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Marketing digital para iniciantes: 10 dicas de como começar na carreira

Marketing digital para iniciantes: 10 dicas de como começar na carreira
#Marketing
18 de fevereiro - min de leitura

Neste artigo, vamos te contar 10 dicas de marketing digital para iniciantes. Se você está interessado na carreira, como aprender, conceitos e características principais, está no lugar certo! Continue acompanhando.


O ambiente digital dispõe de inúmeras possibilidades. São muitas estratégias, ações, vertentes e ferramentas que podem assustar ou intimidar profissionais que querem ingressar na área de marketing digital para iniciantes. Não se sinta mal caso esteja perdido, isso é normal para quem escolhe esta carreira.

Se você está buscando entender sobre marketing digital e quer saber o que é necessário para se destacar e começar na área, este artigo é para você!

Oportunidades: marketing digital para iniciantes

A área está em crescimento acelerado, considerando que estamos vivendo uma revolução tecnológica e uma transformação digital constante dentro de negócios focados em produtos e serviços. Sendo assim, os meios digitais se tornam cada vez mais presentes no dia a dia das pessoas.

O online se tornou algo comum e o marketing também adentrou nisso. Nesse contexto, as pessoas estão desenvolvendo cada vez mais seu senso crítico, diante do grande acesso às informações que recebem e enviam todos os dias.

Nas empresas, por exemplo, o marketing digital não é luxo, mas sim uma necessidade. Qualquer organização que pense no futuro está investindo em técnicas e estratégias de marketing digital, ou seja, vagas não faltam e o mercado está lotado de oportunidades de marketing digital para iniciantes. Quem não investe sempre estará em desvantagem perante os outros. 


10 dicas de como começar uma carreira dentro do marketing digital para iniciantes

Sabendo do potencial da área, imaginamos que você está ainda mais interessado no marketing digital para iniciantes, certo? Sendo assim, vamos te dar 10 dicas para começar com tudo. Confira o que você precisa saber:

1) Tente conhecer tudo, mas também se especialize em algo:

Uma carreira em Marketing possui vários caminhos. São diversas áreas de atuação e atividades que podem ser exercidas. Você prefere trabalhar com mecanismos de buscas (SEO) ou mídias sociais? Marketing pago ou orgânico? Essas são algumas opções existentes que trazem muitas vertentes e tipos de profissões. A melhor forma de escolher é conhecer todas.

2) Busque conhecer suas ferramentas e linguagens

Independentemente da especialização escolhida, ser capaz de analisar campanhas de marketing digital e entender o que funciona ou não é uma skill crucial para esse profissional.

São diversas formas de analisar o comportamento do consumidor, entendendo e interpretando dados para uma campanha. Essa habilidade é fundamental para a tomada de decisões, sendo um fator que também pode determinar o crescimento ou sucesso de uma empresa.

Além disso, tente praticar desde o começo, mesmo que ainda não trabalhe na área. Que tal criar seu próprio blog e redes sociais, aplicando estratégias e utilizando as ferramentas de marketing digital?

3) A importância de cuidar da imagem e influência no online:

Ao atuar com marketing digital, é necessário construir a marca, formando uma rede interessante de seguidores e interessados. É importante não banalizar as páginas e espaços online com coisas desnecessárias.

A marca sendo um gerador de conteúdo e tendo um posicionamento virtual, deve criar um conteúdo de qualidade, sempre objetivando trazer mais reconhecimento, autoridade e leads com foco no público-alvo.

4) Networking faz toda a diferença:

É essencial conhecer pessoas, participar de eventos, criar relacionamentos e cultivá-los além do online. Isso porque são diferenciais para quem quer entrar na carreira de marketing digital.

É importante saber sobre profissionais e outras empresas, além de conhecer seu próprio nicho para entender quais são as carências do momento e os influenciadores digitais atuais que ditam tendências.

5) Busque atualização constante:

Com a constante transformação digital, o marketing digital e a internet também evoluem. Você nunca vai parar de aprender. Mantenha-se atualizado sobre as tendências e busque informações.

Conhecer o comportamento do usuário e estar aberto para se adaptar às mudanças, traçando estratégias, faz toda a diferença no trabalho de marketing digital.

6) Conheça técnicas de outras áreas:

Não é necessário saber como codificar programas ou construir websites, mas, no dia a dia, você poderá trabalhar com programadores, cientistas de dados, além de outros especialistas que podem atuar no marketing online.

Sendo assim, ter um conhecimento básico de linguagens de programação, web, HTML é um diferencial para o profissional da área e ainda ajuda a entender com mais exatidão os limites e oportunidades das campanhas de marketing criadas.

7) Capriche no currículo:

Tendo esses conhecimentos acima, mostre em seu currículo que você é capaz de produzir resultados, encarar desafios e trabalhar em qualquer ambiente, mesmo que ainda não tenha experiência na área digital.

