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Linguagem de programação: o que é, quais são e como aprender

Linguagem de programação: o que é, quais são e como aprender
tech
21 de agosto de 2019
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Quer programar usando as principais linguagens do mercado atual? Qual o melhor caminho para começar a programar? Vem saber tudo sobre o tema aqui nesse texto!


Está pensando em aprender a programar, mas não faz a menor ideia de como começar? Hoje em dia, existem várias linguagens de programação e, justamente por conta disso, fica difícil decidir por qual caminho seguir. 

Para dar uma mãozinha, trouxemos esse texto que fala sobre alguns conceitos iniciais para que você tenha um norte e saiba, pelo menos, como começar a trilhar sua carreira nessa área promissora! Vamos lá?

O que é Linguagem de Programação?

Quando você decide aprender um novo idioma, como o inglês, mandarim ou espanhol, seu objetivo é conseguir se comunicar com outras pessoas e entender um pouco de novas culturas, certo? Para começar a programar e aprender a se comunicar com um computador, você precisa da mesma lógica: falar a língua dele.

Basicamente, a linguagem de programação é o idioma que você vai utilizar para comunicar ao computador e escrever os códigos. Assim como na comunicação entre humanos, você emite uma mensagem e precisa que seu receptor a entenda e responda. A linguagem é um conjunto de regras que precisam ser seguidas para que os programas funcionem corretamente.

Assim como os diferentes idiomas do mundo, existem várias linguagens de programação atualmente, umas mais simples de aprender, outras bem mais complexas. Também é importante ter em mente o seu objetivo para aprender a desenvolver. Afinal, você utiliza linguagens diferentes para programar para a web e programar para mobile, por exemplo.

Quais são as principais linguagens de programação?

Com tantas linguagens por aí, como saber qual a melhor para você começar sua carreira? Para onde ir, afinal? Bem, antes de mais nada, é preciso ter em mente que, como tudo nos dias de hoje, as tecnologias para desenvolvimento mudam muito rápido e é preciso sempre se atualizar para não ficar para trás.

Muitas linguagens já foram vistas como as mais importantes do mercado e hoje estão obsoletas, ou desapareceram completamente. Por outro lado, vemos novas linguagens nascendo e crescendo numa velocidade muito rápida. Vamos trazer aqui algumas das mais aceitas no cenário brasileiro: 

PHP

A sigla que denomina essa linguagem vem, originalmente, de Personal Home Page. É muito utilizada para desenvolvimento web e é conhecida por ser uma linguagem fácil de usar, podendo ser embutida no HTML. Com o PHP, é possível coletar dados de formulários, enviar e receber cookies e criar páginas com conteúdo dinâmico.

Essa linguagem oferece muitas possibilidades para desenvolver soluções web, motivo pelo qual se utiliza cada vez mais tanto no Brasil quando no resto do mundo. Inclusive, ela é bastante usada por empresas gigantes do mundo da tecnologia. Sabe o que o Facebook, Wikipedia, Yahoo, Tumblr e Wordpress têm em comum? Todos esses sites foram feitos com PHP!

Java

Java é orientada para objetos e é reconhecida por sua simplicidade e legibilidade. Usada para desenvolver desde aplicações desktop a Web, ela está presente em 7 bilhões de dispositivos. Ou seja, é uma das linguagens mais altamente utilizadas do mundo! 

Um ponto positivo, e que faz com que ela seja tão popular, é a chamada retrocompatibilidade: a capacidade de fazer com que as versões anteriores continuem compatíveis para as novas atualizações, garantindo o funcionamento a longo prazo das aplicações que utilizam essa linguagem.

Outro destaque da linguagem Java é que ela é usada por 90% das empresas que estão incluídas no ranking da Fortune 500, uma lista das maiores corporações norte-americanas. Inclusive, dominar essa linguagem é uma das hard skills mais valorizadas pelos empregadores, de acordo com um ranking do Linkedin feito em 2018. Deu para perceber que, para quem está começando, pode ser uma ótima alternativa!

