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O que é ESG? Entenda o conceito, seu funcionamento e principais características

O que é ESG? Entenda o conceito, seu funcionamento e principais características
8 de outubro - min de leitura

Quando pensamos sobre o que é ESG, abrangemos boas práticas ambientais, sociais e de governança para empresas. Entenda.


Você sabe o que é ESG e como o termo está cada vez mais presente nos conselhos e administração das empresas? Muito se ouve falar sobre, pois ele contribui para a transformação dos negócios e vem influenciando as tomadas de decisões estratégias em organizações por todo o mundo.

Apesar de não ser um tema novo no mercado, recentemente, vem passando por um grande impulso, tornando-se uma tendência por ser uma ótima solução para as empresas frente aos diferentes desafios da sociedade. Se bem aplicado, o ESG gera valor para a organização, com base na preocupação com questões ambientais, sociais e de governança corporativa.

Neste artigo, nós vamos explicar o que é ESG em um verdadeiro guia completo sobre o tema. Quer aprender mais? Continue a leitura.

O que é ESG?

O ESG representa um conjunto de padrões e práticas com o objetivo de conscientizar uma empresa socialmente, no âmbito sustentável e no bom gerenciamento.

O termo é uma sigla que vem da língua inglesa, formada por três pilares que definem o movimento: environmental (meio ambiente), social (de mesmo significado em português) e governance (governança).

Esses três pilares são utilizados como critérios, a fim de entender se uma organização investe e possui sustentabilidade empresarial, abrangendo a perspectiva de análise do negócio mais do que somente seus resultados e métricas financeiras.

O ESG é a validação de que uma empresa possui consciência do seu papel como empregadora e agente social. Ou seja, serve como um balizador que atesta se um determinado negócio entende a influência que exerce na sociedade, independentemente se é pouca, causando impactos positivos e/ou negativos em todo o seu ecossistema de relacionamento.

Por que o ESG é tão importante para as empresas e startups?

Hoje em dia, as pessoas e a própria sociedade costumam destacar as empresas que são comprometidas com uma agenda mundial, por meio de uma governança corporativa. Ou seja, as organizações compreendem as principais tendências e os desafios globais existentes, podendo discernir o que é certo a se fazer em diversas situações e escolhas.

Além disso, a boa imagem de um negócio perante o mercado atrai olhares de empresas maiores ou investidores que podem contribuir ainda mais para o seu crescimento.

Vale destacar que não é porque diferentes empresas são engajadas a favor do ESG, que todas elas possuem o mesmo planejamento de ações nos âmbitos ambiental, social e de governança.

As atuações ESG dependem de diferentes avaliações, como a localização da empresa, o tratamento aos funcionários, o impacto da sociedade e nicho de mercado que está inserida, entre outros pontos importantes a serem levados em conta.

No próximo tópico, te explicaremos com mais detalhes sobre os critérios de avaliação e como eles se aplicam na prática.

Os critérios ESG no Brasil e suas regulamentações

Os pilares do ESG possuem diferentes critérios, cada um com seu significado e diretrizes próprias, que dependem muito do contexto e particularidade do setor onde a empresa está inserida. Abaixo, vamos te explicar cada um deles e como são aplicados de maneira geral:

Ambiental

Na sigla ESG, o E vem de environmental, em inglês, ou ambiental em português. Ou seja, são todas as práticas de uma empresa em prol da preservação do meio ambiente e seu engajamento a favor de diferentes assuntos, como: 

  • Aquecimento global.

  • Poluição do ar e da água.

  • Biodiversidade.

  • Desmatamento.

  • Eficiência energética.

  • Gestão de resíduos e recursos.

  • Escassez de água.

Social

Ao falarmos sobre os critérios no âmbito social, há uma grande variedade de questões a serem consideradas. É muito importante, por exemplo, entender como uma empresa preza e contribui pelo bem-estar de seus funcionários.

Normalmente, os principais pontos analisados nesse quesito são:

  • Satisfação de seus clientes.

  • Proteção de dados e privacidade.

  • Diversidade e inclusão na equipe.

  • Engajamento dos funcionários.

  • Transparência no relacionamento com fornecedores.

  • Relacionamento com a comunidade em que está inserida.

  • Respeito aos direitos humanos e às leis trabalhistas.

