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O que é palavra-chave? Um guia com tudo o que você precisa saber

O que é palavra-chave? Um guia com tudo o que você precisa saber
#Marketing
24 de agosto - min de leitura

Qualquer empresa que entende a importância das estratégias de marketing digital para gerar leads e impulsionar os seus resultados, sem dúvida, usa as técnicas de SEO em seus conteúdos e diferentes canais de comunicação. Neste contexto, você sabe o que é palavra-chave?


Ao estudarmos sobre SEO (Otimização para Motores de Busca), entender o que é palavra-chave é um dos pontos principais, para que a técnica tenha assertividade. Isso porque, durante o processo, também é necessário escolhê-las da melhor forma, a fim de que as buscas sejam otimizadas e as pessoas encontrem os conteúdos das empresas que estejam empregando a estratégia.

Sem mais delongas, acompanhe este artigo e entenda de uma vez por todas o que é palavra-chave, seus principais tipos e exemplos práticos no dia a dia.

O que é palavra-chave?

A palavra-chave ou keyword, como também é chamada, é o termo principal de uma determinada pesquisa. Ela pode ser composta por uma ou mais palavras e representa a forma como um usuário escreve sua dúvida ou necessidade nos buscadores, como o Google, com o objetivo de encontrar respostas e solucionar os seus problemas.

Do ponto de vista dos profissionais de marketing digital que trabalham para diferentes empresas, as palavras-chave são os termos utilizados para dar o direcionamento no momento de criar conteúdos para as páginas, blog posts e sites.

Com isso, ao definir uma palavra-chave principal para uma determinada página, você está dizendo para o Google, por exemplo, que o seu conteúdo é sobre aquele termo específico. Caso você aplique seu uso certinho e faça a escolha correta, a página será exibida e encontrada mais facilmente pela pessoa que realizou a busca por aquela palavra-chave, seja para solucionar um problema ou necessidade.

Com isso, podemos concluir que as palavras-chave são, literalmente, a “chave” para abrir as portas de um conteúdo para o mundo da internet. Um dos objetivos principais das empresas é aumentar os seus leads e clientes e, por consequência, as suas vendas. Aplicar todo esse processo é uma das melhores alternativas para isso, pois as pessoas podem ler e até ser agentes para trazer outros leads, por meio do compartilhamento de conteúdo em suas redes. 

É importante saber que, nos mecanismos de busca, são milhões de possibilidades ao alcance do público. Isso quer dizer que não basta escolher algumas palavras-chave e distribuí-las no meio de seus textos. Tudo tem que ser realizado de forma estratégica e cuidadosa, para que os mecanismos decidam destacar o que você produziu.

Sabemos que existe um funil de marketing com etapas definidas da jornada de um cliente. Isso significa que há diferentes tipos de público, que possuem diversas perguntas e necessidades. 

Quem está no topo da jornada está querendo saber sobre questões básicas relacionadas a área em que está inserido o seu produto ou serviço. Já no meio de funil, o usuário provavelmente está fazendo uma pesquisa de diferentes marcas para decidir quais oferecem os melhores benefícios. Por fim, no fundo de funil, a pessoa está quase decidindo comprar e precisa da segurança de que está tomando a melhor decisão ao fechar um negócio.

Percebeu como o contexto muda, dependendo da etapa? Sendo assim, cada uma dessas fases possuem um grupo muito específico de palavras-chave elegidas pelos mecanismos de busca e a empresa que aplica a estratégia precisa reconhecê-las para usar da melhor forma na hora de produzir um determinado material.

Exemplos de palavra-chave

Até agora, você entendeu o que é palavra-chave, ou seja, os termos de pesquisa que os usuários utilizam nos mecanismos de busca ao manifestar a intenção de esclarecer uma dúvida ou atender a uma necessidade.

É importante lembrar que uma palavra-chave não é, necessariamente, apenas uma palavra. Ela pode consistir em um conjunto de termos, números ou outra combinação de caracteres. Veja alguns exemplos de palavras-chave: 

✔ marketing

✔ marketing digital

✔ profissão marketing digital

✔ como fazer marketing digital

✔ tendências para marketing digital 2021

No exemplo acima, temos quatro opções de palavras-chave. Podemos ver que elas podem consistir em apenas uma palavra, assim como ser extensas ou longas, conter erros ortográficos, ser numéricas ou até por extenso.

Em resumo, qualquer combinação de caracteres escrita por usuários em mecanismos de pesquisas podem ser palavras-chave. Todas elas são essenciais, pois, quando há qualquer tipo de valor relacionado ao volume de pesquisas de diferentes pessoas, elas podem gerar tráfego para páginas de blog, sites ou outras páginas com conteúdo.

Continue acompanhando e veja os principais tipos de palavras-chave.

O que é a palavra-chave head tail?

