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Implementando metodologias ágeis no seu dia a dia

 Implementando metodologias ágeis no seu dia a dia
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20 de março - min de leitura

Quando se fala em Metodologias Ágeis, inevitável não lembrar do agile dos agiles, o Flash. Criado pelo escritor Gardner Fox e materializado pelo artista Harry Lampert, o super-herói realmente descomplicava situações críticas da vida conturbada da Liga da Justiça, com muito mais agilidade.


Mas, muito mais simples do que ultrapassar a velocidade da luz, as Metodologias Ágeis priorizam entregas em um curto espaço de tempo e com a mesma qualidade das que surgiam após processos muito mais demorados. Como? Com técnicas e meios que integram áreas e descomplicam rotinas(olha aí a técnica do nosso velocista escarlate, novamente).
Aliás, descomplicar é a palavra da vez, não só neste artigo, mas também quando se trata de inovação. Essa é a função da tecnologia na nova era digital: ser nossa aliada, reafirmando justamente o conceito de homem-máquina.

Flexibilidade, adaptabilidade e resiliência

Os métodos ágeis são bem diferentes do modelo de gestão tradicional, quadradinho, de projetos, quando era preciso o desenvolvimento de produtos dividido por etapas estritamente definidas e seguidas à risca.
E, em épocas em que o trabalho remoto, ou home office, impera por necessidades de saúde pública, usar desta metodologia pode ser um grande diferencial em produtividade individual e entre equipes, pois a regra do jogo é clara: se adaptar às novas realidades, incluindo as fases para chegar lá, sempre com foco na melhor entrega, ou seja, no freguês.
Os métodos ágeis são mais “bora lá, equipe”, aderindo a interações curtas, onde o resultado é medido por meio do produto já pronto. Esse modelo é disruptivo e se adapta à era da Transformação Digital, já que a entrega precisa seguir a rapidez das conexões, baseadas então em ciclos iterativos e incrementais, o que traz mais flexibilidade e adaptabilidade, sem muita burocracia corporativa.
Ambientes ágeis de desenvolvimento, para serem construídos e terem sucesso, precisam de equipes com autonomia, capazes de se auto-organizar em busca de metas, com foco nos resultados, não no processo em si. Por isso, uma empresa agile alcança muito mais produtividade e eficácia do que os modelos tradicionais.
Na prática, pense no exemplo de um engenheiro de computação que tem a função de criar um novo software para o iPhone. Se ele trabalhar em uma metodologia ágil, com certeza realizaria esse trabalho com equipe auto-organizada e multidisciplinar. Cada fase evoluiria de acordo com as necessidades do projeto em si, não de processos tradicionais da empresa. Logo, a necessidade do cliente e da demanda é que mandam no jogo. Ao engenheiro em questão ficaria a parte que lhe diz respeito do projeto e estar em constante comunicação com o resto das equipes.

Vrrummm - resposta rápida e fundamentada em metodologia

E, assim como nosso herói veloz, embora a Metodologia Agile não tenha diversos superpoderes, ela tem um essencial - a objetividade e rapidez que o mercado atual pede, com colaboração entre pessoas, métricas e máquinas. Aliás, ser ágil nas decisões, informações e soluções no contexto em que vivemos de criticidade na saúde mundial, pode ser um “superpoder” no sentido da sobrevivência das empresas.
Curioso? Conheça os cursos da Digital House e torne-se um profissional habilitado nesta área. Aprenda as principais metodologias e frameworks para criar, experimentar e testar seus projetos, colocando seus clientes no centro, por meio da agilidade e do Design Thinking.

