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O que um cientista de dados precisa saber sobre os desafios da área?

O que um cientista de dados precisa saber sobre os desafios da área?
#Dados
7 de outubro - min de leitura

Você, que faz parte da carreira ou possui interesse, já parou pra pensar o que um cientista de dados precisa saber sobre os desafios do seu dia a dia?


Assim como outras profissões ligadas à tecnologia, o desafio é um elemento presente diariamente na rotina do profissional. Portanto, pensar o que um cientista de dados precisa saber é essencial para que esteja sempre atualizado e consiga atender a todas as demandas de um setor superexigente.

Em crescimento no mercado, a ciência de dados é uma carreira que proporciona muitas vantagens e benefícios para as empresas. Os dados estão por toda parte e, todos os dias, novas informações são disponibilizadas para as pessoas. Neste contexto, é preciso que as empresas saibam utilizá-las da maneira correta e é aí que os desafios surgem.

É preciso trabalhar o ânimo dos profissionais que, muitas vezes, se veem perdidos, quando falamos sobre atualizações e/ou dificuldades técnicas. Continue acompanhando este artigo e entenda quais são os principais desafios que o profissional de ciência de dados encara no dia a dia.

Quais são os principais desafios da área?

Separamos os três principais desafios do dia a dia do profissional. Confira agora mesmo:

Variedade de conteúdos e aprendizado durante a carreira

Pensar sobre o que um cientista de dados precisa saber é um ponto muito importante. Mesmo depois de formado, o profissional deve se manter em constante atualização. Isso porque não há uma graduação específica para a carreira e a tecnologia está sempre avançando.

Existem diversos cursos voltados, especificamente, para a carreira de data science. Neles, são ensinados tudo o que o profissional precisa saber para lidar com os desafios do dia a dia, que vão desde a coleta de dados até a análise complexa, o que também envolve o Big Data.

A Digital House possui o curso de Data Science em sua grade. Essa é uma ótima alternativa para construir toda sua base de conhecimento e aplicá-la no âmbito profissional.

As aulas são dinâmicas, 100% ao vivo e ministradas por professores especialistas, que estão no mercado atuando em grandes empresas. Além disso, elas te preparam para todas as necessidades do mercado, ensinando a trabalhar com todos os principais pontos, técnicas e conceitos da carreira.

Dominar uma língua estrangeira

Para conquistar boas oportunidades no mercado de dados, também é preciso se esforçar para dominar uma língua estrangeira. Hoje em dia, é praticamente impossível imaginar um profissional que não tenha, pelo menos, uma boa base de conhecimentos em inglês.

Isso porque a maior parte das ferramentas utilizadas no dia a dia foi desenvolvida no exterior e, no dia a dia de trabalho, diversas palavras também são utilizadas e as pessoas esperam que o profissional entenda sobre o assunto que está se referindo. 

Sendo assim, ao longo da jornada de estudos e trabalhos, é recomendável também investir em um curso de inglês ou uma parte de seu tempo para desenvolver suas habilidades linguísticas, a fim de facilitar sua caminhada profissional e te colocar em destaque na hora de conseguir uma oportunidade de emprego.

Utilizar todos os conhecimentos técnicos de forma assertiva

No mundo do data science, não adianta dominar inúmeras habilidades técnicas da profissão, se o profissional não tiver outros tipos de competência, como as comportamentais. Isso inclui o desenvolvimento das soft skills ligadas à resiliência, boa comunicação, negociação, senso de gestão, pensamento crítico, entre outras.

Um bom cientista de dados deve saber como dialogar com diferentes times de uma organização e não apenas com a sua própria equipe. Como os outros não são obrigados a compreender a linguagem técnica, o profissional comunicará tudo sobre um determinado projeto de forma clara, simples, acessível e objetiva.

Portanto, desenvolver uma comunicação assertiva e um bom trabalho em conjunto com os demais setores é mais um grande desafio para os cientistas de dados e imprescindível para a entrega de resultados satisfatórios, conforme todas as exigências da empresa.


O que faz um cientista de dados?

A ciência de dados é uma área que envolve diferentes disciplinas, combinando campos diversos, como a programação, lógica, matemática e estatística, a fim de organizar um grande conjunto de informações da melhor maneira para um negócio.