Governança

Os critérios relacionados à governança se relacionam na maneira como uma determinada empresa é administrada pelos seus gestores e diretores. Ou seja, a avaliação busca compreender se a gestão executiva e o conselho administrativo atendem aos interesses de diferentes partes da organização: funcionários, acionistas e clientes. Veja abaixo os principais pontos;

  • Composição do conselho.

  • Estrutura do comitê para a realização de auditorias.

  • Conduta corporativa.

  • Remuneração dos colaboradores.

  • Relação com entidades do governo e políticos.

  • A existência de um canal para denúncias.


Como e quando surgiu o ESG?

Agora que você já sabe o que é ESG, deve estar se perguntando qual a origem de tudo isso, não é mesmo? Apesar do termo ter ganhado popularidade recentemente, a preocupação com a sustentabilidade empresarial existe há muito tempo.

A prova disso é o termo Socially Responsible Investing (SRI) ou investimento sustentável e responsável, em português, que surgiu entre as décadas de 1970 e 1980, quando os fundos de investimento começaram a considerar questões sociais nas tomadas de decisão sobre quais organizações mereciam receber os seus recursos.

Ainda na mesma época, algumas empresas foram vetadas de receber investimentos por terem negócios na África do Sul, ou seja, relacionando-se com o apartheid. Foi também no mesmo período que foi criado o primeiro fundo de investimento responsável do mundo, o Paz Sustainable Allocation Fund Investor Class (PACWX), do norte da América, o qual não investia em negócios que financiaram a Guerra do Vietnã.

Durante os próximos anos e décadas, outras empresas também foram vetadas de receber investimentos, por conta de catástrofes ambientais, como o desastre de Bhopal na Índia, onde toneladas de gases tóxicos vazaram das fábricas de pesticidas, e o acidente do navio petroleiro Exxon Valdez, da ExxonMobil, no Alasca. Assim, as organizações passaram a perceber a importância de reduzir seus impactos no meio ambiente para não perderem influência no mercado.

Com o passar do tempo, o foco com os investimentos SRI foi se misturando com as novas preocupações de responsabilidade corporativa dos negócios. Dessa forma, a sigla ESG surgiu oficialmente em 2005, a partir do relatório Who Cares Wins (“ganha quem se importa”, em português) e como resultado de uma iniciativa da Organização das Nações Unidas (ONU).

No relatório, diversas instituições financeiras de diferentes países, incluindo o Brasil, se reuniram para definir diretrizes sobre como considerar e avaliar questões de meio ambiente, sociais e de governança em investimentos.

Com isso, os critérios ESG passaram a ser considerados para a tomada de decisão sobre investimentos, além de servirem como incentivo para que as empresas otimizassem seus serviços e condutas com a sociedade.

Ações e iniciativas ESG que as empresas podem fazer

Até aqui, sabemos que as consequências para as empresas que apostam nas boas práticas do ESG são positivas não somente para atração de investidores, mas também para estabelecer uma imagem positiva no mercado.

Sendo assim, separamos algumas iniciativas voltadas para cada um dos pilares e critérios da sigla para te ajudar. Confira abaixo:

Ambiental

  • Desenvolver e/ou utilizar embalagens recicláveis, que poluem menos o meio ambiente.

  • Utilizar materiais reciclados no escritório e digitalizar o que for possível para reduzir o consumo de recursos da natureza, como o papel.

  • Obter energia elétrica a partir de fontes renováveis e que não emitam poluentes, como a eólica e a solar.

  • Fazer a destinação correta de resíduos.

Social

  • Permitir que as mulheres conciliem sua carreira com a maternidade, oferecendo as melhores condições para tal.

  • Aplicar a cultura de feedback e diálogo entre colaboradores e líderes.

  • Realizar projetos sociais com a comunidade local.

  • Promover grupos de diversidade e inclusão dentro da empresa.

Governança

  • Contratar e fazer parceria com fornecedores e/ou colaboradores terceirizados que tenham integridade.

  • Ter uma organização hierárquica bem definida, com cargos e funções determinados.

  • Ser transparente com todas as pessoas, tornando pública suas principais informações.

3 exemplos de startups focadas em ESG

Saber o que é ESG é tão importante para o mercado, que hoje já existem startups com soluções focadas para os seus pilares às empresas, as chamadas ESG techs. Só no Brasil, já são mais de 740 negócios desse tipo, de acordo com o levantamento Inside ESG Tech Report, realizado pelo Distrito Dataminer.

