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Jornada do consumidor: conceito e importância

Jornada do consumidor: conceito e importância
#Marketing
6 de dezembro - min de leitura

Conheça a trajetória do seu cliente e entenda como isso impacta nos seus negócios


Gerar valor para o cliente é a chave para qualquer negócio. No entanto, nem sempre é fácil encontrar o melhor caminho de garantir isso. Por esse motivo que é tão importante conhecer como o consumidor se sente a respeito da sua marca e do seu produto, analisando o ciclo de compra desde a perspectiva dele.

Muitas empresas fazem diversos estudos para entender o comportamento do consumidor antes de efetuar uma compra, mas nem sempre elas levam em consideração como esse consumidor se sente, que expectativas ele tem e o que espera da marca desde o primeiro contato com ela.

Vamos falar de jornada do consumidor e encontrar as respostas para melhorar a experiência do seu cliente? 

O que é a jornada do consumidor

Já se sabe que, antes de iniciar qualquer processo de compra, o consumidor costuma pesquisar muito. Seja buscando pelos melhores sites, perguntando nas suas redes sociais ou conversando informalmente com amigos e familiares, existe todo um caminho anterior até que se tome a decisão.

Também conhecida como jornada de compra, a jornada do consumidor é justamente essa soma de todas as experiências vividas pelos consumidores quando eles interagem com sua marca, produto ou serviço. É um documento que permite monitorar o comportamento, as necessidades e os problemas do seu público durante o processo de compra.

Basicamente, quando você tem visibilidade da jornada do cliente, você constrói uma história sobre o usuário, investigando e entendendo como ele se comporta em cada etapa: antes, durante e depois da compra. Isso também ajuda a trazer ideias para melhorar a jornada e a experiência, fazendo com que ele volte sempre e seja fiel à sua marca!

Por que a jornada do consumidor é tão importante?

Como já explicado anteriormente, definir e mapear essa trajetória do cliente ajuda a compreender melhor todo o processo de compra e as necessidades da buyer persona, ou seja, o público a qual a empresa direciona suas mensagens. 

Isso também faz com que a empresa conheça melhor o perfil de quem tem interesse nos produtos e serviços oferecidos: quais são suas motivações, desejos, problemas, frustrações, etc. Informações valiosas para que a marca se aproxime ainda mais do seu consumidor, trazendo as soluções certas no momento certo, exatamente do jeito que ele realmente precisa. 

E esse conhecimento também trará um impacto positivo na estratégia de marketing digital da empresa, pois entendendo o caminho e as necessidades do público, é possível planejar, de maneira muito mais eficiente, quais os canais que mais fazem sentido para a marca trabalhar, e quais os tipos e formatos de conteúdos que devem ser criados.

Etapas da jornada do consumidor

Um ponto importante a ser lembrado é que o processo não é exatamente linear, pois falamos de experiências com pessoas, logo, existe complexidade. Cada pessoa tem uma vivência diferente e algumas mudanças de comportamento impactam diretamente, por isso, a jornada nem sempre é previsível. Entretanto, pode-se dizer que a jornada do consumidor digital contempla 5 etapas:

Descoberta

É o momento de atração, quando a pessoa entende que precisa de algo e começa a fazer sua busca. Ou seja, imagine que ela está na sua rede social favorita, ou pesquisando no Google e, ao ler os conteúdos, decide começar a fazer academia. Para treinar, ela percebe que talvez precise de um tênis novo.

Mas atenção, ainda não é a hora de mostrar o diferencial da sua marca, mas sim, de apresentar as vantagens da aquisição e o quanto isso vai sanar a necessidade do possível consumidor!

Uma boa ideia, para esse momento, é ter um blog com conteúdo mais aprofundado sobre os territórios que fazem parte do universo da marca, e que esteja otimizado para SEO, pois o consumidor estará em busca de leituras sobre o tema e tentando entender se realmente há a necessidade de comprar o produto.

Consideração

Nesta fase, o consumidor já entendeu que precisa do produto ou serviço e, então, precisa tomar a decisão de onde adquirir. Ou seja, esse é o momento onde a pesquisa é para encontrar a melhor empresa, os preços oferecidos, a qualidade do serviço. 