Ao explicarmos sobre o que é palavra-chave, fica claro que elas são o primeiro contato entre a marca e o público, para que os usuários encontrem a sua página. Ela deve ser considerada como um esclarecimento claro e objetivo, para que tudo seja feito de forma assertiva.

Neste contexto, existem diferentes tipos de palavras-chave. Primeiro falaremos sobre as head tail keywords, que representam exatamente este conceito de esclarecimento. Elas são termos que, normalmente, definem o core business de uma empresa. Mas como assim? É por meio do head tail que tanto a organização quanto o público devem ser capazes de resumir os produtos ou serviços oferecidos.

Normalmente, a palavra-chave head tail possui uma ou, no máximo, duas palavras e representa todo o segmento de um negócio, podendo também ser desmembrada em outros conteúdos.

É muito importante saber que, para se conseguir ranquear bem, usando palavras-chave, é preciso um trabalho intenso e estratégico com o marketing de conteúdo, incluindo também outras técnicas além da própria pesquisa. Isso porque, por serem bastante genéricos, os termos possuem seus volumes de busca mais elevados, e a concorrência entre diferentes páginas acaba sendo muito maior.

O que significa o termo long tail?

O segundo tipo de palavra-chave é a long tail ou cauda longa, como também é chamada. Ela consiste em uma expressão de busca, realizada pelo usuário, que conta com quatro ou mais palavras.

Por conta de suas características, ela representa uma pesquisa muito mais específica do que seria ao usar apenas uma palavra, como no caso das head tails. Quando um usuário digital, usando o exemplo do tópico anterior, digita a palavra "marketing" na caixa de buscas de um determinado buscador, ele recebe resultados bastante abrangentes, que podem estar relacionados a diferentes variáveis derivadas do conceito.

Por outro lado, ao digitar "tendências para marketing digital 2021", o usuário obtém um retorno muito mais específico, indo direto ao ponto. Isso não quer dizer que devemos sempre usar as long tails, muito pelo contrário, é preciso estudar a estratégia, para entender qual é a necessidade, soluções oferecidas, interesses do público-alvo, qual o nicho de mercado e que tipo de técnica se encaixa melhor para obter um resultado assertivo.

O papel do conteúdo de um determinado negócio é focar em oferecer o que o usuário precisa, fazendo com que a encontre da melhor maneira, para que se encante com a capacidade de responder às questões e, a partir delas, construir uma relação de confiança junto à empresa.

O que são as palavras-chave primárias e secundárias?

Nas técnicas de otimização de conteúdos para mecanismos de buscas, devemos saber que existem as palavras-chave primárias e secundárias. Entenda no que elas consistem:

Palavra-chave primária

Aplicada de maneira estratégica ao longo do texto, a palavra-chave primária é o principal elemento da pauta ao construir um conteúdo. Quando falamos de estratégia, nos referimos à escaneabilidade do texto e sua densidade de uso no conteúdo.

Utilizando o nosso exemplo, imagine que, para um artigo do seu blog, o termo “marketing digital” é a palavra-chave primária. Sendo assim, ela é a principal e deve estar presente no título, algum subtítulo e ao longo do texto (com moderação, para que os algoritmos não identifiquem o excesso de palavras-chave, que é considerada uma prática ilegal).

Palavra-chave secundária

A palavra-chave secundária também é importante na construção de um conteúdo. Apesar de não ser o termo principal, o usuário também pode realizar buscas com ela e chegar à página com o seu conteúdo. Normalmente, elas recebem um destaque menor e devem ser inseridas ao longo do texto e em algum subtítulo. 

Ela representa uma keyword diferente, mas que, geralmente, contém a palavra-chave principal. Considerando o tópico anterior, o termo "marketing digital para iniciantes" é um exemplo de palavra-chave secundária. Ela provém do termo principal "marketing digital", mas não deixa de ser importante para a construção do conteúdo.

5 dicas na hora de definir as palavras-chave

Separamos as principais dicas que podem te ajudar a melhorar a sua pesquisa de palavras-chave. Confira:

Entenda o seu público

Antes de definir as palavras-chave relevantes para o seu negócio, é essencial pensar nas personas que podem se relacionar com seus conteúdos. Com isso, é possível identificar quais seriam os termos mais procurados pelo seu público desde o primeiro contato, onde a pessoa começa a procurar informações básicas sobre o assunto.

Se coloque no lugar do seu público-alvo e pense como ele. Muitas empresas costumam se colocar como especialistas ou profundos conhecedores sobre o produto ou serviço que oferecem e acabam tomando o caminho errado, pois não chegam à dor do cliente. Sendo assim, é preciso refletir para entender como as pessoas buscam o que sua marca oferece na internet.

Como vimos até aqui, são diversas variações possíveis de busca por um determinado assunto e essa pesquisa com relação ao público é eficaz, justamente por trazer os resultados mais condizentes com a postura dessas pessoas de maneira mais assertiva.