Nós separamos três exemplos de startups focadas em ESG, cada uma dentro de um pilar (ambiental, social e governança). Confira abaixo:

Moss.Earth - Ambiental

A Moss.Earth é uma startup fundada em 2020, cujo foco principal é a redução do impacto das atividades de empresas no meio ambiente.

Na prática, as organizações compensam o impacto ambiental que causam, comprando créditos para buscar "neutralizar" os seus danos. Essa compra é revertida em programas de conservação da floresta amazônica.

Zenklub - Social

Este é um exemplo de startup a favor do bem-estar e saúde emocional para colaboradores de empresas. Criada em 2016, suas atividades possuem o objetivo de conectar psicólogos e possíveis pacientes, a partir do uso da tecnologia e dados.

O app também possui diversos conteúdos educativos, guias, dicas e exercícios para os seus usuários.

Egalitê - Governança

A startup, que se encaixa no pilar de governança, foi fundada em 2009 e auxilia tanto a pessoa com deficiência (PCD) a ingressar no mercado de trabalho quanto as empresas a cumprirem a lei de cotas e realizar recrutamentos assertivos.

A solução é uma plataforma que torna a área de Recursos Humanos mais inteligente, automatizando e digitalizando diferentes processos.

Seja um profissional de negócios consciente!

Hoje em dia, muitas pessoas manifestam o objetivo de iniciar o seu próprio negócio. Dentre as diversas opções existentes, não há como não considerar o meio tecnológico como uma alternativa. A área se tornou algo presente e essencial na vida das pessoas. Além disso, com o passar do tempo, a transformação digital só tende a aumentar.

Neste contexto, é muito importante que os negócios sejam conscientes e, para isso, devem entender o que é ESG e aplicar diferentes iniciativas em prol de colocar esse objetivo em prática.

Juntando todos esses fatos e suas importâncias, a Digital House oferece, em sua grade, o curso de Gestão de Produtos Digitais, onde o(a) aluno(a) aprende como iniciar e gerenciar o seu negócio da melhor forma, aplicando diferentes estratégias e construindo os melhores roadmaps para desenvolvimento de produtos.

As aulas são dinâmicas, 100% ao vivo e ministradas por professores especialistas, que estão no mercado atuando na área de negócios. Impulsione agora mesmo sua carreira e garanta a sua estabilidade profissional!

E lembre-se: para que um projeto saia do papel e entre em prática de maneira assertiva, é fundamental ter em mente o que é ESG, que é um dos assuntos abordados durante o curso.

E se você gostou desse conteúdo, não deixe de conferir o material que produzimos sobre como construir sua marca do zero, com um passo a passo de como desenvolver uma boa brand equity.

Leia mais no blog DH:

Google Analytics Dashboard: crie e personalize com o nosso passo a passo

O que é brand equity e como as empresas geram valor de marca em seus produtos e serviços

Marketing digital para iniciantes: 10 dicas de como começar na carreira

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Social listening: o que é, qual a importância e principais ferramentas do mercado img
#Dados

Social listening: o que é, qual a importância e principais ferramentas do mercado

