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O que é Arquitetura da Informação e como aplicá-la em seus projetos

O que é Arquitetura da Informação e como aplicá-la em seus projetos
#UX
10 de setembro - min de leitura

Descubra como funciona a arquitetura da informação e o que você precisa saber sobre hierarquia de conteúdo em um site.


Organizar o seu conteúdo digital não é tão simples quanto parece, mas a arquitetura da informação faz toda diferença para a experiência do usuário.

Mas afinal, o que significa esta hierarquização de conteúdo e como é possível que ele impacte na opinião e navegabilidade do seu usuário? Hoje vamos te contar as principais etapas deste modelo e sua importância.

O que é arquitetura da informação?

Quanto tempo você demora para encontrar a informação que está procurando em um website ou um app mobile? Por quantas páginas você precisa passar, quantos cliques tem que dar e o quanto precisa navegar? Se a resposta não é "pouco tempo", você não tem visitado muitos sites que fazem bom uso da arquitetura da informação em suas interfaces.

A arquitetura da informação é responsável por organizar todos os elementos de uma página na internet, aplicativo e softwares, para privilegiar a experiência do usuário e facilitar a sua navegação no conteúdo que deseja encontrar. Sem esse design de interação, seria impossível estabelecer uma relação entre o usuário e a página visitada. 

Podemos nomear esse processo como o design de experiência do usuário ou arquitetura da informação UX, pois este é um dos profissionais responsáveis por identificar quais são os pontos que podem melhorar essa experiência.

Como surgiu o conceito de arquitetura da informação?

Esse conceito, que nasceu com a semiótica em meados da década de 1970, é um dos principais responsáveis por facilitar nossa vida na navegação online, pois a arquitetura da Informação tem como objetivo organizar as informações de um determinado segmento da maneira mais clara possível, categorizando-as para facilitar e agilizar nossa busca, evitando assim um grande caos.

Quem cunhou o termo foi Richard Saul Wurman, um arquiteto e designer gráfico americano que já escreveu e publicou mais de 80 livros. Um deles, chamado Information Anxiety, marca o início da era da arquitetura da Informação.

Nos livros dos anos 1960, Wurman defendia que passávamos por uma avalanche não de informações, mas sim de dados.

E parte do papel de um arquiteto da informação é conseguir transformar esses dados em conteúdos compreensíveis. Wurman, que está vivo e com 83 anos de idade, ainda carrega a mesma bandeira e foi assim que ele se tornou um dos fundadores do TED, aquelas famosas palestras curtas que assistimos no YouTube sobre os mais diversos temas.

Qual a importância da arquitetura da informação no aspecto digital?

Semelhantemente a uma palestra de 15 minutos, a arquitetura da informação é um trabalho de curadoria, seleção e hierarquização, já que precisa criar um conteúdo direcionado ao seu público-alvo. 

A arquitetura da informação não está restrita somente ao ambiente digital. Quem pensa assim está enganado. Ela também é altamente aplicável no meio físico, bem como para organizar bibliotecas, arquivos, grandes bancos de dados, campanhas publicitárias e tudo aquilo que envolve uma grande quantidade de informação concentrada em um local.

No entanto, é no aspecto digital que vamos focar este artigo, pois arquitetura da Informação tem tudo a ver com UX Design, já que ela ajuda a garantir que o usuário terá uma experiência excelente com seu produto digital, ajudando-o a encontrar e buscar a informação que ele precisa de uma maneira prática e eficiente.

Aplicando a arquitetura da informação em seus projetos

De acordo com o Instituto de Arquitetura da Informação (Information Architecture Institute), a arquitetura da informação se define por: design estrutural de ambientes de informação compartilhada; arte e ciência de organização e rotulação de sites web, intranets, comunidades online e software de apoio à encontrabilidade e usabilidade.

É importante destacar que quando falamos de arquitetura da informação em um ambiente digital, design e desenvolvimento andam lado a lado e são correlatos. A estruturação do seu banco de dados e a categorização do seu conteúdo podem ser excelentes, mas isso não vale nada se o aspecto visual do site não facilita a navegação. O inverso também vale.


