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Introdução e boas práticas em UX Design: guia completo

Introdução e boas práticas em UX Design: guia completo
#UX
7 de julho - min de leitura

Com o avanço da área de marketing, a experiência do usuário tem se destacado bastante no mercado atual. Por conta disso, saiba a importância da introdução e boas práticas em UX Design para as empresas.


Você, com certeza, já ouviu falar da importância da introdução e boas práticas em UX Design para as empresas, não é mesmo? User Experience (experiência do usuário) tem sido um dos termos mais usados na área de Marketing, quando os negócios pensam em sua autoimagem, na fidelização de seus clientes e no aumento da conversão de vendas.

Hoje, vamos explicar alguns pontos que fazem com que os clientes gostem mais de uma determinada marca do que outra, dando respostas mais assertivas para o processo de implantação e desenvolvimento de um projeto de produto ou interface digital. Se você ainda não descobriu como a introdução e boas práticas em UX Design podem influenciar o sucesso de um negócio, recomendamos que acompanhe essa leitura.

Entenda o conceito de UX Design

User Experience, experiência do usuário ou UX Design é uma área da tecnologia que possui o objetivo de garantir a melhor experiência dos clientes com algum produto ou serviço.

Para que isso aconteça, o processo de desenvolvimento inclui pesquisa, entendimento da necessidade, dor, habilidade e limitação dos seus usuários e deve estar alinhado com os objetivos da marca, para desenvolver produtos e/ou serviços que valham a pena tanto para a empresa quanto para os seus clientes.

É por isso que cada vez mais as organizações procuram se adaptar à introdução e boas práticas em UX Design, pois é muito mais do que o desenvolvimento do produto ou serviço em si, as suas funcionalidades ou como as pessoas interagem, mas também uma pesquisa aprofundada de mercado, a interação das pessoas com a marca desde o processo de venda, a utilização em si e o pós-venda. Ou seja, toda a jornada do usuário faz parte do UX Design.

UX Design é tendência no mercado

De acordo com um estudo realizado pela Nielsen Norman Group (NN/g), a área da experiência do usuário está em um processo constante e intenso de crescimento. A previsão é de que, em 2050, o mercado tenha cerca de 100 milhões de profissionais envolvidos com os processos de UX dentro das empresas.

Isso porque cada vez mais empresas estão passando a compreender que o UX Design é necessário para qualquer estratégia que busque agregar valor ao negócio.

Um ponto importante também a se destacar é que, mesmo em meio à realidade pandêmica, iniciada no começo de 2020, o mercado de UX Design não parou de crescer. Com o isolamento e quarentena das pessoas, grande parte das empresas teve de adaptar seus produtos e serviços ao mundo digital.

Para realizar isso da melhor maneira, contrataram profissionais de UX, além de product managers para efetuar essas transformações de maneira assertiva.

Quais são os principais benefícios?

Quando falamos nos benefícios da introdução e boas práticas em UX Design, é necessário pensar em dois pontos de vista: a do usuário e do negócio, onde ambos têm a ganhar com esse processo.

Do ponto de vista do usuário, a importância do UX Design é muito clara. As pessoas buscam ter boas experiências quando escolhem um produto ou serviço para consumir. Isso deve incluir a facilidade de uso, a solução de problemas e a sensação de bem-estar, desde o primeiro contato com a marca até o pós-venda.

Falando do ponto de vista do negócio, o UX também traz diversos benefícios. Confira:

Fidelidade do usuário

Uma boa experiência do usuário com um determinado produto ou serviço pode construir a lealdade entre o cliente e sua marca. Um aplicativo ou site que oferece uma interface simples, com funcionalidade fácil e apoiado por um ótimo serviço, fará com que seus usuários retornem repetidamente. 

Desenvolvimento da imagem da marca e da empresa

Este é um dos principais objetivos para qualquer organização, não é mesmo? Um processo de UX bem aplicado no desenvolvimento de produtos digitais estimula a fidelidade do usuário, como abordado no item anterior, e contribui para uma melhor reputação da marca e da empresa no mercado.

