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Heurísticas de Nielsen: 10 erros de usabilidade para não cometer

Heurísticas de Nielsen: 10 erros de usabilidade para não cometer
#UX
8 de março - min de leitura

A atuação com o UX Design permite o desenvolvimento de interfaces que oferece a melhor experiência do usuário. Nesse contexto, as heurísticas de Nielsen podem ajudar na verificação da usabilidade de um projeto. Entenda como neste artigo.


As heurísticas de Nielsen são utilizadas no mundo todo, principalmente por designers e desenvolvedores de interfaces digitais. Isso porque as empresas se preocupam em construir uma jornada fluida sobre o usuário, em que seus usuários naveguem ou usem de forma intuitiva, sem ter que pensar.

Mas o que realmente são as heurísticas de Nielsen? Como garantir que um projeto seja desenvolvido pensando nesses aspectos de fluidez para o usuário? Continue acompanhando.

O que são as heurísticas de Nielsen?

Na década de 1940, quando os primeiros computadores apareceram, não era qualquer pessoa que conseguia utilizá-los. Era necessário ser um especialista para isso. Entretanto, com o tempo, o cenário foi mudando. Os computadores foram ganhando popularidade, eficiência e flexibilidade entre as empresas e em famílias com ótimas condições financeiras.

Nesse contexto, para o uso dos computadores ser mais fácil, diversos estudos de usabilidade foram realizados e as 10 heurísticas de Nielsen estão entre as mais famosas até hoje. Atualmente, se conseguimos interagir facilmente com os sistemas e temos uma boa experiência de uso, muito se deve a isso.

Jakob Nielsen e Rolf Molich propuseram, em 1990, essas heurísticas de usabilidade, para serem consideradas em qualquer desenvolvimento de interface.

De acordo com o dicionário, heurística é um método que leva a inventar, descobrir ou resolver problemas. Sendo assim, nessa situação, representa uma regra de bom senso, com o objetivo de fazer com que o usuário tenha uma jornada e experiência mais aprimoradas e menos cansativas. 

Elas são regras gerais porque não são heurísticas de usabilidade com determinações específicas, mas abrangentes para qualquer situação de experiência no design de interface.

Quais são as 10 heurísticas de Nielsen?

Agora que já entendemos o que são as heurísticas de Nielsen e o contexto de sua origem, chegou a hora de sabermos de fato no que consiste cada uma delas. Confira abaixo as dez heurísticas:

1) Visibilidade do status do sistema

Essa heurística se refere à importância dos feedbacks instantâneos aos usuários, mantendo-os informados sobre o que está acontecendo no momento da interação, qual o status do momento e como ele deve conduzir seus próximos passos no processo de sua experiência.

2) Correspondência entre o sistema e o mundo real

Essa heurística de usabilidade destaca o desenvolvimento de uma interface funcional e de fácil entendimento dos usuários. As palavras, conceitos e frases devem ser compreensíveis na experiência de interação para qualquer pessoa.

Os ícones são uma alternativa para facilitar essa comunicação, por exemplo, pois eles indicam uma determinada ação. De acordo com o modelo mental do usuário, todas as nomenclaturas, figuras e imagens devem estar em um contexto e fazer sentido para os usuários.

3) Liberdade e controle do usuário

Ao desenvolver uma interface, o designer deve projetar para que o usuário possa decidir e tomar as ações que ele quiser, exceto no caso de regras que interferem em alguma funcionalidade ou vão contra o próprio sistema.

As interfaces nunca devem obrigar uma determinada ação ou tomar decisões pelos usuários. O que se pode fazer é sugerir interações, sem pressão ou indução.

Caso aconteça de uma pessoa clicar em algum lugar errado por acidente, cometer um erro ou se arrepender de uma determinada ação, é necessário que a interface tenha funções de retorno, para que seja possível desfazer e refazer ações, conforme as necessidades de cada um.

4) Consistência e padrões

É muito importante que toda a interface tenha uma linguagem-padrão para não confundir os usuários. Eles não podem ter dúvidas sobre o significado das palavras, símbolos ou ícones utilizados durante sua experiência de interação.

5) Prevenção de erros

Como na terceira heurística, aqui também temos relação com possíveis erros que os usuários podem cometer durante sua experiência de interação. Nesse contexto, as interfaces devem ser desenvolvidas pensando na prevenção de qualquer ação descuidada de uma pessoa.

