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O que é dashboard: O guia com tudo o que você precisa saber!

O que é dashboard: O guia com tudo o que você precisa saber!
#Dados
4 de maio - min de leitura

Atualmente, as soluções para facilitar o gerenciamento de TI com um bom visualizador de dados e informações aumentaram bastante. Para as empresas, é essencial ter ferramentas que otimizam processos que poderiam ser mais demorados. Neste contexto, o que é dashboard e para que serve?


O marketing digital é uma área imprescindível nas empresas para a prospecção de clientes e impulsionamento de resultados. Dentro desse campo, as campanhas são métodos muito eficientes, pois focam no anúncio para um público-alvo específico, recebendo um retorno maior sobre seu investimento. Hoje veremos o que é dashboard e como essa ferramenta pode ser útil para a visualização de informações importantes nas campanhas de marketing.

Quando uma organização quer entender instantaneamente como uma campanha de marketing está desempenhando, ao invés de analisar diversas planilhas, levando horas ou até mesmo dias para chegar a uma conclusão, é mais fácil e ideal utilizar um dashboard.

Eles são ótimos meios visuais de auxílio para otimização e aumento da velocidade em processos de tomada de decisão. Com a coleta e a análise de dados, organizada da melhor maneira no dashboard, você consegue entender tudo o que está acontecendo.

Confira, a seguir, o guia sobre essa tecnologia, entenda as vantagens em criar um dashboard, veja 3 tipos diferentes e como utilizar cada um deles em um processo. Preparado? Então pegue um café, ajeite sua poltrona e acompanhe!

O que é dashboard e para que serve?

Em português, a palavra dashboard significa painel de controle. Dashboard é uma ferramenta de gestão de dados, que auxilia na exibição de métricas, que indicam como um processo, campanha ou a saúde de um negócio está se desenvolvendo.

Provavelmente, você já ouviu a expressão: “informação é poder”, não é mesmo? No mundo corporativo, essa frase faz todo o sentido, principalmente se pensarmos no momento que vivemos, a Era Digital.

No entanto, com o excesso de informação gerado constantemente, o processo e a análise são dificultados, levando horas, dias e até meses, se realizados em um processo tradicional.

Um dashboard é composto de números, tabelas, textos e gráficos, que representam o detalhamento de todas essas informações complexas de maneira simplificada e organizada, auxiliando as empresas na tomada de decisões e acompanhamento de metas de forma rápida e fácil.

Além disso, ele pode ser utilizado por qualquer área, para as mais diversas finalidades, pois é customizável. Para que o dashboard funcione da melhor forma, precisa estar conectado aos servidores de dados da empresa.


Vantagens em criar um dashboard

Saber o que é dashboard é entender que ele é a maneira mais eficiente de acompanhar diversas fontes de dados ao mesmo tempo, em tempo real (ou não) e em um único local. Confira as principais vantagens:

Auxilia na tomada de decisão

O processo de tomada de decisão fica mais simples através do uso dos dashboards, que centralizam todos os dados em uma fácil visualização e compreensão, possibilitando a compreensão ampla do negócio, sejam nas atividades, investimentos, KPIs, prazos, estoque, entre outros indicadores.

Otimização de tempo e recursos

A visualização por dashboards otimiza o tempo para a tomada de decisão, evitando trabalhos demorados com organização de dados, além de poupar o uso de ferramentas ou softwares complexos de gerenciamento de projetos.

Prevenção de riscos

A distribuição organizada dos dados de um projeto no dashboard proporciona, além das oportunidades de insights, a detecção de riscos não visualizados no decorrer do planejamento de todo o processo ou até mesmo entender a real gravidade de um problema subestimado anteriormente.

Integração e transparência

As pessoas que acham que um dashboard é útil somente para os gestores, estão totalmente enganadas. Muitas empresas já expõem seus painéis com os processos de negócio em lugares estratégicos da organização, para que possam ser visualizados por todos os funcionários e até clientes.

