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Machine Learning: A Inteligência Artificial está entre nós

Machine Learning: A Inteligência Artificial está entre nós
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26 de junho de 2018
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Entenda o funcionamento dos algoritmos por trás de grandes plataformas como Facebook, Netflix, Waze e Google Tradutor. Em tempos de grandes controvérsias envolvendo algoritmos do Facebook impactando diretamente a opinião pública pelo mundo afora, o termo Machine Learning está ganhando espaço na boca do povo. Já se foi o tempo em que o desenvolvimento da IA sugeria um futuro distópico, mais parecido com ficção científica, onde robôs mais inteligentes do que nós fariam uma verdadeira revolução na sociedade. De fato, uma grande revolução ocorreu. Mas bem diferente do que estávamos imaginando. A IA de hoje é palpável, cotidiana, e já faz parte da nossa vida por meio de ferramentas e aplicações que usamos todos os dias. Com o advento do que chamamos de Big Data, os sistemas têm acesso a uma enxurrada de informações que são geradas pelos usuários da internet a todo movimento, clique, navegação ou transação realizada. Essas informações, as pegadas digitais que milhares de pessoas vão deixando pelo caminho enquanto navegam na internet, podem não ter grande significado quando analisadas individualmente, mas é um tesouro precioso quando pensamos em grande volume de dados. E não existe trabalho humano suficientemente rápido para analisar esses dados em tempo hábil para a tomada de decisão no mundo digital. Quando um usuário entra em um site é preciso que o sistema identifique imediatamente onde ele está, de onde veio, o que se interessa e o quanto gasta, e dê uma resposta imediata e o mais personalizada possível para essa pessoa. E isso só foi possível por meio do desenvolvimento de algoritmos de Machine Learning, sistemas capazes de coletar esses em tempo real e tomar decisões a respeito deles, sem a mínima intervenção humana.

Machine Learning e algoritmos: o futuro já está aqui

  Você já usa sistemas baseados em algoritmos de Machine Learning e nem imagina! A capacidade do seu provedor de e-mail em utilizar o filtro de spam e separar suas mensagens em caixas preferenciais, de conteúdo publicitários e redes sociais, por exemplo, é a mais comum delas. Netflix e Spotify são vencedores na categoria de recomendar séries, filmes e músicas especialmente para cada usuário, com base no seu comportamento dentro dessas plataformas. O Google Tradutor por sua vez, não apenas gera traduções rápidas, mas é capaz de interagir com o feedback e novas sugestões feitas pelos usuários e automaticamente ir ajustando seu sistema para entregar melhores resultados. Não podemos deixar de citar duas aplicações que mudaram totalmente a forma como nos locomovemos, o Google Maps e o Waze. As duas ferramentas são capazes de ler dados de milhares de motoristas e analisar informações de velocidade média, tempo de parada e mudanças de trajeto, identificando pontos de congestionamento e alterando a sua rota em tempo real. E por último, mas não mesmo importante: o uso de algoritmos de Machine Learning dentro da rede social mais usada do planeta, o Facebook.

O Machine Learning vai além: anúncios segmentados e opinião pública no Facebook

Uma das bases para o funcionamento do Machine Learning são os algoritmos que aprendem por meio de exemplos. O primeiro passo para que isso aconteça é o que chamamos de mineração de dados, formas estratégicas de captar informações para alimentar esses inteligentes sistemas e o que levou o Facebook a enfrentar sérias acusações de violação de privacidade dos seus usuários. Além das informações que cedemos voluntariamente, com todos os nossos dados pessoais e redes de amigos, a rede social já era capaz de coletar detalhes do seu comportamento: que páginas curte, que notícias publicadas na sua timeline lê, que grupos participa, que posts compartilha. Mas agora, os algoritmos do Facebook passaram a coletar também seus dados de navegação fora da plataforma, cruzando essas informações com todas as compras, portais acessados e anúncios consumidos - o que em si já fere termos e condições de uso da própria plataforma. Sim, todo a nossa navegação está sendo monitorada por algoritmos de Machine Learning! O resultado: uma capacidade incrível de permitir que seus anunciantes possam direcionar publicidade certeira para um nicho muito específico de público. Pensando em exemplos práticos: você faz parte de um grupo sobre amamentação no Facebook, é marcado em fotos de chás de bebê, procurou e-commerces de decoração para quartos infantis, segue duas blogueiras de maternidade? O Facebook consegue enquadrar você em um grupo de novos pais, com bebês para nascer ou recém-nascidos, e permitir que os anunciantes coloquem anúncios em sua timeline na hora certa e no momento certo para que uma compra seja realizada.

