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5 livros para quem quer ingressar na área de dados

5 livros para quem quer ingressar na área de dados
#Dados
11 de fevereiro - min de leitura

Não são só cursos que podem te ajudar a ingressar na área de dados, livros também são importantes para quem está começando


Por que, em pleno século XXI, você iria ler um livro sobre um assunto que muda praticamente todos os dias? É o que você pode estar se perguntando ao ver essa lista com dicas de livros para quem quer ingressar na área de dados. Acontece que toda a prática vem acompanhada de uma teoria, e essas teorias nos ajudam a compreender melhor os processos, a história e a construção de algo como, por exemplo, ciência de dados. Em nossa enxuta seleção, mesclamos livros mais teóricos e técnicos com livros mais leves e descontraídos. Todos, no entanto, são livros que não requerem conhecimento prévio na área de ciências de dados e podem fornecer uma base sólida não só para compreender o que é Data Science, mas também para estimular o pensamento analítico e conseguir aplicar técnicas, ferramentas e linguagens que envolvem a área de dados.

Data Science do Zero - Primeiras regras com Python (ed. O'Reilly)

Joel Grus, um engenheiro de software do Google, leva o leitor em uma imersão no universo da Ciência de Dados e das áreas de conhecimento que lhe deram origem: álgebra linear, estatística, Big Data e Inteligência Artificial. O livro, focado em iniciantes, ensina como funcionam as ferramentas e algoritmos mais usados em data science e como implementá-los do zero. De quebra, o livro também acompanha um curso intensivo de Python.

A lógica do cisne negro (ed. Best Seller)

Um livro divertido e cheio de passagens bem humoradas que traz aplicações matemáticas e estatísticas para a vida real com histórias e anedotas palpáveis e às vezes filosóficas. Apesar da temática do livro não tratar de forma abrangente Data Science, ele foca nos chamados Outliers, que são dados totalmente fora da curva e que se diferenciam muito dos outros. O autor defende que este grupo de dados é muito mais comum do que aqueles sob os quais temos controle e traz uma nova abordagem sobre como lidar com o inesperado.

Data Science para Negócios (ed. Alta Books)

Longe de ser um guia somente técnico, este livro escrito pelos especialistas Foster Provost e Tom Fawcett apresenta os fundamentos básicos de Data Science ao mesmo tempo que mostra como distinguir quais dados são comercialmente valiosos e úteis. O guia também ajuda a entender melhor o conceito e algumas técnicas de mineração de dados.

Big Data - como extrair volume, variedade, velocidade e valor da avalanche de informação cotidiana (ed. Elsevier)

Quais os impactos da grande quantidade de dados que temos hoje na economia, na ciência e na sociedade? Essa a pergunta explorada no livro Big Data. O livro traz exemplos de situações reais e simples, como o aumento de passagens de avião, para falar sobre a influência de grandes bancos de dados em nosso comportamento, comparando o Big Data a uma revolução semelhante ao que foi a chegada da internet. Os autores se debruçam para explicar aos leitores o que é Big Data, como ele muda nossas vidas e mudará ainda mais, e quais são os perigos que podemos esperar dessa nova era. Um livro recomendado não só para quem está iniciando na área de dados, mas também para aqueles que são comente curiosos.

Introdução à ciência de dados - mineração de dados e big data (ed. Elsevier)

Similar ao livro anterior, este também mergulha nos questionamentos sobre como a ciência de dados influencia nosso cotidiano, mas dedica menos páginas a análises e é mais focado em conceitos, técnicas e prática. O livro é dividido em uma parte teórica e outra prática. A primeira aborda modelos pré-relacionais, relacionais e pós-relacionais, como NoSQL, processos de transformação de dados, armazenamento analítico, como o Data Warehouse, e HDFS, sem deixar de tratar de maneira clara a Mineração de Dados e outras técnicas analíticas. Na segunda parte, o leitor se depara com instruções de como aplicar os conceitos previamente vistos.

Leia também 10 livros para começar bem 2019.

