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Linguagem de programação: o que é, quais são e como aprender

Linguagem de programação: o que é, quais são e como aprender
#Tecnologia
21 de agosto - min de leitura

Quer programar usando as principais linguagens do mercado atual? Qual o melhor caminho para começar a programar? Vem saber tudo sobre o tema aqui nesse texto!


Está pensando em aprender a programar, mas não faz a menor ideia de como começar? Hoje em dia, existem várias linguagens de programação e, justamente por conta disso, fica difícil decidir por qual caminho seguir. 

Para dar uma mãozinha, trouxemos esse texto que fala sobre alguns conceitos iniciais para que você tenha um norte e saiba, pelo menos, como começar a trilhar sua carreira nessa área promissora! Vamos lá?

O que é Linguagem de Programação?

Quando você decide aprender um novo idioma, como o inglês, mandarim ou espanhol, seu objetivo é conseguir se comunicar com outras pessoas e entender um pouco de novas culturas, certo? Para começar a programar e aprender a se comunicar com um computador, você precisa da mesma lógica: falar a língua dele.

Basicamente, a linguagem de programação é o idioma que você vai utilizar para comunicar ao computador e escrever os códigos. Assim como na comunicação entre humanos, você emite uma mensagem e precisa que seu receptor a entenda e responda. A linguagem é um conjunto de regras que precisam ser seguidas para que os programas funcionem corretamente.

Assim como os diferentes idiomas do mundo, existem várias linguagens de programação atualmente, umas mais simples de aprender, outras bem mais complexas. Também é importante ter em mente o seu objetivo para aprender a desenvolver. Afinal, você utiliza linguagens diferentes para programar para a web e programar para mobile, por exemplo.

Quais são as principais linguagens de programação?

Com tantas linguagens por aí, como saber qual a melhor para você começar sua carreira? Para onde ir, afinal? Bem, antes de mais nada, é preciso ter em mente que, como tudo nos dias de hoje, as tecnologias para desenvolvimento mudam muito rápido e é preciso sempre se atualizar para não ficar para trás.

Muitas linguagens já foram vistas como as mais importantes do mercado e hoje estão obsoletas, ou desapareceram completamente. Por outro lado, vemos novas linguagens nascendo e crescendo numa velocidade muito rápida. Vamos trazer aqui algumas das mais aceitas no cenário brasileiro: 

PHP

A sigla que denomina essa linguagem vem, originalmente, de Personal Home Page. É muito utilizada para desenvolvimento web e é conhecida por ser uma linguagem fácil de usar, podendo ser embutida no HTML. Com o PHP, é possível coletar dados de formulários, enviar e receber cookies e criar páginas com conteúdo dinâmico.

Essa linguagem oferece muitas possibilidades para desenvolver soluções web, motivo pelo qual se utiliza cada vez mais tanto no Brasil quando no resto do mundo. Inclusive, ela é bastante usada por empresas gigantes do mundo da tecnologia. Sabe o que o Facebook, Wikipedia, Yahoo, Tumblr e Wordpress têm em comum? Todos esses sites foram feitos com PHP!

Java

Java é orientada para objetos e é reconhecida por sua simplicidade e legibilidade. Usada para desenvolver desde aplicações desktop a Web, ela está presente em 7 bilhões de dispositivos. Ou seja, é uma das linguagens mais altamente utilizadas do mundo! 

Um ponto positivo, e que faz com que ela seja tão popular, é a chamada retrocompatibilidade: a capacidade de fazer com que as versões anteriores continuem compatíveis para as novas atualizações, garantindo o funcionamento a longo prazo das aplicações que utilizam essa linguagem.

Outro destaque da linguagem Java é que ela é usada por 90% das empresas que estão incluídas no ranking da Fortune 500, uma lista das maiores corporações norte-americanas. Inclusive, dominar essa linguagem é uma das hard skills mais valorizadas pelos empregadores, de acordo com um ranking do Linkedin feito em 2018. Deu para perceber que, para quem está começando, pode ser uma ótima alternativa!

JavaScript 

Antes de mais nada, um alerta: não confundir esta linguagem com a Java! O que acontece é que Javascript trabalha com interface web, só podendo ser utilizada para criar scripts que se executem em navegadores e dependem dos mesmos para funcionar. Em resumo, Javascript roda no client-side, ou seja, através do navegador do usuário, enquanto Java roda no lado do servidor (server side).

Pode ser usado tanto para aplicações em mobile, servidor e desktop, e é útil para dar interatividade e para inserir efeitos, deixando o site mais dinâmico. Ele é ótimo para questões de responsividade, já que se adapta a qualquer browser e pode fazer validações da resolução dos dispositivos.