Sabe aquele momento em que você entra em sites que mostram as reclamações e a reputação de empresas, ou naqueles de pesquisa de preços? Isso representa que você se encontra na etapa de Consideração da jornada do consumidor.

É a hora de mostrar as vantagens e os diferenciais da sua empresa, para encantar e garantir a conversão do cliente.

Compra

Esta é a etapa da ação. Se continuarmos com o exemplo da pessoa interessada no tênis, imagine que é o momento em que ela decide a cor, o tamanho, os meios de pagamentos. Ou seja, uma fase bastante delicada e que precisa do máximo de cuidado por parte da marca. 

Um cuidado com o estoque é essencial, garantindo que o usuário encontre o produto exatamente como ele deseja. Atente-se também para que seu site ou aplicativo esteja impecável, que não dê problemas ao finalizar a compra.

Retenção

Quem disse que a jornada acaba quando o consumidor passou o cartão? Nada disso! A retenção deve ser tão importante quanto a compra, pois é o momento de conclusão. Inclui-se aqui fatores como o transporte do produto e o prazo de entrega, assim como o oferecimento de cupons de desconto especial para uma nova compra, por exemplo.

Fidelização

Se depois de todo o processo, o cliente estiver satisfeito, ponto para a empresa! A fidelização é um momento de reflexão, quando o consumidor está feliz e com a certeza de que vai comprar novamente, assim como indicar a loja para os amigos e familiares, fazer boas avaliações no site e em redes sociais, etc.

A empresa precisa mostrar ao cliente que ele é importante, por isso, um tratamento personalizado é essencial. Nunca deixe o pós-venda de lado, pois é uma estratégia valiosa para fidelizar e manter seu público apaixonado!

Criando a jornada do seu consumidor para buscar melhores resultados

Existem diversos templates na internet para te ajudar a criar a jornada do consumidor. Você também pode optar por cursos especializados na área de Marketing Digital, que darão todo o suporte necessário para montar sua estratégia de ponta a ponta. 

Mas não se esqueça de se colocar no lugar do seu cliente em primeiro lugar! Lembre sempre que ele é o motivo da existência da sua marca e é quem interage com seu site e suas redes, busca as informações e que precisa estar sempre satisfeito com a experiência oferecida.

Divida as fases do seu serviço e analise como o cliente deve se sentir em cada uma delas. Verifique os pontos positivos e negativos do seu processo, aponte onde estão suas fortalezas e fraquezas para buscar as devidas melhorias.

E, claro, o feedback sempre será um elemento fundamental para que a jornada fique cada vez mais certeira. Por isso, interaja com o cliente, pergunte a ele e encontre as respostas diretamente na fonte, para melhorar ainda mais o relacionamento e garantir o sucesso do seu negócio!

Outras notícias

Linguagem Swift: entenda ela e sua importância na programação img
#Tecnologia
#Dados