Em uma gestão de projetos, é essencial que tanto os líderes quanto suas equipes tenham acesso aos indicadores e resultados da empresa, para manter a transparência das informações e a construção colaborativa, em que todos participam com o máximo de comprometimento para o bem do negócio.

Além disso, o dashboard tem o objetivo de facilitar a comunicação interna entre todos os profissionais, garantindo maior integração entre departamentos e fornecendo uma visão mais detalhada para o crescimento da organização.

3 tipos diferentes e como utilizar cada um

Como comentado, é possível criar diferentes tipos de dashboards. Eles podem ter perfis diversos de público, inclusive os mais técnicos, com foco no desempenho de uma parte de um processo organizacional ou de gestão, por meio de um resumo dos indicadores a serem acompanhados, para que a empresa cresça cada vez mais.

Sendo assim, na sequência, explicaremos três tipos diferentes para serem colocados em prática. Confira abaixo:

Dashboard Operacional

Como o próprio nome já diz, esse dashboard contém os dados referentes às operações de uma empresa. Ele é utilizado por gestores e pessoas que desejam acompanhar e analisar o desempenho de processos organizacionais, como os anúncios de marketing.

Dashboard​ Tático

Esse tipo de dashboard apresenta indicadores para se tomar decisões em uma empresa, principalmente para objetivos de médio prazo, avaliando a eficácia ou erros de uma estratégia (por isso o nome "tático'') aplicada pela organização.

Dashboard Estratégico

Já neste tipo de dashboard, os indicadores são importantes para a validação de um planejamento de estratégias, visando o crescimento de uma empresa. O objetivo é que as informações sejam comparadas com o registro histórico, para entender o processo de evolução dos resultados da organização.

As métricas de vendas e do financeiro são os dados mais essenciais nesse tipo de dashboard, possibilitando a identificação de erros ou melhorias para aplicação em um plano de ação.

Como criar um dashboard no Excel?

Nós já publicamos um artigo, explicando passo a passo como criar um dashboard no Excel, mostrando o quão fácil, simples e intuitivo é a ferramenta para a organização e visualização de dados. No entanto, hoje vamos explicar o que é necessário antes de colocar a mão na massa. Confira abaixo:

Defina o objetivo e o público-alvo

Qual é a finalidade desse dashboard? É necessário fazer essa pergunta inicialmente e ter definido qual será o público-alvo. Isso deve ser feito para que o painel não se torne uma mistura de dados sem um consenso, algo que ninguém entende e uma ferramenta sem utilidade.

Analise quais tarefas fazem parte do processo organizacional e, assim, defina quais métricas e indicadores serão incluídos no dashboard, além das pessoas que terão acesso, de acordo com seus papéis na empresa.

Escolha o tipo de dashboard

Cada tipo de dashboard possui um determinado propósito. Portanto, é essencial que, desde o início do desenvolvimento, todos os objetivos sejam definidos para que seja realizada a melhor escolha.

Fazer benchmarking é uma ótima opção nesse processo, procurando saber como outras empresas, sejam elas concorrentes diretas ou não, estão visualizando seus dados, que tipos de gráfico costumam usar e como dividem os painéis para cada setor da empresa.

Organize as informações e escolha o que interessa

Um bom dashboard representa diferentes dados agrupados de forma lógica. As informações financeiras devem estar juntas em uma tela, assim como dados de marketing e vendas devem estar em outra, e assim por diante.

Com todos os dados, métricas e indicadores agrupados, filtre-os no que são relevantes para o público-alvo. O objetivo é deixar o dashboard objetivo, com visualização fácil, para uma utilização mais eficaz. Se houver excesso de dados, o sentido da ferramenta será totalmente perdido e o painel ficará poluído.

Preocupe-se com a atualização dos dados

O gestor ou analista que cuida do dashboard deve certificar-se de que tudo está sendo atualizado no intervalo correto de tempo. Em diferentes casos ou situações, dependendo da necessidade, não é preciso um painel com atualizações em tempo real, mas pode ser por hora, dia, semana, mês, bimestre ou mais!

