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5 Livros de UX que complicarão sua vida para sempre

5 Livros de UX que complicarão sua vida para sempre
#UX
19 de fevereiro - min de leitura

“É simples fazer o complicado, complicado é fazer o simples. Isso é criatividade”. Essa frase, atribuída ao músico Charles Mingus, se refere ao Jazz, mas tem muito a dizer também sobre UX. Confira aqui cinco livros de UX com muitas ideias sobre essa área.


Essa frase foi atribuída pelo músico Charles Mingus. Expoente do jazz, Mingus ficou conhecido por ser meio bravo, mas deixou um legado artístico e profissional que marcou o mundo. O jazz desconstrói a música para reconstruí-la. O design faz o mesmo com produtos e serviços, e por isso livros de UX são tão importantes para se aprofundar no assunto. 

Se você está paquerando um curso de UX aqui na Digital House, vou antecipar que estudar design é aprender a complicar coisas — para depois simplificá-las. 

Entretanto, não é complicar de qualquer jeito. Existem técnicas para isso. O duplo diamante é uma das mais famosas, mas você vai aprender várias. Aqui tem os cinco livros de UX que eu gostaria de ter lido quando comecei nesse mundo complicado e perfeitinho.

Alguns dos melhores livros de UX para estudar

Estudar e nos dedicarmos a adquirir conhecimentos é essencial para todas as áreas. Com UX não é diferente. Por isso, os livros de UX são sempre uma ótima alternativa tanto para quem está começando nesse mundo, quanto para quem já está no UX há muito tempo. É preciso se atualizar sempre. 

Introdução e boas práticas em UX Design: um dos melhores livros de UX para quem começou agora

O livro, de Fabrício Teixeira, é cheio de exemplos práticos e reais de sucesso e insucesso de diferentes sites. Esse livro curtinho e gostoso de ler é especial para quem está começando carreira.

Antes era comum recomendarmos começar pela leitura do clássico “Não me faça pensar”, mas agora esse livrinho cheio de boas práticas é um agradável novo começo de carreira. Esse é um dos melhores livros de UX, e está disponível na Amazon.

Direto ao Ponto: Uma leitura leve e completa

O livro de Paulo Caroli é uma das leituras mais leves e completas sobre design que já tive até hoje. Responde de uma forma muito prática como implementar o trabalho de pesquisa, planejamento e desenvolvimento, trazendo de forma muito concreta alguns conceitos bem abstratos.

Dá pra ler rapidinho e aprender um montão. Como o livro anterior, você também pode adquirir na Amazon.

Design Centrado no Usuário: um livro básico, curto e pertinente

Não se deixe enganar por essa capa. O livro, de Travis Lowdermilk, é basicão, curto e completinho. Trás muito da parte conceitual e poucos exemplos práticos, mas passa por todos os pontos centrais da experiência do usuário.

Aborda os parâmetros mais importantes desde a entrevista preliminar até o feedback, passando por definição de propósito, criação de experiência e avaliação de protótipo. Dá pra ler em um sentada e é bacana ter para consultar. Na Amazon.

HOOKED: O livro de UX que mostra a força do hábito

Hooked é o livro que o próprio autor, Nir Eyal, queria ter lido quando começou na área. 

Neste livro, ele apresenta um processo de quatro etapas (gatilho, ação, investimento e recompensa), que pode ser incorporado aos produtos e serviços de muitas empresas para estimular comportamentos e atingir resultados sem depender de mensagens agressivas ou muita publicidade. O livro está disponível na Amazon

Design do dia-a-dia: O livro do pai da UX

O Donald Norman é considerado o pai da UX e terminar essa lista de livros de UX sem indicar nada dele faria a polícia do UX bater aqui na minha casa. Esse ainda é um dos livros mais importantes no assunto e está envelhecendo muito bem pela sua conexão com a psicologia.

Nesse livro, ele explica porque objetos do cotidiano — cadeiras, bules, computadores e telefones — são projetados da maneira como são e isso dá uns insights bem legais sobre as pessoas e a forma como elas fazem as coisas que fazem. Você pode adquirir o livro na Amazon.

Dica extra: Indistraível, um manual inverso da UX

Esse livro é a prova que o antídoto nasce a partir do veneno. Depois de entregar uma perigosa fórmula para grudar as pessoas em plataformas digitais, o autor escreveu esse manual no caminho inverso, para compensar o “estrago” causado pelos algoritmos e redes sociais.