É importante que os gestores de marketing saibam que nenhuma estratégia é completa sem a prática dessa técnica. Acompanhe este artigo para saber o que é isso, quais são as melhores ferramentas da atualidade e como o social listening pode ajudar o seu negócio a tirar melhor proveito da presença nas redes.O que é social listening?O social listening pode ser traduzido como "escuta social" a grosso modo. É uma técnica que consiste na identificação de comentários e conversas com informações relevantes para uma marca nas redes sociais. O processo parte de termos específicos ou temas relacionados ao universo de comunicação da empresa.Tudo é considerado, analisado e transformado em ações para otimizar e melhorar a relação com os seus consumidores. Nem sempre as menções às organizações acontecem de forma direta e/ou explícita na internet. Sendo assim, conseguir ouvir o público, mesmo com uma distância existente, se torna algo importante.Para isso, diversas ferramentas de social listening podem ser utilizadas para monitorar palavras-chave ou assuntos que estão sendo falados nas redes sociais, a fim de juntar todas essas informações relevantes.As três principais vantagens do social listeningSaber o que o seu público está realmente falando da marcaCom o social listening, é possível ouvir a opinião do público-alvo sem interferências. Ou seja, é descobrir o que eles realmente pensam sobre uma marca, produto, serviço, campanha etc. Reduz o impacto negativo de reclamaçõesQuando um cliente expõe um feedback negativo de uma determinada empresa na internet, ele pode influenciar a decisão de compra de outras pessoas, principalmente os seus círculos de contato. Ao fazer o social listening e monitorar esse tipo de menção, pode-se intervir e buscar uma solução imediata.Avaliação da qualidade das interaçõesO social listening permite não só avaliar a quantidade de engajamentos, mas também a qualidade deles nas redes sociais. Às vezes, os números podem indicar muitas menções e comentários, mas por um motivo ruim.Como usar uma ferramenta de social listening?Existem diversas formas de usar as ferramentas de social listening. Tudo pode variar, desde curtir ou responder os comentários dos clientes até gerar insights para otimizar o negócio. Separamos as principais possibilidades para você. Veja:Monitorar menções à própria marcaSaiba tudo que está sendo falado sobre sua empresa, sejam comentários positivos, negativos ou mesmo que o consumidor não a marque diretamente. Neste contexto, é essencial monitorar também erros comuns da escrita dos nomes, analisar slogans, hashtags e outras palavras relacionadas.Avaliar o sentimento do públicoEm momentos de lançamentos, campanhas, entre outras situações, é preciso entender como os consumidores estão recebendo essa comunicação e o que pode ser melhorado nela.Oferecer suporte ao clienteMuitas empresas utilizam as ferramentas de social listening para iniciar atendimentos aos consumidores insatisfeitos com a marca, quando estão comentando algo negativo nas redes sociais.Saber das últimas tendênciasAs ferramentas de social listening permitem que uma empresa entenda o que mais interessa ao seu público-alvo, monitorando também termos relevantes do seu nicho de mercado.Observar a concorrênciaO processo de benchmarking, ou seja, analisar as reações à comunicação das marcas concorrentes, proporciona o entendimento pleno sobre o que estão fazendo de certo ou errado, o que o ajuda a identificar insights para sua própria estratégia.Encontrar influenciadores para a marcaAo utilizar as ferramentas, você pode encontrar pessoas que estão inseridas dentro do seu mercado de atuação. Eles podem ser o diferencial que sua marca precisa para impulsionar ainda mais a comunicação nesse círculo.Gerar insights de negócioEm determinados momentos, comentários como “acho que o produto X seria melhor se tivesse Y” pode ser o insight para sua marca otimizar os processos organizacionais e trazer novos resultados.4 ferramentas de social listening para redes sociaisSeparamos as principais ferramentas de social listening para complementar sua presença nas