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Squads: o modelo de organização que vem tomando conta das startups

Squads: o modelo de organização que vem tomando conta das startups
#Carreira
24 de abril - min de leitura

Equipes multidisciplinares - ou squads - têm ganhado espaço nas startups por seu modelo otimizado de trabalho. Mas como isso funciona?


Um departamento de marketing, outro de finanças e um terceiro de tecnologia. Cada funcionário trabalhando com pessoas da mesma área, conduzidos por um gestor também do mesmo ramo. Esse tipo de organização dentro de empresas, embora seja muito comum, tem ficado para trás, dando espaço para diversos outros modelos, sobretudo quando o assunto são startups.

Dentre ele, squads são uma grande tendência. Squads é o nome dado para um modelo organizacional que separa os funcionários em pequenos grupos multidisciplinares com objetivos específicos. Isso significa, por exemplo, que um profissional de marketing atua no mesmo grupo que um programador, um profissional da área de vendas e outro da parte financeira. Juntos, eles têm uma tarefa a cumprir, e autonomia o suficiente para tomar decisões.

Esse modelo vem se popularizando, sobretudo no universo das startups. Essa tendência se tornou ainda mais forte depois que, há quatro anos, o Spotify publicou um vídeo explicando esse modelo que é, inclusive, o utilizado pela empresa. Na Digital House Brasil, nossos alunos aprendem a trabalhar em Squads para fazer o projeto integrador, simulando como funciona o mercado de trabalho. É o caso dos cursos de Desenvolvimento Web Full Stack, Desenvolvimento Mobile Android e Desenvolvimento Mobile iOS. No Curso de Gestão de Negócios Digitais e no Curso de Imersão de Transformação Digital, os alunos aprendem o olhar de gestão para melhorar a produtividade dos times multidisciplinares.

Quais as vantagens de se trabalhar com squads

Cada um desses pequenos grupos, formados por não mais do que dez pessoas, tem um objetivo específico. Devido à multidisciplinaridade do squad, as soluções para esse objetivo acontecem de forma mais ágil, observando muitos pontos de vista ao mesmo tempo. Mas, para isso acontecer, é preciso que cada squad tenha autonomia para tomar decisões e desenhar sozinho o caminho da solução que irá propor.

Além disso, o modelo preza pela descentralização, transparência e constante evolução. O objetivo é que o grupo se auto-organize e proponha soluções multidisciplinares para os problemas. Portanto, toda pessoa pode - e deve - dar a sua opinião a respeito de todas as áreas que são envolvidas por aquele squad.

Embora não haja a presença de um líder ou gestor, cada grupo possui um Product Owner, que é quem define as prioridades a respeito do projeto que está sendo desenvolvido pelo squad em questão. Em uma equipe com integrantes de várias áreas, organizada e focada na solução de um só questão, os resultados ocorrem de forma mais rápida e inovadora. É como se cada squad fosse uma mini empresa, com seus objetivos, autonomia e capacidade multidisciplinar.

Como organizar todos os squads?

Para que cada grupo tenha autonomia o suficiente para as coisas funcionarem bem, é necessária muita comunicação entre os squads. É por isso que existem chapters, tribes e guilds. Esses três fatores são responsáveis por manter alinhados os objetivos da empresa como um todo.

Chapters são linhas que atravessam todos os squads, passando por profissionais de um mesmo setor. Isso significa que todos o funcionários do setor financeiro, por exemplo, estarão alinhados entre si a respeito do que está acontecendo em cada squad. Já tribes são a junção de dois ou mais squads, que possuem objetivos similares e precisam estar em maior conexão.

Por fim, a terceira maneira de manter os squads alinhados são os guilds. Trata-se de grupos formados por pessoas de qualquer área, mas que se interessam por algum assunto em comum e, por isso, se juntam para manter uma comunicação. Você sabia que Squads usam metodologias ágeis para trabalhar de forma mais eficiente? Saiba mais sobre metodologias ágeis neste post e se você quer aplicá-las para aumentar a produtividade do seu time, leia aqui.

