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O poder da nova educação

O poder da nova educação
#Carreira
1 de outubro - min de leitura


Tudo está acelerado. As mudanças vêm em ondas, os conceitos sobrepõem-se e é difícil definir o que é temporário, modismo, do que é efetivamente novo e duradouro. Aprender e ensinar são algumas das atividades mais antigas da humanidade. O ato de educar remete à primeira infância, onde as estruturas mentais tomam forma e nos acompanham ao longo da vida como base, principalmente, para o trabalho. Mas num sentido mais amplo, educar é socializar transmitindo os hábitos que capacitam o indivíduo a viver numa sociedade. E quando a sociedade muda, a educação tem que acompanhar esse fluxo sob o risco de estar preparando as pessoas para um mundo que já não fará mais sentido. Bem, isso está acontecendo hoje, agora mesmo. Pois se você está numa Universidade, certamente está exposto a conceitos atemporais, independente do curso. Mas, provavelmente, também terá de encarar conceitos que não serão mais relevantes no momento em que receber seu diploma. Pois é… A cada nova mudança somos confrontados a compreender o que efetivamente constitui um novo padrão social. É com base nesse fenômeno que buscamos tudo o que precisamos no Google, ignoramos as filas do banco fazendo transações eletrônicas, chamamos o Uber, o iFood e assistimos ao Netflix, compartilhando nossas impressões nas redes sociais. Nesse cenário, profissões se renovam, deixam de existir e são criadas. Quantas listas com as mais novas profissões bombando te alcançaram essa semana por e-mail ou no feed do LinkedIn? A Revolução Digital nos abriu a um universo de opções e novas necessidades, onde cada vez mais funções repetitivas são automatizadas pelas máquinas e a lógica atribuída aos algoritmos. Mas, há gente por trás desses bits e linhas de código. Gente que precisa pensar para criar, ter repertório e raciocínio crítico. Gente que precisa estudar e aprender para seguir impactando a sociedade. Gente como você lendo esse artigo. E se você chegou até aqui, uma pequena consideração para prosseguirmos: pedagogia é o ensino de crianças e andragogia o ensino de adultos. Para discutirmos o poder da nova educação aqui, eu quero que foquemos na andragogia. Porque o ensino de crianças tem particularidades que não faz sentido desenvolvermos nesse raciocínio. Já para o ensino de adultos, eu tenho três ideias para compartilhar. E o porquê dessas ideias não estarem naquela famigerada lista do modismo? Eu te conto no fim do artigo.

Long life learning

Qual a sua profissão? Eis uma pergunta que, até alguns anos atrás, não exigia muita reflexão. Inúmeros sobrenomes remetem a atividades profissionais. Mas hoje é um pouco mais complicado. Eu teria que responder algo como: Publicitário e Designer Gráfico, especialista em Tecnologias na Aprendizagem, trabalhando com Educação, por exemplo. Esse novo panorama tem dois combustíveis essenciais. Por um lado, o avanço tecnológico abre oportunidades em áreas pouco exploradas de profissões antigas ou cria profissões completamente novas. Advogados, médicos, engenheiros e outros profissionais de áreas clássicas, hoje trabalham de forma muito mais ágil e intensa com a inserção da tecnologia em suas atividades. Já os desenvolvedores de aplicativos e sistemas full stack, profissionais de marketing digital e cientistas de dados, por exemplo, transitam por ambientes novos, desempenhando tarefas que até bem pouco tempo atrás ninguém desempenhava. Ao mesmo tempo que a tecnologia proporciona o avanço acelerado, é na característica dos novos profissionais que está o segundo combustível da mudança. Enquanto a geração X buscava estabilidade, a geração Y (ou millenials) busca experiências. Não faz sentido para os profissionais nascidos entre 1980 e 1995 trabalhar exclusivamente por dinheiro. Nós queremos ter propósitos. E se é assim, ficar classificado, encaixotado e rotulado em uma função é inadmissível. Nesse cenário, o conceito de long life learning tomou força, propondo que o aprendizado perdura por toda a vida. O próprio ato de aprender coisas novas atrai àqueles ávidos por experiências e criam no mercado os profissionais “slashie”: aqueles que desempenham mais de uma função ou tem formação em áreas distintas, não classicamente complementares, mas que na hora da ação abrem um leque de possibilidades. Quando os mais jovens da geração Z, nascidos entre 1995 e 2010 começam a engrossar o corpo de profissionais, tanto a tecnologia quanto a experiência se encontram. Os nativos digitais potencializam o que é ser híbrido e fluído no jogo das profissões e estão, sem sombra de dúvida, efervescendo o mercado. Afinal, se os bons profissionais trazem à tona o aprendizado contínuo e a atualização como algo natural, as empresas tem que ajustar seus radares e suas formas de contratar para valorizar as características que fazem esses profissionais serem diferenciados. Pode-se dizer que hoje o profissional não procura mais emprego, ele é encontrado pela empresa. E isso só é possível num ambiente heterogêneo, em constante evolução.