Outras notícias

Customer Centric: como moldar sua estratégia com foco no cliente img
#Marketing

Customer Centric: como moldar sua estratégia com foco no cliente

A primeira vez que ouvi falar sobre o que é estratégia Customer Centric foi acompanhando a trajetória de Jeff Bezos, atualmente o homem mais rico do mundo.Em um vídeo de 1999, Bezos explica que a Amazon tinha como missão não ser apenas uma das empresas customer centric (centrada no cliente) do planeta, mas sim a número 1 (missão que eles mantém até hoje).E a Amazon tem uma definição muito precisa para Customer Centric: ouça, invente e personalize.Customer Centric: passo a passo segundo a AmazonOuvirPrimeiro, você precisa ouvir os clientes. Empresas que não os ouvem, falham.Ouvir o cliente vai muito além de dar atenção quando ele reclama, não é apenas sobre ter um SAC eficiente.Este hábito envolve olhar todos os dados que esse cliente gera nas interações com a empresa. Ouvi-lo significa fazer pesquisas regulares de satisfação e resolver seus problemas antes dele ficar insatisfeito.Algumas perguntas chave para entender se você ouve o seu cliente:➜ Seus clientes indicariam o seu produto para outros?➜ Quando sua empresa perde uma venda para a concorrência quais são os principais motivos de desistência?➜ Quando seus clientes trocam sua empresa por um concorrente qual é a principal reclamação?➜ Qual é a principal proposta de valor da sua empresa reconhecida pelos seus clientes satisfeitos?➜ Que recursos do seu produto ou serviço os clientes mais usam?➜ O que os clientes atuais sentem faltam no relacionamento com sua empresa?Se você sabe responder a maioria delas parabéns, você é uma empresa customer centric, se você consegue responder 3 ou menos ainda tem um bom caminho a percorrer.InventarSegundo, você tem que inventar para os clientes porque as empresas que apenas ouvem, falham. Não é o trabalho do cliente inventar para si mesmo.É muito comum as empresas trabalharem de forma reativa, sob demanda. Atender só quando se pede, criar algo mediante solicitação.O cliente não é o especialista no campo de atuação da sua empresa, aliás ele te procurou justamente por acreditar que você pode resolver um problema melhor do que ele faria sozinho.É trabalho da empresa criar novas soluções, produtos e serviços para atender o cliente plenamente. E para ser realmente inovador, você precisa resolver problemas que o consumidor nem sabia que tinha. E você deve fazer isso, obviamente, sem criar novos problemas!Após ouvir o cliente, faça um workshop de design thinking interno para projetar soluções para seus problemas. Qual foi a última vez que sua empresa se uniu para criar uma solução para o cliente?Se a empresa toda se une para apresentar os resultados do quarter ou fazer o orçamento do ano seguinte, mas não se une para resolver problemas do cliente, então definitivamente essa não é uma empresa customer centric.PersonalizarE o terceiro é personalizar, pegue cada cliente individualmente e coloque ele no centro do seu próprio universo.Você já fez uma análise cohort da sua carteira de clientes? Explicando de forma simplificada, uma análise cohort consiste em organizar seus clientes por características similares, as possibilidades são quase infinitas: produto consumido, ticket médio, frequência de consumo, canais preferidos de comunicação, dados geográficos, faixa etária, etc.Obviamente que para fazer isso os dados de todas as áreas que têm contato com o cliente devem estar disponíveis e relacionados de forma organizada. Observando diferentes segmentações de clientes é possível pensar em soluções específicas para cada grupo, recursos, funcionalidades, formas de pagamento ou outros aditivos específicos para a necessidade daquele grupo.Você já pensou se o seu produto, seus canais de comunicação e venda são acessíveis?Personalização não é apenas escolher a cor do seu carro ou a estampa da camiseta. Personalização envolver comprar, ser atendido e usar seu produto ou serviços como se aquilo tivesse sido pensado especialmente pra ele.Se o consumidor sente que todas as suas necessidades são atendidas, porque ele vai procurar a concorrência?Métricas para implementar uma estratégia customer centric na empresaSe você quer implantar uma estratégia customer centric na sua empresa precisará medir o seu desempenho, seguem algumas formas de medir seu sucesso com os clientes:Taxa de Churn - Conquistar novos clientes é bom, mas se você não está fazendo o mesmo esforço para mantê-lo provavelmente está faltando uma dose de foco no cliente. Quanto mais próximo de zero melhor.NPS - Net Promoter Score - Esse número varia de 100 a -100. O mundo perfeito encontra-se entre 75 e 100, de 25 a 75 em geral é considerado um desempenho muito bom. Se está negativo então vocês está encrencado! Saiba mais sobre como calcular o NPS aqui.LTV - Lifetime Value - O valor que o cliente gera dentro da sua empresa ao longo do tempo. Quanto maior melhor, esse número demonstra sua capacidade de manter esse cliente fiel.Então agora que você sabe como implantar e medir uma estratégia Customer Centric, mãos à obra! Quem sabe você não se torna o novo Jeff Bezos daqui 20 anos? ;)Leia mais no blog DH+ De olho no novo consumidor Digital First+ Inovação: como reinventar a minha empresa?+ Marketing com influenciadores: saiba como fazer sua marca bombar com influencers(*) Edney “InterNey” Souza é Diretor Acadêmico na Digital House Brasil, Organizador da Social Media Week São Paulo, Editor e Tradutor do WordPress.com para o Brasil, Colunista do ProXXima, Diretor da ABP (Associação Brasileira de Propaganda) e Conselheiro da ABRADi (Associação Brasileira de Agentes Digitais).