redes. Confira:Hootsuite InsightsEssa é uma ferramenta bastante conhecida no mercado quando o assunto é organizar a rotina da comunicação nas redes sociais. A parceria com a Brandwatch a torna bastante relevante para análises, podendo pesquisar tendências, receber resultados em tempo real, além de gerar relatórios automáticos e inteligentes.Sprout SocialA ferramenta permite planejar, organizar, agendar publicações, engajar com o público e analisar dados em dashboards de fácil visualização, assim como o Google Analytics.BuzzSumoEssa é uma boa ferramenta para identificar os assuntos mais consumidos e compartilhados nas redes sociais. Com ela, é possível extrair relatórios e analisar métricas dos últimos seis meses.StilingueCom base em recursos de inteligência artificial, a ferramenta proporciona a análise do comportamento das pessoas na internet. Ela coleta, interpreta, analisa e resume os principais dados das redes sociais, sugerindo, como resultado, recomendações sobre os assuntos com os quais a marca deve se atentar.Como utilizar dados de social listening na produção de conteúdo?Não há dúvida de que um conteúdo atrativo diferencia qualquer estratégia de comunicação. No entanto, prender a atenção das pessoas e fidelizá-las é um grande desafio nos dias atuais, principalmente pela quantidade de informações geradas a todo o momento.Sendo assim, separamos algumas dicas para estruturar uma estratégia de marketing de conteúdo, com base nos insights de social listening, a fim de nutrir o relacionamento de uma marca com seu público da melhor forma. Veja:Redes sociaisCom os insights de social listening, é possível melhorar as postagens das próprias redes sociais com ideias originais, que se aproximam da sua audiência, desenvolvendo a reputação da marca, auxiliando no gerenciamento de crises e gerando dados relevantes.SEOEntender as narrativas e assuntos em torno do seu nicho de mercado possibilita identificar quais são os termos mais relevantes para incorporá-los em sua estratégia de SEO, a fim de melhorar o ranqueamento nos sites de buscas.MemesNa internet, um simples conteúdo de humor pode viralizar e se espalhar na velocidade da luz. Os memes vieram para ficar e incluí-los na comunicação pode ser o diferencial para o alcance e engajamento de uma estratégia multiplataforma. Um exemplo é o próprio BBB, que está iniciando agora. Sabemos que o assunto está em alta e pode ser a base de um conteúdo que pode viralizar no meio digital.Lembrando que é importante saber qual é o tom da voz da sua marca, entender seu público e o contexto dos memes para poder usá-los na criação de conteúdos espontâneos e que impactam o seu público. O timing é essencial para essa estratégia.  NewsletterInclua o formato em sua estratégia, conversando com a sua audiência com conteúdos sobre o seu mercado, além de informações relevantes, identificadas nos insights do social listening.ArtigosEntender os assuntos que agradam ao seu público também pode servir como base para a criação de novas pautas para textos em blog posts, por exemplo. Eles são ótimas ferramentas para trazer novos leads a uma marca.Seja um especialista em dados!Depois de saber um pouco mais sobre como os dados podem transformar uma empresa, fica difícil não se interessar pelo segmento, não é mesmo? Neste contexto, ter uma certificação ou diploma é uma ótima opção para construir uma base de conhecimentos e utilizá-los no dia a dia das empresas, além de ser um diferencial no mercado de trabalho, quando for fazer entrevistas.A Digital House compreende essa realidade e oferece os cursos de Data Science e Data Analytics, que ensinam o aluno a tomar decisões com base em dados, além de gerar inteligência para o negócio. Que tal garantir seu sucesso profissional? Inscreva-se agora mesmo!Leia mais no blog DH:+ Google Analytics Dashboard: crie e personalize com o nosso passo a passo+ O que é brand equity e como as empresas geram valor de marca em seus produtos e serviços+ Marketing digital para iniciantes: 10 dicas de como começar na carreiraE aí, já segue a gente no Twitter? Vem pra rede, vamos conversar sobre habilidades digitais! ;)

