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Por dentro do marketing com influenciadores: como usá-los a favor da sua marca

Por dentro do marketing com influenciadores: como usá-los a favor da sua marca
#Marketing
2 de setembro - min de leitura

O marketing de influência só cresce, mas para fazer bom uso da força dos influenciadores, o nosso Diretor Acadêmico, Edney Souza, explica como usá-los na sua estratégia de marketing.


O termo Creators Marketing não é novidade, ouvi pela primeira vez através da Bia Granja (YOUPIX). A mudança em relação ao Marketing de Influência pode parecer sutil para alguns, mas tem uma diferença significativa: ao invés de focar na audiência da pessoa, no marketing com influenciadores, as marcas, mais do que nunca, estão focando na sua capacidade de produzir conteúdo.

As pesquisas sobre marketing de influência

Segundo um estudo da YOUPIX com a agência BRUNCH realizado com 164 marcas, apenas 12,3% delas considera a quantidade de seguidores importantes, enquanto que 64,5% definem o alinhamento com o território e segmento da marca pontos fundamentais no marketing com influenciadores.

Quando o formador de opinião digital trabalha dentro do segmento da marca, ele é um grande aliado na produção de conteúdo, uma vez que ele conquistou sua audiência apenas pela qualidade do conteúdo produzido. Cada vez mais as marcas estão entendendo que vale mais a pena ser exigente na seleção do influencer e depois dar liberdade na fase de criação, onde ele aproveita o verdadeiro talento do profissional contratado.

Assim como todos os segmentos de mercado, o Marketing de Influência sofreu com a crise gerada pelo COVID-19. Ainda segundo o estudo YOUPIX/BRUNCH, 70,3% das marcas entrevistadas suspenderam ou adiaram campanhas no início da pandemia.

Outro estudo da Socialbakers aponta que a eficiência do Marketing de Influência diminuiu 40% no período de Abril/2020 quando comparado com Abril/2019. O cálculo da eficiência é feito baseado na média de interações que o influenciador tem quando comparado com os posts da própria marca.

Obviamente a crise não é generalizada, o estudo da Socialbakers ainda aponta que influenciadores dos segmentos de saúde, bem-estar e finanças tiveram um aumento de eficiência, e os micro influenciadores tiveram um aumento na quantidade de campanhas. Esse aumento se deu através do remanejamento de verbas. Marcas procurando conter os gastos durante a crise redirecionaram verbas destinadas a grandes influenciadores para influenciadores menores, seja por economia pura e simples de preço, seja pela busca de temas mais adequados com os interesses da audiência pós-pandemia.

Como trabalhar com influenciadores?

Antes de tudo, vale ler com atenção o Código de Conduta para Agentes Digitais na Contratação de Influenciadores da ABRADi e conferir as regras que permanecem válidas, como por exemplo ter um contrato específico para cada ação e identificar claramente as ações com #ad ou #publi.

Já do ponto de vista estratégico há uma série de considerações sobre qual o papel do influenciador no marketing.

Influenciadores digitais: como usar na sua estratégia de marketing

Marcas: Mais propósito, menos produtos

A sensibilidade das pessoas mudou, assim como o comportamento do consumidor. E as marcas que continuam explorando uma linguagem muito comercial geraram um certo desconforto nos consumidores.

Influencers: Menos glamour, mais realidade

Ostentar nas redes sociais um consumismo exagerado, uma festa em casa, uma viagem, ou outros comportamentos fora da realidade da pandemia tem deixado a audiência irritada. Por outro lado, falar de qualidade de vida, coisas para fazer em casa, gestão do tempo e dos relacionamentos pessoais e profissionais é muito mais atraente. 

Campanhas: Mais parcerias de criação, menos parceria de audiência

As marcas têm percebido que conseguir seguidores não é tão complicado, principalmente aquelas que têm verba para investimento, mas conseguir a audiência simultânea nas lives não é tão simples. Nesse aspecto os influencers contratados como criadores de conteúdo tem espaço para brilhar e já passou da hora das marcas aproveitarem esses talentos.

