MENU

| BR

Campus

Cursos

Programas Executivos

Programas Executivos

Paises

Entenda o que é omnichannel e o porquê do conceito ter se tornado tão popular e utilizado pelas empresas.

Entenda o que é omnichannel e o porquê do conceito ter se tornado tão popular e utilizado pelas empresas.
#Tecnologia
1 de novembro - min de leitura

Podemos adiantar que a inovação e a demanda por uma experiência melhor, mais completa e com menos obstáculos entre o meio online e o offline, são alguns dos pontos principais quando pensamos em uma resposta para o que é omnichannel.


Saiba tudo sobre o termo e sua importância para os negócios, acompanhando este artigo. Vamos lá?

O que é omnichannel?

O omnichannel é um tipo de venda que utiliza diferentes canais, a fim de proporcionar uma experiência positiva de jornada aos clientes, seja comprando por meio de uma plataforma online ou em um ambiente offline.

A questão principal na estratégia é a profundidade da integração entre todos os diferentes canais de atendimento de uma marca. Isso faz com que ela crie uma familiaridade com o cliente, que tem um alto nível de experiência, independentemente do meio ao qual está interagindo. Com isso, a empresa consegue permanecer em foco de atenção constante no mercado, com ótimos resultados e retornos em suas atuações.

E não é questão de alcançar o maior número de pessoas em cada canal, de forma individual, mas, sim, entender em quais deles a sua persona está dando mais atenção e inserir a sua marca entre essas intersecções.

Com tudo isso, ao considerarmos o que é omnichannel, levamos em conta a experiência integrada entre a comunicação, distribuição, promoção, entre outros canais existentes.

Qual a diferença de omnichannel para multichannel e crosschannel?

Muitas pessoas costumam confundir omnichannel com multichannel e/ou crosschannel, que também são termos bastante usados no mercado.

É importante saber que todos se referem à experiência do usuário e os canais utilizados pelas marcas para interagir com seus clientes. Por esse motivo e pela semântica das palavras serem próximas, podem transmitir a sensação de possuírem o mesmo significado.

Para que esse tipo de equívoco não aconteça, vamos te explicar o que significam esses dois termos, para que entenda bem a diferença entre eles. Confira:

Multichannel

O multichannel também faz referência a uma estratégia com diferentes canais de compra, seja site, aplicativo, lojas físicas, entre outros. No entanto, diferentemente do omnichannel, eles não estão interligados e/ou conectados. Ou seja, os vendedores que atuam na loja física, por exemplo, não sabem nada sobre os processos que acontecem nos outros meios e vice-versa.

Crosschannel

O prefixo “cross” vem do inglês e significa cruzar. E é exatamente isso que acontece em uma estratégia crosschannel: há uma intersecção entre dois canais. Uma compra pode ser realizada em um site, por exemplo, e a retirada do produto adquirido pode ser feita na loja física.

Dessa forma, não há competição entre os dois canais, uma vez que eles passam a se complementar. No entanto, ainda não há a interligação com os outros canais que possam existir ao mesmo tempo, como no omnichannel. Portanto, o crosschannel acaba se tornando uma estratégia eficaz, dependendo da marca e do quanto ela pode investir.

No omnichannel, você pode, mesmo estando dentro de uma loja física, por exemplo, utilizar o aplicativo da marca, a fim de verificar se há o produto específico que deseja.

Se encontrá-lo na plataforma digital, poderá fazer o pedido com um dos vendedores da loja física e optar por receber a entrega em casa. Percebeu como diferentes canais estão interligados simultaneamente? Um ajuda o outro e oferece uma experiência única e positiva para cada consumidor.

A Digital House entende toda essa importância e aborda a estratégia omnichannel em seu curso de Experiência do Usuário (UX) e Marketing Digital. Assim, os alunos podem mudar o rumo das empresas, construindo o melhor processo de planejamento para o mercado.

Para quais tipos de negócios é importante considerar a estratégia de venda?

No mercado atual, os consumidores estão cada vez mais exigentes e querem mais comodidades em suas experiências de compra. Isso foi impulsionado ainda mais com a realidade pandêmica e a transformação digital das empresas para se manter firmes no mercado, mesmo com o isolamento social.