Dados abertos: como usar os dados públicos para gerar estratégias de negócio img
#Dados

Dados abertos: como usar os dados públicos para gerar estratégias de negócio

Dados públicos, também conhecidos como dados abertos, são uma fonte importante e de fácil acesso que podem entrar na estratégia de negócios de uma empresa. Aprenda como usá-los e a vantagem por trás destas informações ricas que estão à sua disposição.O que são dados públicos ou abertos?Dados públicos ou abertos referem-se à situação em que qualquer pessoa pode, livremente, ter acesso a determinados dados, podendo utilizá-los, compartilhá-los ou mesmo modificá-los em sua estrutura. Portanto, esses conceitos significam que alguns dados devem estar disponíveis para que qualquer um publique neles, usando-os sem restrições de direitos autorais ou patentes, por exemplo.Importante esta definição, já que a lei brasileira (Lei 12.527/11) deixa claro que é assegurado a todos o acesso à informação (art. 5º, inciso XIV) e que todos têm direito a receber dos órgãos públicos informações de seu interesse particular ou coletivo (art. 5º XXXIII). Ou seja, se o dado não é particular, ele é público, e não implicará punição diante da lei.   Quais exemplos práticos sobre dado público e dado privado?Na Digital House, respondemos essa pergunta com uma analogia bem simples, mas muito clara e objetiva.Imagine que Carlos, feliz da vida, acaba de adquirir seu iPhone novo, pago em 10x no cartão de crédito, com a operadora contratada responsável pela administração de seus dados. Mas, por uma fatalidade do destino, Carlos é roubado dias depois. Ele então vai à delegacia e faz um boletim de ocorrência. No contexto dos dados, Carlos representa um dado privado para a loja, para a operadora de cartões de crédito e para a operadora de telefonia. Mas, para a polícia, ele, com sua desafortunada história, passa a ser um dado público.Como eu identifico dados públicos para análise?Identificar sua natureza fica mais fácil quando você conhece suas diretrizes e tipos de fontes.3 diretrizes ou “leis” dos dados abertos:1. Se o dado não pode ser encontrado e indexado na web, ele é inexistente;2. Se não estiver aberto e disponível em formato compreensível por máquina, ele não pode ser reaproveitado;3. Se algum dispositivo legal não permitir sua replicação, ele não é útil.Tipos de fontes de dados  1. Websites: permite a customização e podem ser buscados de diversas formas, como via API, por download, arquivos etc;2. Sistemas: mesmas características dos websites, porém, é a forma mais utilizada;3. Manuais: mais utilizada para geração de dados ad-hoc, gerada por praticamente todos os tipos de dados e outras fontes disponíveis, com restrição de volume, estabilidade e formas. Como funcionam dados públicos para análise de negócios?Em março de 2020, a Procuradoria-Geral da Fazenda Nacional (PGFN)  disponibilizou para consultas a base de dados abertos, atualizada até 31 de dezembro de 2019.Com essa mudança da gestão pública, no ponto de vista da inteligência de negócios, se abre outro panorama. A ferramenta pode ajudar na tomada de decisões sobre análise de crédito e gestão de risco, mas não só isso.Agora, é possível fazer uma análise mais profunda da concorrência, identificando players de mercado e até indícios de comportamento dos consumidores.E esse exemplo atual é apenas uma amostra de como as empresas, que unem tecnologia com inteligência de mercado, podem obter uma visão mais clara e assertiva de suas ações, conduzindo e estabelecendo um planejamento de longo prazo para aumentar faturamento e lucro.Afinal, os insights produzidos a partir desses dados representam uma poderosa ferramenta para entender pessoas, suas ações de consumo, prever tendências e compreender as dinâmicas do mercado. Na Digital House, nós acompanhamos de perto as mudanças e tendências que envolvem dados e todas as habilidades digitais que fazem a Transformação Digital sair do discurso. Conheça nossos cursos da área de Dados.Leia mais no blog DH:+ Pesquisas qualitativas: como analisar sentimentos e entrevistas?+ Introdução descomplicada ao Big Data: afinal, o que significa o termo?+ AWS: como funciona o Amazon Web Services

