MENU

| BR

Campus

Cursos

Programas Executivos

Programas Executivos

Paises

Marketing de performance: o que é e quais os seus principais indicadores

Marketing de performance: o que é e quais os seus principais indicadores
#Marketing
30 de março - min de leitura

O marketing digital é uma área que oferece inúmeras possibilidades. São diversas estratégias que as empresas podem aplicar para prospectar clientes e impulsionar os seus resultados. O marketing de performance é uma delas. Esse é um método muito aplicado pelas grandes empresas.


Antigamente, antes da ascensão da tecnologia, as organizações realizavam seus anúncios em revistas, por exemplo, mas não era sempre que prendiam a atenção de seus leitores e gerava novos clientes. Ou seja, muitas vezes, podia ser um investimento em vão.

Com a internet, tudo mudou. Ao invés de gastar dinheiro com propagandas em meios sem conversões, as empresas podem planejar anúncios em plataformas específicas, focando no público-alvo que deseja e recebendo um retorno maior sobre seu investimento.

Entenda o que é o marketing de performance, sua importância e seus principais indicadores, acompanhando este artigo.

O que é marketing de performance?

Atualmente, a maioria das empresas usa o marketing digital para impulsionar seus resultados, mas não são todas elas que aplicam o marketing de performance ou de desempenho, como também é conhecido.

A estratégia faz parte da área e consiste em ações com foco no aumento de resultados, a partir da análise de dados. É comum estar associada às mídias de performance, geralmente pagas.

O principal objetivo é identificar se os investimentos realizados na plataforma de anúncio estão dando o devido retorno, a partir da verificação do desempenho de cada anúncio em suas plataformas.

Qual a importância do marketing de performance?

Com o marketing de performance, as informações captadas e analisadas pelas ferramentas garantem as melhores tomadas de decisão e insights para aperfeiçoamentos, considerando a qualidade e a confiança das mesmas.

Somente anunciar não é o suficiente. É necessário acompanhar o desempenho, para descobrir as causas de estarem com poucos cliques, por exemplo. 

Quantas pessoas clicaram? Quantas visualizaram sem engajar? Esses são alguns questionamentos pertinentes.

Com o passar do tempo, o marketing de performance permite que todas as estratégias digitais de uma organização evoluam e sejam cada vez mais assertivas, eliminando qualquer achismo ou suposição para as ações e impactando os resultados da empresa positivamente.

Principais indicadores: vamos falar sobre KPIs

Agora que você já sabe qual a importância do marketing de performance, deve entender os KPIs. Por meio de uma análise minuciosa, as análises de indicadores mostram o desempenho de uma campanha ou anúncio específico.

Eles são a base de toda essa estratégia. Sendo assim, confira os principais para se acompanhar:

Impressões 

Esse indicador mostra quantas vezes um anúncio foi mostrado ao seu público. Sua medida é contabilizada sempre que o anúncio é exibido em um canal (Facebook, Instagram, Google Ads etc).

Lembrando que esse valor não representa o número de pessoas que visualizam seu anúncio, pois um mesmo anúncio pode ser visto por um usuário mais de uma vez, ou seja, está relacionado à frequência e ao número total de exibições.

Digamos que você possui uma campanha no ar. O indicador mostra que atingiu 1.000.000 impressões. 

O número é alto, mas não quer dizer que foi a mesma quantidade de pessoas que viu. É necessário ter cuidado com isso.

Engajamento 

Essa medida indica a quantidade de interações de usuários em uma determinada publicação. Geralmente, ela atua nas redes sociais, com suas particularidades de cálculos para cada canal, podendo ser em likes, reações, comentários, cliques, compartilhamentos etc.

Muitas pessoas pensam que é só nas redes sociais que essa taxa deve ser acompanhada, mas também é possível conferir o valor no Google Analytics e Google Ads. Nessas situações, são mensurados os números de páginas visitadas em cada sessão, além do compartilhamento.

Cliques 

Essa métrica é muito importante, principalmente tendo como parâmetro a taxa de impressões, pois do número total de visualizações de um determinado anúncio, é possível ver quantos deles tiveram cliques.

