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10 dicas na otimização para motores de busca em seu site

10 dicas na otimização para motores de busca em seu site
#Marketing
22 de junho - min de leitura

A otimização para motores de busca é uma técnica presente em todas as empresas que utilizam boas estratégias de marketing digital, para impulsionar os resultados de suas vendas e geração de leads.


.Colocar um site no ar requer bastante esforço, mas somente isto não basta. É preciso que as pessoas encontrem o conteúdo, para que o negócio obtenha retorno. Neste contexto, é muito importante entender o que é a otimização para motores de busca ou SEO, como também é conhecido.

Você sabia que, a cada segundo, 40.000 pesquisas, com os temas mais variados, são realizadas no Google? São tantas buscas por informações que tornam os mecanismos de busca cada vez mais relevantes aos negócios, ao mesmo tempo em que as pessoas fazem isso com tanta frequência no dia a dia, que já nem notam mais essa ação.

O Google não trabalha somente para trazer respostas. Seus algoritmos buscam oferecer as melhores informações, para que o leitor se sinta satisfeito com a experiência proporcionada e encontre o que deseja. Sendo assim, estar bem posicionado nas páginas de busca é fundamental para as empresas.

Acompanhe este artigo, entenda o que é otimização para mecanismos de busca e confira 10 dicas para aplicar a técnica de maneira assertiva em sua empresa.

O que é otimização para motores de busca?

Quando falamos de vendas, um dos principais problemas é a falta de acesso aos sites. Para solucionar essa questão, as empresas podem recorrer à estratégia da otimização para motores de busca, também conhecido como SEO.

O método consiste em ações para melhorar o posicionamento de sites, páginas da internet e blogs nos resultados das pesquisas realizadas no Google, que é o principal buscador da internet e o que usaremos como referência aqui. Se bem planejado e estudado, pode gerar mais acessos e, consequentemente, mais resultados para uma marca.

Para que esse processo funcione, é importante entender que o SEO deve fazer parte de qualquer estratégia de marketing de conteúdo. Assim, o Google oferece uma preferência pelas páginas que estão de acordo com as técnicas, posicionando-as no topo das buscas dos usuários ao escrever palavras-chave sobre o tema que você aborda.

Pensando como um usuário, é muito difícil irmos além das primeiras páginas quando realizamos uma pesquisa no Google, não é mesmo? Geralmente, tudo que está nas primeiras páginas já soluciona qualquer dúvida ou curiosidade em questão. Isso torna a priorização das técnicas de otimização para motores de busca essencial para qualquer negócio.

Clique aqui para entender quais são as principais técnicas de SEO e os seus benefícios, se bem aplicadas em uma estratégia de marketing digital.

Quais são os riscos de tentar enganar os motores de busca?

Entendemos até aqui que estar nas primeiras páginas do Google é um ponto muito importante para a visibilidade das empresas. No entanto, podem haver casos de negócios que buscam esse objetivo a todo custo. Será que isso vale a pena?

Existem técnicas que os motores de busca consideram ruins. Elas são chamadas de Black Hats, que encurtam toda a jornada de SEO para a conquista dos resultados almejados.

Essas práticas enganam os algoritmos do Google através de robôs, spams, programas que ficam acessando uma determinada página automaticamente, vírus, entre outros meios. É uma atitude bastante antiética perante as organizações que se ranquearam de maneira honesta.

Os desenvolvedores dos motores de busca, conscientes dessas ações, criaram várias ferramentas que evitam essas violações, além de aplicar as devidas punições em cada situação, o que traz muitos prejuízos para um negócio. Confira elas agora mesmo:

Queda no posicionamento orgânico nas páginas de pesquisa: isso traz menos tráfego para o negócio.

Problemas de indexação.

Ser retirado do ar: e não é somente no buscador, mas pode correr o risco de ficar fora de toda a rede parceira do Google.

As punições podem variar, conforme as situações dos casos, sendo a pior das hipóteses a opção de retirar o site do ar e suspender todos os cadastros do Google utilizados nas demais plataformas parceiras.

