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Indústria 4.0 no Brasil: como a era industrial transformou as profissões e o mercado brasileiro

Indústria 4.0 no Brasil: como a era industrial transformou as profissões e o mercado brasileiro
#UX
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#Tecnologia
#Dados
20 de julho - min de leitura

O termo é recente, mas o impacto da automação já vem mudando os negócios há um tempo. Veja como se movimenta a Indústria 4.0 no Brasil e as mudanças causadas por esta revolução.


As definições de carreira foram atualizadas. Na Era Digital, as mudanças não se restringem ao surgimento de novas profissões, mas também da evolução das atuais. E essa revolução toda teve o start com o surgimento da Indústria 4.0.

Obviamente, você já conhece ou deu um google ao longo da vida sobre a história da Indústria 4.0, também chamada de Quarta Revolução Industrial. Mas, para relembrar, esta expressão define tecnologias para automação, usadas nas empresas, para compartilhar dados por meio de sistemas ciber-físicos, Internet das Coisas(IoT) e computação em nuvem

Na prática, representa o protagonismo da  tecnologia na indústria e, consequentemente, no mercado profissional, com o foco em aperfeiçoar a produção, deixando-a mais sustentável, segura, precisa e de acordo com o gosto do cliente, ou seja, mais ágil e humanizada.

E o que isso tudo tem a ver com a sua, com a minha e todas as outras carreiras do mundo? Diríamos que quase tudo e vamos explicar o porquê de uma afirmação tão categórica. Acompanhe. 

Indústria 4.0 no Brasil -  a digitalização e a virtualização acelerada

O termo Indústria 4.0 foi ouvido pela primeira vez em 2011, durante a Feira de Hanover (Alemanha), para sintetizar o que já era visto como um caminho natural das coisas - as mudanças nos processos industriais através da digitalização. 

Desde então, a chamada quarta revolução industrial caminha de maneira acelerada, e nesta corrida, muitos países correm para não perder espaço e competitividade.

A questão não é mais se uma empresa tem seus processos automatizados, pois essa deve ser uma prática normal. A Indústria 4.0 exige mais: que suas máquinas se entendam entre si, estando interconectadas dentro de um único sistema, seguro e, de preferência, em cloud, permitindo assim monitoramento de todos os processos físicos remotamente e em tempo real.

As tecnologias emergentes tornam os processos muito mais ágeis, de alta performance e com previsibilidade de contratempos, por meio do recurso de machine learning (com relatórios e dados, a máquina aprende e se aperfeiçoa, continuamente). 

Desta maneira, a tomada de decisões dos gestores é mais descentralizada e certeira, mesmo em momentos de crise. Se antes a indústria era associada a processos metódicos, sem criatividade e em massa, hoje é ligada a aprimoramento de processos, Business Intelligence (BI) e UX.

Nesse cenário, as indústrias brasileiras cada vez mais aumentam o budget para inovação em tecnologias e em profissionais qualificados nas habilidades digitais necessárias para fazer a engrenagem rodar.Segundo a Confederação Nacional da Indústria (CNI), 83% das indústrias nacionais entendem que precisam de mais inovação para sobreviver, em especial no mundo pós-pandemia.

Habilidades digitais como facilitadoras da Indústria 4.0   

Um futuro cada vez mais conectado reflete não só o comportamento do cidadão comum, acessando a rede para consumir e se relacionar, mas também o mundo dos objetos, carros, casas, eletrodomésticos e até brinquedos (para todas as idades). Esse é o mundo da IoT.

Logo, a Indústria 4.0 faz parte da Era Digital e impacta em tudo e todos. O mercado de trabalho adapta-se bem a ela apenas quando amplia sua perspectiva sobre digitalização, na prática.

Portanto, o novo profissional precisa lidar com as máquinas, conhecendo e dominando suas funcionalidades amplamente, sempre com o ser humano e sua experiência como focos.

Um exemplo dessa necessidade aplicada é o crescimento de chatbots humanizados. Este é um segmento que ilustra bem a importância da tecnologia sem deixar de lado as relações do ser humano. 

Afinal, ninguém quer perder horas do dia no telefone sendo transferido de departamento em departamento até chegar a lugar nenhum, por um robô frio e ineficiente. Aliás, 68% das pessoas detestam quando isso acontece, conforme indicado na pesquisa CX Trends 2020.

