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Introdução ao GitHub: como funciona a plataforma e suas principais funções

Introdução ao GitHub: como funciona a plataforma e suas principais funções
#Tecnologia
29 de junho - min de leitura

A plataforma do GitHub é um ponto de encontro entre os programadores para desenvolver códigos em equipe, mas o primeiro passo é entender como funciona a tecnologia e suas características.


Conhecer o GitHub, sistema colaborativo muito utilizado pelos desenvolvedores para programar em equipe, é um passo fundamental para quem está começando na programação.

E antes de falar mais sobre esta plataforma de hospedagem de código-fonte, deixamos este artigo sobre a programação criada em conjunto, um hábito que só cresce:O futuro é colaborativo: como programar em equipe”.   

Voltando ao assunto, podemos chamar o GitHub de plataforma de gerenciamento de projetos de open source, mas não só isso. Entre as redes sociais, ele foi criado, pensando em desenvolvedores e permitindo que eles se conectem rapidamente em projetos colaborativos mais assertivos.

O que é e para que serve o GitHub

Explicando o termo Git

Sabe aquela notificação que você recebe para que o seu aplicativo seja atualizado? Pois é, nós podemos usar essa situação para explicar o sistema de controle de versão do Git.

Mesmo depois de um projeto ter sido lançado, o código-base passará por modificações. Na prática, isso significa atualizações de versões, correção de bugs, novas funções, entre outras correções.

Por meio dele, é possível acompanhar qualquer alteração e quem a efetuou, além de permitir a restauração do código removido ou modificado.

Explicando o termo Hub

Entender o que significa o Hub é mais fácil de explicar a sua função na informática. O Hub, conhecido como concentrador, é um aparelho que serve para conectar computadores a uma rede e compartilhar informações. 

Lembra quando falamos que a plataforma também é uma rede social?

Então, o Hub é quem cria as conexões entre profissionais de programação de qualquer lugar no mundo, permitindo a socialização de pessoas com os mesmos interesses, podendo segui-las, acompanhar o que fazem e com quem se comunicam.

Principais características do GitHub

Para começar a se familiarizar com a plataforma, você precisa entender quais são as principais funções, então vamos lá:

Repositório: onde os seus arquivos (códigos, imagens, áudios etc) ficam armazenados, com as opções de depósito do próprio GitHub ou no seu computador;

Branch: cópia do diretório para desenvolvimento isolado, que não afeta o repositório central ou outros branches. Depois de concluir o seu trabalho, você pode combinar o seu branch isolado com outros branches por meio de uma merge, utilizando o Pull Request.

Pull Request: é quando você informa que irá implantar as mudanças no seu branch ao repositório máster, podendo ser aceito ou negado pelos colaboradores. Além disso, é possível revisar e discutir seu trabalho com os demais.  

Forking: é a criação de um novo projeto com base em repositório existentes, fazendo as alterações necessárias e armazenando a nova versão como um novo repositório.

Para entrar no GitHub é preciso criar uma conta individual ou para a sua equipe, preenchendo os dados solicitados. Você pode optar pela opção gratuita ou paga. A última conta com algumas vantagens como repositórios privados. 

Se você está interessado em saber mais sobre como usar o GitHub, a Digital House tem os cursos ideais na área de programação que ensinam o uso de diversas ferramentas deste universo e que facilitam seu dia a dia de programador.

No curso de Desenvolvimento Web Full Stack, você aprende a programar do zero, já no curso de programação Android, nossos professores especialistas te ensinam a criar um app completo, sendo que também temos um curso de programação para iOS. Eaí, quer começar uma carreira de desenvolvedor ou se atualizar? Conte com a gente!