Machine Leraning e Opinião Pública

  Embora esse sistema de funcionamento dos algoritmos do Facebook seja de conhecimento público, foi só com as últimas eleições presidenciais dos EUA que percebemos o impacto negativo que essas aplicações podem ter no futuro político de um país. A empresa de análise de dados Cambridge Analytica colheu informações privadas de mais de 50 milhões de usuários do Facebook, em um esforço para beneficiar a campanha eleitoral do presidente americano, Donald Trump, em 2016. (Fonte: Estadão) O objetivo da campanha era inserir na timeline dos usuários, textos, memes, gráficos e imagens propositalmente criadas para influenciar os eleitores a deixar de votar em seus concorrentes e escolhê-lo como o próximo presidente. Como isso era feito? Da mesma forma que funcionam os algoritmos de anúncios na plataforma. A capacidade de segmentação de público para anúncios é tão grande, que os responsáveis pelas campanhas políticas digitais conseguiam criar dark posts (anúncios na rede que não aparecem publicados por nenhuma página, mas impactam os usuários como anúncios) para aparecerem apenas para o público escolhido: uma determinada região do país ou de uma cidade onde a intenção de voto era baixa, determinada renda, perfil do público (por exemplo, latinos, ou imigrantes) entregando exatamente a informação que esse público tem interesse em ver. O que complica ainda mais o cenário é quando esses conteúdos patrocinados eram em formato de fake news, ou seja, fofocas publicadas como matérias jornalísticas. A receita perfeita para viralizar, não é mesmo?

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Link Building: conceitos e técnicas

Houve um tempo no universo das ferramentas de busca em que ter a sua página repleta de backlinks era o suficiente para ficar em uma boa posição. Mas como tudo na vida, a quantidade foi substituída por qualidade e, agora, para usar link building em estratégia de SEO é preciso ir um bastante além.Para quem não está familiarizado com o termo, link building é a tática de adquirir links de outros sites. Esse trabalho é uma via de mão dupla, porque ao mesmo tempo que outros sites possuem links apontando para a sua página, você também acrescenta hiperlinks externos no seu conteúdo.Os mecanismos de busca entendem links como "votos", sendo assim, quanto mais links apontando para você, mais votos de que seu conteúdo é confiável e você é uma autoridade em determinado assunto. Antigamente, os algoritmos não eram inteligentes o suficiente para entender a qualidade desses votos, então muitas pessoas utilizavam essa estratégia criando links e sites falsos. Por esse motivo, o link building acabou se tornando "persona non grata" nas estratégias de SEO. Mas é possível usar essa tática de maneira responsável e ética, e ainda garantir o sucesso da sua página.De acordo com a MOZ, que realiza pesquisas com profissionais de SEO bianualmente, 99,2% dos primeiros 50 resultados de uma pesquisa no Google possuíam pelo menos um link externo apontando para algum site. Contexto importaComo já mencionamos, os mecanismos de busca estão muito focados em qualidade quando o assunto é links, por isso não adianta só colocar um hiperlink em uma frase aleatória ou ter sempre um link na palavra-chave.Contexto é um dos critérios de avaliação, os outros critérios do Google são: o texto que está no link e se o link tiver a tag "dofollow" ou "nofollow". Se o link for o segundo caso, com a tag "nofollow", o algoritmo do Google não reconhece este link como um voto a seu favor, apesar de gerar tráfego para seu site. Qualidade > QuantidadeEssa é uma tecla que vale a pena apertar, bater, repetir e relembrar até cansar. Link building tem tudo a ver com qualidade em vez de quantidade. Isso vale para links e também para o conteúdo do seu site.Existem alguns fatores que indicam qualidade (ou a falta dela) em seus links, como a idade do domínio, o acesso dos motores de busca a esta página, o número de links para aquela página ou domínio, os tipos de sites linkados na página, entre outros. E não adianta falarmos só de links, a qualidade do seu conteúdo também precisa ser levada em consideração. Textos relevantes, claros, objetivos e bem escritos também são parte fundamental da sua estratégia de link building.Guest PostEscrever um post para outro blog é uma excelente técnica para melhorar seu link building. A prática é comum em agências e empresas, e te dá mais controle em relação às âncoras do link. O Google, no entanto, vem tentando banir o guest post, porque muita gente está usando a técnica para o mal, gerando spams no lugar de conteúdo relevante. Além de ser uma boa prática para o link building, o guest post envolve criar um relacionamento com outro produtor de conteúdo ou com uma empresa, algo que sempre será positivo para sua marca.Escolha blogs que trabalhe com temas relevantes para sua empresa e que tenham uma boa visibilidade, crie um relacionamento comentando nos posts e nas redes sociais antes de mandar um e-mail abordando o assunto do guest post.Mostre que você é uma boa autoridade sobre o assunto que deseja escrever e, quando seu post for publicado, compartilhe em suas redes e continue nutrindo um bom relacionamento com os autores do outro site. Prospecção (ou Assessoria de Imprensa)Fazer uma prospecção ativa links é um trabalho muito similar ao de assessor de imprensa, em que um profissional é contratado para fazer com que site e veículos importantes e relevantes falem da sua marca. Consequentemente, o link da sua página pode ganhar destaque nesses canais.Se sua empresa tiver condições de contratar uma assessoria de imprensa ou um profissional interno para conduzir esse trabalho, os principais lançamentos de sua marca e notícias do seu nicho de atuação poderão ser usados para melhorar seu link building.MonitoramentoNem sempre você sabe quem está falando de você, por isso é uma tática muito positiva investir em ferramentas de monitoramento, pode até ser o Google Alerts, que é gratuito. Assim, através de palavras-chave, você consegue saber quem está mencionando sua marca e, caso não tenham incluído um link, você pode entrar em contato para pedir a inserção.Acrescentar o link building em sua estratégia de SEO com certeza vai trazer frutos muitos positivos, você só precisa ficar atento para não cair em nenhuma das más práticas que são corriqueiras nessa técnica.