Aqui, podemos validar se o conteúdo está bom, se o cliente comprou a ideia do CTA proposto, além de mensurar o potencial da proposta de valor compartilhada de tocar na real dor do consumidor.

Se a taxa estiver baixa e o número de impressões muito mais elevado, a recomendação é fazer testes com novas artes, propostas ou textos, alternando-os. Assim, as chances de perceber qual é a melhoria necessária aumentam e sua taxa de cliques crescerá consequentemente.

Leads 

A geração de leads é considerada o objetivo principal no movimento de qualquer estratégia de marketing digital e indica as pessoas com potencial para iniciar um relacionamento no funil de vendas, para depois se tornarem reais clientes ao realizar ofertas de produtos ou serviços.

Ele pode se tornar um lead após manifestar interesse em receber um orçamento, assinar uma frequência de newsletters ou até mesmo baixar um material rico, por exemplo.

Sendo assim, é mais do que válido acompanhar a taxa de conversão dos visitantes de seus canais em leads. Ter um alto índice de visitantes não é válido, se eles não têm potencial para gerar vendas.

Além disso, esse indicador auxilia a entender se o marketing de conteúdo está sendo efetivo no funil de vendas.

Prospecção de novos clientes 

Qualquer investimento em estratégias de marketing é em vão, se não houver geração de vendas.

Portanto, uma alta taxa de novos clientes representa uma boa comunicação e alinhamento entre o time comercial e de marketing que, por consequência, se comunica com o consumidor da mesma maneira, atingindo todas as expectativas.

Tráfego pago e orgânico

Qual a origem do tráfego em seu site? Eles vieram pelos seus anúncios pagos ou por pesquisas nos motores de busca?

Apesar do marketing de performance ser baseado no desempenho de anúncios, ou seja, nas mídias pagas, não se deve desconsiderar os conteúdos orgânicos. Isso porque se a taxa de tráfego orgânico for alta, menos investimento financeiro será necessário para anúncios.

Isso não representa a ausência de mídia paga, mas a diminuição de gastos para obter mais impressões, cliques, leads e novos clientes.

Os canais de sua marca transmitem mais segurança e autoridade para seus consumidores. Para desenvolver o orgânico, agências e empresas especializadas podem ser ótimas opções.

Quer ser um profissional na área de performance?

Agora que você sabe o que é marketing de performance e seus principais indicadores, deve ter em mente que, devido à ascensão dos meios digitais, as estratégias de marketing, principalmente as ligadas ao desempenho, se tornam essenciais para mudar o rumo e impulsionar os resultados das empresas.

Possuir um diploma de um curso é uma chave para conseguir ingressar na carreira com tudo, pois ele prova que o profissional possui uma boa base de conhecimento.

Que tal se inscrever no curso de Marketing Digital ou Data Analytics da Digital House? O primeiro prepara o aluno para dominar os diferentes tipos de estratégia, incluindo o marketing de performance. O segundo capacita o aluno a analisar dados, por meio do uso de diferentes ferramentas.

As aulas são dinâmicas, 100% ao vivo e ministradas por grandes profissionais especialistas do mercado. Garanta a sua ascensão profissional no futuro!

Leia mais no blog DH:

Dia a dia de um gestor de marketing: conheça de perto a profissão

Métricas de marketing: como defini-las em um plano de estratégia?

Marketing digital para iniciantes: 10 dicas de como começar na carreira

Outras notícias

Qual a diferença entre Java e JavaScript? Saiba de uma vez por todas! img
#Tecnologia

Qual a diferença entre Java e JavaScript? Saiba de uma vez por todas!