JavaScript 

Antes de mais nada, um alerta: não confundir esta linguagem com a Java! O que acontece é que Javascript trabalha com interface web, só podendo ser utilizada para criar scripts que se executem em navegadores e dependem dos mesmos para funcionar. Em resumo, Javascript roda no client-side, ou seja, através do navegador do usuário, enquanto Java roda no lado do servidor (server side).

Pode ser usado tanto para aplicações em mobile, servidor e desktop, e é útil para dar interatividade e para inserir efeitos, deixando o site mais dinâmico. Ele é ótimo para questões de responsividade, já que se adapta a qualquer browser e pode fazer validações da resolução dos dispositivos.

Swift

Essa é para desenvolvedores que querem programar para IOS! Foi desenvolvida pela Apple para criar apps para Mac e IOS e é uma alternativa atualizada ao Objective-C. Ela é simples e amigável, o que significa que mesmo que você nunca tenha trabalhado com código antes, poderá fazer aplicativos surpreendentes.

Além da fácil compreensão para uso, Swift tem uma ótima performance, sendo mais veloz e dando maior qualidade aos apps. É uma linguagem relativamente nova, mas que certamente veio para ficar, por conta do seu dinamismo e facilidade no aprendizado.

Kotlin

Enquanto Swift conversa com desenvolvimento IOS, Kotlin é a linguagem oficial dos dispositivos Android. Os códigos são muito semelhantes ao Java, logo, se você já desenvolve em Java, verá que o aprendizado será muito mais intuitivo e fácil para desenvolver com Kotlin. Aliás, é possível criar um projeto usando ambas as linguagens, sabia?

Kotlin é uma linguagem muito mais concisa e expressiva que Java, ou seja, é possível programar usando menos códigos. Além disso, ela é orientada a objetos, porém, assim como outras linguagens mais modernas, utiliza muitos conceitos funcionais, como expressões lambda.

Quero aprender a programar: e agora?

Depois de conhecer as principais linguagens, deu vontade de começar a desenvolver e escrever códigos? A Digital House oferece o curso de Desenvolvimento Web Full Stack, onde você consegue criar sites e sistemas web, aprendendo tudo o que for necessário para dominar o Front-end quanto no Back-end.

Além disso, também tem a opção dos cursos de Desenvolvimento Mobile Android e o de Desenvolvimento Mobile iOS. Ah! E se você não tem experiência prévia, não se preocupe: nossos professores ensinam você do zero!

Que tal o pontapé inicial na sua nova carreira? Vem conhecer mais sobre a Digital House Brasil!