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Como a Transformação Digital proporciona o trabalho fora do escritório

Acompanhe este artigo e entenda como o uso do ferramental disponível nos ajuda a ter mais domínio das demandas de mercado, que formatam novos modelos de negócios, tendo o trabalho fora do escritório como um de seus pilares principais.O sacode a poeira da Transformação DigitalQuando ainda era uma opção aderir à Transformação Digital, já sabíamos de seus benefícios em otimização e competitividade, mas os mercados ainda tinham o pé atrás em uma de suas características como o trabalho fora do escritório, por uma série de fatores que vão de infraestrutura até questões culturais.A conectividade se restringia ao uso massivo de aplicativos via smartphones para comunicação entre as equipes, com implantação de alguns apps de serviços em setores como transporte, alimentação, hospedagem, entre outros.Hoje, todos estes mercados são obrigados a aderir à comunicação online e trabalho fora de casa para sobreviver. Inclusive, dois dos maiores players de soluções de videoconferência, o Google Hangouts e o Microsoft Teams, até liberaram diversas funcionalidades, até então somente disponíveis nas versões pagas, para versões gratuitas.Mesmo no meio do vendaval de mudanças, reflita como será o mundo corporativo, após o controle da pandemia, depois desta nova forma de trabalho ser integrada às rotinas normais e gerar resultados positivos?Esse período pode mudar perspectivas tradicionais. Lembra daquela palavrinha quase batida, o tal disruptivo. Então, olha a prática dela aí, no exercício da vivência na Transformação Digital e da chegada definitiva das novas profissões. Ou seriam dos novos profissionais?Gerenciamento sem caos - dos males o menor Pensamento positivo. Hoje temos a possibilidade do trabalho remoto. Com organização e ajuda de ferramentas que otimizem a rotina do trabalho fora do escritório, ele pode, sim, tornar o dia muito mais produtivo para as pessoas que se reinventam.Com um mindset digital criativo e ousado, é possível se manter competitivo em meio da crise, liderando projetos e pessoas. E a Digital House, que ministra cursos com as principais habilidades exigidas pelo mercado ( e que espera que você esteja se cuidando e seguindo as orientações de prevenção ao COVID-19), coloca luz e direcionamento para você que quer aderir a esta nova perspectiva e postura.Aprenda com nossos professores especialistas de mercado, ou mesmo atualize conceitos como: Cultura Digital e Discovery, Transformação Digital, Metodologias Ágeis, Experiência do Usuário (UX), Estratégias de Marketing Digital, Data Analytics, Data Science e LGPD.Inscreva-se no curso de imersão em Transformação Digital, atualmente apenas no formato online, e faça do desafio a oportunidade. Mais que frase de efeito, esta atitude é que salvará mercados e empregos. Vem conosco, estamos todos juntos nessa, embora separados!

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Nossa pretensão aqui não é ser nenhuma mãe Dinah (que Deus a tenha) ou guru, mas já podemos considerar que um dos marcos da era da Transformação Digital é a adesão do home office por parte da população, mesmo que “forçada”, por medidas de contenção ao alastramento da pandemia do coronavírus.E, nesta fase de adaptação para muita gente, ter uma gestão de projetos mais eficiente, com visão panorâmica das demandas e prazos, mesmo que esta prática seja no meio da sua cozinha, pode render ótimos resultados para suas entregas, agenda e saúde mental.Inovar muito além do techOutro recado desta era é que a supertecnologia XYZ de nada adianta se as pessoas que a utilizam ainda pensam analogicamente, com processos lentos de desenvolvimento de produtos e serviços, burocracia e morosidade nas aprovações. Ainda bem, as ferramentas de gestão de projetos vêm justamente para descomplicar estes modelos engessados.E é agora ou nunca que isso precisa ser feito. Por isso, trace um plano para esta fase dar tudo certo, no seu microcosmo, com o objetivo de trazer excelentes resultados para o macro, incluindo clientes e sociedade. Pois, ser competitivo e evoluir em época de crise é inovar e bem inovado, diga-se de passagem.A caixinha de pandora da gestão de projetosEntre as melhores ferramentas para gerenciar seus projetos,  podemos citar três principais:     > Metodologias ágeis (Scrum x Kanban x Agile x Lean): essa metodologia descomplica o que parece um bicho de sete cabeças, com técnicas e metas que integram equipes, promovendo mais engajamento de todos.     > Experiência do Usuário (UX, User Interface (UI) e Design Thinking): estas técnicas  vão aproximar seu trabalho, tendo uma visão 360 graus do que seu cliente mais deseja, humanizando esta relação e trazendo o encantamento tão necessário nestes tempos que vivenciamos.     > Marketing Digital: facilitar e automatizar seu dia a dia, por meio de ferramentas como Google Ads, Facebook Ads, Analytics e muito mais, trazem resultados quantificados aos seus clientes ou a sua própria empresa, já que impulsionam a marca e geram mais vendas e negócios, tão essenciais desde sempre, não é mesmo?Estas são apenas algumas destas ferramentas. Mas, esta caixinha de soluções pode ser muito mais completa. A Digital House, umas das mais importantes escolas de habilidades digitais do planeta, com um time fera de especialistas, não só ajuda você a desenvolver estas ferramentas como ensina a utilizá-las em época de pandemia e fora dela.Com cursos agora totalmente onlines, a Digital House fará com que você seja protagonista, neste talvez primeiro grande desafio da era da Transformação Digital, para pessoas e organizações - líderes conectados, na prática, com as mudanças, na velocidade em que elas ocorrem.