Neuro-educação

Outro benefício do avanço da tecnologia é que somos, cada vez mais, conscientes da máquina humana. A Neuro-educação combina a neurociência, psicologia e educação para decifrar processos cognitivos e emocionais que originem melhores métodos de ensino. Ou seja, através da observação de como nosso cérebro funciona, hoje somos capazes de determinar com maior certeza quais métodos e práticas são mais eficientes ao aprendermos algo. Aprender é emocionar. A neurociência traz, hoje, evidências de que o ato de aprender está intrinsecamente ligado a emoção. Os fluxos de evocação e consolidação da memória, bem como os fluxos de informação conectando novos dados a conhecimentos anteriormente consolidados, são influenciados de forma decisiva pela emoção. O ato de aprender passa por envolver-se com aquele conteúdo, com o local, com o grupo e com a proposta de ensino. Por isso, hoje é cada vez mais interessante propormos ambientes de aprendizado que extrapolam a sala de aula, experiências práticas além da expositiva, colaboração e aplicação objetiva dos conteúdos aprendidos em forma de projetos. Todas essas intervenções visam propor uma relação do aluno com a escola e o currículo que o alcance emocionalmente. Somos seres distintos e únicos em nossas particularidades, mas o nosso cérebro tem mecanismos universais e conhecê-los nos dá a base para lidar com as diferenças. Numa abordagem superficial, temos, por exemplo, três tipos de interação principais com o meio, nos classificando como pessoas auditivas, visuais ou sinestésicas (que envolve o cruzamento de sensações). Ao expor o aluno em sala de aula a um novo conteúdo, se o fizermos de maneira ampla em relação a oferta de apelos sensoriais, utilizando o diálogo, a palestra, o vídeo e o exercício prático, por exemplo, temos maior chance de êxito. Agora, o grande salto da neurociência está na responsabilidade em testar e aferir os resultados, sem se deixar levar pela moda. É cult dizer que algo é neuro. Mas com essa postura, experimentos sérios são colocados lado-a-lado de ações puramente comerciais. Há ainda um abismo de conhecimento a ser superado, mas a compreensão do cérebro é e será cada vez mais, sem dúvida, uma ferramenta incrivelmente útil.