Outras notícias

 4 sinais que indicam quando vale a pena mudar de carreira img
#Carreira

4 sinais que indicam quando vale a pena mudar de carreira

A mudança de carreira não deve ser encarado como um problema. É comum gostar de algo e, depois de um tempo, não gostar mais, não se identificar. Portanto, vale a pena mudar de carreira sim!Antes de realizar qualquer ação ou tomar decisões, é importante entender o seu momento, para saber se é ideal para isso. Acompanhe este artigo, onde explicaremos alguns sinais que indicam a necessidade de mudança.Como saber se devo mudar de carreira?Durante qualquer jornada profissional, altos e baixos estão sujeitos a acontecer, independentemente do segmento de trabalho. No entanto, existem alguns sinais que identificam e mostram se vale a pena mudar de carreira em um determinado momento. Separamos quatro deles para te ajudar. Confira:Desânimo e desinteresse pelo trabalhoVocê acorda cedo todos os dias para iniciar o trabalho e, ao final da tarde, vai descansar. Sua rotina se consiste nisso? Já não sente mais uma sensação boa ao acordar ou antes de dormir, pensando na profissão?Os sentimentos de desinteresse ou angústia pelo trabalho são fortes sinais de que mudanças precisam ser feitas. Caso o problema seja a própria empresa, uma mudança de ambiente pode ser o suficiente para renovar essas sensações. No entanto, se a função e o ramo forem as questões principais, é preciso considerar a transição de carreira para outra área.Falta de reconhecimento profissionalExistem casos de profissionais muito bem capacitados, talentosos e dedicados em seus trabalhos, mas não reconhecidos por suas ações, não sendo promovidos por muitos anos, estagnando-se e se vendo com muitas obrigações no dia a dia.Essa é uma situação de falta de reconhecimento profissional, o que pode causar desânimo com a carreira. Quando se dedica a uma determinada tarefa e não há um mínimo de retorno, o ânimo para trabalhar acaba se tornando inexistente. Neste contexto, é difícil manter a motivação.Desvalorização da área no mercadoSabemos que algumas áreas e profissões são mais valorizadas do que outras no mercado de trabalho, como a tecnologia, que vem se mostrando como uma promessa para o futuro e necessitando de mais profissionais capacitados para atuação.Por outro lado, quem se dedica a um campo desvalorizado acaba se desgastando, por não ter um retorno favorável, mesmo com muito esforço. Isso pode causar desânimo, mesmo em longo prazo. As despesas nunca deixam de existir e sempre tendem a aumentar, enquanto o salário pode se manter igual. Portanto, é normal considerar se vale a pena mudar de carreira neste contexto.Queixas e estresse constanteO estresse diário no trabalho é outro sinal para considerar a transição de carreira. Muitas vezes, isso não afeta somente o campo profissional, mas todas as áreas da vida, por conta das exigências constantes, as reclamações e os sentimentos ruins, que podem ter origem nos superiores ou colegas de trabalho.Sendo assim, questione se essas situações são reversíveis ou contornáveis, além de afetar ou não sua saúde mental e o interesse pelo trabalho. As vezes (na maioria delas), não vale a pena passar por tudo isso ao considerar o salário mensal e outros retornos de trabalho.O que fazer quando se quer