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Metodologias Ágeis: a Agilidade mudando a forma de gestão de projetos

Metodologias Ágeis: a Agilidade mudando a forma de gestão de projetos
#Carreira
28 de junho - min de leitura

Toda empresa que trabalhe com algum tipo de desenvolvimento de tecnologia sabe que o cerne do seu negócio está na capacidade de conseguir responder às mudanças do mercado em tempo real.


O que antes era uma característica típica das startups, empresas que precisam muito rapidamente colocar seu modelo de negócio em prática para testar acertos e erros e alterar seus produtos e serviços a partir deles, hoje essa capacidade pode definir a sobrevivência de qualquer organização. Quem aqui se lembra quando, para ter acesso a internet, era comum adquirir um CD-ROM da AOL com o programa da provedora? O programa vinha prontinho para você, mas era necessário chegar em casa e passar pelas longas "e difíceis" horas de instalação no seu computador pessoal.

A AOL chegou ao Brasil em 1999 e iniciou uma campanha maciça de envio de CD-ROMs para milhares de casas com o objetivo de ser a maior empresa de internet do país. No entanto, o programa contido no CD apresentava uma série de problemas técnicos de instalação, manchando a imagem da empresa de uma forma tão séria que ela precisou fechar as portas por aqui menos de 10 anos após sua chegada. Na virada do milênio, a era da internet e do mundo digital já começava a forçar uma mudança de cultura nas empresas. E a Agilidade se tornou o conceito chave nesse processo.

Mas, afinal, o que significa Agilidade?

Em meados do ano 2000, um grupo de desenvolvedores de software se reuniu para escrever o Manifesto Ágil (que você encontra integralmente aqui, em quase todas as línguas). Esse manifesto apresentava uma mudança de cultura no mundo do desenvolvimento e que, até hoje, guia o mind set de todos os envolvidos com tecnologia.

"A Agilidade veio se opor ao pensamento tradicional que existia até então na área de desenvovimento de softwares, onde o foco era a arquitetura. O Manifesto colocou o consumidor em primeiro lugar, elevando a experiência e a usabilidade no topo da ordem das prioridades", completa Raphael Queiroz, especialista em Metodologias Ágeis.

A Era da Agilidade

Imagine você que, antigmente, um desenvolvedor precisava entregar um software de computador inteiramente pronto, completo, do começo ao fim, antes de ser lançado ao mercado, assim como o antigo modelo de negócios da AOL.

Hoje, as empresas de tecnologia sabem que, para testar seus modelos, é necessário o rápido lançamento de um MVP (Produto Mínimo Viável) para já começar a testar o produto diretamente com seus consumidores. De acordo com o feedback dos usuários, o time vai, então, subindo atualizações de seus aplicativos e programas em tempo real, bastando para isso um acesso a internet.

O surgimento das Metodologias Ágeis

As metodologias ágeis, ou os métodos ágeis, surgiram como formas de aplicar a Agilidade no gerenciamento de projetos dentro das empresas. Embora sua origem seja no desenvolvimento de softwares, hoje absolutamente qualquer área de uma empresa pode ser gerenciada por um, ou um conjunto, desses métodos. Quem aqui nunca ouviu falar sobre Scrum, XP ou Kanban?

O que todos esses métodos têm em comum é o fato de que eles consolidam uma série de práticas que tornam as equipes mais colaborativas e eficientes, permitindo a autonomia e auto-organização de seus membros. O objetivo é a entrega rápida de alta qualidade e com grande valor agregado para o cliente, foco de todos os projetos.

Algumas empresas já nasceram dentro do mundo ágil. Podemos citar o Nubank, o Banco Original e o PagSeguro como exemplos dentro do setor bancário. A velocidade com que lançam produtos, assimilam melhorias e crescem, não é comparável com nenhum banco tradicional que atua no país.

Mas muito se engana quem pensa que, para ser ágil, é necessário nascer ágil!

Muitas empresas fundadas nos modelos tradicionais de desenvolvimento e gestão estão implementando esses métodos dentro de suas organizações por meio de Agile Coachs, especialistas e consultores em Agilidade capazes de trazer inovações do mercado, ensinam essas metodologias para equipes e gestores e acompanhando seu desenvolvimento.

O trabalho desses profissionais é ensinar como uma empresa pode realizar mudanças rapidamente, e de forma colaborativa, a partir de dinâmicas de aculturamento e treinamentos especiais. Raphael Queiroz trabalhou como Agile Coach em diversas empresas, como Catho, Serasa Experian, Santander e PagSeguro, e conta para nós como as Metodologias Ágeis foram implementadas nessas empresas.