Proporciona meios de mensurar resultados

Ao aplicar as estratégias de UX dentro da empresa, é possível ter a dimensão do retorno dos investimentos, seja de tempo, dinheiro e esforço da equipe nos projetos de desenvolvimento de produtos. Os resultados deixam de ser pouco tangíveis e se tornam realísticos, alinhando as métricas e indicadores com os objetivos do planejamento realizado por meio de muita pesquisa.

Aumento da receita e diminuição de custos

Oferecendo uma boa experiência aos usuários, conquistamos a fidelidade do mesmo, além das chances maiores de prospecção para novos clientes, fazendo com que haja o aumento da receita.

Além disso, com um bom planejamento de estratégias de UX em um negócio (que inclui todas as informações de pesquisa, além da prototipagem e testes de usabilidade), é possível controlar todos os gastos de desenvolvimento, buscando sempre se manter dentro do orçamento e usando sabiamente seus recursos internos.

Quais são as principais áreas dentro de UX?

É importante saber que dentro da área de UX Design existem atuações específicas em todo o fluxo de desenvolvimento. Cada uma dessas atribuições possui diferentes responsabilidades e habilidades, que exigem perfis distintos de profissionais.

Sendo assim, se você possui interesse em ingressar na área, há a possibilidade de se aperfeiçoar em um campo, dentro da área de UX, que mais te interessa. Confira quais são agora mesmo:

UX Researcher

• Profissional que realiza pesquisas, conduzindo entrevistas e testes.

• Análise dos dados quantitativos e qualitativos das pesquisas.

• Desenvolve personasproto personas, jornadas do usuário e protótipos.

• É responsável por comunicar os resultados para os demais envolvidos no desenvolvimento do produto digital.

Arquiteto da Informação

• Com as informações das pesquisas e testes com usuários, o profissional cria mapas que representam a hierarquia do conteúdo nas interfaces.

• Desenvolve modelos e fluxogramas.

• Elabora protótipos e cria templates.

Desenvolvedor UI/UX

• Desenvolve as interfaces, trabalhando com códigos e linguagens de programação.

• Atua lado a lado com os designers, nas ideias e identificação de problemas em potencial nas interfaces, pesquisando possibilidades e possíveis limitações.

• Desenvolve protótipos.

• Procura por dificuldades técnicas na experiência do usuário.

Analista de Usabilidade

• Atua junto aos UX researchers, na condução dos testes de usabilidade.

• Realiza inspeções de usabilidade, identificando problemas e propondo soluções.

• Constrói as observações e insights durante as ações.

• Desenvolve protótipos e wireframes.

UX Writer

• Atuando ao lado dos UX researchers, este profissional deve entender quem são as personas e quais são suas necessidades.

• Escreve textos para toda a interface de interação do usuário, construindo uma narrativa que tenha coerência em toda a jornada do cliente.

Product Designer

• Este profissional está envolvido em todo o processo e com todas as funções acima, tendo habilidades tanto de UX Design quanto de UI Design.

• Entendimento de negócios e metodologias específicas de trabalho, como Lean UX e Design Thinking, por exemplo.

Agora que você já sabe os principais benefícios e atuações dentro de UX, deve entender também que realizar um curso na área é uma ótima opção para ingressar na carreira, adquirindo uma base sólida de conhecimentos.

Na Digital House, temos o curso de Experiência do Usuário (UX). Além de ensinar todo o processo de desenvolvimento nas empresas, as aulas também abordam as diferentes funções de forma detalhada, tornando possível a especialidade ao aluno.

Além disso, todos os alunos podem participar do programa de apoio à recolocação (gratuito), além de feiras de recrutamento exclusivas (Recruiting Day). Inscreva-se e impulsione sua carreira profissional agora mesmo!

5 boas práticas para serem aplicadas

Finalmente chegamos nas principais práticas de UX Design que seus usuários irão amar, caso sejam aplicadas no dia a dia. Separamos as 5 principais para te ajudar. Confira agora mesmo:

1) Teste, teste e teste de novo!

