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Mídia paga no marketing digital: o que é e porque investir

Mídia paga no marketing digital: o que é e porque investir
#Marketing
22 de janeiro - min de leitura

Utilizar a mídia paga no marketing digital sem entender bem a sua estratégia pode destruir seus esforços de comunicação. Descubra neste post como evitar isso.


Se você é analista ou estudante de marketing digital, empreendedor(a) ou até mesmo entusiasta de marketing, precisa estar ciente de que a mídia paga no marketing digital pode ser uma grande aliada, mas também um obstáculo difícil para o sucesso da sua estratégia de marketing.   

Quer dizer, até eu tenho que concordar que a ideia de colocar um anúncio na internet e começar a ter vendas a partir dele é encantadora. Na verdade, com um planejamento de comunicação bem elaborado - e aplicado! - essa ideia pode se tornar realidade.

Entretanto, não é assim tão simples! 

Se engana quem pensa que basta um anúncio com uma headline “matadora” e uma arte chamativa para arrebentar de vender na internet.

Não é assim que se usa mídia paga no marketing digital.

“Oi?! Como assim mídia paga não é colocar anúncio na internet?”

Opa, peraê! Eu falei que não é simplesmente isso! Mas calma que eu já te explico...

Oi, eu sou a Elô, professora de marketing digital na Digital House, e nos parágrafos a seguir vou contar os pontos mais importantes que você precisa saber antes de começar a utilizar anúncios pagos na sua comunicação online, para evitar que isso se torne um obstáculo para o sucesso da estratégia.

O que é Mídia Paga no marketing digital?

Mídia paga é toda comunicação que uma marca realiza investindo dinheiro para ter algum resultado esperado. Ou seja, são anúncios pagos que promovem uma marca, produto ou serviço, e permitem gerar mais visibilidade, engajamento, leads ou vendas.

Mas antes que você pense “Arrá! Tá vendo? É só fazer anúncio e vender mesmo!”, segura a emoção, porque é justamente por haver investimento diretamente envolvido, que é preciso considerar diversos fatores antes de sair por aí criando anúncios.

Como por exemplo, onde seu anúncio vai ser veiculado e para quem vai ser exibido...

Quais São as Mídias Pagas?

Hoje temos diversas plataformas de mídias pagas à disposição: redes sociais, como Facebook, Instagram, Youtube, Twitter e LinkedIn; buscadores, como Google, Bing e Yahoo; e demais plataformas, como Waze, Outbrain, Taboola, entre outros.

E é importante ter em mente que o formato do anúncio e o público que será impactado mudam de acordo com a plataforma que será utilizada!

Vamos ver um pouquinho sobre cada uma delas:

 Redes sociais: você consegue segmentar o público-alvo de acordo com seus comportamentos, localização e interesses, e é possível “seguir” as pessoas que já acessaram um site ou interagiram com uma página, ação conhecida como Remarketing. São bastante versáteis, pois você pode utilizá-las de maneira eficiente em todas as etapas do funil de vendas.

 Buscadores: você consegue impactar o público-alvo no momento exato em que estiver pesquisando sobre um serviço, produto ou assunto específico. Da mesma forma como as redes sociais, dá para fazer Remarketing com as pessoas que acessaram um site, mas dessa vez é por toda a internet (até em aplicativos!).

 Demais plataformas: use-as para diversificar a maneira como impacta o público-alvo. O Waze, por exemplo, pode exibir anúncios quando a pessoa está parada no trânsito, de acordo com sua localização em tempo real. Já o Outbrain e o Taboola permitem que você atraia pessoas para um site, de acordo seus interesses, localização e portais de conteúdo que mais acessam.

Aposto que já começou a ficar mais claro para você que usar mídia paga no marketing digital não é tão simples quanto apertar alguns botões e colocar um anúncio no ar, né?

Agora vamos entrar em outro ponto muito importante que é...

Por que Investir em Mídia Paga?

Ao contrário do que muita gente pensa, é possível usar a mídia paga para muito mais do que anúncios de venda direta. 

É claro que a verba disponível poderá influenciar para qual rumo você caminhará com seus anúncios, mas ainda assim existem diversas possibilidades e vantagens ao incluir a mídia paga em seu planejamento de marketing digital.

Vejamos algumas vantagens de investir em mídia paga:

Tenha mais visibilidade por tempo determinado

Pode parecer uma desvantagem ter mais visibilidade somente enquanto você está pagando por isso, mas isso permite que você tenha mais agilidade e flexibilidade para escolher o que deseja destacar naquele momento.

Ao contrário do SEO, por exemplo, que pode levar mais do que apenas alguns meses até posicionar uma página do site nas primeiras posições do Google (e eu duvido que depois de finalmente conseguir você vai querer tirá-la de lá!), os anúncios pagos podem colocar um produto, serviço ou promoção específica no topo das pesquisas a partir do momento que você começou a investir.