Learning Experience Design

Tendo em vista o que já aprendemos ao longo dessa nossa conversa, compreendendo que podemos mesclar a tecnologia, com a vontade de experimentar, com a necessidade de emocionar e diferentes formas de interagir, começamos a criar uma matriz. Numa ponta, as respostas às necessidades humanas, sendo elas filosóficas e éticas. Noutra, a compreensão do aprendizado, da cognição e da neurociência. Por fim, o design como ferramenta de acesso ao indivíduo e interação com o meio. Unindo esses universos e todas as áreas que tocam, começamos a conceber o conceito de Learning Experience Design (ou LX Design). A nova Educação encontrou no Design suporte para ampliar sua maneira de interagir com os alunos. Afinal, o bom Design extrapola a estética e volta-se a função que exerce como anteparo para interação. Utilizando recursos de design gráfico, games, interfaces, produtos e afins; a construção da trajetória de aprendizado começa a receber um grande número de suportes que farão com que a experiência seja altamente personalizável. Característica forte do LX Design, a oportunidade de customizar a entrega de ensino é uma das coisas que mais me fascinam. Afinal, uma vez que sabemos que as pessoas são diferentes umas das outras e aprendem de maneiras diferentes ainda que respeitando inconscientemente os mesmos gatilhos mentais, podemos observar e aferir através dos dados de avaliações formativas como adaptar a entrega de conteúdo. Para mim, pensar na pessoas como foco da educação é uma forma de respeitar o indivíduo.

Conclusão

Eu disse que essas três propostas, ao meu ver, extrapolam o que pode ser puro modismo na nova Educação. E eu sinceramente creio nisso porque as três propostas trazem em seu DNA o que torna a nova Educação tão poderosa: o foco na pessoa, no aluno. Durante muito tempo nos acostumamos a concorrer uns com os outros, precisando decorar para fazer uma prova que nos classificaria frente aos demais. Além de que a oferta de ensino era hierárquica, o professor detentor do conhecimento e os alunos, passivos no processo de aprendizagem. Hoje o grande salto está se dando ao colocar o aluno no centro das atividades, compreendendo o que ele precisa, descobrindo como entregar algo que tenha mais sentido e propósito, de formas diferentes, garantindo que a experiência de aprendizagem seja personalizada e sempre observada, analisada e evoluída.
Cesar Michelin é Learning Experience & Graphic Designer, Consultor Pedagógico na Digital House Brasil. Entusiasta da Educação aliando design, tecnologia e foco nas pessoas.

Outras notícias

Internet das Coisas no dia a dia: exemplos de como a revolução tecnológica está na sua rotina img
#Dados

Internet das Coisas no dia a dia: exemplos de como a revolução tecnológica está na sua rotina

