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O que é ESG? Entenda o conceito, seu funcionamento e principais características

O que é ESG? Entenda o conceito, seu funcionamento e principais características
8 de outubro - min de leitura

Quando pensamos sobre o que é ESG, abrangemos boas práticas ambientais, sociais e de governança para empresas. Entenda.


Você sabe o que é ESG e como o termo está cada vez mais presente nos conselhos e administração das empresas? Muito se ouve falar sobre, pois ele contribui para a transformação dos negócios e vem influenciando as tomadas de decisões estratégias em organizações por todo o mundo.

Apesar de não ser um tema novo no mercado, recentemente, vem passando por um grande impulso, tornando-se uma tendência por ser uma ótima solução para as empresas frente aos diferentes desafios da sociedade. Se bem aplicado, o ESG gera valor para a organização, com base na preocupação com questões ambientais, sociais e de governança corporativa.

Neste artigo, nós vamos explicar o que é ESG em um verdadeiro guia completo sobre o tema. Quer aprender mais? Continue a leitura.

O que é ESG?

O ESG representa um conjunto de padrões e práticas com o objetivo de conscientizar uma empresa socialmente, no âmbito sustentável e no bom gerenciamento.

O termo é uma sigla que vem da língua inglesa, formada por três pilares que definem o movimento: environmental (meio ambiente), social (de mesmo significado em português) e governance (governança).

Esses três pilares são utilizados como critérios, a fim de entender se uma organização investe e possui sustentabilidade empresarial, abrangendo a perspectiva de análise do negócio mais do que somente seus resultados e métricas financeiras.

O ESG é a validação de que uma empresa possui consciência do seu papel como empregadora e agente social. Ou seja, serve como um balizador que atesta se um determinado negócio entende a influência que exerce na sociedade, independentemente se é pouca, causando impactos positivos e/ou negativos em todo o seu ecossistema de relacionamento.

Por que o ESG é tão importante para as empresas e startups?

Hoje em dia, as pessoas e a própria sociedade costumam destacar as empresas que são comprometidas com uma agenda mundial, por meio de uma governança corporativa. Ou seja, as organizações compreendem as principais tendências e os desafios globais existentes, podendo discernir o que é certo a se fazer em diversas situações e escolhas.

Além disso, a boa imagem de um negócio perante o mercado atrai olhares de empresas maiores ou investidores que podem contribuir ainda mais para o seu crescimento.

Vale destacar que não é porque diferentes empresas são engajadas a favor do ESG, que todas elas possuem o mesmo planejamento de ações nos âmbitos ambiental, social e de governança.

As atuações ESG dependem de diferentes avaliações, como a localização da empresa, o tratamento aos funcionários, o impacto da sociedade e nicho de mercado que está inserida, entre outros pontos importantes a serem levados em conta.

No próximo tópico, te explicaremos com mais detalhes sobre os critérios de avaliação e como eles se aplicam na prática.

Os critérios ESG no Brasil e suas regulamentações

Os pilares do ESG possuem diferentes critérios, cada um com seu significado e diretrizes próprias, que dependem muito do contexto e particularidade do setor onde a empresa está inserida. Abaixo, vamos te explicar cada um deles e como são aplicados de maneira geral:

Ambiental

Na sigla ESG, o E vem de environmental, em inglês, ou ambiental em português. Ou seja, são todas as práticas de uma empresa em prol da preservação do meio ambiente e seu engajamento a favor de diferentes assuntos, como: 

  • Aquecimento global.

  • Poluição do ar e da água.

  • Biodiversidade.

  • Desmatamento.

  • Eficiência energética.

  • Gestão de resíduos e recursos.

  • Escassez de água.

Social

Ao falarmos sobre os critérios no âmbito social, há uma grande variedade de questões a serem consideradas. É muito importante, por exemplo, entender como uma empresa preza e contribui pelo bem-estar de seus funcionários.

Normalmente, os principais pontos analisados nesse quesito são:

  • Satisfação de seus clientes.

  • Proteção de dados e privacidade.

  • Diversidade e inclusão na equipe.