O LinkedIn também é um ótimo meio para ser notado, pois muitas empresas apostam na plataforma para tomar decisões de contratação. Use palavras-chaves para descrever suas habilidades. Não precisa de um texto longo descrevendo todas elas, seja direto.

8) Tenha curiosidade e paixão pela carreira:

As pessoas que atuam na área e manifestam esses sentimentos e características, normalmente são capazes de inovar, ter muita criatividade e sair da caixa em suas atuações, podendo identificar também tendências para o futuro. Isso reflete como um diferencial no trabalho diário e, consequentemente, para a empresa e sua equipe.

9) Seja curioso:

A curiosidade é uma aliada muito forte para se descobrir e criar novos formatos, produtos, estratégias, ações e soluções nas campanhas de marketing digital. Esta característica pode levar o profissional à vanguarda da área.

10) Entenda o básico de inglês:

Você não precisa falar, ler e escrever fluentemente, mas é recomendável que o profissional entenda pelo menos o básico da língua. Isso porque os melhores eventos, cursos e artigos normalmente priorizam o inglês. Além de diversos termos do dia a dia do profissional que também podem estar no idioma, como inbound marketing.

O Google Tradutor ajuda bastante, mas nem sempre traz respostas efetivas. Nem todos os cursos gringos, por exemplo, trazem dublagens ou legendas.

Invista em seu futuro!

Gostou das dicas de hoje? Agora que já tem as dicas de marketing digital para iniciantes e provavelmente percebeu que a área é repleta de possibilidades e atuações, seja em grandes empresas ou até mesmo para si próprio.

Na Era Digital, é bem nítido que as estratégias de marketing, assim como o uso das ferramentas corretas, têm o poder de mudar o rumo das empresas.

A área não possui uma faculdade específica, voltada somente para o digital. Entretanto, possuir um diploma pode ser um diferencial ainda maior para conseguir oportunidades e ingressar na carreira, pois é uma garantia de uma base de conhecimento.

Felizmente, existem muitos cursos ótimos voltados especificamente para o digital, e suas certificações são diferenciais na área. Que tal se inscrever no curso de Marketing Digital ou Marketing Digital Avançado da Digital House? Esses cursos preparam o aluno do zero ou capacitam os que já estão na área para lidar com qualquer desafio que possa surgir no mercado.

Nossas aulas são dinâmicas, ministradas por grandes especialistas do mercado e capacitam o aluno a criar boas estratégias para as empresas. Garanta seu lugar entre as profissões do futuro agora mesmo!

Leia mais no blog DH:

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Banco de dados: entenda o que é um banco de dados relacional e não relacional e como aplicá-los

Embora ambas sejam ótimas alternativas, existem alguns fatores importantes para se considerar na hora de escolher entre um banco de dados relacional e um não relacional, de acordo com a sua necessidade.O que é um banco de dados relacional e não relacional?O banco de dados relacional (SQL) surgiu na década de 70 e, desde então, as empresas foram implementando esse conceito, alcançando uma grande popularidade. Hoje, está presente na maior parte dos sistemas.Ele é baseado no modelo relacional, uma forma intuitiva e direta de representar os dados em tabelas, que também são chamados de relações. Em resumo: na horizontal, temos as linhas e na vertical as colunas. Cada coluna representa um campo diferente de dados e informações.A maior característica desse modelo é a necessidade da estruturação de esquemas, projetando uma estrutura de relacionamento entre as linhas e colunas para, assim, poder adicionar algum dado.No banco de dados não relacional (NoSQL), os esquemas não são necessários. Eles representam qualquer banco ligado à Big Data e não seguem o modelo relacional fornecido pelos sistemas tradicionais de gerenciamento de dados. São diversos tipos, como o key-value stores, graph stores, column stores, document stores, entre outros.O banco de dados não relacional surgiu como uma alternativa para situações em que há uma quantidade exorbitante de dados para armazenar, onde a estruturação em tabelas se torna mais difícil.Quando usar um banco de dados relacional ou não relacional?A melhor maneira de saber quando usar cada um deles é destacando os pontos fortes de cada uma dessas tecnologias.O banco de dados relacional sempre irá fornecer dados íntegros e imutáveis, garantindo um controle transacional consistente. Além disso, seu esquema é rígido, sendo possível atribuir campos e estabelecer se o dado de uma coluna é nulo ou não nulo.Já o banco de dados não relacional, que representa diversos tipos de bancos de dados, não exige a rigidez de esquemas para armazenar os dados, ou seja, ele não limita os campos, diferente das colunas do SQL. Além disso, é possível adicionar novas propriedades, sem a preocupação com o impacto nas demais informações já armazenadas.Caso sua empresa esteja aplicando metodologias ágeis modernas, um banco de dados relacional provavelmente não seria uma boa opção nesse contexto, pois ela requer um nível maior de preparação.Não existe um modelo que seja melhor do que o outro, pois cada um tem seu ponto forte. Tudo dependerá do contexto e da necessidade da empresa.Como elaborar um banco de dados?Em um processo de desenvolvimento de um sistema de software, o projeto de elaboração do banco de dados é uma das etapas mais importantes. Esse processo se divide, basicamente, em algumas partes. São elas: projeto conceitual, projeto lógico e projeto físico. Projeto conceitual:Com as expectativas, necessidades e requisitos do cliente alinhados com o projetista, um esquema conceitual do banco de dados é elaborado, por meio de uma visão macro.Projeto lógico:Aqui há o mapeamento mais detalhado dos conceitos e de como eles serão organizados no banco de dados, seja em tabelas, esquemas, metadados das colunas etc.Projeto físico:Nesta etapa final, são definidos os detalhes técnicos da implementação do banco de dados, como a forma que serão armazenados, os scripts que irão criar as tabelas e visões do banco, entre outros.Seja um especialista da área!Que tal se tornar um profissional na área de dados? Na Digital House, temos o curso de Data Science, que ensina o aluno a dominar os diferentes modelos de banco de dados. Seja um especialista da área e garanta sua estabilidade em uma área do futuro.Não deixe de conferir também nossa biblioteca de conteúdo e o Blog DH, com diversos outros artigos e materiais interessantes sobre tecnologia.Leia mais no blog DH:+ O dia a dia de um analista de dados: responsabilidades, ferramentas e dúvidas+ Gestão de produtos: entenda qual é a importância desse profissional no mercado+ Como aprender business intelligence: conheça a área e como ingressar na carreira