Com isso, a estratégia de transformar a jornada de consumo de uma pessoa em uma experiência cada vez mais prática, satisfatória e assertiva é um desafio que inúmeras empresas estão tentando superar.

Oferecer diferentes opções de canais online para compras e relacionamento com o cliente não é mais um diferencial ou novidade, mas sim um requisito essencial para as organizações que querem continuar sobrevivendo em um mercado cheio de competitividade e dificuldades.

Como vimos, o omnichannel é uma estratégia que oferece uma experiência completa de compra para as pessoas e por isso é tão usado pelas empresas atualmente. Mesmo sendo implantado pelas grandes marcas, ainda é relativamente recente e pode ser o diferencial que o seu negócio precisa para se destacar frente aos outros.

Em um levantamento sobre o varejo realizado pela PWC em 2020, foi apontado que o número de empresas entrevistadas que investem na experiência omnichannel aumentou de 20%, nas pesquisas realizadas em 2012, para mais de 80%. Além disso, o relatório The Experience Impact, lançado pela Merkle, também apontou que 66% dos consumidores se preocupam mais com a experiência de compra do que com o preço do produto ou serviço. Para complementar, 52% dos entrevistados comentaram que pararam de comprar de um site ou marca por conta de uma experiência ruim no ambiente online.

Esses dados mostram a importância de um negócio implantar uma estratégia que envolva diferentes canais. As barreiras entre o espaço físico e digital não devem existir mais (phygital).

Quais são as vantagens de um atendimento omnichannel?

São diversos benefícios para as marcas que implementam uma estratégia omnichannel, proporcionando uma boa experiência aos seus consumidores. Apesar de existirem várias, separamos as três principais para você. Confira:

Fidelização de clientes

No dia a dia, as pessoas costumam utilizar diferentes dispositivos e plataformas, a fim de avaliar preços, comprar um determinado produto ou avaliar um serviço. Além disso, também buscam obter facilidade para rastrear uma entrega, recebê-la e/ou até mesmo a sua devolução, caso seja necessária.

É nestes contextos que o omnichannel mostra um dos seus principais benefícios: proporcionar uma boa experiência aos seus clientes, trazendo a fidelização como consequência. Quer um exemplo?

Imagine que um determinado cliente está procurando um produto através do seu computador, navegando na internet. Ele o encontra em um site de uma marca.

Mais tarde, no mesmo dia, acessa a página do produto enquanto está no intervalo de seu trabalho, mas dessa vez usando agora seu smartphone. Ele faz uma conta e coloca o item no seu carrinho, a fim de avaliar o valor de frete e o tempo de entrega. No final da tarde, ele decide ir até um ponto de venda da marca, para efetuar a compra, já que não quer esperar pelo envio.

Se você avaliar toda essa experiência, percebe que se um dos canais não tivesse a integração necessária, muito provavelmente, a jornada do cliente no funil de vendas seria interrompida e ele buscaria o mesmo produto em um concorrente. O resultado de uma experiência completa é a fidelização do cliente, que entende que a marca é solícita em qualquer um dos canais de atendimento.

Crescimento da autoridade de marca

Combinar diferentes canais acessados por um público é a melhor maneira de aumentar a visibilidade de uma marca. No ambiente digital, isso também inclui as estratégias de marketing digital, por exemplo, que podem aumentar e fortalecer a autoridade de marca para um grande público, que passa a ter contato com ela.

Neste contexto, é natural combinar SEO, e-mail Marketing, mídia paga, entre outras ferramentas, a fim de alcançar um mesmo objetivo. Sabemos que existe uma grande quantidade de pessoas que usam seus smartphones nas lojas apenas para comparar produtos e preços.

No entanto, se um negócio aproveitar o potencial do ambiente digital para estabelecer sua presença online, as marcas se tornam mais visíveis quando os usuários procuram por determinadas palavras-chave que fazem referência aos seus produtos ou serviços, podendo atingir pessoas interessadas sem que sejam citadas pelo nome.

Aumento de dados para tomadas de decisão

Não é novidade que os dados são elementos essenciais para qualquer empresa que queira crescer no mercado. Isso porque, a partir dessas informações relevantes e confiáveis, as marcas podem tomar decisões estratégicas para o seu negócio, otimizando os seus serviços ao público.