Na internet, todos os dias são disponibilizados milhares de novos dados. São diferentes fontes e formatos, como arquivos de texto, informações de formulários, registros financeiros, entre muitos outros, que geram um grande volume e fazem com que sejam necessários profissionais com domínio de habilidades técnicas, para processar e organizar tudo da melhor forma para as organizações.

Sendo assim, no dia a dia, o profissional utilizará e aplicará diferentes conceitos e técnicas, como organização de planilhas e banco de dados, algoritmos de machine learning, métodos de visualização e storytelling de informações, para poder apresentar e explicar as informações às outras áreas de um negócio, de maneira objetiva e clara.

Qual a sua importância para a empresa?

Por muitos anos, com o objetivo de proporcionar crescimento próprio e considerando a competitividade de mercado, as empresas coletavam os seus dados, guardavam e os deixavam retidos, a fim de fazer utilização somente para o seu negócio.

No entanto, com o desenvolvimento da tecnologia e o passar do tempo, a chave virou, ou seja, esse pensamento foi mudando e as organizações passaram a expor dados importantes de mercado, a fim de adquirir outras informações importantes para a sua empresa.

Nos últimos tempos, houve uma grande explosão na quantidade de dados gerados todos os dias e, cada vez mais empresas começaram a entender que a análise de informações pode trazer muitos insights e oportunidades de novos projetos ou melhorias, além de fazer previsões de tendências com um alto nível de precisão do mercado. 

Sendo assim, junto aos avanços da inteligência artificial e os seus algoritmos, a área deu um grande boom e vem conquistando cada vez mais o mercado corporativo, dando origem a diversas profissões, como o próprio cientista de dados, que é imprescindível em todo esse processo.

Conforme as empresas compreendem a importância dos dados para gerar valor e a tomada de decisões estratégicas, elas iniciam uma corrida em função disso, procurando profissionais com capacidade de extrair o que é relevante no meio de tantas informações. Hoje em dia, muito se ouve falar no mercado que os dados são o novo petróleo. Agora dá pra entender o porquê dessa afirmação, não é mesmo?

A verdade é que, no momento atual, a grande maioria das empresas ainda não descobriu os benefícios e vantagens de adotar e implantar uma cultura data-driven em suas operações internas, a fim de influenciar e impulsionar os seus negócios. No entanto, conforme a tecnologia se desenvolve e o meio digital também se populariza, cada vez mais negócios passarão a entender tudo isso, adotando os dados como uma parte importante de seus planejamentos estratégicos.

Como está o mercado de data science?

Relacionando com um dos desafios colocados no tópico anterior, hoje em dia, é difícil encontrar cientistas de dados com todas as habilidades técnicas necessárias para analisar um enorme volume de informações de maneira eficaz, por exemplo. No cenário atual e de maneira geral, as organizações não conseguem preencher suas vagas nessas carreiras com rapidez e eficiência, por conta das habilidades complexas envolvidas no dia a dia.

Sendo assim, os profissionais de tecnologia, que também inclui os que lidam com dados, nunca estiveram tão em alta! De acordo com informações de um levantamento feito pela Robert Half, 60% dos executivos consultados dizem que a pandemia impulsionou os processos de transformação digital das empresas, o que fez com que os dados passassem a ter um uso maciço. Com isso, a carreira de data science foi considerada um dos destaques no ano de 2021 e para o futuro do mercado de trabalho.

Não é difícil encontrar informações sobre o número escasso de profissionais qualificados na área e os inúmeros benefícios para a pessoa que optar por esse caminho profissional. Com esse cenário, quem se interessa pela carreira já está à frente de muita gente, considerando as maiores chances de alcançar uma estabilidade profissional e financeira, comparado a outras áreas comuns do mercado de trabalho.

E falando sobre a questão financeira, esse também é outro ponto que atrai muitas pessoas interessadas. O salário de um data scientist começa em R$ 4.585,00 e o profissional pode vir a ganhar até R$ 8.170,00. Ou seja, a média salarial no Brasil é de R$ 6.144,00.

Se você gostou deste conteúdo, recomendamos que leia o nosso artigo sobre programação Python para data science, que é a linguagem de programação mais utilizada na área.

