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O que os recrutadores querem saber na entrevista de emprego?

O que os recrutadores querem saber na entrevista de emprego?
#Carreira
14 de junho - min de leitura

Confira as dicas de Andrea Tedesco, mentora de carreiras.


Hoje minha conversa com você é sobre fluidez nas entrevistas de emprego. Se você jogar "fluidez" no seu buscador favorito, vai encontrar como significado: "qualidade do que corre ou desliza facilmente". Uma entrevista deve ter como objetivo principal a fluidez. E para que isso aconteça, existe um trabalho de ambos os envolvidos nesse processo e que normalmente não é planejado como deveria ser. Toda entrevista deveria ter sempre, pelo menos, três possíveis resultados super benéficos para o desenvolvimento da sua habilidade de relacionamento e conquistas: o primeiro deles é a contratação, claro!

Aquela conversa que faz sentido para você que busca oportunidade e para o recrutador que busca um profissional resultando no sucesso do encontro. O segundo é o aprendizado, afinal, quanto mais treinamos a arte de conversar com pessoas sobre nós mesmos, mais ficamos fera! E o terceiro é o desenvolvimento da sua rede de relacionamento. Sim, em uma entrevista fluída, o resultado só pode ser ter o recrutador na sua rede de relacionamento!

E para que toda essa fluidez aconteça, você precisa mexer alguns pauzinhos. Tenho certeza que se concentrando nesse "top 5" que eu vou te contar abaixo, a fluidez vai reinar nas suas entrevistas até que aconteça o desejado "matching", o incrível encontro entre necessidades. Selecionei 5 situações que considero as principais perguntas realizadas pelos recrutadores e, afinal de contas, o que eles querem saber com isso. Chega de perder oportunidades legais por insegurança e falta de planejamento!

1) Conte-me sobre a sua carreira

Dá uma certa preguiça de responder essa pergunta, não dá? Mas na verdade, agora que você vai aprender o que o recrutador deseja saber, fica mais fácil responder. Limpe a sua mente sobre antigos conceitos de respostas certas em entrevistas. Lembre-se que temos muitos tipos de recrutadores e, inclusive, em níveis diferentes de conhecimento e experiência.

Portanto, o que você precisa focar aqui é em contar sobre a sua trajetória profissional como se fosse um "trailer" de um filme incrível! Yes! Antes, você contaria a história completa, mencionando a data de entrada e saída (inclusive o dia para que o recrutador veja que você não está mentindo). Para tudo! O recrutador é quem deverá fazer as perguntas certas para montar uma defesa do seu perfil ao gestor solicitante da vaga (sim, fazemos uma defesa literalmente do seu perfil X à vaga). Portanto, ajude o recrutador a montar a melhor defesa!

Faça uma linha do tempo da sua carreira com os momentos mais importantes. Veja: - Como começou na área e se teve influência de alguém da família ou gestor, quais foram as suas motivações para mudar de uma empresa para outra, tipos de empresas e segmento que atuou, o quanto você acredita ter se desenvolvido e isso foi atribuído a quem ou ao quê - Momentos de destaque (ganhou algum prêmio, escreveu artigos, contribuiu para um projeto especial, etc) - Finalize com o seu momento de carreira atual e o quanto ser escolhido para a vaga em questão vai contribuir para o seu desenvolvimento (como isso vai acontecer?) O seu objetivo é manter o recrutador interessado na sua história. Se existiu algum ponto em que o entrevistador tenha ficado em dúvida ou mais interessado, permita que ele faça as perguntas.

2) Por que nós devemos te contratar?

Aqui a galera se enrola bastante! E sabe por que? Porque não fizeram um plano estratégico para fazer com que o recrutador entenda que você é a solução para os seus problemas! Estudar previamente a vaga não é uma questão chata sem sentido. É usar da sua perspicácia para conquistar seus objetivos.

O normal é que as pessoas se candidatem para vagas que elas possam utilizar suas competências atuais. Portanto, a leitura criteriosa das necessidades da vaga e uma relação com as suas competências atuais é extremamente fundamental para ir focado em conquistar a posição. Exemplificando: a vaga pede por profissional Desenvolvedor Mobile com experiência em desenvolvimento de aplicativos nativos na plataforma IOS e Android Studio, linguagem Java com experiência em desenvolvimento de aplicativos para smartphones e tablets.