"O primeiro passo é o treinamento de toda a gestão para o conceito da Agilidade, para que a equipe de decisores aprenda a entregar produtos e soluções de forma rápida, identificando quais mudanças são necessárias para isso", explica. "Em seguida, são organizadas dinâmicas com o apoio de diversos métodos ágeis onde os gestores precisam entregar, junto com as suas equipes, uma parte desse produto ou solução por dia, fazendo aparecer os problemas rapidamente e sendo orientados a como resolvê-los".

A dinâmica é sempre a mesma, não importa o departamento ou área de atuação da empresa: identificação de um problema, brainstorm criativo e colaborativo de uma solução, entrega rápida e constante de partes de projeto, teste, validação e implementação. É por isso que as metodologias ágeis estão no auge de sua popularidade, elas podem ser aplicadas em empresas grandes e startups, em empresas de tecnologia e de serviços de alimentação, nos departamentos de desenvolvimento e até no de recursos humanos.

"O Agile Coach é muito importante nesse processo de mudança pois é capaz de ensinar as empresas a serem mais ágeis, de forma colaborativa, gerando resultados mais eficazes. A Agilidade é um modelo de fácil adaptação!", finaliza. Se interessou pelo assunto? Não deixe de conhecer as comunidades digitais de apaixonados pela Agilidade: Agilidade.org e Happy Melly.

