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O que é Arquitetura da Informação e como aplicá-la em seus projetos

O que é Arquitetura da Informação e como aplicá-la em seus projetos
#UX
10 de setembro - min de leitura

Organizar o seu conteúdo digital não é tão simples quanto parece, mas faz toda a diferença para a experiência do usuário.


Quanto tempo você demora para encontrar a informação que está procurando em um website ou um aplicativo mobile? Por quantas páginas você precisa passar, quantos cliques tem que dar e o quanto precisa navegar? Se a resposta não é "pouco tempo", você não tem visitado muitos sites que fazem bom uso da Arquitetura da Informação em suas interfaces.

Esse conceito que nasceu com a semiótica em meados da década de 1970 é um dos principais responsáveis por facilitar nossa vida na navegação online, pois a Arquitetura da Informação tem como objetivo organizar as informações de um determinado segmento da maneira mais clara possível, categorizando-as para facilitar e agilizar nossa busca, evitando assim um grande caos.

Quem cunhou o termo foi Richard Saul Wurman, um arquiteto e designer gráfico americano que já escreveu e publicou mais de 80 livros. Um deles, chamado Information Anxiety, marca o início da era da Arquitetura da Informação. Nos idos dos anos 60, Wurman defendia que passávamos por uma avalanche não de informações, mas sim de dados.

E parte do papel de um arquiteto da informação era conseguir transformar esses dados em conteúdos compreensíveis. Wurman, que está vivo e com 83 anos de idade, ainda carrega a mesma bandeira e foi assim que ele se tornou um dos fundadores do TED, aquelas famosas palestras curtas que assistimos no YouTube sobre os mais diversos temas.

É um trabalho de curadoria, seleção e hierarquização conseguir abordar pontos relevantes de um assunto em uma palestra de quinze minutos - e isso é exatamente tudo o que a Arquitetura da Informação representa. Porque o primeiro parágrafo do texto fala sobre navegação, web e aplicativos, é de se imaginar que a Arquitetura da Informação esteja restrita ao ambiente digital.

Engana-se quem pensa assim, pois ela também é altamente aplicável no meio físico, como para organizar bibliotecas, arquivos, grandes bancos de dados, campanhas publicitárias e tudo aquilo que envolve uma grande quantidade de informação concentrada em um local.

No entanto, é no aspecto digital que vamos focar neste artigo, pois Arquitetura da Informação tem tudo a ver com User Experience (UX), já que ela ajuda - e muito - a garantir que o usuário terá uma experiência excelente com seu produto digital, ajudando-o a encontrar e buscar a informação que ele precisa de uma maneira prática e eficiente.

Aplicando a Arquitetura da Informação em seus projetos

De acordo com o Instituto de Arquitetura da Informação (Information Architecture Institute), a arquitetura da informação se define por: design estrutural de ambientes de informação compartilhada; arte e ciência de organização e rotulação de sites web, intranets, comunidades online e software de apoio à encontrabilidade e usabilidade.

É importante destacar que quando falamos de Arquitetura da Informação em um ambiente digital, design e desenvolvimento andam lado a lado e são correlatos. A estruturação do seu banco de dados e a categorização do seu conteúdo podem ser excelentes, mas isso não vale nada se o aspecto visual do site não facilita a navegação.

O inverso também vale. Design, organização e sistema são as palavras-chave para o sucesso da experiência do seu internauta. Abaixo, listamos algumas dicas de como elencar suas informações usando estratégias da Arquitetura da Informação.

Do Abstrato ao Concreto

De acordo com Jesse James Garret, autor do livro The Elements of User Experience, a experiência do usuário começa no plano abstrato, quando o produto ainda está sendo concebido e seus objetivos estão sendo definidos, assim como o que o próprio usuário pode esperar dele. A partir daí, novas camadas surgem, sobrepondo-se, ganhando forma e deixando o projeto cada vez mais palpável.

Define-se o escopo, quais serão as funcionalidades e qualidades do produto e como o projeto será conduzido. Em seguida, é preciso definir a estrutura do produto, como ele será organizado, quais são suas limitações e como ele será encontrado pelos usuários. A penúltima etapa é o esqueleto, quando é colocado no papel a organização da interface, seus elementos e funcionalidades para o usuário. Por fim, a superfície, que nada mais é do que a interface final com a qual o cliente irá interagir.

