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O que é a Indústria 4.0 e por que sua empresa precisa se preparar para ela

O que é a Indústria 4.0 e por que sua empresa precisa se preparar para ela
#Tecnologia
17 de julho - min de leitura

A Indústria 4.0 já chegou, e as empresas que não estão acompanhando a revolução cibernética estão aumentando cada vez mais o gap tecnológico entre elas e suas concorrentes.


Quando falamos em Revolução Industrial, não é raro pensarmos nas primeiras máquinas à vapor utilizadas nas fábricas da Europa, principalmente na Inglaterra, com inovações que mudaram completamente a forma como produzimos bens de consumo de todos os tipos. Essa primeira revolução industrial foi capaz de transformar desde os nossos espaços urbanos, com uma massiva migração de população do campo para as cidades, passando pelos estilos de trabalho disponíveis, e modificando a forma como pessoas e mercadorias circulavam pelo globo.

Embora a primeira Revolução Industrial tenha impactado enormemente a economia global, outras ondas de inovações continuam transformando o mundo em que vivemos - de forma cada vez mais rápida. Logo depois tivemos o início da Segunda Revolução Industrial, com o advento da energia elétrica e, com ela, o automóvel, o telefone, a televisão, o rádio e o avião. Dá para imaginar o quanto esses novos dispositivos mexeram com a nossa vida, não é mesmo? Mas isso foi apenas o começo! A Terceira Revolução Industrial chegou com tudo na metade do século XX, dessa vez marcada pela união da ciência e da produção industrial com um só objetivo: eficiência e velocidade. O resultado foi o desenvolvimento da robótica, da eletrônica e da tecnologia da informação. Os computadores chegaram para valer! Embora todas essas ondas tenham modificado profundamente o modo como nosso mundo funcionava, poucos estavam preparados para a chegada da quarta onda de inovação, a Quarta Revolução Industrial, que daria origem ao que chamamos hoje de Indústria 4.0.

Indústria 4.0: a chegada da revolução cibertecnológica

Chamamos de Indústria 4.0 as transformações geradas na Indústria pelas tecnologias modernas digitais, como a automação, a Internet das Coisas, o Machine Learning, entre outros. Em um mundo cada vez mais digitalizado e conectado, a vida digital já não é mais fruto de um livro de ficção científica, mas realidade palpável dentro de nossos modos de produção. Também chamada de Internet Industrial, ou Fábrica Inteligente, ela se consolida com base no tripé internet, tecnologia digital e análise de dados.

A ideia é que as fábricas sejam capazes de descentralizar o controle de seus processos produtivos por meio da Inteligência Artificial e da Tecnologia da Informação. Com uma completa comunicação digital entre todos os sistemas da fábrica, aqui incluindo as máquinas, linhas de produção e pessoas, as fábricas poderão ser capazes de se autoajustar às demandas de produtos que manufaturam e ainda diferenciá-los em customizações cada vez mais crescentes. Pensando na prática: ao integrar sistemas dotados de inteligência artificial na linha de produção fabril, eles podem, por si só, tomar decisões como economizar recursos, diminuir a produção de toda a fábrica, substituir a produção de uma mercadoria por outra, tudo com base nas métricas analisadas em tempo real pelo sistema. Dessa forma, os recursos e matérias primas não são desperdiçados, mercadorias não estragam, produtos não ficam parados em estoque.

Estoque? Muitas indústrias de primeiro mundo já funcionam sem armazenamento, mantendo a produção apenas voltada para a demanda, ou seja, on demand. Entre os benefícios dessas inovações, temos em primeira mão a agilidade e o monitoramento dentro da indústria, que permite pesquisa e desenvolvimento de novos produtos ajustados ao mercado em velocidade nunca antes imaginada, trazem benefícios concretos para as linhas de produção.

Mais qualidade de produtos, eficiência no uso dos recursos, melhoria na segurança, conservação ambiental, redução de erros, além de viabilidade de novos modelos de negócio e da comercialização de mercadorias. As plantas das fábricas também estão sofrendo reajustes, estão se tornando mais planas, mais eficientes, mais ecológicas, mais ergonômicas. E os negócios? Mais transparentes, com dados em tempo real da produção e consumo das empresas e excelente capacidade de projeção de resultados, trazendo melhorias nos planos de sustentabilidade, melhor relacionamento com investidores, sociedade civil e ONGs, entre muitos outros benefícios.

Não só notícias boas: quais são os desafios da Indústria 4.0?