Comportamento do consumidor: como o digital alterou a jornada de compra das marcas? img
#Marketing

Comportamento do consumidor: como o digital alterou a jornada de compra das marcas?

Convenhamos, isso não é novidade para ninguém. Mas você sabe identificar os elementos que mudaram durante a consolidação da jornada de compra digital? Novos conceitos surgiram, como o omnichannel, experiência do cliente, além das inovações em produtos e serviços, entre outras novidades.Se você atua diretamente com a jornada do consumidor digital, continue acompanhando este artigo.Por que se preocupar com o comportamento do consumidor?Compreender o comportamento do consumidor é tão importante quanto garantir a qualidade do seu produto ou serviço. Se pararmos para analisar, esses dois fatores estão relacionados, pois juntos garantem a melhor experiência do cliente.Ao identificar todos os pontos que impactam e direcionam as decisões de seu público-alvo, a empresa foca os seus esforços onde é realmente necessário, antecipando tendências, realizando ações de marketing assertivas e obtendo os resultados desejados, ou seja, mais lucro.Na prática, isso é estruturar ações inovadoras com o objetivo de atrair, prospectar e reter clientes.Quais são os novos hábitos do consumidor?Separamos algumas das principais mudanças de hábito do consumidor para deixar você ainda mais atento(a) com as suas estratégias. Confira:Aumento das compras onlineNão é novidade para ninguém que o brasileiro passou a adotar o costume das compras online durante a realidade pandêmica. De acordo com dados do Índice Cielo de Varejo Ampliado, o aumento das vendas online no período de Natal do ano passado foi de 38%, em comparação com 2020. Com isso, fica claro que as marcas precisam pensar em estratégias que envolvam a presença online.Uma rotina híbridaEm meio a mudanças constantes de rotina, com o avanço da vacinação, as pessoas começaram a retornar aos escritórios, mas não da maneira como acontecia antes da Covid-19. Isso porque o híbrido está em primeiro lugar quando se trata do futuro do modelo de trabalho. Neste caso, o profissional tem a possibilidade de dividir suas atividades entre a sede da empresa, sua casa, em escritórios flexíveis ou coworkings, como também são chamados.Isso também afetará a jornada de consumo, pois as marcas deverão estar presentes em diferentes canais para atender todas as opções.Novas opções de compraNos mercados, tudo está cada vez mais caro e, ao mesmo tempo, a renda do consumidor em geral caiu. Essa é uma realidade dura no novo cenário. Com isso, as pessoas passaram a conhecer e experimentar novas marcas, além de aderir a outras maneiras de economizar, como o cashback (dinheiro de volta) nas compras, promovido por muitas marcas.Fatores que influenciam o comportamento do consumidorCompreender a jornada de compra do cliente é algo bastante complexo. Isso porque são diversos canais, variáveis e pontos que tornam o processo de decisão cada vez menos regular. Sendo assim, antes de tudo, é importante entendermos quais são os principais fatores que influenciam o comportamento do consumidor.Separamos os principais para ajudar você a entender com mais clareza o que influencia as atitudes e decisões relacionadas às compras:Fatores pessoaisAqui estão envolvidos todos os interesses e opiniões de uma pessoa. Eles podem ter alterações de acordo com dados demográficos, como idade, sexo, cultura, profissão, entre outros.Fatores psicológicosO retorno de um público para uma campanha de marketing, por exemplo, pode ser baseado em suas percepções e atitudes, ou seja, como uma pessoa pode compreender determinadas informações, percepção da sua necessidade, atitudes, entre outros pontos.Fatores sociaisO comportamento pode passar por influências vindas da família, amigos, companheiros ou por informações absorvidas nas mídias sociais. Isso também inclui classe social, renda e nível de escolaridade.Compreender esses três fatores é importante para estruturar da melhor forma os processos de venda, as estratégias de marketing, comunicação e atendimento ao cliente. Isso fará com que os consumidores percorram a sua jornada de compra de maneira mais rápida e eficaz.As principais tendências para o comportamento do consumidor na Era DigitalLendo o conteúdo até aqui, não há dúvida de que a