Imagine que há um botão de excluir todos os arquivos, por exemplo. É necessário que o usuário tenha a chance de confirmar essa ação, para saber se ele realmente quer fazer isso. Às vezes, pode acontecer de ele clicar por acidente e isso pode ser uma grande frustração, caso não seja a ação desejada.

Nesse contexto, ao realizar uma análise heurística, o ideal seria colocar uma mensagem de aviso da ação, que é uma ótima alternativa para prevenir esse erro.

6) Reconhecer ao invés de lembrar

Os usuários não têm a obrigação de lembrar todas as funções e ações da interface. Sendo assim, que tal deixar à disposição alguns pequenos lembretes com informações úteis de navegação?

As pessoas possuem a tendência de ter mais facilidade para reconhecer, ao invés de lembrar exatamente de algo.

7) Flexibilidade e eficiência

Qualquer tipo de usuário deve conseguir interagir nas interfaces desenvolvidas.

Nesse sentido, é necessário ter a flexibilidade de dispor informações detalhadas para os usuários mais inexperientes e, de acordo com aprimoramento de suas interações, poderem customizar suas ações, criando, por exemplo, atalhos de teclado.

O desenvolvimento da interface deve ser eficaz e permitir a personalização de ações frequentes, disponibilizando atalhos e preenchimentos automáticos.

8) Estética e design minimalista

Em um desenvolvimento de interface, o UI designer não deve considerar a estética e o design como um detalhe. Ele é muito importante no resultado final, para proporcionar a melhor experiência ao usuário.

Nesse contexto, é importante evitar o uso em excesso ou desnecessário de elementos visuais que podem confundir o usuário.

9) Auxiliar usuários a reconhecer, diagnosticar e recuperar erros

Os erros são inevitáveis em qualquer sistema de computador. Caso aconteça durante a experiência de um usuário, é importante que a interface ajude-o a entender que um problema aconteceu, além de dispor informações para poder solucionar tudo da melhor maneira.

Essas mensagens de erro devem ter uma linguagem de fácil entendimento, sem códigos, indicando o problema e sugerindo uma solução.

10) Ajuda e documentação

Essa heurística se refere às interfaces que oferecem um grande número de possibilidades de ação. Nesse contexto, muitos usuários procuram uma seção de ajuda para obter respostas rápidas, como os FAQs, onde as principais dúvidas são compiladas com suas respectivas soluções.

O que é uma avaliação heurística?

As 10 heurísticas de Nielsen permitem que o usuário desenvolvam das interfaces. Entretanto, as avaliações posteriores também são essenciais para garantir que tudo tenha o melhor funcionamento. É aí que entra a avaliação heurística.

É um meio de identificar problemas de usabilidade em uma interface, coletando e listando informações e problemas. Para isso, os especialistas devem testar, examinar e julgar o produto, levando em consideração cada uma das 10 heurísticas de usabilidade.

É importante destacar que a avaliação heurística não substitui o teste de usabilidade, pois os problemas identificados são diferentes em ambos. A avaliação heurística fornece um feedback de maneira rápida, é barato, também pode ser feito antes do fim do desenvolvimento da interface e ser utilizado em conjunto com outras metodologias de testes de usabilidade.

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Normalmente, as pessoas que ingressam no campo possuem diversas origens profissionais, como Estatística, Engenharia, Administração ou Economia.Em meio a sua trajetória de carreira, todos buscam uma especialização para adquirir os conhecimentos necessários e transitar de área. Sendo assim, qualquer pessoa possui potencial para ingressar no campo.De acordo com um levantamento da Associação Brasileira das Empresas de Tecnologia da Informação e Comunicação (Brasscom), cerca de 420 mil novas vagas no mercado de tecnologia devem ser criadas até o ano de 2024. No entanto, as previsões apontam que 150 mil delas não serão preenchidas por falta de profissionais qualificados.Se você está pensando em ser um profissional da área de dados, este é o melhor momento para começar esta jornada. 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NPS: o que significa e qual a sua importância para a DH img
#Otros