Leia mais no blog DH:

Google Analytics Dashboard: crie e personalize com o nosso passo a passo

O que é brand equity e como as empresas geram valor de marca em seus produtos e serviços

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#Tecnologia

Qual a diferença entre Java e JavaScript? Saiba de uma vez por todas!

Ter a consciência de que a diferença entre Java e JavaScript existe é muito importante para, assim, poder fazer a escolha entre a linguagem mais adequada e que atenda às demandas necessárias.Como você verá neste artigo, o que existe de parecido é somente a escrita mesmo. Conheça mais sobre cada uma delas e entenda as suas particularidades.O que é JavaScript e para que serve?Também conhecido como JS, o JavaScript é uma linguagem de programação de alto nível. Sua utilização permite a construção de páginas dinâmicas, animações, mapas interativos, aplicativos e jogos eletrônicos.O profissional que domina o JavaScript é visto como versátil no mercado, considerando sua relação com uma grande variedade de frameworks e aplicações para diferentes tipos de dispositivos.A linguagem foi criada pelo programador Brendan Eich, um dos fundadores da Mozilla Corporation, em 1996. Seu propósito era tornar os processos web mais simples, dinâmicos e agradáveis aos profissionais.O que é Java e para que serve?O Java é uma linguagem de programação criada na década de 1990, por James Gosling. Atualmente, pertence à marca Oracle, a qual realiza todos os seus processos de manutenção.A linguagem é bastante flexível, sendo usado para o desenvolvimento de softwares, que podem ser executados e distribuídos em diferentes plataformas, sem a necessidade de modificá-lo.Qual a diferença entre Java e JavaScript?As duas linguagens, por terem a grafia similar, costumam despertar muitas dúvidas sobre alguma possível relação entre elas.É preciso ter muito claro que Java e JavaScript são escritos, construídos e executados de maneira diferente. Além disso, existe uma grande diferença no que diz respeito ao que cada linguagem é capaz de fazer.Como comentamos, o Java é usado em diferentes lugares e situações, incluindo softwares e aplicativos. Em comparação, o JavaScript é utilizado principalmente para tornar as páginas da web (HTML) mais interativas e dinâmicas.Como escolher entre Java e JavaScript?Em um processo de desenvolvimento, a escolha de qual linguagem de programação utilizar dependerá dos requisitos de cada projeto. E aqui entra mais um ponto importante quando falamos sobre diferença entre Java e JavaScript. Veja só:O Java, por exemplo, pode ser usado e adaptado em diferentes tipos de plataformas. No entanto, muitas vezes há a necessidade do usuário instalar um plugin em um dispositivo, uma ação que nem sempre é possível.Por outro lado, o JavaScript é utilizado, principalmente, em sistemas web. Neste caso, não há a necessidade de instalar soluções separadas, sendo preciso somente ter um navegador atualizado instalado na máquina. O ponto negativo, neste caso, é a limitação pela interação ser somente online. Ou seja, determinados recursos, ao se adotar a programação com código nativo, por exemplo, não poderão ser habilitados.Diante desses cenários, é imprescindível ter uma boa comunicação com todos os colaboradores e profissionais envolvidos em um determinado projeto, antes de eleger a linguagem escolhida. Entenda quais são as suas demandas, identifique todas as possibilidades de estratégias para atuação e, com isso, avalie o melhor caminho a tomar.Quando falamos sobre a construção de sistemas, todo desenvolvedor tem plena consciência de que a escolha da linguagem a ser utilizada é um ponto crucial. A criação de uma interface com códigos inadequados reduz as chances de atender todos os requisitos, afetando a usabilidade final da solução para os usuários.Neste contexto, é importante dominar o processo, a fim de garantir a melhor experiência do cliente com as aplicações desenvolvidas. Fazer um bom curso é uma ótima alternativa para que o profissional estruture corretamente os processos, consiga utilizar a tecnologia a seu favor e garanta uma solução com uma boa performance e confiabilidade.Confira as grades dos cursos de Desenvolvimento Web Full Stack, focado na criação de páginas ou sistemas web ou Desenvolvimento Mobile Android e Desenvolvimento Mobile iOS, para a criação de apps e plataformas no mobile, da Digital House.As aulas são online, 100% ao vivo e ministradas por professores especialistas que atuam no mercado. Além disso, a DH conta com o departamento de carreiras, onde todos os alunos podem acessar diversos conteúdos exclusivos sobre suas jornadas. Inscreva-se agora mesmo e garanta o seu futuro profissional!Leia mais no blog DH:+ Google Analytics Dashboard: crie e personalize com o nosso passo a passo+ O que é brand equity e como as empresas geram valor de marca em seus produtos e serviços+ Marketing digital para iniciantes: 10 dicas de como começar na carreiraE aí, já segue a gente no Twitter? Vem pra rede, vamos conversar sobre habilidades digitais! ;)