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#Dados

A Inteligência Artificial já faz parte do seu dia a dia, saiba como

Esse termo tech descolado foi dado, oficialmente, em 1956, durante uma conferência na Dartmouth College, universidade da terra do tio Sam, em New Hampshire. Na ocasião, os moderninhos da época  definiram a inteligência artificial, ou IA para os íntimos, como a "ciência e engenharia de produzir máquinas inteligentes". Uau! Se parece futurista hoje, imagine há mais de meio século atrás. Mas, só nos anos 2000 que a inteligência artificial realmente começou a decolar, passando a tomar forma e integrar a vida e o cotidiano dos humanóides.IA à vista! E olha a inteligência artificial ganhando cada vez mais espaço no Brasil. Recentemente, a Microsoft anunciou a criação de um AI Industry Board (Comitê da Indústria para Inteligência Artificial) junto a outras empresas e organizações, aqui no país. A meta é se reunir trimestralmente para discutir o uso ético e responsável da IA, além dos desafios e oportunidades trazidos por esta tecnologia. A conferência contou com a presença de executivos de empresas como Bradesco, Vivo, Grupo Fleury, Sulamérica e Car10, além da participação de Miriam Wimmer, do Ministério da Ciência, Tecnologia, Inovações e Comunicações (MCTIC). O encontro, realizado online, teve palestra de Lisa Tanzi, vice-presidente corporativa da Microsoft Corporation. O AI Industry Board tem foco no uso responsável desta tecnologia, compartilhando boas práticas adotadas por empresas e organizações de vários segmentos, aprendendo todos juntos a promover o desenvolvimento da inovação no Brasil. Bola dentro no que se refere à competitividade do país por meio da IA e seu impacto na transformação digital.Fizemos uma lista abaixo com 8 indícios de IA, presente no dia a dia, para você não achar que estamos viajando no desenho dos Jacksons (jóvens talvez nem entendam a brincadeira). Acompanhe. 1 - Assistentes virtuais A criação de assistentes pessoais virtuais é uma das aplicações de IA mais utilizadas, atualmente. Seja a Siri, Cortana, Alexia, eles funcionam em diversos celulares e auxiliam em tarefas básicas como definir alarmes, lembrar compromissos, ligar para outros números, informar a previsão do tempo, entre outras funcionalidades. O Google Maps e muitos outros também entram nos assistentes que salvam rotinas e agendas por aí. 2 - Medicina Exames e diagnósticos sofisticados dependem de IA para serem mais precisos. Tratamentos contra alguns tipos de câncer também se desenvolvem com a ajuda dela. Um exemplo atual de IA na medicina é a Stratasys, que anunciou mobilização global dos recursos e experiência em impressão 3D da empresa para ajudar no combate à pandemia atual da Covid-19. A empresa pretende fornecer milhares de Equipamentos de Proteção Individual (EPI) descartáveis para os profissionais da saúde. 3 - Segurança Mundo conectado, com encurtamento de distâncias entre pessoas, empresas, países e continentes. Em contrapartida, o lado negro da força também tira vantagens disso, independentemente da pandemia ou não. Os cibercriminosos, cada vez mais presentes e sem escrúpulos, se aproveitam de situações de crise e vulnerabilidade, com novas e mais sofisticadas ameaças digitais. No sentido de se precaver contra este perigo, além do bom senso (práticas de uso cauteloso de acessos e compartilhamento de dados), existem sistemas e softwares, com tecnologia baseada em IA, que ajudam a detectar problemas de invasão e não conformidade, abrangendo usuários, dados e perímetro. 4 - Transporte Aqui a atuação da IA é soberana, atualmente. Você, ou o motorista de transporte, público ou não, que você utiliza para se locomover, usam inteligência artificial. No caso do transporte público, de rastreamento. No caso de particular, para escolher melhor rotas, evitando trânsito e estradas acidentadas, chamando o próximo passageiro e por aí vai. Já no transporte rodoviário de cargas, essa tecnologia ajuda a aumentar a lucratividade das empresas e impulsionar a logística por terra, água e ar, ajudando aquela sua compra pela internet a chegar, linda e rastreada, em suas mãos, no menor tempo possível. Como? Robôs com inteligência artificial fazendo um sofisticado trabalho de gerenciamento de cargas para alcançar os melhores resultados em entregas. 5 - Alimentação Aqui, IA não se restringe apenas nos apps que entregam alimentos, mas revolucionando a forma como os procedimentos da indústria de alimentos e bebidas são realizados, na relação ao atendimento ao consumidor, processos de fabricação, manuseio, gestão da cadeia de suprimentos e embalagens. Para que você entenda o tamanho da evolução, algumas empresas especializadas contam com um acervo de algoritmos fundamentados em IA, que tornam capaz a obtenção de grandes volumes de dados para aprender os mais variados padrões de processos logísticos, incluindo campanhas de marketing, sazonalidades, produtos mais vendidos, entre muitas outras informações deste mercado, tudo com foco no bon appefit do freguês. 6 - Entretenimento Fora os aplicativos que mudam avatares, fotos, edições destas fotos, tudo ao alcance de nossos dedinhos em dispositivos móveis, podemos colocar neste barco do entretenimento também os serviços de streaming, cinema e uma outra infinidade de aplicações incríveis na produção de conteúdo, com algoritmos tratando textos, imagens, áudio e vídeo. E, calma, pois aqui não esquecemos de citar o universo dos games, outro espaço onde a inteligência artificial está mudando a forma como jogamos. Com a chegada de acessórios como os óculos de realidade virtual, a imersão do usuário só aumenta, proporcionando experiências nunca antes vividas. 7 - Mercado de trabalho A tecnologia de IA já tem como reformular o processo de contratação, coletando os dados para ajudar a colocar as pessoas certas nas posições certas. O uso de dados, com os programas de IA, aprimoram a experiência humana, em vez de substituí-la. E é nessa aposta que plataformas de experiência de talentos oferecem ferramentas para mudar a maneira como as empresas gerenciam o desenvolvimento dos funcionários. Essa tecnologia acompanha o progresso e dá a oportunidade de medir o sucesso dos colaboradores de uma maneira muito mais ágil e tangível. 8. Casa inteligente Os eletrodomésticos chamados inteligentes, ou seja, com base em dados de IA, devem crescer quase 20% até 2023. Esse mercado já mostra como as casas inteligentes caminham para ser realidade em poucos anos. Nesse campo fértil, o aprendizado de máquina e a conectividade de aparelhos são a base para fornecer uma experiência de ambientes integrados. Por exemplo, uma cozinha integrada com dispensas que se “comuniquem” com as geladeiras, evitando desperdício, entre outros tipos de automação. Hoje, as luzes, câmeras e garagem de seu prédio talvez sejam o mais próximo que você tenha de experiência com este tipo de tecnologia, mas os assistentes de voz ganham cada vez mais espaço e sua máquina de lavar, por exemplo, toda programável, é sinal de que sua casa caminha para esta trend. Quer saber mais sobre como fazer parte destas mudanças que o mundo passa, sendo protagonista delas. Conheça os cursos em habilidade digitais da Digital House. Nosso time-fera de especialistas pode te ajudar nesta missão. Projete sua carreira para o futuro que já começou.