Ter a consciência de que a diferença entre Java e JavaScript existe é muito importante para, assim, poder fazer a escolha entre a linguagem mais adequada e que atenda às demandas necessárias.Como você verá neste artigo, o que existe de parecido é somente a escrita mesmo. Conheça mais sobre cada uma delas e entenda as suas particularidades.O que é JavaScript e para que serve?Também conhecido como JS, o JavaScript é uma linguagem de programação de alto nível. Sua utilização permite a construção de páginas dinâmicas, animações, mapas interativos, aplicativos e jogos eletrônicos.O profissional que domina o JavaScript é visto como versátil no mercado, considerando sua relação com uma grande variedade de frameworks e aplicações para diferentes tipos de dispositivos.A linguagem foi criada pelo programador Brendan Eich, um dos fundadores da Mozilla Corporation, em 1996. Seu propósito era tornar os processos web mais simples, dinâmicos e agradáveis aos profissionais.O que é Java e para que serve?O Java é uma linguagem de programação criada na década de 1990, por James Gosling. Atualmente, pertence à marca Oracle, a qual realiza todos os seus processos de manutenção.A linguagem é bastante flexível, sendo usado para o desenvolvimento de softwares, que podem ser executados e distribuídos em diferentes plataformas, sem a necessidade de modificá-lo.Qual a diferença entre Java e JavaScript?As duas linguagens, por terem a grafia similar, costumam despertar muitas dúvidas sobre alguma possível relação entre elas.É preciso ter muito claro que Java e JavaScript são escritos, construídos e executados de maneira diferente. Além disso, existe uma grande diferença no que diz respeito ao que cada linguagem é capaz de fazer.Como comentamos, o Java é usado em diferentes lugares e situações, incluindo softwares e aplicativos. Em comparação, o JavaScript é utilizado principalmente para tornar as páginas da web (HTML) mais interativas e dinâmicas.Como escolher entre Java e JavaScript?Em um processo de desenvolvimento, a escolha de qual linguagem de programação utilizar dependerá dos requisitos de cada projeto. E aqui entra mais um ponto importante quando falamos sobre diferença entre Java e JavaScript. Veja só:O Java, por exemplo, pode ser usado e adaptado em diferentes tipos de plataformas. No entanto, muitas vezes há a necessidade do usuário instalar um plugin em um dispositivo, uma ação que nem sempre é possível.Por outro lado, o JavaScript é utilizado, principalmente, em sistemas web. Neste caso, não há a necessidade de instalar soluções separadas, sendo preciso somente ter um navegador atualizado instalado na máquina. O ponto negativo, neste caso, é a limitação pela interação ser somente online. Ou seja, determinados recursos, ao se adotar a programação com código nativo, por exemplo, não poderão ser habilitados.Diante desses cenários, é imprescindível ter uma boa comunicação com todos os colaboradores e profissionais envolvidos em um determinado projeto, antes de eleger a linguagem escolhida. Entenda quais são as suas demandas, identifique todas as possibilidades de estratégias para atuação e, com isso, avalie o melhor caminho a tomar.Quando falamos sobre a construção de sistemas, todo desenvolvedor tem plena consciência de que a escolha da linguagem a ser utilizada é um ponto crucial. A criação de uma interface com códigos inadequados reduz as chances de atender todos os requisitos, afetando a usabilidade final da solução para os usuários.Neste contexto, é importante dominar o processo, a fim de garantir a melhor experiência do cliente com as aplicações desenvolvidas. Fazer um bom curso é uma ótima alternativa para que o profissional estruture corretamente os processos, consiga utilizar a tecnologia a seu favor e garanta uma solução com uma boa performance e confiabilidade.Confira as grades dos cursos de Desenvolvimento Web Full Stack, focado na criação de páginas ou sistemas web ou Desenvolvimento Mobile Android e Desenvolvimento Mobile iOS, para a criação de apps e plataformas no mobile, da Digital House.As aulas são online, 100% ao vivo e ministradas por professores especialistas que atuam no mercado. Além disso, a DH conta com o departamento de carreiras, onde todos os alunos podem acessar diversos conteúdos exclusivos sobre suas jornadas. Inscreva-se agora mesmo e garanta o seu futuro profissional!Leia mais no blog DH:+ Google Analytics Dashboard: crie e personalize com o nosso passo a passo+ O que é brand equity e como as empresas geram valor de marca em seus produtos e serviços+ Marketing digital para iniciantes: 10 dicas de como começar na carreiraE aí, já segue a gente no Twitter? Vem pra rede, vamos conversar sobre habilidades digitais! ;)