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Se você decidiu entrar no universo da programação, já está ciente de que essa área contempla inúmeras opções de atuação e diversas linguagens, o que pode deixar tudo um tanto quanto confuso! Quantas vezes você encontrou alguma oportunidade de trabalho na qual você não sabia muito bem qual o papel, como atuar e o que ela significava? Porém, justamente essa diversificação é que faz a carreira de desenvolvedor tão atrativa! E, para esclarecer um pouco e ajudar no seu caminho, vamos falar de uma das maiores dúvidas para quem está começando: o que diferencia o profissional de back-end do profissional front-end? Que habilidades cada um deles requer?O que é Back-EndPara mostrar as diferenças, vale começar com as definições de cada atividade.Basicamente, quando falamos dos “bastidores”, ou seja, o servidor e o banco de dados que ajudam a fornecer as informações ao usuário de uma interface, falamos do back-end. É a parte do site que você não tem contato direto (a não ser que você seja um profissional da área, claro!).O back-end é uma parte fundamental de qualquer site ou aplicação na web. Se você está lendo esse texto, por exemplo, é um sinal de que a comunicação com o servidor obteve sucesso e isso se deve, provavelmente, a um profissional de back-end!Quem prefere se especializar como desenvolvedor back-end vai atuar com lógica, com a funcionalidade do site, regras, segurança e integridade de banco de dados. Ou seja, para viver os “bastidores da internet” requer muita paciência, cuidado e concentração constante!O que é Front-EndSe back-end é o desenvolvimento da parte da web que não vemos, o front-end, por outro lado, é toda a parte visível das aplicações e sites. Essa área não lida diretamente com banco de dados, servidores e todas as aplicações complexas do back-end, mas cuida da usabilidade, efeitos visuais, velocidade de carregamento, etc.De maneira mais direta, o Desenvolvedor de Front-end fica responsável pela interação direta com o usuário, e por isso acaba desenvolvendo cuidando do lado mais visual das aplicações, como o cuidado com cores, botões, links, menus, e tudo o que vemos numa página quando estamos acessando.Justamente por conta disso, um profissional front-end precisa ter um olhar constante para a melhor Experiência do Usuário. Ou seja, as preocupações de front-end e back-end são opostas, porém complementares. Os desenvolvedores de front-end e back-end devem sempre trabalhar em conjunto para que o aplicativo ou site funcione corretamente.Pode atuar com front-end e back-end ao mesmo tempo?Com experiências e habilidades tão opostas, será que é possível trabalhar com interface e servidor ao mesmo tempo? A resposta é sim! Inclusive, uma pessoa qualificada para fazer as duas atividades é bastante demandada no mercado e é bem valorizada!Quando o profissional de programação atua nas mais diversas partes do projeto, ou tem conhecimento tanto de back-end quanto de front-end, ele é chamado de Desenvolvedor Full Stack.O desenvolvedor Full-Stack é um profissional mais flexível, com visão mais completa do negócio, que vai atuar do início ao fim de um projeto. Provavelmente, isso demandará o conhecimento de diferentes tecnologias e linguagens de programação, ainda mais se for o caso de atuar sozinho.Neste caso, a principal dica para quem está começando a programar é estudar muito sobre todas as áreas do Desenvolvimento Web, conhecer as linguagens de programação mais utilizadas atualmente e entender quais habilidades que mais parecem adequadas ao seu perfil.

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Viva a experiência Digital House em São José dos Campos!Nascemos com a missão de capacitar profissionais na área digital. Somos um hub de tecnologia e educação para formação de profissionais de alta performance. Te desafiamos a pensar como realizador de ideias em vez de deixá-las só no papel. Chegamos ao Brasil em 2018 e, nesses 2 anos, já formamos mais de 3 mil alunos em nossos cursos: Marketing Digital, Programação, Dados, UX e Gestão de Negócio Digital. Em 2020, queremos que mais pessoas tenham oportunidade de viver a experiência de ser um aluno Digital House. Chegamos em São José dos Campos com os curso de Programação Web Full Stack e Marketing Digital, em parceria com a Workflex, coworking com ambiente inovador, localizado no coração do Jardim Aquárius, no Edifício Infinity Tower. Os joseenses e vale paraibanos interessados em fazer nossos cursos, que têm início em março, já podem se inscrever no site da Digital House;Acreditamos que a melhor maneira de adquirir habilidades digitais é com a metodologia de “aprender fazendo”, que integra teoria e prática de forma constante. Queremos que os alunos tragam suas ideias e consigam encontrar as respostas para seus desafios. A interação constante com professores que têm experiência real no mercado possibilita que eles sejam orientados no melhor caminho para o sucesso.Preparado para viver essa experiência com a gente?Faça sua inscrição para que possamos entrar em contato com você. #VemSerDigital! 