Também pede que o candidato desenvolva e modifique a lógica de programação de sistemas, modele banco de dados e crie e efetue testes unitários com foco em minimizar bugs no sistema. Até aqui vemos a necessidade de hard skills (habilidades técnicas), mas nada sobre a empresa, cultura, soft skills. Portanto, em um primeiro momento, você vai analisar se o que a vaga pede tem relação com o que você sabe fazer.

Se a vaga está aberta identificando o nome da empresa, você pode fazer muitas pesquisas com o objetivo de ter conteúdo para discutir, perguntar, incluir mais conteúdo em possíveis dinâmicas, ou seja, ter ferramentas necessárias para usar no momento certo a seu favor. Conhecer o desafio, a empresa e a cultura te ajuda a fazer um estudo sobre suas competências (técnicas e comportamentais), fit cultural e desejo de desenvolvimento de carreira.

Quando você tem essas informações, fica infinitamente mais fácil explicar os motivos pelos quais você deve entrar para um determinado time. Agora a versão primeiro emprego ou zero experiência na área que transitou: Levante as ações que você desempenhou em outro segmento ou na sua vida pessoal para transformar em competências possíveis para o desafio em questão. Por exemplo: ajudo os meus pais a organizar as tarefas da nossa casa. Como? Levantando todas as necessidades de organização da casa, pedindo a opinião deles para agregar conteúdo, entendendo o que cada um gosta mais e menos de fazer e dividindo as tarefas". Olha só quantas habilidades de gestão, organização de processos, identificação de perfil e atitude!

3) O que o recrutador espera quando o encontro acontece às escuras

Calma lá! Quando falamos sobre encontro às escuras, significa que a vaga não foi divulgada, o recrutador fez um hunting (busca ativa com técnicas mais avançadas de pesquisa por um perfil mais específico) e te convidou para um café ou uma entrevista tradicional. Contudo, você não sabe nada sobre a vaga ou sobre a empresa.

Normalmente, esse tipo de entrevista acontece com profissionais mais experientes (tanto o candidato quanto o recrutador) pois aqui, é necessário usar muito mais suas habilidades comportamentais. Nesse caso, você precisa fazer perguntas ao recrutador (muito mais do que em qualquer outro tipo de entrevista).

Nesse tipo de conversa, normalmente o recrutador começa apresentando melhor os motivos pelos quais ele fez esse contato com você, fala um pouco sobre o desafio, procura entender melhor o seu momento de carreira, tira algumas dúvida sobre seu perfil técnico e quando o papo começa a fluir melhor, significa que está acontecendo uma conexão.

Saber fazer perguntas ao recrutador é fundamental. Estamos em um momento do mercado (sem volta, na minha opinião) onde as escolhas são bilaterais (a empresa escolhe e o candidato também). Para que isso aconteça, o candidato precisa ter um autoconhecimento mais avançado (independente se está no início da sua carreira ou não), ter clareza dos seus objetivos e uma capacidade de raciocínio lógico. Assim, as escolhas passam a fazer sentido e geram parcerias com muito mais qualidade, independente do tempo que elas durem.

4) Qual a sua percepção sobre seus pontos a serem desenvolvidos?

É o mesmo que dizer: quais são os seus pontos fracos? A grande sacada pessoal não é saber se você é arrogante o suficiente para acreditar que não possui pontos fracos - a relação é sempre com o seu desenvolvimento de carreira. Nesse novo mercado, as pessoas precisam enxergar suas carreiras com um olhar muito mais voltado ao aprendizado constante e que possui um ponto de referência de alcance.

Por exemplo: você está migrando da área de Eventos para Marketing Digital. É super importante que faça levantamentos sobre o que você já tem de incrível para te ajudar a conquistar seu próximo passo e o que você ainda precisa desenvolver. Foque nisso. Quando você sabe aonde deseja chegar, o vento sopra a favor, já ouviu falar nisso? Assim também fica muito mais estratégico dizer o que você ainda precisa desenvolver sem se colocar em uma enrascada falando pontos que podem te prejudicar na posição ou sem o menor sentido, te fazendo pensar depois: "nossa, por que eu falei aquilo?", já passou por isso? Então fique ligado!