Ou ainda, você pode impulsionar uma publicação antiga no Instagram para que ela volte a ter engajamento, sem que você tenha que publicá-la novamente.

Segmente da maneira que desejar

Quando publicamos um conteúdo orgânico, seja no blog ou nas redes sociais, não conseguimos controlar quem serão as pessoas que irão acessá-lo

Mas com a mídia paga isso é possível!

São diversas as combinações de público-alvo que você consegue criar para os anúncios nas redes sociais, e você ainda pode “seguir” as pessoas que visitaram um site pela internet com o Remarketing, impactando-as com anúncios que variam de acordo com o conteúdo acessado.

Exiba o anúncio certo para a pessoa certa

Já que você está selecionando “a dedo” quem você irá impactar com sua mídia paga, por que não exibir um anúncio que converse diretamente com esse público-alvo específico? 

Independentemente da plataforma de mídia paga que você for utilizar, todas elas permitem esse nível mais avançado de personalização.

Quer dizer, já que você está pagando para atingir aquela pessoa, é melhor aumentar as chances dela realizar a ação que você deseja, né?

Gere mais volume de dados para tomadas de decisão 

Você pode achar que esta é uma vantagem que apenas as empresas que investem milhares de reais em anúncios pagos possuem, mas na verdade não é bem assim. 

Mesmo as empresas que investem pouco podem usar os dados gerados pelos anúncios para suas tomadas de decisão. Afinal, você estará atingindo mais pessoas, gerando mais engajamento, tendo mais acessos no site. Então, trate de aproveitar ao máximo tudo o que você conseguiu com esse investimento em mídia!

Quando a Mídia Paga no marketing digital se torna um Obstáculo?

Mas nem só de pão vive o homem, assim como não são apenas bons resultados que podemos ter com a mídia paga no marketing digital.

Como eu disse lá no primeiro parágrafo deste artigo…

A mídia paga pode ser uma grande aliada, mas também um obstáculo difícil para o sucesso da sua estratégia de marketing.

Por “obstáculo” eu quero dizer realmente algo que irá dificultar o seu trabalho em gerar bons resultados.

Pense em tudo que eu já te contei até agora… as plataformas de mídia paga, a forma como impactar seu público-alvo, as vantagens de usar a mídia paga no marketing digital. 

Estou certa de que só em lembrar isso tudo, você já deve estar imaginando como a mídia paga pode se virar contra o seu planejamento de comunicação. 

Vou listar aqui as 5 situações mais recorrentes em que a mídia paga se torna um obstáculo que eu já vi acontecerem com clientes que atendi e epresmas em que trabalhei:

Quando você começa a veicular um anúncio no Facebook apenas pelo fato de que “todo mundo” está nas redes sociais, sem ter mapeado uma persona:

Quando você veicula diversos anúncios sobre produtos ou serviços variados ao mesmo tempo sem qualquer planejamento ou cronograma;

Quando você só faz anúncios vendendo algo, o tempo todo, sem tentar se relacionar com as pessoas ou produzir conteúdo de valor;

Quando você usa headlines “matadoras” e imagens chamativas que não condizem com os valores da marca, nem conversam com o público-alvo;

Quando você faz remarketing usando sempre o mesmo anúncio.

Não se deixe enganar pelo pensamento de que o pior que pode acontecer é as pessoas não clicarem no seu anúncio!

Na boa, isso é o melhor que pode acontecer.

Dito isso, o verdadeiro pior que pode acontecer, e que eu tenho certeza que você já viu acontecer, é a marca sofrer represálias como ser cancelada por passar a mensagem errada para o público errado no momento errado.

E como nem você, nem eu queremos que isso aconteça, eu vou te dar algumas dicas para você dar o pontapé inicial e começar a investir em anúncios de maneira inteligente desde o início para não prejudicar a sua estratégia no futuro.

Como Investir em Mídia Paga da Maneira Certa?

Eu imagino que depois de ler este artigo você não vá simplesmente sair criando anúncios pagos para tentar vender algo sem ter um planejamento ou objetivo claro em mente.

É claro que os anúncios irão variar de acordo com a plataforma de mídia paga que você escolher para a sua estratégia, mas existem alguns pontos que todas possuem em comum.

Eu vou elencar esses pontos a seguir:

1. Organize a sua casa

Antes de começar a sequer planejar uma campanha de mídia paga, você precisa ter certeza de que o site irá gerar uma boa experiência para o usuário e que as redes sociais têm conteúdo relevante e de qualidade para os seguidores.

Imagine só, que vexame, fazer um anúncio levando as pessoas para se cadastrar no site e o formulário não estar funcionando! Ou criar uma campanha de curtidas na página e lá só ter posts de venda de produtos, com comentários antigos totalmente esquecidos sem resposta.

