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O que você aprende no primeiro mês de aula de Full Stack

O que você aprende no primeiro mês de aula de Full Stack
#Carreira
13 de junho - min de leitura

Após trinta dias de aulas, alunos da Digital House compartilham insights sobre o que está rolando e be ready: você vai se inspirar


O tempo passa, o tempo voa, e já a primeira turma de Desenvolvimento Web Full Stack completou um mês. Ainda tem chão pela frente - as turmas se formam em setembro - mas, com apenas 30 dias sob o comando do professor Thiago Medeiros, alunos já enxergam novos horizontes em suas carreiras. Sair da zona de conforto, desbravar conhecimentos além da universidade, encarar um projeto complexo de desenvolvimento são algumas das perspectivas.

Desenvolvimento o quê?

Se você nunca ouviu falar nesse assunto, prazer, Full Stack. O curso é para qualquer pessoa que queira aprender a programar e abrange tanto o front-end, que é a parte visível do site, até o back-end, que vai até o banco de dados passando pelo PHP. Muita gente entende a programação como sinônimo para "site", mas o desenvolvimento web vai muito além disso. Os sistemas web, por exemplo, auxiliam nos serviços dos funcionários de uma corporação, dentro e fora do ambiente físico.

Outro exemplo: já imaginou como seria interessante entender como funciona a ferramenta que você utiliza para desenvolver seu blog pessoal? Então! Programação é o novo inglês: não fique para trás "Nossos alunos têm entre 16 e 63 anos e atuam nas mais diversas áreas do mercado. São perfis bem diversos e com objetivos diferentes. A quantidade de informações durante o curso é intensa e demanda bastante estudo, mas com a quantidade de coisas novas que se aprende aqui, o olhar para a programação é aprimorado e a evolução é constante", diz Ana Paula. Pensando bem, melhor do que a gente falar é você conferir a opinião dos próprios alunos. Confira!

Projetos complexos são bem-vindos

"Sou designer de produto especializado em design gráfico. Há pouco tempo, abri minha agência. Optei pelo curso Full Stack porque é uma área que sempre me despertou interesse e curiosidade. Além da autonomia que busco para poder programar de forma profissional um site, implementar configurações para ações de marketing e validar um código com um olhar técnico, também penso na possibilidade de trabalhar em empresas e agências para colaborar com projetos mais complexos. Cada vez mais a programação tem se tornado uma paixão! Agora, acabamos de entrar no módulo de PHP e estou aprendendo muita coisa nova. As aulas são dinâmicas e contam com bastante prática, o que facilita a fixação do aprendizado. O que mais valorizo é o contato com professores atuantes no mercado e especialistas. Me sinto em casa na Digital House. Uma das maiores lições que já absorvi até aqui é a importância de se manter atualizado, saber como e onde buscar informações e também saber filtrá-las. Esse curso é o que eu preciso para ingressar na área de desenvolvimento". Marcelo Diament, 30 anos.

Bota conhecimento nisso

"Estou cursando o último semestre da faculdade de Análise de Sistemas. Para quem quer trabalhar com tecnologia é essencial buscar conhecimentos além da universidade. O curso de Full Stack engloba conhecimentos diversos, por isso chamou minha atenção. Quero ser programador e acredito que a Digital House vai me preparar melhor para o mercado de trabalho. A metodologia aqui é diferenciada e os professores formam um time excelente, sempre disponíveis e incentivando o aluno a pensar. O nível de dificuldade dos exercícios é cada vez maior e eu me sinto sempre desafiado. Tudo para mim é novidade, inclusive a oportunidade de conviver com outros alunos de áreas tão distintas. Estou me dedicando bastante, evoluindo e aproveitando muito". Afonso Nunes Azevedo, 25 anos.

Saindo da zona de conforto

"Atuo na área comercial e sempre estou atento às evoluções tecnológicas. Escolhi o curso de Full Stack para sair da minha zona de conforto e ampliar meus conhecimentos. Meu objetivo é voltar ao mercado de trabalho com um diferencial competitivo, já que faltam profissionais na área. Praticar é a chave! Estou cercado de profissionais que me deixam mais tranquilo, insistem no meu progresso e incentivam minha dedicação. Os professores da Digital House fornecem conhecimento de qualidade e administram a ansiedade dos alunos que apresentam dificuldades - alguns têm mais familiaridade com programação, outros não, mas todos somos capazes de resolver os exercícios. Há um trabalho de mentoria que, acredito, poderá auxiliar muitos alunos na busca por uma recolocação no mercado de trabalho. Minha experiência tem sido boa e já estou de olho no curso de Marketing Digital, após terminar o de Full Stack" Ricardo Figueiredo, 50 anos.