Modelo mental

Os modelos - ou mapas - mentais são uma forma de organização e hierarquização da informação que privilegia a correlação entre os termos. Por ser muito visual, o Modelo Mental permite que, seguindo esta lógica, você faça uma representação do comportamento de um público específico, representando suas motivações iniciais. A partir daí, fica mais fácil de desenhar os melhores e mais ágeis caminhos para determinadas informações.

Hierarquização

Se você já recorreu alguma vez ao botão "Mapa do Site", você já está familiarizado com a hierarquização e categorização das informações da página acessada. A maneira como essa seção é estruturada, como uma árvore que começa em "Home" e se expande em galhos de outras categorias e subcategorias, é a forma mais comum e familiar de Arquitetura da Informação em ambientes digitais.

E também uma das mais orgânicas para o usuário, pois a ideia é justamente facilitar ao máximo que ele chegue do ponto A ao ponto B. Por isso, rotular suas informações e colocá-las em caixas distintas é muito importante. Imagine-se em uma livraria na qual livros de biologia molecular ficassem na mesma prateleira que literatura africana e livros sobre direito penal.

Obviamente, você demoraria o dobro de tempo para encontrar o livro desejado. Em um website ou aplicativo mobile, a lógica é a mesma. Quando informações relacionadas ao mesmo assunto estão agrupadas em um rótulo, o acesso é mais rápido, prático e requer pouca ou nenhuma ajuda.

Fluxos de navegação

De quantas formas o usuário pode acessar a mesma informação em seu site? Quantos caminhos estão disponíveis? Através de um simples fluxograma, é possível desenhar quais são as possíveis jornadas de navegação: digitar no campo de busca, ele recebeu o link da página pronto, entrou em uma categoria do site, clicou em um banner na página principal, entre tantas outras opções. Independente do caminho, todos devem ser curtos, rápidos e claros, para não confundir e tampouco frustrar a experiência do usuário durante a navegação em sua interface.

Wireframes

Wireframes são protótipos da interface final, onde é possível desenhar, organizar e testar as categorias e funcionalidades do seu website. Aqui, é possível visualizar a arquitetura informacional do conteúdo. É possível criar wireframes em papel, em editores gráficos e até diretamente em HTML.

Apesar de ser mais aconselhável começar com os wireframes de baixa-fidelidade (papel), o meio não é tão importante quanto as possibilidades de visualização. Esta é uma das últimas etapas e uma das mais concretas da Arquitetura da Informação do seu produto. Depois dessa fase, é hora de colocar a mão na massa e garantir a melhor experiência para seu usuário.

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Como aplicar um teste AB eficiente e aumentar conversões

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Não exatamente nesta ordem, mas, geralmente, os elementos que você pode testar em um teste A/B prioritariamente são:> Headline (título em destaque) da página;> Call-to-Action (botões para conversão);> Imagens ou vídeos;> Descrição da oferta; > Tamanho e campos do formulário; > Indicadores de confiabilidade (testemunhos, certificados etc);> Alteração das posições dos elementos, cores ou mesmo aspectos da própria oferta;Volume certo para dar certo Para dar ainda mais certo, você precisa ter um bom volume de acessos. Caso contrário, estatisticamente falando, este teste não terá muita consistência. A falta de volume também leva ao risco de decisões prematuras e - o que ninguém quer nesta brincadeira toda - incorretas. Portanto, determine a amostragem do seu teste.Uma mão na roda Para realizar com eficiência um teste AB, você precisará de uma ajudazinha na automatização. 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Organize todos em uma planilha, com classificação por tipo, métrica, período e resultado.Como se tornar um profissional de marketing digital e expert em testes A/BNo curso de Gestão de Marketing da maior escola de habilidades digitais da América Latina, a nossa Digital House, você vai entender detalhes sobre teste AB, contextualizado com várias ferramentas de marketing.Mas como este tipo de tática é apenas uma pontinha do que é o marketing digital, nosso curso completo sobre Marketing Digital também te ensina sobre storytelling, planejamento de campanhas, estratégias, SEO, Ads, mídia programática e mais. Entenda mais sobre os diferenciais da Digital House.Vem com a gente! Antecipe-se e se prepare para o mercado com a ajuda de experts em marketing digital e também um empurrãozinho da nossa webserie DH Series, focada em transformação digital.