mudar de profissão?Ao ler os sinais apontados no tópico anterior, você se identificou com algum deles ou todos? Se sim, talvez seja o momento de mudar de profissão e não há problema em considerar esse objetivo, pois é preciso buscar mais satisfação à própria vida, que passa rápida e ininterruptamente, buscando o sucesso profissional desejado. Veja algumas dicas para te ajudar nesse processo:É preciso planejar!O primeiro passo é iniciar um planejamento e, assim, fazer uma transição assertiva. Avalie a necessidade de construir uma reserva financeira para se manter até conseguir um novo emprego. Para isso, pode ser preciso continuar no trabalho atual por mais um tempo. É preciso também analisar o mercado dentro do campo desejado, vendo se ele está saturado ou não e se os salários são satisfatórios ao seu estilo de vida.Tenha consciência das expectativas!É preciso saber controlar as suas expectativas. Claro que queremos sempre o melhor de maneira rápida, mas é preciso ter consciência de que o processo de transição pode ser difícil e que, logo no começo, aparecerão muitos desafios pela frente. São construções e passos diários.Construa sua base de conhecimentosO domínio das habilidades técnicas é essencial, principalmente em uma transição de carreira. Lembre-se, também, de que possuir um diploma ou certificado pode ser um diferencial ao adentrar o mercado de sua nova área e existem muitos cursos que te preparam para isso e não precisam de um alto investimento de tempo e/ou finanças. No próximo tópico, vamos te explicar melhor sobre isso e qual é a profissão que vale mais a pena.Qual a profissão que mais vale a pena?Toda essa transição de área não é uma decisão fácil e não deve ser feita por impulso. Analisando todos os pontos abordados nos tópicos anteriores, você pode ter a certeza de que vale a pena mudar de carreira.Mas qual a profissão que mais vale a pena? Atualmente, a tecnologia e os campos digitais são os que mais necessitam de profissionais.De acordo com um levantamento da Associação Brasileira das Empresas de Tecnologia da Informação e Comunicação (Brasscom), anualmente, o Brasil forma 46 mil novos profissionais de Tecnologia da Informação (TI), enquanto a demanda é de 70 mil. Ou seja, são 24 mil trabalhadores em falta, o que representa muita coisa.Áreas como marketing digital, UX, dados, programação e produtos digitais são alguns dos principais exemplos de caminhos a serem tomados, que têm uma garantia maior de sucesso, estabilidade profissional e independência financeira.A Digital House possui conhecimento e entendimento desse panorama de mercado e, por isso, oferece formação em todos esses segmentos, sendo a principal escola de habilidades digitais da América Latina. Confira as grades de cada curso, escolha a que você mais se identifica e inscreva-se agora mesmo, garantindo seu futuro profissional.Para reforçar ainda mais essa ideia, de acordo com a pesquisa levantada pela Robert Half, empresa global especializada em recursos humanos, o e-commerce, marketing e os campos de tecnologia estão entre as áreas em alta para o futuro.Se você ficou interessado em aprender e se aprofundar ainda mais sobre o vasto mundo da tecnologia, recomendamos que você também leia o artigo sobre quais são os melhores sites de emprego da área.