NPS: o que significa e qual a sua importância para a DH

Você provavelmente já deve ter recebido algum tipo de e-mail de pesquisa de satisfação para responder, mas nem sempre ficam claros os motivos e as formas pelos quais os resultados são utilizados. Por esse motivo, resolvemos explicar quais são as ideias por trás do esforço permanente em medir a satisfação com os cursos e, por extensão, na escola.Na Digital House o aluno responde a três tipos de pesquisa: uma na metade do curso e uma no final, ao NPS (Net Promoter Score); a cada três semanas de aula, é aplicado o NSI (Net Satisfaction Index); pôr fim, ao final de cada aula as perguntas vêm na forma do 3Q (que bom, que pena, que tal). A frequência, as métricas e a metodologia de cada uma são diferentes entre si, e a ideia aqui é esclarecer o papel do NPS, suas origens e o que esse indicador revela para nós.NPS é uma sigla que significa Net Promoter Score, uma métrica de lealdade do cliente a uma determinada empresa, baseada na atribuição de uma nota numérica entre 1 e 10 ao produto ou serviço consumido. O indicador foi criado a partir da experiência de uma rede de locadoras de automóveis dos Estados Unidos, e parte do pressuposto de que, mais do que a média de satisfação da clientela, o que interessa aos negócios que visam crescimento e resultados de longo prazo é a quantidade de clientes que, de tão satisfeitos, passam a indicar a empresa a colegas e familiares.Ao empregar a escala de 1 a 10, aqueles que atribuem notas 10 e 9 ao produto ou serviço consumido são os “promotores”; os que deram notas 8 e 7 são “neutros” e, de 6 para baixo, estão os “detratores”. A nota final é dada pela subtração da proporção de promotores e detratores, conforme figura abaixo:Fonte: File:Nps.jpg - Wikimedia CommonsAqui na Digital House, os alunos são chamados com frequência a responder pesquisas de satisfação. Periodicamente são disparadas enquetes via email que são, em última instância, um retrato da escola na visão de seu público-alvo.A invenção do NPSAs ideias por trás do NPS vieram à luz num artigo da Harvard Business Review em 2003, sob o ambicioso título “O único número que você precisa para crescer”. Ciente das limitações e custos envolvidos na realização de grandes e complexas pesquisas de satisfação dos clientes (surveys), Andy Taylor, CEO da Enterprise Rent a Car, introduziu uma pesquisa mensal composta de apenas duas perguntas, uma sobre a qualidade da experiência de locação e outra, sobre a probabilidade do cliente repetir a locação com a empresa. A simplicidade das perguntas possibilitou que a empresa fornecesse um feedback rápido para suas mais de 5 mil filiais, com foco apenas nos clientes mais engajados, ou seja, aqueles que fornecem as notas mais altas.E os demais clientes? Obviamente todos interessavam à Enterprise e interessam a qualquer negócio, mas o foco nos entusiastas parte do pressuposto de que estes, e não a média dos clientes, são aqueles que não apenas voltam a consumir, mas recomendam o produto ou serviço a outros consumidores. Afinal de contas, ao recomendar uma empresa para uma pessoa próxima, estamos não apenas atestando nossa satisfação com o ato de consumo, mas também colocando em risco nossa própria reputação. Usando um exemplo que quase todo mundo já viveu, nada pior do que indicar um encanador, por exemplo, e descobrir que a sua indicação foi responsável pelo alagamento da casa dos amigos.Com base na experiência da Enterprise, o professor Frederick Reichheld sistematizou dados sobre outras companhias e setores de atividade, procurando identificar uma suposta correlação entre a fidelidade do cliente e o crescimento e lucratividade do negócio. Os dados levantados ao longo de dois anos levaram à conclusão de que o único caminho para o crescimento lucrativo baseava-se na habilidade das companhias em tornar seus clientes fiéis a ponto destes recomendarem constantemente seus produtos, captando novos clientes e agindo, na prática, como seus departamentos de marketing.As premissas do NPS colocavam em xeque uma série de outras métricas, especialmente aquelas relacionadas à satisfação do cliente. Taxas de retenção, por exemplo, são um bom indicador de lucratividade, mas não de crescimento, e os níveis de satisfação passada não apresentam evidências fortes de estarem relacionadas com o comportamento atual do consumidor ou com o crescimento do negócio.A pergunta que interessaPara encontrar a pergunta-chave a ser feita aos consumidores e, a partir daí, a métrica ideal para aferir a fidelidade do cliente, o professor Reichheld associou dados de surveys com informações sobre o comportamento real de mais de 4 mil consumidores, especialmente em relação à repetição de compras e padrões de recomendação, usando para isso ferramentas como Satmetrix e um questionário de 20 perguntas chamado Loyalty Acid Test. Esse trabalho possibilitou determinar quais questões apresentavam a mais alta correlação estatística com a repetição de compra e a recomendação. Se inicialmente procurava-se a melhor pergunta para cada setor de atividade, o que se descobriu é que apenas uma pergunta era a ideal para a maioria dos setores: “qual é a probabilidade de você recomendar a empresa X para um amigo ou colega?”.Encontrada a pergunta, era necessário estabelecer a escala de resposta, uma escala que fosse simples, sem ambiguidade e pudesse ser compreendida de forma intuitiva por consumidores, investidores e jornalistas, enfim, pelo grande público. Essa escala serviria como base para o estabelecimento de grupos de consumidores que resumiram a experiência do cliente, servindo como guia de orientação dos esforços da empresa em busca do crescimento sustentado.Dessa forma, quando a Digital House aparece na sua caixa postal perguntando qual é a possibilidade de você nos recomendar para seus familiares e amigos, o que queremos saber é qual é a proporção dos alunos que, de tão satisfeitos, colocam sua reputação em jogo pela qualidade percebida em sua jornada. Sem nunca descuidar dos feedbacks negativos, que são analisados semanalmente por coordenadores, professores e áreas de apoio, nossa preocupação é proporcionar uma experiência de aprendizagem que tenha valor e faça a diferença na sua trajetória.Assim, mais do que nunca, pedimos: responda às pesquisas! A sua opinião que tornará a DH cada vez melhor.Leia mais no blog DH:+ Google Analytics Dashboard: crie e personalize com o nosso passo a passo+ O que é brand equity e como as empresas geram valor de marca em seus produtos e serviços+ Marketing digital para iniciantes: 10 dicas de como começar na carreira

