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O poder da nova educação

O poder da nova educação
#Carreira
1 de outubro - min de leitura


Tudo está acelerado. As mudanças vêm em ondas, os conceitos sobrepõem-se e é difícil definir o que é temporário, modismo, do que é efetivamente novo e duradouro. Aprender e ensinar são algumas das atividades mais antigas da humanidade. O ato de educar remete à primeira infância, onde as estruturas mentais tomam forma e nos acompanham ao longo da vida como base, principalmente, para o trabalho. Mas num sentido mais amplo, educar é socializar transmitindo os hábitos que capacitam o indivíduo a viver numa sociedade. E quando a sociedade muda, a educação tem que acompanhar esse fluxo sob o risco de estar preparando as pessoas para um mundo que já não fará mais sentido. Bem, isso está acontecendo hoje, agora mesmo. Pois se você está numa Universidade, certamente está exposto a conceitos atemporais, independente do curso. Mas, provavelmente, também terá de encarar conceitos que não serão mais relevantes no momento em que receber seu diploma. Pois é… A cada nova mudança somos confrontados a compreender o que efetivamente constitui um novo padrão social. É com base nesse fenômeno que buscamos tudo o que precisamos no Google, ignoramos as filas do banco fazendo transações eletrônicas, chamamos o Uber, o iFood e assistimos ao Netflix, compartilhando nossas impressões nas redes sociais. Nesse cenário, profissões se renovam, deixam de existir e são criadas. Quantas listas com as mais novas profissões bombando te alcançaram essa semana por e-mail ou no feed do LinkedIn? A Revolução Digital nos abriu a um universo de opções e novas necessidades, onde cada vez mais funções repetitivas são automatizadas pelas máquinas e a lógica atribuída aos algoritmos. Mas, há gente por trás desses bits e linhas de código. Gente que precisa pensar para criar, ter repertório e raciocínio crítico. Gente que precisa estudar e aprender para seguir impactando a sociedade. Gente como você lendo esse artigo. E se você chegou até aqui, uma pequena consideração para prosseguirmos: pedagogia é o ensino de crianças e andragogia o ensino de adultos. Para discutirmos o poder da nova educação aqui, eu quero que foquemos na andragogia. Porque o ensino de crianças tem particularidades que não faz sentido desenvolvermos nesse raciocínio. Já para o ensino de adultos, eu tenho três ideias para compartilhar. E o porquê dessas ideias não estarem naquela famigerada lista do modismo? Eu te conto no fim do artigo.

Long life learning

Qual a sua profissão? Eis uma pergunta que, até alguns anos atrás, não exigia muita reflexão. Inúmeros sobrenomes remetem a atividades profissionais. Mas hoje é um pouco mais complicado. Eu teria que responder algo como: Publicitário e Designer Gráfico, especialista em Tecnologias na Aprendizagem, trabalhando com Educação, por exemplo. Esse novo panorama tem dois combustíveis essenciais. Por um lado, o avanço tecnológico abre oportunidades em áreas pouco exploradas de profissões antigas ou cria profissões completamente novas. Advogados, médicos, engenheiros e outros profissionais de áreas clássicas, hoje trabalham de forma muito mais ágil e intensa com a inserção da tecnologia em suas atividades. Já os desenvolvedores de aplicativos e sistemas full stack, profissionais de marketing digital e cientistas de dados, por exemplo, transitam por ambientes novos, desempenhando tarefas que até bem pouco tempo atrás ninguém desempenhava. Ao mesmo tempo que a tecnologia proporciona o avanço acelerado, é na característica dos novos profissionais que está o segundo combustível da mudança. Enquanto a geração X buscava estabilidade, a geração Y (ou millenials) busca experiências. Não faz sentido para os profissionais nascidos entre 1980 e 1995 trabalhar exclusivamente por dinheiro. Nós queremos ter propósitos. E se é assim, ficar classificado, encaixotado e rotulado em uma função é inadmissível. Nesse cenário, o conceito de long life learning tomou força, propondo que o aprendizado perdura por toda a vida. O próprio ato de aprender coisas novas atrai àqueles ávidos por experiências e criam no mercado os profissionais “slashie”: aqueles que desempenham mais de uma função ou tem formação em áreas distintas, não classicamente complementares, mas que na hora da ação abrem um leque de possibilidades. Quando os mais jovens da geração Z, nascidos entre 1995 e 2010 começam a engrossar o corpo de profissionais, tanto a tecnologia quanto a experiência se encontram. Os nativos digitais potencializam o que é ser híbrido e fluído no jogo das profissões e estão, sem sombra de dúvida, efervescendo o mercado. Afinal, se os bons profissionais trazem à tona o aprendizado contínuo e a atualização como algo natural, as empresas tem que ajustar seus radares e suas formas de contratar para valorizar as características que fazem esses profissionais serem diferenciados. Pode-se dizer que hoje o profissional não procura mais emprego, ele é encontrado pela empresa. E isso só é possível num ambiente heterogêneo, em constante evolução.