Testar a usabilidade de um produto no processo de UX é uma ação constante e necessária para a validação de todas as ideias do projeto. Não tenha medo de testar! E saiba que, mesmo os planejamentos mais detalhados e complexos são passíveis de erro. O importante é estar pronto para todos eles!

2) Pense Mobile First

Diversos veículos e estudos já explicaram e comprovaram que, no Brasil, o celular é mais utilizado que o computador para acessar a internet. Este é um dado muito importante e não dá para ser ignorado. Portanto, as marcas devem pensar que o seu usuário está sempre conectado e tem a expectativa de um bom serviço nos dispositivos móveis em sua rotina do dia a dia.

3) Uma boa performance é essencial

Sim, a velocidade de um site é um fator que conta muito para uma boa experiência do usuário! De acordo com um infográfico da Kissmetrics, 40% dos visitantes abandonam sites que demoram mais de 3 segundos para carregar e cada 1 segundo no tempo de carregamento de uma página web reduz, em média, 7% das conversões. São dados que contam muito, não é mesmo?

4) Use hierarquia para facilitar a navegação do usuário

Ao realizar a arquitetura da informação, é necessário pensar na relação e organização de itens, palavras, imagens e demais elementos de uma página. Tudo deve ser pensado estrategicamente, para trabalhar com o lado intuitivo dos usuários, permitindo que ele consiga atingir seus objetivos facilmente.

5) As cores são importantes sim!

Quem entende sobre psicologia das cores, sabe que muitos estudos comprovam que o nosso cérebro transforma a percepção das cores em diferentes sensações e/ou emoções, como revela a pesquisa, 93% das pessoas prestam atenção no aspecto visual antes de decidirem consumir determinado produto ou serviço de uma marca.

Neste contexto, você já deve ter ouvido falar que cores quentes tendem a manifestar determinados sentimentos, assim como as cores frias e neutras transmitem outras sensações. Portanto, quanto mais se aprofundar no conhecimento de quem é sua persona, você terá mais chances de alinhar as expectativas dele em relação ao visual da sua marca, oferecendo a melhor experiência em todos os sentidos.

Não é demais o mundo do UX? Quer continuar aprofundando os seus conhecimentos? Recomendamos a leitura do nosso material rico sobre a jornada profissional de um UX Design para iniciantes.

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Outras notícias

 O que está em alta no mercado de trabalho?  img
#Carreira

O que está em alta no mercado de trabalho?