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#UX
#Marketing
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Kanban: a metodologia ágil mais simples para implementar no dia a dia

Seja para colecionadores compulsivos de post-its coloridos, para os mais minimalistas, com lousas monocromáticas, ou mesmo pelo meio eletrônico, fato é que a metodologia Kanban é ninja, e não é só pela origem do termo ser da terra dos samurais, mas por seus resultados rápidos e precisos.O que é a metodologia Kanban?Em japonês, Kanban significa cartão ou sinalização.É uma das metodologias ágeis, criada para organizar as tarefas de uma empresa, seja com post-its coloridos ou softwares virtuais, deixando visíveis para todos os envolvidos cada etapa das atividades. Mas como funciona a metodologia agile? A divisão destas etapas, normalmente, segue em pelo menos três colunas, desta forma:To do/para fazer: atividades que não começaram mas precisam ser feitas;Doing/em execução: atividades que estão em andamento;Done/concluídas: atividades que foram finalizadas pela equipe.Além dessas três colunas, as empresas têm como customizar suas etapas, criando as que façam sentido para seus times. Essa metodologia pode ser aplicada em departamentos de marketing, desenvolvedores, indústrias de varejo e uma infinidade de outras áreas. Basta o desejo de agilizar processos, organizando por partes de execução, escancarando aos cérebros humanos envolvidos, pelos recursos visuais, e mostrando que a engrenagem só anda se todos fizerem ela girar. Como implementar a metodologia agile na sua empresaComo estamos em plena era da sustentabilidade, hoje em dia há o Kanban virtual (e-Kanban), que veio para substituir aquele bando de papeizinhos. Essa ferramenta de metodologia ágil evita alguns problemas como a perda (imagine com uma ventania, o estrago que faz!), além da praticidade na atualização do quadro de tarefas. Além disso, o Kanban, aliado ao Trello - plataforma de gestão de equipes e projetos pela web - torna-se uma super mão na roda! É uma ótima dica para agilizar o seu negócio e aumentar a performance do time, sem papel, aliás. O que acontece é que o Trello foi desenvolvido com base na metodologia Kanban, portanto, suas tarefas são apresentadas em um quadro, de forma bastante visual também.As vantagens em aplicar a metodologia KanbanCom tantas mudanças acontecendo ao mesmo tempo, toda empresa será obrigada a passar pela transformação digital, mas existem meios menos doloridos de reinventar o negócio, e aplicar o conceito do agile pode ser um deles. Na metodologia ágil o que importa, realmente, é a assimilação do método por todos os envolvidos, que contarão muito lá, nos resultados finais. Não, isso não é provérbio japonês, mas sim, a resposta de por quê uma metologia de mais de meio século atrás se aplica tão bem, em plena era digital.A origem da Kanban foi na década de 1940, na fábrica de automóveis Toyota, e o objetivo era controlar o estoque de materiais para que os produtos não excedessem ou faltassem, equilibrando então a linha de produção. E foi sucesso. A Toyota teve um resultado excelente e descobriu na prática as vantagens em usar a metodologia Kanban:> Evita a procrastinação e o tempo ocioso dos colaboradores;> Economiza tempo;> É prático e fácil de ser implementado;> Ajuda na hierarquização de tarefas;> Reduz custos e desperdícios;> Ajuda a mensurar a produtividade;> Facilita a comunicação entre os funcionários, já que o mapa de atividades mostra aquelas que já foram realizadas e as que ainda serão produzidas.A jornada de mil milhas que começa com um pequeno passoSim, este é um provérbio japonês. Não só por que não conseguimos nos conter, mas porque se adequa ao contexto. Lendo este artigo você deve ter ficado curioso não apenas para conhecer mais sobre metodologia agile mas, em saber como dar o primeiro passo em sua direção.Se você faz parte de uma equipe, lidera pessoas, quer começar a empreender ou mesmo iniciar a carreira, começar a usar a metodologia ágil para gestão e planejamento de projetos pode render ótimos resultados, em curtos e médios prazos.Na Digital House, maior escola de habilidades digitais da América Latina, temos um curso de Agile, incluindo Kanban. Nele, você aprende as principais metodologias e frameworks para criar, experimentar e testar seus projetos, colocando seus clientes no centro e descobrindo o que torna uma empresa ágil.Empresas já descobriram o valor destas metodologias no dia a dia, e pagam salário médio de R$ 5.000,00 para um profissional de agile master da área. Conheça mais sobre nossos cursos. Ajudamos a agilizar sua jornada ;-)