  • Engajamento dos funcionários.

  • Transparência no relacionamento com fornecedores.

  • Relacionamento com a comunidade em que está inserida.

  • Respeito aos direitos humanos e às leis trabalhistas.

Governança

Os critérios relacionados à governança se relacionam na maneira como uma determinada empresa é administrada pelos seus gestores e diretores. Ou seja, a avaliação busca compreender se a gestão executiva e o conselho administrativo atendem aos interesses de diferentes partes da organização: funcionários, acionistas e clientes. Veja abaixo os principais pontos;

  • Composição do conselho.

  • Estrutura do comitê para a realização de auditorias.

  • Conduta corporativa.

  • Remuneração dos colaboradores.

  • Relação com entidades do governo e políticos.

  • A existência de um canal para denúncias.


Como e quando surgiu o ESG?

Agora que você já sabe o que é ESG, deve estar se perguntando qual a origem de tudo isso, não é mesmo? Apesar do termo ter ganhado popularidade recentemente, a preocupação com a sustentabilidade empresarial existe há muito tempo.

A prova disso é o termo Socially Responsible Investing (SRI) ou investimento sustentável e responsável, em português, que surgiu entre as décadas de 1970 e 1980, quando os fundos de investimento começaram a considerar questões sociais nas tomadas de decisão sobre quais organizações mereciam receber os seus recursos.

Ainda na mesma época, algumas empresas foram vetadas de receber investimentos por terem negócios na África do Sul, ou seja, relacionando-se com o apartheid. Foi também no mesmo período que foi criado o primeiro fundo de investimento responsável do mundo, o Paz Sustainable Allocation Fund Investor Class (PACWX), do norte da América, o qual não investia em negócios que financiaram a Guerra do Vietnã.

Durante os próximos anos e décadas, outras empresas também foram vetadas de receber investimentos, por conta de catástrofes ambientais, como o desastre de Bhopal na Índia, onde toneladas de gases tóxicos vazaram das fábricas de pesticidas, e o acidente do navio petroleiro Exxon Valdez, da ExxonMobil, no Alasca. Assim, as organizações passaram a perceber a importância de reduzir seus impactos no meio ambiente para não perderem influência no mercado.

Com o passar do tempo, o foco com os investimentos SRI foi se misturando com as novas preocupações de responsabilidade corporativa dos negócios. Dessa forma, a sigla ESG surgiu oficialmente em 2005, a partir do relatório Who Cares Wins (“ganha quem se importa”, em português) e como resultado de uma iniciativa da Organização das Nações Unidas (ONU).

No relatório, diversas instituições financeiras de diferentes países, incluindo o Brasil, se reuniram para definir diretrizes sobre como considerar e avaliar questões de meio ambiente, sociais e de governança em investimentos.

Com isso, os critérios ESG passaram a ser considerados para a tomada de decisão sobre investimentos, além de servirem como incentivo para que as empresas otimizassem seus serviços e condutas com a sociedade.

Ações e iniciativas ESG que as empresas podem fazer

Até aqui, sabemos que as consequências para as empresas que apostam nas boas práticas do ESG são positivas não somente para atração de investidores, mas também para estabelecer uma imagem positiva no mercado.

Sendo assim, separamos algumas iniciativas voltadas para cada um dos pilares e critérios da sigla para te ajudar. Confira abaixo:

Ambiental

  • Desenvolver e/ou utilizar embalagens recicláveis, que poluem menos o meio ambiente.

  • Utilizar materiais reciclados no escritório e digitalizar o que for possível para reduzir o consumo de recursos da natureza, como o papel.

  • Obter energia elétrica a partir de fontes renováveis e que não emitam poluentes, como a eólica e a solar.

  • Fazer a destinação correta de resíduos.

Social

  • Permitir que as mulheres conciliem sua carreira com a maternidade, oferecendo as melhores condições para tal.

  • Aplicar a cultura de feedback e diálogo entre colaboradores e líderes.

  • Realizar projetos sociais com a comunidade local.

  • Promover grupos de diversidade e inclusão dentro da empresa.

