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O que é um wireframe no UX e a sua importância dentro dos projetos

O que é um wireframe no UX e a sua importância dentro dos projetos
#UX
8 de setembro - min de leitura

Criar protótipos ajuda a poupar gastos. Descubra o que é um wireframe e como este produto "teste" é importante nos seus projetos de UX.


Excelente para a criação de sites e aplicativos que priorizam a experiência do usuário(UX), hoje você descobre o que é wireframe, essa ferramenta que pode ser o divisor de águas entre o sucesso e o fracasso destas plataformas.

Atualmente, este mercado só tende a crescer, por conta da evolução no ramo de desenvolvimento de sites. Empresas já se ligaram como um olhar atento às necessidades e anseios do usuário é essencial. Nesse contexto, o wireframe vem ajudar ainda mais na obtenção de bons resultados nos negócios.

Se você não sabe o que é um wireframe ou ainda não entendeu sua relevância na prática, com certeza este artigo será útil.

O que é um wireframe?

O wireframe se trata de um protótipo da página de um site ou aplicativo, ou seja, antes da elaboração do layout, é criado uma espécie de rascunho. 

Com ele, é possível enxergar como o produto final vai ficar e, se tiver algo errado, dá tempo de mudar no meio do caminho, ajustando o esboço quantas vezes for necessário. 

Outra coisa importante sobre o wireframe é que até uma folha de papel serve como base da prototipação ou mesmo um software de edição. O principal aqui é a ideia e seu plano de execução a ser testada. 

Logo, wireframe tem tudo a ver com UX/UI, já que ele pode ser o primeiro passo nessa busca por identificar o que o usuário deseja.

A importância do wireframe

Você já entendeu o que é um wireframe e que ter um protótipo é evitar prejuízos, este talvez seja um dos pontos cruciais da importância do wireframe. Existem muitas ferramentas de prototipagem para te ajudar neste processo.

Esta  fase previne refações do zero, o que significa ganho de tempo e pontos no relacionamento com seus clientes, já que você pode alterar o esboço do site em vez de esperar ele já pronto.

Assim, o cliente tem a possibilidade de participar de todas as etapas do projeto, sem surpresas desagradáveis para ambas as partes. Mas, não só quem contrata precisa ficar feliz, mas, principalmente, o futuro cliente dele - o usuário.

E aí que entra o papel crucial de UX e UI. Enquanto UX Design é focado na satisfação do usuário, na experiência de contato com o site ou o aplicativo, UI toma conta de detalhes mais técnicos do layout, como a disposição dos elementos, etiquetas dos menus, o encadeamento das páginas, disposição de serviços e outros detalhes que influenciam nesta experiência.

Se estes fatores não forem levados a sério, outra vez prejuízo.

Aquela logomarca no lugar errado ou muita informação visual, não identificada no momento certo do projeto, ao invés de aproximar as pessoas ao site, trará rejeição

Portanto, esta fase de teste abrange aspectos chave. Uma dica é fazer alguns testes de usabilidade neste wireframes, chamando alguém envolvido com o projeto, a fim de realizar algumas ações para detectar erros e melhorias.

Lembre-se: um site ou app excelente precisa funcionar, sendo atrativo aos olhos dos usuários, mas intuitivo, fluido na navegação e claro nas funcionalidades. E, para esse feito, o wireframe precisa ser entendido por todos os envolvidos, como os webdesigners e programadores, sem ruído na comunicação. 

Se você deseja saber mais sobre UX, protótipos e as habilidades digitais mais procuradas, siga a gente nas redes sociais, acompanhe o blog da DH e conheça um pouco mais sobre os nossos cursos! Estamos prontos para te ajudar a alcançar o crescimento profissional que você sempre sonhou.