Então, se você não quer jogar dinheiro da empresa fora, fica a dica: o cliente vai reparar na bagunça, então organize a casa antes de recebê-lo.

2. Distribua a sua verba

Mesmo as empresas que investem milhares de reais por mês em anúncios, precisam pensar em como distribuir a verba disponível.

Sabendo quanto você tem de dinheiro para investir, você poderá escolher exatamente o que fazer com ele de maneira que não haja desperdício e que você obtenha o melhor resultado.

3. Tenha um objetivo claro

Um erro básico dos anunciantes de primeira viagem é não ter um objetivo claro para cada campanha de anúncios que está criando. Sem isso, será impossível fazer a medição dos resultados!

Somente com um objetivo claro em mente você conseguirá definir as KPI’s e quais métricas analisar para saber se o resultado foi satisfatório ou não.

Além disso, sabendo qual é o objetivo do anúncio, ficará mais fácil definir quem será o público-alvo, que é o próximo item da nossa lista.

4. Determine seu público-alvo

Uma vez que você já sabe para que serve aquele anúncio, você deverá escolher quem serão as pessoas que irão visualizá-lo.

Lembre-se das personas do seu negócio, como se comportam online, onde vivem, lugares que frequentam. Tudo isso irá te ajudar a entender qual a melhor segmentação e qual plataforma de mídia paga utilizar.

E um fator decisivo no momento de determinar seu público-alvo para aquele anúncio, é saber em qual fase da Jornada do Consumidor ele está!

5. Escolha a plataforma e o formato

Agora que você já sabe quanto tem para investir, o que quer fazer com aquele anúncio e quem deseja atingir, é hora de finalmente escolher onde ele será veiculado e qual será o formato (vídeo, GIF, imagem, Display, Search, etc.).

Uma boa maneira de fazer isso é pensar em como seu público-alvo será impactado e se será fácil para ele realizar a ação necessária para atingir o objetivo do anúncio.

6. Crie e ative os anúncios

Chegamos à etapa final do planejamento de mídia paga para sua estratégia de marketing digital e você já pode começar a criar os anúncios e colocá-los no ar!

É hora de pensar naquelas tais headlines “matadoras” e imagens chamativas, mas dessa vez de maneira que se encaixem na sua estratégia e tenham uma boa conexão com o público-alvo.

Preste atenção em todos os detalhes necessários durante a criação do anúncio em cada uma das plataformas escolhidas para ter certeza de que tudo funcionará corretamente durante o período em que a campanha ficar ativa.

Aqui no blog da Digital House, inclusive, tem dois artigos super didáticos para te ajudar a criar anúncios de links patrocinados no Google Ads (um buscador) e no Facebook Ads (uma rede social):

Passo a passo de como criar anúncios no Google Ads

Como anunciar no Facebook Ads e dicas para ter visibilidade na rede social

E para finalizar, especialmente para você, que me acompanhou até aqui, preparei um brinde muito especial. Eu vou te contar a fórmula secreta para ter sucesso toda vez que utilizar mídia paga em suas estratégias de marketing digital.

Aceita o presente? Então vamos lá...

A fórmula secreta é: você que define!

Não existe uma fórmula para ter sucesso seja com mídia paga, SEO, redes sociais, branding, ou qualquer outra estratégia que você deseje utilizar. 

Existem várias! E elas serão criadas por você, com base na sua estratégia e nos resultados obtidos ao longo do tempo, para cada cliente, marca, produto, público ou plataforma.

Portanto, não se assuste quando algo não fizer sentido ou tudo parecer perdido mesmo depois de ter seguido um passo a passo corretamente.

Lembre-se sempre de que, no marketing digital, nada é tão simples quanto apertar alguns botões. Planeje, aplique, otimize, analise e repita!

Obrigada pela companhia, e até a próxima. :)

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O melhor jeito de aprender é fazendo! No curso para se tornar um profissional de marketing digital da DH, você tem aulas ao vivo com professores que estão no mercado. Que tal baixar o programa do curso e ver a infinidade de temas que você pode começar a estudar?

Não deixe de conferir também nossa biblioteca de conteúdo e o Blog DH, com diversos outros artigos e materiais interessantes sobre tecnologia.