Componentes da arquitetura da informação

Design, organização e sistema são as palavras-chave para o sucesso da experiência do seu internauta. Abaixo, listamos algumas dicas de como elencar suas informações, usando estratégias da arquitetura da informação:

Do abstrato ao concreto

De acordo com Jesse James Garret, autor do livro The Elements of User Experience, a experiência do usuário começa no plano abstrato, quando o produto ainda está sendo concebido e seus objetivos estão sendo definidos, assim como o que o próprio usuário pode esperar dele.

A partir daí, novas camadas surgem, sobrepondo-se, ganhando forma e deixando o projeto cada vez mais palpável.

Define-se o escopo, quais serão as funcionalidades e qualidades do produto e como o projeto será conduzido. Em seguida, é preciso definir a estrutura do produto, como ele será organizado, quais são suas limitações e como ele será encontrado pelos usuários.

A penúltima etapa é o esqueleto, quando é colocado no papel a organização da interface, seus elementos e funcionalidades para o usuário. Por fim, a superfície, que nada mais é do que a interface final com a qual o cliente irá interagir.

Modelo mental

Os modelos ou mapas mentais são uma forma de organização e hierarquização da informação que privilegia a correlação entre os termos.

Por ser muito visual, o modelo mental permite que, seguindo esta lógica, você faça uma representação do comportamento de um público específico, representando suas motivações iniciais. A partir daí, fica mais fácil desenhar os melhores e mais ágeis caminhos para determinadas informações.

Hierarquização

Se você já recorreu alguma vez ao botão "Mapa do Site", está familiarizado com a hierarquização e categorização das informações da página acessada.

A maneira como essa seção é estruturada, como uma árvore que começa em "Home" e se expande em galhos de outras categorias e subcategorias, é a forma mais comum e familiar de arquitetura da informação em ambientes digitais.

E também uma das mais orgânicas para o usuário, pois a ideia é justamente facilitar ao máximo que ele chegue do ponto A ao ponto B. Por isso, rotular suas informações e colocá-las em caixas distintas é muito importante.

Imagine-se em uma livraria na qual livros de biologia molecular ficassem na mesma prateleira que literatura africana e obras sobre direito penal.

Obviamente, você demoraria o dobro de tempo para encontrar o livro desejado. Em um website ou aplicativo mobile, a lógica é a mesma. Quando informações relacionadas ao mesmo assunto estão agrupadas em um rótulo, o acesso é mais rápido, prático e requer pouca ou nenhuma ajuda.

Fluxos de navegação

De quantas formas o usuário pode acessar a mesma informação em seu site? Quantos caminhos estão disponíveis?

Através de um simples fluxograma, é possível desenhar quais são as possíveis jornadas de navegação: digitar no campo de busca, ele recebeu o link da página pronto, entrou em uma categoria do site, clicou em um banner na página principal, entre tantas outras opções.

Independentemente do caminho, todos devem ser curtos, rápidos e claros, para não confundir e tampouco frustrar a experiência do usuário durante a navegação em sua interface.

Wireframes

Wireframes são protótipos da interface final, onde é possível desenhar, organizar e testar as categorias e funcionalidades do seu website. Aqui, é possível visualizar a arquitetura informacional do conteúdo e criar wireframes em papel, editores gráficos e até em HTML.

Apesar de ser mais aconselhável começar com os wireframes de baixa fidelidade (papel), o meio não é tão importante quanto as possibilidades de visualização.

Esta é uma das últimas etapas e uma das mais concretas da arquitetura da informação do seu produto. Depois dessa fase, é hora de colocar a mão na massa e garantir a melhor experiência para o seu usuário.

Como aprender sobre arquitetura da informação

O profissional responsável pela arquitetura de informação não se restringe somente ao analista de UX, mas também podem ser especialistas de SEO e desenvolvedores.

Quer se tornar um profissional requisitado pelo mercado? Faça os cursos de Experiência do Usuário, Marketing Digital ou de Desenvolvimento Web Full Stack da Digital House.