Esse é um tema bastante polêmico e um pouco complicado, exigindo bastante atenção das marcas, exigindo que apliquem a otimização para motores de busca com muita qualidade. Para isso, profissionais na área de marketing digital são cada vez mais essenciais no mercado.

Para quem busca ingressar na área, a Digital House oferece os cursos de Marketing Digital e Marketing Digital Avançado, nos quais o aluno domina as inúmeras estratégias digitais disponíveis, inclusive o SEO. 

Em ambos os cursos, o aluno se torna apto para aplicar as melhores otimizações para motores de busca de um site, produzindo ótimos conteúdos de valor, entendendo seu público-alvo, além de acompanhar todos os indicadores de performance. Aprenda com os melhores profissionais do mercado em aulas ao vivo, 100% dinâmicas e garanta o sucesso em sua carreira!


Vamos lá: 10 dicas de otimização para motores de busca

Vamos colocar a mão na massa? Nós separamos as melhores dicas para quem está querendo adentrar no mundo do SEO. Confira:

1) Planeje uma estratégia de palavras-chave

Para obter um bom posicionamento nas páginas do Google, é necessário começar com um bom planejamento de palavras-chave, que são os termos que os usuários digitam no campo de busca.

Quais termos se relacionam com o seu negócio? Avalie os produtos e serviços que ele oferece e considere toda a jornada do cliente no funil de marketing, pontuando tudo o que vai interessá-lo em cada etapa. Esses reforços contribuirão para a atração de novos visitantes qualificados para o site.

2) Tenha URLs curtas para suas páginas

Você não precisa inserir todo o título de um artigo, por exemplo, em uma URL. É necessário concentrar um foco, extraindo as palavras principais do título para a URL.

Antigamente, as empresas colocavam vários termos e palavras-chave nas URLs, para ter mais chances de ranquear. Com isso, o Google passou a considerar somente o que é relevante nos links menores e mais objetivos.

3) Nunca altere a URL de sua página

Nós estamos sempre aprimorando e desenvolvendo nossos serviços, produtos e até os próprios valores da empresa. Com o tempo, olhamos os conteúdos antigos que produzimos em um blog, por exemplo, e percebemos que eles estão com a URL grande ou não gostamos dos termos escolhidos.

Neste momento, muitos pensariam em alterá-lo, mas este é um grande erro. Nunca faça isso! Ao alterar a URL de uma página antiga, você também perde todo o histórico de tráfego que ela possui e o Google acaba vendo tudo como uma página nova. Isso prejudica suas métricas, além da performance do SEO de seu site.

4) Atente-se ao título da página

Depois do conteúdo, o título é o ponto mais importante para a otimização para os motores de busca em uma página. Isso porque ele é o cartão de visitas de todo o conteúdo, mostrando aos usuários o que você oferece para o que eles procuram.

Ele é avaliado pelo Google ao examinar os sites da internet e mostrá-los em suas páginas de pesquisa. Sendo assim, é importante que o espaço seja preenchido com nomes, frases e slogans que descrevem muito bem o conteúdo abordado.

Não podemos nos esquecer das palavras-chave, que são importantes para que os algoritmos dos mecanismos de busca identifiquem o seu site pelo título, nas pesquisas dos usuários. Também é importante se atentar ao tamanho, pois títulos muito grandes podem aparecer cortados, isentando informações ou tornando-o vago. Mantenha-os em torno de 50 a 70 caracteres.

5) Crie conteúdos relevantes para o público

O conteúdo é a base de toda sua estratégia de otimização para motores de busca e ele deve ser planejado de acordo com as necessidades do seu público, respondendo a todas as suas dores e questões.

Além do título, as palavras-chave devem estar presentes no texto de maneira contextualizada, em uma narrativa que faça sentido a sua abordagem. Também é necessário se atentar a não basear o texto somente nesses termos, pois o Google possui algoritmos que identificam essas práticas.