5) Por que você quer trocar de emprego?

Pare e entenda: não existe nenhum problema em não ter se adaptado à empresa atual. O problema é a forma como vai expor isso ao novo contratante. Até porque, se você não sabe ao certo que tipo de empresa, cultura e segmento te faz feliz, é bem possível que você corra o risco de estar em outro local que também não te satisfaça. Jamais exponha a empresa antiga, o gestor, os processos.

Nesse momento, mesmo que o selecionador seja muito bacana e a entrevista, informal, ainda é uma entrevista e você está sendo analisado. Portanto, atenção ao autoconhecimento e ao que te satisfaz. Acho que está mais do que provada a necessidade de você se conhecer e saber o que faz sentido ou não para você. Estamos em um momento do mercado que podemos escolher com mais critério o que faz conexão com nossos objetivos e a maneira de sermos felizes.

A fluidez nas entrevistas de emprego acontecem quando pessoas com interesses em comum se conectam e para isso, com eu disse no começo do nosso papo, é preciso que ambas as partes tenham clareza nos seus objetivos e sejam ambos estratégicos nas suas buscas e nas suas trocas. O que os recrutadores querem, no final de tudo, é te contratar.

Todos os alunos da Digital House têm acesso ao nosso serviço de mentoria de carreira. É onde identificamos o perfil profissional, os pontos a serem desenvolvidos para que alcancem seus objetivos, os pontos fortes que devem ser evidenciados e como construir uma imagem profissional que desperte interesse nos recrutadores. Conheça os nossos cursos.


Escrito por Andrea Tedesco, mentora de carreiras da Digital House

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Tudo sobre MVP: o que é, tipos de Produto Viável Mínimo e exemplos reais img
#UX