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#UX

Como começar em UX Design e entrar para a área de User Experience

A principal dúvida que ronda a cabeça de quem está querendo se tornar um profissional de User Experience é como começar em UX Design.Como em qualquer carreira, a hora de iniciar ou migrar para uma área nova é difícil e envolve diversos fatores. E por mais que as vagas em UX só aumentem, assim como os salários e a visibilidade, faz bem entender tudo sobre User Design para se sentir seguro sobre a escolha.Como começar em UX Design - um panorama sobre o mercado atual É possivel migrar para UX Design independente da sua atual profissão, hoje o maior movimento para a área são de designers, visto que estes profissionais já tem alguma familiaridades com User Experience.Embora grana não seja o fator decisório de uma escolha profissional, sabemos que conta bastante, e o salário médio de um UX designer é de R$ 4.549 / mês.Além disso, a demanda é grande. A tendência é que este boom seja ainda maior nos próximos 30 anos, segundo estudo da NN/g.E por quê?  Simples, esta é uma área extremamente estratégica, onde esses profissionais ajudam empresas a ter uma visibilidade planejada, perspectiva mais atrativa aos olhos do usuário, e, consequentemente, maior presença online. Por essa razão, muitos designers migram para a área, pela abrangência e relevância dela no mundo Digital First em que vivemos.Dicas para migrar para UX DesignCrie uma rotina de pesquisa e leitura sobre a áreaO primeiro passo que vai te ajudar a entender como começar na área de UX Design é estar em contato diário com com profissionais e comunidades para entender os desafios e as melhores referências no assunto.Assim, você vai saber como é o dia a dia de um UX designer, além de todas as possibilidades de atuação dentro das áreas de UX.O que um UX Designer precisa saber?É importante que você identifique, desde já, três atividades que contribuem para que a rotina de um UX designer seja mais assertiva: pesquisa com usuário, design de interação e arquitetura de informação. 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Bem-vindo, UX Júnior!Por falar em LinkedIn, é importante que seu perfil esteja atualizado por lá. Siga empresas e profissionais que admira, consuma suas opiniões, tendências e não se esqueça de criar um bom perfil para o LinkedIn.Para o UX designer, esta rede facilita na divulgação do portfólio de UX, pois mostra às empresas o seu trabalho e a linha de raciocínio utilizada para resolver os problemas, ou seja, sua personalidade profissional.Ok que você está começando e não tem nada concreto para mostrar. Mas pode utilizar projetos ilustrativos que demonstrem sua capacidade de resolução e criatividade.Não tenha receio sobre seu backgroundPossuir experiências anteriores diferentes, ou seja, um background diverso, é um ponto positivo para quem se pergunta como começar em UX Design. A área permite essa diversidade, por exemplo, alguém que tenha trabalhado em um call center pode agregar esse conhecimento na comunicação e na empatia na hora de aplicar testes com usuários.Desenvolva soft skillsEssas habilidades comportamentais ajudam na concretização de entregas mais ágeis, melhores resultados em todas as fases do projeto e no relacionamento com o time. Por isso é tão importante conhecer as soft skills de um UX Designer. 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Nele, você aprenderá a fazer pesquisas com usuários, analisar modelos mentais e otimizar resultados que geram impacto nos negócios, além de criar protótipos, fazer testes de usabilidade e análise heurística para melhorar interfaces.Um diferencial importante da escola é o Departamento de Carreiras, liderado por Andrea Tedesco, profissional que te ajuda a realizar uma transição de carreira com sucesso!Leia mais no blog DH:+ Guia de Product Discovery: passo a passo e importância do processo para o seu Produto+ Etnografia no UX: como entender a relação do consumidor com produtos e serviços+ Prototipagem: 5 ferramentas de prototipação que você precisa conhecer