Com um software bem feito por um desenvolvedor e seu time, que tenham conhecimento em User Experience (UX) e apliquem soft skills, como empatia e senso de comunidade, a probabilidade do chatbot ser muito mais atrativo e eficaz, aumenta bastante. Cliente satisfeito e melhor atendido, melhor visibilidade para a marca e mais vendas.

Sendo assim, aprender habilidades digitais faz parte da adaptação de todos nós a este novo mercado, que deu seus primeiros acenos lá atrás, em Hanover, e, desde então, só evolui.

Agora que você já sabe o quão importante é desenvolver estes conhecimentos, aprenda com quem pode conduzir seu aprendizado da melhor maneira possível. 

A Digital House tem diversos cursos na área de Dados, Programação, Negócios Digitais, UX e muito mais. Evolua com o mercado, projetando sua carreira a um futuro consistente, independentemente de crises.

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#Dados

Governança de dados: qual o papel do líder dentro da cibersegurança

Quando se fala em crime de vazamento de dados, a lista é extensa e preocupante. E as grandes empresas, inclusive as gigantes do ramo de tecnologia, não saem ilesas destes ataques. É por isso que a governança de dados ganhou tanto espaço nos últimos anos.Com uma governança adequada e qualificada, a luta pela proteção de dados ganha reforço e um recurso indispensável. Acompanhe o artigo e entenda as ações mais incisivas a se tomar em relação à cibersegurança, que vão além da tecnologia.Vazamento de dados - uma ameaça constanteA luta contra a vulnerabilidade no ciberespaço é cotidiana e permeia empresas de todos os tamanhos e segmentos, inclusive as mais entendidas do negócio (tech).Em junho deste ano, o twitter notificou seus clientes corporativos sobre risco de vazamento de seus dados pessoais. O LinkedIn, em 2012, anunciou que 6,5 milhões de senhas não associadas foram roubadas e postadas em um fórum de hackers russos.A história foi explicada mais tarde, em 2016. Acontece que o mesmo hacker que vendia os dados do MySpace estava oferecendo os endereços de e-mail e senhas de milhões de usuários do LinkedIn por 5 bitcoins (cerca de US$ 2.000 na época).A Microsoft  também passou por situação de vazamento de dados há poucos meses. A empresa foi acusada de expor 250 milhões de registros de usuários, por conta de uma falha no banco de dados de atendimento ao cliente. O problema aconteceu em dezembro de 2019 e, de acordo com a companhia, alguns textos encontrados traziam informações pessoais de clientes, como e-mail, endereço de IP, localização e outros dados sigilosos. Porém, neste caso, não houve indícios de ação de criminosos.E estas são apenas algumas amostras das instituições que foram impactadas com o vazamento de informações sigilosas dos seus clientes. LGPD e a governança de dadosAs normas da Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD), que entra em vigor em 2021, vem ao encontro da relevância e obrigatoriedade de assegurar a privacidade das pessoas, que podem ser alvo de fraudes altamente personalizadas e extorsão. Um programa de governança de dados pode ser capaz de prevenir esse tipo de problema. Nesse sentido, o primeiro passo de uma empresa é categorizar e classificar os dados, armazená-los, designar quem poderá acessá-los e os responsáveis por monitorar todo esse processo.O principal objetivo de qualquer programa de governança de dados é uma política de privilégios mínimos, ou seja, as pessoas ou serviços terão acesso apenas aos dados de que precisam para realizar seu trabalho. Para esse programa dar certo, a estrutura de soluções de segurança da informação precisa funcionar. Tecnologia e pessoas devem estar alinhadas neste propósito.O “exército de dados”, formado pelos profissionais que agem na criação de barreiras contra os ciberataques, necessitam do suporte de tecnologias de análise e monitoramento das informações, de preferência em nuvem, que mantenha os registros de quem está acessando e como estão usando cada informação, em tempo real, além de alertas quando algo incomum é feito, probabilidades de ameaças etc.A procura por profissionais de dados só aumentaSegundo levantamento, realizado pela Serasa Experian com profissionais no Brasil, Estados Unidos, Reino Unido, Alemanha, França e Austrália, foi identificada a má qualidade das informações e a perda de recursos associada à geração de gastos adicionais.Isso significa que metade dessas empresas brasileiras reconhece que os dados empregados em suas análises não são precisos, comprometendo a eficácia dos processos de gestão. Portanto, essa má governança dos dados é um oponente real para os negócios.Sendo assim, uma boa governança, para ser efetiva, também necessita de fontes de dados confiável, captação e apresentação adequada por meio de profissionais qualificados em dados. A Digital House oferece os cursos de Inteligência Artificial, Data Science e Data Analytics na área de dados, além de um curso focado em cibersegurança, que fala sobre a importância da governança, LGPD e principais temas sobre segurança dos dados.Invista na sua carreira, esta é uma área que está ganhando cada vez mais espaço nas empresas e destaque no mercado de trabalho!