LGPD e a cyber segurança: como a lei abre caminho para um novo mercado img
#Dados

LGPD e a cyber segurança: como a lei abre caminho para um novo mercado

LGPD colocando ordem no parquinhoCom o avanço da hiperconexão, nossos dados navegam por vários destinos, seja em sites, cadastros de acessos, apps, jogos, etc. Essa superexposição deixa empresas e cidadãos vulneráveis e na mira de cibercriminosos que roubam informações e disseminam vírus a torto e a direito.A Lei Geral de Proteção de Dados Pessoais vem justamente para colocar ordem nesta antes terra de ninguém. A LGPD é a regulamentação brasileira, baseada na GRPD europeia, que garante o direito da proteção de dados, exigindo mais transparência das empresas quanto ao tratamento de informações confidenciais. Isso quer dizer que qualquer informação sua só será coletada com prévia autorização, assim como guardada por terceiros somente pelo tempo que você definir.A LGPD entra em vigor a partir de agosto de 2020. Mesmo com a pandemia mudando as rotinas e destinos, essa data de início permanece até segunda ordem. E quando gritarem valendo, quem desobedecer às regras ficará de castigo! Antes fosse… na real, as empresas que não seguirem a norma estarão sujeita a duras e altas multas - algumas equivalentes a 2% do faturamento da empresa, com teto de R$ 50 milhões por ocorrência. Sim, como diria aquele meme raiz, que dó da formiguinha...Portanto, cyber segurança passa a não ser um serviço apenas opcional. Vira questão de prioridade, sobrevivência e base de qualquer negócio da era digital.Cyber Segurança - a realidade do virtualParte dos casos de vazamentos de dados acontece por falhas humanas, olha que beleza. E isso aumentou após o uso de dispositivos móveis no ambiente corporativo e no trabalho remoto dos usuários. Nesse sentido, a cyber segurança fornece ferramentas de proteção que acompanham o movimento das informações e conscientizam usuários sobre os riscos no ciberespaço.É digital, mas é real. Por isso, proteger dados com boas práticas de utilização, softwares de monitoramento, backup e firewalls de segurança são saídas para a sobrevivência das empresas. E não só para não pagar altas multas, mas também para manter a chamada reputação da marca, que, se manchada, pode acabar com anos de construção.Ter um sistema de proteção cibernética em uma empresa engloba:     > Evitar e barrar ataques virtuais; Identificar riscos;      > Proteger dados;      > Determinar diretrizes para gerenciamento de informações;      > Controlar o acesso dos usuários aos dados;      > Recuperá-los em caso de vazamentos. Chegou a hora do Data Protection OfficerO novo mercado que surge precisa se adequar às regras do jogo, investindo em sistemas de segurança e em um profissional voltado para a proteção de dados que saiba gerenciar estas ferramentas, assim como educar as pessoas para seu uso. E esse movimento é mais uma das características da revolucionária Transformação Digital, que traz várias oportunidades de carreira para quem tem coragem e quer aprender a reaprender.A Digital House, uma das maiores escolas de habilidades digitais do planeta, possui um curso de Cyber Segurança. Nele, você entende sobre Sistemas Operacionais, Topologia de Rede e Bancos de Dados, e tudo o que é indispensável para controlar a segurança de uma empresa, criando e monitorando um plano de ação.Como? Manjando muito de:     1. Redes TCP/IP      2. Aplicações Web e Banco de Dados      3. Criptografia      4. Identidade de Acesso      5. Cloud      6. Normativas e Análise de Risco      7. Plano de Segurança da Informação Nossos especialistas estão ministrando aulas remotas neste período de quarentena, para que você invista seu tempo em capacitação e entre neste novo momento, qualificado. Vem com a gente para o novo, nada desconhecido.

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Sendo assim, a Digital House, maior escola de habilidades digitais da América Latina e uma das principais do mundo, orgulhosamente anuncia o lançamento de sua página de conteúdos em formato de vídeo, pensando em deixar seu isolamento social muito mais interessante e agregador, a DH Series. Lá, você encontra assuntos atuais e incríveis (sem falsa modéstia), como as mudanças que virão com a LGPD, Customer Experience, Inteligência Artificial, Cultura de Inovação e Indústria 4.0, Diversidade no Digital e muito mais. Tudo explicado no nosso jeitinho de ser - dinâmico, objetivo e descomplicado - com nossos professores como mediadores e seus convidados. Coisa fina, não? Nesses bate-papos, você se contextualiza sobre muitos assuntos importantes do universo da era digital, de maneira abrangente e comportamental. Nosso propósito nada singelo com esse canal é que o “bichinho da desconstrução” toque seu DNA criativo e te impulsione a sair do lugar, mesmo em quarentena. Assista estes diálogos, reflita as perspectivas dos especialistas, absorva suas histórias e experiência e vamos aprender, todos juntos! Se ficar interessado em se aprofundar ainda mais sobre cada um deles, sendo também um protagonista destas áreas, conheça as profissões do futuro e impulsione sua carreira, em home office e fora dele (em breve).