Linguagem Swift: entenda ela e sua importância na programação

Desde 2014, a linguagem Swift veio com o objetivo de trazer mais facilidade de aprendizagem e usabilidade aos desenvolvedores iOS. Sua criação tem base na iniciativa de promover a programação como algo mais descomplicado e acessível para mais pessoas e não somente àqueles que possuíam “talento” para aprender e exercer.Desde então, a linguagem tem sido cada vez mais utilizada, atraindo muitos fãs que veem uma alternativa para criar ou modificar projetos, usufruindo de todos os seus benefícios.No artigo de hoje, contaremos um pouco mais do contexto histórico da criação da linguagem Swift, sua importância, além das vantagens e desvantagens de seu uso.Linguagem Swift: história do iOSA Apple sempre teve uma política muito restrita em relação aos seus produtos e desenvolvimentos. Basicamente, o que é deles, é deles, ou seja, o MAC OS, iOS e outros sistemas operacionais funcionam maravilhosamente somente dentro do seu próprio ecossistema.Desde 1980, eles possuem sua própria linguagem de programação, na época o Objective-C, que foi usado por muitos anos para a criação dos seus programas.Com o avanço da tecnologia e da Era Digital, a Apple também quis facilitar o processo de criação dos novos aplicativos para seus dispositivos e computadores e, assim, a linguagem Swift nasceu em 2014, apresentada na WWDC (conferência anual da Apple para desenvolvedores).Ela foi criada como uma opção mais simples, intuitiva e com um desempenho superior ao, até então, Objective-C, e passou a ser o código oficial usado para todos os produtos da Apple.No entanto, também havia a preocupação em relação aos programadores experientes, que já eram especialistas em Objective-C e, mesmo que a linguagem Swift fosse simples de aprender pra eles, pensando nessa possível resistência, a Apple permitiu que utilizassem o mesmo compilador e as duas linguagens pudessem conviver juntas em um mesmo aplicativo. Sendo assim, ninguém foi obrigado a aprendê-la, podendo continuar programando do jeito antigo e ir se adaptando às novas tecnologias no seu ritmo.Em 2015, foi anunciado que a linguagem Swift seria open source, com o objetivo de expandir o seu uso, bem como o desenvolvimento de novos aplicativos seguros e de bom desempenho para OS X e iOS.Qual a importância?Como explicamos anteriormente, a criação da Swift veio ao mercado como uma linguagem fácil de aprender e utilizar. Tudo partiu da ideia de tornar a programação como uma carreira mais presente na humanidade, pois o fato é que ela é promissora no mercado. De acordo com uma pesquisa da Robert Ralf, as habilidades digitais fazem parte da maioria das áreas do futuro.Posto isto, o objetivo é que a linguagem Swift motive e impulsione mais pessoas a criar coragem para adentrar esse mundo, contribuindo para a expansão e consolidação dos aplicativos Apple, que se tornou o mais rentável do mercado atualmente.A Swift é simples de usar e é em código aberto, ou seja, qualquer pessoa com uma ideia incrível tem a liberdade de construir coisas magníficas!Muita gente deve se perguntar: "mas a Objective-C não era o suficiente?". A questão é que ela não era fácil de aprender. Mesmo sendo superpoderosa e com um bom desempenho, o fato é que ela foi construída com base na C e C++, linguagens tradicionais que dificultam muito a compreensão da linguagem para novos programadores.A Digital