internet impactou o comportamento das pessoas e os seus processos de decisão de consumo. Se você é um gestor, separamos algumas tendências para ajudar a estruturar a jornada de compra do seu negócio. Confira:Dê atenção ao mobileNão é novidade que as pessoas usam cada vez mais os seus dispositivos móveis para fazer compras. No entanto, dados da pesquisa "Consumo online no Brasil" comprovam ainda mais esse fato. O smartphone é o dispositivo mais utilizado para esta finalidade pela internet, correspondendo a 87% em 2021. Isso representa um avanço de 20 pontos percentuais em relação ao último estudo realizado em 2019.Os dispositivos móveis são, portanto, uma ferramenta valiosa e essencial para atrair, prospectar e vender produtos e/ou serviços aos seus clientes a qualquer horário e em todo lugar.Não é recomendável que uma empresa negligencie um aliado tão influente nos dias de hoje. Isso pode representar muitas oportunidades de negócio. E para serem assertivas, as lojas virtuais precisam ter o seu design responsivo, ou seja, o layout deve se adaptar a qualquer tipo de tela, proporcionando facilidade e uma boa experiência nas compras.A empresa não precisa ser de grande porte para explorar as oportunidades do meio digital. Um restaurante, por exemplo, mesmo sendo pequeno, pode ter um aumento significativo nas vendas se explorar as oportunidades dos canais móveis. O iFood e o Uber Eats são exemplos de que pequenas empresas podem se aliar, a fim de proporcionar uma boa experiência e o conforto do consumidor em suas casas.Experiência é muito importanteAtualmente, vivemos a era da experiência, onde as pessoas querem ter atendimentos rápidos, eficientes e personalizados. Em um mercado tão competitivo, com diversas opções de produtos semelhantes, esse pode ser o diferencial que os consumidores estão procurando.O consumidor possui o poderAssim como a importância da experiência, o consumidor também possui o seu empoderamento. Ele quer sentir que tem o direito de escolher e o poder de decisão final nas jornadas de compra. Sendo assim, as empresas devem pensar em diferentes opções, ferramentas e usabilidades que tornam esse processo mais assertivo.Para isso, obter dados sobre o comportamento do público-alvo é fundamental. Faça pesquisas de mercado, analise dados coletados a partir de Big Data, entre outras possibilidades, a fim de estudar seu cliente e criar ações que o façam sentir especial e empoderado.Relacionamento com o cliente é essencialÉ importante destacar que os consumidores não querem trocar a experiência maravilhosa com uma empresa por algo incerto. Eles preferem ser fiéis. Por isso, é importante construir relacionamentos fortes entre organizações e clientes para aumentar a fidelização e transformá-los em embaixadores de sua marca. Um bom planejamento estratégico de marketing possui grande influência para tornar todo esse processo ainda mais adequado.O uso de ferramentas que armazenam dados também é uma ótima opção tecnológica e acessível a todos os negócios, podendo ser feito por meio de um CRM.Com conhecimento, é possível mapear percepções e desenhar ações assertivas para melhorar seus resultados. No mercado atual, não basta apenas ter uma entrega de qualidade, mas também saber para quem, quando, onde e como fazer tudo isso. Esse é o verdadeiro valor para os consumidores.A Digital House compreende esse panorama e oferece o curso de Marketing Digital, voltado especialmente para os iniciantes na área. Ela oferece todo o conteúdo necessário para que o(a) aluno(a) seja um(a) grande profissional e saiba as principais habilidades técnicas exigidas pelo mercado, mudando o rumo de todas as empresas que vier a se envolver.As aulas são 100% online, ao vivo e ministradas por professores especialistas que estão no mercado. Dê um novo start para 2022, impulsionando a sua carreira. Inscreva-se!Leia mais no blog DH:+ Google Analytics Dashboard: crie e personalize com o nosso passo a passo+ O que é brand equity e como as empresas geram valor de marca em seus produtos e serviços+ Marketing digital para iniciantes: 10 dicas de como começar na carreiraE aí, já segue a gente no Twitter? 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Benchmark ou benchmarking: entenda o que são, sua diferença e qual a sua importância para as empresas img
#Marketing