Com a realidade pandêmica, negócios de diferentes segmentos passaram a oferecer novas opções para realização de compras e atendimento ao cliente: entrega em domicílio, retirada na loja física (onde os compradores realizam a compra online previamente), entre outros exemplos em que as marcas têm acesso a mais dados do consumidor, podendo realizar coleta e utilizá-los posteriormente em benefício próprio.

Isso quer dizer que a marca terá uma maior percepção do perfil demográfico e comportamental dos clientes. As informações podem abranger diferentes pontos, desde o histórico de compras até informações de cookies e ações realizadas nas redes sociais. São diversas medidas de otimização que podem ser tomadas a partir disso. Separamos algumas das principais:


  • • Personalização: os dados permitem que as marcas criem uma jornada do cliente e uma estratégia de venda mais personalizada. As sugestões de produtos, feitas com mais precisão, é um grande exemplo.

  • • Análise de tendências: as tendências no comportamento do cliente também podem ser identificadas com a coleta de dados. Com isso, as marcas podem direcionar suas campanhas de maneira mais assertiva.

  • • Automação de marketing: cada cliente possui uma preferência de horário para realizar uma compra e por qual meio/canal utilizar. Neste contexto, os dados se tornam insumos para o marketing, automatizando tarefas e comunicações para o momento em que os resultados são melhores para o público.

Como aplicar o omnichannel no dia a dia?

Entender todas as vantagens que as integrações entre os diferentes canais podem proporcionar estimula os negócios a inovarem nas formas de trabalho, conforme as necessidades e o comportamento dos clientes mudam e as demandas por um serviço omnichannel se tornam cada vez mais constantes.

Sendo assim, como as empresas podem utilizar a estratégia no dia a dia? Antes de tudo, é preciso criar um planejamento unificado de todas as ações e estratégias da empresa. Abaixo, separamos um checklist de perguntas que precisam ser respondidas para compor o plano:

  • • Quem é o meu público? Quais são as suas necessidades e como posso atingi-lo?

  • • Quais canais de comunicação já utilizamos hoje?

  • • Como utilizamos esses canais? Eles estão integrados?

  • • Quais não são utilizados e podem ser vantajosos para a empresa?

  • • Qual a mensagem que queremos transmitir para o público em nossos canais?

  • • Como funciona a nossa jornada de cliente?

  • • Onde podemos investir mais para aumentar o volume de público atingido com o omnichannel?

  • • Como está o atendimento ao cliente em todos os nossos canais?

Cada empresa possui as suas características, nicho de mercado e modelo de negócio. Portanto, elas podem seguir caminhos diferentes, desde que integre seus canais e aplique o que é necessário para proporcionar uma experiência completa ao cliente. E, para isso, todos os pontos anteriores devem fazer parte do planejamento.

Em especial, falando sobre o atendimento ao cliente, esse é um ponto muito importante da experiência. De acordo com a pesquisa Omnichannel Benchmark Survey, focada no mercado de varejo, 61% das empresas contaram que a melhoria no atendimento ao cliente foi o grande diferencial em seu mercado. 

Sabemos que a necessidade de uma experiência omnichannel precisa de um bom planejamento e uma execução focada na perfeição. No entanto, o uso de ferramentas especializadas, junto à compreensão profunda das necessidades dos clientes, pode tornar a estratégia de venda realista para qualquer negócio.

Gostou do conteúdo? Não deixe de conferir o artigo que produzimos sobre ferramentas de busca e como descobrir os termos mais pesquisados pelas pessoas.

Leia mais no blog DH:

Google Analytics Dashboard: crie e personalize com o nosso passo a passo

O que é brand equity e como as empresas geram valor de marca em seus produtos e serviços

Marketing digital para iniciantes: 10 dicas de como começar na carreira

E aí, já segue a gente no Twitter? Vem pra rede, vamos conversar sobre habilidades digitais! ;)

Outras notícias

Qual a diferença entre Java e JavaScript? Saiba de uma vez por todas! img
#Tecnologia

Qual a diferença entre Java e JavaScript? Saiba de uma vez por todas!

