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Habilidades digitais: quais as melhores para investir em 2021

Habilidades digitais: quais as melhores para investir em 2021
#Carreira
17 de fevereiro - min de leitura

As empresas estão de olho nas competências digitais. Saiba como transformar a sua carreira olhando para o futuro, afinal, as novas profissões já apareceram. Você sabe quais são elas?


Antes de falar quais são as habilidades digitais 2021 que devem ser procuradas em peso pelas empresas, vamos refletir sobre uma pesquisa da Robert Half, uma empresa global especializada em recursos humanos.

O levantamento dela mostra quais são as profissões que devem bombar no próximo ano, o que vai abrir margem para falarmos sobre quais habilidades digitais focar para ser um profissional procurado pelo mercado. 

Entre os cargos das oito áreas de atuação avaliadas, vamos focar em duas: vendas, marketing e tecnologia. Cada área está com cinco cargos em destaque. Entre as profissões em alta na área de vendas e marketing, estão: head of growth, customer experience, executivo de vendas, gerente comercial e de e-commerce.

Já entre as profissões que estão em alta na área de tecnologia, podemos mencionar  a segurança da informação, cientistas e engenheiro de dados, desenvolvedores full stack sênior/engenheiros de software, infraestrutura/cloud e business intelligence.

Habilidades digitais no Brasil

O cenário está em constante mudança, mas o futuro é digital, e para ajudar na aceleração da sua carreira, nós chegamos em sete habilidades digitais para profissionais do futuro focarem a sua atenção em 2021.

Marketing digital

O universo do marketing digital é muito amplo, e entre as subcategorias que integram essa área, podemos falar de:

Produção/marketing de conteúdo;
Gestão de redes sociais;
Otimização de páginas em SEO
Criação de anúncios;
Branding.

Citando o último exemplo como referência, já prestou atenção em quantas empresas mudaram o logo para conscientizar o seu público sobre o momento que estamos atravessando? Mexer no branding de uma empresa não é somente lidar com a parte estética, mas mostrar o seu posicionamento.

Customer experience

A área de Customer Experience, que foca na experiência do consumidor, nunca foi tão determinante como agora.

Se as empresas querem aumentar a sua receita para 2021, precisam se atentar aos profissionais que estão contratando para atuar nesta área.

Algumas pesquisas comprovam que os consumidores estão dispostos a pagar mais por uma ótima experiência do cliente. Basta pensar quantas vezes já abandonamos um site, porque tivemos dificuldades durante a navegação.


Vendas

Essa é uma das áreas mais cobradas de qualquer empresa, pois são os executivos de vendas e gerentes comerciais que estão no front e precisam ter argumentos sólidos para convencer os clientes de que o produto ou serviço prestado são bons o suficiente para garantir o resultado esperado. 

E-commerce

“Boom” é uma expressão que explica muito bem o momento que o e-commerce brasileiro está atravessando.

Nunca se vendeu tanto de modo virtual, como revela uma pesquisa da Ebit Nielsen. De acordo com o relatório Webshoppers, edição nº 42, as negociações pela internet no primeiro semestre deste ano fecharam o período em sua maior alta em 20 anos: 47% de crescimento.

No entanto, abrir uma loja virtual requer o cumprimento de aspectos legais do Código de Defesa do Consumidor (CDC) e do Decreto Federal 7.962/13, que incluem desde fornecer informações claras e visíveis, atendimento 24 horas por dia e direito de arrependimento. Esse é um dos motivos que demonstram a importância de ter um bom gerente de e-commerce.

Dados

Já parou para pensar na quantidade de dados que circula no mundo? Somente para ter uma ideia, de acordo com uma previsão da International Data Corporation (IDC), estima-se que mais de 103 zettabytes (ZB) de novos dados deverão ser criados até 2023.

São informações tão relevantes que podem identificar a pessoa e os seus valores pessoais e não a toa, foi criada a Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD).

Humanamente falando, mesmo criando um batalhão, é impossível analisar todos eles. Por isso, é importante ter os profissionais de Data Science, Data Analytics e Big Data, para extrair insights importantes capazes de transformar a sociedade.

Cloud computing

Diferentemente do que acontecia antigamente, em que você precisava comprar um disquete ou pen-drive para salvar algo, hoje isto não é mais preciso por causa do cloud computing.

A computação em nuvem deixa tudo salvo, sem ocupar a memória do seu celular. Como exemplo disso, temos o Spotify, Netflix e Google Docs, entre outros, para acessar plataformas que só precisam ser conectadas à internet para funcionarem. Ter um especialista em cloud é importante para verificar a infraestrutura e fazer a otimização desses recursos.