Leia mais no blog DH:

Aprenda como fazer o branding de uma marca de sucesso em 3 etapas

Customer Centric: como moldar sua estratégia com foco no cliente

Como gerar leads: estratégias de marketing para ter uma base qualificada

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O dia a dia de um analista de dados: responsabilidades, ferramentas e dúvidas

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Gestão de produtos: entenda qual é a importância desse profissional no mercado

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Entenda quais são os tipos de UX Research  img
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Entenda quais são os tipos de UX Research

Agora que já sabemos o que é Product Discovery e o que é UX Research e como podemos planejá-la, vamos nos aprofundar um pouco mais falando sobre os tipos de UX Research. Ou melhor, as diferentes metodologias em pesquisa com o usuário!  E como estamos falando sobre métodos, acho importante trazer uma rápida definição e esclarecer também a diferença em um contexto de mercado.O que são os tipos de UX Research?A metodologia é um estudo de métodos necessários para uma pesquisa, podendo ser os tipos de pesquisa (quantitativa e qualitativa), como também as perguntas e os objetivos a serem estudados.  Os métodos são um regulamento prévio dos momentos a serem realizados em uma pesquisa, como 1º - Coleta de dados, 2º - Análise de dados.As técnicas são procedimentos básicos que devem ser adotados para um momento do método. Ex: Momento = Coleta de dados, Técnica = Entrevista.A metodologia, então, é um planejamento da sua pesquisa, um dos tipos de UX Research, muito necessário para organizar, mas para também dar credibilidade à ela. A sua pesquisa precisa ser construída em uma base sólida para ser confiável, ou seja, é o caminho para se chegar ao fim.Pesquisa em UX: como funciona o mercado?Claro que em seu contexto de mercado, a pesquisa não é tão aprofundada quanto uma pesquisa acadêmica (inclusive podemos utilizar pesquisas acadêmicas a nosso favor também quando estamos fazendo UX Research). No mercado, há uma maior pressão de resultados em um curto período de tempo, fazendo com que a pesquisa, apesar de necessária e importante, seja comprometida pelo medo de se perder o time-to-market.Com essas ressalvas feitas, podemos seguir delineando um pouco mais as diferenças entre as abordagens qualitativas e quantitativas. O que vai definir a utilização desses tipos de UX Research é o problema que você quer investigar. É impossível pesquisar sem uma pergunta bem definida. O que não sabemos e desejamos descobrir sobre x assunto? Os diferentes métodos de pesquisa vêm para nos ajudar a extrair respostas para perguntas específicas dentro da pesquisa de UX, então temos que ter em mente a pergunta certa.Tipos de UX Research: quantitativa ou qualitativa?Se desejamos, por exemplo, saber a intensidade ou frequência de algum fenômeno, então podemos medir com uma pesquisa quantitativa, podendo ser feito por um questionário, por exemplo. O mesmo vale se o foco é traçar um perfil de público baseado em x características como gênero, idade, salário, localização. São respostas fáceis de se transformar em números.Pesquisas quantitativas focam em um grande número de pessoas, podemos entender então o que x número de pessoas fazem, como podem ser classificadas e como se comportam. Já a pesquisa qualitativa, vem em outra partida, nos entrega informações relacionadas a qualidade, de uma experiência ou de uma emoção, por exemplo. Se queremos descobrir como tal pessoa se sente ao utilizar um produto, podemos fazê-lo através de uma entrevista, extraindo dados qualitativos sobre.A abordagem qualitativa pressupõe um entendimento individualizado. Mesmo que depois possa se criar uma classificação baseada em padrões vistos em diferentes entrevistas, ela se baseia em um entendimento e conversa que não é tão fácil se distanciar de certa interpretação sobre a experiência. Se queremos saber o porquê, o motivo de algo, podemos aplicar esta abordagem. É uma área recheada de minuciosidades e é por isso que profissionais de áreas como ciências sociais e psicologia podem agregar tanto à pesquisa em UX, pois suas disciplinas intrinsecamente lidam uma parte científica mais aprofundada em relação à comportamentos humanos. Quer saber mais sobre UX Research? Aqui vão algumas indicações:Conhecimento nunca é demais, e por isso, separei alguns materiais valiosos no seu estudo a respeito dos tipos de UX Research. Recomendo muito o livro Metodologia Científica de Eva Maria Lakatos e Marina de Andrade Marconi, e Social Research Methods: Qualitative and Quantitative Approaches (Inglês) de W. Lawrence Neuman, e nos links a seguir, vocês terão acesso a mais informações sobre Pesquisa quantitativa ou qualitativa e Análise de dados de uma pesquisa qualitativa.Onde posso aprender UX Research?Agora que você já aprendeu quais são os tipos de UX Research e como utilizar cada um, deve estar se perguntando onde pode se aprofundar mais no assunto.Na Digital House, temos o curso de Experiência do Usuário (UX). Além de ensinar o processo como um todo, ele também ensina detalhadamente sobre a área de pesquisa, tornando a especialidade possível ao aluno.Leia mais no blog DH:+ Guia de Product Discovery: passo a passo e importância do processo para o seu Produto+ Etnografia no UX: como entender a relação do consumidor com produtos e serviços+ Prototipagem: 5 ferramentas de prototipação que você precisa conhecerE aí, já segue a gente no Twitter? Vem pra rede, vamos conversar sobre habilidades digitais! ;)