Ter a consciência de que a diferença entre Java e JavaScript existe é muito importante para, assim, poder fazer a escolha entre a linguagem mais adequada e que atenda às demandas necessárias.Como você verá neste artigo, o que existe de parecido é somente a escrita mesmo. Conheça mais sobre cada uma delas e entenda as suas particularidades.O que é JavaScript e para que serve?Também conhecido como JS, o JavaScript é uma linguagem de programação de alto nível. Sua utilização permite a construção de páginas dinâmicas, animações, mapas interativos, aplicativos e jogos eletrônicos.O profissional que domina o JavaScript é visto como versátil no mercado, considerando sua relação com uma grande variedade de frameworks e aplicações para diferentes tipos de dispositivos.A linguagem foi criada pelo programador Brendan Eich, um dos fundadores da Mozilla Corporation, em 1996. Seu propósito era tornar os processos web mais simples, dinâmicos e agradáveis aos profissionais.O que é Java e para que serve?O Java é uma linguagem de programação criada na década de 1990, por James Gosling. Atualmente, pertence à marca Oracle, a qual realiza todos os seus processos de manutenção.A linguagem é bastante flexível, sendo usado para o desenvolvimento de softwares, que podem ser executados e distribuídos em diferentes plataformas, sem a necessidade de modificá-lo.Qual a diferença entre Java e JavaScript?As duas linguagens, por terem a grafia similar, costumam despertar muitas dúvidas sobre alguma possível relação entre elas.É preciso ter muito claro que Java e JavaScript são escritos, construídos e executados de maneira diferente. Além disso, existe uma grande diferença no que diz respeito ao que cada linguagem é capaz de fazer.Como comentamos, o Java é usado em diferentes lugares e situações, incluindo softwares e aplicativos. Em comparação, o JavaScript é utilizado principalmente para tornar as páginas da web (HTML) mais interativas e dinâmicas.Como escolher entre Java e JavaScript?Em um processo de desenvolvimento, a escolha de qual linguagem de programação utilizar dependerá dos requisitos de cada projeto. E aqui entra mais um ponto importante quando falamos sobre diferença entre Java e JavaScript. Veja só:O Java, por exemplo, pode ser usado e adaptado em diferentes tipos de plataformas. No entanto, muitas vezes há a necessidade do usuário instalar um plugin em um dispositivo, uma ação que nem sempre é possível.Por outro lado, o JavaScript é utilizado, principalmente, em sistemas web. Neste caso, não há a necessidade de instalar soluções separadas, sendo preciso somente ter um navegador atualizado instalado na máquina. O ponto negativo, neste caso, é a limitação pela interação ser somente online. Ou seja, determinados recursos, ao se adotar a programação com código nativo, por exemplo, não poderão ser habilitados.Diante desses cenários, é imprescindível ter uma boa comunicação com todos os colaboradores e profissionais envolvidos em um determinado projeto, antes de eleger a linguagem escolhida. Entenda quais são as suas demandas, identifique todas as possibilidades de estratégias para atuação e, com isso, avalie o melhor caminho a tomar.Quando falamos sobre a construção de sistemas, todo desenvolvedor tem plena consciência de que a escolha da linguagem a ser utilizada é um ponto crucial. A criação de uma interface com códigos inadequados reduz as chances de atender todos os requisitos, afetando a usabilidade final da solução para os usuários.Neste contexto, é importante dominar o processo, a fim de garantir a melhor experiência do cliente com as aplicações desenvolvidas. Fazer um bom curso é uma ótima alternativa para que o profissional estruture corretamente os processos, consiga utilizar a tecnologia a seu favor e garanta uma solução com uma boa performance e confiabilidade.Confira as grades dos cursos de Desenvolvimento Web Full Stack, focado na criação de páginas ou sistemas web ou Desenvolvimento Mobile Android e Desenvolvimento Mobile iOS, para a criação de apps e plataformas no mobile, da Digital House.As aulas são online, 100% ao vivo e ministradas por professores especialistas que atuam no mercado. Além disso, a DH conta com o departamento de carreiras, onde todos os alunos podem acessar diversos conteúdos exclusivos sobre suas jornadas. Inscreva-se agora mesmo e garanta o seu futuro profissional!Leia mais no blog DH:+ Google Analytics Dashboard: crie e personalize com o nosso passo a passo+ O que é brand equity e como as empresas geram valor de marca em seus produtos e serviços+ Marketing digital para iniciantes: 10 dicas de como começar na carreiraE aí, já segue a gente no Twitter? Vem pra rede, vamos conversar sobre habilidades digitais! ;)