A Internet das Coisas caminha forte rumo ao futuro e tende a estar cada vez mais presente no cotidiano de cada um de nós. Mas antes de entrarmos a fundo no assunto, é preciso explicar o que é Internet das Coisas, já que o termo, para alguns, remete à tecnologia, porém...o que significa? A famosa IoT, como é conhecida, nada mais é que a interconexão de objetos do dia a dia com a internet, ou seja, a tecnologia moldando o comportamento das pessoas dentro das casas, empresas, cidades, borbulhando a todo momento. Estes dispositivos, móveis ou não, têm sensores, circuitos eletrônicos e softwares capazes de coletar, processar e trocar dados.Internet das coisas no dia a dia Esta revolução tecnológica não é coisa “do futuro”. Ela é atual e evolui como parte da Transformação Digital. Portanto, inseri-la ao seu contexto profissional faz parte deste processo.Por exemplo, sabia que neste momento você pode estar usando ela sem ao menos perceber? Então, pelo uso do seu celular. Inúmeras funcionalidades dele (mesmo quando desligado) dizem respeito à IoT.  Líderes da Associação Brasileira de Internet das Coisas avaliaram o cenário brasileiro e latino-americano, durante o IT Forum 365, em 2019, afirmando que IoT não é futurismo.Eles dizem isso, pois a transição global para uma economia e estilo de vida digitais das pessoas anda a todo vapor. Ou seja, além do exemplo do seu celular, a IoT está presente na coleta dados de pesquisas que você faz para compras, enviando propagandas, nos seus games, no uso de assistentes virtuais e interligando sua geolocalização a apps de alimentação, mobilidade etc. Podemos citar mais alguns exemplos de Internet das Coisas no Brasil e resto do mundo:Casas inteligentes/automação residencialCompostas por itens como fechaduras inteligentes (smart locks), sistemas de segurança, automação de toda parte elétrica e eletrodomésticos pertencentes a uma casa e até mesmo condomínios. Estes sistemas são conectados à internet por Wi-Fi e Bluetooth e permitem que portas sejam controladas digitalmente e à distância. TermostatosOs termostatos inteligentes medem a temperatura de um ambiente, regulando aparelhos como ar-condicionado ou aquecedores da maneira adequada. Além disso, por meio da conexão com a internet e capacidade de processamento, os dispositivos aprendem com a rotina da família e podem ser controlados à distância, por app.Automóveis conectadosNeste caso, os automóveis têm painéis de conexão à internet e integração com aplicativos populares, como redes sociais e apps de entretenimento. Isso é o que temos para hoje. Mas, a evolução (em fase dos últimos testes) traz carros inteligentes, como os da Tesla, sem motoristas, que funcionam por energia elétrica e trazem soluções de logística e rotas logísticas mais estratégicas.IoT na saúdeNeste setor, os dispositivos automatizados se conectam e compartilham dados de pacientes e pesquisas, diretamente para um sistema de controle, facilitando e agilizando diagnósticos.AgroTechA IoT já ajuda produtores rurais a melhorar suas plantações. Com sensores, o agricultor é capaz de detectar a temperatura e a umidade do ar e ativar sistemas de irrigação. Além disso, pela rede, eles acessam bancos de dados e projeções meteorológicas. Assim, se programam com antecedência e tornam suas lavouras mais econômicas e sustentáveis.+ A Inteligência Artificial faz parte da sua rotina: veja exemplos no entretenimento, saúde e alimentaçãoDesvendar IoT nunca foi tão acessívelVocê deve ter notado que a nossa Era Digital é composta pela interação homem-máquina. E essa condição precisa ser encarada sem medo. Ele só aumenta temores inexistentes. Afinal, a tecnologia veio a nosso favor, e pode ajudar no dia a dia de inúmeras maneiras.Na Digital House, você tem a oportunidade de imergir no mundo da IA, essencial para IoT através do curso de Inteligência Artificial. Por meio de aulas práticas e dinâmicas, comandada por especialistas do mercado, você se atualiza sobre uma das profissões do futuro, e se torna o profissional que as empresas procuram. Vamos lá? A área da tecnologia te espera!

Como criar um design responsivo para oferecer a tão esperada navegação amigável img
#UX