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#UX

Liderança em UX Design: quais as qualidades essenciais para o líder?

A liderança em UX Design tem seus desafios peculiares. Além da empatia à diversidade de opiniões e estilos, a busca por sinergia e resiliência entram na lista de skills importantes a estes profissionais. A verdade é que a liderança na Era Digital é outra.Neste artigo, vamos explicar um pouco como ser um lídera na área de UX Design, e ir além, detalhando como os dirigentes precisam trabalhar na horizontal com o resto da equipe.UX Design e os desafios de liderança na Era DigitalA pandemia vivida em 2020 avançou a Transformação Digital e também fe líderes refletirem sobre ressignificação de propósitos e sua maneira de gerenciar seres humanos. Clientes, usuários dos sites, também passam por esta reflexão diante suas escolhas de consumo e jornada de compras, o que remete ao gestor de UX Design a missão de absorver estas mudanças com atenção ao movimento diário. Neste contexto, a satisfação e adaptação ao home-office é o impacto mais comentado nas manchetes e pesquisas, ultimamente. No Brasil, uma pesquisa recente da Hibou mostra que dos 31% das pessoas que passaram a fazer home office a partir da pandemia, só 30% não gostaram da experiência. Já 36,7% gostariam de trabalhar de casa ao menos uma vez por semana e 32,6% o máximo de dias possíveis. + Leia um e-book exclusivo com ferramentas eficientes para home officeIsso mostra que áreas relacionadas ao Design precisam se adaptar, tanto aos resultados dos gostos destes usuários mais caseiros e seletivos quanto a eles mesmos, trabalhando em equipes mais colaborativas, mesmo de maneira remota. Aí o papel crucial do líder para inspirar este processo e conduzi-lo da melhor forma possível. Novo estilo de liderança No UX Design, é muito claro que não se pode tratar usuários como números. Da mesma forma, seu time não pode ser visto como recursos de projeto, que podem ser descartados ou substituídos, ainda mais no momento de incertezas que passamos.O gestor precisa, de alguma forma, prover segurança, mesmo a distância, além de confiança nestas entregas. Como? Compartilhando experiências, aprendendo com seu time na observação, e, como consequência, explorando todo o potencial de cada um.Nesta linha, vai um exercício prático para você pensar e responder mentalmente:➜ Você inspira confiabilidade em relação ao trabalho do seu time, mesmo remotamente?➜ Consegue ser claro(a) no que precisa deles e no que eles podem contar contigo?➜ Contextualiza seus liderados de que o que eles fazem é realmente importante para a empresa continuar e prosperar?➜ Compartilha conteúdos inspiracionais, relacionados à area?➜ Divide resultados positivos e colabora, colocando a mão na massa, nestes êxitos?Esta última pergunta casa bem com o momento que vivemos, em que colaboração e resiliência são soft skills valiosas. Dentro de um time de Design UX, o líder já domina métodos e ferramentas, podendo ajudar de maneira mais ágil e colaborativa na resolução de problemas complexos, inclusive usando as metodologias ágeis.E, como tudo é digital agora, aderir ao uso de metodologias ágeis e canais de comunicação dinâmicos como chat para tirar dúvidas rápidas, Meet, Zoom ou Skype for Business ajudam em reuniões periódicas. Ou mesmo ajustes de ideias via Google Docs já resolvem muita coisa.As soft skills dentro da liderançaA liderança está ali para executar o macrogerenciamento, tirar impedimentos e facilitar a comunicação entre todos para que executem suas funções. Portanto, agenda cheia, sem espaço para o time, pode levar lideranças ao caminho inverso: o distanciamento prejudicial da equipe e a falta de empatia e engajamento deles.Alguns especialistas de UX citam que a liderança em UX deve acompanhar os níveis de felicidade não só dos clientes, mas do seu time também. “Acredito que a liderança criativa é o que precisamos buscar atualmente. As características mais importantes desse tipo de modelo são: liderar pela inspiração e experimentação, não pelo medo, pela criação de redes de contato, e não pela hierarquia” John Maeda, executivo, designer e tecnólogo americano. A Digital House ajuda na condução e no preparo para este novo momento do mercado de trabalho. E para se aperfeçoar como gestor, você pode investir em um curso de Agile, metodologia ágil eficiente usada por grandes empresas do mercado. Que tal se atualizar sobre a nova liderança na Era Digital?