Linguagens de programação 

Assim como para conversar com outras pessoas, você precisa saber o idioma delas, no mundo da programação, a lógica é praticamente a mesma.

Para se comunicar com o computador, é necessário saber a sua linguagem de programação. Hoje, no mercado, há uma variedade enorme e cada um com seu papel.

Se hoje mexemos em computadores, celulares, notebooks, entre outras tecnologias, é porque temos desenvolvedores full stack sênior ou engenheiros de software por trás.

Cursos focados nas habilidades digitais

A Digital House possui um portfólio de cursos de habilidades  digitais para quem deseja se atualizar ou iniciar uma carreira pensando no futuro.

Seja sua intenção apostar em marketing digital, dados, UX ou programação, nós estamos aqui para acelerar seu futuro!

Leia mais no blog DH:

+ 15 profissões do futuro que estão em alta dentro das empresas

Departamento de carreiras da DH: 95% de empregabilidade comprovado

Tudo que um desenvolvedor Full Stack precisa saber

E aí, já segue a gente no Twitter? Vem pra rede, vamos conversar sobre habilidades digitais! ;)

Outras notícias

Os 6 principais comandos git para um programador iniciante  img
#Tecnologia

Os 6 principais comandos git para um programador iniciante

O git é sem dúvidas o maior sistema de versionamento da atualidade. Utilizado amplamente pela comunidade dev, os comandos git são ferramentas indispensáveis no currículo de qualquer pessoa que pensa em trilhar alguma profissão na área de TI, por isso vamos te contar tudo o que você precisa saber para dar os primeiros passos nessa ferramenta incrível e tão importante.Comandos git x github: é a mesma coisa?Primeiramente vamos ajustar os conceitos: Git é o sistema de versionamento em si, é onde você cria “commits” e pode registrar o histórico de modificações do seu projeto, criar “branches” e, caso algo dê errado, dar “rollback” para uma versão anterior. O github é apenas uma das muitas centrais de repositórios remotos existentes. Outras centrais que você já pode ter ouvido falar são bitbucket ou gitlab, todas elas se encaixam na mesma categoria do github.  Como usar comandos git? Aprenda os básicos!Existe uma máxima hoje em qualquer ambiente que se trabalhe com TI que é: “Em caso de incêndio: 1 - git commit, 2 - git push, 3 - Saia do recinto”. Apesar do ar cômico, esses dois comandos (acompanhados de um terceiro) são os responsáveis por salvar muitos projetos (ou pelo arrependimento de quem esqueceu de usá-los) e eu vou te explicar o que cada um deles faz. Git addEste comando adiciona os arquivos solicitados ao ambiente de stage, é uma forma de dizer para o git que você deseja que as modificações daquele arquivo sejam gravadas na próxima remessa. Um exemplo de utilização é: git add . onde o ponto representa todos os arquivos na pasta.Git commitAgora fazemos a gravação em si das modificações, desta forma criamos um snapshot do estado atual do nosso projeto. Uma forma muito usada é o git commit -m “descrição das atualizações do projeto” onde o -m é uma flag que aponta para a mensagem de descrição.Git pushPor fim precisamos subir essas modificações no nosso repositório remoto, para isso basta utilizar o comando git push e, se já estiver tudo devidamente configurado, os arquivos serão salvos no repositório remoto correspondente ao seu repositório local!Bônus! Mais dicas para iniciantesVamos agora falar de outros comandos que podem ser úteis no dia a dia de quem está começando com o Git:Git statusEste comando permite ver quais arquivos estão sendo “rastreados” pelo git e quais modificações já foram enviadas para o stage. É bem útil para quando se tem dúvidas sobre o que está sendo enviadoGit branchÉ usado para verificar todas as branches presentes no repositório. Ao utilizar a flag -r no final do comando é possível ver todas as branches presentes no repositório remoto e se você quiser criar uma nova branch basta utilizar este comando: git branch <branch_name>.Git checkoutÉ o comando utilizado para trocar de branch passando o nome da branch destino no final do comando. Caso a flag -b seja colocada após o “checkout” é possível criar a branch em questão e já trocar para esta imediatamente.E aí, o que achou desta dose de git? Vale lembrar que esta é uma ferramenta muito versátil e tem muito mais funcionalidades do que poderíamos cobrir aqui, portanto não deixe de buscar mais informações para se especializar neste que é o sistema de versionamento mais utilizado do mundo!Aprenda os comandos git na práticaAprendendo o git, você aumenta sua produtividade, além de ter menor risco de perder um trabalho já feito, possuindo maior controle sobre o processo de desenvolvimento.A Digital House tem um curso de desenvolvimento Web Full Stack completo e atualizado. Aqui, você aprende na prática, com os melhores profissionais do mercado, em aulas 100% ao vivo e interativas, como programar do zero em até seis meses.Leia mais no blog DH:+ Minha primeira linguagem de programação: como escolher? + Primeiros passos no Git: o que eu preciso saber?+ Javascript front-end: guia de como a linguagem atua no desenvolvimento