Como criar um design responsivo para oferecer a tão esperada navegação amigável

Se você deseja vender mais e obter maior visibilidade de marca, terá que oferecer uma boa experiência ao seu usuário, esteja ele aonde estiver. Ou seja, precisa ter um site responsivo. Justamente aí que o UX Design ganha seu protagonismo.No mais recente estudo do Google, “O mundo nunca será o mesmo”, foram projetados os impactos da pandemia no comportamento, consumo, trabalho, finanças e economia, trazendo uma mensagem objetiva: tudo agora se torna virtual e essa realidade desenha novos modelos de interação. Segundo ele, as buscas como “velocidade de internet” são altíssimas atualmente, ponto importante para o home office, que antes era uma prática rara, e hoje é o dia a dia de muitos. Para o mundo pós-pandemia, o estudo de nome emblemático também prevê que o comportamento dos usuário ficará muito mais exigente (ainda!) quanto à rapidez e eficiência na resposta das empresas e seus canais online, incluindo atendimento. Sendo assim, vem aprender como criar páginas responsivas e que oferecem uma experiência de qualidade para o usuário.A importância do design responsivoAntes de mais nada, vamos relembrar o que é um design responsivo. A abordagem é um conjunto de técnicas que garante um site acessível a qualquer tipo de dispositivo, seja ele desktop ou móvel. Essa aplicação no código envolve HTML, CSS e algum framework, como o Bootstrap. Com essa técnica, seu site se ajusta de acordo com o tamanho da tela do usuário.O próprio Google recomenda esse tipo de design responsivo como uma forma de otimizar a experiência do usuário, para evitar duplicações de conteúdo e obter imagem consistente.Agora, voltando o foco para a parte que vai além da técnica, a área de UX encontra alguns desafios nesta criação:➜ Atingir o mesmo grau de satisfação do cliente, tanto por dispositivos móveis quanto desktops;➜ Que toda a jornada do usuário no site seja estratégica, simples e encantadora.Os profissionais certos para esta missão são das áreas de UX/UI, pois, com suas skills, pensam nas funcionalidades e maneiras de capacitar e gerar um caminho interessante a quem acessar aquele site, por ambas as vias, e não apenas pela ótica da adaptação dos tamanhos das telas, imagens ou da otimização do menu.Guia básico para criar um design responsivoO professor de UX da Digital House e especialista no assunto, Renato Gondra, elenca três pontos para te dar uma luz durante o desenvolvimento responsivo. São eles:Busque referênciasO famoso benchmark é importante. Ou seja, olhar o que marcas bem conceituadas fazem é uma inspiração a ser seguida. Veja o site no desktop e depois no smartphone. Analise e compare as diferenças.“Também vale olhar os guias de design system do Android e do Apple IOS. Alguns dos componentes dos apps podem ser aproveitados em sites responsivos”, finaliza.Pense Mobile FirstHoje mais de 70% do tráfego da internet é feito através de smartphones. Então, prefira começar desenhando seu produto digital para smartphones. Assim, você inicia já com foco na simplicidade e fica mais fácil transformar num site para desktop.“Mas lembre-se: é papel do designer desenhar pelo menos essas duas versões de tela”, ressalta Gondra.+ Veja nosso inforgráfico completo sobre a mudança do Mobile First para Mobile OnlyComponentes (Assets) que podem ser adaptadosDurante o design, você poderá apontar particularidades em cada tipo de dispositivo. Alguns elementos podem se comportar de maneira diferente em telas menores. Então, é importante ficar atento a isso.“Uma tabela que funciona bem em desktop pode não promover uma boa experiência em smartphones. Nesse caso, você pode trocar por um card expansível, por exemplo”, completa.Além disso, no momento do desenvolvimento, continue a estudar essas interações. E, após ele, o trabalho não para. Faça testes de usabilidade e brainstorm com sua equipe. E vamos a mais técnicas de design responsivo1. Atenção para a velocidade de carregamentoFique atento à velocidade de carregamento do site - se demorar muito, seu cliente pode não estar tão engajado na sua marca para esperar. Além disso, esta falha pode remeter a uma característica da própria empresa. 2. Menos efeitos podem entregar mais experiênciaOs efeitos podem até ser atrativos, mas se seu uso for em telas maiores. Pelo acesso em dispositivos móveis ou tablets, pode ocorrer o contrário. Sendo assim, teste este atrativo nos dois canais e observe se passa a mesma mensagem, antes de aderir.3. Utilize imagens flexíveisImagens pesadas e estáticas podem ser interpretadas como ultrapassadas. Em um site adaptável, se usa imagens leves, que possam ser carregadas em qualquer dispositivo, pois se adaptam a diferentes tamanhos de dispositivos, ou seja, medidas fluidas.4. Textos legíveisDispositivos móveis têm telas menores e precisam de legibilidade para o usuário. Então, recomendável colocar os textos que evitem precisar de zoom toda hora.Como dar os primeiros passos na área de UXCriar navegações amigáveis é uma tarefa que ultrapassa técnica e programação, já que coloca a perspectiva do usuário como a espinha dorsal de qualquer fluxo de experiência, sendo um exercício de concentração, observação e ação. Com a habilidade digital de UX Design aprendida e bem desenvolvida, você poderá fazer um design responsivo que capte audiência, conversões e, o mais importante, tenha sucesso na interação do usuário, tornando ela mais agradável, simplificada e útil. Este feito traz não só vendas como resultado, mas fidelização. Na Digital House, você aprende toda a teoria por trás de UX, mas também põe a mão na massa desde as primeiras aulas. E então, vamos investir em um curso de UX que vai te destacar no mercado? A área só cresce, assim como a busca por profissionais capacitados! + Experiência DH: o que nossos alunos de UX têm a dizer sobre as aulas remotas?