Mídia programática: o que é esta compra de mídia e como ela funciona img
#Marketing

Mídia programática: o que é esta compra de mídia e como ela funciona

Muito se fala dela no universo do marketing digital, mas, você realmente sabe o que é mídia programática?Antes de explicar, vamos fazer você voltar algumas casas no tempo. Anos atrás, nas áreas de marketing, o processo de compra de mídia de display e vídeo era uma luta, ou seja, totalmente manual, o que consumia muito tempo do profissional dedicado a essa tarefa. E todo anúncio na internet precisava de negociação separada com cada site que exibiria a campanha. Pois bem, a mídia programática veio para trazer a tão esperada praticidade a tudo isso.Neste artigo, você vai entender o que é e como funciona esta maneira automatizada de comprar espaços publicitários na internet.O que é mídia programática e como ela funcionaComo os muitos segmentos, a mídia paga também evoluiu. Atualmente, a compra dela é feita via software, em um leilão em tempo real, sem contato com proprietários de sites e outras pessoas. Esta é a compra programática.Com os dados obtidos, fica mais fácil fazer anúncios segmentados, priorizando o perfil do usuário e o momento na sua jornada de compra.Assim como o Google Ads ou outras redes sociais que automatizam seus processos que envolvem comercialização com eficiência e inteligência artificial, a mídia programática vem como uma opção de impulsionamento de visibilidade. Por isso, para o marketing digital, ela é muito relevante, já que grande parte das estratégias está concentrada na compra de audiência, não nos canais. Outra vantagem ao utilizar mídia programática é que suas segmentações permitem que a mensagem seja bem personalizada a cada público-alvo. Além disso, ela pode ser testada e otimizada durante a campanha, o que aumenta a margem de alcance dos melhores resultados.Mídia programática: pra quem ela funciona?Esse recurso não se restringe a alguns segmentos. É interessante para todos os tipos de negócios e segmentos comprar mídia programática. O que cada empresa precisa ter em mente é que ela age para aumentar o reconhecimento e despertar o desejo de compra nos usuários, incrementando também o fluxo no site de pessoas com o perfil dos consumidores do anunciante.Isso significa que ela depende de outros fatores para ter sucesso. Com uma estratégia bem estruturada, a mídia programática consegue auxiliar na performance, gerar leads e vendas. A fórmula para isso não é mágica, mas sim muita observação, análise e acompanhamento do profissional dedicado, para que esta mídia impacte consumidores que dão sinais, por meio da navegação (cookies e pixels, por exemplo), mostrando interesse em comprar determinado produto ou serviço, o que pode ser trabalhando com retargeting nas campanhas de mídia paga.Em resumo, a mídia programática funciona por meio de três pilares: o entendimento das estratégias, o planejamento da campanha e a escolha certa do profissional para gerenciar esta campanha.Na Digital House, temos o curso de Marketing Digital e Marketing Digital Avançado. O primeiro, prepara o aluno a trabalhar na área, abordando as principais habilidades deste mercado. O segundo, é mais específico em performance, desenvolvendo a aplicação e entendimento do aluno em Google Ads avançado, Youtube Ads, Facebook, Instagram, Twitter, Pinterest e TikTok, - Conversion Rate Optimization (CRO), Marketplaces & Afiliados, Leadscoring, além de Mídia Programática, claro.Leia mais no blog DH:+ Growth hacking: o que é e como funciona + Como criar um funil de vendas eficiente para conquistar clientes+ Quem é o consumidor digital first?