Conheça o curso de Ads e como se tornar um bom profissional img
#Marketing

Conheça o curso de Ads e como se tornar um bom profissional

Os profissionais que trabalham na área de Ads são responsáveis pela promoção da imagem de uma marca para o mercado, a fim de gerar leads, visibilidade, engajamento e mais vendas, ou seja, tudo que é essencial para o seu crescimento. Que tal entender melhor as vantagens de fazer um curso de Ads e as principais habilidades de um bom profissional neste segmento? Continue acompanhando.O que é um curso de Ads?Em um curso de Ads ou mídia paga, como também pode ser chamado, o aluno aprende a atuar com campanhas de publicidade online. Ele adquire habilidades técnicas e competências para construir e gerenciar campanhas de links patrocinados em diferentes canais, como o Google Ads, Facebook Ads, Instagram Ads, LinkedIn Ads, entre muitos outros.Durante sua formação, o aluno também aprende a analisar dados, como métricas e indicadores de performance das campanhas em ação, utilizando ferramentas, como o Google Analytics, além de gerar relatórios personalizados, usando o Google Data Studio, por exemplo. Ao término do curso, o profissional também estará apto para planejar e aplicar estratégias de publicidade online, através de parcerias com influenciadores digitais, redes de afiliados e e-mail marketing.Mídia paga: como funciona?Depois de saber o que é um curso de Ads, você deve estar se perguntando: mas no que consiste a mídia paga? Como funciona? Vamos te explicar.O segmento consiste em qualquer comunicação que uma marca realiza, investindo dinheiro para ter um determinado resultado além do próprio retorno financeiro, como a visibilidade, geração de leads, vendas ou/e engajamento, entre outros objetivos.Parece fácil até aqui, né? Mas não é somente investindo dinheiro em campanhas e anúncios pagos que você terá o retorno esperado. É preciso considerar diferentes fatores ao planejar uma estratégia. Separamos as principais para você. Confira:Plataformas de anúncioSão diversas plataformas disponíveis para utilizar, podendo ser tanto as redes sociais (Facebook, Instagram, YouTube, Twitter, LinkedIn etc.), quanto buscadores e outros sites, como Google, Yahoo, Waze, Bing, entre outros.Formato do anúncio O anúncio será em imagem? Vídeo? Enquete? Slides? Esses são alguns dos diversos formatos disponíveis em cada plataforma, de acordo com as necessidades e objetivos do negócio.Definição do público-alvoA definição do público-alvo é uma das etapas mais importantes e define como será toda a estratégia de uma determinada campanha com mídia paga. É a partir disso que se identifica quais são as oportunidades para a marca, além de orientar todo o planejamento de atuação da marca no mercado. Afinal, para se comunicar da melhor maneira e construir um relacionamento com os clientes, é preciso conhecê-los antes de tudo.Quais as habilidades de um profissional de performance?Ficou interessado em adentrar ainda mais na área e fazer um curso de Ads? Para te ajudar nessa jornada, listamos 3 habilidades de um bom profissional de marketing de performance ao atravessar a nova realidade. Confira a seguir:Análise de dadosA construção de campanhas produz indicadores que geram relatórios e informações relevantes para o negócio. Neste contexto, ter a capacidade analítica com todos esses dados é essencial. Com isso, a empresa terá maior controle e organização, utilizando tudo o