Google Ads: as melhores estratégias para melhorar suas campanhas img
#Marketing

Google Ads: as melhores estratégias para melhorar suas campanhas

Se você quer ser notado no online, o Google Ads precisa fazer parte da sua estratégia de marketing digital, já que esta é uma das formas mais efetivas de levar tráfego para um site. Esta eficiente ferramenta é uma forte aliada para suas campanhas, e neste artigo, separamos algumas funcionalidades do Google Ads. Vamos lá? Chegou a hora de aprender a fazer campanhas de Ads eficientes.Como funciona o Google Ads?O Google Ads, basicamente, é um sistema de links patrocinados, uma espécie de pagamento por clique (PPC - Pay-Per-Click). Vamos relembrar: toda publicidade do Google pode ser exibida de várias maneiras, por exemplo, por rede de pesquisa, rede de display e vídeo, com anúncios veiculados como:➜ Resultados de pesquisas no buscador (palavras-chaves usadas pelos usuários);➜ Banners em sites específicos;➜ Banners em canais diversos e segmentados pelo gosto do público-alvo;➜ Banners em aplicativos;➜ Banners ou vídeos no YouTube.O Google Ads permite mostrar o valor, em dinheiro mesmo, do que o anunciante investiu naquela campanha, ou seja, possibilita o controle do Retorno sobre Investimento (ROI), com a opção da configuração por dia, mês, ou por toda a campanha. Esta cobrança é realizada quando o anúncio receber cliques ou se você configurar o objetivo da campanha para conversão.Além disso, as atualizações da ferramenta tornam sua usabilidade mais assertiva para o usuário e para nós, profissionais de comunicação. E agora, as dicas infalíveis para fazer sua campanha no Google Ads performar bem:1. Estabeleça um objetivoDetermine uma quantidade, ou seja, uma proporção para sua análise de desempenho e o tempo que vai alcançar esse up nas suas vendas. Por exemplo: tenho um site que vende vinhos e uma média de 200 visitas diárias, com 2 vendas. Meu objetivo é passar a 2.000 visitas ao dia em 5 meses. Para isso, a estratégia precisa estar muito alinhada ao investimento financeiro a ser feito.2. Escolha as métricas para análiseNo momento de criar seus anúncios por meio do Ads, tente sempre fazer um apanhado de informações, um brainstorm mesmo, para enxergar as métricas que vai analisar. Neste ponto, o CTR (taxa de cliques) é uma das mais importantes, porque será ela quem vai ditar a relevância destes anúncios, que permitirá a você aparecer no Google mais bem posicionado.3. Explore os dados via Google AnalyticsPelo Google Analytics, é possível obter informações como número de visitas recebidas no site atualmente, de onde elas vieram, quanto tempo ficaram por lá, o que realmente procuravam, por onde chegaram ao site e quanto cada cliente gastou lá, em média. Assim, você conhece melhor seu público-alvo. As informações sobre a concorrência também são valiosas. Bacana saber quem são seus concorrentes no Google, como e quando anunciam, onde se posicionam, se seus anúncios são sempre os mesmos e onde eles levam.4. Crie um Call to Action (CTA) eficienteA tão desejada ação do usuário no site não se faz sozinha, não é mesmo? É necessária uma trajetória estratégica. Além disso, para alcançar uma boa taxa de conversão com seus anúncios no Ads, esta ação deve ter frequência. É de lá que saem os bons resultados. Para isso, pense se seu call to action é eficiente: mostrar ao usuário exatamente o que ele pode fazer ali, dentro do seu site, seja uma compra, baixar um conteúdo ou obter informações. É a isca e, neste momento, é preciso ser muito atrativo.5. Tenha uma landing page amigávelNa ferramenta de anúncios do Ads, você