Por que é importante capacitar os usuários de dashboards? 

Como explicamos previamente, é muito importante definir quem serão as pessoas a interagir com o dashboard, dependendo do seu papel na empresa e podendo ser de diferentes áreas.

Nem sempre todas elas entendem sobre a ferramenta, suas funcionalidades e benefícios. Além disso, aprender algo novo em um trabalho, ou até mesmo na vida, traz muitos desafios.

O Excel, por exemplo, é uma ferramenta vista como um bicho de sete cabeças, mas, na verdade, suas fórmulas, atalhos e funções, como o exemplo do dashboard, facilitam o dia a dia de muitos profissionais no mundo corporativo, além de ser uma habilidade com grande diferencial para o profissional no mercado de trabalho.

Para garantir que todos se engajem com o sistema e a ferramenta da melhor forma possível, é importante investir em treinamentos e capacitações. Independentemente do software escolhido para construir os dashboards, todas as pessoas que participaram de seu desenvolvimento também devem ajudar em sua implementação.

Que tal ser um especialista em dados e dashboards?

Agora que você sabe o que é dashboard e seus principais benefícios para uma empresa, também deve ter em mente que, devido à ascensão dos meios digitais, as estratégias de marketing, principalmente as ligadas às performances de processos organizacionais, são cada vez mais essenciais para mudar o rumo e impulsionar os resultados das companhias.

Possuir uma certificação é uma chave e um grande diferencial para conseguir ingressar na carreira de dados de maneira assertiva, pois ele prova que o profissional possui uma base sólida de conhecimento.

Que tal se inscrever no curso de Data Analytics da Digital House? Aprenda as habilidades necessárias na coleta e análise de dados, incluindo a construção e entendimento de dashboards, por meio do uso de diferentes ferramentas, como o Excel, Google Analytics e outros!

As aulas são dinâmicas, 100% ao vivo e ministradas por grandes profissionais especialistas do mercado. Além disso, todos os alunos também podem realizar o curso de Gestão de Carreira gratuitamente durante o seu curso e participar de feiras de recrutamento exclusivas (Recruiting Day).

Garanta a sua ascensão profissional no futuro! Confira também a nossa biblioteca de conteúdo e o Blog DH, com outros materiais de conteúdos ricos sobre tecnologia e marketing digital.

Leia mais no blog DH:

Análise preditiva: a busca pelas previsões de mercado

O que é data warehouse e quais são suas principais características

O dia a dia de um analista de dados: responsabilidades, ferramentas e dúvidas

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#Marketing

O que é tráfego orgânico e como gerar mais conversões no site

Quando ouvimos falar de tráfego, associamos à circulação de veículos no trânsito. Na internet, a palavra é utilizada para se referir à movimentação de usuários nas páginas online. Este é o principal objetivo dos sites, e por isso você precisa aprender o que é tráfego orgânico, a menina dos olhos das empresas.Há alguns anos, as principais formas de atrair a atenção de visitantes em determinadas páginas eram pagas. A internet foi avançando, o cenário foi mudando e o marketing digital passou a ganhar novas estratégias para atrair pessoas.Métodos para trazer o público certo aos canais digitais, sem precisar pagar caro por eles, foram surgindo, e é por conta disso que vamos falar sobre tráfego orgânico. Entenda como conquistar mais usuários acessando suas páginas, continuando essa leitura.O que é tráfego orgânico?O tráfego orgânico é composto por todos os acessos que um canal digital, como sites, páginas de blog ou landing pages, recebem de maneira espontânea, sem a utilização de propagandas e anúncios pagos. Normalmente, a origem dessas entradas vem dos mecanismos de busca, como o Google, Bing, entre outros.Nesses mecanismos, aplica-se às técnicas de SEO (Search Engine Optimization), que é uma das principais ferramentas de marketing digital para a produção e implementação de conteúdos de valor.Ao pensar nas boas práticas de SEO para blog, por exemplo, o artigo é reconhecido pelo algoritmo e aparece nas primeiras páginas dos resultados das pesquisas de usuários que procuraram uma palavra-chave relevante utilizada no conteúdo.Os buscadores são a base de novos conhecimentos na internet, ou seja, são muito relevantes. Mesmo que existam sites, como redes sociais, que também auxiliam na descoberta de novos conteúdos, os mecanismos de busca são a maneira mais confiável de encontrar pesquisas sobre um determinado assunto.Sendo assim, o tráfego orgânico é muito importante, pois representa uma grande parcela de acessos a um site. Uma organização que investe no aprimoramento dessa estratégia garante melhores resultados para sua marca, além de aumentar sua autoridade e engajamento com o público.Qual a diferença entre tráfego pago e orgânico?Até aqui, nós explicamos o que é tráfego orgânico e sua importância. No entanto, existem outros tipos, como o tráfego pago, que é baseado em um investimento financeiro para poder gerar resultados. Facebook Ads, Google Ads, mídia programática são alguns exemplos de plataformas para tráfego pago.Não dá para afirmar, exatamente, que o tráfego orgânico não demanda custo, até porque qualquer estratégia de marketing digital para atrair novos clientes exige dinheiro e leva tempo para trazer resultados.No entanto, no tráfego orgânico você gastará dinheiro apenas uma vez, para colher resultados constantes, enquanto no pago você sempre precisará investir mais para ter retorno.Exemplo de tráfego orgânico: artigo de blogPara entendermos na prática, utilizaremos como exemplo um artigo de blog. Para produzi-lo, você precisará de tempo e possíveis custos podem surgir, como a contratação de redatores e programadores para realizar a manutenção do site, entre outros.Entretanto, você poderá gerar resultados hoje e daqui alguns meses ou até anos, pois o conteúdo sempre estará disponível para ser visitado e descoberto pelos mecanismos. Por outro lado, o anúncio pago dura o tempo que você pode investir nele, limitando as visitas. Ficou clara essa diferença, não é mesmo?Além disso, a relevância é um ponto muito importante que diferencia os métodos. O orgânico gera conversões de novos visitantes por seu conteúdo ser de valor e estar bem classificado no Google. Já o pago, somente pela sua compensação financeira, o que não garante que a página seja relevante.Como conquistar mais usuários?Agora que você já sabe o que é