Full stack: tudo sobre essa carreira promissora

Sem dúvida, as profissões ligadas ao setor de Tecnologia da Informação (TI), predominarão no mercado de trabalho brasileiro. E isso inclui o full stack.

Full stack: tudo sobre essa carreira promissora

E não é só porque o LinkedIn falou, mas as pesquisas mostram que o setor domina o mercado de trabalho. No exterior, o cenário também é animador: diversas empresas procurando profissionais qualificados(as), tendo em vista que a oferta de desenvolvedores capacitados não é alta. Ou seja, as pessoas que dominam as linguagens de programação possuem grandes chances de conseguir oportunidades dentro ou fora do Brasil.

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Diante desse panorama, o que um(a) desenvolvedor(a) full stack precisa saber para aproveitar as oportunidades? Acompanhe este artigo e saiba tudo o que precisa!

O que é um(a) profissional que trabalha com desenvolvimento full stack?

De fato, essa é a menina dos olhos de muitas empresas que precisam de uma pessoa que não saiba apenas as habilidades de um front-end ou de um(a) desenvolvedor(a) back-end, mas domine ambos, assim como habilidades em comunicação e metodologias ágeis.

E o que é o full stack, então? É um(a) profissional completo(a), que trabalha fora da zona de conforto e disposto a aprender novas habilidades o tempo todo. E aí, preparado(a) para se tornar um(a)?

O que um(a) desenvolvedor(a) full stack precisa saber?

Além das soft skills, que são essenciais para qualquer profissional, é fundamental que essa pessoa tenha domínio de duas competências básicas para o desenvolvimento web front-end e back-end. Ou seja, é um(a) profissional completo(a), que trabalha sites e aplicativos móveis na parte que o usuário vê e as que ele não vê.

Habilidades do front-end

Aqui, ele(a) trata conteúdos do site que os visitantes visualizam na tela, dominando linguagens como HTML e CSS (layout e a aparência de páginas da web), assim como o JavaScript (conteúdos mais dinâmicos como gráficos animados, formulários interativos e apresentações de slides de fotos).

Quer saber mais sobre essa carreira em específico? Depois de terminar esse blog post, confira o guia que preparamos sobre o desenvolvimento front-end, com todos os seus detalhes. Clique aqui para conferir.

Habilidades do back-end

Em back-end, é responsável pelo aspecto por trás das cenas de sites e aplicativos, com entendimento das linguagens de script, como JavaScript e PHP, usadas para fornecer instruções a aplicativos e automatizar processos de bastidores. Há também a SQL, usada para a comunicação com bancos de dados.

Nós também produzimos um blog post especificamente sobre a carreira, contando, com mais detalhes, as suas habilidades, importância, principais linguagens de programação, entre outros atributos para clarear as suas ideias.

Logo, se sua pergunta é o que um(a) desenvolvedor(a) full stack precisa saber, a resposta é simples: todas as etapas que envolvem um projeto de site ou app.

Isso significa que essa pessoa pode contribuir em qualquer lugar com uma equipe de desenvolvimento de produto digital, conforme necessário.

Em resumo, o(a) profissional full stack está habilitado(a) para tarefas como:

Tipos de tarefas de um profissional de full stack

Dentro do escopo de trabalho de um(a) desenvolvedor(a) full stack júnior, ou seja, que está começando na carreira, geralmente as qualificações necessárias são:

Tipos de tarefas de um profissional de full stack junior

Também exige-se conhecimentos em programação HTML, CSS, JavaScript e Python, API's RESTful Git (Gitlab).

Vale a pena ser um(a) desenvolvedor(a) full stack?

Horários de trabalho flexíveis, jobs engajados, que exijam criatividade, empatia, comunicação objetiva e altos salários iniciais (opa!), eis a realidade sobre o que é ser um(a) desenvolvedor(a) full stack, na prática. O fato de dominar tanto o lado front-end quanto back-end também se torna um diferencial para que as empresas deem mais preferência a esses(as) profissionais.

Em questão de salário, as notícias também são boas! Um(a) profissional de full stack costuma iniciar ganhando, em média, R$4.017,00 segundo a consultoria Revelo. E essas são algumas das razões pelas quais muitos desenvolvedores estão planejando uma transição de carreira.

Além disso, o panorama do mercado também é favorável. Atualmente, vivemos em um momento de transformações digitais constantes. Sendo assim, as empresas buscam a sua adaptação de mercado, a fim de oferecer a melhor experiência aos seus usuários finais. É neste contexto que o desenvolvimento de softwares e aplicativos entra em cena e a busca pela carreira de full stack se torna atraente.

O campo está em constante crescimento e cada vez mais presente nos negócios que buscam ter a tecnologia como sua aliada. Com isso, quem opta por ingressar na área de Desenvolvimento, não terá dificuldades em encontrar grandes oportunidades de trabalho, principalmente em uma grande empresa.

Com a crise econômica atual, o cenário é desafiador, principalmente considerando os pequenos negócios que buscam se manter em um mercado tão competitivo. Neste contexto, contar com a tecnologia, a Programação e todos os seus benefícios podem ser diferenciais que destacam uma determinada marca em meio a tantas outras.

Além disso, dados de um levantamento da Associação Brasileira das Empresas de Tecnologia da Informação e Comunicação (Brasscom) mostram que, anualmente, o Brasil está formando cerca de 46 mil novos profissionais de Tecnologia da Informação, enquanto a demanda é de 70 mil. Temos um déficit de 24 mil trabalhadores, que representa muita oportunidade.

Por mais que pareça fora da realidade, com a taxa de desemprego alta em nosso país, a tecnologia e as habilidades digitais, que inclui a Programação e o full stack, é um dos campos que não param de crescer de forma impulsionada. Por isso, vale a pena investir na carreira.

Qual o melhor curso para aprender full stack?

Uma profissão que exige muitas competências e a vontade de melhorar suas habilidades como programador(a). Entendeu o sair da zona de conforto, agora? Então, se você está mudando de carreira ou vai iniciar em Programação, que tal começar pela mais completa?

E vale a pena, já que o mercado carece de profissionais tão resilientes, flexíveis e preparados assim, pagando altos salários por isso.

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Além disso, na Digital House o(a) aluno(a) trabalha em equipe, usando metodologias ágeis, o que vai contar muitos pontos nos projetos do mundo real, e pode participar gratuitamente do programa de apoio à colocação no mercado de trabalho. Não é demais? :)

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