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O dia a dia de um analista de dados: responsabilidades, ferramentas e dúvidas

O dia a dia do analista de dados é repleto de bases, levantamento e validação de hipóteses e elaboração de relatórios e dashboards. Mas quais realmente são suas responsabilidades? Hoje te explicaremos todas essas dúvidas dessa rotina cheia de atividades.Quais são as responsabilidades do analista de dados?O analista de dados realmente está o tempo todo analisando. Analisa o negócio, hipóteses que devem ser validadas e perguntas que devem ser respondidas. Entende quais serão as fontes de dados necessárias para levantar as informações, analisa e trata essas bases de dados que serão importantes para responder as perguntas definidas, cria relatórios e dashboards para expor o que foi analisado e informações descobertas para enfim gerar insights para a tomada de decisão. Também faz parte das responsabilidades apresentar esses insights e descobertas para a equipe e clientes, portanto a comunicação clara é uma soft skill importante para esse profissional.Em algumas empresas também é responsabilidade do analista de dados ser um ponto focal entre as outras áreas da empresa para que a cultura Data Driven seja implementada, de forma que as necessidades relacionadas a dados fiquem alinhadas e todos os indicadores sejam acompanhados e mensurados corretamente.Quais ferramentas são utilizadas?As ferramentas e melhorias variam de acordo com o segmento, mas as mais comuns são o Excel, SQL para consulta de bancos de dados, Google Analytics, ferramentas de visualização de dados como: Power BI, Tableau, Google Data Studio:Excel: O Excel é um editor de planilhas do pacote Office, da Microsoft. A ferramenta é utilizada para controlar e organizar as informações, contribuindo no cumprimento das rotinas e no aproveitamento do tempo.SQL: Define uma linguagem de consulta criada para a pesquisa de banco de dados relacional, na qual a estrutura básica são as tabelas (também conhecidas como "relações"). Google Analytics: Google Analytics é um serviço do Google que permite o monitoramento e análise de sites. A partir desta ferramenta, é possível monitorar o perfil de quem acessa seu site, como também as páginas mais acessadas, conversões, entre outros.Power BI: O Power BI é um serviço de análise de negócios da Microsoft. A ferramenta fornece visualizações interativas, por meio de Inteligência Artificial, em uma interface simples. Esse serviço visa descomplicar as demandas de dados.Tableau: O Tableau é uma plataforma que permite entender as funcionalidades de forma intuitiva na visualização de dados, a partir de métricas e obtenção de respostas.Google Data Studio: O Google Data Studio permite a visualização de dados de forma mais atrativa. A ferramenta organiza dados, podendo ser compartilhados em tempo real e salvo na nuvem para os demais colaboradores.Como se preparar para ser um analista de dados?Para se tornar um bom analista de dados, a primeira coisa que você precisa ter é a vontade de aprender e estar sempre estudando, pois a cada momento surgem novas ferramentas e linguagens, ser muito crítico e desenvolver sua capacidade analítica. É bem importante entender as metodologias e processos de análise de dados e se estiver nos seus planos ser um especialista minha dica é focar em alguma ferramenta que você se identifique e dominá-la, Power BI ou Tableau por exemplo.Seja também um analista de dadosÉ muito provável que depois desse texto sua vontade de se tornar um analista de dados só aumentou, ou então, descobriu aqui uma ótima oportunidade de alavancar a sua carreira.Na Digital House você se torna um analista de dados em até seis meses no nosso curso de Data Analytics, que ensina o aluno a dominar diversos modelos de análise. Leia mais no blog DH:+ Dados abertos: como usar dados públicos para gerar estratégias de negócios+ Power BI para leigos: aprenda os primeiros passos+ Resumo LGPD: tudo o que uma empresa precisa saber sobre a nova leiE aí, já segue a gente no Twitter? Vem pra rede, vamos conversar sobre habilidades digitais! ;) 