Tudo sobre MVP: o que é, tipos de Produto Viável Mínimo e exemplos reais

Que ele é essencial para o sucesso de muitas empresas, incluindo as startups, sabemos. Mas hoje é dia de ir a fundo e ler o que é MVP e o que você precisa saber sobre este processo.O Produto Viável Mínimo, na tradução da sigla em inglês MVP, ajuda empresas a lidar com diversos fatores de risco, como faturamento instável, mercado dinâmico, volátil e concorrência acirrada. Fazer um de qualidade, garante que sua empresa se aproxime mais das metas e se distancie da concorrência em vantagens competitivas.O que é um MVP e qual a importância dele?Qual o conceito de MVP? Em linhas gerais, é um processo facilitador, com a missão de reduzir fatores de risco de aceitação de um produto, com menos quantidade de exemplares, tempo e recursos. Além disso, deixa sua empresa mais perto do que se passa na cabeça do público-alvo.Ou seja, é uma forma mais simples de se testar algo que, o decorrer de todo o processo, tem como identificar de maneira breve erros no desenvolvimento daquela solução, ajustando-a às necessidades e desejos dos usuários.Mas há alguns fatores que podem dificultar na construção e aplicação de um MVP para os negócios, como a falta de exemplos consolidados e a dificuldade de desenvolver um mindset ágil.Pensando nisso, trazemos neste guia com tudo que você precisa saber sobre MVP alguns tipos de Mínimo Produto Viável para que você possa se basear, assim como exemplos de empresas que se deram bem e comprovaram a importância desta técnica em seus resultados, com base na experiência de seus usuáros (UX).Como fazer um bom MVP projetoCom tempo e dinheiro não se brinca, então se você entendeu o que é MVP, não faz o menor sentido desperdiçar investimentos e horas na criação de um produto que não resolve o problema do seu usuário, descobrindo isso justamente na fase de lançamento.Por isso, os MVPs são realizados lá no início, na fase de descoberta do cliente, dentro de product discovery, testando e validando hipóteses relacionadas à viabilidade do mercado daquele produto ou serviço, além da aderência do público que realmente interessa ao negócio. Tenha em mente que este é um produto desenvolvido com o mínimo de esforço e o menor tempo possível, então não é o momento de pensar em nada complexo. Esta é a versão mais simples da sua ideia.Tipos de MVP para testar sua ideiaExiste mais de uma maneira de criar um Minimum Viable Product e é analisando a intenção do negócio que você saberá qual escolher. Veja alguns tipos de MVP e suas vantagens:AlfaiateCorresponde a um modelo de teste em que se realiza uma ou duas vendas aos primeiros clientes, entregando sua solução como se fosse um prestador de serviço bem personalizado.Por meio desta aproximação, é possível captar a experiência do usuário, para atender e entender melhor suas necessidades, gerando aprendizados muito úteis para finalizar uma versão escalável do produto ou serviço.Mágico de OzUm modelo interessante (já dá para desconfiar pelo nome), em que o cliente não sabe que você está realizando um MVP. A experiência dele é parecida com a que teria se estivesse adquirindo a versão final. Assim, você tem uma versão fidedigna da resposta do usuário naquela utilização. ProtótipoEssa é uma versão que reúne a maior parte das funcionalidades necessárias para que a solução rode, mas sem acabamento, pois até mesmo o design ainda não está definido. A ideia do protótipo é que seja realizado em série, com aperfeiçoamento constante no decorrer da jornada de finalização, após contato com os usuários. Para este processo existem diversas ferramentas de prototipagem.Lista de e-mail e LPsOutros canais poderosos para a validação de ideias são a lista de -e-mails e as landing pages.No primeiro caso, você apresenta sua ideia e percebe como o público reage. No segundo, é possível apresentar de forma detalhada a proposta de valor do seu produto, convidando o consumidor para uma ação. AB testeO teste AB possibilita criar duas versões de sua campanha, com versões diferentes de pitch, design ou conteúdo para o seu produto.Com o resultado, a análise dos dados mostrará qual performa melhor. MockupsCrie mockups, as conhecidas maquetes, para mostrar uma versão inicial do produto para o seu público. O Mockup World e o Mockuuups são apps que podem ajudar nesta construção de um mockup para MVP.5 MVP exemplos que são inspiradoresTalvez a parte mais incrível, depois de descobrir o que é MVP, é ler sobre cases inspiradores de empresas que começaram testando sua ideia e hoje são gigantes.GrouponO Groupon iniciou por meio de um blog, onde os cupons eram enviados por e-mail, através de um PDF. A primeira versão do site era manual. Desde os trabalhos com MVP, a solução foi sendo personalizada e aprimorada.DropboxA função do MVP do Dropbox era validar o interesse das pessoas na ferramenta para saber se o modo de funcionamento era aceito por elas.Para isso, o próprio fundador, Drew Houston, fez um vídeo apresentando o Dropbox para uma comunidade da área.UberNo início, a empresa testou seu modelo de negócio e sua plataforma, por meio de  aplicativo que funcionava somente em algumas regiões, nas quais carros de luxo prestavam o serviço de corrida.A empresa continua com o MVP pelo modelo de validação ativo. Apesar dos impactos da pandemia, a empresa tem perspectiva futura do serviço de transporte com helicópteros, por meio do MVP do UberCOPTER.YubbApós a realização de entrevistas com mais de 200 pessoas, para entender as dores do mercado, o fundador da empresa lançou um vídeo, mostrando a Yubb no futuro.Depois, foi criada uma landing page e as pessoas se cadastravam na base. Todo dia, a organização procurava investimentos e montava um PDF que era enviado para o cliente, cobrando das pessoas posteriormente.Essa validação serviu de norte para entender se elas estavam dispostas a pagar pelo produto e durou cerca de um ano.Aprenda na prática a fazer MVPsEsperamos que, com esse guia prático sobre o que é MVP e como desenvolver um, você tenha inspiração suficiente de como executá-lo!Mas, caso precise de informações, conceitos e exercícios mais consistentes, você aprende a criar um MVP, com protótipos e testes de usabilidade, no curso de UX, e a definir estratégias e ideias no curso de Marketing Digital da Digital House.  Leia mais no blog DH:+ Guia para criar uma marca do zero através de canvas e exercícios de branding+ Conheça as habilidades digitais que nortearam o ano de 2020+ Saiba tudo sobre a transformação digital nas empresas

Teste de usabilidade remoto ou presencial? Conheça 3 tipos e suas diferenças img
#Dados