Fidelização de clientes, os nano influenciadores

Mimos para influenciadores começaram a deixar alguns consumidores irritados. Com mais gente se aventurando com produção de conteúdo nas redes sociais, há uma oportunidade de dar atenção a esses novos nano influenciadores identificando-os na sua própria base de clientes e pensar em ações de fidelização enviando amostras, convidando para eventos e criando outras condições especiais. Você ainda deve experimentar um efeito indireto dessas ações com esses nano influencers trazendo novos consumidores.

Quais são os tipos de influenciadores?

No mercado de influência eu já fui contratante (agência), contratado (influenciador) e intermediador (portal de blogs onde representava outros 40 blogs e adnetwork onde representávamos 18 mil produtores de conteúdo) isso acabou me dando uma visão privilegiada do mercado, mas o mercado muda a todo instante.

Em 2017 eu fiz um resumo de como montar uma estratégia de marketing de influência, abaixo segue um resumo atualizado para a realidade do mercado de hoje.


Ouço muitas vezes a pergunta: Qual é o melhor tipo de influenciador para a minha campanha?

Além do que já coloquei anteriormente, sobre ter afinidade com o território e segmento da marca ou produto, é importante entender como este influenciador está alinhado com a estratégia da campanha que você está montando.

Como ganhar visibilidade com marketing de influência

Se o objetivo da sua campanha é tornar sua marca conhecida, alcançar o máximo de pessoas possíveis, então as celebridades, com grande audiência, tem uma melhor relação custo benefício para esse tipo de campanha.

Influencers especialistas

Se o objetivo da sua campanha é fazer o consumidor considerar o uso do seu produto, aumentar sua reputação, demonstrar a qualidade do produto, mostrar que ele funciona. Então o especialista é a melhor escolha. O especialista não é necessariamente alguém com audiência intermediária. Ele é a pessoa com reputação técnica e reconhecimento dentro de um nicho específico. Existem especialistas celebridades e micro especialistas, a audiência não é o principal fator aqui, você pode promover esse conteúdo posteriormente.

Influenciadores que convertem vendas

Se o objetivo da sua campanha é a venda, as pesquisas de mercado têm apontado o micro influenciador como um dos tipos de influencers com melhores resultados. As pessoas enxerga o micro influenciador como "gente como a gente". Ele traz um grau de confiança maior porque parece um amigo próximo recomendando um produto.

Nano influenciadores

Se o objetivo da sua campanha é fidelização dos clientes ou gerar indicações recomendo fazer a ação dentro da sua própria base de clientes procurando aqueles que tem uma produção regular de conteúdo nas redes sociais. São os nano influenciadores, pessoas com menos de 10 mil seguidores, mas geralmente com uma taxa de engajamento e confiança altíssima. Você retém o cliente que se sentiu valorizado e ganha novos clientes com indicações.

(*) Edney “InterNey” Souza é Diretor Acadêmico na Digital House Brasil, Organizador da Social Media Week São Paulo, Editor e Tradutor do WordPress.com para o Brasil, Colunista do ProXXima, Diretor da ABP (Associação Brasileira de Propaganda) e Conselheiro da ABRADi (Associação Brasileira de Agentes Digitais).