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UX Research: o que é e como planejar

Por mais que estejamos imersos num projeto, entendendo o briefing e conhecendo o problema, é de vital importância ouvir o usuário, reconhecer suas necessidades e validar o projeto justamente com quem vai utilizar o produto ou serviço.Antes de tomar qualquer decisão sobre um produto, é necessário investigar o cenário. Por isso, a UX Research ajuda na identificação do problema e também é essencial para refutar ou comprovar as hipóteses de um projeto. Ou seja, a pesquisa é uma parte fundamental do trabalho de User Experience.Por isso, vamos nos aprofundar um pouco mais nesse tema, entendendo como funciona, quais habilidades são necessárias e como planejar uma pesquisa em UX. Afinal, o que é UX Research?A pesquisa é uma etapa pouco compreendida e valorizada em Experiência do Usuário, mas também é a mais crítica para o processo. Muitas vezes, é deixada de lado, ou considerada um luxo desnecessário, mas em momentos críticos, faz muita falta!Traduzindo a definição da Interaction Design Foundation, UX research é a investigação sistemática dos usuários e seus requisitos, contextualizando e buscando insights para o processo de user experience. A pesquisa emprega diversas técnicas, ferramentas e metodologias para chegar a conclusões, estabelecer fatos e encontrar problemas, revelando, dessa forma, informações valiosas para o processo de design.Ou seja, é a maneira de reconhecer um problema, confirmar ou refutar hipóteses, além de reconhecer as principais necessidades e objetivos do público-alvo, por meio de diferentes pontos de vista e contextos, melhorando ainda mais todo o trabalho de experiência do usuário. Para quem está começando a carreira nessa área, vale ter a consciência da importância da pesquisa desde já! As vantagens de uma pesquisa de UXEntender o público para trazer soluções que aumentem a satisfação dele já é, por si só, uma grande vantagem, certo? Pois além disso, incorporar a pesquisa no dia a dia dos processos de UX tem outros pontos positivos!Na prática, isso traz melhorias de tempo e dinheiro. De tempo, pois a investigação ajuda a identificar erros e tomar decisões mais acertadas num tempo mais curto, economizando esforços de retrabalho, por exemplo. E solucionar os problemas antes de desenvolver o projeto sairá muito mais barato do que refazer tudo quando o mesmo já estiver em funcionamento!Ah, e sem contar a vantagem competitiva, pois quando você busca o feedback do usuário, você o entende e, por isso, melhora a sua experiência interativa. Isso te colocará sempre um passo à frente dos seus concorrentes e mantém seu cliente sempre satisfeito, sendo mais um passo na busca pela fidelização.No final das contas, com um trabalho de pesquisa de UX, você garante um produto que tenha não só um design bonito, mas que também tem usabilidade e inteligência.Como planejar uma pesquisa de usuário?O planejamento deve começar sempre pela questão mais fundamental: qual dúvida queremos que seja respondida? Qual o objetivo? Além disso, é importante considerar as hipóteses, ou seja, quais as possibilidades de respostas. Com o resultado da pesquisa, será possível entender se essas suposições foram confirmadas ou refutadas.Também é fundamental entender com quem a marca quer falar, ou seja, definir quais dos stakeholders serão parte da pesquisa. Afinal, o público questionado deve ser exatamente o mesmo que se beneficiará dos resultados da investigação, por isso é tão importante definir essa questão com clareza.Entenda também qual metodologia será utilizada. Os métodos qualitativos mostram comportamentos e explicam porque um usuário age de uma maneira ou de outra, enquanto os métodos quantitativos trazem dados numéricos e estatísticas. Dentre os métodos, temos as entrevistas, teste de usabilidade, estudo etnográfico, entre outros. Se você não tem muita certeza de qual é o ideal, retorne à questão que precisa ser respondida. Se, por exemplo, você quer entender como as pessoas utilizam seu app, o método mais adequado deveria ser um teste de usabilidade. Mas se, por outro lado, você quer entender por que alguns usuários clicaram num botão e outros não, aí pode ser o caso de uma entrevista, algo mais qualitativo.Definitivamente, a pesquisa é uma parte essencial a ser executada em qualquer projeto. Observar e compreender o usuário demonstra empatia e é de vital importância para criar produtos e serviços que o cliente realmente necessita.