 Área de Dados: conheça as principais ferramentas de Big Data e o seu panorama de mercado atual img
#Dados

Área de Dados: conheça as principais ferramentas de Big Data e o seu panorama de mercado atual

Não importa o tamanho da empresa, seja uma gigante como a NASA ou um pequeno negócio local, as organizações podem potencializar suas estratégias e tomar as melhores decisões ao utilizar as ferramentas de Big Data para transformar as informações em inteligência.Quer entender mais sobre isso? Acompanhe este artigo e saiba tudo sobre o tema.Recapitulando: o que é Big Data?Com origem na língua inglesa, Big Data quer dizer grandes dados. Na prática, consiste na organização e interpretação de um alto volume de informações, entendendo o que é relevante ou não para as empresas.Como comentamos, todos os dias, milhares de informações são geradas e disponibilizadas na internet. Com isso, as empresas precisam ter profissionais capacitados para lidar com tudo e fazer com que possam tomar as melhores decisões em diferentes contextos, por possuírem informações de valor, com insights importantes em seu nicho de atuação.Quais são os 5 Vs do Big Data?No dia a dia, alguns fatores são levados em conta para que as organizações possam fazer uma boa gestão de dados. Eles são conhecidos como os 5 Vs do Big Data. Confira:VolumeO volume refere-se à enorme quantidade de dados produzidos na Era Digital. Entender essa explosão de informações a partir do surgimento da internet é essencial para que as empresas possam definir as formas de gerenciamento de maneira efetiva.VelocidadeRelacionando com o V anterior, milhares de dados surgem a cada segundo. Ou seja, é tudo muito rápido. No entanto, em paralelo, à medida que a tecnologia avança e novos dispositivos vão surgindo no mercado, a gestão dos dados também pode acompanhar esse ritmo acelerado, sendo capaz de lidar com o Big Data em tempo real.VariedadeExistem diferentes fontes e formatos de dados, que geram complexidade aos processos de coleta, compilação, organização e análise. Para uma boa gestão de dados, é preciso ter ciência disso, a fim de contribuir na geração de informações mais completas com insights relevantes às empresas.VeracidadeO V de veracidade é essencial para a validade dos dados. Todas as informações precisam ser verídicas e atualizadas, com o objetivo de gerar oportunidades e insights confiáveis e embasar as decisões das empresas com precisão e segurança.ValorPor fim, mas não menos importante, temos o V de valor. Nem todas as informações possuem relevância para as empresas. Portanto, cada organização precisa ter os seus objetivos e público-alvo bem definidos para conseguir dados relevantes às suas decisões.Os benefícios do Big Data aos negóciosPor que investir em ferramentas de Big Data em sua empresa? Separamos os principais benefícios de investir no processamento e organização dos dados para as organizações. Confira:Fortalecimento do relacionamento com o clienteQuando uma empresa coleta dados, como um histórico de compras ou conversas sobre seus clientes, é possível obter feedbacks e insights para traçar estratégias e tomar novas decisões, a fim de se aproximar ainda mais deles.Conhecer quem é o seu público e quais são as suas necessidades é imprescindível para que uma marca possa criar campanhas personalizadas e certeiras, contribuindo para um aumento de ticket médio e promovendo uma maior fidelização dos clientes ao negócio.Vantagens de mercadoAo compreender a importância do Big Data, uma empresa, além de se tornar mais consciente sobre diferentes pontos do seu negócio, pode entender melhor o seu nicho de mercado. Ou seja, compreender o que funciona ou não e o que está faltando para tornar tudo ainda melhor.São