Governança

  • Contratar e fazer parceria com fornecedores e/ou colaboradores terceirizados que tenham integridade.

  • Ter uma organização hierárquica bem definida, com cargos e funções determinados.

  • Ser transparente com todas as pessoas, tornando pública suas principais informações.

3 exemplos de startups focadas em ESG

Saber o que é ESG é tão importante para o mercado, que hoje já existem startups com soluções focadas para os seus pilares às empresas, as chamadas ESG techs. Só no Brasil, já são mais de 740 negócios desse tipo, de acordo com o levantamento Inside ESG Tech Report, realizado pelo Distrito Dataminer.

Nós separamos três exemplos de startups focadas em ESG, cada uma dentro de um pilar (ambiental, social e governança). Confira abaixo:

Moss.Earth - Ambiental

A Moss.Earth é uma startup fundada em 2020, cujo foco principal é a redução do impacto das atividades de empresas no meio ambiente.

Na prática, as organizações compensam o impacto ambiental que causam, comprando créditos para buscar "neutralizar" os seus danos. Essa compra é revertida em programas de conservação da floresta amazônica.

Zenklub - Social

Este é um exemplo de startup a favor do bem-estar e saúde emocional para colaboradores de empresas. Criada em 2016, suas atividades possuem o objetivo de conectar psicólogos e possíveis pacientes, a partir do uso da tecnologia e dados.

O app também possui diversos conteúdos educativos, guias, dicas e exercícios para os seus usuários.

Egalitê - Governança

A startup, que se encaixa no pilar de governança, foi fundada em 2009 e auxilia tanto a pessoa com deficiência (PCD) a ingressar no mercado de trabalho quanto as empresas a cumprirem a lei de cotas e realizar recrutamentos assertivos.

A solução é uma plataforma que torna a área de Recursos Humanos mais inteligente, automatizando e digitalizando diferentes processos.

Seja um profissional de negócios consciente!

Hoje em dia, muitas pessoas manifestam o objetivo de iniciar o seu próprio negócio. Dentre as diversas opções existentes, não há como não considerar o meio tecnológico como uma alternativa. A área se tornou algo presente e essencial na vida das pessoas. Além disso, com o passar do tempo, a transformação digital só tende a aumentar.

Neste contexto, é muito importante que os negócios sejam conscientes e, para isso, devem entender o que é ESG e aplicar diferentes iniciativas em prol de colocar esse objetivo em prática.

Juntando todos esses fatos e suas importâncias, a Digital House oferece, em sua grade, o curso de Gestão de Produtos Digitais, onde o(a) aluno(a) aprende como iniciar e gerenciar o seu negócio da melhor forma, aplicando diferentes estratégias e construindo os melhores roadmaps para desenvolvimento de produtos.

As aulas são dinâmicas, 100% ao vivo e ministradas por professores especialistas, que estão no mercado atuando na área de negócios. Impulsione agora mesmo sua carreira e garanta a sua estabilidade profissional!

E lembre-se: para que um projeto saia do papel e entre em prática de maneira assertiva, é fundamental ter em mente o que é ESG, que é um dos assuntos abordados durante o curso.

E se você gostou desse conteúdo, não deixe de conferir o material que produzimos sobre como construir sua marca do zero, com um passo a passo de como desenvolver uma boa brand equity.

Leia mais no blog DH:

Google Analytics Dashboard: crie e personalize com o nosso passo a passo

O que é brand equity e como as empresas geram valor de marca em seus produtos e serviços