Preparada para encarar desafios profissionais

"Escolhi o curso de Full Stack para aprender a montar o site da minha empresa e poder coordenar minha equipe na execução das funções relacionadas ao site. Também achei que seria uma forma divertida e prática de me atualizar em relação à tecnologia e até mesmo conquistar novas oportunidades de trabalho. O curso tem um ritmo bem intenso e aprendemos novos conceitos. Aprendi a ler códigos e entender o que os programadores fazem em seus códigos. Também já sei montar a parte visual de um site e, se hoje houver a demanda, saberei executar. Foi muito rápido: em 15 dias absorvi todo o conhecimento necessário para desenvolver o layout de um site. Sinto muita segurança por saber que estamos trilhando o mesmo caminho de nossos professores: profissionais que atuam no mercado de trabalho com as mesmas habilidades que estamos desempenhando em sala de aula. É um curso que nos prepara para realidade, e isso me entusiasma muito. Como eu nunca tinha tido contato com o universo da linguagem de programação, algumas dificuldades surgem à medida em que vou evoluindo. Destaco que todas as minhas dúvidas têm sido esclarecidas, pois o espaço da Digital House nos proporciona um ambiente saudável de integração com colegas no co-learning e também com professores. Frequento o co-learning mesmo nos dias em que não tenho aula: é um ótimo espaço para trocar idéias e fomentar sonhos, e me sinto muito acolhida por todos. Quem sabe eu não saio da DH com uma start-up direto para o mercado de trabalho? Sei que os próximos meses de estudos serão intensos, afinal, a escola vem nos oferecendo não apenas conteúdo relacionado à linguagem de programação, mas também lapidando nossa postura e nosso comportamento profissional para o mercado de trabalho. Com muita dedicação, certamente terei êxito nos meus objetivos após o término do curso". Aline Nóbrega, 38 anos Se interessou pelo curso de Desenvolvimento Web Full Stack? Venha conhecer o nosso campus e conversar com os nossos especialistas!

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O negócio é que quando se ouve falar em siglas de metodologias do futuro, sua aplicação para pequenos e médios empresários são interpretadas com insegurança, na linha fina entre o crível e os planos infalíveis do Cebolinha. O que é perfeitamente compreensível. As justificativas para este temor vão além de não estar preparado ou nem saber por onde começar. A economia no Brasil é historicamente instável e, nos últimos dias, enfrentamos uma situação inédita de pandemia, o que torna a assimilação de novos processos um bicho de sete cabeças. Mas, credibilidade as OKRs têm e bem comprovadas, diga-se de passagem. Exemplo-mor são profissionais do Google, quando ainda eram simples mortais e implementaram a metodologia, independentemente do tamanho da empresa na época. E olha o resultado aí, escancarado em uma das janelas abertas neste momento, no seu PC ou dispositivo. Um por todos e todos por um Parafraseando os mosqueteiros franceses, as OKRs trabalham bem o conceito de sua frase famosa - um por todos e todos por um. Esta metodologia nada mais é que um conjunto de objetivos inter-relacionados, alcançados de forma individual ou coletiva, e que contribuem para a melhoria e evolução de toda a organização. Nesta metodologia, cada um reconhece a parte que é responsável na empreitada. Sabendo o quão vital é seu trabalho, o profissional entende seu escopo, metas e direciona seus esforços assertivamente, não gastando energia de besteira. OKRs, então, trazem mais produtividade e autoestima aos funcionários, o que impacta positivamente naquela questão difícil chamada falta de motivação. Mais produtividade com consciência de valor, todos ganham Mas, para essa corrente do bem das OKRs, citadas anteriormente, dar certo, é necessário que os objetivos estejam muito claros entre todos (todos mesmo) os envolvidos. Estes objetivos precisam ser quantificados, com números, ou seja, metas estipuladas e acompanhadas. Por exemplo, segundo o Sebrae, cada pessoa deve possuir, no máximo, 5 objetivos macro com 4 resultados-chave para cada um deles. Outro ponto é que ao menos 60% dos objetivos devem ser definidos pelo próprio profissional que trabalhará neles. Nos modelos tradicionais, metas são traçadas de cima pra baixo, parte das vezes, acertadas em reuniões de diretoria, sem envolvimento de todo o grupo de funcionários. Já nas OKRs, 40% poderão ser definidos pelo alto escalão da empresa, enquanto 60% serão desenhados por cada indivíduo envolvido, seja qual for seu cargo. Como todos estão por dentro do processo de elaboração de objetivos, os resultados são muito mais ágeis. Na Digital House, principal escola de habilidades digitais da América Latina, sabe-se bem da importância e eficiência das OKRs, tanto que esta metodologia é ensinada, na prática, em nosso portfólio de cursos. Transformamos profissionais e empresas, por meio da tecnologia aplicada. Aqui também seguimos o conceito de Athos, Porthos, Aramis, integrando D´Artagnan. Faça parte da elite dos profissionais mais requisitados do mercado e inscreva-se em nossos cursos (excepcionalmente por EAD, neste período de contenção da pandemia do coronavírus).