Swift

Essa é para desenvolvedores que querem programar para IOS! Foi desenvolvida pela Apple para criar apps para Mac e IOS e é uma alternativa atualizada ao Objective-C. Ela é simples e amigável, o que significa que mesmo que você nunca tenha trabalhado com código antes, poderá fazer aplicativos surpreendentes.

Além da fácil compreensão para uso, Swift tem uma ótima performance, sendo mais veloz e dando maior qualidade aos apps. É uma linguagem relativamente nova, mas que certamente veio para ficar, por conta do seu dinamismo e facilidade no aprendizado.

Kotlin

Enquanto Swift conversa com desenvolvimento IOS, Kotlin é a linguagem oficial dos dispositivos Android. Os códigos são muito semelhantes ao Java, logo, se você já desenvolve em Java, verá que o aprendizado será muito mais intuitivo e fácil para desenvolver com Kotlin. Aliás, é possível criar um projeto usando ambas as linguagens, sabia?

Kotlin é uma linguagem muito mais concisa e expressiva que Java, ou seja, é possível programar usando menos códigos. Além disso, ela é orientada a objetos, porém, assim como outras linguagens mais modernas, utiliza muitos conceitos funcionais, como expressões lambda.

Quero aprender a programar: e agora?

Depois de conhecer as principais linguagens, deu vontade de começar a desenvolver e escrever códigos? A Digital House oferece o curso de Desenvolvimento Web Full Stack, onde você consegue criar sites e sistemas web, aprendendo tudo o que for necessário para dominar o Front-end quanto no Back-end.

Além disso, também tem a opção dos cursos de Desenvolvimento Mobile Android e o de Desenvolvimento Mobile iOS. Ah! E se você não tem experiência prévia, não se preocupe: nossos professores ensinam você do zero!

Que tal o pontapé inicial na sua nova carreira? Vem conhecer mais sobre a Digital House Brasil!

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#Tecnologia

Primeiros passos no Git: o que é e como usar dentro da programação

Você sabe o que é Git (que não é GittHub)? Pois bem, é um sistema de controle de versão, compartilhado por open-source, utilizado atualmente por muitos desenvolvedores por suas práticas funcionalidades. Nele, se cria todo o histórico de alterações no código do projeto e, de maneira simplificada, permite  que o programador volte a qualquer ponto, para saber como o código estava naquela etapa/data.Além disso, o Git ajuda a controlar o fluxo de novas funcionalidades quando desenvolvedores programam em equipe, com suas ferramentas para análise e resolução de conflitos, quando o mesmo arquivo é editado por mais de uma pessoa.Acompanhe este artigo e saiba mais sobre estas importantes funcionalidades do Git que podem ser uma tremenda mão na roda no seu dia a dia de programador.O que é Git na prática - vantagens e funcionalidadesAbaixo, separamos algumas vantagens do Git que fazem tantas equipes de desenvolvedores aderirem ao sistema. Além disso, você, programador iniciante, fica mais familiarizado com as definições e terminologias dele. ➜ Sistema de controle: ou seja, o Git é praticamente um rastreador, podendo ser usado para armazenar qualquer tipo de conteúdo;➜ Sistema de controle de versão: seu código de armazenamento continua sendo alterado conforme mais códigos são adicionados. Isso permite que muitos desenvolvedores possam fazer essa adição, em paralelo, mantendo um histórico de todas as alterações ocorridas;➜ Sistema de controle de versão distribuído: seu sistema possui repositório remoto(armazenamento em servidor) e um local (armazenado no computador dos desenvolvedores), o que faz o código ser salvo em vários locais para mais segurança e praticidade no processo.Como usar o Git?Tudo no Git é movido por meio de interligação de pontos na história do projeto. Esses pontos são os commits que, por sua vez, são formados por conjuntos de alterações em um ou mais arquivos e somados a um descritivo que resume as alterações nesse ponto.As ramificações ou branchs no Git são formas de se alcançar uma mesma versão do código. Eles sofrem alterações e recebem commits de diferentes fontes e diferentes desenvolvedores.Como os projetos no mundo de programação geralmente comportam vários desenvolvedores trabalhando em paralelo, o Git vem como uma saída para evitar (e resolver) conflitos de código entre eles, na prática do dia a dia.Primeiros passos: instalando o GitNeste link, você encontra o passo a passo sobre como instalar Git em diversos sistemas operacionais. Para se certificar se foi instalado corretamente, use o comando no terminal git --version.A próxima ação é criar uma pasta para o seu projeto, nomeando e adicionando nela um repositório local ao projeto, por meio do comando git init. Daí, você começa a “Commitar” o código, que consiste no processo pelo qual o código é adicionado ao repositório local. Antes disso, ele deve estar na área de staging, aquela onde são mantidas as alterações que ainda não foram commitadas.Neste ponto, uma dica bacana é usar mensagens de commit que sejam relevantes e indiquem o que as alterações do código realmente vão fazer, pensando na equipe.Abaixo, exemplificamos um trabalho com vários ramos e commits aplicados. Para ver se compreendeu o que explicamos até aqui, identifique os pontos da história e seus ramos unidos que representam as alterações de uma forma aplicada a outra.Invista na área de Dev!Se você ficou interessado(a) em dominar não só o Git, mas também outras funcionalidades dentro da programação, a Digital House tem cinco cursos na área de Programação, que não apenas ensinam o uso de frameworks, mas introduzem a cultura digital à sua carreira, na medida certa exigida pelo mercado de trabalho.