6) Nunca copie conteúdos

Ao elaborar um conteúdo, é saudável pesquisar e estudar diferentes fontes confiáveis, a fim de oferecer o melhor aos seus usuários, mas o Google não aceita plágio. Redações copiadas ou duplicadas sofrem penalizações imediatas ao serem publicadas.

Em alguns casos, não somente a página, mas todo o site pode ser comprometido a receber uma punição, se a prática ocorrer em outros textos do mesmo domínio. Posto isto, é muito importante sempre produzir conteúdos originais para os seus leitores.

7) Conquiste links externos

Na otimização para motores de busca, os links externos são como diamantes! Isso porque sua página é linkada em outros sites e o algoritmo do Google compreende que o seu conteúdo é tão relevante que recebeu uma citação.

No entanto, é importante que sua página seja citada e linkada a partir de outros sites com boa reputação, pois a autoridade deles é transferida para sua página. "Qualidade é muito mais importante do que quantidade!" Foque neste pensamento e construa um bom relacionamento na web para conquistar bons links.

8) Utilize links internos

Ainda falando sobre links, inseri-los em seu próprio conteúdo para outras páginas interessantes, relacionadas ao assunto, enriquece a experiência do usuário e o algoritmo do Google encara isso de uma maneira bastante positiva!

Lembrando que essa linkagem interna deve ser usada com bom senso e fazer sentido com o conteúdo, pois o Google também consegue detectar o excesso de links que não fazem sentido com o assunto abordado, o que ocasiona uma queda no posicionamento do ranking das pesquisas. Vale uma atenção redobrada neste ponto.

9) Otimize as suas imagens

O Google consegue identificar o conteúdo de grande parte das imagens, através de seus sistemas de reconhecimento facial e outros padrões de identificação. No entanto, na otimização para motores de busca isso não é nada favorável.

Para solucionar esta questão, adicione textos alternativos (Alt Text) nas imagens, ou seja, as palavras-chave que representam cada uma delas, reforçando o conteúdo da página e melhorando o SEO do mesmo.

10) Ofereça uma boa experiência de usuário

Por último, mas não menos importante, está a experiência que um determinado usuário terá ao acessar o seu site, vindo de um resultado de busca. Os algoritmos do Google se importam bastante com tudo isso e a métrica que mede esse processo é a taxa de rejeição.

Quando entramos em uma página e não nos interessamos por nada que ela tem a oferecer, sem clicar em nenhum botão e fechando a janela depois de pouco tempo, o Google compreende que essa experiência foi negativa e o conteúdo não era válido para o usuário. Se isso acontece com frequência, o posicionamento nos resultados das pesquisas tende a piorar cada vez mais. Portanto, além de um bom conteúdo, a interface deve ser construída para proporcionar a melhor experiência.

E aí, gostou de aprender um pouco mais sobre a otimização para motores de busca? Este é um campo que sempre há o que aprender, uma vez que os algoritmos estão sempre se atualizando e mudando seus critérios.

Se você ficou interessado em aprender mais sobre o vasto mundo do marketing digital, recomendamos que leia mais sobre 6 exemplos de estratégias de marketing digital que são tendências para 2021.


Aproveite também e confira os demais textos do Blog DH e a nossa biblioteca de conteúdo recheada de materiais ricos, para você aprimorar ainda mais os seus conhecimentos sobre marketing digital, além de outras carreiras dentro da tecnologia.

Leia mais no blog DH:

+ SEO para E-commerce: como ranquear sua loja virtual

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#Dados

Entenda o que é uma rede neural convolucional no deep learning

As capacidades dos seres humanos têm sido reproduzidas de maneira cada vez mais perfeita, graças à inteligência artificial e às máquinas. É neste contexto que entra a rede neural convolucional, que envolve a visão computacional, onde diversos pesquisadores e entusiastas trabalham incansavelmente para fazer coisas incríveis acontecerem.Neste campo, a previsão e o objetivo é fazer com que as máquinas possam ver o mundo como os seres humanos, tendo percepções de maneira semelhante e usando a inteligência para realizar diferentes tarefas, como o reconhecimento de imagem e vídeo, que é uma funcionalidade que já conhecemos, análises e classificações de mídias, processamento de linguagem, entre outras.Quer entender mais sobre o conceito de rede neural convolucional? Continue acompanhando.O que é uma rede neural convolucional?Uma Rede Neural Convolucional ou RNC, como também é conhecida, é um algoritmo de deep learning que é capaz de captar uma imagem de entrada e atribuir importâncias e diferenciar aspectos e objetos presentes nela.É importante destacar que o pré-processamento de uma RNC é muito menor do que outros algoritmos de classificação. Normalmente, nos métodos mais primitivos, os filtros são desenvolvidos à mão, enquanto que, na rede neural convolucional, eles podem captar esses filtros ou características por conta própria.De acordo com o livro "Neural Networks and Learning Machines", de Simon Haykin, a estrutura de uma rede neural convolucional é dividida em três objetivos principais. Conheça cada uma delas:Extração de característicasAo receber os sinais de entrada de um campo receptível, é possível extrair as características locais. Isso faz com que a posição exata de cada pixel, no caso de uma imagem, seja irrelevante, ou seja, não é importante saber onde um determinado objeto se encontra, desde que os aspectos que o compõem estejam organizados e conectados da mesma forma.Mapeamento de característicasCada camada computacional da rede neural convolucional é composta por diferentes mapas de características, que dão robustez ao modelo, fazendo com que seja possível lidar com variações, como distorção, rotação ou translação na imagem.SubamostragemA camada de subamostragem é aplicada para coletar amostras de cada mapa de característica, produzindo uma sumarização.Por que as redes neurais convolucionais são usadas?Uma rede neural convolucional é utilizada para se trabalhar com imagens. Dependendo da maneira que for aplicada, pode facilitar o entendimento mais complexo da visão computacional, em prol de tarefas, como análise de sentimentos, detecção de objetos, reconhecimento e categorização, entre outros.Para um computador, uma simples imagem não significa muito mais do que uma matriz de valores de pixels. Neste contexto, a RNC pode ser treinada para entender a sofisticação dela, através da convolução.Seu processo ajusta o conjunto de dados da imagem, devido à redução no número de parâmetros envolvidos, além da capacidade de reutilização dos pesos.Ficou interessado em aprender e entender mais sobre o assunto? Saiba que a Digital House é a maior escola para aprendizado de habilidades digitais da América Latina e referência, também, na área da inteligência artificial e suas vertentes, como o próprio deep learning e as redes neurais convolucionais.Recomendamos que você conheça o curso de Inteligência Artificial da DH, que forma especialistas capazes de enfrentar qualquer tipo de desafio nos processos organizacionais, contribuindo para o sucesso de grandes empresas do mercado. As aulas online são dinâmicas, 100% ao vivo e ministradas por especialistas. Inscreva-se!O que é a convolução usada nas redes neurais?A convolução é a aplicação de um filtro na entrada da rede. O processo de entrar, que acontece repetidas vezes, resulta em um mapa de ativações, indicando os locais e os seus recursos, como em uma imagem, por exemplo.Na rede neural convolucional, uma das características mais importantes e inovadoras é a capacidade de aprender automaticamente um grande número de filtros, em paralelo a um conjunto de dados de treinamento para uma funcionalidade específica, como a classificação de imagens, por exemplo.E aí, gostou desse conteúdo? Se sim, recomendamos que também leia nosso artigo onde explicamos a relação entre ciência de dados e inteligência artificial e esteja por dentro dessas carreiras que, sem dúvida, são promessas para o futuro do mercado de trabalho.Leia mais no blog DH:+ Google Analytics Dashboard: crie e personalize com o nosso passo a passo+ O que é brand equity e como as empresas geram valor de marca em seus produtos e serviços+ Marketing digital para iniciantes: 10 dicas de como começar na carreiraE aí, já segue a gente no Twitter? Vem pra rede, vamos conversar sobre habilidades digitais! ;)

Design emocional: entenda o conceito e sua relação com a experiência do usuário img
#UX