Benchmark ou benchmarking: entenda o que são, sua diferença e qual a sua importância para as empresas

No dia a dia das empresas, é comum ocorrer situações em que os líderes precisam implementar novos processos que nunca ouviram falar ou desenvolver um novo produto ou serviço. Para isso, dominar a teoria não é o suficiente. É preciso ir além e buscar as melhores ações de outras organizações no mesmo segmento.Isso porque ao identificar o que funciona em seu mercado, os gestores também compreendem como as suas próprias empresas estão se saindo em relação às outras e o que podem fazer para alcançar o sucesso.Quer saber por onde começar e descobrir se é o benchmark ou benchmarking que deve ser implementado em seu contexto? Continue a leitura e entenda tudo sobre os conceitos.O que é benchmarking e para que serve?Benchmarking é uma técnica de avaliação comparativa entre diferentes empresas, geralmente da mesma área de atuação. Com base em uma pesquisa criteriosa, a ferramenta proporciona, com profundidade, dados valiosos e estratégicos para embasar as tomadas de decisão dos gestores empresariais aos seus próximos passos.Geralmente, a necessidade do benchmark ou benchmarking (entenderemos a diferença mais adiante) parte de uma situação de estagnação ou insegurança de um negócio, quando ele não está obtendo resultados satisfatórios de suas ações no mercado. Portanto, caso exista uma organização se destacando no mesmo nicho, nada melhor do que se inspirar nela.É importante pontuar também que o benchmarking também ocorre com empresas de diferentes áreas. Nestes casos, o objetivo é trazer um novo ponto de vista aos processos organizacionais, como prática de gestão de equipes, recrutamento e seleção, prospecção de clientes, entre outros motivos. Quer saber se você deve usar benchmark ou benchmarking em sua empresa? Veja adiante.Benchmark ou benchmarking: qual a diferença?Vamos direto ao ponto. Como comentamos, benchmarking é a técnica de pesquisar outras empresas e identificar os seus pontos positivos para servir de inspiração e adaptação ao próprio negócio. Já benchmark são essas organizações que servem de exemplo, pois possuem um trabalho e atuação muito bons.Para compreendermos melhor a diferença entre benchmark ou benchmarking, vamos dar um exemplo: imagine duas empresas que atuam no mesmo setor, mas com portes diferentes. A primeira é uma marca local que quer aumentar a sua rede. A segunda possui suas operações em nível nacional, estando presente nos principais centros comerciais do Brasil.Devido ao ótimo desempenho, a segunda é um alvo constante das pesquisas de concorrência, sendo considerado como benchmark em seu nicho de mercado. Quando o pequeno negócio decide fazer essa análise, o processo utilizado é o benchmarking.Benchmarking e o marketing de sua empresaÉ muito importante saber que o benchmarking é também um ótimo meio de otimizar as estratégias de marketing de um negócio, pois este é um grande ponto para qualquer empresa crescer no mercado. Neste sentido, é preciso estar atento a 3 tópicos:Benchmarking não é feito uma única vezA técnica precisa ser um hábito recorrente. Fazê-lo apenas uma vez não trará grandes impactos no negócio e não desenvolverá o processo de otimização e melhoria contínua.Sempre acompanhe os resultadosApós a realização do benchmarking e a análise dos dados, você, como gestor, pode introduzir diversas mudanças, otimizações de processos e ajustes de rota. No entanto, se esses novos resultados não forem medidos e acompanhados, nunca saberá se as alterações trouxeram impactos positivos para a empresa.Treine os times a fim de normalizar a técnica em suas estratégiasCom o treinamento do time e a cultura organizacional orientada ao benchmarking, todos os colaboradores ficam mais seguros dos novos processos e os resultados positivos são atingidos de maneira mais rápida. É essencial que todos possam participar das mudanças e sejam sempre ouvidos.Como comentamos, sabemos que o benchmarking é uma ótima maneira para adequar e otimizar suas estratégias de marketing. No entanto, é preciso complementá-lo com inteligência de mercado, a fim de que a técnica esteja de acordo com a realidade de sua empresa.Se você possui interesse em aprender mais sobre a técnica na prática, além de outras diversas estratégias, a Digital House possui o curso de Marketing Digital, que capacita seus alunos a dominar as principais ferramentas e fazer a diferença no mercado de trabalho.Todas as aulas são remotas, dinâmicas, 100% ao vivo e contam com professores especialistas que estão no mercado. Os alunos também podem obter toda a orientação necessária à sua jornada com o Departamento de Carreiras, acessando diversos conteúdos exclusivos. Inscreva-se agora mesmo e dê um novo start na sua jornada profissional!Por que o benchmarking é essencial para a sua empresa?Para deixar o questionamento mais claro, separamos os principais benefícios do benchmarking para você. Confira:Colabora com o alinhamento da equipeEntender o posicionamento da empresa, seus objetivos e o que pode melhorar com base nos insights de mercado, contribui para que todos do time estejam em sintonia, deixando evidente sobre o que é preciso fazer para alcançar as novas metas.Melhora a cultura organizacionalObservar as melhores práticas da concorrência deixa a organização mais alerta e buscando uma melhoria contínua de seus processos.Melhores práticasÉ possível que a empresa visualize e entenda quais são as melhores práticas para estar alinhada ao seu nicho de mercado e ao público-alvo.Redução de errosCom boas referências, a organização consegue ser mais assertiva em suas estratégias, prevendo tendências e possíveis erros.Aumenta o valor de marcaBoas práticas e estratégias fazem com que o negócio tenha melhores propósitos e sua imagem se destaque no mercado, tornando-a mais valiosa.Relacionamento com o clienteCom o benchmarking dos concorrentes, é possível obter insights para as estratégias de marketing, sobre as necessidades do público-alvo e proporcionar uma melhor experiência do consumidor com os seus próprios produtos e serviços.Depois de ler este conteúdo, ficou claro que o benchmarking é um assunto muito importante para as empresas, não é mesmo? Para se aprofundar nesta temática, não deixe de conferir nosso artigo sobre o que é cultura digital, a sua importância e características dentro de um negócio.Leia mais no blog DH:+ Google Analytics Dashboard: crie e personalize com o nosso passo a passo+ O que é brand equity e como as empresas geram valor de marca em seus produtos e serviços+ Marketing digital para iniciantes: 10 dicas de como começar na carreiraE aí, já segue a gente no Twitter? Vem pra rede, vamos conversar sobre habilidades digitais! ;)