Não é difícil imaginar o que a internet e as tecnologias digitais podem causar na indústria, uma vez que elas já mostraram seu poder revolucionário em outros setores da economia, como e-commerce, comunicações e transações bancárias. Embora muitas das tecnologias já estejam disponíveis, o setor ainda está se transformando lentamente, principalmente porque dependem para tal, das condições econômicas e tecnológicas de cada país.

O ecossistema que gira em torno das fábricas precisa, ele mesmo, estar preparado para essa revolução, tanto do que compete às políticas governamentais, quanto aos gestores industriais e instituições acadêmicas e de pesquisa, principalmente na formação de profissionais voltados para a inovação.

No Brasil, por exemplo, foi recém-criada a Associação Brasileira de Internet Industrial, organização responsável por fomentar discussões e fazer relacionamento com entidades governamentais e educacionais para o desenvolvimento do setor. Uma coisa é fato: as organizações que ainda não estão adequadas à nova realidade da indústria 4.0 estão aumentando cada vez mais o gap tecnológico entre elas e seus concorrentes, principalmente internacionais. Nesse contexto, investimento em inovação e pesquisa é parte fundamental desse processo.

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#Marketing

Design Sprint na prática: como alcançar resultados em menos tempo

Resolução de problemas complexos de maneira eficiente é o que as empresas procuram, ainda mais em um mundo dinâmico, que passa por mudanças estruturais com a Covid-19. E é aí que o Design Sprint na prática traz a velocidade nos processos de inovação na medida certa.Essa abordagem é extremamente útil para testar idéias e construir protótipos em poucos dias, indicada em cenários de incerteza, crise ou pouco recursos, como o que vivemos agora. Mas, tudo com pé no chão, não é mesmo? Nosso diretor executivo e especialista no assunto, Juliano Pereira, alerta: “Obviamente, o Design Sprint não é uma solução mágica. Ele é mais rápido e barato, porque leva todas as pessoas relevantes a criar e decidir sobre uma aplicação, site etc, tudo em tempo real, respeitando prazos de etapa da Sprint. Isso, por si só, já reduz o tempo de fila, que em geral, é aquele e-mail que ficou parado sem resposta e atrapalhou o fluxo num projeto comum, por exemplo”.Portanto, essa metodologia ágil, criada pela Google Ventures, não é milagre, é tecnologia agile bem empregada. Veja as vantangens do Design Sprint abaixo e como colocar a mão na massa.Checklist do Design SprintResumidamente, o conceito do Design Sprint desta metodologia é o seguinte: são cinco dias de trabalho intenso em que são reunidas práticas de estratégias de inovação, design thinking, negócios e comportamento, tudo com participação e engajamento de todos os envolvidos.Para chegar a um resultado bacana e tão rápido, é imprescindível que a equipe deste Design Sprint esteja disponível, imersa e determinada a dar o melhor de si.A metodologia permite que uma empresa desenvolva e teste suas ideias em cinco dias. Acompanhe como realizar um Design Sprint:1º dia - Entendimento e definições das metas, identificação do que será realizado e compreensão do problema;2º dia - Estudo de possibilidades, ou seja, o famoso brainstorming;3º dia - A tomada de decisões, que acontece por meio de um processo democrático e abrange todos os participantes do Design Sprint;4º dia - Este dia é o quase lá e é marcado pela criação de protótipo. Geralmente, as equipes contam com oito horas para desenvolver a ideia que, para ser produtiva de fato, exige um time sincronizado e com ações muito bem-definidas;5º dia - Validação. Aqui, o produto desenvolvido é apresentado aos potenciais usuários que podem interagir com o protótipo e preparar o feedback. Esse retorno será a carta branca, ou não, para implementar a solução desenvolvida.Design Sprint e suas vantagensDada a velocidade com que as tecnologias são criadas e implementadas no mercado, o método é uma alternativa vantajosa: além de permitir a validação de ideias em pouco tempo e inovação que abrange a diversidade, há a economia de custos.Por isso, é um recurso muito utilizado por startups e pequenas empresas e remete à disrupção. E as grandes empresas já começam a crescer seus olhos para a metodologia, principalmente no momento atípico que vivemos, onde agilidade e otimização de tempo e recursos prevalecem como diferenciais de sobrevivência.Nesta técnica, o time consegue visualizar a versão final do produto nas mãos dos consumidores, antes de fazer um alto investimento na ideia. Portanto, o risco de prejuízos é menor, ou seja, uma excelente pedida para momentos de crise. “O uso de protótipos e coleta do feedback dos clientes é um caminho mais rápido do que o modelo tradicional. Economiza-se tempo e dinheiro capturando o feedback do cliente final, quando não é preciso construir uma solução de ponta a ponta (incluindo desenvolvimento, testes e implementação)”, completa Juliano.No curso executivo de Agile, da Digital House, ensinamos diversas metodologias ágeis, entre elas, Design Sprint. Você tem aulas com professores que estão no mercado, atuando em grande empresas, e se apoiam na metodologia de sala de aula invertida para uma dinâmica interativa e rica em aprendizados. 