House também entende a importância da linguagem Swift para o mercado atual e é uma das instituições que capacita seus alunos a dominar o seu uso e serem capazes de construir aplicativos incríveis para o mercado. Tudo a partir do seu curso de Desenvolvimento Mobile iOS.Vale a pena conferir a grade do curso, caso você possua interesse em aprender e ingressar na área. Não há dúvidas de que esse é um caminho certeiro para o sucesso e a estabilidade profissional e financeira que muitos almejam.Vantagens e desvantagens da linguagem SwiftA linguagem Swift possui diversas características que fazem seu uso valer a pena. Quais as suas vantagens? Confira as principais agora mesmo:SimplicidadeA sintaxe da Swift é muito simples, clara, limpa, eficiente e concisa, facilitando a vida dos desenvolvedores, que constroem aplicativos com menos codificação, e das pessoas que aprendem e/ou ensinam outras que querem ingressar no mundo da programação.Modernidade e flexibilidadeA linguagem Swift proporciona diferentes conceitos modernos, como o type safe e o conceito de optionals, para tratar valores nulos. Sendo assim, ela não necessita do uso do ponto-e-vírgula (;) ao final de cada linha. Isso fica a gosto do freguês!Além disso, é flexível, trabalhando com diferentes funcionalidades, como closures, subscripts, generics e muitas outras!Ótimo desempenhoA Swift possui uma performance rápida e eficiente, respondendo em tempo real e podendo ser aplicada junto a um código Objective-C já existente. Deste modo, os apps criados com a linguagem são rápidos, dinâmicos, oferecendo uma boa experiência aos seus usuários.De acordo com dados da própria Apple, a Swift pode ser até 2,6x mais rápida que Objective-C e até 8,4x que a Python.Swift PlaygroundsEste é um ambiente de desenvolvimento criado pela Apple. Ele foi anunciado juntamente com a linguagem. Nele, é possível escrever códigos com os resultados sendo exibidos em tempo real. É uma boa maneira de testar blocos de códigos, funções, classes, entre outras coisas, sem a responsabilidade de um projeto completo.Mesmo com diversas vantagens, o Swift, assim como outras linguagens, também possui suas desvantagens e nós também te contaremos aqui, para que você faça uma boa escolha ao ingressar no mundo da programação. Confira:Limitação de sistemaComo citamos anteriormente, a linguagem Swift funciona somente no campo Apple. Sabemos que os diferentes equipamentos da marca são caros, principalmente aqui no Brasil. Então, se tornar um desenvolvedor iOS acaba necessitando de uma atenção em alguns investimentos.Quantidade de dispositivosSabemos também que o Android, principal concorrente do iOS, possui uma quantidade muito maior de dispositivos vendidos no Brasil. No entanto, os produtos da Apple são verdadeiros objetos de desejo das pessoas e, mesmo com um público menor, ele se mantém fiel e tende a aumentar, com mais gente querendo investir e adentrar no mundo da Apple.Gostou? Interessado em aprender mais sobre o mundo da programação? Recomendamos você baixar agora mesmo nosso material sobre Mobile Only, entendendo ainda mais a importância dessa mentalidade para as empresasLeia mais no blog DH: + SEO para E-commerce: como ranquear sua loja virtual+ Brand Personas: o que são e como fazer?+ Estratégia para gerar leads: do básico ao avançadoE aí, já segue a gente no Twitter? Vem pra rede, vamos conversar sobre habilidades digitais! ;)