 Área de Dados: conheça as principais ferramentas de Big Data e o seu panorama de mercado atual img
#Dados

Área de Dados: conheça as principais ferramentas de Big Data e o seu panorama de mercado atual

Não importa o tamanho da empresa, seja uma gigante como a NASA ou um pequeno negócio local, as organizações podem potencializar suas estratégias e tomar as melhores decisões ao utilizar as ferramentas de Big Data para transformar as informações em inteligência.Quer entender mais sobre isso? Acompanhe este artigo e saiba tudo sobre o tema.Recapitulando: o que é Big Data?Com origem na língua inglesa, Big Data quer dizer grandes dados. Na prática, consiste na organização e interpretação de um alto volume de informações, entendendo o que é relevante ou não para as empresas.Como comentamos, todos os dias, milhares de informações são geradas e disponibilizadas na internet. Com isso, as empresas precisam ter profissionais capacitados para lidar com tudo e fazer com que possam tomar as melhores decisões em diferentes contextos, por possuírem informações de valor, com insights importantes em seu nicho de atuação.Quais são os 5 Vs do Big Data?No dia a dia, alguns fatores são levados em conta para que as organizações possam fazer uma boa gestão de dados. Eles são conhecidos como os 5 Vs do Big Data. Confira:VolumeO volume refere-se à enorme quantidade de dados produzidos na Era Digital. Entender essa explosão de informações a partir do surgimento da internet é essencial para que as empresas possam definir as formas de gerenciamento de maneira efetiva.VelocidadeRelacionando com o V anterior, milhares de dados surgem a cada segundo. Ou seja, é tudo muito rápido. No entanto, em paralelo, à medida que a tecnologia avança e novos dispositivos vão surgindo no mercado, a gestão dos dados também pode acompanhar esse ritmo acelerado, sendo capaz de lidar com o Big Data em tempo real.VariedadeExistem diferentes fontes e formatos de dados, que geram complexidade aos processos de coleta, compilação, organização e análise. Para uma boa gestão de dados, é preciso ter ciência disso, a fim de contribuir na geração de informações mais completas com insights relevantes às empresas.VeracidadeO V de veracidade é essencial para a validade dos dados. Todas as informações precisam ser verídicas e atualizadas, com o objetivo de gerar oportunidades e insights confiáveis e embasar as decisões das empresas com precisão e segurança.ValorPor fim, mas não menos importante, temos o V de valor. Nem todas as informações possuem relevância para as empresas. Portanto, cada organização precisa ter os seus objetivos e público-alvo bem definidos para conseguir dados relevantes às suas decisões.Os benefícios do Big Data aos negóciosPor que investir em ferramentas de Big Data em sua empresa? Separamos os principais benefícios de investir no processamento e organização dos dados para as organizações. Confira:Fortalecimento do relacionamento com o clienteQuando uma empresa coleta dados, como um histórico de compras ou conversas sobre seus clientes, é possível obter feedbacks e insights para traçar estratégias e tomar novas decisões, a fim de se aproximar ainda mais deles.Conhecer quem é o seu público e quais são as suas necessidades é imprescindível para que uma marca possa criar campanhas personalizadas e certeiras, contribuindo para um aumento de ticket médio e promovendo uma maior fidelização dos clientes ao negócio.Vantagens de mercadoAo compreender a importância do Big Data, uma empresa, além de se tornar mais consciente sobre diferentes pontos do seu negócio, pode entender melhor o seu nicho de mercado. Ou seja, compreender o que funciona ou não e o que está faltando para tornar tudo ainda melhor.São