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#Dados

Governança de dados: qual o papel do líder dentro da cibersegurança

Quando se fala em crime de vazamento de dados, a lista é extensa e preocupante. E as grandes empresas, inclusive as gigantes do ramo de tecnologia, não saem ilesas destes ataques. É por isso que a governança de dados ganhou tanto espaço nos últimos anos.Com uma governança adequada e qualificada, a luta pela proteção de dados ganha reforço e um recurso indispensável. Acompanhe o artigo e entenda as ações mais incisivas a se tomar em relação à cibersegurança, que vão além da tecnologia.Vazamento de dados - uma ameaça constanteA luta contra a vulnerabilidade no ciberespaço é cotidiana e permeia empresas de todos os tamanhos e segmentos, inclusive as mais entendidas do negócio (tech).Em junho deste ano, o twitter notificou seus clientes corporativos sobre risco de vazamento de seus dados pessoais. O LinkedIn, em 2012, anunciou que 6,5 milhões de senhas não associadas foram roubadas e postadas em um fórum de hackers russos.A história foi explicada mais tarde, em 2016. Acontece que o mesmo hacker que vendia os dados do MySpace estava oferecendo os endereços de e-mail e senhas de milhões de usuários do LinkedIn por 5 bitcoins (cerca de US$ 2.000 na época).A Microsoft  também passou por situação de vazamento de dados há poucos meses. A empresa foi acusada de expor 250 milhões de registros de usuários, por conta de uma falha no banco de dados de atendimento ao cliente. O problema aconteceu em dezembro de 2019 e, de acordo com a companhia, alguns textos encontrados traziam informações pessoais de clientes, como e-mail, endereço de IP, localização e outros dados sigilosos. Porém, neste caso, não houve indícios de ação de criminosos.E estas são apenas algumas amostras das instituições que foram impactadas com o vazamento de informações sigilosas dos seus clientes. LGPD e a governança de dadosAs normas da Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD), que entra em vigor em 2020, vem ao encontro da relevância e obrigatoriedade de assegurar a privacidade das pessoas, que podem ser alvo de fraudes altamente personalizadas e extorsão. Um programa de governança de dados pode ser capaz de prevenir esse tipo de problema. Nesse sentido, o primeiro passo de uma empresa é categorizar e classificar os dados, armazená-los, designar quem poderá acessá-los e os responsáveis por monitorar todo esse processo.O principal objetivo de qualquer programa de governança de dados é uma política de privilégios mínimos, ou seja, as pessoas ou serviços terão acesso apenas aos dados de que precisam para realizar seu trabalho. Para esse programa dar certo, a estrutura de soluções de segurança da informação precisa funcionar. Tecnologia e pessoas devem estar alinhadas neste propósito.O “exército de dados”, formado pelos profissionais que agem na criação de barreiras contra os ciberataques, necessitam do suporte de tecnologias de análise e monitoramento das informações, de preferência em nuvem, que mantenha os registros de quem está acessando e como estão usando cada informação, em tempo real, além de alertas quando algo incomum é feito, probabilidades de ameaças etc.A procura por profissionais de dados só aumentaSegundo levantamento, realizado pela Serasa Experian com profissionais no Brasil, Estados Unidos, Reino Unido, Alemanha, França e Austrália, foi identificada a má qualidade das informações e a perda de recursos associada à geração de gastos adicionais.Isso significa que metade dessas empresas brasileiras reconhece que os dados empregados em suas análises não são precisos, comprometendo a eficácia dos processos de gestão. Portanto, essa má governança dos dados é um oponente real para os negócios.Sendo assim, uma boa governança, para ser efetiva, também necessita de fontes de dados confiável, captação e apresentação adequada por meio de profissionais qualificados em dados. A Digital House oferece os cursos de Inteligência Artificial, Data Science e Data Analytics na área de dados, além de um curso focado em cibersegurança, que fala sobre a importância da governança, LGPD e principais temas sobre segurança dos dados.Invista na sua carreira, esta é uma área que está ganhando cada vez mais espaço nas empresas e destaque no mercado de trabalho!