Novos hábitos do consumidor: quais comportamentos e consumos ganharam força durante a pandemia img
#Marketing

Novos hábitos do consumidor: quais comportamentos e consumos ganharam força durante a pandemia

O mundo não vai mudar completamente após a pandemia, mas existe uma mudança em curso que agora acontece de maneira muito acelerada, com impacto direto nas estratégias de negócio Digital First. Aos poucos, os novos hábitos do consumidor ganham forma.Alguns ficaram muito tempo em casa, outros evitaram ir muito longe, alguns tiveram mais tempo, outros começaram a trabalhar demais, alguns ficaram muito sozinhos outros passaram mais tempo do que estão acostumados com a família.O que aconteceu neste confinamento forçado?Novos hábitos do consumidorAumento das compras onlineNos últimos meses, conversei com 2 plataformas de e-commerce diferentes que afirmaram que o volume de vendas digitais atual é como se todo dia fosse uma Black Friday, os consumidores no home office forçado recorreram às compras online e levaram os lojistas a abrir mais de 135 mil lojas online novas no Brasil. Um nova rotina dentro de casaE será que esse home-office é para sempre? Se depender de  26% dos CEOS das 500 maiores empresas da lista da Fortune sim! Isso altera o deslocamento dessas pessoas pela cidade mudando os locais onde fazem compras e consomem refeições. E essa mudança de deslocamento deve fazer com que as pessoas passem mais tempo no bairro onde moram, assim as lojas locais ampliam sua importância para esse consumidor. Outro hábito que esse consumidor desenvolveu foi o costume de cozinhar em casa, um hábito que deve se manter mesmo pós-quarentena. O portal de receitas do UOL teve crescimento de 230% da audiência em junho/2020 quando comparado a março/2020.Para quem tem filhos o home-office pode ter se tornado um pesadelo, sem escola e tendo de apoiar mais de perto as tarefas educacionais, muitos pais perceberam que não tinham talento para a pedagogia, ou mesmo quando estavam à altura da tarefa, isso comprometia sua vida profissional.Sem poder sair para shows muita gente acompanhou seu cantor favorito dentro de casa, as lives que começaram simples ganharam status de superprodução e levaram milhões de brasileiros para o YouTube. Das 10 maiores lives musicais do YouTube na era pós-covid, 7 são brasileiras. Marília Mendonça chegou a ter 3,3 milhões de usuários simultâneos e seu show no YouTube já foi visto mais de 50 milhões de vezes.Empresas se adequando ao novo cenárioDe olho na mudança de comportamento do consumidor algumas marcas online estão fazendo integração com lojas de bairro, o que permite entregar serviços além de produtos. Por exemplo, a Petlove que agora pode vender banho e tosa que será entregue nos petshops parceiros.A renda do consumidor em geral caiu, essa é outra realidade dura desse novo cenário, isso tem feito com que as pessoas experimentem novas marcas e deem mais valor a novas formas de economizar, como cashback (dinheiro de volta) nas compras. De olho nessa tendência, a Magalu lançou o cashback no seu app.E enquanto alguns dão graças aos céus por poder abrir seu restaurante, outros estão aproveitando para lançar kits para cozinhar em casa, que é uma ótima maneira de manter esse cliente que criou um novo hábito.Se no ensino fundamental, médio e graduação as pessoas aguardam ansiosamente a volta às aulas, no segmento de cursos técnicos muitos tiveram experiências positivas e vão repensar a necessidade de sair de casa para se atualizar profissionalmente. E não falo apenas sobre a Digital House, existem relatos animados em todo o setor de educação. Quais os impactos no mercado?Essas mudanças de hábitos foram observadas em diversas pesquisas diferentes, e impactam cerca de 20% a 33% dos consumidores. Já pensou no seu modelo de negócio atual com apenas 67% a 80% dos seus clientes? Essa redução acaba inviabilizando muitos negócios que já não iam bem antes da pandemia, e deve forçar muitos mercados a mudança. Algumas pessoas que estão lucrando com esses novos modelos vão continuar contratando, e investindo em marketing para convencer ainda mais consumidores. E por fim, muitas dessas oportunidades apresentam uma opção mais barata ao consumidor que em sua maioria está passando por maus bocados. Isso não significa que você precise abandonar imediatamente seu negócio ou criar um novo, mas deixa claro que você precisa refletir diariamente se é o momento da virada ou de criar algo em paralelo.É hora de criar uma área de monitoramento de mercado (que para o pequeno empreendedor é um tempinho semanal para olhar as novidades da sua área de atuação) e se aprofundar na experiência do cliente (CX). As principais inovações muitas vezes vem de observar ou conversar com os consumidores.Quando a mudança vai chegar para qualquer setor é incerto, mas com certeza o consumidor não será mais o mesmo do mundo pré-pandemia.