Além de usar boas ferramentas, sobre as quais ainda falaremos neste tópico, uma boa dica para identificar insights e novas oportunidades é tentar conversar com pessoas que se encaixem no seu nicho de mercado, sejam clientes ou possíveis leads, a fim de coletar dados, que são as melhores formas de tomar decisões seguras nas estratégias.

Considere o estágio no funil de vendas

É importante saber também que o seu leitor poderá buscar o que você oferece de diferentes formas, considerando o estágio em que ele está do funil. Se ele estiver no topo, por exemplo, buscando alternativas para resolver um problema, você deve escolher as palavras-chave com base nisso, oferecendo conteúdos com conceitos, passo a passo e dicas sobre o assunto, por exemplo.

Contudo, se ele já estiver considerando a sua solução como algo interessante para ele, você deve falar sobre os motivos e vantagens que ele terá, caso opte por você, como uma lista de razões para escolher uma solução plausível, por exemplo. Neste contexto, as palavras-chave já devem ser reestudadas.

Caso ele já esteja avaliando a escolha pela sua marca, é preciso ser direto e falar sobre seus diferenciais. Cases de sucesso de seus clientes ou comparações com outras marcas do mercado são alguns exemplos para este estágio. As palavras-chave aqui também precisam condizer com o que você está falando ao público.

Pesquise muito e use boas ferramentas

Se você quiser encontrar os termos certos, vai ter que pesquisar muito bem a respeito do assunto que está abordando. Para isso, é preciso usar boas ferramentas. Separamos as principais para você:

Google Keyword Planner: com ele, é possível, de um mesmo painel, analisar a complexidade e o número de acessos que uma determinada palavra-chave teve em um período.

Semrush: é uma ferramenta paga, porém seu conjunto de funcionalidades faz com que seu uso valha a pena para as empresas. Ela é útil tanto para a pesquisa de palavras-chave, quanto para realizar análises de SEO em geral. É possível também saber o volume de buscas mensais de palavras, acessar variações, qual é o local de maior popularidade do termo, entre outras informações importantes.

Ubbersuggest: essa é uma alternativa gratuita que, assim como o Semrush, também pode ser utilizada para a pesquisa de palavras-chave, assim como análises de SEO. A ferramenta tem funcionalidades bem interessantes e uma ampla quantidade de sugestões de keywords. Além disso, é possível ver os principais dados relacionados às pesquisas, como volume de buscas, custo por clique e em que site as palavras estão relacionadas. Lembrando que é preciso ter uma conta no Google para usá-la.

O recomendável é que você não fique preso em apenas uma ferramenta e utilize, pelo menos, duas para complementar a sua pesquisa e, assim, entender o que está acontecendo na mente das pessoas que têm um determinado problema.

Quais são as páginas que possuem mais acessos e já debatem uma determinada questão? Há algo que você poderia fazer para ter diferenciais? Existem questões ainda sem respostas? Se você fizer uma boa pesquisa e utilizar boas ferramentas, você sempre encontrará boas palavras-chave para explorar e garantir um maior tráfego possível pelo menor custo em sua página.

Seja direto em seus conteúdos

Quanto mais você focar na clareza da escolha de palavras-chave, mais o seu conteúdo será assertivo. O recomendável é que o assunto esteja evidente em até quatro termos, para que as pessoas que procuram o seu texto entendam que chegaram ao destino certo ao visualizar o que você produziu. Sendo assim, seja sintético na criação e escolha das suas palavras-chave e faça com que elas sejam um resumo perfeito do que você quer transmitir.

Entenda como seu leitor fala sobre um assunto

Este é um ponto que as pessoas podem não considerar, mas também é essencial. A língua portuguesa é bastante complexa e cheia de particularidades que podem influenciar a maneira como o seu conteúdo pode ranquear nos principais mecanismos de busca.

Você fala pasta de dente ou creme dental? Também temos aquela famosa pergunta que gera muitas polêmicas: bolacha ou biscoito? Esses são alguns exemplos que podem parecer que não fazem diferença. Porém, quando falamos de mecanismos de busca, a maneira como o usuário prefere se referir a determinados termos pode, certamente, afetar os seus resultados.

Sendo assim, esteja sempre atento! Busque entender quais são os termos mais pesquisados pelo seu público, considerando fatores mais detalhistas.

Que tal ser um especialista na área?

Agora você já sabe o que é palavra-chave e a importância do seu uso nas estratégias de marketing digital, principalmente quando falamos de técnicas de SEO, que são essenciais para trazer diferenciais na construção do valor de uma marca, independentemente de sua área de atuação.

Entendemos também que essas técnicas englobam outros fatores importantes, como uma boa produção de conteúdo, a definição de público-alvo, canais e análise de métricas para eleger as palavras-chave.