A capacidade de desconexão é uma prática preciosa para que você possa ler todas essa dicas que te passei. A lição mais importante desse livro é que para viver a vida que queremos não basta só fazer as coisas certas, mas também é preciso deixar de fazer as coisas erradas.

Leia mais no blog DH:

Guia de Product Discovery: passo a passo e importância do processo para o seu Produto

Etnografia no UX: como entender a relação do consumidor com produtos e serviços

Prototipagem: 5 ferramentas de prototipação que você precisa conhecer

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Outras notícias

O dia a dia de um analista de dados: responsabilidades, ferramentas e dúvidas img
#Dados

O dia a dia de um analista de dados: responsabilidades, ferramentas e dúvidas

O dia a dia do analista de dados é repleto de bases, levantamento e validação de hipóteses e elaboração de relatórios e dashboards. Mas quais realmente são suas responsabilidades? Hoje te explicaremos todas essas dúvidas dessa rotina cheia de atividades.Quais são as responsabilidades do analista de dados?O analista de dados realmente está o tempo todo analisando. Analisa o negócio, hipóteses que devem ser validadas e perguntas que devem ser respondidas. Entende quais serão as fontes de dados necessárias para levantar as informações, analisa e trata essas bases de dados que serão importantes para responder as perguntas definidas, cria relatórios e dashboards para expor o que foi analisado e informações descobertas para enfim gerar insights para a tomada de decisão. Também faz parte das responsabilidades apresentar esses insights e descobertas para a equipe e clientes, portanto a comunicação clara é uma soft skill importante para esse profissional.Em algumas empresas também é responsabilidade do analista de dados ser um ponto focal entre as outras áreas da empresa para que a cultura Data Driven seja implementada, de forma que as necessidades relacionadas a dados fiquem alinhadas e todos os indicadores sejam acompanhados e mensurados corretamente.Quais ferramentas são utilizadas?As ferramentas e melhorias variam de acordo com o segmento, mas as mais comuns são o Excel, SQL para consulta de bancos de dados, Google Analytics, ferramentas de visualização de dados como: Power BI, Tableau, Google Data Studio:Excel: O Excel é um editor de planilhas do pacote Office, da Microsoft. A ferramenta é utilizada para controlar e organizar as informações, contribuindo no cumprimento das rotinas e no aproveitamento do tempo.SQL: Define uma linguagem de consulta criada para a pesquisa de banco de dados relacional, na qual a estrutura básica são as tabelas (também conhecidas como "relações"). Google Analytics: Google Analytics é um serviço do Google que permite o monitoramento e análise de sites. A partir desta ferramenta, é possível monitorar o perfil de quem acessa seu site, como também as páginas mais acessadas, conversões, entre outros.Power BI: O Power BI é um serviço de análise de negócios da Microsoft. A ferramenta fornece visualizações interativas, por meio de Inteligência Artificial, em uma interface simples. Esse serviço visa descomplicar as demandas de dados.Tableau: O Tableau é uma plataforma que permite entender as funcionalidades de forma intuitiva na visualização de dados, a partir de métricas e obtenção de respostas.Google Data Studio: O Google Data Studio permite a visualização de dados de forma mais atrativa. A ferramenta organiza dados, podendo ser compartilhados em tempo real e salvo na nuvem para os demais colaboradores.Como se preparar para ser um analista de dados?Para se tornar um bom analista de dados, a primeira coisa que você precisa ter é a vontade de aprender e estar sempre estudando, pois a cada momento surgem novas ferramentas e linguagens, ser muito crítico e desenvolver sua capacidade analítica. É bem importante entender as metodologias e processos de análise de dados e se estiver nos seus planos ser um especialista minha dica é focar em alguma ferramenta que você se identifique e dominá-la, Power BI ou Tableau por exemplo.Seja também um analista de dadosÉ muito provável que depois desse texto sua vontade de se tornar um analista de dados só aumentou, ou então, descobriu aqui uma ótima oportunidade de alavancar a sua carreira.Na Digital House você se torna um analista de dados em até seis meses no nosso curso de Data Analytics, que ensina o aluno a dominar diversos modelos de análise. Leia mais no blog DH:+ Dados abertos: como usar dados públicos para gerar estratégias de negócios+ Power BI para leigos: aprenda os primeiros passos+ Resumo LGPD: tudo o que uma empresa precisa saber sobre a nova leiE aí, já segue a gente no Twitter? Vem pra rede, vamos conversar sobre habilidades digitais! ;) 