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#Marketing

Como otimizar seu site Wordpress com plugins e funcionalidades da plataforma

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#Tecnologia

Habilidades importantes para um desenvolvedor front-end

O desenvolvedor front-end é o profissional com a tarefa de dar vida à interface. Para isso, ele precisa dominar toda a parte da aplicação que interage diretamente com o cliente, ou seja, lá na ponta. Então, entre as principais habilidades de um desenvolvedor front-end web, é primordial o conhecimento em técnicas de experiência do usuário (UX). Afinal, essa pessoa é a escolhida para aproximar o cliente, na hora e no momento certo.Para você que deseja trabalhar com programação web front-end, mas nem sabe por onde começar, a gente preparou este artigo para te ajudar.+ As 5 linguagens de programação mais procuradas pelo mercadoO que faz um desenvolvedor front-end?A Transformação Digital leva mais e mais empresas a criar e integrar aplicações digitais aos seus serviços. Como consequência, aumentam contratações de desenvolvedores de interfaces mais eficazes, na hora do vamos ver, ou seja, da interação com o usuário final.Em programação web, há dois campos: o back-end e front-end. Enquanto o primeiro cuida do que ocorre por trás de uma aplicação (servidores e banco de dados), o desenvolvedor web front-end implementa a interface que será rodada para o cliente. No segundo caso, ele basicamente codifica as interações com o usuário, o layout da interface e cuida da comunicação do cliente para o servidor. Para isso, e dependendo de seu nível, ele se apoiará no conhecimento em:➜ HTML : nível básico - estrutura e tags. Intermedíário e avançado - Semântica e Acessibilidade;➜ CSS : nível básico - propriedades básicas. Intermediário - propriedades avançadas do CSS3, Design Responsivo, funcionamento de grids e noção de frameworks. Avançado - Entender pre-processadores e suas funções, conceitos avançados de arquitetura ( BEM, Organic, Atomic);➜ JavaSript: nível básico -  pequenas noções, chamadas de scripts prontos. Intermediário - entendimento da linguagem, noções de orientação a objeto. Avançado - conhecimento forte na linguagem, entender algumas arquiteturas e testes, design patterns;➜ Conhecimento em photoshop: recortes, cores, fontes;➜ Noções de performance e SEO;➜ Conhecimento em UX/UI.Esta lista é uma ótima visão do profissional de programação que o mercado procura e justifica a alta procura por empresas de todos os tamanhos, de grandes indústrias a pequenos varejos. Afinal, todos precisam de uma plataforma digital bacana, objetiva e que seja um bom canal de venda, ainda mais quando parte da população mundial passa por este distanciamento físico, gerado pela pandemia.Só para citarmos números, o levantamento do GetNinjas, aplicativo voltado à contratação de serviços, aponta que a demanda por desenvolvedores cresceu 92% entre os dias 29 de março e 4 de abril de 2020.Exemplo prático dessa oferta, a plataforma profissional Catho, traz uma média de 500 vagas à espera destes profissionais, e se você se pergunta quando ganha um desenvolvedor web front-end, saiba que os salários estão na média de R$ 3.000 a R$8.000, dependendo do nível de conhecimento deles. Como iniciar como Desenvolvedor Web Front-endO mercado para desenvolvedores front-end, como mostramos, está repleto de vagas. E melhor do que isso é saber que você pode começar a investir agora em um curso de programação. Na Digital House, você aprende a desenvolver um site do zero ao longo das aulas, e entrega um projeto redondo ao final do curso, pronto para incluir no portfólio.+ Conheça as aulas remotas da Digital House e invista na sua carreira