pontos que fazem toda a diferença, principalmente considerando a alta competitividade entre organizações.Tomadas de decisãoComentamos bastante sobre esse ponto, mas é preciso destacar que, ao ter insights valiosos em mãos, é possível otimizar e aplicar melhorias em qualquer parte dos processos de uma empresa, tomando decisões sábias e estratégicas.Identificação de padrõesOrganizar e analisar um grande número de dados com as ferramentas de Big Data, permite identificar e traçar padrões de consumo, o que talvez a olho nu seria impossível.Essa amplitude e profundidade de visão faz toda a diferença na hora de reavaliar os planejamentos, assim como segmentar clientes e/ou leads, desenvolvendo campanhas que realmente atinjam a sua dor, tornando-as mais assertivas.As principais ferramentas de Big DataUm bom profissional de Big Data deve dominar e trabalhar com a ajuda de ferramentas para lidar com tantos dados. Sendo assim, separamos algumas plataformas para ajudar você nas demandas. Veja:TableauEsta é uma ótima opção de ferramenta para visualização de dados. O software permite a criação de mapas, gráficos, tabelas, entre outros diversos recursos para facilitar a compreensão das inúmeras informações do Big Data.Power BIUma das principais características dessa ferramenta é a possibilidade de integração de diferentes fontes de dados, como planilhas de Excel, redes sociais, aplicativos na nuvem etc. O software também permite a criação de dashboards e relatórios dinâmicos de maneira rápida e simples.HadoopEsta é uma das ferramentas mais importantes no setor de Big Data. Sua estrutura é 100% em código aberto e possui uma enorme capacidade de processamento de dados em larga escala.RapidMinerO RapidMiner é a plataforma ideal para atividades de ciência de dados e aprendizagem de máquina. O software oferece suporte a diferentes pontos, como a preparação de dados, visualização, análise, modelagem, entre outras etapas e funcionalidades.Como está o panorama de mercado do Big Data?O mercado de Big Data está aquecido e não é à toa. Os dados não param de surgir e as empresas precisam de profissionais capacitados para executar todos os processos de Data Science.A indústria 4.0 revoluciona o mercado de trabalho, com suas transformações digitais cada vez mais presentes, destacando determinadas carreiras, como a área de Dados que já garantiu o seu espaço e é uma tendência certa para o futuro.De acordo com um levantamento realizado pelo LinkedIn, as carreiras na área de dados estão entre as 15 profissões mais em alta no mercado.A equipe que trabalha na área precisa ser multidisciplinar, que domine tecnologia, desenvolvimento, administração, marketing, engenharia, estatística e matemática.Se você se interessou em ingressar neste mercado e dominar as diversas ferramentas de Big Data, saiba que obter uma certificação de um curso é um ótimo diferencial para a jornada do profissional e às empresas. Isso porque ela mede e comprova os conhecimentos, requisitos e habilidades técnicas aos empregadores.Recomendamos que você confira a grade completa dos cursos de Data Science e Data Analytics da Digital House. Eles são as melhores escolhas para garantir o seu sucesso profissional. As aulas são dinâmicas, 100% ao vivo e ministradas por professores especialistas, que também atuam nas grandes empresas do mercado. Inscreva-se agora mesmo!Leia mais no blog DH:+ Google Analytics Dashboard: crie e personalize com o nosso passo a passo+ O que é brand equity e como as empresas geram valor de marca em seus produtos e serviços+ Marketing digital para iniciantes: 10 dicas de como começar na carreiraE aí, já segue a gente no Twitter? Vem pra rede, vamos conversar sobre habilidades digitais! ;)