pontos que fazem toda a diferença, principalmente considerando a alta competitividade entre organizações.Tomadas de decisãoComentamos bastante sobre esse ponto, mas é preciso destacar que, ao ter insights valiosos em mãos, é possível otimizar e aplicar melhorias em qualquer parte dos processos de uma empresa, tomando decisões sábias e estratégicas.Identificação de padrõesOrganizar e analisar um grande número de dados com as ferramentas de Big Data, permite identificar e traçar padrões de consumo, o que talvez a olho nu seria impossível.Essa amplitude e profundidade de visão faz toda a diferença na hora de reavaliar os planejamentos, assim como segmentar clientes e/ou leads, desenvolvendo campanhas que realmente atinjam a sua dor, tornando-as mais assertivas.As principais ferramentas de Big DataUm bom profissional de Big Data deve dominar e trabalhar com a ajuda de ferramentas para lidar com tantos dados. Sendo assim, separamos algumas plataformas para ajudar você nas demandas. Veja:TableauEsta é uma ótima opção de ferramenta para visualização de dados. O software permite a criação de mapas, gráficos, tabelas, entre outros diversos recursos para facilitar a compreensão das inúmeras informações do Big Data.Power BIUma das principais características dessa ferramenta é a possibilidade de integração de diferentes fontes de dados, como planilhas de Excel, redes sociais, aplicativos na nuvem etc. O software também permite a criação de dashboards e relatórios dinâmicos de maneira rápida e simples.HadoopEsta é uma das ferramentas mais importantes no setor de Big Data. Sua estrutura é 100% em código aberto e possui uma enorme capacidade de processamento de dados em larga escala.RapidMinerO RapidMiner é a plataforma ideal para atividades de ciência de dados e aprendizagem de máquina. O software oferece suporte a diferentes pontos, como a preparação de dados, visualização, análise, modelagem, entre outras etapas e funcionalidades.Como está o panorama de mercado do Big Data?O mercado de Big Data está aquecido e não é à toa. Os dados não param de surgir e as empresas precisam de profissionais capacitados para executar todos os processos de Data Science.A indústria 4.0 revoluciona o mercado de trabalho, com suas transformações digitais cada vez mais presentes, destacando determinadas carreiras, como a área de Dados que já garantiu o seu espaço e é uma tendência certa para o futuro.De acordo com um levantamento realizado pelo LinkedIn, as carreiras na área de dados estão entre as 15 profissões mais em alta no mercado.A equipe que trabalha na área precisa ser multidisciplinar, que domine tecnologia, desenvolvimento, administração, marketing, engenharia, estatística e matemática.Se você se interessou em ingressar neste mercado e dominar as diversas ferramentas de Big Data, saiba que obter uma certificação de um curso é um ótimo diferencial para a jornada do profissional e às empresas. Isso porque ela mede e comprova os conhecimentos, requisitos e habilidades técnicas aos empregadores.Recomendamos que você confira a grade completa dos cursos de Data Science e Data Analytics da Digital House. Eles são as melhores escolhas para garantir o seu sucesso profissional. As aulas são dinâmicas, 100% ao vivo e ministradas por professores especialistas, que também atuam nas grandes empresas do mercado. Inscreva-se agora mesmo!Leia mais no blog DH:+ Google Analytics Dashboard: crie e personalize com o nosso passo a passo+ O que é brand equity e como as empresas geram valor de marca em seus produtos e serviços+ Marketing digital para iniciantes: 10 dicas de como começar na carreiraE aí, já segue a gente no Twitter? Vem pra rede, vamos conversar sobre habilidades digitais! ;)