Marketing digital para iniciantes: 10 dicas de como começar na carreira

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#Dados

Entenda o que é uma rede neural convolucional no deep learning

As capacidades dos seres humanos têm sido reproduzidas de maneira cada vez mais perfeita, graças à inteligência artificial e às máquinas. É neste contexto que entra a rede neural convolucional, que envolve a visão computacional, onde diversos pesquisadores e entusiastas trabalham incansavelmente para fazer coisas incríveis acontecerem.Neste campo, a previsão e o objetivo é fazer com que as máquinas possam ver o mundo como os seres humanos, tendo percepções de maneira semelhante e usando a inteligência para realizar diferentes tarefas, como o reconhecimento de imagem e vídeo, que é uma funcionalidade que já conhecemos, análises e classificações de mídias, processamento de linguagem, entre outras.Quer entender mais sobre o conceito de rede neural convolucional? Continue acompanhando.O que é uma rede neural convolucional?Uma Rede Neural Convolucional ou RNC, como também é conhecida, é um algoritmo de deep learning que é capaz de captar uma imagem de entrada e atribuir importâncias e diferenciar aspectos e objetos presentes nela.É importante destacar que o pré-processamento de uma RNC é muito menor do que outros algoritmos de classificação. Normalmente, nos métodos mais primitivos, os filtros são desenvolvidos à mão, enquanto que, na rede neural convolucional, eles podem captar esses filtros ou características por conta própria.De acordo com o livro "Neural Networks and Learning Machines", de Simon Haykin, a estrutura de uma rede neural convolucional é dividida em três objetivos principais. Conheça cada uma delas:Extração de característicasAo receber os sinais de entrada de um campo receptível, é possível extrair as características locais. Isso faz com que a posição exata de cada pixel, no caso de uma imagem, seja irrelevante, ou seja, não é importante saber onde um determinado objeto se encontra, desde que os aspectos que o compõem estejam organizados e conectados da mesma forma.Mapeamento de característicasCada camada computacional da rede neural convolucional é composta por diferentes mapas de características, que dão robustez ao modelo, fazendo com que seja possível lidar com variações, como distorção, rotação ou translação na imagem.SubamostragemA camada de subamostragem é aplicada para coletar amostras de cada mapa de característica, produzindo uma sumarização.Por que as redes neurais convolucionais são usadas?Uma rede neural convolucional é utilizada para se trabalhar com imagens. Dependendo da maneira que for aplicada, pode facilitar o entendimento mais complexo da visão computacional, em prol de tarefas, como análise de sentimentos, detecção de objetos, reconhecimento e categorização, entre outros.Para um computador, uma simples imagem não significa muito mais do que uma matriz de valores de pixels. Neste contexto, a RNC pode ser treinada para entender a sofisticação dela, através da convolução.Seu processo ajusta o conjunto de dados da imagem, devido à redução no número de parâmetros envolvidos, além da capacidade de reutilização dos pesos.Ficou interessado em aprender e entender mais sobre o assunto? Saiba que a Digital House é a maior escola para aprendizado de habilidades digitais da América Latina e referência, também, na área da inteligência artificial e suas vertentes, como o próprio deep learning e as redes neurais convolucionais.Recomendamos que você conheça o curso de Inteligência Artificial da DH, que forma especialistas capazes de enfrentar qualquer tipo de desafio nos processos organizacionais, contribuindo para o sucesso de grandes empresas do mercado. As aulas online são dinâmicas, 100% ao vivo e ministradas por especialistas. Inscreva-se!O que é a convolução usada nas redes neurais?A convolução é a aplicação de um filtro na entrada da rede. O processo de entrar, que acontece repetidas vezes, resulta em um mapa de ativações, indicando os locais e os seus recursos, como em uma imagem, por exemplo.Na rede neural convolucional, uma das características mais importantes e inovadoras é a capacidade de aprender automaticamente um grande número de filtros, em paralelo a um conjunto de dados de treinamento para uma funcionalidade específica, como a classificação de imagens, por exemplo.E aí, gostou desse conteúdo? Se sim, recomendamos que também leia nosso artigo onde explicamos a relação entre ciência de dados e inteligência artificial e esteja por dentro dessas carreiras que, sem dúvida, são promessas para o futuro do mercado de trabalho.Leia mais no blog DH:+ Google Analytics Dashboard: crie e personalize com o nosso passo a passo+ O que é brand equity e como as empresas geram valor de marca em seus produtos e serviços+ Marketing digital para iniciantes: 10 dicas de como começar na carreiraE aí, já segue a gente no Twitter? Vem pra rede, vamos conversar sobre habilidades digitais! ;)

Design emocional: entenda o conceito e sua relação com a experiência do usuário img
#UX