Estamos vivendo uma série de desafios, onde a economia, por exemplo, teve o PIB diminuído em 9,7% no segundo trimestre de 2020. Além disso, o mercado de trabalho também está sofrendo as consequências da crise, com o avanço da taxa de desemprego, que passa dos 14%, segundo o IBGE. Com o efeito deste números, vem a pergunta: o que está em alta no mercado? Ainda existe algum setor que valha a pena ser investido?Os efeitos da crise se espalharam em praticamente todos os setores, com impacto em diversas carreiras. Naturalmente, alguns campos sofreram menos do que outros e o mercado teve que se adaptar ao home office, por conta do isolamento social. No entanto, ainda no ano de 2020, algumas áreas passaram a ter indícios de recuperação e voltaram a operar de forma consistente e até impulsionada.Acompanhe este artigo e, além de entender o que está em alta no mercado, saiba quais são as principais tendências para quem busca ingressar em uma nova carreira e/ou quer estabilidade profissional e financeira.O que mais está em alta no mercado?Está mais do que claro. Ao pesquisar sobre o que está em alta no mercado, existe um setor que sempre predomina em qualquer previsão de tendência para o futuro: a tecnologia. Com a realidade pandêmica, as inovações e os processos digitais foram acelerados.O isolamento social alterou a forma das pessoas viverem. Com a população dentro de casa, todo mundo passou a buscar por entregas rápidas, delivery, entre outras opções. Embora tudo isso já existisse antes da pandemia, o período impulsionou a área, que agora está consolidada no mercado e é irreversível.A digitalização ocorreu em diversos setores e muitas empresas não estavam preparadas para isso. Sendo assim, cresceu  a demanda por profissionais como engenheiros de softwares, analistas de dados, marketing digital, linguagens de programação, para suprir as demandas criadas pelo novo comportamento da população. Conforme as empresas vão passando pelo processo de transformação digital para se manterem firmes no mercado, determinadas habilidades técnicas e competências se tornam mais necessárias.A Digital House oferece diversos cursos que formam especialistas dentro das áreas do futuro que demandam habilidades digitais, em aulas ministradas por professores que estão no mercado. Conheça os cursos de marketing digital, UX, dados, programação e negócios.Quais serão as tendências para os próximos anos no marketing?Não há dúvida. O marketing é uma das áreas que oferecem diversas profissões do futuro. Isso porque a atuação só vem aumentando e, para quem deseja ingressar nesse campo, o melhor momento de se preparar é agora!São muitas empresas existentes no mercado e, ao mesmo tempo, novas organizações, de diferentes portes, surgem constantemente. Isso faz com que haja mais competitividade e os gestores invistam em trabalhar sua imagem para o público, através das mídias digitais e a promoção de seus produtos e serviços.Neste cenário, o marketing digital é a atividade principal do ramo. De acordo com informações da Pesquisa Maturidade do Marketing Digital, desenvolvida pela parceria entre a Resultados Digitais, Mundo do Marketing, Rock Content e Vendas B2B, 94% dos entrevistados afirmaram usar o marketing digital como estratégia para crescer no mercado. E mais: 95% deles comentaram que as suas próprias estratégias ainda precisam de melhorias, abrindo mais demandas para novos profissionais que queiram ingressar na área.A internet é um dos recursos principais da Era Digital, onde a maior parte das pessoas troca informações e se comunica socialmente. Com isso, encontrar uma empresa sem site ou contas nas redes sociais, é praticamente impossível. Elas precisam promover o negócio e prospectar novos leads por meio dessas e outras ferramentas digitais.Este movimento das empresas para o ambiente online foi potencializado pela pandemia, onde até as organizações com pensamentos mais tradicionais entenderam a necessidade de aderir às estratégias digitais para se manterem firmes no mercado. Por isso, podemos concluir que o mercado de marketing está em um ótimo momento.A Digital House entende a importância da área e a sua tendência cada vez maior no mercado de trabalho. Confira as grades dos cursos de Marketing Digital e Marketing Digital Avançado e veja tudo o que você pode aprender, estudando em uma escola referência nas habilidades digitais da América Latina.Quais são as tendências para o futuro do software?Nos últimos anos, a área de desenvolvimento teve muitas mudanças. Novos dispositivos e modelos ditam formas de criar aplicativos e páginas web. A tendência é a tecnologia ficar cada vez mais próxima das pessoas, priorizando uma experiência do usuário cada vez melhor. Se você está questionando o que está em alta no mercado, esta