e qual a diferença entre tráfego pago e orgânico, chegou a hora de entender como atrair mais usuários organicamente, ou seja, com menos esforços financeiros e com estratégias mais assertivas. Confira:Marketing de conteúdoComo um dos pilares do Marketing Digital, o marketing de conteúdo é uma estratégia essencial para a geração de tráfego orgânico. Se você quer atrair visitas qualificadas, saiba como trabalhar o marketing de conteúdo dentro do funil de vendas e redes sociais.SEOO Search Engine Optimization, que falamos acima, é a otimização de mecanismos de busca. Possui o objetivo de melhorar o posicionamento orgânico no Google, gerando conversões e resultados para um negócio.É uma estratégia excelente para trazer mais tráfego orgânico, em conjunto com o marketing de conteúdo. No entanto, leva tempo e requer disciplina para aplicá-la. Não duvide que todo o esforço valerá a pena, pois um site bem ranqueado pelo Google possui grande potencial de gerar tráfego orgânico.E-mail marketingEssa estratégia visa manter um relacionamento com os visitantes que acessam seu conteúdo, com o objetivo de qualificá-los e transformá-los de simples visitantes para leads ou até mesmo clientes, através do envio de e-mails para uma lista de contatos.É uma das melhores maneiras de gerar mais resultados nas vendas e melhorar a retenção, cultivando o interesse do seu público com conteúdo atualizado e relevante.3 dicas para ter tráfego orgânico no InstagramPrimeiro de tudo, se você é iniciante no marketing digital, é importante saber que o Instagram é uma das redes sociais mais utilizadas para gerar leads de maneira orgânica a um site, pois nele é possível trabalhar o marketing de conteúdo de forma assertiva.Desde a época em que a rede foi inaugurada, o aplicativo teve diversas mudanças, tanto esteticamente quanto nos algoritmos. Mas não se preocupe, nós estamos aqui para te ajudar e trazer 3 dicas para ter tráfego orgânico no Instagram que irão te auxiliar nas suas estratégias de marketing digital. Confira:FrequênciaPara aumentar o tráfego orgânico no Instagram, você não pode postar apenas quando der vontade. É necessário ter um planejamento, programando as postagens em dias e horários específicos, de acordo com o perfil do seu público e o horário que estão mais engajados.Conteúdo de qualidade em diferentes recursosUm bom engajamento não acontece somente por conta das postagens no feed. Existem métricas e indicadores como respostas às demais funções do aplicativo, entre os quais stores, reels, IGTV e menções. Explorar todos os recursos traz mais oportunidades de visualização e engajamento, aumentando também o seu tráfego orgânico. Além de desbravar a diversidade de funcionalidades e ferramentas no Instagram, é importante que o conteúdo seja de qualidade em todos eles, atingindo a dor do público-alvo e gerando conversões.Reserve um tempo exclusivo para engajamentoVocê também deve reservar um tempo para engajar nos conteúdos de seus seguidores, deixando comentários nas postagens, respondendo perguntas e compartilhando o que for relevante.Lembre-se também de interagir com o engajamento que eles deixaram em suas postagens, pois isso fortalece o relacionamento entre cliente e marca.Que tal ser um profissional de marketing digital?Agora que você entende o que é tráfego orgânico e suas principais estratégias, deve saber que, devido à ascensão dos meios digitais, elas se tornam cada vez mais essenciais para melhorar os resultados dos negócios.A busca por cursos de marketing digital aumentou exponencialmente por conta das habilidades digitais, sem contar que a área está presente em qualquer empresa, independente do seu tamanho.Sendo assim, considere uma formação e alavanque sua carreira. O mercado está quente e tais conhecimentos podem ser aplicados no seu próprio negócio, em um cargo ou com foco em consultorias para empresas no geral :)Leia mais no blog DH:+ Escola de marketing digital: Conheça os cursos de marketing da Digital House+ Métricas de marketing: como defini-las em um plano de estratégia?+ Marketing digital para iniciantes: 10 dicas de como começar na carreira