Design emocional: entenda o conceito e sua relação com a experiência do usuário

Este é um conceito criado e difundido por Donald Norman, cientista cognitivo e pioneiro do UX na Apple. Ele explica que o design emocional é capaz de despertar sensações e sentimentos nas pessoas, fazendo com que elas criem e estabeleçam uma forte ligação com uma marca.É isso que faz, por exemplo, uma pessoa escolher uma determinada garrafa de água em uma prateleira de mercado, no meio de tantas outras opções.E aí, ficou curioso para entender melhor esse conceito? Continue acompanhando.O que é design emocional?O termo design emocional é relativamente novo no mercado. Apesar do design, em si, estar presente há muito tempo, não se fala muito sobre como as emoções podem afetar uma tomada de decisão, durante uma compra.O design emocional pressupõe que, ao olharmos para um produto, as primeiras impressões que temos não ocorrem de forma consciente. Isso mostra que a forma, a aparência, o modo de apresentação e suas características podem ditar a opinião que formamos sobre ele.Isso porque, no dia a dia, construímos imagens mentais sobre os produtos, a partir dos sentimentos que eles trazem. Esses processos ocorrem no inconsciente, de forma interna, sem que haja uma noção clara do que acontece.Sendo assim, muitas coisas que acabamos comprando nem sempre são necessárias ou as melhores, quando falamos em aspectos comuns, como durabilidade, eficiência, segurança, entre outros. No dia a dia, a verdade é que acabamos comprando boa parte dos produtos por conta das emoções que transmitem.Talvez você esteja se questionando: será que eu realmente faço isso? Usando o mesmo exemplo que abordamos no início do texto, pense em quantas vezes você já escolheu uma garrafa de água por conta de seu rótulo. Isso porque é muito difícil uma pessoa escolher a garrafa com base em uma leitura apurada do rótulo em si, entendendo a origem do produto e os níveis dos minerais presentes em seu conteúdo.Nós precisamos fazer diversas escolhas o tempo todo. Todos os dias e constantemente. Por isso, não percebemos que boa parte delas acaba acontecendo de maneira interna e automática. É aí que entra o design emocional, orientando essas decisões, sem que percebamos..Quais são os níveis de design emocional?Como explicamos, o design emocional é um conceito desenvolvido por Donald Norman e difundido através de seu livro “Design Emocional: Por que adoramos (ou detestamos) os objetos do dia a dia”. Nele, Donald explica que, no mercado, um produto bem-sucedido deve atingir e satisfazer os três níveis do design emocional. Vamos te explicar cada um deles agora mesmo. Confira:VisceralEste é o primeiro nível e o mais básico do design emocional. O visceral se relaciona com o instinto, ou seja, é a primeira impressão que a pessoa sente sobre qualquer produto novo que tenha contato.Neste momento, a forma, cores, contornos e contrastes são elementos fundamentais e que fazem toda a diferença. Por ser a primeira reação, nem sempre é perceptível pelas pessoas e muito menos controlada.Uma palheta bem selecionada, seguindo um estudo baseado na psicologia das cores, por exemplo, pode despertar mais interesse por parte dos consumidores. Assim como um objeto sem uma forma padrão ou uma tipografia mal escolhida pode causar estranhamento imediato às pessoas.De acordo com o livro de Donald Norman, quanto mais visceral for um determinado produto, as chances de os usuários considerarem que ele funcione melhor são maiores, mesmo que isso possa não ser verdade.ComportamentalEste é o segundo nível do design emocional. Trata-se de sensações que acontecem de maneira completamente inconsciente e um dos principais responsáveis pelas decisões que tomamos, de fato, no dia a dia.O nível é alcançado quando manuseamos um determinado produto, ou seja, está relacionado à comodidade e ao prazer gerado no momento do uso. Quando nos sentimos no controle, dominando o seu uso do começo até