Design emocional: entenda o conceito e sua relação com a experiência do usuário

Este é um conceito criado e difundido por Donald Norman, cientista cognitivo e pioneiro do UX na Apple. Ele explica que o design emocional é capaz de despertar sensações e sentimentos nas pessoas, fazendo com que elas criem e estabeleçam uma forte ligação com uma marca.É isso que faz, por exemplo, uma pessoa escolher uma determinada garrafa de água em uma prateleira de mercado, no meio de tantas outras opções.E aí, ficou curioso para entender melhor esse conceito? Continue acompanhando.O que é design emocional?O termo design emocional é relativamente novo no mercado. Apesar do design, em si, estar presente há muito tempo, não se fala muito sobre como as emoções podem afetar uma tomada de decisão, durante uma compra.O design emocional pressupõe que, ao olharmos para um produto, as primeiras impressões que temos não ocorrem de forma consciente. Isso mostra que a forma, a aparência, o modo de apresentação e suas características podem ditar a opinião que formamos sobre ele.Isso porque, no dia a dia, construímos imagens mentais sobre os produtos, a partir dos sentimentos que eles trazem. Esses processos ocorrem no inconsciente, de forma interna, sem que haja uma noção clara do que acontece.Sendo assim, muitas coisas que acabamos comprando nem sempre são necessárias ou as melhores, quando falamos em aspectos comuns, como durabilidade, eficiência, segurança, entre outros. No dia a dia, a verdade é que acabamos comprando boa parte dos produtos por conta das emoções que transmitem.Talvez você esteja se questionando: será que eu realmente faço isso? Usando o mesmo exemplo que abordamos no início do texto, pense em quantas vezes você já escolheu uma garrafa de água por conta de seu rótulo. Isso porque é muito difícil uma pessoa escolher a garrafa com base em uma leitura apurada do rótulo em si, entendendo a origem do produto e os níveis dos minerais presentes em seu conteúdo.Nós precisamos fazer diversas escolhas o tempo todo. Todos os dias e constantemente. Por isso, não percebemos que boa parte delas acaba acontecendo de maneira interna e automática. É aí que entra o design emocional, orientando essas decisões, sem que percebamos..Quais são os níveis de design emocional?Como explicamos, o design emocional é um conceito desenvolvido por Donald Norman e difundido através de seu livro “Design Emocional: Por que adoramos (ou detestamos) os objetos do dia a dia”. Nele, Donald explica que, no mercado, um produto bem-sucedido deve atingir e satisfazer os três níveis do design emocional. Vamos te explicar cada um deles agora mesmo. Confira:VisceralEste é o primeiro nível e o mais básico do design emocional. O visceral se relaciona com o instinto, ou seja, é a primeira impressão que a pessoa sente sobre qualquer produto novo que tenha contato.Neste momento, a forma, cores, contornos e contrastes são elementos fundamentais e que fazem toda a diferença. Por ser a primeira reação, nem sempre é perceptível pelas pessoas e muito menos controlada.Uma palheta bem selecionada, seguindo um estudo baseado na psicologia das cores, por exemplo, pode despertar mais interesse por parte dos consumidores. Assim como um objeto sem uma forma padrão ou uma tipografia mal escolhida pode causar estranhamento imediato às pessoas.De acordo com o livro de Donald Norman, quanto mais visceral for um determinado produto, as chances de os usuários considerarem que ele funcione melhor são maiores, mesmo que isso possa não ser verdade.ComportamentalEste é o segundo nível do design emocional. Trata-se de sensações que acontecem de maneira completamente inconsciente e um dos principais responsáveis pelas decisões que tomamos, de fato, no dia a dia.O nível é alcançado quando manuseamos um determinado produto, ou seja, está relacionado à comodidade e ao prazer gerado no momento do uso. Quando nos sentimos no controle, dominando o seu uso do começo até