 Gestão de produtos: entenda qual é a importância desse profissional no mercado img
#Otros

Gestão de produtos: entenda qual é a importância desse profissional no mercado

Esse é um cargo relativamente novo, mas que está se destacando e é uma grande opção para quem gosta de liderança e quer se dar bem no futuro, tendo em vista o avanço ininterrupto da tecnologia. Se você está considerando ingressar na área de Gestão de Produtos, continue acompanhando este artigo.O que faz a área de Gestão de Produtos?O gerente de produto ou product manager, como também é conhecido, é uma função interdisciplinar, pois combina diversas áreas, como tecnologia, negócios, design, liderança e marketing para lançar um produto. Ele funciona como uma cola que mantém todos trabalhando em conjunto.Os profissionais da área de Gestão de Produtos devem possuir a visão completa e profunda de toda a operação do negócio, incluindo todo o ciclo de vida do produto, compreendendo, ao mesmo tempo, seu cliente, ao realizar uma liderança focada nele. Além disso, ele também deve criar o roadmap do produto.Sobre sua metodologia de trabalho, é muito importante destacar as habilidades de liderança, visão estratégica, mobilização de equipe e negociações. A condução das atividades é norteada por metodologias ágeis, que propõem a mudança de planos quando necessário e entregas com prazos justos, sempre agregando valor ao cliente.Por exigir diferentes responsabilidades e se cruzar com outras áreas, o gerenciamento de produtos digitais pode ser diferente de uma empresa para outra. Mas um bom profissional que exerce essa função deve ter o domínio de todas essas habilidades e ações.Qual a importância do product manager?Entregar o melhor produto para o seu público-alvo, atendendo as necessidades e trazendo resultado para o negócio é o grande objetivo dentro de Gestão de Produtos.Com um bom desempenho no ciclo de vida do produto, o gerente da área pode concretizar todo seu potencial e alavancar os retornos de forma extraordinária, superando as metas propostas pelo seu cliente no planejamento.Além de se preocupar em concretizar essas metas, o product manager é o elo entre a tecnologia e os demais setores da empresa, onde também está incluída uma importante vertente no desenvolvimento de produto: a experiência do usuário (UX), que também é essencial aos negócios na atual Era Digital.Apesar de ser uma função interdisciplinar, o gestor de produtos possui uma função com a natureza de negócios. Ele não é o operacional que entrega demandas que recebe, mas cria soluções e estratégias para consolidar um produto e sua marca, fidelizando clientes e expandindo sua autoridade para todo o mercado.Como ser um profissional da área de Gestão de Produtos?Essa área é uma promessa para o futuro do mercado de trabalho e a procura de pessoas qualificadas para a função tende a aumentar. A pessoa que busca uma oportunidade na função pode ter experiência em marketing, negócios, tecnologia, design ou engenharia.Lembrando que o mais importante, independentemente de experiência e antes de buscar um curso de gestão de produtos, é gostar e ter a capacidade de liderar, criar estratégias, mobilizar uma equipe e negociar.O financeiro também é um ponto que conta bastante quando investimos no aprendizado de uma nova carreira e o salário médio para a função de gerente de produtos digitais é de R $10.354,00.Com o curso de gestão de Produtos Digitais da Digital House, você estará pronto para estabelecer o roadmap de desenvolvimento de produtos, gerenciar times com metodologias ágeis, gerir negócios usando Business Model Canvas, entre muitas outras habilidades.Os alunos também podem fazer o curso de Gestão de Carreira gratuitamente e participar de feiras de recrutamento exclusivas (Recruiting Day). Não deixe de conferir também a nossa biblioteca de conteúdo e o Blog DH, com diversos materiais sobre essa área tão importante no mercado.Leia mais no blog DH:+ Departamento de carreiras: 95% de empregabilidade na Digital House+ De olho no novo consumidor Digital First+ Inovação: como reinventar a minha empresa?E aí, já segue a gente no Twitter? Vem pra rede, vamos conversar sobre habilidades digitais! ;)