o fim, costumamos nos identificar com ele.Nem sempre a qualidade do produto é a melhor, mas a maneira como foi apresentada ao usuário, proporcionando uma boa experiência, afeta a percepção de uma pessoa sobre ele, chegando em seu subconsciente.ReflexivoO reflexivo é o último nível emocional e tem relação com o superego, uma das partes do cérebro conhecida por não controlar nada do que faz, mas, ao mesmo tempo, que está de olho em tudo. Misterioso, não?Ele influencia na percepção que temos sobre nós mesmos, comparado a outras pessoas. Ou seja, aqui vem a ideia de status e de ser bem visto pelos outros socialmente. É por isso que, às vezes, tendemos a comprar algo que transmita e/ou carregue certa carga de status social.Qual a relação entre design emocional e a Experiência do Usuário (UX)?Em um processo de desenvolvimento de produto, é preciso compreender as necessidades do usuário e prever seus comportamentos. Isso acontece ao gerar experimentação e o estudo do design emocional.É preciso entender quando um usuário está tendo uma boa experiência de usabilidade de um determinado produto ou está se sentindo frustrado por não conseguir suprir suas necessidades.Durante o processo, com base no UX design, a experiência do usuário deve ser testada e avaliada constantemente para garantir o melhor resultado.Relacionando com o design emocional, a beleza do produto, por exemplo, pode fazer com que os consumidores deixem de avaliar a eficácia, a usabilidade e se abstenham da experiência, simplesmente por não ter se encantado pela estética. É por isso que as emoções são essenciais nos processos de UX.Na Digital House, temos o curso de Experiência do Usuário (UX), no qual o aluno aprende os principais conceitos e técnicas da área, incluindo o design emocional, que estamos aprendendo hoje.As aulas são online, dinâmicas, 100% ao vivo e ministradas por especialistas do assunto, que estão no mercado. Além disso, a DH conta com o departamento de carreiras, onde os alunos possuem acesso a conteúdos exclusivos sobre suas jornadas, além das próprias ações de conexão com grandes empresas do mercado, como feiras de recrutamento e outros eventos pontuais. Inscreva-se agora mesmo e garanta o seu futuro profissional!Principais benefícios do design emocional para as empresasAté aqui, não foi difícil de compreender que um bom design emocional pode ser um dos maiores diferenciais para que uma venda aconteça. Isso impacta diretamente nos resultados de uma empresa, já que estamos falando sobre atrair e gerar mais leads, a partir das emoções que seus produtos e/ou serviços provocam nas pessoas.Isso fica ainda mais evidente quando analisamos, de fato, o comportamento do consumidor. De acordo com levantamentos do Serviço de Proteção ao Crédito (SPC Brasil) e Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas (CNDL), 40% da população brasileira fazem compras por impulso.Não há dúvida de que essas compras possuem um inegável potencial de design emocional, não é mesmo?E engana-se quem pensa que o conceito só pode ser aplicado em produtos físicos ou sites. As estratégias de marketing também podem utilizar do recurso, para que as peças de conteúdo, por exemplo, produzam o desejado efeito de atração pelo consumo.Resumindo, o design emocional auxilia sua empresa a vender mais, por atrair mais pessoas, gerar encantamento e estimular a necessidade de consumo.E aí, gostou de aprender sobre o conceito? Que tal saber mais? Não deixe de conferir também o nosso artigo sobre heurísticas de Nielsen, onde explicamos 10 erros de usabilidade para não se cometer em um projeto de UX.Leia mais no blog DH:+ Google Analytics Dashboard: crie e personalize com o nosso passo a passo+ O que é brand equity e como as empresas geram valor de marca em seus produtos e serviços+ Marketing digital para iniciantes: 10 dicas de como começar na carreiraE aí, já segue a gente no Twitter? Vem pra rede, vamos conversar sobre habilidades digitais! ;)