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Área de Dados: conheça as principais ferramentas de Big Data e o seu panorama de mercado atual

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Com isso, as empresas precisam ter profissionais capacitados para lidar com tudo e fazer com que possam tomar as melhores decisões em diferentes contextos, por possuírem informações de valor, com insights importantes em seu nicho de atuação.Quais são os 5 Vs do Big Data?No dia a dia, alguns fatores são levados em conta para que as organizações possam fazer uma boa gestão de dados. Eles são conhecidos como os 5 Vs do Big Data. Confira:VolumeO volume refere-se à enorme quantidade de dados produzidos na Era Digital. Entender essa explosão de informações a partir do surgimento da internet é essencial para que as empresas possam definir as formas de gerenciamento de maneira efetiva.VelocidadeRelacionando com o V anterior, milhares de dados surgem a cada segundo. Ou seja, é tudo muito rápido. 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Isso porque ela mede e comprova os conhecimentos, requisitos e habilidades técnicas aos empregadores.Recomendamos que você confira a grade completa dos cursos de Data Science e Data Analytics da Digital House. Eles são as melhores escolhas para garantir o seu sucesso profissional. As aulas são dinâmicas, 100% ao vivo e ministradas por professores especialistas, que também atuam nas grandes empresas do mercado. Inscreva-se agora mesmo!Leia mais no blog DH:+ Google Analytics Dashboard: crie e personalize com o nosso passo a passo+ O que é brand equity e como as empresas geram valor de marca em seus produtos e serviços+ Marketing digital para iniciantes: 10 dicas de como começar na carreiraE aí, já segue a gente no Twitter? Vem pra rede, vamos conversar sobre habilidades digitais! ;)

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#UX

Linguagem inclusiva: qual a relação com UX e como promovê-la nas empresas?

Este é um ponto muito importante quando pensamos no aumento de organizações que valorizem as pessoas no mercado, independentemente de qualquer condição. No entanto, ao falamos sobre desenvolvimento de produtos digitais e as experiências proporcionadas aos seus usuários finais, como a linguagem inclusiva pode ser aplicada?Neste artigo, vamos explicar o que é a linguagem inclusiva, sua importância e falar também da sua relação com a área de UX. Acompanhe os próximos tópicos!O que é linguagem inclusiva?A linguagem inclusiva possui o objetivo de proporcionar uma comunicação que não exclua ou diminua nenhuma pessoa, independentemente de condição, gênero ou grupo, e sem precisar modificar o idioma. Ao invés de separar, repelir ou agredir, ela agrega, respeita e acolhe a todos.Um exemplo de linguagem inclusiva, usado bastante pelas empresas, é o uso de coletivos. Ao invés de separar e focar em um gênero, o propósito é englobar todos, seja em uma situação escrita ou falada. Na prática, seria como se disséssemos "Bom dia a todas as pessoas".Qual a diferença entre linguagem inclusiva e linguagem neutra?Atualmente, no meio digital, são milhares de informações e conteúdos disponibilizados e consumidos a todo o momento. Com isso, muito se fala sobre linguagem inclusiva, neutra e as diversas formas de abraçar as minorias em textos ou peças publicitárias.