de outros produtos da sua empresa para saber a opinião deles sobre este novo produto.

E se você não tem marca ainda, volte uma casa e aguarde. Mas, calma, se estiver nesta etapa, baixe nosso Guia Prático “Como construir sua marca do zero”, ele com certeza vai te auxiliar. Nele, você terá o passo a passo de como desengavetar sua ideia de uma vez por todas! Aí sim, se prepare para avançar. 

Ok, sua empresa ainda não tem clientes. Então, vale fazer isso com os seguidores nas redes sociais ou visitantes de seu site e blog. As pesquisas de mercado também são boas alternativas. Crie formulários de pesquisas online, para ajudar a segmentar e entender melhor seu nicho de mercado. 

As redes sociais são ótimos termômetros de comportamento do consumidor, organicamente falando. Observe quem e como é demonstrado o interesse por produtos similares ao seu, as críticas e tendências que mais agradam este público e o que diz a concorrência.

Bacana, além de seguir estas pessoas nas redes, interaja com elas, criando conexões. Outra opção para obter informações é utilizar o Google Analytics para ajudar a traçar o perfil deste possível comprador de maneira mais assertiva.

Como desenhar uma persona no Google Analytics

A área de atuação que será seguida - por meio dela, você terá uma prévia do perfil de persona que vai alcançar, baseado nas informações sobre quem são as pessoas que mais se interessam pelo que você fala.

Objetividade na estrutura de seus formulários de pesquisa - como dissemos, para criar uma persona, é necessário compreender o que as pessoas respondem. Monte questões simples e diretas e disponibilize esses formulários em fóruns sobre seu nicho/ área que pretende atuar.

Na hora da amostragem, procure um equilíbrio na análise - aqui, a dica é não considerar uma amostra muito pequena, nem muito grande. Por exemplo, você pode começar com uma amostra de 100 pessoas e ir aumentando nos próximos questionários.

De olho no MVP -  o Minimum Value Product te ajuda a compreender a percepção das pessoas com a solução apresentada por você. Ele representa uma amostra daquilo que você ainda fará, auxiliando na interação com quem experimentou sua amostra e podendo indicar melhorias e pontos fortes.

Descobrindo seu público com dados e diversidade

A Era Digital nos ensina que dados sozinhos não são este petróleo todo que falam por aí. Isso significa que a análise de dados e uso devido deles é imprescindível. 

Portanto, a compreensão destes dados, levando em conta diversidade e contexto histórico das amostragens, elucida toda uma equipe de desenvolvimento, incluindo profissionais de UX, programação e marketing, por exemplo.

As ferramentas de analytics casam perfeitamente com a observação humanizada de quem fará estas pesquisas, como um UX Research qualificado em ação na linha de frente da equipe, por exemplo.

Se estas terminologias da área de UX ainda te confundem, nosso infográfico “Qual a área de UX para você?” pode ajudar a esclarecer. Baixe o conteúdo e entenda cada uma delas.

Personas são fundamentais nas estratégias de uma marca

Na prática do dia a dia, após esta criação de persona, paralelamente à estratégia de marketing de conteúdo, você poderá propor a elaboração de materiais com base nas palavras-chaves mais buscadas pela persona.

E, ao criar campanhas de mídia paga, use os dados do perfil que você elaborou para ajudar a segmentar o público nestas peças. 

A persona está em todas as partes, não é mesmo? Sim, e essa importância dela no sucesso de um produto, ou mesmo um negócio, nos mostra o quanto solucionar problemas com opções práticas, precisas e duráveis passa a ser a base da tal “satisfação do cliente”. 

Isto é: uma experiência do usuário só será bem-sucedida (leia-se prosperidade para ambos os lados) se os responsáveis pelo desenvolvimento do produto ou serviço souberem se relacionar com ele, se conectar ao seu mundo e partilhar essas vivências de maneira humanizada.

No curso de Experiência do Usuário (UX) da Digital House, trazemos este conceito na prática, por meio de uma das mais eficientes metodologias, a sala de aula invertida. Conheça nossos especialistas em UX e invista em uma área que só cresce!