 Área de Dados: conheça as principais ferramentas de Big Data e o seu panorama de mercado atual img
#Dados

Área de Dados: conheça as principais ferramentas de Big Data e o seu panorama de mercado atual

Não importa o tamanho da empresa, seja uma gigante como a NASA ou um pequeno negócio local, as organizações podem potencializar suas estratégias e tomar as melhores decisões ao utilizar as ferramentas de Big Data para transformar as informações em inteligência.Quer entender mais sobre isso? Acompanhe este artigo e saiba tudo sobre o tema.Recapitulando: o que é Big Data?Com origem na língua inglesa, Big Data quer dizer grandes dados. Na prática, consiste na organização e interpretação de um alto volume de informações, entendendo o que é relevante ou não para as empresas.Como comentamos, todos os dias, milhares de informações são geradas e disponibilizadas na internet. Com isso, as empresas precisam ter profissionais capacitados para lidar com tudo e fazer com que possam tomar as melhores decisões em diferentes contextos, por possuírem informações de valor, com insights importantes em seu nicho de atuação.Quais são os 5 Vs do Big Data?No dia a dia, alguns fatores são levados em conta para que as organizações possam fazer uma boa gestão de dados. Eles são conhecidos como os 5 Vs do Big Data. Confira:VolumeO volume refere-se à enorme quantidade de dados produzidos na Era Digital. Entender essa explosão de informações a partir do surgimento da internet é essencial para que as empresas possam definir as formas de gerenciamento de maneira efetiva.VelocidadeRelacionando com o V anterior, milhares de dados surgem a cada segundo. Ou seja, é tudo muito rápido. No entanto, em paralelo, à medida que a tecnologia avança e novos dispositivos vão surgindo no mercado, a gestão dos dados também pode acompanhar esse ritmo acelerado, sendo capaz de lidar com o Big Data em tempo real.VariedadeExistem diferentes fontes e formatos de dados, que geram complexidade aos processos de coleta, compilação, organização e análise. Para uma boa gestão de dados, é preciso ter ciência disso, a fim de contribuir na geração de informações mais completas com insights relevantes às empresas.VeracidadeO V de veracidade é essencial para a validade dos dados. Todas as informações precisam ser verídicas e atualizadas, com o objetivo de gerar oportunidades e insights confiáveis e embasar as decisões das empresas com precisão e segurança.ValorPor fim, mas não menos importante, temos o V de valor. Nem todas as informações possuem relevância para as empresas. Portanto, cada organização precisa ter os seus objetivos e público-alvo bem definidos para conseguir dados relevantes às suas decisões.Os benefícios do Big Data aos negóciosPor que investir em ferramentas de Big Data em sua empresa? Separamos os principais benefícios de investir no processamento e organização dos dados para as organizações. Confira:Fortalecimento do relacionamento com o clienteQuando uma empresa coleta dados, como um histórico de compras ou conversas sobre seus clientes, é possível obter feedbacks e insights para traçar estratégias e tomar novas decisões, a fim de se aproximar ainda mais deles.Conhecer quem é o seu público e quais são as suas necessidades é imprescindível para que uma marca possa criar campanhas personalizadas e certeiras, contribuindo para um aumento de ticket médio e promovendo uma maior fidelização dos clientes ao negócio.Vantagens de mercadoAo compreender a importância do Big Data, uma empresa, além de se tornar mais consciente sobre diferentes pontos do seu negócio, pode entender melhor o seu nicho de mercado. Ou seja, compreender o que funciona ou não e o que está faltando para tornar tudo ainda melhor.São