Quem deseja ingressar nesse campo deve saber que obter um certificado é um grande diferencial no mercado. Isso porque é possível comprovar que o profissional possui uma base de conhecimentos sólida para aplicar nos desafios do dia a dia.

A Digital House oferece os cursos de Marketing Digital e Marketing Digital Avançado, onde o aluno pode se aprofundar e ser especialista nas diversas estratégias digitais disponíveis, como o SEO e o uso de palavras-chave.

Ao término do curso, ele terá um portfólio completo para utilizar, além de estar apto para fazer o SEO de um site, por exemplo, construindo um conteúdo de valor, definindo quem é o público, além de acompanhar os indicadores de performance. Aprenda com grandes profissionais do mercado em aulas ao vivo, 100% dinâmicas e garanta o sucesso de sua carreira!

Se você ficou interessado em aprender um pouco mais sobre o vasto universo do marketing digital antes de optar pelo curso, recomendamos que você também leia nosso artigo sobre marketing de performance e quais são os seus principais indicadores.


Aproveite também e confira os demais conteúdos do Blog DH e da nossa biblioteca de conteúdo. São diversos materiais ricos, artigos, vídeos, podcasts, entre outros formatos, para você aprimorar ainda mais os seus conhecimentos sobre marketing digital, além de outras carreiras dentro da tecnologia, como programação, UX, dados e negócios digitais.

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#UX

Matriz CSD: o que é e como implementá-la nos seus projetos de UX?

Qualquer profissional envolvido com projetos sabe: o começo é sempre cheio de dúvidas, poucas certezas e algumas suposições, mas, no meio do caminho, tudo vai mudando.Isso porque o desenvolvimento vai ganhando forma, à medida que trabalhamos e nos dedicamos nele. E, nestas mudanças, a matriz CSD é uma das principais ferramentas utilizadas no acompanhamento e guia para saber o que virá depois.Acompanhe este artigo e entenda o que é o conceito e como aplicá-lo no dia a dia da melhor forma.O que é matriz CSD e por que usar nos processos de UX?A sigla CSD vem exatamente das certezas, suposições e dúvidas que podem existir em um determinado projeto de UX. Sua função é fazer com que uma equipe esteja alinhada e consiga encontrar respostas sobre o futuro do processo, ao se guiar sobre o que deve focar em seu decorrer.Basicamente, a matriz CSD consiste em três colunas. Em cada uma, são anotadas as certezas, suposições e dúvidas. E essas perguntas ou afirmações podem se referir a qualquer ponto do projeto, como o público-alvo, desejos, aspectos comerciais, processos, motivações etc.Conforme o projeto for evoluindo e surjam as respostas ou descobertas, as anotações devem mudar de coluna, entendendo, assim, o que são as certezas e diminuindo as suposições e dúvidas.Para construir essa matriz, diversos formatos e meios podem ser utilizados, como as planilhas de Excel, post-its em uma lousa, ferramentas de organização (Trello, Miro, Mural etc.), entre outros, ou seja, o que a sua equipe se sente mais à vontade para trabalhar e o que se adequa mais à empresa.Quando usar a matriz CSD?Vamos direto ao ponto: o mais recomendável é fazer a matriz CSD desde o começo de qualquer projeto de UX. Isso porque será possível entender o que cada membro de um time sabe sobre o assunto a ser tratado, como o imagina e quais desafios todos esperam ter.A matriz representa o direcionamento para as primeiras pesquisas do projeto, tornando tudo mais assertivo para trazer o melhor resultado final. Consequentemente, isso refletirá no público que proporcionará um retorno positivo de tudo o que foi descoberto.