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#Marketing

Gestão remota: ferramentas de gestão de equipes e dicas de liderança

O ano de 2020 reuniu inúmeros desafios para os profissionais, incluindo lideranças, aprendendo a lidar com gestão remota, da noite para o dia, e ainda serem assertivos em suas decisões.Uma equipe remota precisa de ferramentas, para ser produtiva, precisa de comunicação clara e objetiva, alinhamento regular entre os envolvidos e uma boa gestão para facilitar e orientar o trabalho do time.Para ajudar a gerenciar uma equipe, preparamos este artigo, com algumas dicas práticas para incrementar na sua rotina, assim como ferramentas de gestão de equipes para automatizar processos.  Gestão remota: como manter a produtividade da equipeSeparamos seis dicas objetivas para manter seu time unido, embora separado, inclusive no alinhamento das demandas e propósito da empresa.Reuniões objetivasMesmo tendo telefone, WhatsApp e outros recursos de chat, use serviços como Zoom e Google Hangouts para que as pessoas se vejam e faça bom uso das metodologias ágeis nesses bate-papos. Adeque a frequência, conforme as necessidades, determinando uma agenda ok para todos. E que elas sejam breves, para não atrapalhar, ao invés de ajudar. Anote os pontos a serem discutidos e peça para que todos façam o mesmo, antes da reunião.Tecnologias que encurtam distânciasEscolha as ferramentas que atendam as suas demandas, não apenas as tradicionais, como o e-mail e as mensagens de WhatsApp. O Asana é uma ferramenta de comunicação em grupo, baseado em nuvem, que evita os montes de e-mails trocados. Já o Trello é uma plataforma de gerenciamento e organização de tarefas individuais ou em equipe. Seu funcionamento básico consiste em quadros, incluindo objetivos, que são distribuídos entre colunas. Possui muitas opções de customização e pode se adaptar, conforme as demandas de cada usuário.Há também o Buffer, voltado principalmente para as áreas de comunicação e marketing, pois permite gerenciamento de redes sociais e publicações programadas com antecedência.Se você precisa saber mais sobre ferramentas que facilitam o trabalho remoto, temos um guia de ferramentas para otimizar seu home office que traz muitas opções e ainda explica o uso delas em diferentes contextos.Na gestão remota: ajuste as expectativasAjude a equipe a organizar o que eles devem fazer e crie expectativas realistas para o trabalho deles. Isso também se aplica a você, gestor. Diga claramente quais são as tarefas e as motivações por trás delas, e ajude os funcionários a entender exatamente como o sucesso será medido. Defina escopo, entregas e datas para cada tarefa do projeto.E não se esqueça da cultura de feedback, uma gestão remota também precisa impulsionar este hábito mesmo que virtualmente.Foco nos resultados da equipe, e não em cada atividadeEsta nova configuração do mercado de trabalho evidencia como não ser possível administrar todos os aspectos do trabalho não é o fim do mundo.Se concentrar na atividade ou no número de horas trabalhadas passa a não ser uma prioridade da gestão, mas sim prestar atenção nos resultados, usando suas métricas de sucesso apoiadas nisso.Assim, você demonstra a sua equipe que autonomia tem muito a ver com responsabilidade e foco.Providencie os recursos necessáriosImportante ter atenção se os recursos tecnológicos ao seu time são supridos, como computadores, software, dispositivos móveis ou até conexão de banda larga. Lembre-se de que a responsabilidade de fazer essa checagem é sua, que representa a empresa para eles, seus valores e missão.Gestão remota requer resiliência e empatiaEis um ano para desenvolver soft skills, não é mesmo? Uma boa gestão remota, especialmente nas condições atuais, olha para a produtividade das pessoas com mais resiliência. Permita a seu time liberdade e flexibilidade de fazer o trabalho em uma rotina mais saudável. Lembre-se: o foco é a excelente entrega, e não o período do “expediente”.No blog da DH você encontra conteúdos focados em liderança, negócios, e claro, habilidades digitais. Com a gente, você também consegue fazer uma Imersão em Transformação Digital e se tornar um profissional ainda melhor.Leia mais no blog DH+ Dica dos especialistas: 5 livros inspiradores sobre transformação digital+ Futuro do trabalho: o que a tecnologia não substitui?+ Foco no cliente: entenda o que é um negócio customer centric