também é uma ótima opção a ser considerada.Neste cenário, as empresas devem estar preparadas para flexibilizar suas rotinas, adotando as novas tendências de TI e no processo de construção das interfaces digitais, pensando em proporcionar o melhor ao cliente em seu resultado final.A computação em nuvem, por exemplo, permite que os desenvolvedores tenham seus processos mais flexíveis e integrados, não precisando necessariamente estar no ambiente de trabalho para elaborar uma ferramenta. Para isso, basta uma boa conexão com a internet para acessar seus frameworks e IDEs.Para a construção de interfaces, a área de User Experience (UX) é cada vez mais essencial. Desde descobrir as reais necessidades do público-alvo, aplicar um design responsivo, informações e conteúdos dispostos estrategicamente até a escolha certa das cores e imagens fazem parte de todo esse processo.Independentemente de qual meio de comunicação ou área, quando o assunto é tecnologia e habilidades digitais, as notícias sempre são sobre o crescimento constante do setor e as inúmeras oportunidades disponíveis no mercado.A Digital House tem consciência de todas essas tendências e oferece os cursos de Desenvolvimento Web Full Stack, Desenvolvimento Mobile Android e Desenvolvimento Mobile iOS, para quem possui interesse na área de programação e o curso de Experiência do Usuário (UX) para os apaixonados em criar produtos e interfaces que oferecem a melhor interação para cada cliente.Principais tendências para a área de dadosJá ouviram falar que o dado é o novo petróleo da atualidade? Pois é, todos os dias, muitas informações são geradas no mundo online. Com isso, as empresas estão sempre buscando informações relevantes nesse infinito universo, para melhorar e otimizar suas demandas e tomar as melhores decisões.A área abarca carreiras mais generalistas, como o analista, que formula novos conceitos e identifica informações em comum entre diferentes informações, vindos de diversas origens, campos e assuntos, para orientar o planejamento das empresas.Ao mesmo tempo, há áreas mais específicas, como o cientista de dados, que precisa de um background maior em determinadas habilidades, como matemática, estatística, computação e o especialista em inteligência artificial, que manipula os diversos softwares que operam e aprendem novos recursos por conta própria.A área é relativamente nova. Porém, quando se pesquisa o que está em alta no mercado, não há dúvida de que ela está superaquecida. Normalmente, as pessoas que ingressam no campo possuem diversas origens profissionais, como Estatística, Engenharia, Administração ou Economia.Em meio a sua trajetória de carreira, todos buscam uma especialização para adquirir os conhecimentos necessários e transitar de área. Sendo assim, qualquer pessoa possui potencial para ingressar no campo.De acordo com um levantamento da Associação Brasileira das Empresas de Tecnologia da Informação e Comunicação (Brasscom), cerca de 420 mil novas vagas no mercado de tecnologia devem ser criadas até o ano de 2024. No entanto, as previsões apontam que 150 mil delas não serão preenchidas por falta de profissionais qualificados.Se você está pensando em ser um profissional da área de dados, este é o melhor momento para começar esta jornada. Com pouca gente qualificada para muita oferta por parte das empresas, quem se interessa por este universo já está à frente da concorrência, considerando a alta possibilidade de alcançar sua estabilidade profissional e financeira.Recomendamos que você confira a grade completa dos cursos de Data Science, Data Analytics e Inteligência Artificial (IA) da DH. Eles preparam o aluno para lidar com os desafios do dia a dia da melhor maneira. Termine o curso com um portfólio completo, contando também com o projeto integrador para se colocar no mercado de trabalho.Nós acreditamos que a educação profissional deve estar sempre aliada com o desenvolvimento pessoal. Temos um departamento de carreiras que oferece cursos complementares, palestras, plantão de dúvidas e apoio na transição de carreira e novas oportunidades aos alunos. Nossos dados confirmam que a Digital House tem 95% de empregabilidade dos alunos.Se você gostou deste artigo, baixe também o nosso mapa de carreiras digitais, e veja quais são as áreas e profissões que estão em alta, além de como é a jornada profissional, os panoramas de mercado e o salário médio de cada uma.Leia mais no blog DH:+ Google Analytics Dashboard: crie e personalize com o nosso passo a passo+ O que é brand equity e como as empresas geram valor de marca em seus produtos e serviços+ Marketing digital para iniciantes: 10 dicas de como começar na carreiraE aí, já segue a gente no Twitter? Vem pra rede, vamos conversar sobre habilidades digitais! ;)