 O que é brand equity e como as empresas geram valor de marca em seus produtos e serviços img
#Marketing

O que é brand equity e como as empresas geram valor de marca em seus produtos e serviços

Quando um consumidor compra um produto mais caro, mesmo sabendo que existem outros com valores menores, ele entende o verdadeiro valor de uma marca, pois está carregando não apenas o objeto em si, mas também o valor agregado, que pode ser até emocional. Continue acompanhando o artigo e entenda o que é brand equity.O que é brand equity e qual a sua importância?A tradução literal de brand equity é equidade da marca. O termo consiste no valor dos produtos ou serviços, relacionando-o com a força que essa marca possui no mercado digital.Essa força tem relação com a imagem da marca que é reconhecida pelos consumidores, onde as experiências e percepção de valor dos clientes obtidas contam muito. Paleta de cores, identidade corporativa, qualidade, ponto de venda, redes sociais, site, embalagem, tudo isso, além de muitos outros fatores, colaboram para a construção de uma imagem.Como isso funciona na prática? Imagine uma bolsa preta, sem nenhum símbolo ou logo, e imagine também uma mesma bolsa preta com o logotipo da Chanel, por exemplo. Na prática, isso mostra o poder das marcas fortes, pois através dela que o consumidor avalia seu preço, relevância, suas emoções com a empresa, autoridade e sua fidelidade a ela.Portanto, construir uma boa brand equity é essencial para qualquer empresa que queira se manter no mercado. Por isso que, cada vez mais, as marcas investem nessa estratégia de marketing.Estratégias de brand equity: como criar um valor de marca?Com a ascensão dos meios digitais, o marketing vem se consolidando digitalmente, o comportamento dos consumidores muda e a exigência deles se torna cada vez maior.Hoje, a internet e as redes sociais são um dos principais caminhos de acesso às novidades do mercado e a relação entre marca e consumidor, sem contar que impactam diretamente na decisão de compra. Além disso, todos podem expor suas opiniões, as quais contam muito para a imagem e autoridade de uma empresa no mercado.Construir uma brand equity no marketing é planejar e articular um conjunto de fatores em detalhes para que a marca ganhe relevância. Alguns deles não se relacionam apenas com o planejamento, mas também com as consequências das ações com o “target” escolhido. Confira abaixo os principais:Escolha dos elementos de marca:É necessário escolher os elementos e identidades que constituem a marca. Qual a missão e os valores da empresa? Qual o seu público-alvo? Como é a identidade visual que você quer passar aos clientes?, entre outros.Integração com marketing:A marca deve ser integrada à área de marketing e, consequentemente, as estratégias devem ser pensadas para buscar o conhecimento dela por novos consumidores do mercado e o reconhecimento pelo que ela oferece em relação aos concorrentes. Nesse sentido, é importante escolher os canais de comunicação certos, onde o seu público realmente está. Com isso, você pode entender seus comportamentos, reações, a melhor maneira de se comunicar (tom de voz), gerar conteúdo frequente de valor e converter leads, a partir dos canais escolhidos.Buscar a preferência e lealdade:Agora que você aprendeu o básico sobre o que é brand equity, é fundamental entender como funciona o processo. E a jornada é construída a partir de boas estratégias, fazendo com que os consumidores experimentem a marca e repitam a compra, desenvolvendo conexões significativas, ou até mesmo fazendo questão de usar a marca e não aceitar similares ou concorrentes.Construir uma boa estratégia de brand equity é um grande desafio, assim como manter e fazer com que cresça sempre. O planejamento de ações constantes, buscando melhorias nos fatores e proporcionar melhores experiências de usuário é essencial nesse processo contínuo.Aprenda o que é brand equity na visão de especialistas do mercadoNo curso de Marketing Digital da Digital House você aprende com profissionais do mercado, além de ter aulas ao vivo 100% dinâmicas. Que tal baixar o programa do curso e conferir a variedade de assuntos abordados?Durante o curso, você irá aprender o que é brand equity de forma prática, inclusive, a gerar valor, construindo uma marca forte diante dos concorrentes. Garanta a sua vaga para essa área tão promissora ao futuro!Leia mais no blog DH:+ Era do áudio: entenda o que é Clubhouse, a rede social do momento+ Como configurar o Google Analytics?+ Customer Centric: como moldar sua estratégia com foco no cliente