o fim, costumamos nos identificar com ele.Nem sempre a qualidade do produto é a melhor, mas a maneira como foi apresentada ao usuário, proporcionando uma boa experiência, afeta a percepção de uma pessoa sobre ele, chegando em seu subconsciente.ReflexivoO reflexivo é o último nível emocional e tem relação com o superego, uma das partes do cérebro conhecida por não controlar nada do que faz, mas, ao mesmo tempo, que está de olho em tudo. Misterioso, não?Ele influencia na percepção que temos sobre nós mesmos, comparado a outras pessoas. Ou seja, aqui vem a ideia de status e de ser bem visto pelos outros socialmente. É por isso que, às vezes, tendemos a comprar algo que transmita e/ou carregue certa carga de status social.Qual a relação entre design emocional e a Experiência do Usuário (UX)?Em um processo de desenvolvimento de produto, é preciso compreender as necessidades do usuário e prever seus comportamentos. Isso acontece ao gerar experimentação e o estudo do design emocional.É preciso entender quando um usuário está tendo uma boa experiência de usabilidade de um determinado produto ou está se sentindo frustrado por não conseguir suprir suas necessidades.Durante o processo, com base no UX design, a experiência do usuário deve ser testada e avaliada constantemente para garantir o melhor resultado.Relacionando com o design emocional, a beleza do produto, por exemplo, pode fazer com que os consumidores deixem de avaliar a eficácia, a usabilidade e se abstenham da experiência, simplesmente por não ter se encantado pela estética. É por isso que as emoções são essenciais nos processos de UX.Na Digital House, temos o curso de Experiência do Usuário (UX), no qual o aluno aprende os principais conceitos e técnicas da área, incluindo o design emocional, que estamos aprendendo hoje.As aulas são online, dinâmicas, 100% ao vivo e ministradas por especialistas do assunto, que estão no mercado. Além disso, a DH conta com o departamento de carreiras, onde os alunos possuem acesso a conteúdos exclusivos sobre suas jornadas, além das próprias ações de conexão com grandes empresas do mercado, como feiras de recrutamento e outros eventos pontuais. Inscreva-se agora mesmo e garanta o seu futuro profissional!Principais benefícios do design emocional para as empresasAté aqui, não foi difícil de compreender que um bom design emocional pode ser um dos maiores diferenciais para que uma venda aconteça. Isso impacta diretamente nos resultados de uma empresa, já que estamos falando sobre atrair e gerar mais leads, a partir das emoções que seus produtos e/ou serviços provocam nas pessoas.Isso fica ainda mais evidente quando analisamos, de fato, o comportamento do consumidor. De acordo com levantamentos do Serviço de Proteção ao Crédito (SPC Brasil) e Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas (CNDL), 40% da população brasileira fazem compras por impulso.Não há dúvida de que essas compras possuem um inegável potencial de design emocional, não é mesmo?E engana-se quem pensa que o conceito só pode ser aplicado em produtos físicos ou sites. As estratégias de marketing também podem utilizar do recurso, para que as peças de conteúdo, por exemplo, produzam o desejado efeito de atração pelo consumo.Resumindo, o design emocional auxilia sua empresa a vender mais, por atrair mais pessoas, gerar encantamento e estimular a necessidade de consumo.E aí, gostou de aprender sobre o conceito? Que tal saber mais? Não deixe de conferir também o nosso artigo sobre heurísticas de Nielsen, onde explicamos 10 erros de usabilidade para não se cometer em um projeto de UX.Leia mais no blog DH:+ Google Analytics Dashboard: crie e personalize com o nosso passo a passo+ O que é brand equity e como as empresas geram valor de marca em seus produtos e serviços+ Marketing digital para iniciantes: 10 dicas de como começar na carreiraE aí, já segue a gente no Twitter? Vem pra rede, vamos conversar sobre habilidades digitais! ;)