NPS: o que significa e qual a sua importância para a DH img
#Otros

NPS: o que significa e qual a sua importância para a DH

Você provavelmente já deve ter recebido algum tipo de e-mail de pesquisa de satisfação para responder, mas nem sempre ficam claros os motivos e as formas pelos quais os resultados são utilizados. Por esse motivo, resolvemos explicar quais são as ideias por trás do esforço permanente em medir a satisfação com os cursos e, por extensão, na escola.Na Digital House o aluno responde a três tipos de pesquisa: uma na metade do curso e uma no final, ao NPS (Net Promoter Score); a cada três semanas de aula, é aplicado o NSI (Net Satisfaction Index); pôr fim, ao final de cada aula as perguntas vêm na forma do 3Q (que bom, que pena, que tal). A frequência, as métricas e a metodologia de cada uma são diferentes entre si, e a ideia aqui é esclarecer o papel do NPS, suas origens e o que esse indicador revela para nós.NPS é uma sigla que significa Net Promoter Score, uma métrica de lealdade do cliente a uma determinada empresa, baseada na atribuição de uma nota numérica entre 1 e 10 ao produto ou serviço consumido. O indicador foi criado a partir da experiência de uma rede de locadoras de automóveis dos Estados Unidos, e parte do pressuposto de que, mais do que a média de satisfação da clientela, o que interessa aos negócios que visam crescimento e resultados de longo prazo é a quantidade de clientes que, de tão satisfeitos, passam a indicar a empresa a colegas e familiares.Ao empregar a escala de 1 a 10, aqueles que atribuem notas 10 e 9 ao produto ou serviço consumido são os “promotores”; os que deram notas 8 e 7 são “neutros” e, de 6 para baixo, estão os “detratores”. A nota final é dada pela subtração da proporção de promotores e detratores, conforme figura abaixo:Fonte: File:Nps.jpg - Wikimedia CommonsAqui na Digital House, os alunos são chamados com frequência a responder pesquisas de satisfação. Periodicamente são disparadas enquetes via email que são, em última instância, um retrato da escola na visão de seu público-alvo.A invenção do NPSAs ideias por trás do NPS vieram à luz num artigo da Harvard Business Review em 2003, sob o ambicioso título “O único número que você precisa para crescer”. Ciente das limitações e custos envolvidos na realização de grandes e complexas pesquisas de satisfação dos clientes (surveys), Andy Taylor, CEO da Enterprise Rent a Car, introduziu uma pesquisa mensal composta de apenas duas perguntas, uma sobre a qualidade da experiência de locação e outra, sobre a probabilidade do cliente repetir a locação com a empresa. A simplicidade das perguntas possibilitou que a empresa fornecesse um feedback rápido para suas mais de 5 mil filiais, com foco apenas nos clientes mais engajados, ou seja, aqueles que fornecem as notas mais altas.E os demais clientes? Obviamente todos interessavam à Enterprise e interessam a qualquer negócio, mas o foco nos entusiastas parte do pressuposto de que estes, e não a média dos clientes, são aqueles que não apenas voltam a consumir, mas recomendam o produto ou serviço a outros consumidores. Afinal de contas, ao recomendar uma empresa para uma pessoa próxima, estamos não apenas atestando nossa satisfação com o ato de consumo, mas também colocando em risco nossa própria reputação. Usando um exemplo que quase todo mundo já viveu, nada pior do que indicar um encanador, por exemplo, e descobrir que a sua indicação foi responsável pelo alagamento da casa dos amigos.Com base na experiência da Enterprise, o professor Frederick Reichheld sistematizou dados sobre outras companhias e setores de atividade, procurando identificar uma suposta correlação entre a fidelidade do cliente e o crescimento e lucratividade do negócio. Os dados levantados ao longo de dois anos levaram à conclusão de que o único caminho para o crescimento lucrativo baseava-se na habilidade das companhias em tornar seus clientes fiéis a ponto destes recomendarem constantemente seus produtos, captando novos clientes e agindo, na prática, como seus departamentos de marketing.As premissas do NPS colocavam em xeque uma série de outras métricas, especialmente aquelas relacionadas à satisfação do cliente. Taxas de retenção, por exemplo, são um bom indicador de lucratividade, mas não de crescimento, e os níveis de satisfação passada não apresentam evidências fortes de estarem relacionadas com o comportamento atual do consumidor ou com o crescimento do negócio.A pergunta que interessaPara encontrar a pergunta-chave a ser feita aos consumidores e, a partir daí, a métrica ideal para aferir a fidelidade do cliente, o professor Reichheld associou dados de surveys com informações sobre o comportamento real de mais de 4 mil consumidores, especialmente em relação à repetição de compras e padrões de recomendação, usando para isso ferramentas como Satmetrix e um questionário de 20 perguntas chamado Loyalty Acid Test. Esse trabalho possibilitou determinar quais questões apresentavam a mais alta correlação estatística com a repetição de compra e a recomendação. Se inicialmente procurava-se a melhor pergunta para cada setor de atividade, o que se descobriu é que apenas uma pergunta era a ideal para a maioria dos setores: “qual é a probabilidade de você recomendar a empresa X para um amigo ou colega?”.Encontrada a pergunta, era necessário estabelecer a escala de resposta, uma escala que fosse simples, sem ambiguidade e pudesse ser compreendida de forma intuitiva por consumidores, investidores e jornalistas, enfim, pelo grande público. Essa escala serviria como base para o estabelecimento de grupos de consumidores que resumiram a experiência do cliente, servindo como guia de orientação dos esforços da empresa em busca do crescimento sustentado.Dessa forma, quando a Digital House aparece na sua caixa postal perguntando qual é a possibilidade de você nos recomendar para seus familiares e amigos, o que queremos saber é qual é a proporção dos alunos que, de tão satisfeitos, colocam sua reputação em jogo pela qualidade percebida em sua jornada. Sem nunca descuidar dos feedbacks negativos, que são analisados semanalmente por coordenadores, professores e áreas de apoio, nossa preocupação é proporcionar uma experiência de aprendizagem que tenha valor e faça a diferença na sua trajetória.Assim, mais do que nunca, pedimos: responda às pesquisas! A sua opinião que tornará a DH cada vez melhor.Leia mais no blog DH:+ Google Analytics Dashboard: crie e personalize com o nosso passo a passo+ O que é brand equity e como as empresas geram valor de marca em seus produtos e serviços+ Marketing digital para iniciantes: 10 dicas de como começar na carreira