Teste de usabilidade remoto ou presencial? Conheça 3 tipos e suas diferenças

Os testes de usabilidade são ferramentas poderosas de avaliação sobre a funcionalidade de um site ou aplicativo, garantindo que as pessoas possam navegar com eficiência nele, em uma experiência satisfatória e que agregue valor positivo à marca.Porém, com o boom das startups e a aplicação de diversas metodologias ágeis, fica difícil decidir por um dos muitos tipos de teste de usabilidade disponíveis no universo de User Experience (UX).Para facilitar a sua tomada de decisão, separamos neste artigo três maneiras de fazer testes de usabilidade, pelas vias: presencial, online e pesquisa solicitada por orientador.Como é feito o teste de usabilidade?Teste de usabilidade online Essa opção pode ser realizada por meio de teste de usabilidade app, site ou telefone. O teste remoto pode não ser tão profundo, mas permite que você alcance um grande  número de entrevistados em diferentes áreas geográficas usando poucos recursos.A escolha depende do seu objetivo no momento. Esses métodos de teste passivos fornecem informações sobre como os usuários interagem com um site ou um app em seu “ambiente/habitat natural”.A organização das informações é feita por cards sorting, que envolvem a colocação de conceitos em cartões. Esse processo possibilita que os participantes manipulem os cartões em grupos e categorias diferentes. Depois de ordenar os cartões, eles explicam sua lógica em uma sessão de perguntas pensadas por moderadores.Para registar o feedback sobre o layout e a estrutura de navegação, os cards são muito utilizados. Por meio deles é que designer e gerentes de produto poderão se guiar em seu desenvolvimento.Sobre as ferramentas para testes online que permitem a observação remota do comportamento do usuário, podemos citar o teste de 5 segundos, onde os participantes têm este tempo para olhar a página antes de responderem à pergunta sobre percepção daquela plataforma.Há também o método do primeiro clique, onde o objetivo é avaliar se os usuários podem identificar facilmente onde precisam navegar, para concluir uma determinada tarefa. Ele é importante, pois mede quanto tempo as pessoas levam para tomar uma decisão naquele site ou app, e, consequentemente, se é intuitivo e estruturado.Teste de usabilidade presencialUma grande vantagem do teste presencial é a possibilidade de observar e analisar a linguagem corporal e as expressões faciais das pessoas, obtendo dados extras, comportamentais.Porém, esse modelo requer mais tempo que o remoto, precisa de um local adequado para a realização, data específica e recrutamento dos participantes, muitas vezes, pago.Existem testes feitos pessoalmente, de forma não moderada, realizados em um ambiente físico controlado, o que reduz a possibilidade de uma pessoa da equipe influenciar os participantes com suas perguntas.Assim, os pesquisadores só assistem, mas não participam, agindo como uma espécie de observação de laboratório. Pesquisa solicitada por orientador/moderadorEsse tipo de teste pode ser remoto ou presencial e se diferencia, pois um(a) pesquisador(a) treinado(a) apresenta o teste aos participantes, responde as suas dúvidas e pode realizar perguntas de acompanhamento. Os testes moderados têm foco em resultados mais detalhados, por interação direta entre pesquisadores e participantes. Eles investigam o raciocínio, com perguntas mais específicas sobre padrões de comportamento da pessoa.Outra característica é que este tipo de teste oferece mais recursos aos participantes que, geralmente, têm a missão de concluírem tarefas em computadores/dispositivos móveis, enquanto a pessoa moderadora treinada observa e faz perguntas.Normalmente, quem solicitou a pesquisa assiste aos procedimentos, fazendo anotações atrás de um espelho unidirecional, na área de testes.Essa prática é conhecida como teste de usabilidade do laboratório, com padrões específicos de condução, formado por um pequeno grupo de pessoas (de 8 a 10 participantes por pesquisa).Há também como esses testes serem feitos via online ou telefone, com a presença de uma pessoa moderadora treinada, com grande capacidade de análise.Neles, o moderador instrui os participantes a concluir tarefas e coleta feedback, enquanto o comportamento eletrônico do usuário é registrado remotamente.Teste de usabilidade em UXComo você pode observar, muitos são os caminhos para estudar e analisar as preferências e desejos de seus usuários e os testes de usabilidade encurtam estas distâncias, seja qual for a sua escolha.E para você estruturar um teste mais assertivo e de maneira profissional, a dica é aprender com quem realmente entende do assunto. Na Digital House, temos o curso de Experiência do Usuário que vai te ajudar a desenvolver não apenas testes de usabilidade, mas a analisar modelos mentais e otimizar resultados que geram impacto nos negócios.Leia mais no blog DH:+ Guia de Product Discovery: passo a passo e importância do processo para o seu Produto+ Etnografia no UX: como entender a relação do consumidor com produtos e serviços+ Prototipagem: 5 ferramentas de prototipação que você precisa conhecer