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#Marketing

Gestão remota: ferramentas de gestão de equipes e dicas de liderança

O ano de 2020 reuniu inúmeros desafios para os profissionais, incluindo lideranças, aprendendo a lidar com gestão remota, da noite para o dia, e ainda serem assertivos em suas decisões.Uma equipe remota precisa de ferramentas, para ser produtiva, precisa de comunicação clara e objetiva, alinhamento regular entre os envolvidos e uma boa gestão para facilitar e orientar o trabalho do time.Para ajudar a gerenciar uma equipe, preparamos este artigo, com algumas dicas práticas para incrementar na sua rotina, assim como ferramentas de gestão de equipes para automatizar processos.  Gestão remota: como manter a produtividade da equipeSeparamos seis dicas objetivas para manter seu time unido, embora separado, inclusive no alinhamento das demandas e propósito da empresa.Reuniões objetivasMesmo tendo telefone, WhatsApp e outros recursos de chat, use serviços como Zoom e Google Hangouts para que as pessoas se vejam e faça bom uso das metodologias ágeis nesses bate-papos. Adeque a frequência, conforme as necessidades, determinando uma agenda ok para todos. E que elas sejam breves, para não atrapalhar, ao invés de ajudar. Anote os pontos a serem discutidos e peça para que todos façam o mesmo, antes da reunião.Tecnologias que encurtam distânciasEscolha as ferramentas que atendam as suas demandas, não apenas as tradicionais, como o e-mail e as mensagens de WhatsApp. O Asana é uma ferramenta de comunicação em grupo, baseado em nuvem, que evita os montes de e-mails trocados. Já o Trello é uma plataforma de gerenciamento e organização de tarefas individuais ou em equipe. Seu funcionamento básico consiste em quadros, incluindo objetivos, que são distribuídos entre colunas. Possui muitas opções de customização e pode se adaptar, conforme as demandas de cada usuário.Há também o Buffer, voltado principalmente para as áreas de comunicação e marketing, pois permite gerenciamento de redes sociais e publicações programadas com antecedência.Se você precisa saber mais sobre ferramentas que facilitam o trabalho remoto, temos um guia de ferramentas para otimizar seu home office que traz muitas opções e ainda explica o uso delas em diferentes contextos.Na gestão remota: ajuste as expectativasAjude a equipe a organizar o que eles devem fazer e crie expectativas realistas para o trabalho deles. Isso também se aplica a você, gestor. Diga claramente quais são as tarefas e as motivações por trás delas, e ajude os funcionários a entender exatamente como o sucesso será medido. Defina escopo, entregas e datas para cada tarefa do projeto.E não se esqueça da cultura de feedback, uma gestão remota também precisa impulsionar este hábito mesmo que virtualmente.Foco nos resultados da equipe, e não em cada atividadeEsta nova configuração do mercado de trabalho evidencia como não ser possível administrar todos os aspectos do trabalho não é o fim do mundo.Se concentrar na atividade ou no número de horas trabalhadas passa a não ser uma prioridade da gestão, mas sim prestar atenção nos resultados, usando suas métricas de sucesso apoiadas nisso.Assim, você demonstra a sua equipe que autonomia tem muito a ver com responsabilidade e foco.Providencie os recursos necessáriosImportante ter atenção se os recursos tecnológicos ao seu time são supridos, como computadores, software, dispositivos móveis ou até conexão de banda larga. Lembre-se de que a responsabilidade de fazer essa checagem é sua, que representa a empresa para eles, seus valores e missão.Gestão remota requer resiliência e empatiaEis um ano para desenvolver soft skills, não é mesmo? Uma boa gestão remota, especialmente nas condições atuais, olha para a produtividade das pessoas com mais resiliência. Permita a seu time liberdade e flexibilidade de fazer o trabalho em uma rotina mais saudável. Lembre-se: o foco é a excelente entrega, e não o período do “expediente”.No blog da DH você encontra conteúdos focados em liderança, negócios, e claro, habilidades digitais. Com a gente, você também consegue fazer uma Imersão em Transformação Digital e se tornar um profissional ainda melhor.Leia mais no blog DH+ Dica dos especialistas: 5 livros inspiradores sobre transformação digital+ Futuro do trabalho: o que a tecnologia não substitui?+ Foco no cliente: entenda o que é um negócio customer centric