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#Dados

Governança de dados: qual o papel do líder dentro da cibersegurança

Quando se fala em crime de vazamento de dados, a lista é extensa e preocupante. E as grandes empresas, inclusive as gigantes do ramo de tecnologia, não saem ilesas destes ataques. É por isso que a governança de dados ganhou tanto espaço nos últimos anos.Com uma governança adequada e qualificada, a luta pela proteção de dados ganha reforço e um recurso indispensável. Acompanhe o artigo e entenda as ações mais incisivas a se tomar em relação à cibersegurança, que vão além da tecnologia.Vazamento de dados - uma ameaça constanteA luta contra a vulnerabilidade no ciberespaço é cotidiana e permeia empresas de todos os tamanhos e segmentos, inclusive as mais entendidas do negócio (tech).Em junho deste ano, o twitter notificou seus clientes corporativos sobre risco de vazamento de seus dados pessoais. O LinkedIn, em 2012, anunciou que 6,5 milhões de senhas não associadas foram roubadas e postadas em um fórum de hackers russos.A história foi explicada mais tarde, em 2016. Acontece que o mesmo hacker que vendia os dados do MySpace estava oferecendo os endereços de e-mail e senhas de milhões de usuários do LinkedIn por 5 bitcoins (cerca de US$ 2.000 na época).A Microsoft  também passou por situação de vazamento de dados há poucos meses. A empresa foi acusada de expor 250 milhões de registros de usuários, por conta de uma falha no banco de dados de atendimento ao cliente. O problema aconteceu em dezembro de 2019 e, de acordo com a companhia, alguns textos encontrados traziam informações pessoais de clientes, como e-mail, endereço de IP, localização e outros dados sigilosos. Porém, neste caso, não houve indícios de ação de criminosos.E estas são apenas algumas amostras das instituições que foram impactadas com o vazamento de informações sigilosas dos seus clientes. LGPD e a governança de dadosAs normas da Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD), que entra em vigor em 2021, vem ao encontro da relevância e obrigatoriedade de assegurar a privacidade das pessoas, que podem ser alvo de fraudes altamente personalizadas e extorsão. Um programa de governança de dados pode ser capaz de prevenir esse tipo de problema. Nesse sentido, o primeiro passo de uma empresa é categorizar e classificar os dados, armazená-los, designar quem poderá acessá-los e os responsáveis por monitorar todo esse processo.O principal objetivo de qualquer programa de governança de dados é uma política de privilégios mínimos, ou seja, as pessoas ou serviços terão acesso apenas aos dados de que precisam para realizar seu trabalho. Para esse programa dar certo, a estrutura de soluções de segurança da informação precisa funcionar. Tecnologia e pessoas devem estar alinhadas neste propósito.O “exército de dados”, formado pelos profissionais que agem na criação de barreiras contra os ciberataques, necessitam do suporte de tecnologias de análise e monitoramento das informações, de preferência em nuvem, que mantenha os registros de quem está acessando e como estão usando cada informação, em tempo real, além de alertas quando algo incomum é feito, probabilidades de ameaças etc.A procura por profissionais de dados só aumentaSegundo levantamento, realizado pela Serasa Experian com profissionais no Brasil, Estados Unidos, Reino Unido, Alemanha, França e Austrália, foi identificada a má qualidade das informações e a perda de recursos associada à geração de gastos adicionais.Isso significa que metade dessas empresas brasileiras reconhece que os dados empregados em suas análises não são precisos, comprometendo a eficácia dos processos de gestão. Portanto, essa má governança dos dados é um oponente real para os negócios.Sendo assim, uma boa governança, para ser efetiva, também necessita de fontes de dados confiável, captação e apresentação adequada por meio de profissionais qualificados em dados. A Digital House oferece os cursos de Inteligência Artificial, Data Science e Data Analytics na área de dados, além de um curso focado em cibersegurança, que fala sobre a importância da governança, LGPD e principais temas sobre segurança dos dados.Invista na sua carreira, esta é uma área que está ganhando cada vez mais espaço nas empresas e destaque no mercado de trabalho!