Buzz marketing: saiba sobre este conceito e como aplicam img
#Marketing

Buzz marketing: saiba sobre este conceito e como aplicam

Cada vez mais empresas têm investido no buzz marketing para impulsionar seus conteúdos, gerando compartilhamentos, discussões, para que sejam lembradas pelas pessoas.Pensando no avanço da tecnologia, os negócios têm priorizado muito o marketing digital, que dispõe de uma infinidade de recursos. Entre eles, estão as campanhas que buscam fazer com que as marcas fiquem na "boca do povo". Essa é a principal base do buzz marketing, um conceito que pode mudar o rumo dos negócios, se for bem planejado e explorado.Muitas pessoas podem confundir com marketing viral, mas não é a mesma coisa. Claro, há algumas semelhanças, mas estrategicamente, alguns pontos separam os conceitos. O buzz marketing é a garantia de que as marcas sejam reconhecidas e aumentem sua popularidade de maneira planejada, sabendo com mais exatidão o que os seus consumidores estão falando sobre ela.Sendo assim, neste artigo, explicaremos tudo sobre este conceito e qual a diferença entre marketing viral e buzz marketing. Ficou interessado(a)? Acompanhe.O que é o buzz marketing?O buzz marketing é um conjunto de ações e técnicas, com foco em gerar assuntos e engajamentos de determinadas marcas ou produtos. Os consumidores conversam entre si sobre algo que uma empresa vem fazendo recentemente, fazendo com que mais pessoas se interessem por ela.Este é um trabalho de estratégia, ou seja, totalmente planejado, com uma previsão de como o público-alvo será impactado e receberá a comunicação. É justamente isto que você deve estar pensando: burburinhos, boca-a-boca, agitação, comentários, animação em torno de um assunto, entre outras coisas que tornem a marca um bom assunto para conversar sobre nas redes sociais, por exemplo.Em algum momento, você já deve ter se deparado com o conteúdo de alguma campanha, que possuía foco em buzz marketing, mesmo que não seja os comerciais tradicionais de TV. Isso porque não é algo necessariamente apresentado como uma publicidade de venda direta, pois não é o objetivo principal, mas sim criar discussões e comentários entre as pessoas.Para que a estratégia funcione, é preciso ser algo interessante. Por isso, é necessário criatividade e conhecimento profundo do público-alvo da marca. Quanto mais entendimento da persona, mais chances terá de ser alcançada.Qual a diferença entre marketing viral e buzz marketing?Muitas pessoas costumam confundir a ideia de marketing viral e buzz marketing, definindo como conceitos iguais. No entanto, mesmo que parecidas, são conceitos diferentes ao olhar estrategicamente para uma campanha de marketing.O marketing viral foca na criação de tópicos “viralizáveis”, ou seja, que possuem potencial para serem compartilhados. O conteúdo, neste caso, é o fator principal de atuação, pois deve ser relevante e atraente para o consumidor, que o deseja passar para frente por conta própria, chegando ao maior número de pessoas possível.Todo esse processo se torna interessante para o negócio, que não vai ter custo de divulgação, já que as ações de compartilhamento são espontâneas.Normalmente, não é algo minuciosamente pensado e não há um estudo detalhado de estratégias, pois o foco é chamar a atenção mesmo, sem um planejamento de continuidade. No entanto, a grande vantagem do marketing viral é fazer com que as pessoas sejam divulgadoras do conteúdo, aumentando o conhecimento da marca e sua autoridade no mercado.Já o buzz marketing tem um objetivo diferente, pois seu foco não é apenas impulsionar a imagem de um negócio, mas também permitir que as pessoas conversem sobre a marca, produto ou serviço. É uma ação mais estratégica, pois as reações são sempre projetadas anteriormente e pensadas diretamente para o seu público-alvo.A estratégia acaba se tornando não somente uma ferramenta de alcance, pois é específico para um grupo de pessoas de diferentes tamanhos, mas também fazendo com que as pessoas debatam entre si sobre o que foi veiculado, contribuindo para que o assunto dure por mais tempo e resultando em conversões de novos leads.Com tudo isso, podemos ver que os resultados e objetivos das duas estratégias são diferentes. Em poucas palavras, o buzz marketing cria um valor social para a marca, a partir de discussões, e o marketing viral visa o alcance de mais pessoas em pouco tempo, a partir de compartilhamentos.Como acontece o buzz marketing nas redes sociaisPor trás de diversas campanhas que se tornam assunto entre as pessoas, principalmente nas redes sociais, há uma análise completa de comportamentos e efeitos realizada previamente.Mark Hughes é um publicitário que se tornou um dos maiores estudiosos dessa estratégia. Ele destrinchou o conceito e descreveu 