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#Tecnologia

Catálogo com mais de 40 APIs mais usadas por desenvolvedores

Nem sempre os usuários se dão conta de sua existência e benefícios, mas elas estão lá, facilitando a vida de todos. Porém, se soubéssemos quais as APIs mais usadas por desenvolvedores, provavelmente seria mais fácil reconhecer sua relevância.Application Programming Interface (em português, Interface de Programação de Aplicações) pode não ser lá muito popular por nome - API - mas, torna a experiência do usuário(UX) em sistemas e sites muito mais satisfatória, segura e completa. Pensando nisso, neste artigo, convidamos o professor de programação, Leonardo Carvalho, para nos contar um pouco sobre as APIs mais utilizadas atualmente e qual o motivo desta popularidade toda.APIs mais usadas por desenvolvedores e sua importânciaMuitos dos apps usados todos os dias acessam diversas APIs. Graças a elas, podem oferecer diversos serviços, tais como pagamentos, mapas, armazenamento na nuvem, redes sociais etc. Leonardo Carvalho cita abaixo algumas delas, divididas por categorias, contextualizando a experiência:Logins com redes sociaisPara evitar o desgaste do usuário em ter que se cadastrar em todo santo app, site e sistemas, é possível usar logins de terceiros, como o das redes sociais. “Geralmente, são usados em redes sociais, mas não se limitam a elas. O Facebook Login é o mais utilizado mas, temos, também, Google, Twitter e Apple (esse último é obrigatório, caso você desenvolva apps para dispositivos da Apple e tenha login com outras redes). Além destes, existe o GitHub, GitLab, Slack, Discord e Jira”, explica o professor.Logins com redes sociais aceleram a criação/login de perfis no seu app, fazendo com que a experiência do usuário seja mais fluida possível. Dessa forma, possíveis KPIs do app podem ser melhoradas com elas.MapasDesde os primórdios, pessoas precisam memorizar caminhos para chegar aos lugares ou usar um mapa. O problema é que esses mapas geralmente são extensos, desatualizados e de difícil manuseio. Mas, não hoje em dia, como diria a música, ponto para a internet.Aí que entram APIs interessantes, como as focadas em mapas. “Sem dúvida, entre as APIs mais usadas para mapas está o Google Maps. Dá para determinar rotas, distâncias, encontrar locais, criar mapas personalizados, geolocalização. Além da API do Google, tem o Bing Maps, Here Maps (um dos mais atualizados do mundo, na minha opinião), Apple Maps e OpenStreetMaps” enfatiza.Bônus de mapas: CEPLeonardo Carvalho explica que, se não fossem as APIs de CEP, a chatice e demora em preencher cadastros em sites e sistemas no Brasil, campo por campo,seria uma realidade não muito prática.Para consultar dados relacionados aos CEPs, é possível usar o serviço do ViaCEP, Buscar CEP e WebmaniaBR. ClimaSe antes, dependíamos da previsão do tempo fornecida pela TV, rádio e jornais diários, hoje temos aplicações completas para clima, com dados detalhados, que podem ser utilizados, por exemplo, em aplicações agrícolas, planejamento logístico ou mesmo para saber quando lavar roupa.Entre as APIs mais usadas, o professor cita o OpenWeatherMap API, Climatempo, HG Weather e CPTEC/INPE.Pagamentos“Não dá para falar de internet sem pensar nas possibilidades de compra online que existem atualmente”, enfatiza o especialista, pois, em tempos de pandemia, seria impossível a existência de apps de delivery, marketplace e supermercados, com a devida segurança e distanciamento social, sem a existência dos serviços de pagamentos online.Entre eles, é possível citar:➜ Mercado Pago➜ PagSeguro➜ PayPal➜ GerenciaNet➜ Wirecard (anteriormente Moip)➜ Vindi➜ Ebanx➜ PagBrasil (e sua tecnologia Boleto Flash)➜ StripeArmazenamentoO professor ressalta que uma das revoluções trazidas pela internet foi a possibilidade de guardar arquivos em servidores e poder acessá-los de qualquer lugar, por meio de uma interface customizada. E essa é uma das possibilidades com as APIs de armazenamento em nuvem. “Entre muitas, as que mais se destacam são a do Google Drive e Amazon S3. Ambas possuem interface própria para realizar o armazenamento e recuperação dos dados via app ou web, mas também permitem o uso através de APIs.”Carvalho cita ainda outros serviços, como Google Cloud Storage (o Drive é focado em usuários domésticos e esse no uso em escala), Azure Storage, OneDrive e Dropbox.Informações financeirasEnquanto você lê este artigo, milhares (senão milhões) de transações financeiras estão acontecendo em algum lugar do mundo, seja no mercado tradicional dos bancos, na economia digital ou no mundo das criptomoedas. “E, para acessar informações sobre os valores transacionados pelo mundo, usamos (adivinhe só) APIs do mercado financeiro. Aqui, o destaque é para a API do Yahoo, com o serviço Yahoo Finance. Outras muito utilizadas são Currency Layer, o Open Exchange Rates, APIs da B3 e a HG Finance API”, explica.APIs mais usadas para informações CovidUma das APIs mais usadas por desenvolvedores, principalmente nos últimos tempos, são as relacionadas com a Covid-19.O professor conta que, no Brasil, o destaque vai para o admirável trabalho do Turicas, o Álvaro Justen (e muitos outros), no Brasil.io. Os dados desta API gratuita são provenientes das 26 Secretarias Estaduais de Saúde e da Secretaria de Saúde do Distrito Federal. Compilados, eles fornecem informações de casos para análise, consolidadas e detalhadas, sobre a doença em território nacional. Conta com a documentação aberta, que pode ser editada por aqueles que queiram contribuir com o projeto. “Ainda em terras tupiniquins, tem a COVID-19 Brazil API. Olhando para os dados globais, há a COVID19 API, o Bing COVID-19 Data (com os dados organizados neste incrível mapa interativo), a  NovelCOVID API e muitos outros, disponíveis nesta página especial do Postman”.Caso você tenha se interessado pelas mais pedidas, globalmente falando, a startup americana RapidAPI (um marketplace de APIs) listou as 50 APIs mais utilizadas por seus clientes. Já em terras brasileiras, a startup LinkAPI fez o mesmo serviço por aqui. Vale a pena conferir.O catálogo de APIs que impulsionam a experiência do usuário é extenso, mas este é apenas uma das habilidades desejáveis dentro da área de programação. Caso queira se especializar no mundo dos códigos, invista em um curso de Web Full Stack completo para aprender na prática o que o mercado procura.