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O que são OKRs e por que elas são importantes

O negócio é que quando se ouve falar em siglas de metodologias do futuro, sua aplicação para pequenos e médios empresários são interpretadas com insegurança, na linha fina entre o crível e os planos infalíveis do Cebolinha. O que é perfeitamente compreensível. As justificativas para este temor vão além de não estar preparado ou nem saber por onde começar. A economia no Brasil é historicamente instável e, nos últimos dias, enfrentamos uma situação inédita de pandemia, o que torna a assimilação de novos processos um bicho de sete cabeças. Mas, credibilidade as OKRs têm e bem comprovadas, diga-se de passagem. Exemplo-mor são profissionais do Google, quando ainda eram simples mortais e implementaram a metodologia, independentemente do tamanho da empresa na época. E olha o resultado aí, escancarado em uma das janelas abertas neste momento, no seu PC ou dispositivo. Um por todos e todos por um Parafraseando os mosqueteiros franceses, as OKRs trabalham bem o conceito de sua frase famosa - um por todos e todos por um. Esta metodologia nada mais é que um conjunto de objetivos inter-relacionados, alcançados de forma individual ou coletiva, e que contribuem para a melhoria e evolução de toda a organização. Nesta metodologia, cada um reconhece a parte que é responsável na empreitada. Sabendo o quão vital é seu trabalho, o profissional entende seu escopo, metas e direciona seus esforços assertivamente, não gastando energia de besteira. OKRs, então, trazem mais produtividade e autoestima aos funcionários, o que impacta positivamente naquela questão difícil chamada falta de motivação. Mais produtividade com consciência de valor, todos ganham Mas, para essa corrente do bem das OKRs, citadas anteriormente, dar certo, é necessário que os objetivos estejam muito claros entre todos (todos mesmo) os envolvidos. Estes objetivos precisam ser quantificados, com números, ou seja, metas estipuladas e acompanhadas. Por exemplo, segundo o Sebrae, cada pessoa deve possuir, no máximo, 5 objetivos macro com 4 resultados-chave para cada um deles. Outro ponto é que ao menos 60% dos objetivos devem ser definidos pelo próprio profissional que trabalhará neles. Nos modelos tradicionais, metas são traçadas de cima pra baixo, parte das vezes, acertadas em reuniões de diretoria, sem envolvimento de todo o grupo de funcionários. Já nas OKRs, 40% poderão ser definidos pelo alto escalão da empresa, enquanto 60% serão desenhados por cada indivíduo envolvido, seja qual for seu cargo. Como todos estão por dentro do processo de elaboração de objetivos, os resultados são muito mais ágeis. Na Digital House, principal escola de habilidades digitais da América Latina, sabe-se bem da importância e eficiência das OKRs, tanto que esta metodologia é ensinada, na prática, em nosso portfólio de cursos. Transformamos profissionais e empresas, por meio da tecnologia aplicada. Aqui também seguimos o conceito de Athos, Porthos, Aramis, integrando D´Artagnan. Faça parte da elite dos profissionais mais requisitados do mercado e inscreva-se em nossos cursos (excepcionalmente por EAD, neste período de contenção da pandemia do coronavírus).