Neuro-educação

Outro benefício do avanço da tecnologia é que somos, cada vez mais, conscientes da máquina humana. A Neuro-educação combina a neurociência, psicologia e educação para decifrar processos cognitivos e emocionais que originem melhores métodos de ensino. Ou seja, através da observação de como nosso cérebro funciona, hoje somos capazes de determinar com maior certeza quais métodos e práticas são mais eficientes ao aprendermos algo. Aprender é emocionar. A neurociência traz, hoje, evidências de que o ato de aprender está intrinsecamente ligado a emoção. Os fluxos de evocação e consolidação da memória, bem como os fluxos de informação conectando novos dados a conhecimentos anteriormente consolidados, são influenciados de forma decisiva pela emoção. O ato de aprender passa por envolver-se com aquele conteúdo, com o local, com o grupo e com a proposta de ensino. Por isso, hoje é cada vez mais interessante propormos ambientes de aprendizado que extrapolam a sala de aula, experiências práticas além da expositiva, colaboração e aplicação objetiva dos conteúdos aprendidos em forma de projetos. Todas essas intervenções visam propor uma relação do aluno com a escola e o currículo que o alcance emocionalmente. Somos seres distintos e únicos em nossas particularidades, mas o nosso cérebro tem mecanismos universais e conhecê-los nos dá a base para lidar com as diferenças. Numa abordagem superficial, temos, por exemplo, três tipos de interação principais com o meio, nos classificando como pessoas auditivas, visuais ou sinestésicas (que envolve o cruzamento de sensações). Ao expor o aluno em sala de aula a um novo conteúdo, se o fizermos de maneira ampla em relação a oferta de apelos sensoriais, utilizando o diálogo, a palestra, o vídeo e o exercício prático, por exemplo, temos maior chance de êxito. Agora, o grande salto da neurociência está na responsabilidade em testar e aferir os resultados, sem se deixar levar pela moda. É cult dizer que algo é neuro. Mas com essa postura, experimentos sérios são colocados lado-a-lado de ações puramente comerciais. Há ainda um abismo de conhecimento a ser superado, mas a compreensão do cérebro é e será cada vez mais, sem dúvida, uma ferramenta incrivelmente útil.

Learning Experience Design

Tendo em vista o que já aprendemos ao longo dessa nossa conversa, compreendendo que podemos mesclar a tecnologia, com a vontade de experimentar, com a necessidade de emocionar e diferentes formas de interagir, começamos a criar uma matriz. Numa ponta, as respostas às necessidades humanas, sendo elas filosóficas e éticas. Noutra, a compreensão do aprendizado, da cognição e da neurociência. Por fim, o design como ferramenta de acesso ao indivíduo e interação com o meio. Unindo esses universos e todas as áreas que tocam, começamos a conceber o conceito de Learning Experience Design (ou LX Design). A nova Educação encontrou no Design suporte para ampliar sua maneira de interagir com os alunos. Afinal, o bom Design extrapola a estética e volta-se a função que exerce como anteparo para interação. Utilizando recursos de design gráfico, games, interfaces, produtos e afins; a construção da trajetória de aprendizado começa a receber um grande número de suportes que farão com que a experiência seja altamente personalizável. Característica forte do LX Design, a oportunidade de customizar a entrega de ensino é uma das coisas que mais me fascinam. Afinal, uma vez que sabemos que as pessoas são diferentes umas das outras e aprendem de maneiras diferentes ainda que respeitando inconscientemente os mesmos gatilhos mentais, podemos observar e aferir através dos dados de avaliações formativas como adaptar a entrega de conteúdo. Para mim, pensar na pessoas como foco da educação é uma forma de respeitar o indivíduo.

Conclusão

Eu disse que essas três propostas, ao meu ver, extrapolam o que pode ser puro modismo na nova Educação. E eu sinceramente creio nisso porque as três propostas trazem em seu DNA o que torna a nova Educação tão poderosa: o foco na pessoa, no aluno. Durante muito tempo nos acostumamos a concorrer uns com os outros, precisando decorar para fazer uma prova que nos classificaria frente aos demais. Além de que a oferta de ensino era hierárquica, o professor detentor do conhecimento e os alunos, passivos no processo de aprendizagem. Hoje o grande salto está se dando ao colocar o aluno no centro das atividades, compreendendo o que ele precisa, descobrindo como entregar algo que tenha mais sentido e propósito, de formas diferentes, garantindo que a experiência de aprendizagem seja personalizada e sempre observada, analisada e evoluída.
Cesar Michelin é Learning Experience & Graphic Designer, Consultor Pedagógico na Digital House Brasil. Entusiasta da Educação aliando design, tecnologia e foco nas pessoas.