6 tipos de gatilhos que são eficazes na promoção de discussões sobre um assunto em seu livro Buzzmarketing. Confira agora mesmo:O tabuEste é um gatilho ativado nas pessoas quando uma campanha aborda um assunto polêmico. Não é algo no sentido fora da lei, mas temas que possuem controvérsias, que permitam as discussões e posicionamento entre as pessoas de maneira saudável. Neste sentido, é importante ter muito cuidado, pois os tópicos não podem ofender as pessoas, como a abordagem de religiões, questões sociais, entre outros exemplos. O incomumAqui temos a situação de vermos algo que foge dos padrões que já conhecemos. Um novo produto, por exemplo, que chega como novidade no mercado e possui uma função jamais vista antes. A tecnologia, que está sempre avançando, usa bastante deste gatilho.O extraordinárioEste gatilho é ativado quando algo é realmente positivo e os clientes sempre estão satisfeitos com o produto ou serviço oferecido por uma marca. Neste caso, a discussão entre as pessoas, em uma campanha, é causada pela própria eficiência da marca em cumprir com sua proposta de oferta da melhor maneira.O chocanteEste é um dos gatilhos mais comuns, pois tudo que choca, em qualquer ponto de vista, sempre gera comentários. Neste caso, aqui também é preciso ter todo o cuidado e estudo para chocar de forma positiva. Há muitas maneiras de gerar essa reação, evitando ir para um campo negativo.O hilárioQuem não gosta de dar uma boa risada espontaneamente, não é mesmo? Este gatilho apela para conteúdos que despertam essa reação. Na história da publicidade, diversas campanhas engraçadas são sempre lembradas pelas pessoas.O segredoTodos os seres humanos são naturalmente curiosos e procuram por dicas, pistas e segredos. Isso acontece principalmente no mundo dos famosos, não é mesmo? Este gatilho explora esse lado, principalmente a necessidade de participação das pessoas. O receio de "perder" ou não saber de algo faz com que elas dediquem sua atenção em saber do que se trata a campanha, até o momento da revelação final.Qualquer estratégia de buzz marketing, que aplique qualquer um ou mais desses gatilhos de maneira planejada, com certeza alcançará um bom engajamento e atingirá seus objetivos.A Digital House reconhece a eficácia do conceito para as empresas e o aborda nas grades dos cursos de Marketing Digital e Marketing Digital Avançado, que vem formando diversos especialistas, que fazem toda a diferença no mercado de trabalho. Recomendamos você também a ingressar e alcançar o seu sucesso profissional!3 empresas que fazem muito bemVocê provavelmente já se deparou com diversas campanhas de buzz marketing, mesmo sem saber. E não há maneira melhor de entender o conceito do que ver cases reais, não é mesmo? Portanto, separamos exemplos de 3 empresas que fazem isso muito bem. Confira:NetflixVocês lembram do meme que viralizou em 2018, quando uma criança de apenas cinco anos tentou faltar na escola para assistir séries? Na época, ele entregou um bilhete a sua mãe, fingindo ser a professora, onde no final estava escrito "É verdade esse bilete".Esse fato caiu na conversa das pessoas, e a Netflix foi muito inteligente em aproveitar o momento e entrar na brincadeira, fazendo um buzz marketing e oferecendo cupons de descontos nos seus "biletes". O resultado não poderia ter sido outro: um número considerável de novas conversões para a marca.BoticárioEm 2015, na época do Dia dos Namorados, o Boticário lançou uma campanha abordando diversos tipos de relacionamentos, incluindo os LGBTQIA+, que gerou muito assunto.Na época, a marca aproveitou para envolver o tabu e provocou muita discussão entre as pessoas, o que, no final, rendeu um prêmio para a marca na principal categoria do Effie Awards Brasil 2015.AppleToda vez que Steve Jobs pronunciava sua clássica frase "One more thing", que em português significa "mais uma coisa", todos já sabiam que algo incrível estava por vir.Essa era sua técnica particular de apresentar novos produtos ou novidades bombásticas da Apple. Ele agia como se fosse sair do palco e a apresentação tivesse terminado, mas, de repente, parava e dizia sua frase.Este é um ótimo exemplo de buzz marketing, que trabalha com diferentes gatilhos e sempre gerou milhares de comentários entre os amantes da Apple, além de novos consumidores crescentes.Gostou desse conteúdo? Ficou interessado em aprender mais sobre o vasto mundo do marketing digital? Aproveite e leia mais sobre marketing de performance e quais são seus principais indicadores.Leia mais no blog DH: + SEO para E-commerce: como ranquear sua loja virtual+ Brand Personas: o que são e como fazer?+ Estratégia para gerar leads: do básico ao avançadoE aí, já segue a gente no Twitter? Vem pra rede, vamos conversar sobre habilidades digitais! ;) 