Linguagem inclusiva: qual a relação com UX e como promovê-la nas empresas? img
#UX

Linguagem inclusiva: qual a relação com UX e como promovê-la nas empresas?

Este é um ponto muito importante quando pensamos no aumento de organizações que valorizem as pessoas no mercado, independentemente de qualquer condição. No entanto, ao falamos sobre desenvolvimento de produtos digitais e as experiências proporcionadas aos seus usuários finais, como a linguagem inclusiva pode ser aplicada?Neste artigo, vamos explicar o que é a linguagem inclusiva, sua importância e falar também da sua relação com a área de UX. Acompanhe os próximos tópicos!O que é linguagem inclusiva?A linguagem inclusiva possui o objetivo de proporcionar uma comunicação que não exclua ou diminua nenhuma pessoa, independentemente de condição, gênero ou grupo, e sem precisar modificar o idioma. Ao invés de separar, repelir ou agredir, ela agrega, respeita e acolhe a todos.Um exemplo de linguagem inclusiva, usado bastante pelas empresas, é o uso de coletivos. Ao invés de separar e focar em um gênero, o propósito é englobar todos, seja em uma situação escrita ou falada. Na prática, seria como se disséssemos "Bom dia a todas as pessoas".Qual a diferença entre linguagem inclusiva e linguagem neutra?Atualmente, no meio digital, são milhares de informações e conteúdos disponibilizados e consumidos a todo o momento. Com isso, muito se fala sobre linguagem inclusiva, neutra e as diversas formas de abraçar as minorias em textos ou peças publicitárias.É importante saber que as duas linguagens estão sempre juntas. No entanto, existe uma diferença entre essas formas de comunicação. A linguagem inclusiva busca acolher e abraçar todas as pessoas com palavras e variações já existentes no idioma aplicado.Já a linguagem neutra, apesar de ter o mesmo objetivo, altera pronomes e outras terminologias, implementando novas palavras nos vocabulários, a fim de abranger qualquer pessoa, independentemente do gênero que se identifique. Um exemplo é o uso do "e" em palavras com variações de "o" e "a": todos, todas e/ou todes.Em um mundo digital, que possibilita uma melhor comunicação entre as pessoas, além da disseminação de informações, esses tipos de linguagens vêm se difundindo de maneira efetiva. Ao acessarmos as redes sociais, blogs, artigos, sempre nos deparamos com elementos de ambas as redações.A língua portuguesa, por conta de um histórico patriarcal, aponta o gênero masculino como o correto ao representar a pluralidade. No entanto, a linguagem inclusiva e neutra representa alternativas que se distanciam dessa tradição linguística.Como adaptar ela em UX e qual a sua importância?Quando falamos sobre a Experiência do Usuário (UX), temos a área da escrita, mais conhecida como UX Writing. Nos últimos tempos, ela tem sido muito comentada e não é à toa. No desenvolvimento de sites e aplicativos, também é um grande diferencial ao acrescentar mais propriedades na usabilidade de um produto ou serviço.Além disso, no processo de desenvolvimento, a linguagem inclusiva pode ser aplicada não somente na própria interface, mas também no conteúdo de e-mails, artigos, redes sociais, notificações, entre outros canais de comunicação ligados ao produto digital.O foco da aplicação da linguagem é a garantia de uma boa percepção e usabilidade por parte dos usuários finais, sempre considerando as demandas, necessidades, bem-estar, conforto e solução de problemas da melhor forma. Infelizmente, vivemos em uma sociedade que ainda reproduz estigmas em relação ao gênero e/ou orientação sexual.E esse é um dos principais objetivos da linguagem inclusiva: repelir a propagação desses preconceitos, estabelecendo uma comunicação acolhedora e garantindo uma experiência ideal, que reflita os melhores valores de uma marca.Sendo assim, a comunicação escrita e a linguagem inclusiva podem – e devem – ser ferramentas a favor da diversidade, seja em UX Writing, copywritings, redes sociais, entre outras situações, a fim de quebrar estigmas e mostrar novas formas de comunicação.Que tal ser um especialista em UX?Agora que você já sabe a importância da linguagem inclusiva nos processos de desenvolvimento de produtos, deve saber também que realizar um curso na área de UX é uma ótima alternativa para ingressar na área, adquirindo uma base sólida de conhecimentos a serem utilizados e aplicados nas empresas.Na Digital House, temos o curso de Experiência do Usuário (UX). Além de ensinar o processo como um todo, ele aborda a área de UX Writing, tornando possível a especialidade ao aluno.Além disso, todos os alunos podem participar do programa de apoio à recolocação (gratuito) e em feiras de recrutamento exclusivas (Recruiting Day). Inscreva-se e impulsione sua carreira profissional agora mesmo!Leia mais no blog DH:+ Google Analytics Dashboard: crie e personalize com o nosso passo a passo+ O que é brand equity e como as empresas geram valor de marca em seus produtos e serviços+ Marketing digital para iniciantes: 10 dicas de como começar na carreiraE aí, já segue a gente no Twitter? Vem pra rede, vamos conversar sobre habilidades digitais! ;)