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#Marketing
#Tecnologia

Por que profissionais de marketing devem aprender a programar?

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Mas, o primeiro passo é encontrar a linguagem que vai aprender.Nesse ponto, é bacana conversar com um especialista em programação para focar na que vai ao encontro de seus objetivos profissionais. Na sequência, invista no melhor e procure o curso em uma escola capacitada em habilidades digitais, como a Digital House ;-) , E, por último, sem prática não há perfeição. Portanto, mãos à obra - estude e pratique!Principais linguagens de programação voltadas ao marketing digitalComo você chegou até aqui, certamente está interessado em decifrar esse mundo. Para dar um gostinho, vamos trazer as principais linguagens de programação para o marketing e porque elas são tão queridas assim.HTML e CSS são essenciais para boas práticas de SEOInformam ao navegador da web como ele deve definir e exibir um conteúdo. Sacando desta linguagem, é possível encontrar e editar meta descrições, tags de título e palavras-chave. Além disso, você pode criar hiperlinks, títulos, parágrafos e espaçamento, imagens e listas.Com o HTML também dá para fazer conteúdos mais personalizados no WordPress, melhorando seu posicionamento no Google.JavaScript para automatização de marketingUsada no desenvolvimento web, além de HTML e CSS, geralmente, utilizados em animação. Códigos de rastreamento são muito escritos nesta linguagem. Com Java, você pode automatizar tarefas repetitivas do GoogleAds, acompanhamento de páginas, automatizar relatórios entre outras oportunidades.SQL, ou Structured Query Language para extrair dadosEla extrai informações sobre um banco de dados, como o Google Analytics, por exemplo. Se aprofundar nesta linguagem ajuda a mensurar a jornada, o histórico de compras e o interesse nos produtos dos websites de seus clientes. Com ela, você cria campanhas com pouca ou nenhuma ajuda de um desenvolvedor.Python para análise preditiva ou projeto de aprendizadoSua maior vantagem em marketing é que tem muitas extensões analíticas para a tarefa de ciência de dados. Se você deseja executar uma análise preditiva ou um projeto de aprendizado de máquina, trabalhará em Python. Além disso, poderá determinar quando receber um fluxo de clientes e criar uma jornada que incentive leads a comprar, tudo com base em dados.Como saber programar pode otimizar o seu tempoQualquer um pode aprender programação simples e, para o profissional de marketing acompanhar a evolução de seu setor, precisa aprender para ontem. Por quê? Além de pensar no futuro e do que já dissemos até aqui, vamos pensar neste exato momento. Já parou para pensar que excesso de ferramentas de marketing pode ser ruim, sem a prática dessa habilidade? Olha só:➜Dificuldade de gerenciar muitas ferramentas da equipe; ➜Dados espalhados para análises, sem agilidade nas conclusões; ➜Muitas demandas para o time = pouco tempo para a criatividade; ➜Tarefas repetitivas, desgaste do analista e pouca produtividade.Convencido? Ok, agora, vamos ao último passo: você estudar programação na melhor escola de habilidades digitais. No curso de programação da Digital House, os professores, especialistas em linguagens de programação, estarão te motivando do começo ao último dia de aula. Como Hendy Almeida, professora de Full Stack da Digital House, bem define. “Motivamos e empoderamos pessoas a evoluírem junto com a tecnologia, mostrando o impacto que podem causar no mundo”. Sim, isso é inovação na prática.Temos um portfólio de cursos de cair o queixo, passando pelas áreas de Marketing, Programação, UX, área de negócios e dados. Que tal embarcar rumo ao futuro do mercado com a gente? 