O que é ciclo de vida do produto e como ele funciona? img
#Marketing
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O que é ciclo de vida do produto e como ele funciona?

Já parou pra pensar na relação entre biologia e produtos digitais? Explico.Você sabia que produtos têm vida? Se pensarmos na definição de vida como "propriedade que caracteriza os organismos cuja existência evolui do nascimento até a morte", isso faz todo o sentido. Tal qual organismos vivos, produtos também nascem, evoluem e morrem.Mas para conseguir entender o ciclo de vida de um produto, precisamos entender a diferença entre projeto e produto antes. De maneira simplificada, quando falamos de projetos, lidamos com coisas que possuem início, meio e fim muito bem delimitados pelo escopo da solução. O bom e velho método tradicional de desenvolvimento em waterfall, com levantamentos de requisitos, passagem de bastão entre etapas e um lançamento apenas no final do processo, funciona bem nesses casos.Depois que a solução é lançada, ponto final. Apenas eventuais manutenções são executadas, mas via de regra não há incremento de valor e novas funcionalidades sendo lançadas dentro da mesma solução. Caso seja do interesse fazer novos investimentos, uma nova versão é elaborada e passa pelas mesmas etapas de projeto até o lançamento.Produtos, por outro lado, não possuem escopo fechado. Por isso, métodos ágeis costumam ser mais interessantes para esses casos. A solução é lançada com o mínimo viável e continua sendo melhorada de maneira incremental enquanto ainda fizer sentido. "Seu trabalho como Product Manager não é definir o produto final, mas sim definir o menor produto possível que alcance seus objetivos" ― Marty Cagan, Inspired: How To Create Products Customers LoveMas o que isso significa?Que o produto continua "vivo" - ou seja, continua recebendo melhorias - enquanto ainda há uma demanda que justifique o investimento. Produtos também possuem início, meio e fim, mas que dependem do interesse dos seus usuários - e também dos stakeholders. Quando o produto deixa de ser interessante, ele eventualmente "morre" e deixa de receber melhorias, até ser descontinuado em termos de suporte e manutenção.Da mesma forma que um organismo vivo, entre o nascimento e a morte existem diferentes etapas/fases de amadurecimento, e que exigem estratégias diferentes na sua gestão. A transição entre essas diferentes etapas é o que chamamos de ciclo de vida de produto.Qual a importância do ciclo de vida do produto?Entender as diferentes fases em que o produto pode se encontrar, durante o seu ciclo de vida, é essencial para traçar os próximos passos e definir a estratégia do desenvolvimento.Vamos fazer um paralelo com o crescimento físico de um organismo vivo - por exemplo, um ser humano: desde o nascimento, há a infância, adolescência, vida adulta, vida idosa, e eventualmente a morte. Cada uma dessas fases exige diferentes recursos e possui diferentes objetivos - se na infância há uma necessidade de atenção mais próxima e fornecer uma série de recursos básicos para a consolidação do corpo, na adolescência essa atenção diminui e os recursos também mudam, pois o objetivo é crescer e amadurecer.Na vida adulta então, o crescimento é interrompido e o ápice físico é atingido, onde então fazemos de tudo para nos manter nesse patamar físico e retardar ao máximo o declínio - que inevitavelmente chega - mudando novamente os objetivos e a forma de lidar com o corpo.Faz sentido você alimentar um adulto com fórmula, ou ver como ele está a cada 5 minutos? Ou então, faz sentido você poupar recursos durante o crescimento, se eles forem essenciais para chegar na maturidade?Com produtos, respeitadas as devidas proporções e complexidades, a lógica é bem semelhante. Dependendo da etapa em que ele se encontra, a forma com que você irá gerir e priorizar o desenvolvimento varia. E só é possível ter essa consciência e tomar as melhores decisões se você compreender o ciclo de vida e conseguir identificar em qual etapa o seu produto está.Conheça as principais etapas do ciclo de vida do produtoO ciclo de vida do produto é composto por 4 etapas (ou 5, se você considerar a "gestação", o Desenvolvimento): Introdução, Crescimento, Maturidade e Declínio. Essa quebra vem de um estudo feito por Theodore Levitt, da Universidade de Harvard, de 1965. As etapas são sequenciais, o que significa que só é possível ir para a etapa seguinte após uma execução bem feita da etapa anterior. Não faz sentido partir para estratégias de Crescimento, sem antes garantir que o produto foi devidamente Introduzido, e assim por diante. Vamos entender a diferença entre cada uma delas:IntroduçãoSeu produto está pronto para ser lançado. Você já fez todo o processo de Product Discovery, entendeu o problema a ser resolvido e finalizou o desenvolvimento do seu MVP (Minimum Viable Product, ou mínimo produto viável). Agora é a hora de disponibilizar ele para o usuário (mesmo que apenas para uma parcela deles).