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#UX

Entenda quais são os tipos de UX Research

Agora que já sabemos o que é Product Discovery e o que é UX Research e como podemos planejá-la, vamos nos aprofundar um pouco mais falando sobre os tipos de UX Research. Ou melhor, as diferentes metodologias em pesquisa com o usuário!  E como estamos falando sobre métodos, acho importante trazer uma rápida definição e esclarecer também a diferença em um contexto de mercado.O que são os tipos de UX Research?A metodologia é um estudo de métodos necessários para uma pesquisa, podendo ser os tipos de pesquisa (quantitativa e qualitativa), como também as perguntas e os objetivos a serem estudados.  Os métodos são um regulamento prévio dos momentos a serem realizados em uma pesquisa, como 1º - Coleta de dados, 2º - Análise de dados.As técnicas são procedimentos básicos que devem ser adotados para um momento do método. Ex: Momento = Coleta de dados, Técnica = Entrevista.A metodologia, então, é um planejamento da sua pesquisa, um dos tipos de UX Research, muito necessário para organizar, mas para também dar credibilidade à ela. A sua pesquisa precisa ser construída em uma base sólida para ser confiável, ou seja, é o caminho para se chegar ao fim.Pesquisa em UX: como funciona o mercado?Claro que em seu contexto de mercado, a pesquisa não é tão aprofundada quanto uma pesquisa acadêmica (inclusive podemos utilizar pesquisas acadêmicas a nosso favor também quando estamos fazendo UX Research). No mercado, há uma maior pressão de resultados em um curto período de tempo, fazendo com que a pesquisa, apesar de necessária e importante, seja comprometida pelo medo de se perder o time-to-market.Com essas ressalvas feitas, podemos seguir delineando um pouco mais as diferenças entre as abordagens qualitativas e quantitativas. O que vai definir a utilização desses tipos de UX Research é o problema que você quer investigar. É impossível pesquisar sem uma pergunta bem definida. O que não sabemos e desejamos descobrir sobre x assunto? Os diferentes métodos de pesquisa vêm para nos ajudar a extrair respostas para perguntas específicas dentro da pesquisa de UX, então temos que ter em mente a pergunta certa.Tipos de UX Research: quantitativa ou qualitativa?Se desejamos, por exemplo, saber a intensidade ou frequência de algum fenômeno, então podemos medir com uma pesquisa quantitativa, podendo ser feito por um questionário, por exemplo. O mesmo vale se o foco é traçar um perfil de público baseado em x características como gênero, idade, salário, localização. São respostas fáceis de se transformar em números.Pesquisas quantitativas focam em um grande número de pessoas, podemos entender então o que x número de pessoas fazem, como podem ser classificadas e como se comportam. Já a pesquisa qualitativa, vem em outra partida, nos entrega informações relacionadas a qualidade, de uma experiência ou de uma emoção, por exemplo. Se queremos descobrir como tal pessoa se sente ao utilizar um produto, podemos fazê-lo através de uma entrevista, extraindo dados qualitativos sobre.A abordagem qualitativa pressupõe um entendimento individualizado. Mesmo que depois possa se criar uma classificação baseada em padrões vistos em diferentes entrevistas, ela se baseia em um entendimento e conversa que não é tão fácil se distanciar de certa interpretação sobre a experiência. Se queremos saber o porquê, o motivo de algo, podemos aplicar esta abordagem. É uma área recheada de minuciosidades e é por isso que profissionais de áreas como ciências sociais e psicologia podem agregar tanto à pesquisa em UX, pois suas disciplinas intrinsecamente lidam uma parte científica mais aprofundada em relação à comportamentos humanos. Quer saber mais sobre UX Research? Aqui vão algumas indicações:Conhecimento nunca é demais, e por isso, separei alguns materiais valiosos no seu estudo a respeito dos tipos de UX Research. Recomendo muito o livro Metodologia Científica de Eva Maria Lakatos e Marina de Andrade Marconi, e Social Research Methods: Qualitative and Quantitative Approaches (Inglês) de W. Lawrence Neuman, e nos links a seguir, vocês terão acesso a mais informações sobre Pesquisa quantitativa ou qualitativa e Análise de dados de uma pesquisa qualitativa.Onde posso aprender UX Research?Agora que você já aprendeu quais são os tipos de UX Research e como utilizar cada um, deve estar se perguntando onde pode se aprofundar mais no assunto.Na Digital House, temos o curso de Experiência do Usuário (UX). Além de ensinar o processo como um todo, ele também ensina detalhadamente sobre a área de pesquisa, tornando a especialidade possível ao aluno.Leia mais no blog DH:+ Guia de Product Discovery: passo a passo e importância do processo para o seu Produto+ Etnografia no UX: como entender a relação do consumidor com produtos e serviços+ Prototipagem: 5 ferramentas de prototipação que você precisa conhecerE aí, já segue a gente no Twitter? Vem pra rede, vamos conversar sobre habilidades digitais! ;)