Como aplicar um teste AB eficiente e aumentar conversões img
#Marketing

Como aplicar um teste AB eficiente e aumentar conversões

O marketing digital já é uma realidade para empresas de todos os setores que sacaram a mina de ouro que esta ferramenta de captação de leads pode ser. É dessa luz que o teste AB dá sua graça, sendo, segundo especialistas, a melhor forma de otimizar a taxa de conversão de suas páginas e melhorar resultados em campanhas de marketing.Como funciona o teste AB? O AB leva a fama de eficiente, pois consiste em dividir o tráfego de uma determinada página em duas versões, ou seja, a atual e uma outra com modificações. E para ficar mais tranquilo para o profissional que faz ou pretende fazer os testes, traçamos um exemplo de teste AB para você aplicar e alavancar suas campanhas muito mais rápido. Partiu aprender?Passo a passo para um teste AB eficienteO que vamos testar hoje?O primeiro ato, antes de colocar a mão na massa, é estar ciente que não se deve testar mais de um elemento por vez, já que dessa forma fica difícil saber qual mudança foi a responsável pelos resultados. Não exatamente nesta ordem, mas, geralmente, os elementos que você pode testar em um teste A/B prioritariamente são:> Headline (título em destaque) da página;> Call-to-Action (botões para conversão);> Imagens ou vídeos;> Descrição da oferta; > Tamanho e campos do formulário; > Indicadores de confiabilidade (testemunhos, certificados etc);> Alteração das posições dos elementos, cores ou mesmo aspectos da própria oferta;Volume certo para dar certo Para dar ainda mais certo, você precisa ter um bom volume de acessos. Caso contrário, estatisticamente falando, este teste não terá muita consistência. A falta de volume também leva ao risco de decisões prematuras e - o que ninguém quer nesta brincadeira toda - incorretas. Portanto, determine a amostragem do seu teste.Uma mão na roda Para realizar com eficiência um teste AB, você precisará de uma ajudazinha na automatização. Olha só algumas das melhores ferramentas para teste AB que podem ajudar bastante neste processo, agilizando com o uso da tecnologia:Google Optimize Optimizely VWO RD Station Uma com, outra sem e assim por diante O próximo passo será desenvolver duas variações com apenas um elemento de diferença do mesmo material trabalhado. Traduzindo, se for para testar a eficácia de uma imagem na Landing Page (LP), por exemplo, é preciso criar uma com imagem e a outra sem a imagem, sendo que o restante dos elementos devem continuar os mesmos.A hora do vamos ver... Agora, depois de separar os grupos para testar as duas variações, é hora de cortar o bolo… ou melhor (está parecendo uma receita, nós sabemos, mas vem na nossa), identificar qual a variação que deu mais certo e, bon apetit, a implementação!… mas sem afobaçãoImplementar é uma arte estratégica. Pois bem, o mercado disponibiliza ferramentas que verificam se o teste já recebeu o tráfego suficiente para ter a tal significância estatística. Só com base nelas é que você saberá qual foi a variação mais eficiente, implementando automaticamente a que gerou mais resultados.A riqueza dos detalhes Com base nos resultados deste teste, fique ligado aos pequenos ajustes da página e em que exatamente eles podem aumentar o número de vendas e leads da empresa. Para muitas pessoas, é difícil acreditar que remover um único campo do formulário seja capaz de aumentar as conversões em mais de 150%. Mas sim, é vero.Estude opções Analise opções. Entenda, por exemplo, qual é a melhor cor para um botão de CTA, optando por duas variações, e defina qual delas atendeu o seu objetivo. Tente esta estratégia em outros campos. Portanto, estude os resultados e parta para a ação, mas vá mesmo, pois a taxa média de conversão da página precisa ser seu foco.Respira e pegue um café Monitorar o seu teste de 1 em 1 minuto não vai ajudar a entender o resultado real, além de te deixar paranóico(a). Calma. É importante respeitar o período de tempo que um teste AB leva para mostrar resultados, que pode ser horas ou dias para chegar em uma conclusão mais assertiva.Dica camarada: Essa não faz parte do passo a passo e nem é um conselho - que se fosse bom, você já sabe, né? - é uma dica de parça, mesmo.  Se deu tanto trabalho para ser feito, então não jogue fora os testes anteriores, não é mesmo? Ao invés disso, guarde todos. Tenha um olhar para cada um deles de aprimoramento de resultados que deram certo, faça novos com essa base e descubra novas informações e fatores. Organize todos em uma planilha, com classificação por tipo, métrica, período e resultado.Como se tornar um profissional de marketing digital e expert em testes A/BNo curso de Gestão de Marketing da maior escola de habilidades digitais da América Latina, a nossa Digital House, você vai entender detalhes sobre teste AB, contextualizado com várias ferramentas de marketing.Mas como este tipo de tática é apenas uma pontinha do que é o marketing digital, nosso curso completo sobre Marketing Digital também te ensina sobre storytelling, planejamento de campanhas, estratégias, SEO, Ads, mídia programática e mais. Entenda mais sobre os diferenciais da Digital House.Vem com a gente! Antecipe-se e se prepare para o mercado com a ajuda de experts em marketing digital e também um empurrãozinho da nossa webserie DH Series, focada em transformação digital.