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#Tecnologia

Catálogo com mais de 40 APIs mais usadas por desenvolvedores

Nem sempre os usuários se dão conta de sua existência e benefícios, mas elas estão lá, facilitando a vida de todos. Porém, se soubéssemos quais as APIs mais usadas por desenvolvedores, provavelmente seria mais fácil reconhecer sua relevância.Application Programming Interface (em português, Interface de Programação de Aplicações) pode não ser lá muito popular por nome - API - mas, torna a experiência do usuário(UX) em sistemas e sites muito mais satisfatória, segura e completa. Pensando nisso, neste artigo, convidamos o professor de programação, Leonardo Carvalho, para nos contar um pouco sobre as APIs mais utilizadas atualmente e qual o motivo desta popularidade toda.APIs mais usadas por desenvolvedores e sua importânciaMuitos dos apps usados todos os dias acessam diversas APIs. Graças a elas, podem oferecer diversos serviços, tais como pagamentos, mapas, armazenamento na nuvem, redes sociais etc. Leonardo Carvalho cita abaixo algumas delas, divididas por categorias, contextualizando a experiência:Logins com redes sociaisPara evitar o desgaste do usuário em ter que se cadastrar em todo santo app, site e sistemas, é possível usar logins de terceiros, como o das redes sociais. “Geralmente, são usados em redes sociais, mas não se limitam a elas. O Facebook Login é o mais utilizado mas, temos, também, Google, Twitter e Apple (esse último é obrigatório, caso você desenvolva apps para dispositivos da Apple e tenha login com outras redes). Além destes, existe o GitHub, GitLab, Slack, Discord e Jira”, explica o professor.Logins com redes sociais aceleram a criação/login de perfis no seu app, fazendo com que a experiência do usuário seja mais fluida possível. Dessa forma, possíveis KPIs do app podem ser melhoradas com elas.MapasDesde os primórdios, pessoas precisam memorizar caminhos para chegar aos lugares ou usar um mapa. O problema é que esses mapas geralmente são extensos, desatualizados e de difícil manuseio. Mas, não hoje em dia, como diria a música, ponto para a internet.Aí que entram APIs interessantes, como as focadas em mapas. “Sem dúvida, entre as APIs mais usadas para mapas está o Google Maps. Dá para determinar rotas, distâncias, encontrar locais, criar mapas personalizados, geolocalização. 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Ambas possuem interface própria para realizar o armazenamento e recuperação dos dados via app ou web, mas também permitem o uso através de APIs.”Carvalho cita ainda outros serviços, como Google Cloud Storage (o Drive é focado em usuários domésticos e esse no uso em escala), Azure Storage, OneDrive e Dropbox.Informações financeirasEnquanto você lê este artigo, milhares (senão milhões) de transações financeiras estão acontecendo em algum lugar do mundo, seja no mercado tradicional dos bancos, na economia digital ou no mundo das criptomoedas. “E, para acessar informações sobre os valores transacionados pelo mundo, usamos (adivinhe só) APIs do mercado financeiro. Aqui, o destaque é para a API do Yahoo, com o serviço Yahoo Finance. 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Olhando para os dados globais, há a COVID19 API, o Bing COVID-19 Data (com os dados organizados neste incrível mapa interativo), a  NovelCOVID API e muitos outros, disponíveis nesta página especial do Postman”.Caso você tenha se interessado pelas mais pedidas, globalmente falando, a startup americana RapidAPI (um marketplace de APIs) listou as 50 APIs mais utilizadas por seus clientes. Já em terras brasileiras, a startup LinkAPI fez o mesmo serviço por aqui. Vale a pena conferir.O catálogo de APIs que impulsionam a experiência do usuário é extenso, mas este é apenas uma das habilidades desejáveis dentro da área de programação. Caso queira se especializar no mundo dos códigos, invista em um curso de Web Full Stack completo para aprender na prática o que o mercado procura.