É muito importante que, no decorrer do desenvolvimento, a matriz seja revisada constantemente, até que todas as dúvidas sejam resolvidas, as certezas sejam confirmadas e constatadas e as suposições esclarecidas.Como usar a matriz CSD?Como comentamos, a matriz CSD se baseia em três colunas: certezas, suposições e dúvidas. O recomendável é que todas as pessoas de uma equipe participem, inserindo suas próprias considerações em cada campo, de acordo com a sua visão do projeto.Em seguida, todos precisam conversar e debater sobre os pontos inseridos, a fim de entender o que realmente vai permanecer em cada coluna. Isso porque, às vezes, o que pode ser uma suposição para um membro, é certeza para outro, que possui dados para embasar a afirmação. Sendo assim, é essencial o alinhamento entre todos os profissionais.Entenda com mais detalhes o que deve ser colocado em cada coluna:• Certezas: tudo o que é considerado verdade absoluta.• Suposições: aqui ficam as opiniões divergentes e tudo o que as pessoas acreditam ser real, mesmo sem ter como provar, de fato.• Dúvidas: tudo o que é desconhecido sobre o projeto.4 dicas para utilizar a matriz CSD da melhor formaPara tornar o processo ainda mais assertivo, separamos 4 dicas importantes a serem consideradas. Confira:Junte o maior número de perspectivas possíveisNo momento de preencher a matriz, não se preocupe em ter consensos entre os membros da equipe. Primeiro, é hora de colocar tudo no papel e deixar todas as informações à vista. Não há problema em ter divergências, pois o objetivo é ter o maior número de perspectivas possíveis.Divergências são suposiçõesAo haver opiniões diferentes sobre um determinado assunto, é preciso inseri-los na coluna de suposições, a fim de evitar longas discussões sobre o tema e tornar o processo mais objetivo e assertivo.As certezas são mutáveisO que soar como certeza absoluta para todos pode ser inserida na coluna respectiva. No entanto, durante as pesquisas, elas podem ser transferidas para outras colunas, caso constatações contrárias forem encontradas.O preenchimento pode ser variadoTodas as colunas da matriz podem ser preenchidas com informações, perguntas, dados comerciais, motivacionais e/ou contextuais, entre outros diferentes tipos de constatações relacionados ao desafio do projeto.Que tal ser um especialista em UX?Gostou do conteúdo? Se você possui interesse em adentrar no universo de UX, é importante saber que concluir um curso na área é uma ótima opção para desenvolver diferenciais como profissional deste mercado, pois você constrói uma base sólida de conhecimentos a serem utilizados e aplicados nas empresas.Na Digital House, temos o curso de Experiência do Usuário (UX). Além de ensinar todo o processo, ele também aborda e explica diferentes metodologias para entender as necessidades dos projetos, como a matriz CSD.As aulas são online, 100% ao vivo e ministradas por professores que estão no mercado. Além disso, todos os alunos podem participar do programa de apoio à recolocação (gratuito) e em feiras de recrutamento exclusivas (Recruiting Day). Inscreva-se agora mesmo e dê um novo start na sua jornada profissional!Leia mais no blog DH:+ Google Analytics Dashboard: crie e personalize com o nosso passo a passo+ O que é brand equity e como as empresas geram valor de marca em seus produtos e serviços+ Marketing digital para iniciantes: 10 dicas de como começar na carreiraE aí, já segue a gente no Twitter? Vem pra rede, vamos conversar sobre habilidades digitais! ;)