É importante saber que as duas linguagens estão sempre juntas. No entanto, existe uma diferença entre essas formas de comunicação. A linguagem inclusiva busca acolher e abraçar todas as pessoas com palavras e variações já existentes no idioma aplicado.Já a linguagem neutra, apesar de ter o mesmo objetivo, altera pronomes e outras terminologias, implementando novas palavras nos vocabulários, a fim de abranger qualquer pessoa, independentemente do gênero que se identifique. Um exemplo é o uso do "e" em palavras com variações de "o" e "a": todos, todas e/ou todes.Em um mundo digital, que possibilita uma melhor comunicação entre as pessoas, além da disseminação de informações, esses tipos de linguagens vêm se difundindo de maneira efetiva. Ao acessarmos as redes sociais, blogs, artigos, sempre nos deparamos com elementos de ambas as redações.A língua portuguesa, por conta de um histórico patriarcal, aponta o gênero masculino como o correto ao representar a pluralidade. No entanto, a linguagem inclusiva e neutra representa alternativas que se distanciam dessa tradição linguística.Como adaptar ela em UX e qual a sua importância?Quando falamos sobre a Experiência do Usuário (UX), temos a área da escrita, mais conhecida como UX Writing. Nos últimos tempos, ela tem sido muito comentada e não é à toa. No desenvolvimento de sites e aplicativos, também é um grande diferencial ao acrescentar mais propriedades na usabilidade de um produto ou serviço.Além disso, no processo de desenvolvimento, a linguagem inclusiva pode ser aplicada não somente na própria interface, mas também no conteúdo de e-mails, artigos, redes sociais, notificações, entre outros canais de comunicação ligados ao produto digital.O foco da aplicação da linguagem é a garantia de uma boa percepção e usabilidade por parte dos usuários finais, sempre considerando as demandas, necessidades, bem-estar, conforto e solução de problemas da melhor forma. Infelizmente, vivemos em uma sociedade que ainda reproduz estigmas em relação ao gênero e/ou orientação sexual.E esse é um dos principais objetivos da linguagem inclusiva: repelir a propagação desses preconceitos, estabelecendo uma comunicação acolhedora e garantindo uma experiência ideal, que reflita os melhores valores de uma marca.Sendo assim, a comunicação escrita e a linguagem inclusiva podem – e devem – ser ferramentas a favor da diversidade, seja em UX Writing, copywritings, redes sociais, entre outras situações, a fim de quebrar estigmas e mostrar novas formas de comunicação.Que tal ser um especialista em UX?Agora que você já sabe a importância da linguagem inclusiva nos processos de desenvolvimento de produtos, deve saber também que realizar um curso na área de UX é uma ótima alternativa para ingressar na área, adquirindo uma base sólida de conhecimentos a serem utilizados e aplicados nas empresas.Na Digital House, temos o curso de Experiência do Usuário (UX). Além de ensinar o processo como um todo, ele aborda a área de UX Writing, tornando possível a especialidade ao aluno.Além disso, todos os alunos podem participar do programa de apoio à recolocação (gratuito) e em feiras de recrutamento exclusivas (Recruiting Day). Inscreva-se e impulsione sua carreira profissional agora mesmo!Leia mais no blog DH:+ Google Analytics Dashboard: crie e personalize com o nosso passo a passo+ O que é brand equity e como as empresas geram valor de marca em seus produtos e serviços+ Marketing digital para iniciantes: 10 dicas de como começar na carreiraE aí, já segue a gente no Twitter? Vem pra rede, vamos conversar sobre habilidades digitais! ;)