Soft skills de um UX Designer: principais habilidades comportamentais deste profissional img
#UX

Soft skills de um UX Designer: principais habilidades comportamentais deste profissional

Nem só de habilidades técnicas vive um profissional, em User Experience, é imprescindível conhecer quais as soft skills de um UX Designer brilham os olhos das empresas.O “x” da questão, que diferencia um ótimo profissional dessa área de outro mediano, são as soft kills, ou seja, as habilidades comportamentais. Hoje, o mercado de trabalho, além da tradicional formação e experiência na função, também demanda outros requisitos.Acompanhe o artigo e entenda como desenvolver as soft skills e ser um UX designer completo.  Soft skills de um UX Designer: o que é?Para quem está se perguntando o que é um UX designer a resposta é simples: é o profissional responsável pelo visual atrativo de uma plataforma digital, que proporcione uma melhor experiência ao usuário, baseada no comportamento dele, seja por meio da usabilidade, utilidade ou conveniência oferecidas na interação com um produto. A área de UX (Experiência do Usuário) é ampla. Dentre suas atuações, o UX designer, que pode ser especializado apenas em hard skills, habilidades técnicas adquiridas por meio de cursos, faculdade ou processos repetitivos. Já as soft skills são mais sutis do que o "tecniquês", e estão associadas ao comportamento do profissional no ambiente de trabalho e na resolução de problemas complexos relacionados a relacionamento, mindset ágil e percepções de grupo, porém fazem a diferença na carreira UX Designer.Não há um hard x soft. O ideal para um profissional completo e de alto nível na área é o equilíbrio entre ambas as skills. Por isso, se atente ao próximo tópico e lembre-se, assim como qualquer habilidade, as softs também precisam de muito treino para serem dominadas.Quais as principais soft skills de um UX DesignerListamos algumas habilidades comportamentais que agregam muito ao perfil de um excelente UX designer, assim você sabe como encantar recrutadores e gestores dos projetos.Escuta ativa Uma das skills mais importantes do UX designer é saber escutar ativamente outras pessoas da equipe. E o que isso significa, na prática?Que você deve incentivar as pessoas que trabalham no projeto a compartilhar suas ideias durante todas as suas fases, para troca de conhecimento. Esse tipo de interação facilita o trabalho do dia a dia e encurta distâncias de entendimento entre as pessoas.FeedbackUm bom UX designer precisa desenvolver a capacidade de estimular uma cultura de feedback, sem utilizar linguagem agressiva ou contundente. Pensando que um projeto de UX exige muitas modificações até estar realmente pronto, opinar sem ofender os outros é imprescindível.Portanto, a dica é sempre focar no que cabe aprimoramento, indicando o gap, mas, trazendo soluções criativas e estimulantes ao time.Compartilhar ideiasComo o universo de UX está sempre em transformação, os profissionais devem seguir no mesmo ritmo. Por exemplo, ser comunicado sobre um projeto inovador, e muito desafiador, pede, entre outras coisas, compartilhar ideias para buscar mais diversidade à pauta.Além disso, ter resiliência para lidar com os possíveis gargalos no meio do caminho pode ser um importante diferencial de sucesso em sua entrega.Comunicação objetivaNão deveria, mas alguns profissionais de UX designer costumam acreditar que todos entendem deste universo como ele. Portanto, use de humildade e treine a capacidade de se comunicar de forma clara e objetiva. Esse recado se estende à comunicação escrita também, como e-mails e chats. Aliás, essa habilidade evita muitos possíveis problemas que a má interpretação pode gerar, como alterações de cor ou fonte erradas.Aprendizado constanteO usuário muda de comportamento toda hora. O universo digital que trabalhamos, consequentemente, também e o UX designer deve acompanhar todas essas mudanças. Portanto, atualize-se! Busque informações em livros, webinars, leia conteúdos de UX e outras fontes de conhecimento para o aperfeiçoamento na área.Na Digital House, o curso de Experiência do Usuário (UX) atende em cheio a esta necessidade, ajudando o profissional de UX Design a desenvolver a prática das hard e soft skills, em equilíbrio e na medida que o mercado precisa. Projete sua carreira à cultura digital com a DH!Leia mais no blog DH:+ Cultura de UX: como essa mentalidade pode transformar empresas+ Prototipação em UX: 5 ferramentas para tirar ideias do papel+ Conhea a área de UX Research e como se tornar um profissional de pesquisa