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Gestão de produtos: entenda qual é a importância desse profissional no mercado

Esse é um cargo relativamente novo, mas que está se destacando e é uma grande opção para quem gosta de liderança e quer se dar bem no futuro, tendo em vista o avanço ininterrupto da tecnologia. Se você está considerando ingressar na área de Gestão de Produtos, continue acompanhando este artigo.O que faz a área de Gestão de Produtos?O gerente de produto ou product manager, como também é conhecido, é uma função interdisciplinar, pois combina diversas áreas, como tecnologia, negócios, design, liderança e marketing para lançar um produto. Ele funciona como uma cola que mantém todos trabalhando em conjunto.Os profissionais da área de Gestão de Produtos devem possuir a visão completa e profunda de toda a operação do negócio, incluindo todo o ciclo de vida do produto, compreendendo, ao mesmo tempo, seu cliente, ao realizar uma liderança focada nele. Além disso, ele também deve criar o roadmap do produto.Sobre sua metodologia de trabalho, é muito importante destacar as habilidades de liderança, visão estratégica, mobilização de equipe e negociações. A condução das atividades é norteada por metodologias ágeis, que propõem a mudança de planos quando necessário e entregas com prazos justos, sempre agregando valor ao cliente.Por exigir diferentes responsabilidades e se cruzar com outras áreas, o gerenciamento de produtos digitais pode ser diferente de uma empresa para outra. Mas um bom profissional que exerce essa função deve ter o domínio de todas essas habilidades e ações.Qual a importância do product manager?Entregar o melhor produto para o seu público-alvo, atendendo as necessidades e trazendo resultado para o negócio é o grande objetivo dentro de Gestão de Produtos.Com um bom desempenho no ciclo de vida do produto, o gerente da área pode concretizar todo seu potencial e alavancar os retornos de forma extraordinária, superando as metas propostas pelo seu cliente no planejamento.Além de se preocupar em concretizar essas metas, o product manager é o elo entre a tecnologia e os demais setores da empresa, onde também está incluída uma importante vertente no desenvolvimento de produto: a experiência do usuário (UX), que também é essencial aos negócios na atual Era Digital.Apesar de ser uma função interdisciplinar, o gestor de produtos possui uma função com a natureza de negócios. Ele não é o operacional que entrega demandas que recebe, mas cria soluções e estratégias para consolidar um produto e sua marca, fidelizando clientes e expandindo sua autoridade para todo o mercado.Como ser um profissional da área de Gestão de Produtos?Essa área é uma promessa para o futuro do mercado de trabalho e a procura de pessoas qualificadas para a função tende a aumentar. A pessoa que busca uma oportunidade na função pode ter experiência em marketing, negócios, tecnologia, design ou engenharia.Lembrando que o mais importante, independentemente de experiência e antes de buscar um curso de gestão de produtos, é gostar e ter a capacidade de liderar, criar estratégias, mobilizar uma equipe e negociar.O financeiro também é um ponto que conta bastante quando investimos no aprendizado de uma nova carreira e o salário médio para a função de gerente de produtos digitais é de R $10.354,00.Com o curso de gestão de Produtos Digitais da Digital House, você estará pronto para estabelecer o roadmap de desenvolvimento de produtos, gerenciar times com metodologias ágeis, gerir negócios usando Business Model Canvas, entre muitas outras habilidades.Os alunos também podem fazer o curso de Gestão de Carreira gratuitamente e participar de feiras de recrutamento exclusivas (Recruiting Day). Não deixe de conferir também a nossa biblioteca de conteúdo e o Blog DH, com diversos materiais sobre essa área tão importante no mercado.Leia mais no blog DH:+ Departamento de carreiras: 95% de empregabilidade na Digital House+ De olho no novo consumidor Digital First+ Inovação: como reinventar a minha empresa?E aí, já segue a gente no Twitter? Vem pra rede, vamos conversar sobre habilidades digitais! ;)