Qual a linguagem de programação mais difícil de aprender? img
#Tecnologia

Qual a linguagem de programação mais difícil de aprender?

Não podemos negar: as possibilidades que o desenvolvimento oferece são muito atrativas. Porém, para se tornar um especialista, é necessário muito esforço. Acompanhe o artigo de hoje, e, além de saber qual a linguagem de programação mais difícil, entenda como avançar neste caminho da melhor maneira, fazendo boas escolhas para os desafios que chegarão.Qual a linguagem de programação mais difícilNa verdade, essa é uma questão bastante pessoal, onde a resposta varia de pessoa para pessoa. Quando pensamos em distinções entre as linguagens de programação, devemos saber que a forma como se escreve um determinado comando é o que diferencia elas, mas a lógica de programação é a mesma e permanece inalterada.O que faz com que as pessoas concluam o que é mais difícil ou não é a quantidade de trabalho manual exigida para determinadas funções básicas, pois algumas linguagens podem trazê-las de forma embutida e outras exigem que sejam construídas do zero pelo programador. Portanto, quando se pergunta qual a linguagem de programação mais difícil para um grupo de profissionais, as respostas diferem pela especialização da pessoa e de como foi o desenvolvimento de sua jornada.Mesmo assim, para deixar as coisas mais claras e ajudarmos em sua jornada, ao pesquisar a pergunta em fóruns e comunidades de tecnologia, algumas linguagens são mais comuns de serem apontadas como mais difíceis, principalmente pela maior complexidade em aprendê-las. São elas: Coffeescript, Lua, Malbolge, Erlang, Peri, entre outras.Alguns programadores gostam de praticar linguagens mais difíceis, a fim de se desafiar, aprender mais e se desenvolver. Outros preferem a rapidez, optando por linguagens mais simples.Por que é mais demorado aprender?Tomando como referência as linguagens do tópico anterior, no processo de aprendizagem, caso o profissional tenha alguma dúvida ou pare seu processo em algum ponto, é mais difícil encontrar respostas, discutir com outro colega ou encontrar informações nos fóruns de programação, por exemplo.Além disso, por haver poucos desenvolvedores que utilizam essas linguagens, as demandas são reduzidas, o que torna ainda menos vantajoso optar por aprendê-las.Ao escolher qual linguagem de desenvolvimento aprender primeiro, considere qual será a sua especialidade e foque em dominar a lógica de programação, que servirá como base para qualquer uma delas. Outro ponto importante é que, assim como qualquer área escolhida dentro do setor de tecnologia da informação, na carreira de programação, o profissional deve estudar constantemente, uma vez que o campo não para de avançar e as linguagens estão sempre lançando novas atualizações no mercado.Acessibilidade: linguagem SwiftAté agora, falamos sobre qual a linguagem de programação mais difícil de aprender, mas falando sobre o outro lado, você já ouviu falar na linguagem Swift e sua acessibilidade para domínio e uso no dia a dia?Ela foi lançada em 2014, pela Apple, com o objetivo de trazer mais facilidade e usabilidade aos desenvolvedores, promovendo também a área de programação como algo mais descomplicado e acessível para um número maior de pessoas. Desde então, a linguagem tem sido cada vez mais utilizada, atraindo novos profissionais que veem a Swift como uma alternativa para construir seus projetos, usufruindo também de seus benefícios.Sua sintaxe é simples, clara, limpa e concisa, proporcionando um desenvolvimento com menos codificação, além da performance ser rápida e eficiente, de modo que os apps criados com a linguagem oferecem uma ótima experiência aos seus usuários.A Digital House entende a importância da Swift para o mercado atual e, no curso de Desenvolvimento Mobile iOS, os alunos são capacitados a dominar seu uso, podendo construir aplicativos incríveis para o mercado.Confira a grade do curso, caso você possua interesse em aprender e ingressar na área. Não há dúvidas de que esse é um caminho certeiro para o sucesso e a estabilidade profissional e financeira que muitos almejam.Quais as linguagens mais usadas para programar?Além da Swift, outras linguagens de programação também são mais adequadas para determinados negócios ou empresas. Nós separamos 4 opções para aprender e garantir uma boa posição e estabilidade profissional no mercado. Confira:JavaDesenvolvida na década de 1990, o Java é uma linguagem de programação orientada a objetos e, sem dúvida, a mais solicitada pelas empresas e a mais popular entre os desenvolvedores, por ser uma das principais opções para a criação de aplicativos Android.JavascriptCriado também na década de 1990, o Javascript foi a primeira linguagem de script utilizada na web e veio com o objetivo de trazer mais dinamismo às páginas que, até então, eram marcadas somente com o HTML.PythonMesmo tendo sido criada há mais de 30 anos, o Python é uma das opções preferidas da nova geração de programadores. É uma linguagem versátil e bastante simples de ser compreendida, sendo também muito popular na inteligência artificial.RubyEsta também é mais uma linguagem presente nas queridinhas das novas gerações. Sua sintaxe é simples, exigindo que um desenvolvedor escreva menos códigos para que suas aplicações funcionem. Além disso, são inúmeras bibliotecas e frameworks disponíveis para utilização.A área da programação está superaquecida e, atualmente, carente de profissionais qualificados no mercado. Durante a leitura, você se interessou em se aprofundar ainda mais sobre a linguagem Swift? Recomendamos que você leia nosso artigo em que contamos todos os seus detalhes e sua importância na área de desenvolvimento.Leia mais no blog DH:+ Google Analytics Dashboard: crie e personalize com o nosso passo a passo+ O que é brand equity e como as empresas geram valor de marca em seus produtos e serviços+ Marketing digital para iniciantes: 10 dicas de como começar na carreiraE aí, já segue a gente no Twitter? Vem pra rede, vamos conversar sobre habilidades digitais! ;)