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#UX

Liderança em UX Design: quais as qualidades essenciais para o líder?

A liderança em UX Design tem seus desafios peculiares. Além da empatia à diversidade de opiniões e estilos, a busca por sinergia e resiliência entram na lista de skills importantes a estes profissionais. A verdade é que a liderança na Era Digital é outra.Neste artigo, vamos explicar um pouco como ser um lídera na área de UX Design, e ir além, detalhando como os dirigentes precisam trabalhar na horizontal com o resto da equipe.UX Design e os desafios de liderança na Era DigitalA pandemia vivida em 2020 avançou a Transformação Digital e também fe líderes refletirem sobre ressignificação de propósitos e sua maneira de gerenciar seres humanos. Clientes, usuários dos sites, também passam por esta reflexão diante suas escolhas de consumo e jornada de compras, o que remete ao gestor de UX Design a missão de absorver estas mudanças com atenção ao movimento diário. Neste contexto, a satisfação e adaptação ao home-office é o impacto mais comentado nas manchetes e pesquisas, ultimamente. No Brasil, uma pesquisa recente da Hibou mostra que dos 31% das pessoas que passaram a fazer home office a partir da pandemia, só 30% não gostaram da experiência. Já 36,7% gostariam de trabalhar de casa ao menos uma vez por semana e 32,6% o máximo de dias possíveis. + Leia um e-book exclusivo com ferramentas eficientes para home officeIsso mostra que áreas relacionadas ao Design precisam se adaptar, tanto aos resultados dos gostos destes usuários mais caseiros e seletivos quanto a eles mesmos, trabalhando em equipes mais colaborativas, mesmo de maneira remota. Aí o papel crucial do líder para inspirar este processo e conduzi-lo da melhor forma possível. Novo estilo de liderança No UX Design, é muito claro que não se pode tratar usuários como números. Da mesma forma, seu time não pode ser visto como recursos de projeto, que podem ser descartados ou substituídos, ainda mais no momento de incertezas que passamos.O gestor precisa, de alguma forma, prover segurança, mesmo a distância, além de confiança nestas entregas. Como? Compartilhando experiências, aprendendo com seu time na observação, e, como consequência, explorando todo o potencial de cada um.Nesta linha, vai um exercício prático para você pensar e responder mentalmente:➜ Você inspira confiabilidade em relação ao trabalho do seu time, mesmo remotamente?➜ Consegue ser claro(a) no que precisa deles e no que eles podem contar contigo?➜ Contextualiza seus liderados de que o que eles fazem é realmente importante para a empresa continuar e prosperar?➜ Compartilha conteúdos inspiracionais, relacionados à area?➜ Divide resultados positivos e colabora, colocando a mão na massa, nestes êxitos?Esta última pergunta casa bem com o momento que vivemos, em que colaboração e resiliência são soft skills valiosas. Dentro de um time de Design UX, o líder já domina métodos e ferramentas, podendo ajudar de maneira mais ágil e colaborativa na resolução de problemas complexos, inclusive usando as metodologias ágeis.E, como tudo é digital agora, aderir ao uso de metodologias ágeis e canais de comunicação dinâmicos como chat para tirar dúvidas rápidas, Meet, Zoom ou Skype for Business ajudam em reuniões periódicas. Ou mesmo ajustes de ideias via Google Docs já resolvem muita coisa.As soft skills dentro da liderançaA liderança está ali para executar o macrogerenciamento, tirar impedimentos e facilitar a comunicação entre todos para que executem suas funções. Portanto, agenda cheia, sem espaço para o time, pode levar lideranças ao caminho inverso: o distanciamento prejudicial da equipe e a falta de empatia e engajamento deles.Alguns especialistas de UX citam que a liderança em UX deve acompanhar os níveis de felicidade não só dos clientes, mas do seu time também. “Acredito que a liderança criativa é o que precisamos buscar atualmente. As características mais importantes desse tipo de modelo são: liderar pela inspiração e experimentação, não pelo medo, pela criação de redes de contato, e não pela hierarquia” John Maeda, executivo, designer e tecnólogo americano. A Digital House ajuda na condução e no preparo para este novo momento do mercado de trabalho. E para se aperfeçoar como gestor, você pode investir em um curso de Agile, metodologia ágil eficiente usada por grandes empresas do mercado. Que tal se atualizar sobre a nova liderança na Era Digital?