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Vantagens das lojas virtuais: confira os principais motivos para investir na área de e-commerce

Isso porque, por ser um dos principais canais de venda, elas oferecem informações objetivas, claras e relevantes ao cliente, como preço, formas de pagamento, especificações, prazos de entrega, entre outros, que garantem a máxima satisfação no processo e jornada de compra.Essas são algumas dentre muitas outras vantagens das lojas virtuais existentes. E mesmo que o termo seja comum, ainda podem surgir diversas dúvidas sobre sua adoção, operação e quais as melhores estratégias para obter sucesso nesse campo.Sendo assim, acompanhe este artigo para entender tudo sobre as lojas virtuais.O que é uma loja virtual?De maneira simples e direta, a loja virtual é o ambiente para realização de compras online. No entanto, existem mais informações relevantes por trás disso. Se pensarmos de maneira técnica, essas páginas podem apresentar diferentes linguagens de programação, sendo considerado um software para o ambiente web e direcionado para navegadores.Atualmente, as lojas virtuais podem ser acessadas tanto por computadores quanto através de dispositivos móveis. Independentemente do meio, elas possuem o intuito de ser uma ferramenta para negociações de compra e venda de produtos, com base em informações capazes de auxiliar e guiar o usuário à finalização do processo de forma satisfatória.Qual a diferença entre loja virtual e e-commerce?Ambos os termos são muito usados para se referir ao universo das vendas online. No entanto, é comum que haja uma confusão ao utilizar as duas palavras. Isso porque são considerados como sinônimos, apesar de possuírem significados distintos. É importante compreender essa diferença, principalmente se o objetivo é abrir o seu próprio negócio virtual.Para entender de maneira mais assertiva, vamos usar a comparação do âmbito físico. Quando falamos sobre o comércio, estamos falando sobre o todo, ou seja, os processos de compra e venda, independentemente de marca ou público. Já a loja é o estabelecimento que permite o ato por parte dos consumidores e vendedores.Com isso, podemos entender que a loja faz parte do comércio, ou seja, é um pedacinho de um “mundo gigantesco”. O mesmo se aplica ao digital. O e-commerce ou comércio eletrônico é todo o mercado que visa a comercialização de produtos e serviços e a loja virtual é um dos seus inúmeros canais existentes.Quais são as principais vantagens das lojas virtuais?Se você está considerando começar um negócio de vendas, precisa saber quais são as principais vantagens das lojas virtuais nesse processo. Elas podem ser a opção mais adequada. Sendo assim, separamos os principais benefícios para compreender melhor tudo isso. Confira:Baixos investimentos iniciaisCriar uma loja online exige um custo inicial menor do que uma tradicional. O processo é bem mais simples e exige um baixo investimento por não precisar ter um espaço físico e, muito menos, custos com reformas, decoração e contratação de diferentes funcionários.Não precisa se preocupar com localizaçãoEnquanto na loja física é preciso escolher e se preocupar com uma boa localização comercial, no e-commerce só é necessário ter o registro de um domínio e a hospedagem de um site ou plataforma de comércio eletrônico.Investimento de estoque gradualAssim como na loja física, ao abrir um espaço de venda virtual, você também precisará investir no próprio estoque. No entanto, pode fazer isso de maneira gradual, à medida que o seu negócio cresce. Existe também a opção de começar vendendo no modelo “dropshipping”. Neste tipo de venda online, primeiro você recebe o pedido de produto e, em seguida, solicita-o ao fornecedor para enviar ao cliente.Número maior de clientesOutra vantagem das lojas online é a expansão e a quebra das barreiras de localização, alcançando consumidores e usuários fora da sua região. Na loja física, você estará mais limitado aos clientes do seu bairro ou cidade, mesmo com uma boa divulgação de marketing, enquanto que, na internet, não há limites para vender seu produto ou serviço.Comodidade de trabalhar onde e quando quiserAbrir uma loja virtual é poder trabalhar em casa ou em qualquer outro ambiente que se sinta à vontade, investindo poucos recursos no início da operação. Na loja física, você poderá trabalhar apenas em horários determinados, ao mesmo tempo que, na internet, as vendas podem ser realizadas 24 horas, todos os dias.Segmento em ascensãoInvestir em uma loja online é uma das melhores estratégias para faturar na internet porque o e-commerce é um campo em constante ascensão. A realidade pandêmica mudou o comportamento das pessoas e as dinâmicas de consumo, fazendo com que o comércio eletrônico iniciasse um processo de aceleração.Além disso, de acordo com um levantamento da Nielsen, no Brasil, as vendas do e-commerce chegaram a mais de R$ 53 bilhões só no primeiro semestre de 2021, o que representa um recorde e o crescimento de 31% em relação ao mesmo período de 2020. Essa é uma tendência que irá permanecer nos consumidores brasileiros.Como montar a sua loja virtual?Separamos as principais dicas para você colocar a mão na massa e criar o seu negócio online da melhor forma. Vamos lá?Saiba o que você irá venderEste é o primeiro passo do processo. A escolha dos produtos e/ou serviços são indicados com base no seu investimento inicial. Por exemplo, se você quer abrir uma loja virtual de calçados, mas não possui capital para começar com sapatos mais