Conheça o curso de Ads e como se tornar um bom profissional img
#Marketing

Conheça o curso de Ads e como se tornar um bom profissional

Os profissionais que trabalham na área de Ads são responsáveis pela promoção da imagem de uma marca para o mercado, a fim de gerar leads, visibilidade, engajamento e mais vendas, ou seja, tudo que é essencial para o seu crescimento. Que tal entender melhor as vantagens de fazer um curso de Ads e as principais habilidades de um bom profissional neste segmento? Continue acompanhando.O que é um curso de Ads?Em um curso de Ads ou mídia paga, como também pode ser chamado, o aluno aprende a atuar com campanhas de publicidade online. Ele adquire habilidades técnicas e competências para construir e gerenciar campanhas de links patrocinados em diferentes canais, como o Google Ads, Facebook Ads, Instagram Ads, LinkedIn Ads, entre muitos outros.Durante sua formação, o aluno também aprende a analisar dados, como métricas e indicadores de performance das campanhas em ação, utilizando ferramentas, como o Google Analytics, além de gerar relatórios personalizados, usando o Google Data Studio, por exemplo. Ao término do curso, o profissional também estará apto para planejar e aplicar estratégias de publicidade online, através de parcerias com influenciadores digitais, redes de afiliados e e-mail marketing.Mídia paga: como funciona?Depois de saber o que é um curso de Ads, você deve estar se perguntando: mas no que consiste a mídia paga? Como funciona? Vamos te explicar.O segmento consiste em qualquer comunicação que uma marca realiza, investindo dinheiro para ter um determinado resultado além do próprio retorno financeiro, como a visibilidade, geração de leads, vendas ou/e engajamento, entre outros objetivos.Parece fácil até aqui, né? Mas não é somente investindo dinheiro em campanhas e anúncios pagos que você terá o retorno esperado. É preciso considerar diferentes fatores ao planejar uma estratégia. Separamos as principais para você. Confira:Plataformas de anúncioSão diversas plataformas disponíveis para utilizar, podendo ser tanto as redes sociais (Facebook, Instagram, YouTube, Twitter, LinkedIn etc.), quanto buscadores e outros sites, como Google, Yahoo, Waze, Bing, entre outros.Formato do anúncio O anúncio será em imagem? Vídeo? Enquete? Slides? Esses são alguns dos diversos formatos disponíveis em cada plataforma, de acordo com as necessidades e objetivos do negócio.Definição do público-alvoA definição do público-alvo é uma das etapas mais importantes e define como será toda a estratégia de uma determinada campanha com mídia paga. É a partir disso que se identifica quais são as oportunidades para a marca, além de orientar todo o planejamento de atuação da marca no mercado. Afinal, para se comunicar da melhor maneira e construir um relacionamento com os clientes, é preciso conhecê-los antes de tudo.Quais as habilidades de um profissional de performance?Ficou interessado em adentrar ainda mais na área e fazer um curso de Ads? Para te ajudar nessa jornada, listamos 3 habilidades de um bom profissional de marketing de performance ao atravessar a nova realidade. Confira a seguir:Análise de dadosA construção de campanhas produz indicadores que geram relatórios e informações relevantes para o negócio. Neste contexto, ter a capacidade analítica com todos esses dados é essencial. Com isso, a empresa terá maior controle e organização, utilizando tudo o