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#Marketing

Vídeo marketing: conheça tudo sobre a estratégia de conteúdo

Não podemos negar: os vídeos transformaram a forma de consumo de conteúdo na internet. De acordo com dados da CISCO, 82% do tráfego online partem deles, ou seja, esse se tornou o formato favorito dos usuários.As principais redes sociais já possuem recursos exclusivos para veiculação de vídeos. Se algum dia o vídeo marketing já foi considerado uma ferramenta secundária, hoje ele é essencial para qualquer organização que queira se destacar no mercado e no ambiente online.Acompanhe este artigo e entenda tudo sobre a estratégia. Saiba o que é e como aplicá-la no dia a dia. Confira.O que é vídeo marketing?O vídeo marketing é uma estratégia de conteúdo que utiliza o formato audiovisual. Através dela, as empresas conseguem atrair, converter e reter seus visitantes, com uma eficiência superior a outros tipos de publicações.E isso já foi comprovado. Para se ter noção, um levantamento realizado nos EUA constatou que uma experiência do cliente que possui um anúncio ou apresentação em vídeo aumenta as chances de compra em até 97%. Isso representa muita coisa.Por consequência, a estratégia ganha cada vez mais espaço dentro do mercado e em diversos tipos de canais e fases do funil de marketing de uma empresa.Por que apostar na estratégia?Para entendermos melhor o porquê e como a estratégia de vídeo marketing pode ser vantajosa para as empresas, separamos os seis principais motivos e benefícios. Confira:1) Os vídeos são uma ótima alternativa para aumentar o tráfego dos canais digitais de uma empresaO tráfego orgânico é um dos principais objetivos para qualquer negócio que deseja obter sucesso com o marketing digital e os vídeos promovem esse benefício.Segundo um estudo feito pelo Wyzowl, 86% das organizações que usam o vídeo marketing em suas estratégias notaram um aumento em seu tráfego orgânico.2) Retorno sobre o InvestimentoO ROI (Retorno sobre o Investimento) representa todos os resultados concretos a partir de uma estratégia adotada por uma empresa, como geração de leads e aumento no número de vendas. Neste contexto, o vídeo marketing, por ser um tipo de conteúdo bastante consumido, traz mais visibilidade para uma marca e se sai muito bem nesses retornos.3) Os vídeos são facilmente consumíveisA frase "uma imagem vale mais que mil palavras" nunca fez tanto sentido. Isso porque as pessoas costumam se identificar facilmente com o conteúdo em vídeo marketing, por conta de sua dinamicidade e didática, caso seja bem planejado.4) Fortalecimento da relação entre consumidores e marcasAs compras realizadas digitalmente aumentaram 68% em 2020. No entanto, ainda existe certa resistência de uma parte dos consumidores brasileiros, ao realizar esse tipo de compra. Isso acontece, principalmente, pela ausência de contato físico com os produtos.Neste contexto, o vídeo marketing se torna a alternativa ideal para solucionar esse problema, de maneira mais assertiva. Eles dão a sensação de mais proximidade por mostrar, de fato, as funcionalidades de um determinado produto.5) Os vídeos também podem ser utilizados no e-mail marketingDe acordo com dados do site Statista, até 2024, o número de usuários de e-mail chegará a 4,5 bilhões. Isso representa mais da metade da população mundial.Sendo assim, é fato que o e-mail marketing continua sendo um ótimo meio para nutrir leads, promover engajamentos contínuos e construir relacionamentos com clientes. Ao desenvolver a estratégia, é preciso que os e-mails sejam atraentes, para despertar a curiosidade e o engajamento do público.Neste contexto, os vídeos podem ser ótimos formatos a serem aplicados! Muitas empresas pensam que o audiovisual não se encaixa dentro do e-mail, mas é possível criar uma campanha utilizando o formato de maneira eficiente.Levantamentos da área já confirmaram que a utilização de vídeos em e-mail marketing é capaz de aumentar a taxa de cliques em até 300%. Isso porque os usuários não conseguem conter a curiosidade e fazem questão de conferir o conteúdo.6) Os vídeos também podem auxiliar na retenção e fidelização de clientesOs clientes fiéis podem divulgar um produto ou marca de boca em boca, tornando-se os melhores vendedores. Além disso, o feedback deles também pode fazer toda a diferença para as pessoas que procuram referências e querem ter certeza de que irão fazer a melhor compra.Sendo assim, os vídeos com depoimentos e experiências de usuário são uma ótima alternativa para ajudar a atrair novos clientes e trabalhar na retenção e fidelização dos mesmos.Na Digital House, temos o curso de Marketing Digital. Essa é a melhor maneira de aprender e se preparar para os desafios da área, dominando as principais estratégias do mercado, como o próprio vídeo marketing. As aulas são 100% ao vivo, online e ministradas por grandes profissionais do mercado.Além de proporcionar toda a base de conhecimento, os alunos podem participar do programa de apoio à recolocação (gratuito) e das feiras de recrutamento exclusivas (Recruiting Day). Impulsione sua carreira e garanta o seu sucesso profissional agora mesmo!Tipos de vídeo para usar em sua estratégia de marketingVocê pode aplicar o vídeo marketing como ferramenta em sua estratégia, por meio de diversos tipos de formato. Separamos os principais para ajudá-lo a entender o que faz mais sentido em seu caso. Confira:Dicas rápidasEsse formato representa uma série de vídeos curtos, geralmente gravados na vertical, com dicas valiosas para os usuários sobre um determinado tema ou assunto que tenha domínio. Ele ganhou muita popularidade devido aos