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#Marketing

Novos hábitos do consumidor: quais comportamentos e consumos ganharam força durante a pandemia

O mundo não vai mudar completamente após a pandemia, mas existe uma mudança em curso que agora acontece de maneira muito acelerada, com impacto direto nas estratégias de negócio Digital First. Aos poucos, os novos hábitos do consumidor ganham forma.Alguns ficaram muito tempo em casa, outros evitaram ir muito longe, alguns tiveram mais tempo, outros começaram a trabalhar demais, alguns ficaram muito sozinhos outros passaram mais tempo do que estão acostumados com a família.O que aconteceu neste confinamento forçado?Novos hábitos do consumidorAumento das compras onlineNos últimos meses, conversei com 2 plataformas de e-commerce diferentes que afirmaram que o volume de vendas digitais atual é como se todo dia fosse uma Black Friday, os consumidores no home office forçado recorreram às compras online e levaram os lojistas a abrir mais de 135 mil lojas online novas no Brasil. Um nova rotina dentro de casaE será que esse home-office é para sempre? Se depender de  26% dos CEOS das 500 maiores empresas da lista da Fortune sim! Isso altera o deslocamento dessas pessoas pela cidade mudando os locais onde fazem compras e consomem refeições. E essa mudança de deslocamento deve fazer com que as pessoas passem mais tempo no bairro onde moram, assim as lojas locais ampliam sua importância para esse consumidor. Outro hábito que esse consumidor desenvolveu foi o costume de cozinhar em casa, um hábito que deve se manter mesmo pós-quarentena. O portal de receitas do UOL teve crescimento de 230% da audiência em junho/2020 quando comparado a março/2020.Para quem tem filhos o home-office pode ter se tornado um pesadelo, sem escola e tendo de apoiar mais de perto as tarefas educacionais, muitos pais perceberam que não tinham talento para a pedagogia, ou mesmo quando estavam à altura da tarefa, isso comprometia sua vida profissional.Sem poder sair para shows muita gente acompanhou seu cantor favorito dentro de casa, as lives que começaram simples ganharam status de superprodução e levaram milhões de brasileiros para o YouTube. Das 10 maiores lives musicais do YouTube na era pós-covid, 7 são brasileiras. Marília Mendonça chegou a ter 3,3 milhões de usuários simultâneos e seu show no YouTube já foi visto mais de 50 milhões de vezes.Empresas se adequando ao novo cenárioDe olho na mudança de comportamento do consumidor algumas marcas online estão fazendo integração com lojas de bairro, o que permite entregar serviços além de produtos. Por exemplo, a Petlove que agora pode vender banho e tosa que será entregue nos petshops parceiros.A renda do consumidor em geral caiu, essa é outra realidade dura desse novo cenário, isso tem feito com que as pessoas experimentem novas marcas e deem mais valor a novas formas de economizar, como cashback (dinheiro de volta) nas compras. De olho nessa tendência, a Magalu lançou o cashback no seu app.E enquanto alguns dão graças aos céus por poder abrir seu restaurante, outros estão aproveitando para lançar kits para cozinhar em casa, que é uma ótima maneira de manter esse cliente que criou um novo hábito.Se no ensino fundamental, médio e graduação as pessoas aguardam ansiosamente a volta às aulas, no segmento de cursos técnicos muitos tiveram experiências positivas e vão repensar a necessidade de sair de casa para se atualizar profissionalmente. E não falo apenas sobre a Digital House, existem relatos animados em todo o setor de educação. Quais os impactos no mercado?Essas mudanças de hábitos foram observadas em diversas pesquisas diferentes, e impactam cerca de 20% a 33% dos consumidores. Já pensou no seu modelo de negócio atual com apenas 67% a 80% dos seus clientes? Essa redução acaba inviabilizando muitos negócios que já não iam bem antes da pandemia, e deve forçar muitos mercados a mudança. Algumas pessoas que estão lucrando com esses novos modelos vão continuar contratando, e investindo em marketing para convencer ainda mais consumidores. E por fim, muitas dessas oportunidades apresentam uma opção mais barata ao consumidor que em sua maioria está passando por maus bocados. Isso não significa que você precise abandonar imediatamente seu negócio ou criar um novo, mas deixa claro que você precisa refletir diariamente se é o momento da virada ou de criar algo em paralelo.É hora de criar uma área de monitoramento de mercado (que para o pequeno empreendedor é um tempinho semanal para olhar as novidades da sua área de atuação) e se aprofundar na experiência do cliente (CX). As principais inovações muitas vezes vem de observar ou conversar com os consumidores.Quando a mudança vai chegar para qualquer setor é incerto, mas com certeza o consumidor não será mais o mesmo do mundo pré-pandemia.