Kanban: a metodologia ágil mais simples para implementar no dia a dia img
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Kanban: a metodologia ágil mais simples para implementar no dia a dia

Seja para colecionadores compulsivos de post-its coloridos, para os mais minimalistas, com lousas monocromáticas, ou mesmo pelo meio eletrônico, fato é que a metodologia Kanban é ninja, e não é só pela origem do termo ser da terra dos samurais, mas por seus resultados rápidos e precisos.O que é a metodologia Kanban?Em japonês, Kanban significa cartão ou sinalização.É uma das metodologias ágeis, criada para organizar as tarefas de uma empresa, seja com post-its coloridos ou softwares virtuais, deixando visíveis para todos os envolvidos cada etapa das atividades. Mas como funciona a metodologia agile? A divisão destas etapas, normalmente, segue em pelo menos três colunas, desta forma:To do/para fazer: atividades que não começaram mas precisam ser feitas;Doing/em execução: atividades que estão em andamento;Done/concluídas: atividades que foram finalizadas pela equipe.Além dessas três colunas, as empresas têm como customizar suas etapas, criando as que façam sentido para seus times. Essa metodologia pode ser aplicada em departamentos de marketing, desenvolvedores, indústrias de varejo e uma infinidade de outras áreas. Basta o desejo de agilizar processos, organizando por partes de execução, escancarando aos cérebros humanos envolvidos, pelos recursos visuais, e mostrando que a engrenagem só anda se todos fizerem ela girar. Como implementar a metodologia agile na sua empresaComo estamos em plena era da sustentabilidade, hoje em dia há o Kanban virtual (e-Kanban), que veio para substituir aquele bando de papeizinhos. Essa ferramenta de metodologia ágil evita alguns problemas como a perda (imagine com uma ventania, o estrago que faz!), além da praticidade na atualização do quadro de tarefas. Além disso, o Kanban, aliado ao Trello - plataforma de gestão de equipes e projetos pela web - torna-se uma super mão na roda! É uma ótima dica para agilizar o seu negócio e aumentar a performance do time, sem papel, aliás. O que acontece é que o Trello foi desenvolvido com base na metodologia Kanban, portanto, suas tarefas são apresentadas em um quadro, de forma bastante visual também.As vantagens em aplicar a metodologia KanbanCom tantas mudanças acontecendo ao mesmo tempo, toda empresa será obrigada a passar pela transformação digital, mas existem meios menos doloridos de reinventar o negócio, e aplicar o conceito do agile pode ser um deles. Na metodologia ágil o que importa, realmente, é a assimilação do método por todos os envolvidos, que contarão muito lá, nos resultados finais. Não, isso não é provérbio japonês, mas sim, a resposta de por quê uma metologia de mais de meio século atrás se aplica tão bem, em plena era digital.A origem da Kanban foi na década de 1940, na fábrica de automóveis Toyota, e o objetivo era controlar o estoque de materiais para que os produtos não excedessem ou faltassem, equilibrando então a linha de produção. E foi sucesso. A Toyota teve um resultado excelente e descobriu na prática as vantagens em usar a metodologia Kanban:> Evita a procrastinação e o tempo ocioso dos colaboradores;> Economiza tempo;> É prático e fácil de ser implementado;> Ajuda na hierarquização de tarefas;> Reduz custos e desperdícios;> Ajuda a mensurar a produtividade;> Facilita a comunicação entre os funcionários, já que o mapa de atividades mostra aquelas que já foram realizadas e as que ainda serão produzidas.A jornada de mil milhas que começa com um pequeno passoSim, este é um provérbio japonês. Não só por que não conseguimos nos conter, mas porque se adequa ao contexto. Lendo este artigo você deve ter ficado curioso não apenas para conhecer mais sobre metodologia agile mas, em saber como dar o primeiro passo em sua direção.Se você faz parte de uma equipe, lidera pessoas, quer começar a empreender ou mesmo iniciar a carreira, começar a usar a metodologia ágil para gestão e planejamento de projetos pode render ótimos resultados, em curtos e médios prazos.Na Digital House, maior escola de habilidades digitais da América Latina, temos um curso de Agile, incluindo Kanban. Nele, você aprende as principais metodologias e frameworks para criar, experimentar e testar seus projetos, colocando seus clientes no centro e descobrindo o que torna uma empresa ágil.Empresas já descobriram o valor destas metodologias no dia a dia, e pagam salário médio de R$ 5.000,00 para um profissional de agile master da área. Conheça mais sobre nossos cursos. Ajudamos a agilizar sua jornada ;-)