A nova corrida espacial img
#Tecnologia

A nova corrida espacial

Quem viu a disputa recente de bilionários, sobre quem fazia o primeiro voo espacial turístico, talvez não saiba que estamos no meio de uma disputa espacial. Essa nova corrida pode nos levar até Marte em alguns anos e definitivamente redefinir a visão de liderança espacial entre as nações da Terra.Estações EspaciaisA humanidade foi ao espaço pela primeira vez em 1961, chegou na lua em 1969, e de 1998 a 2011 montou uma estação espacial que já foi visitada por 249 astronautas de 19 países.A atual estação espacial internacional (ISS) tem apenas mais 3 anos de vida útil. É possível que ela dure mais algum tempo com alguma manutenção, mas é um tipo de risco que geralmente não se corre com esse tipo de empreendimento. Se já é perigoso morar numa casa com problemas em terra firme, imagine no espaço?A ISS não é a primeira estação espacial e nem será a última, antes tivemos a Salyut, Almaz, Skylab e MIR e já faz algum tempo que a China está trabalhando na sua própria estação espacial.A estação espacial chinesa se chama Tiangong, que em tradução livre significa Palácio Celeste. Os últimos astronautas (ou taikonautas, termo usado pelos chineses) que chegaram lá em 17/junho devem ficar por 10 anos no espaço. A partir de 2024, com a desativação da ISS, a China colocou à disposição da ONU sua estação para pesquisas. Até o momento 9 projetos de 23 instituições em 9 países já foram selecionados.MarteA exploração de Marte começou com a Mariner 4 em 1964, a primeira sonda a passar pela órbita marciana, e a partir de 1997 começaram a enviar veículos (rovers) para explorar o planeta em solo.A Nasa já enviou 5 veículos: Sojourner, Spirit e Opportunity, Curiosity, e Perseverance. Este último chegou lá em fevereiro de 2021. Porém, o veículo mais recente em Marte é dos chineses, se chama Zhurong e aterrissou em maio de 2021.Além dos Estados Unidos e China, temos Rússia (nos tempos da URSS), Agência Espacial Européia, Índia e Emirados Árabes Unidos que já enviaram sondas espaciais com sucesso para a órbita de Marte.E voltando a falar em bilionários, um dos grandes obcecados com a exploração do planeta vermelho é Elon Musk, a ponto de ter uma página oficial e uma página na Wikipedia dedicadas especificamente a esse tema.Uma das ambições do multiempreendedor Musk (SpaceX; Tesla Motors; OpenAI, Neuralink e SolarCity) é colonizar Marte. Isso envolve aquecimento, água, oxigênio, cultivo e mineração entre muitas outras coisas.Se você tem curiosidade sobre o tema, recomendo a minissérie Marte da Netflix. Ela é parte documentário (entrevistando cientistas, políticos e ativistas) e parte ficção-científica (mostrando uma jornada de colonizadores no planeta vizinho).Turismo EspacialO capítulo mais recente (e polêmico) dessa história envolve as viagens espaciais de Richard Branson e Jeff Bezos. Ambos disputam quem ocupa o lugar na história da primeira companhia a levar regularmente turistas ao espaço.Por um lado é um empreendimento fútil, ao contrário da exploração espacial que pode trazer descobertas científicas, o turismo espacial é puro entretenimento para ricos. Por outro lado, populariza a conversa sobre o espaço e chama mais atenção para a ciência, e (espero que) definitivamente, acabe com o terraplanismo.Richard Branson, fundador do Grupo Virgin, largou na frente. Sua nave chegou a 86 km de altitude, acima dos 80 km reconhecidos pelos Estados Unidos como limite do espaço. Ele pretende realizar 400 voos por ano e já vendeu 600 ingressos ao preço de US$250 mil.Jeff Bezos, fundador da Amazon, chegou depois, mas alfinetando seu oponente dizendo que ele não chegou no espaço. Acontece que o limite internacional, conhecido como Linha de Kármán, é de 100 km, altitude que a nave de Bezos alcançou. Ele ainda não deixou claro quantos voos fará por ano nem quanto custará o ingresso.Enfim, o importante é você saber que a atual conquista do espaço não se resume a uma disputa de egos entre quem tem muito dinheiro. Envolve pesquisa científica, envolve geopolítica e com certeza mexe com o sonho de muita gente que olha para as estrelas e fica pensando no que existe lá fora.Leia mais no blog DH:+ Google Analytics Dashboard: crie e personalize com o nosso passo a passo+ O que é brand equity e como as empresas geram valor de marca em seus produtos e serviços+ Marketing digital para iniciantes: 10 dicas de como começar na carreiraE aí, já segue a gente no Twitter? Vem pra rede, vamos conversar sobre habilidades digitais! ;)