que for relevante para tomadas de decisão e ajudando a marca a entender, com mais exatidão, as expectativas de seu público-alvo.LGPDA Lei Geral de Proteção de Dados Pessoais (LGPD) é um assunto essencial para qualquer empresa que trabalhe com dados pessoais de clientes. Sendo assim, surge a necessidade de saber quais são as exigências que se tornam cada vez mais importantes para o profissional de performance.Independência e dinamismoNão é só de hard skills que vive o profissional de performance, pois as soft skills também são essenciais para os desafios do dia a dia. Neste sentido, quem trabalha na área sabe que é preciso resolver as crises o mais rapidamente possível, tendo dinamismo para tomar decisões de forma independente, com o emocional em controle.Dica extra: organizaçãoNão há profissional de marketing de performance que seja bem-sucedido e desorganizado com seu trabalho. Desde o planejamento, até colocar os anúncios pagos no ar, é preciso que tudo seja muito bem pensado e estruturado.Qual curso de Ads fazer?Ao contrário do que muitos pensam, a mídia paga pode ser usada para diferentes objetivos e não somente para anúncios de venda direta. Em um curso de Ads, o aluno adquire toda a base de conhecimentos necessários para aplicar tudo isso, entendendo que uma verba disponibilizada para a elaboração de uma campanha, por exemplo, pode influenciar o rumo que ela terá com seus anúncios, em suas diferentes possibilidades.Além disso, mesmo que as empresas possam investir pouco, elas não deixam de aumentar sua visibilidade, em uma campanha de período curto. Todo esse processo gera métricas e indicadores, que são essenciais para a identificação de oportunidades de melhorias e novas tomadas de decisão.A tecnologia está em constante avanço. Sendo assim, a procura por um curso de Ads também faz parte deste crescimento. Segundo uma pesquisa, em 2018, foram registrados 3,9 bilhões de usuários online. É muita coisa! Ainda na mesma pesquisa, em 2023, esse número deve evoluir para 5,3 bilhões, um aumento de 36%. (Fonte: Cisco, 2020).A Digital House tem consciência de todo esse panorama e todo o poder de retorno que uma boa mídia pode oferecer para uma empresa, mudando seu destino. Caso esteja interessado em ingressar na área, que faz parte do marketing digital, saiba que possuir um diploma de curso é um diferencial para que consiga ingressar na carreira com tudo, pois ele prova toda sua base de conhecimentos.Que tal se inscrever no curso de Marketing Digital Avançado? Ele prepara o aluno para dominar os diferentes tipos de estratégia, incluindo o marketing de performance e as diferentes plataformas e técnicas para criação de anúncios pagos.Se você possui um negócio, saiba também como planejar, otimizar e automatizar as suas estratégias e ferramentas de campanha que você já usa atualmente. Não é demais?Todas as aulas são dinâmicas, 100% ao vivo, nas melhores plataformas digitais para educação e ministradas por profissionais especialistas do mercado. Garanta a sua ascensão profissional no futuro!Não deixe de conferir também nosso post sobre empregos em tecnologia e quais os melhores sites de oportunidades para ingressar na área.Leia mais no blog DH:+ Google Analytics Dashboard: crie e personalize com o nosso passo a passo+ O que é brand equity e como as empresas geram valor de marca em seus produtos e serviços+ Marketing digital para iniciantes: 10 dicas de como começar na carreira