pontos que fazem toda a diferença, principalmente considerando a alta competitividade entre organizações.Tomadas de decisãoComentamos bastante sobre esse ponto, mas é preciso destacar que, ao ter insights valiosos em mãos, é possível otimizar e aplicar melhorias em qualquer parte dos processos de uma empresa, tomando decisões sábias e estratégicas.Identificação de padrõesOrganizar e analisar um grande número de dados com as ferramentas de Big Data, permite identificar e traçar padrões de consumo, o que talvez a olho nu seria impossível.Essa amplitude e profundidade de visão faz toda a diferença na hora de reavaliar os planejamentos, assim como segmentar clientes e/ou leads, desenvolvendo campanhas que realmente atinjam a sua dor, tornando-as mais assertivas.As principais ferramentas de Big DataUm bom profissional de Big Data deve dominar e trabalhar com a ajuda de ferramentas para lidar com tantos dados. Sendo assim, separamos algumas plataformas para ajudar você nas demandas. Veja:TableauEsta é uma ótima opção de ferramenta para visualização de dados. O software permite a criação de mapas, gráficos, tabelas, entre outros diversos recursos para facilitar a compreensão das inúmeras informações do Big Data.Power BIUma das principais características dessa ferramenta é a possibilidade de integração de diferentes fontes de dados, como planilhas de Excel, redes sociais, aplicativos na nuvem etc. O software também permite a criação de dashboards e relatórios dinâmicos de maneira rápida e simples.HadoopEsta é uma das ferramentas mais importantes no setor de Big Data. Sua estrutura é 100% em código aberto e possui uma enorme capacidade de processamento de dados em larga escala.RapidMinerO RapidMiner é a plataforma ideal para atividades de ciência de dados e aprendizagem de máquina. O software oferece suporte a diferentes pontos, como a preparação de dados, visualização, análise, modelagem, entre outras etapas e funcionalidades.Como está o panorama de mercado do Big Data?O mercado de Big Data está aquecido e não é à toa. Os dados não param de surgir e as empresas precisam de profissionais capacitados para executar todos os processos de Data Science.A indústria 4.0 revoluciona o mercado de trabalho, com suas transformações digitais cada vez mais presentes, destacando determinadas carreiras, como a área de Dados que já garantiu o seu espaço e é uma tendência certa para o futuro.De acordo com um levantamento realizado pelo LinkedIn, as carreiras na área de dados estão entre as 15 profissões mais em alta no mercado.A equipe que trabalha na área precisa ser multidisciplinar, que domine tecnologia, desenvolvimento, administração, marketing, engenharia, estatística e matemática.Se você se interessou em ingressar neste mercado e dominar as diversas ferramentas de Big Data, saiba que obter uma certificação de um curso é um ótimo diferencial para a jornada do profissional e às empresas. Isso porque ela mede e comprova os conhecimentos, requisitos e habilidades técnicas aos empregadores.Recomendamos que você confira a grade completa dos cursos de Data Science e Data Analytics da Digital House. Eles são as melhores escolhas para garantir o seu sucesso profissional. As aulas são dinâmicas, 100% ao vivo e ministradas por professores especialistas, que também atuam nas grandes empresas do mercado. Inscreva-se agora mesmo!Leia mais no blog DH:+ Google Analytics Dashboard: crie e personalize com o nosso passo a passo+ O que é brand equity e como as empresas geram valor de marca em seus produtos e serviços+ Marketing digital para iniciantes: 10 dicas de como começar na carreiraE aí, já segue a gente no Twitter? Vem pra rede, vamos conversar sobre habilidades digitais! ;)