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#Marketing

Novos hábitos do consumidor: quais comportamentos e consumos ganharam força durante a pandemia

O mundo não vai mudar completamente após a pandemia, mas existe uma mudança em curso que agora acontece de maneira muito acelerada, com impacto direto nas estratégias de negócio Digital First. Aos poucos, os novos hábitos do consumidor ganham forma.Alguns ficaram muito tempo em casa, outros evitaram ir muito longe, alguns tiveram mais tempo, outros começaram a trabalhar demais, alguns ficaram muito sozinhos outros passaram mais tempo do que estão acostumados com a família.O que aconteceu neste confinamento forçado?Novos hábitos do consumidorAumento das compras onlineNos últimos meses, conversei com 2 plataformas de e-commerce diferentes que afirmaram que o volume de vendas digitais atual é como se todo dia fosse uma Black Friday, os consumidores no home office forçado recorreram às compras online e levaram os lojistas a abrir mais de 135 mil lojas online novas no Brasil. Um nova rotina dentro de casaE será que esse home-office é para sempre? Se depender de  26% dos CEOS das 500 maiores empresas da lista da Fortune sim! Isso altera o deslocamento dessas pessoas pela cidade mudando os locais onde fazem compras e consomem refeições. E essa mudança de deslocamento deve fazer com que as pessoas passem mais tempo no bairro onde moram, assim as lojas locais ampliam sua importância para esse consumidor. Outro hábito que esse consumidor desenvolveu foi o costume de cozinhar em casa, um hábito que deve se manter mesmo pós-quarentena. O portal de receitas do UOL teve crescimento de 230% da audiência em junho/2020 quando comparado a março/2020.Para quem tem filhos o home-office pode ter se tornado um pesadelo, sem escola e tendo de apoiar mais de perto as tarefas educacionais, muitos pais perceberam que não tinham talento para a pedagogia, ou mesmo quando estavam à altura da tarefa, isso comprometia sua vida profissional.Sem poder sair para shows muita gente acompanhou seu cantor favorito dentro de casa, as lives que começaram simples ganharam status de superprodução e levaram milhões de brasileiros para o YouTube. Das 10 maiores lives musicais do YouTube na era pós-covid, 7 são brasileiras. Marília Mendonça chegou a ter 3,3 milhões de usuários simultâneos e seu show no YouTube já foi visto mais de 50 milhões de vezes.Empresas se adequando ao novo cenárioDe olho na mudança de comportamento do consumidor algumas marcas online estão fazendo integração com lojas de bairro, o que permite entregar serviços além de produtos. Por exemplo, a Petlove que agora pode vender banho e tosa que será entregue nos petshops parceiros.A renda do consumidor em geral caiu, essa é outra realidade dura desse novo cenário, isso tem feito com que as pessoas experimentem novas marcas e deem mais valor a novas formas de economizar, como cashback (dinheiro de volta) nas compras. De olho nessa tendência, a Magalu lançou o cashback no seu app.E enquanto alguns dão graças aos céus por poder abrir seu restaurante, outros estão aproveitando para lançar kits para cozinhar em casa, que é uma ótima maneira de manter esse cliente que criou um novo hábito.Se no ensino fundamental, médio e graduação as pessoas aguardam ansiosamente a volta às aulas, no segmento de cursos técnicos muitos tiveram experiências positivas e vão repensar a necessidade de sair de casa para se atualizar profissionalmente. E não falo apenas sobre a Digital House, existem relatos animados em todo o setor de educação. Quais os impactos no mercado?Essas mudanças de hábitos foram observadas em diversas pesquisas diferentes, e impactam cerca de 20% a 33% dos consumidores. Já pensou no seu modelo de negócio atual com apenas 67% a 80% dos seus clientes? Essa redução acaba inviabilizando muitos negócios que já não iam bem antes da pandemia, e deve forçar muitos mercados a mudança. Algumas pessoas que estão lucrando com esses novos modelos vão continuar contratando, e investindo em marketing para convencer ainda mais consumidores. E por fim, muitas dessas oportunidades apresentam uma opção mais barata ao consumidor que em sua maioria está passando por maus bocados. Isso não significa que você precise abandonar imediatamente seu negócio ou criar um novo, mas deixa claro que você precisa refletir diariamente se é o momento da virada ou de criar algo em paralelo.É hora de criar uma área de monitoramento de mercado (que para o pequeno empreendedor é um tempinho semanal para olhar as novidades da sua área de atuação) e se aprofundar na experiência do cliente (CX). As principais inovações muitas vezes vem de observar ou conversar com os consumidores.Quando a mudança vai chegar para qualquer setor é incerto, mas com certeza o consumidor não será mais o mesmo do mundo pré-pandemia.