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#Marketing

Como otimizar seu site Wordpress com plugins e funcionalidades da plataforma

O WordPress é uma ferramenta flexível, gratuita e com funcionalidades eficientes para a criação de sites, blogs e lojas virtuais. Por isso, é o favorito dos profissionais de marketing digital, agindo como aliado nas estraatégias de inbound e no gerenciamento do conteúdo.Números comprovam essa simpatia. O WordPress ganhou em 2019 a fatia de 61% do mercado de CMS (Sistemas de Gerenciamento de Conteúdo) no mundo todo. Este é apenas um dos bons argumentos para você aprender a criar um site no Wordpress, e mais, como otimizar o seu site na plataforma.Benefícios que o WordPress ofereceO WordPress possui duas versões disponíveis: a plataforma WordPress.com e o WordPress.org, sendo a primeira um serviço que oferece hospedagem gratuita de blogs e sites (com o uso do software deles) e a segunda de código aberto, que permite baixá-lo gratuitamente pelo site oficial e instalar em um servidor de sua escolha. Ambas as versões oferecem vantagens funcionais, como:➜ Uso intuitivo: no geral, o uso do sistema é bastante simples pois é um editor similar ao Word;➜ Fácil instalação: dura de 5 a 10 minutos, no máximo. E o melhor: suas atualizações periódicas também são rápidas;➜ Boa oferta de plugins: o plugin no Wordpress melhora a  experiência de uso de um site, tanto para os administradores quanto para os visitantes. Logo, com eles, seu site pode ficar mais rápido e atrativo. Use-os com estratégia, pois boa parte deles é gratuito;➜ Opção de troca de templates: Você pode trocar o visual da plataforma sem a preocupação de alterar conteúdos já publicados;➜ Dá para usar em dispositivos móveis: com um smartphone ou tablet, sistema Android ou iOS, será possível fazer o download do app do WordPress para gerenciar seu site na palma da sua mão;➜ Seu código é aberto: isso significa que qualquer pessoa da sua  equipe poderá editar, aprimorar e personalizar suas versões, plugins e temas. Nesse ponto, ou você conta com um dev ou aprende a habilidade digital em um curso de programação.Pegando o gancho neste último ponto, saber programar é uma skill que está se popularizando a cada dia que passa entre as áreas do digital. Você pode ver aqui como é relevante para o profissional do marketing saber programar, por exemplo.Plugins para otimizar site WordpressComo dito lá em acima, os plugins são as extensões que acrescentam novas funcionalidades e melhoram a experiência do usuário na plataforma. Como são muitas opções no WordPress, bacana escolher alguns dos plugins essenciais, ou seja, os que valem mesmo a pena usar na sua estratégia. Mas, sempre procure novas opções que atendam bem seus objetivos. Só para exemplificar, vamos citar 4 exemplos de plugins eficientes.Yoast SEONão é mera coincidência. Este plugin foi feito para auxiliar produtores de conteúdo a otimizar suas páginas e textos aos olhos dos motores de busca, tornando-os mais sedutores aos olhos do Google. Ele permite editar títulos, meta description, palavras-chaves, gerar sitemaps e indica se é preciso incluir as tags alt text nas imagens, escrever mais palavras etc.Rock ConvertO Rock Convert tem a missão de impulsionar as conversões do seu site ou blog. Ele tem a funcionalidade de criar CTAs e banners diversos que convertem melhor os visitantes em assinantes. Ótimo para ser integrado às ferramentas de automação de marketing.FlareO Flare é um plugin em que você coloca botões de compartilhamento para as redes sociais no início, meio ou final de seus artigos. Uma ferramenta simples e muito boa, que incentiva os visitantes que gostam do seu conteúdo a pegar carona nas suas redes.Google AnalyticatorSeguindo o mesmo objetivo do conhecido Google Analytics, esse plugin traz análises e métricas mais relevantes do Analytics para o seu dashboard. Assim, você consegue avaliar número de visitas, tempo de permanência médio em cada página e muitos outros dados relevantes.Dica para usar plugins no Wordpress: verifique se os plugins são compatíveis com as novas atualizações de sistema, para que não surjam problemas ao serem usados, quando elas acontecerem. Estas extensões possuem suas próprias atualizações, mas fazê-las manualmente é uma opção. Na Digital House, você pode aprender tudo sobre Wordpress no curso de Marketing Digital, além se de tornar um especialista em uma área que tem grande visibilidade nas empresas. De estratégias de marketing a tendências do mercado e táticas utilizadas pelas empresas, as aulas são dinâmicas e ideais para quem gosta de aprender fazendo.+ Entenda como funcionam as aulas remotas da Digital House