precisa de um link de saída em seu anúncio para que o usuário seja redirecionado para o local da oferta, de fato. Quando pensar em criar essa landing page para anunciar, fique atento se todos os itens estão de acordo com a política de qualidade da experiência do usuário e a deixe o mais atrativa possível, em conteúdo e visual.6. Como escolher as palavras-chaves da sua campanhaEscolher as palavras-chaves é importante para ajudar a ranquear seu anúncio. Esse é um momento cirúrgico em que se deve avaliar:➜ O cuidado ao trabalhar a correspondência ampla destas palavras, em cima de similaridade. A long tail funciona bem para a busca orgânica. Mas, nos anúncios Ads, essa correspondência pode não dar muito certo;➜ Procure usar sempre termos compostos nas palavras-chaves, não tão exatas. Assim, a probabilidade de conseguir melhores resultados em seus anúncios Ads é maior;➜ Palavras-chaves negativas têm seu papel importante no alcance do objetivo com anúncios Ads. Negativar palavras é fundamental para que sua campanha conquiste relevância;➜ Não use palavras-chave duplicadas. O próprio Google desaconselha fazer campanhas diferentes, mas focando na mesma keyword. Portanto, trabalhar com um menor número de palavras-chaves, mas mais específicas, dão mais resultado;7. Direcione seus anúncios para o lugar certoAqui, a melhor estratégia é direcionar seus usuários para as páginas específicas dos produtos/anúncios clicados. Era ali que ele queria chegar. Além de trazer uma taxa de conversão maior, você não cansa a paciência do cliente, mandando ele para a página inicial e fazendo ele “se achar” depois. Outra dica é unir esta estratégia a uma campanha de Search Engine Marketing (SEM) e a de otimização do SEO.8. Selecione a localização, mas de forma manualNos anúncios Ads, você pode optar por fazer a segmentação por raio. A plataforma te dará a opção de colocar um valor para organizar a área de veiculação. Incrível, só que não. Em alguns testes de usuário, foi constatado que a precisão não é esse oceano azul que parece, no que se refere aos resultados. Então, a dica aqui é você mesmo programar, manualmente, o raio de atuação de sua campanha. 9. Faça anúncios em dispositivos móveisAnúncios em dispositivos mobile é uma questão de necessidade. Portanto, anuncie nesta versão, sempre. Desta forma, você amplia suas oportunidades, aumenta vendas, sua autoridade e atinge muitos outros benefícios que os anúncios Ads proporcionam.+ Veja um infográfico completo da mudança do Mobile First para Mobile Only10. Qual o custo do Google Ads?O Ads tem um sistema de faturamento próprio e que pode ser complexo para quem está começando. Vale pedir ajuda para alguém que entenda melhor de contabilidade. Mas, o investimento, se feito com estratégia, dá retorno.Segundo o próprio Google, em seu levantamento para medir o quanto os anunciantes e a  economia local ganham com suas ferramentas de busca e publicidade, evidenciou o montante de 41 bilhões de reais em atividade econômica no Brasil em 2018, e este número só tende a aumentar (Relatório de Impacto Econômico do Google no Brasil).+ Como saber se sua estratégia de marketing digital está dando certo?Deu para perceber como é possível acertar em cheio seu público-alvo através do Google Ads? Para entender ainda mais sobre o assunto, tendências de mercado e aprender com especialistas em estratégias online, você pode investir nos cursos de marketing digital da Digital House. No total, são três níveis, do iniciante ao avançado, para se atualizar sobre esta área que só cresce. Aproveite o momento para transformar sua carreira, e futuro.