Linguagem inclusiva: qual a relação com UX e como promovê-la nas empresas? img
#UX

Linguagem inclusiva: qual a relação com UX e como promovê-la nas empresas?

Este é um ponto muito importante quando pensamos no aumento de organizações que valorizem as pessoas no mercado, independentemente de qualquer condição. No entanto, ao falamos sobre desenvolvimento de produtos digitais e as experiências proporcionadas aos seus usuários finais, como a linguagem inclusiva pode ser aplicada?Neste artigo, vamos explicar o que é a linguagem inclusiva, sua importância e falar também da sua relação com a área de UX. Acompanhe os próximos tópicos!O que é linguagem inclusiva?A linguagem inclusiva possui o objetivo de proporcionar uma comunicação que não exclua ou diminua nenhuma pessoa, independentemente de condição, gênero ou grupo, e sem precisar modificar o idioma. Ao invés de separar, repelir ou agredir, ela agrega, respeita e acolhe a todos.Um exemplo de linguagem inclusiva, usado bastante pelas empresas, é o uso de coletivos. Ao invés de separar e focar em um gênero, o propósito é englobar todos, seja em uma situação escrita ou falada. Na prática, seria como se disséssemos "Bom dia a todas as pessoas".Qual a diferença entre linguagem inclusiva e linguagem neutra?Atualmente, no meio digital, são milhares de informações e conteúdos disponibilizados e consumidos a todo o momento. Com isso, muito se fala sobre linguagem inclusiva, neutra e as diversas formas de abraçar as minorias em textos ou peças publicitárias.É importante saber que as duas linguagens estão sempre juntas. No entanto, existe uma diferença entre essas formas de comunicação. A linguagem inclusiva busca acolher e abraçar todas as pessoas com palavras e variações já existentes no idioma aplicado.Já a linguagem neutra, apesar de ter o mesmo objetivo, altera pronomes e outras terminologias, implementando novas palavras nos vocabulários, a fim de abranger qualquer pessoa, independentemente do gênero que se identifique. Um exemplo é o uso do "e" em palavras com variações de "o" e "a": todos, todas e/ou todes.Em um mundo digital, que possibilita uma melhor comunicação entre as pessoas, além da disseminação de informações, esses tipos de linguagens vêm se difundindo de maneira efetiva. Ao acessarmos as redes sociais, blogs, artigos, sempre nos deparamos com elementos de ambas as redações.A língua portuguesa, por conta de um histórico patriarcal, aponta o gênero masculino como o correto ao representar a pluralidade. No entanto, a linguagem inclusiva e neutra representa alternativas que se distanciam dessa tradição linguística.Como adaptar ela em UX e qual a sua importância?Quando falamos sobre a Experiência do Usuário (UX), temos a área da escrita, mais conhecida como UX Writing. Nos últimos tempos, ela tem sido muito comentada e não é à toa. No desenvolvimento de sites e aplicativos, também é um grande diferencial ao acrescentar mais propriedades na usabilidade de um produto ou serviço.Além disso, no processo de desenvolvimento, a linguagem inclusiva pode ser aplicada não somente na própria interface, mas também no conteúdo de e-mails, artigos, redes sociais, notificações, entre outros canais de comunicação ligados ao produto digital.O foco da aplicação da linguagem é a garantia de uma boa percepção e usabilidade por parte dos usuários finais, sempre considerando as demandas, necessidades, bem-estar, conforto e solução de problemas da melhor forma. Infelizmente, vivemos em uma sociedade que ainda reproduz estigmas em relação ao gênero e/ou orientação sexual.E esse é um dos principais objetivos da linguagem inclusiva: repelir a propagação desses preconceitos, estabelecendo uma comunicação acolhedora e garantindo uma experiência ideal, que reflita os melhores valores de uma marca.Sendo assim, a comunicação escrita e a linguagem inclusiva podem – e devem – ser ferramentas a favor da diversidade, seja em UX Writing, copywritings, redes sociais, entre outras situações, a fim de quebrar estigmas e mostrar novas formas de comunicação.Que tal ser um especialista em UX?Agora que você já sabe a importância da linguagem inclusiva nos processos de desenvolvimento de produtos, deve saber também que realizar um curso na área de UX é uma ótima alternativa para ingressar na área, adquirindo uma base sólida de conhecimentos a serem utilizados e aplicados nas empresas.Na Digital House, temos o curso de Experiência do Usuário (UX). Além de ensinar o processo como um todo, ele aborda a área de UX Writing, tornando possível a especialidade ao aluno.Além disso, todos os alunos podem participar do programa de apoio à recolocação (gratuito) e em feiras de recrutamento exclusivas (Recruiting Day). Inscreva-se e impulsione sua carreira profissional agora mesmo!Leia mais no blog DH:+ Google Analytics Dashboard: crie e personalize com o nosso passo a passo+ O que é brand equity e como as empresas geram valor de marca em seus produtos e serviços+ Marketing digital para iniciantes: 10 dicas de como começar na carreiraE aí, já segue a gente no Twitter? Vem pra rede, vamos conversar sobre habilidades digitais! ;)