É a hora em que o product-market fit é colocado à prova, o momento onde ocorre o teste inicial no mercado para saber se o seu produto de fato resolve o problema e desperta interesse do usuário. Nessa etapa acontece um ciclo super iterativo de melhoria e refinamento - em alguns casos movimentos bruscos, ou "pivot" como o mercado chama - até atingir um ponto sustentável para que o produto seja escalado: o modelo de negócio da sua solução funciona e o LTV (Lifetime Value, ou o valor gerado pelo usuário ao longo da vida dele utilizando o seu produto) é maior do que o CAC (Customer Acquisition Cost, ou custo de aquisição de um usuário). Ou seja, o seu produto tem potencial para trazer retorno de investimento - não significa que o seu negócio como um todo já será lucrativo, mas que considerando cada usuário existe um retorno de investimento (cuidado para não confundir as coisas!).Hora de escalar!CrescimentoNa etapa de crescimento, o investimento no produto continua alto, mas ele passa a migrar aos poucos do desenvolvimento para o marketing. Embora ainda haja um mar de oportunidades de melhoria a serem feitas no produto, ele já está maduro o suficiente para tentar chegar no máximo de usuários possíveis.Esse é o momento em que o gestor de produtos precisa fazer a sua solução alcançar o máximo de penetração no mercado possível, ao mesmo tempo em que maximiza o LTV. Ou seja, aumenta e melhora cada vez mais a proposta de valor, até para que seja possível alcançar usuários cada vez mais "distantes" e/ou "resistentes" a usarem a solução. Aqui é o momento que acontece - ou se tenta - cruzar o famoso abismo, detalhado por Geoffrey A. Moore no livro Crossing The Chasm, o desafio de se chegar na massa de usuários - o mainstream market.Se o desafio é concluído, chegamos no ápice do ciclo de vida, a maturidade.MaturidadeSeu produto já possui uma proposta de valor consolidada e um excelente market share. Já passa a ser cada vez mais difícil encontrar melhorias que justifiquem grandes investimentos, o trabalho agora se resume a garantir uma manutenção desse patamar pelo maior tempo possível, se protegendo de possíveis concorrentes e ganhando escala na aquisição de clientes - minimizando o CAC.Quem diria, seu produto praticamente maximizou o LTV, minimizou o CAC, e possui uma base grande de usuários retidos. O resultado financeiro alcançado é excelente. Parece um sonho, não? Porém, mesmo diminuindo os investimentos no produto, essa é a hora que não se pode relaxar: é necessário estar atento às mudanças no mercado e no comportamento do usuário, focando bastante em inovação, para garantir que o seu produto continue se adaptando e gerando valor ao longo do tempo, - ou que novos produtos seus surjam para o portfólio - caso contrário ele correrá o risco de entrar na indesejada fase final: o declínio."As espécies que sobrevivem não são as mais fortes, nem as mais inteligentes, e sim aquelas que se adaptam melhor às mudanças" ― Charles Darwin, Origin of SpeciesDeclínioApós uma longa e próspera fase de maturidade - claro, se tudo deu certo - o seu produto chegará em algum momento à fase final da sua vida. Isso pode ocorrer por diversos motivos: um novo concorrente surgiu e aos poucos tomou o seu lugar; o CAC voltou a subir demais a ponto de não compensar adquirir novos usuários; o tanto de esforço a ser feito para adaptar/melhorar o produto já não compensa o ganho em LTV; a necessidade do usuário que o seu produto resolvia deixou de existir; etc.Independentemente do motivo, o fato é: já não compensa investir recursos nesse produto, e praticamente não há mais o que se fazer para evitar a sua morte.Chegou a hora de se despedir desse produto, e descontinuar o investimento. Se você fizer a lição de casa direito, essa morte será celebrada por todo o legado que o produto deixou, e o foco do negócio passará a outros produtos do seu portfólio, que estejam em etapas anteriores do ciclo de vida.E assim as coisas seguem. Novos produtos surgem, antigos produtos morrem, nesse ciclo de vida dinâmico, belo e gratificante. Que aos poucos tende para que os novos produtos sejam cada vez mais evoluídos e sofisticados que os anteriores, nessa espécie de darwinismo digital. Aprenda sobre Produtos DigitaisNa Digital House, você aprende na prática sobre ciclo de vida do produto, mas também outros conceitos básicos para a área de Produto. Saiba como criar um MVP, entenda o que é lifetime value, criação de personas e design thinking. As aulas do curso de Product Manager são ao vivo e com especialistas de mercado.Leia mais no blog DH: + SEO para E-commerce: como ranquear sua loja virtual+ Brand Personas: o que são e como fazer?+ Estratégia para gerar leads: do básico ao avançadoE aí, já segue a gente no Twitter? Vem pra rede, vamos conversar sobre habilidades digitais! ;)