que for relevante para tomadas de decisão e ajudando a marca a entender, com mais exatidão, as expectativas de seu público-alvo.LGPDA Lei Geral de Proteção de Dados Pessoais (LGPD) é um assunto essencial para qualquer empresa que trabalhe com dados pessoais de clientes. Sendo assim, surge a necessidade de saber quais são as exigências que se tornam cada vez mais importantes para o profissional de performance.Independência e dinamismoNão é só de hard skills que vive o profissional de performance, pois as soft skills também são essenciais para os desafios do dia a dia. Neste sentido, quem trabalha na área sabe que é preciso resolver as crises o mais rapidamente possível, tendo dinamismo para tomar decisões de forma independente, com o emocional em controle.Dica extra: organizaçãoNão há profissional de marketing de performance que seja bem-sucedido e desorganizado com seu trabalho. Desde o planejamento, até colocar os anúncios pagos no ar, é preciso que tudo seja muito bem pensado e estruturado.Qual curso de Ads fazer?Ao contrário do que muitos pensam, a mídia paga pode ser usada para diferentes objetivos e não somente para anúncios de venda direta. Em um curso de Ads, o aluno adquire toda a base de conhecimentos necessários para aplicar tudo isso, entendendo que uma verba disponibilizada para a elaboração de uma campanha, por exemplo, pode influenciar o rumo que ela terá com seus anúncios, em suas diferentes possibilidades.Além disso, mesmo que as empresas possam investir pouco, elas não deixam de aumentar sua visibilidade, em uma campanha de período curto. Todo esse processo gera métricas e indicadores, que são essenciais para a identificação de oportunidades de melhorias e novas tomadas de decisão.A tecnologia está em constante avanço. Sendo assim, a procura por um curso de Ads também faz parte deste crescimento. Segundo uma pesquisa, em 2018, foram registrados 3,9 bilhões de usuários online. É muita coisa! Ainda na mesma pesquisa, em 2023, esse número deve evoluir para 5,3 bilhões, um aumento de 36%. (Fonte: Cisco, 2020).A Digital House tem consciência de todo esse panorama e todo o poder de retorno que uma boa mídia pode oferecer para uma empresa, mudando seu destino. Caso esteja interessado em ingressar na área, que faz parte do marketing digital, saiba que possuir um diploma de curso é um diferencial para que consiga ingressar na carreira com tudo, pois ele prova toda sua base de conhecimentos.Que tal se inscrever no curso de Marketing Digital Avançado? Ele prepara o aluno para dominar os diferentes tipos de estratégia, incluindo o marketing de performance e as diferentes plataformas e técnicas para criação de anúncios pagos.Se você possui um negócio, saiba também como planejar, otimizar e automatizar as suas estratégias e ferramentas de campanha que você já usa atualmente. Não é demais?Todas as aulas são dinâmicas, 100% ao vivo, nas melhores plataformas digitais para educação e ministradas por profissionais especialistas do mercado. Garanta a sua ascensão profissional no futuro!Não deixe de conferir também nosso post sobre empregos em tecnologia e quais os melhores sites de oportunidades para ingressar na área.Leia mais no blog DH:+ Google Analytics Dashboard: crie e personalize com o nosso passo a passo+ O que é brand equity e como as empresas geram valor de marca em seus produtos e serviços+ Marketing digital para iniciantes: 10 dicas de como começar na carreira