aplicativos, como TikTok e Kwai, que se tornaram os mais baixados no Brasil.Criar conteúdos desse tipo possibilita a criação de um grande volume de publicações relevantes com grande agilidade. Além disso, o fácil consumo facilita o engajamento, despertando o interesse dos consumidores em procurar outros materiais mais profundos ou até conferir o que a marca tem a oferecer em seu site.TutoriaisEste formato também é bastante utilizado pelas marcas e valorizado pelo público. Eles podem ser feitos em formato de videoaula, webinar, screencast, entre outros.Como os conteúdos desse tipo de vídeo marketing tratam de assuntos técnicos, que, na maioria das vezes, podem ser complexos, os usuários o procuram como alternativa para compreender de forma clara, ao invés de ler textos enormes sobre o tema.TeasersEste é outro tipo de vídeo curto que as marcas utilizam em suas estratégias, mas, dessa vez, trabalhando com a provocação e geração de expectativa sobre alguma novidade que está por vir.Assim como um filme ou série de TV que lança teasers para instigar o público a assistir a produção em seu lançamento, os produtos e serviços também podem ser os protagonistas, gerando curiosidade para alguma novidade relevante para sua persona.Cobertura de eventosAs empresas que costumam participar de eventos podem optar por esse tipo de vídeo marketing em suas estratégias. Neste caso, é possível abordar as principais atrações, como as que a marca está participando, entre outros pontos que podem interessar ao seu público.Transmissões ao vivo costumam fazer muito sucesso e gerar bastante engajamento.InstitucionaisAo invés de atuar somente na produção impressa ou fotos únicas como material institucional, os vídeos também podem ser uma ótima opção para transmitir os valores que a marca defende e seus padrões de qualidade, fortalecendo o branding e dando uma profundidade muito maior do que outras alternativas.EntrevistasDependendo do nicho de atuação no mercado, entrevistar profissionais especialistas na sua área pode trazer mais autoridade aos conteúdos de sua marca e isso, certamente, é um tipo de informação que pode atrair a atenção do seu público.Demonstrações de produtoVídeos com demonstrações de produtos ou serviços são uma ótima alternativa para os seus conteúdos e trazem mais autoridade para sua marca. Não se esqueça de veicular em pontos estratégicos de contato, como na página inicial ou landing pages do seu site, para que um maior número de pessoas tenha acesso.Muitos negócios, que hoje são enormes, como o Dropbox, começaram através de simples vídeos explicativos, que impulsionaram o número de clientes. Não deixe de considerar a opção para transformar as vendas de sua empresa.Como colocar o vídeo marketing em sua estratégia?Destacamos abaixo um passo a passo com dicas para a elaboração de conteúdos incríveis para sua marca, implementando o vídeo marketing na estratégia. Veja:1) Defina os seus objetivosEste é o primeiro passo. Para criar as melhores estratégias de video marketing, é preciso de uma motivação muito bem estruturada e definida. Sendo assim, mapeie se o objetivo é a conversão, engajamento, entre outras opções.2) Saiba quem é a sua personaA persona é a representação de uma figura fictícia do seu público, com todas as características essenciais, como motivações, necessidades, medos, objetos, entre outros pontos cruciais.Nesta etapa, para auxiliar uma determinada empresa a ter uma noção maior sobre o seu público, é preciso ter as respostas para as perguntas abaixo:• Quais são as redes preferidas do seu público?• Quais os formatos de vídeo mais consumidos?• Qual a disponibilidade e frequência do seu público para assistir vídeos?• Como o seu público se beneficiará a partir dos seus vídeos?3) Estabeleça os tipos de vídeos a serem produzidosCom a persona e o público-alvo definidos, é preciso entender qual formato de vídeo será a melhor opção para o conteúdo. Uma opção é fazer um benchmarking, entendendo o que a sua audiência acha e comenta nos vídeos das marcas concorrentes.Qual o tipo de informação encontrado e o que ele tem requisitado nesses vídeos? Pense em algo que está faltando na concorrência e busque o seu diferencial. Esteja sempre atento(a).4) Escolha os canais em que irá atuarNão é novidade que as redes sociais são uma realidade para todos os perfis de pessoas. Escolha o melhor canal para hospedar o seu conteúdo, considerando quem é o seu público.5) Tenha um calendário editorialPara fazer o melhor acompanhamento da sua estratégia de conteúdo com vídeo marketing, tenha um planejamento com todo o cronograma e frequência para a inserção dessas publicações, seguindo o interesse e os objetivos da marca com a campanha.Os testes são essenciais para avaliar se o projeto está funcionando ou não e, a partir dos resultados e feedbacks, é importante sempre aplicar melhorias e otimizações para aumentar os resultados e ter mais engajamento.Se você ficou interessado em aprender mais sobre o universo do Marketing Digital, recomendamos que você também leia sobre marketing de performance e os seus principais indicadores.Aproveite e confira os demais textos do Blog DH e a nossa biblioteca de conteúdo recheada de materiais ricos, para você aprimorar ainda mais os seus conhecimentos sobre as principais áreas da tecnologia.Leia mais no blog DH:+ Google Analytics Dashboard: crie e personalize com o nosso passo a passo+ O que é brand equity e como as empresas geram valor de marca em seus produtos e serviços+ Marketing digital para iniciantes: 10 dicas de como começar na carreiraE aí, já segue a gente no Twitter? 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