elaborados, pode iniciar com chinelos, sapatilhas, entre outros produtos mais em conta. E, de acordo com o seu crescimento, vai ampliando o seu negócio.Defina o nome da sua marcaJá sabendo o que você irá vender, decida um nome coerente com o segmento. Pense no logotipo de identificação e quais serão as cores predominantes. Toda essa identidade deve ser adequada ao público, atrativa e de fácil memorização.Análise da concorrênciaO entendimento da concorrência (benchmarking), ou seja, outras marcas que já fazem a venda online do mesmo nicho de produtos, é uma etapa essencial no processo de criação de uma empresa virtual. Analise a estratégia e identifique todas as oportunidades e ameaças ao seu negócio. Saiba o que funciona ou não para cada um dos concorrentes, a fim de filtrar o que for relevante também à sua marca.Escolha da plataforma de e-commerceEsta é uma etapa importante para o desenvolvimento da sua loja virtual. Existem diversas opções de plataformas e sites disponíveis no mercado e a sua escolha deve ser realizada considerando o custo-benefício, as funcionalidades oferecidas, o suporte e a estratégia do seu negócio. Portanto, essa fase deve ser feita com bastante cuidado e uma atenção dedicada.Customização da loja virtualCom a plataforma escolhida, monte a sua página, seguindo os elementos e cores da sua identidade visual e defina todos os módulos necessários para o funcionamento da sua loja virtual, como formas de envio/correios, pagamentos, entre outros pontos.É preciso otimizar a sua página de acordo com as necessidades dos seus clientes. Sendo assim, é essencial acompanhar e averiguar a boa usabilidade do seu site, para nunca ficar defasado.Carregue as imagens e descrição de produtosCom a customização do sistema e do design da sua loja virtual, este é o momento de incluir as imagens, descrições e informações sobre os seus produtos. É recomendável que as fotos tenham uma boa resolução, mostrando os atributos de cada produto.Além disso, as descrições devem ser claras e objetivas, seguindo também as boas práticas de SEO, implementando palavras-chave de maneira estratégica para trazer mais consumidores de maneira orgânica.Desenvolva o plano de marketingFalando em SEO, além das estratégias de conteúdo na página, é importante pensar em como criar e gerir as redes sociais, definindo o planejamento de relacionamento da marca com os clientes, garantindo a boa experiência, satisfação e fidelização deles.Neste sentido, recomendamos que você confira o material que produzimos em parceria com Rafael Kiso, fundador e CMO da mLabs, no qual explicamos as principais tendências de Marketing Digital para 2022 e como desenvolver um planejamento da melhor forma em apenas 5 passos.Além disso, baixando o material, você terá acesso a um bônus exclusivo para facilitar e orientar as suas estratégias. Desenvolvemos um template de planejamento a ser utilizado no dia a dia do seu negócio. Clique aqui para obter o material e ter acesso ao planner agora mesmo.Mapeie a jornada do clienteEssa etapa é essencial no processo de desenvolvimento da sua loja virtual. É preciso entender todo o percurso que o cliente faz no funil de marketing, desde o primeiro contato com a marca até o momento de finalização de uma compra. Isso permitirá o entendimento pleno, por exemplo, dos motivos que levam o usuário a abandonar um pedido, não fechando o carrinho.Atenção à política de privacidadeEste é um ponto imprescindível para qualquer marca. A empresa precisa ser transparente com os seus clientes quanto à coleta, armazenamento, proteção, manipulação e compartilhamento dos dados dos usuários.É recomendável a construção de um documento acessível a todos os clientes ao realizar uma compra. Isso garantirá mais credibilidade no relacionamento do negócio com o público e o atendimento às obrigações legais da LGPD (Lei Geral de Proteção de Dados Pessoais), que é um assunto bastante em alta para as empresas que precisam atestar uma política de privacidade clara aos seus consumidores.Seja um especialista em Marketing Digital!E aí, gostou do conteúdo? Se, durante o texto, você passou a se interessar pela área de Marketing, que é uma etapa essencial para qualquer negócio, e manifestou vontade de ingressar nela, nós podemos ajudá-lo.Nessa jornada, é essencial que o profissional busque desenvolver suas habilidades técnicas, dominando as diferentes ferramentas de marketing e tipos de estratégia existentes no mercado. Lembrando que é possível aprender de maneira autodidata. No entanto, são milhares de informações disponibilizadas na internet todos os dias, o que pode confundir as pessoas e, nem sempre, representar a verdade absoluta sobre o assunto.Felizmente, existem outras opções assertivas para se alcançar o sucesso. Uma delas é um bom curso. Ter um diploma ou certificação é um grande diferencial para as empresas, pois elas entendem que o profissional possui uma base sólida de conhecimentos para lidar com qualquer desafio no dia a dia.A Digital House possui o curso de Marketing Digital, voltado especialmente para os iniciantes na área. Ela oferece todo o conteúdo necessário para que o(a) aluno(a) seja um(a) grande profissional e saiba as principais habilidades técnicas exigidas pelo mercado, se destacando e mudando o rumo de grandes empresas.Todas as aulas são 100% online, ao vivo e ministradas por professores especialistas que estão no mercado. 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 Trabalho híbrido: será ele o novo modelo para as empresas? img
#Otros