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#UX

O que é UI? Aprenda User Interface através do Yahoo

A evolução dos produtos digitais traz uma maior exigência dos usuários em relação a eles. Desta forma, as empresas foram forçadas a entregar um produto que não somente atenda as necessidades do usuário, mas que também seja visualmente agradável. Por isso, hoje vamos explicar o que é UI e seu papel dentro de um negócio.Antes de tudo, vamos fazer uma breve análise do antes e depois da página do Yahoo para explicar o que é UI. Veja na imagem a seguir como eram as telas, a primeira página de internet do Yahoo foi criada em 1996, quando a internet não tinha conceito de design e usabilidade definido.E já na segunda imagem, foram 25 anos a mais. Observe as duas imagens e perceba como o modelo de negócios mudou, incluindo a forma que o usuário interage com as páginas, que no caso, não é a mesma de anos atrás. Então, podemos concluir que a evolução da forma que os usuários interagem com o sistema sempre está passando por evoluções.O que é UI?Quando somos chamados para uma visita, esperamos que a casa esteja organizada e com boa aparência. Agora imagine que esta casa estivesse bagunçada como a página do Yahoo, não seria agradável. Desta forma, podemos dizer que um UI Design bem aplicado nos leva ao ditado: “a primeira impressão é a que fica”.De forma mais técnica, UI significa User Interface (Interface do Usuário), ou seja, é um termo que explica como o usuário interage com softwares. Indo além, por trás deste termo tem um estudo muito forte, incluindo análise de tipografia, cores e tamanhos de cada botão e como isso será usado pelas pessoas.Já entrando no impacto direto dentro das empresas, o trabalho de UI no negócio pode ser decisivo. Pense assim, se um cliente não está satisfeito com o produto, com toda certeza ele irá para o concorrente - e ainda tem a possibilidade dele expor a marca negativamente. Então, quanto mais agradável visualmente, melhor, e adicione nesta “receita” a usabilidade do site, pois deve ser fácil para o usuário, estimulando a navegabilidade.Sendo assim, concluímos que toda empresa deve ficar atenta ao UI do site ou app, pois isso fortalece a marca e o usuário enxerga valor quando a empresa se preocupa com a parte visual do produto.O que é UI e UX? Seria a mesma coisa?Com a explosão de UX Design, é muito comum as pessoas falarem que UX Design são as “telinhas bonitinhas” dos sites e apps, mas User Experience é apenas uma parte do projeto por trás do visor.Em uma breve explicação, UX design está mais ligado a parte estratégica do negócio, a equipe de UX realiza pesquisas com usuários para saber a necessidade deles, trabalha com personas com base no público-alvo, entre outras demandas.Já o UI design faz essa ponte entre o usuário e o negócio, quanto mais essa ponte está bem construída, mais o usuário vai ficar satisfeito. É importante que as empresas comecem a dar importância ao visual do seu produto para ter uma marca de sucesso.E por que UX e UI andam juntos?Quando uma equipe de arquitetos recebe um projeto de uma casa, eles precisam de engenheiros para que o projeto saia o mais perfeito possível, correto? Inclusive no curso de UX Design aqui da escola, ensinamos a base de ambos porque é fundamental para qualquer profissional da área.Agora imagine se um arquiteto começar o projeto sem a sustentação das paredes ou planta do projeto. Fica uma casa super estranha e eles teriam um prejuízo, pois o cliente reclamaria e teriam que refazer muitas coisas.Com UX e UI é a mesma coisa, imagine que UX é o engenheiro e UI é o arquiteto, ambos têm que conversar a todo momento. Imagine que UX faz as pesquisas e passa as informações ao UI para que o produto saia de forma coerente.  É comum pessoas que não sabem muito sobre Experiência do Usuário começarem a desenhar a interface sem saber exatamente o que o usuário precisa, e quando vai para o teste de usabilidade, acabam falhando. Pois é, aí resta ficar na tentativa e erro, até acertar o que o usuário quer.Para as empresas, é importante que o UI Designer tenha breves conhecimentos sobre UX, para que o andamento do projeto possa ser muito consistente.Leia mais no blog DH:+ UX Writing: o que é e 5 dicas para ingressar na carreira+ UX e usabilidade: entenda a relação entre eles+ UX Design é uma das profissões mais procuradas e os dados comprovam