Digital House e Rocketseat: a maior comunidade de desenvolvedores da América Latina img
#Tecnologia

Digital House e Rocketseat: a maior comunidade de desenvolvedores da América Latina

E tem super novidade no ar! A partir de agora, nós, da Digital House, estamos nos unindo com a Rocketseat. Juntos, somos a maior comunidade de programadores da América Latina!Que notícia, não é mesmo? Tudo isso aconteceu porque vimos na Rocketseat todo o complemento que precisávamos em prol do objetivo de acelerar a formação de profissionais e suprir a grande demanda que possuímos no setor de tecnologia.Continue acompanhando este artigo para conhecer mais sobre as atividades da Rocketseat e como se deu todo esse processo de fusão.Saiba o que a imprensa está falando:• Terra• Valor Econômico• Pequenas Empresas Grandes Negócios• Exame• Prime Time Zone• EstadãoConheça um pouco da RocketseatA Rocketseat é uma plataforma de aprendizado contínuo em tecnologia, que está em atividade desde 2017, impulsionando e capacitando pessoas a conquistarem as melhores oportunidades de suas carreiras.A transformação digital é uma questão muito presente na maior parte das empresas, em virtude do desenvolvimento da tecnologia e a necessidade de se manter em um cenário com um mercado bastante competitivo.Em suas atividades, a Rocketseat oferece uma experiência de aprendizado colaborativa, assim como a Digital House, onde o aluno possui grande responsabilidade no processo de aprendizagem, sendo protagonista da sua própria evolução, com a realização de diversas atividades práticas, simulando a realidade das empresas.Como e por que ocorreu esse processo de fusão?Como comentamos, além da similaridade de metodologias, tanto a Digital House como a Rocketseat têm o propósito de expandir o número de pessoas capacitadas no mercado de tecnologia, especialmente na área de programação, a fim de suprir o cenário de grande demanda.De acordo com dados de um levantamento realizado pela Microsoft, atualmente, o Brasil possui cerca de 400 mil profissionais de programação e desenvolvimento. No entanto, a previsão aponta que haverá mais de 6 milhões de oportunidades na carreira até 2025. Ou seja, o déficit na área é enorme e está aumentando a cada dia.Com essa fusão, Digital House e Rockeseat formam a maior comunidade de programadores da América Latina e, com certeza, vão acelerar suas estratégias de expansão na formação dos melhores talentos do mercado de tecnologia.Um ponto muito bacana a se colocar é que, juntas, a Digital House e a Rocketseat já impactaram positivamente a vida de mais de um milhão e duzentas mil pessoas. E daqui para a frente, isso tende a crescer muito mais. Os alunos de ambas as instituições terão formação em todos os níveis, desde os programas mais básicos até o avançado, voltados para os que querem evoluir em suas jornadas.Veja o que os CEOs das duas escolas comentaram sobre esse processo:“Estamos muito entusiasmados com essa união, pois conseguiremos ampliar a oferta de conteúdos e produtos em coding, indo ao encontro da alta demanda das empresas que já ultrapassam a marca de 100 (cem) clientes corporativos”, enfatiza o Sebastian Mackinlay, cofundador e CEO da Digital House Brasil.“Para nós da Rocketseat, a conexão do nosso propósito com a Digital House ficou muito clara desde a primeira conversa. Juntos, vamos impulsionar ainda mais pessoas e dar a elas o poder de acessarem as melhores oportunidades de suas carreiras.”, disse Robson Marques, cofundador e CEO da Rocketseat.A DH pode te ajudar a ser um profissional de tecnologia :)A Digital House sabe e entende que a tecnologia é algo muito importante, que pode mudar as relações trabalhistas e os cenários dentro das empresas. Não há dúvida de que o futuro será cada vez mais tecnológico, e as habilidades digitais serão essenciais no futuro do mercado.Sendo assim, não deixe de conferir as grades dos cursos nas áreas de Marketing Digital, UX, Dados, Programação e Negócios. Seja um profissional capaz de lidar com os principais desafios das maiores empresas, sendo um diferencial e impulsionando sua carreira de maneira assertiva. Inscreva-se agora mesmo!Leia mais no blog DH:+ Google Analytics Dashboard: crie e personalize com o nosso passo a passo+ O que é brand equity e como as empresas geram valor de marca em seus produtos e serviços+ Marketing digital para iniciantes: 10 dicas de como começar na carreiraE aí, já segue a gente no Twitter? Vem pra rede, vamos conversar sobre habilidades digitais! ;)