Trabalho híbrido: será ele o novo modelo para as empresas?

O isolamento social, iniciado em março de 2020, foi a alternativa mais viável para conter a propagação da doença na época. Com isso, em todo o Brasil, os gestores passaram a mudar seus meios de trabalho, transferindo o ambiente corporativo dos colaboradores para espaços residenciais.No entanto, depois de praticamente dois anos, temos o avanço da vacinação, que auxilia a conter o aumento do número de casos e óbitos. Sendo assim, o que será o "novo normal" depois que as coisas melhorarem? O trabalho híbrido será o modelo de trabalho escolhido pelas empresas? Continue acompanhando este artigo.Vantagens e desvantagens do trabalho remotoAntes de introduzirmos o modelo de trabalho híbrido, precisamos entender como que a opção chegou para as empresas. Como comentamos, a crise provocada pelo coronavírus forçou as empresas a reinventarem suas operações e a forma como suas equipes trabalham. E, neste contexto, o trabalho remoto ou home office, como também é conhecido, foi instaurado e os profissionais passaram a trabalhar nas suas casas.Da noite para o dia, muitas pessoas tiveram de se adaptar e entender o novo momento, sem esperar ou se preparar para isso. E, neste contexto, todos passaram a enxergar vantagens, desvantagens e desafios ao enfrentar esse novo modelo, mantendo e elevando o resultado de suas empresas.Quando falamos sobre os benefícios do trabalho remoto, existem diferentes pontos que podem ser destacados. Primeiro, as plataformas digitais implementadas no dia a dia permitem a participação de mais colaboradores em webinars, reuniões, fóruns de discussão, entre outras situações que eram mais restritas no modelo presencial.Outro aspecto que podemos ressaltar é a possibilidade de cada profissional passar mais tempo com suas famílias, trabalhando de casa ou em qualquer outro ambiente que se sinta à vontade e em segurança. Além disso, o equilíbrio entre a vida pessoal com o profissional passou a ser mais frequente.Por outro lado, também existem algumas desvantagens. Nem todo mundo possui o privilégio de ter uma conexão de internet boa e um ambiente de trabalho favorável para trabalhar. Um exemplo são os próprios filhos, que também passaram a estudar em casa e exigem mais atenção.Além disso, existem realidades em que o aumento da carga de trabalho, devido à velocidade das mudanças e à urgência das situações, passaram a ser regulares. Discussões rápidas e pontuais que ocorriam no dia a dia no escritório, por exemplo, passaram a demandar a realização de agendamentos ou escrita de e-mails, o que exige mais tempo.Trabalho híbrido: esse será o modelo escolhido para o pós-pandemia?Em meio a mudanças constantes, com o avanço da vacinação, as pessoas começam a retornar aos escritórios, mas, em muitas empresas, não da maneira como acontecia antes da Covid-19. Considerando todos os pontos positivos e os obstáculos existentes no trabalho remoto e presencial, o regime híbrido está em primeiro lugar quando se trata do futuro do modelo de trabalho. Neste caso, o profissional tem a possibilidade de dividir suas atividades entre a sede da empresa, sua casa ou em escritórios flexíveis ou coworkings, como também são chamados. Existem levantamentos e pesquisas que comprovam essa tendência. No mundo, o instituto de pesquisa da Universidade de Stanford comprovou que 55% dos norte-americanos possuem o modelo híbrido de trabalho como meta. Na China, em um futuro não muito distante, a divisão em porcentagem do trabalho será algo em torno de 60/40 entre presencial e remoto, respectivamente.No Brasil o cenário também é o mesmo: a consultoria de recrutamento Robert Half divulgou que 95% das organizações do país pretendem ser híbridas de forma permanente. Do ponto de vista do profissional, de acordo com dados da Buffer, 98% dos entrevistados brasileiros gostariam de trabalhar fora dos escritórios em algum momento da vida.Com todas essas informações, fica clara uma tendência híbrida presente no mercado pós-pandemia. Tudo isso incita diferentes reflexões e pensamentos sobre o futuro do trabalho.No entanto, se pensarmos sobre a existência de um modelo ideal, a resposta, segundo especialistas, não é o que pensamos até agora. Tudo dependerá sobre qual é o segmento de atuação do negócio, o tipo de produto e/ou serviço oferecido, entre outros fatores que podem moldar o que é essencial para cada empresa. Portanto, cabe entender a realidade e ver se o modelo, ao ser aplicado, pode trazer benefícios para o dia a dia organizacional.Como criar uma equipe híbrida?Para criar uma equipe híbrida de sucesso, além de entender o seu segmento no mercado e o que oferece aos seus clientes, é preciso se atentar a outros dois pontos que iremos explicar a você. Confira:Capacitação da liderançaAqui vale lembrar de uma expressão popular para entender a importância da liderança: "a palavra convence, mas é o exemplo que arrasta". Qualquer nova implantação precisa ser adotada inicialmente pelos líderes, para que os demais colaboradores se sintam mais motivados pela experiência.Na prática, é essencial que os donos e gestores incentivem a prática do trabalho híbrido, de maneira que todos se sintam confortáveis com a nova maneira de cumprir suas atividades.Transformação digitalAlém da liderança capacitada, é essencial que as organizações contem com a tecnologia e os recursos digitais necessários para trabalhar com eficiência em diferentes lugares. É essencial, por exemplo, adotar plataformas para troca de mensagens, realização de videoconferências, entre outras ferramentas para realização e documentação de processos. Todas essas soluções devem facilitar o dia a dia, gerando soluções rápidas e assertivas para os colaboradores.A Digital House entende que a tecnologia é a maior aliada das empresas nas mudanças positivas de relações trabalhistas e os cenários dentro das startups e empresas. Não há dúvida de que o futuro será cada vez mais tecnológico e as habilidades digitais imprescindíveis no futuro do mercado de trabalho.Sendo assim, a DH oferece diferentes cursos nos principais ramos, que formam profissionais especialistas, capazes de lidar com desafios em qualquer tipo de ambiente profissional, podendo desenvolver a melhor carreira. Confira as grades das aulas nas áreas de Marketing Digital, UX, Dados, Programação e Negócios.E se você gostou deste conteúdo, não deixe de conferir nossos materiais gratuitos e ricos de conhecimento em nossa biblioteca de conteúdo e no Blog DH.Leia mais no blog DH:+ Google Analytics Dashboard: crie e personalize com o nosso passo a passo+ O que é brand equity e como as empresas geram valor de marca em seus produtos e serviços+ Marketing digital para iniciantes: 10 dicas de como começar na carreiraE aí, já segue a gente no Twitter? Vem pra rede, vamos conversar sobre habilidades digitais! ;)