DH Alunos: Minha transição para o marketing digital começou com um "não" img
#Marketing

DH Alunos: Minha transição para o marketing digital começou com um "não"

Me chamo Bruna Bozelli, sou formada em Farmácia pela Universidade Paulista UNIP, nasci no interior do interior do Paraná, em uma cidade muito pequena chamada Uraí, e minha transição para o marketing digital foi mais ou menos assim :)Minha transição para o marketing digital foi um "não"Sempre tive o sonho de ajudar pessoas e a medicina era meu foco… Até me apaixonar por química (não é à toa que tenho uma serotonina tatuada no braço). Decidi então juntar o útil ao agradável e escolhi o curso de Farmácia como formação acadêmica. Tive o imenso prazer (e sorte) de trabalhar em grandes multinacionais farmacêuticas como Eli Lilly and Company e Bayer S.A.Na empresa alemã, atuei por quase quatro anos atendendo pacientes, principalmente oncológicos. Passei a ver a vida de outra forma e aprendi muito. Fiz um processo interno e infelizmente, ou felizmente, não fui selecionada (e não, não era para a área de Marketing :P). Comecei a buscar novos desafios e recebi a proposta da Medtronic, líder mundial em Medical Device, para atuar na equipe de marketing, sendo responsável pelo atendimento e gestão de um programa também destinado à pacientes prospectivos. Me apaixonei. A empresa e a minha equipe me proporcionaram muito conhecimento não só no marketing digital, mas também dentro de gestão de projetos. Hoje apoio o gerencimento de páginas do Facebook, websites, blogs e canais no Youtube (contabilizando mais de 300 mil followers em todo o Brasil e LATAM). Minha surpresa com as aulas remotasApesar da rotina nos ensinar muito, senti a necessidade de procurar um curso para me preparar melhor e concluir minha transição para o marketing digital. Recebi a indicação de uma amiga sobre a Digital House e não me arrependo de tê-la escolhido. A estrutura, os professores, o conteúdo e a dinâmica de sala de aula invertida são excelentes. Mesmo com a situação atual da pandemia, entre medos e incertezas, a escola e o seu elenco fizeram o melhor para proporcionar aos alunos da Turma de Marketing Digital Blend o melhor conteúdo (e experiência das aulas remotas) possíveis. Mesmo sem o ambiente físico, aprendi muito, tive o prazer de conversar com os professores de marketing digital e desenvolver um projeto integrador excelente, fiz amigos (para a vida). O projeto integrador do meu grupo, uma escola fictícia na periferia de SP, a "Gamer na Quebrada", me fez aprender não só como criar um site e anúncios, mas também a melhorar uma campanha no Google Ads, desenvolver uma proposta de valor e entender sua importância para uma marca forte, além de mapear o caminho do consumidor e o que ele procura resolver. Minha carreira depois do cursoNão tenho dúvidas que o curso facilitou o meu trabalho no dia a dia, me dando mais autonomia para auxiliar nas decisões da equipe. Estou aberta a trabalhos de freelancer e um mês após finalizar o curso, já consegui o meu primeiro freela.Incentivo a todos que querem ou buscam de alguma forma aprimorar-se, seja para aumentar a performance no trabalho, expandir os conhecimentos ou até mesmo fazer uma transição para o marketing digital. Lembre-se: "O que é bonito sobre a aprendizagem é que ninguém por tirá-la de você" - BB King.Leia mais no blog DH:+ Marketing digital: qual área escolher?+ Como criar um funil de vendas eficiente para conquistar clientes+ Quem é o consumidor digital first?