 Banco de dados: entenda o que é um banco de dados relacional e não relacional img
#Dados

Banco de dados: entenda o que é um banco de dados relacional e não relacional

Embora ambas sejam ótimas alternativas, existem alguns fatores importantes para se considerar na hora de escolher entre um banco de dados relacional e um não relacional, de acordo com a sua necessidade.O que é um banco de dados relacional e não relacional?O banco de dados relacional (SQL) surgiu na década de 70 e, desde então, as empresas foram implementando esse conceito, alcançando uma grande popularidade. Hoje, está presente na maior parte dos sistemas.Ele é baseado no modelo relacional, uma forma intuitiva e direta de representar os dados em tabelas, que também são chamados de relações. Em resumo: na horizontal, temos as linhas e na vertical as colunas. Cada coluna representa um campo diferente de dados e informações.A maior característica desse modelo é a necessidade da estruturação de esquemas, projetando uma estrutura de relacionamento entre as linhas e colunas para, assim, poder adicionar algum dado.No banco de dados não relacional (NoSQL), os esquemas não são necessários. Eles representam qualquer banco ligado à Big Data e não seguem o modelo relacional fornecido pelos sistemas tradicionais de gerenciamento de dados. São diversos tipos, como o key-value stores, graph stores, column stores, document stores, entre outros.O banco de dados não relacional surgiu como uma alternativa para situações em que há uma quantidade exorbitante de dados para armazenar, onde a estruturação em tabelas se torna mais difícil.Quando usar um banco de dados relacional ou não relacional?A melhor maneira de saber quando usar cada um deles é destacando os pontos fortes de cada uma dessas tecnologias.O banco de dados relacional sempre irá fornecer dados íntegros e imutáveis, garantindo um controle transacional consistente. Além disso, seu esquema é rígido, sendo possível atribuir campos e estabelecer se o dado de uma coluna é nulo ou não nulo.Já o banco de dados não relacional, que representa diversos tipos de bancos de dados, não exige a rigidez de esquemas para armazenar os dados, ou seja, ele não limita os campos, diferente das colunas do SQL. Além disso, é possível adicionar novas propriedades, sem a preocupação com o impacto nas demais informações já armazenadas.Caso sua empresa esteja aplicando metodologias ágeis modernas, um banco de dados relacional provavelmente não seria uma boa opção nesse contexto, pois ela requer um nível maior de preparação.Não existe um modelo que seja melhor do que o outro, pois cada um tem seu ponto forte. Tudo dependerá do contexto e da necessidade da empresa.Como elaborar um banco de dados?Em um processo de desenvolvimento de um sistema de software, o projeto de elaboração do banco de dados é uma das etapas mais importantes. Esse processo se divide, basicamente, em algumas partes. São elas: projeto conceitual, projeto lógico e projeto físico. Projeto conceitual:Com as expectativas, necessidades e requisitos do cliente alinhados com o projetista, um esquema conceitual do banco de dados é elaborado, por meio de uma visão macro.Projeto lógico:Aqui há o mapeamento mais detalhado dos conceitos e de como eles serão organizados no banco de dados, seja em tabelas, esquemas, metadados das colunas etc.Projeto físico:Nesta etapa final, são definidos os detalhes técnicos da implementação do banco de dados, como a forma que serão armazenados, os scripts que irão criar as tabelas e visões do banco, entre outros.Seja um especialista da área!Que tal se tornar um profissional na área de dados? Na Digital House, temos o curso de Data Science, que ensina o aluno a dominar os diferentes modelos de banco de dados. Seja um especialista da área e garanta sua estabilidade em uma área do futuro.Não deixe de conferir também nossa biblioteca de conteúdo e o Blog DH, com diversos outros artigos e materiais interessantes sobre tecnologia.Leia mais no blog DH:+ O dia a dia de um analista de dados: responsabilidades, ferramentas e dúvidas+ Gestão de produtos: entenda qual é a importância desse profissional no mercado+ Como aprender business intelligence: conheça a área e como ingressar na carreira