Do banco de dados à nuvem: o que muda e como se adaptar? img
#Dados

Do banco de dados à nuvem: o que muda e como se adaptar?

O novo petróleo da humanidade, para ser tão valioso, precisa de gerenciamento, segurança, espaço...muito espaço... e armazenamento. O antigo banco de dados, hoje, cede espaço para o armazenamento em nuvem, ou cloud. Mas, então, por que cargas d'água tantas empresas relutam em adotar a tal cloud computing em seu universo operacional? A Transformação Digital prova que há um movimento de mão única para quem quer crescer e não sumir em meio à inovação. Logo, ou o mindset de algumas empresas muda por bem... ou vai pela força das circunstâncias mesmo. Com a pandemia da Covid-19, por exemplo, momento significativo no que se refere a adequação ao digital, trabalhar em casa se tornou imprescindível para todos os tipos de empresa, das pequenas às multinacionais. E aí é que entra a importância do armazenamento em nuvem. Pesquisas mostram o crescimento da nuvem para armazenamento de dadosA pesquisa da Hibou/Indico sobre home office durante o Covid-19 anunciou na semana passada que 59,9% dos brasileiros estão trabalhando home office. Isso não significa menos trabalho. Isso porque 25,2% dos entrevistados dizem que estão trabalhando mais do que antes. Então, o paradigma da menor produtividade em casa já era. Outra informação que deixa muita gente de queixo caído é o quanto armazenamento cloud se tornou essencial. De acordo com estudo sobre armazenamento na nuvem da SAS Brasil, 80% das empresas nacionais avaliadas têm ou terão um projeto baseado em cloud computing nos próximos 12 meses e, até 2025, 80% das companhias já terão migrado para o armazenamento de dados em nuvem. A pergunta que fica é: por que as empresas estão tão preocupadas em mudar o armazenamento para nuvem o mais rápido possível? Pois, além de prezar pela vida de seus negócios, os olhos brilham para as vantagens que aderir à nuvem traz, como: 1. Melhora na experiência de quem depende de recursos tecnológicos em nível pessoal ou profissional, incluindo clientes; 2. Redução de custos com infraestrutura, como compra de software, instalação e manutenção; 3. Economia de espaço, já que os dados permanecem armazenados online; 4. Centralização da informação, o que gera praticidade e rapidez na tomada das decisões; 5. Trabalho remoto viável e não dispendioso ao empregador; 6. Segurança: com monitoramento e atualizações automáticas do servidor, serviços de assistência técnica e backups são inclusos no pacote de cloud. As vantagens do Cloud Computing para as empresas Entre as vantagens de usar cloud computing está melhorar experiência do cliente, incluindo segurança e agilidade nos serviços, além de produtos ofertados a ele. É óbvio que essa movimentação gera demanda por profissionais especializados em cloud computing, ou seja, os pilotos.Você que sonha em evoluir nas áreas de ciência de dados, inteligência artificial, ciência quantitativa ou engenharia de software, a Digital House oferece um curso sobre Cloud Architect com especialistas em criação de armazenamento em nuvem privada, pública ou híbrida. Ministramos os melhores cursos em habilidades digitais, entre eles, o curso voltado para Cloud Computing, que tem o objetivo de te ensinar a manjar muito sobre planejamento estratégico para nuvem. No programa, você aprenderá a construir projetos e arquiteturas eficientes e escalonáveis ​​na AWS, seguindo as melhores práticas do mercado, além de configurar um data lake, criar APIs, fazer entradas de informações em tempo real e usar ETLs no Spark. Acompanhe o blog da Digital House para aprender mais sobre o mundo dos dados e como utilizá-los para alavancar a sua empresa.