Linguagem inclusiva: qual a relação com UX e como promovê-la nas empresas? img
#UX

Linguagem inclusiva: qual a relação com UX e como promovê-la nas empresas?

Este é um ponto muito importante quando pensamos no aumento de organizações que valorizem as pessoas no mercado, independentemente de qualquer condição. No entanto, ao falamos sobre desenvolvimento de produtos digitais e as experiências proporcionadas aos seus usuários finais, como a linguagem inclusiva pode ser aplicada?Neste artigo, vamos explicar o que é a linguagem inclusiva, sua importância e falar também da sua relação com a área de UX. Acompanhe os próximos tópicos!O que é linguagem inclusiva?A linguagem inclusiva possui o objetivo de proporcionar uma comunicação que não exclua ou diminua nenhuma pessoa, independentemente de condição, gênero ou grupo, e sem precisar modificar o idioma. Ao invés de separar, repelir ou agredir, ela agrega, respeita e acolhe a todos.Um exemplo de linguagem inclusiva, usado bastante pelas empresas, é o uso de coletivos. Ao invés de separar e focar em um gênero, o propósito é englobar todos, seja em uma situação escrita ou falada. Na prática, seria como se disséssemos "Bom dia a todas as pessoas".Qual a diferença entre linguagem inclusiva e linguagem neutra?Atualmente, no meio digital, são milhares de informações e conteúdos disponibilizados e consumidos a todo o momento. Com isso, muito se fala sobre linguagem inclusiva, neutra e as diversas formas de abraçar as minorias em textos ou peças publicitárias.É importante saber que as duas linguagens estão sempre juntas. No entanto, existe uma diferença entre essas formas de comunicação. A linguagem inclusiva busca acolher e abraçar todas as pessoas com palavras e variações já existentes no idioma aplicado.Já a linguagem neutra, apesar de ter o mesmo objetivo, altera pronomes e outras terminologias, implementando novas palavras nos vocabulários, a fim de abranger qualquer pessoa, independentemente do gênero que se identifique. Um exemplo é o uso do "e" em palavras com variações de "o" e "a": todos, todas e/ou todes.Em um mundo digital, que possibilita uma melhor comunicação entre as pessoas, além da disseminação de informações, esses tipos de linguagens vêm se difundindo de maneira efetiva. Ao acessarmos as redes sociais, blogs, artigos, sempre nos deparamos com elementos de ambas as redações.A língua portuguesa, por conta de um histórico patriarcal, aponta o gênero masculino como o correto ao representar a pluralidade. No entanto, a linguagem inclusiva e neutra representa alternativas que se distanciam dessa tradição linguística.Como adaptar ela em UX e qual a sua importância?Quando falamos sobre a Experiência do Usuário (UX), temos a área da escrita, mais conhecida como UX Writing. Nos últimos tempos, ela tem sido muito comentada e não é à toa. No desenvolvimento de sites e aplicativos, também é um grande diferencial ao acrescentar mais propriedades na usabilidade de um produto ou serviço.Além disso, no processo de desenvolvimento, a linguagem inclusiva pode ser aplicada não somente na própria interface, mas também no conteúdo de e-mails, artigos, redes sociais, notificações, entre outros canais de comunicação ligados ao produto digital.O foco da aplicação da linguagem é a garantia de uma boa percepção e usabilidade por parte dos usuários finais, sempre considerando as demandas, necessidades, bem-estar, conforto e solução de problemas da melhor forma. Infelizmente, vivemos em uma sociedade que ainda reproduz estigmas em relação ao gênero e/ou orientação sexual.E esse é um dos principais objetivos da linguagem inclusiva: repelir a propagação desses preconceitos, estabelecendo uma comunicação acolhedora e garantindo uma experiência ideal, que reflita os melhores valores de uma marca.Sendo assim, a comunicação escrita e a linguagem inclusiva podem – e devem – ser ferramentas a favor da diversidade, seja em UX Writing, copywritings, redes sociais, entre outras situações, a fim de quebrar estigmas e mostrar novas formas de comunicação.Que tal ser um especialista em UX?Agora que você já sabe a importância da linguagem inclusiva nos processos de desenvolvimento de produtos, deve saber também que realizar um curso na área de UX é uma ótima alternativa para ingressar na área, adquirindo uma base sólida de conhecimentos a serem utilizados e aplicados nas empresas.Na Digital House, temos o curso de Experiência do Usuário (UX). Além de ensinar o processo como um todo, ele aborda a área de UX Writing, tornando possível a especialidade ao aluno.Além disso, todos os alunos podem participar do programa de apoio à recolocação (gratuito) e em feiras de recrutamento exclusivas (Recruiting Day). Inscreva-se e impulsione sua carreira profissional agora mesmo!Leia mais no blog DH:+ Google Analytics Dashboard: crie e personalize com o nosso passo a passo+ O que é brand equity e como as empresas geram valor de marca em seus produtos e serviços+ Marketing digital para iniciantes: 10 dicas de como começar na carreiraE aí, já segue a gente no Twitter? Vem pra rede, vamos conversar sobre habilidades digitais! ;)