Growth Hacking: o que é e como a estratégia de hacking de crescimento funciona img
#Marketing

Growth Hacking: o que é e como a estratégia de hacking de crescimento funciona

Desenvolvido pelo empreendedor americano Sean Ellis, toda empresa precisa saber o que é growth hacking. Ao pé da letra, o termo pode ser definido como o “marketing orientado a experimentos”. Independentemente do tamanho e segmento da empresa, todas têm um objetivo em comum – fazer o seu negócio crescer. Afinal, ninguém entra em campo para perder.Quando tratamos de experimentar, não significa que vamos “acertar no chute”, pois toda ação deve ser pensada estrategicamente, visando o crescimento sustentável a partir dos pontos deficientes. Growth Hacking: para aplicar, tenha em mente hipóteses.O growth hacking segue essa linha em três passos: formula as hipóteses, realiza os testes e descobre as oportunidades reais no mercado para desenvolver estratégias e acelerar o negócio da empresa diante da concorrência.Diferentemente de outras técnicas de marketing, o growth hacking é orientado pelos Key Performance Indicators (KPIs), para atingir o objetivo proposto. Como Growth Hacking funciona na práticaPodemos chegar a dizer que estratégias de growth hacking são “brigas contra o tempo”, pois há um sentimento de fazer tudo no menor tempo e custo possível, por meio de experimentos que validem as hipóteses criadas. Porém, essa agilidade exige uma equipe preparada e investimento em ferramentas que possibilitem experimentos e automações para encontrar as melhores soluções. Para sintetizar o processo do growth hacking, podemos resumi-lo em quatro etapas:1. Defina um objetivo;2. Crie hipóteses;3. Faça testes que comprovem as hipóteses;4. Utilize ferramentas de teste, analytics e automação.Com o growth hacking, não existe “acertar no escuro”. Antes do advento do digital, muitas empresas investiam uma fortuna em mídia off, mas sem saber o retorno que aquela veiculação de propaganda na televisão traria ao seu negócio. O growth hacking ajuda no crescimento das empresas por um motivo bem simples. Antes da estratégia ser aplicada, ela passou por experimentos e foi “metrificada”. Vantagens do growth hackingJá discutimos a respeito do conceito de growth hacking, inclusive já mostramos um dos seus benefícios. Separamos agora mais 4 benefícios desta estratégia de crescimento tão utilizada por startups:Crescimento rápidoVimos que o objetivo é crescer exponencialmente e o mais rápido possível. O growth hacker é o profissional responsável por analisar diversas áreas da organização, propor melhorias e ganhar mercado. É primordial que as estratégias tenham custos baixos e sejam criativas. Ambas as exigências são desafios inerentes do cotidiano de qualquer startup.Escalabilidade Falar sobre crescimento da empresa sem associar com aumento de receita é impossível. Os custos operacionais podem até aumentar, mas não pode sobressair ao retorno ganho.PrevisibilidadeUma das grandes vantagens é a mensuração de resultados, pois esse profissional consegue prever o que pode acontecer em determinado período, com base no histórico de transações e nos dados armazenados.ViralizaçãoAbuse das técnicas de viralização, como a indicação aos amigos por meio das mídias sociais. Isso faz com que a empresa seja reconhecida no mercado de forma mais rápida e com um investimento bem menor.Quer se tornar um growth hacker na área do marketing? Conheça os cursos da Digital House: Marketing Digital, Marketing Digital Avançado e Gestão de Marketing Digital.