Growth Hacking: o que é e como a estratégia de hacking de crescimento funciona img
#Marketing

Growth Hacking: o que é e como a estratégia de hacking de crescimento funciona

Desenvolvido pelo empreendedor americano Sean Ellis, toda empresa precisa saber o que é growth hacking. Ao pé da letra, o termo pode ser definido como o “marketing orientado a experimentos”. Independentemente do tamanho e segmento da empresa, todas têm um objetivo em comum – fazer o seu negócio crescer. Afinal, ninguém entra em campo para perder.Quando tratamos de experimentar, não significa que vamos “acertar no chute”, pois toda ação deve ser pensada estrategicamente, visando o crescimento sustentável a partir dos pontos deficientes. Growth Hacking: para aplicar, tenha em mente hipóteses.O growth hacking segue essa linha em três passos: formula as hipóteses, realiza os testes e descobre as oportunidades reais no mercado para desenvolver estratégias e acelerar o negócio da empresa diante da concorrência.Diferentemente de outras técnicas de marketing, o growth hacking é orientado pelos Key Performance Indicators (KPIs), para atingir o objetivo proposto. Como Growth Hacking funciona na práticaPodemos chegar a dizer que estratégias de growth hacking são “brigas contra o tempo”, pois há um sentimento de fazer tudo no menor tempo e custo possível, por meio de experimentos que validem as hipóteses criadas. Porém, essa agilidade exige uma equipe preparada e investimento em ferramentas que possibilitem experimentos e automações para encontrar as melhores soluções. Para sintetizar o processo do growth hacking, podemos resumi-lo em quatro etapas:1. Defina um objetivo;2. Crie hipóteses;3. Faça testes que comprovem as hipóteses;4. Utilize ferramentas de teste, analytics e automação.Com o growth hacking, não existe “acertar no escuro”. Antes do advento do digital, muitas empresas investiam uma fortuna em mídia off, mas sem saber o retorno que aquela veiculação de propaganda na televisão traria ao seu negócio. O growth hacking ajuda no crescimento das empresas por um motivo bem simples. Antes da estratégia ser aplicada, ela passou por experimentos e foi “metrificada”. Vantagens do growth hackingJá discutimos a respeito do conceito de growth hacking, inclusive já mostramos um dos seus benefícios. Separamos agora mais 4 benefícios desta estratégia de crescimento tão utilizada por startups:Crescimento rápidoVimos que o objetivo é crescer exponencialmente e o mais rápido possível. O growth hacker é o profissional responsável por analisar diversas áreas da organização, propor melhorias e ganhar mercado. É primordial que as estratégias tenham custos baixos e sejam criativas. Ambas as exigências são desafios inerentes do cotidiano de qualquer startup.Escalabilidade Falar sobre crescimento da empresa sem associar com aumento de receita é impossível. Os custos operacionais podem até aumentar, mas não pode sobressair ao retorno ganho.PrevisibilidadeUma das grandes vantagens é a mensuração de resultados, pois esse profissional consegue prever o que pode acontecer em determinado período, com base no histórico de transações e nos dados armazenados.ViralizaçãoAbuse das técnicas de viralização, como a indicação aos amigos por meio das mídias sociais. Isso faz com que a empresa seja reconhecida no mercado de forma mais rápida e com um investimento bem menor.Quer se tornar um growth hacker na área do marketing? Conheça os cursos da Digital House: Marketing Digital, Marketing Digital Avançado e Gestão de Marketing Digital.