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#Tecnologia

Digital House e Rocketseat: a maior comunidade de desenvolvedores da América Latina

E tem super novidade no ar! A partir de agora, nós, da Digital House, estamos nos unindo com a Rocketseat. Juntos, somos a maior comunidade de programadores da América Latina!Que notícia, não é mesmo? Tudo isso aconteceu porque vimos na Rocketseat todo o complemento que precisávamos em prol do objetivo de acelerar a formação de profissionais e suprir a grande demanda que possuímos no setor de tecnologia.Continue acompanhando este artigo para conhecer mais sobre as atividades da Rocketseat e como se deu todo esse processo de fusão.Saiba o que a imprensa está falando:• Terra• Valor Econômico• Pequenas Empresas Grandes Negócios• Exame• Prime Time Zone• EstadãoConheça um pouco da RocketseatA Rocketseat é uma plataforma de aprendizado contínuo em tecnologia, que está em atividade desde 2017, impulsionando e capacitando pessoas a conquistarem as melhores oportunidades de suas carreiras.A transformação digital é uma questão muito presente na maior parte das empresas, em virtude do desenvolvimento da tecnologia e a necessidade de se manter em um cenário com um mercado bastante competitivo.Em suas atividades, a Rocketseat oferece uma experiência de aprendizado colaborativa, assim como a Digital House, onde o aluno possui grande responsabilidade no processo de aprendizagem, sendo protagonista da sua própria evolução, com a realização de diversas atividades práticas, simulando a realidade das empresas.Como e por que ocorreu esse processo de fusão?Como comentamos, além da similaridade de metodologias, tanto a Digital House como a Rocketseat têm o propósito de expandir o número de pessoas capacitadas no mercado de tecnologia, especialmente na área de programação, a fim de suprir o cenário de grande demanda.De acordo com dados de um levantamento realizado pela Microsoft, atualmente, o Brasil possui cerca de 400 mil profissionais de programação e desenvolvimento. No entanto, a previsão aponta que haverá mais de 6 milhões de oportunidades na carreira até 2025. Ou seja, o déficit na área é enorme e está aumentando a cada dia.Com essa fusão, Digital House e Rockeseat formam a maior comunidade de programadores da América Latina e, com certeza, vão acelerar suas estratégias de expansão na formação dos melhores talentos do mercado de tecnologia.Um ponto muito bacana a se colocar é que, juntas, a Digital House e a Rocketseat já impactaram positivamente a vida de mais de um milhão e duzentas mil pessoas. E daqui para a frente, isso tende a crescer muito mais. Os alunos de ambas as instituições terão formação em todos os níveis, desde os programas mais básicos até o avançado, voltados para os que querem evoluir em suas jornadas.Veja o que os CEOs das duas escolas comentaram sobre esse processo:“Estamos muito entusiasmados com essa união, pois conseguiremos ampliar a oferta de conteúdos e produtos em coding, indo ao encontro da alta demanda das empresas que já ultrapassam a marca de 100 (cem) clientes corporativos”, enfatiza o Sebastian Mackinlay, cofundador e CEO da Digital House Brasil.“Para nós da Rocketseat, a conexão do nosso propósito com a Digital House ficou muito clara desde a primeira conversa. Juntos, vamos impulsionar ainda mais pessoas e dar a elas o poder de acessarem as melhores oportunidades de suas carreiras.”, disse Robson Marques, cofundador e CEO da Rocketseat.A DH pode te ajudar a ser um profissional de tecnologia :)A Digital House sabe e entende que a tecnologia é algo muito importante, que pode mudar as relações trabalhistas e os cenários dentro das empresas. Não há dúvida de que o futuro será cada vez mais tecnológico, e as habilidades digitais serão essenciais no futuro do mercado.Sendo assim, não deixe de conferir as grades dos cursos nas áreas de Marketing Digital, UX, Dados, Programação e Negócios. Seja um profissional capaz de lidar com os principais desafios das maiores empresas, sendo um diferencial e impulsionando sua carreira de maneira assertiva. Inscreva-se agora mesmo!Leia mais no blog DH:+ Google Analytics Dashboard: crie e personalize com o nosso passo a passo+ O que é brand equity e como as empresas geram valor de marca em seus produtos e serviços+ Marketing digital para iniciantes: 10 dicas de como começar na carreiraE aí, já segue a gente no Twitter? Vem pra rede, vamos conversar sobre habilidades digitais! ;)