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#Tecnologia

Escola de programação: cursos para desenvolver sua carreira

A escola de programação é um centro de tecnologia que desenvolve aplicações e usabilidades que estão presentes no dia a dia de todos. Repare que para qualquer lugar que olhamos, sempre há alguma coisa que envolve programação. O seu celular é um exemplo disso!Em paralelo, cada vez mais aumenta o número de profissões, o mercado de trabalho torna-se mais aquecido e se você é uma pessoa que busca estar por dentro das profissões do futuro, deve saber que uma escola de tecnologia é uma ótima alternativa para garantir o seu sucesso.No exterior, o cenário também é o mesmo: muitas empresas procurando pessoas qualificadas, tendo em vista que a oferta de programadores capacitados é escassa. Ou seja, os profissionais que dominam as linguagens de programação possuem grandes chances de conseguir oportunidades dentro ou fora do Brasil.Por isso, te explicaremos com mais detalhes como está o panorama de mercado da área e como funciona uma escola de programação. Continue acompanhando e prepare-se para ingressar em um mundo cheio de possibilidades e soluções!O que é uma escola de programação?As escolas de programação são centros de ensino que visam à formação de profissionais que saibam codificar, solucionando problemas de clientes ou outras empresas, além de automatizar determinadas tarefas.Sendo assim, em uma boa escola, é importante que o aluno aprenda as principais linguagens de programação, como HTML, CSS, JavaScript, NodeJS e domine o que chamamos de lógica de programação.Em outras palavras, é a maneira de se estruturar um processo de aplicação, com base em seus principais objetivos. Ao realizar essa estrutura, o programador também determina a melhor linguagem a ser utilizada no trabalho.Geralmente, uma escola de programação oferece cursos que formam profissionais aptos a lidar com os desafios nas diferentes etapas de desenvolvimento em menos de 1 ano, a exemplo da Digital House.3 cursos que você pode fazer em uma escola de programaçãoSe você possui interesse em aprender tecnologia ou é um marinheiro de primeira viagem, confira abaixo 3 cursos que você pode fazer em uma escola de programação:Desenvolvimento Web Full Stack:Neste curso de programação, o aluno aprende como criar sites e sistemas web, usando diversas linguagens de programação, como HTML, CSS, Javascript, entre muitos outros.Na área de TI, é uma função muito requisitada no mercado de trabalho, pois o profissional full stack tem a capacidade de atuar como um especialista em ambas as pontas do desenvolvimento: front-end e back-end. Atualmente, há muitos profissionais especializados em uma das duas frentes e no dia a dia das empresas, situações em que é a interação entre essas duas áreas é muito frequente. Sendo assim, o full stack é um grande diferencial dentro das empresas.Desenvolvimento Mobile AndroidAtualmente, é muito difícil achar uma pessoa que não tenha um celular, pois a variedade de funcionalidades do aparelho é extensa, desde o entretenimento até serviços essenciais, como pagamento de contas.Neste contexto, ao realizar este curso de Android Kotlin, o aluno aprende a desenvolver esses aplicativos para um sistema específico, o Android.Desenvolvimento Mobile iOSEm um curso específico para iOS, o aluno desenvolve o entendimento pleno do programa App Development with Swift, que faz parte da iniciativa Everyone Can Code, da Apple.Ao longo da jornada a pessoa deve aprender sobre introdução ao iOS, programação orientada a objetos, interfaces, arquitetura, APIs e outras habilidades fundamentais para a construção de um aplicativo.Na Digital House, as turmas ainda desenvolvem soft skills, como aprender a trabalhar em equipe, e realizam projetos utilizando metodologia agile.Mercado de trabalho de TI: oportunidade!Sabendo dessas grandes oportunidades e antes de embarcar em uma escola de programação, é importante entender com mais detalhes o mercado de trabalho de TI: oportunidade ou não?De acordo com uma pesquisa realizada pela Catho, no estado de São Paulo, as vagas no setor de tecnologia tiveram um crescimento de 671% no ano de 2020. Com isso, não podemos negar que a programação é uma área promissora para o mercado de trabalho.E para animar mais e consolidar o interesse, o cenário financeiro também se mostra bom para quem busca estabilidade. O salário médio de um desenvolvedor pode variar de R$4.000.00 a R$9.250,00, de acordo com o Guia Salarial 2021, da Robert Half.Se você possui interesse em iniciar numa escola de programação, é importante saber que o processo de aprendizagem das linguagens de programação funciona da mesma forma que aprender um novo idioma. O estudo constante, a dedicação e a prática são necessários, mas qualquer pessoa pode e consegue aprender!Não deixe de conferir também o material que produzimos sobre as 8 linguagens de programação mais faladas no mundo da programação, o guia que vai te ajudar a escolher sua jornada dentro dos códigos de um jeito mais fácil e vantajoso. 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