Primeiros passos no Git: o que é e como usar dentro da programação

Primeiros passos no Git: o que é e como usar dentro da programação

Você sabe o que é Git (que não é GittHub)? Pois bem, é um sistema de controle de versão, compartilhado por open-source, utilizado atualmente por muitos desenvolvedores por suas práticas funcionalidades.

Nele, se cria todo o histórico de alterações no código do projeto e, de maneira simplificada, permite  que o programador volte a qualquer ponto, para saber como o código estava naquela etapa/data.

Além disso, o Git ajuda a controlar o fluxo de novas funcionalidades quando desenvolvedores programam em equipe, com suas ferramentas para análise e resolução de conflitos, quando o mesmo arquivo é editado por mais de uma pessoa.

Acompanhe este artigo e saiba mais sobre estas importantes funcionalidades do Git que podem ser uma tremenda mão na roda no seu dia a dia de programador.

O que é Git na prática - vantagens e funcionalidades

Abaixo, separamos algumas vantagens do Git que fazem tantas equipes de desenvolvedores aderirem ao sistema. Além disso, você, programador iniciante, fica mais familiarizado com as definições e terminologias dele.

Sistema de controle: ou seja, o Git é praticamente um rastreador, podendo ser usado para armazenar qualquer tipo de conteúdo;

Sistema de controle de versão: seu código de armazenamento continua sendo alterado conforme mais códigos são adicionados. Isso permite que muitos desenvolvedores possam fazer essa adição, em paralelo, mantendo um histórico de todas as alterações ocorridas;

Sistema de controle de versão distribuído: seu sistema possui repositório remoto(armazenamento em servidor) e um local (armazenado no computador dos desenvolvedores), o que faz o código ser salvo em vários locais para mais segurança e praticidade no processo.

Como usar o Git?

Tudo no Git é movido por meio de interligação de pontos na história do projeto. Esses pontos são os commits que, por sua vez, são formados por conjuntos de alterações em um ou mais arquivos e somados a um descritivo que resume as alterações nesse ponto.

As ramificações ou branchs no Git são formas de se alcançar uma mesma versão do código. Eles sofrem alterações e recebem commits de diferentes fontes e diferentes desenvolvedores.

Como os projetos no mundo de programação geralmente comportam vários desenvolvedores trabalhando em paralelo, o Git vem como uma saída para evitar (e resolver) conflitos de código entre eles, na prática do dia a dia.

Primeiros passos: instalando o Git

Neste link, você encontra o passo a passo sobre como instalar Git em diversos sistemas operacionais. Para se certificar se foi instalado corretamente, use o comando no terminal git --version.

A próxima ação é criar uma pasta para o seu projeto, nomeando e adicionando nela um repositório local ao projeto, por meio do comando git init.

Daí, você começa a “Commitar” o código, que consiste no processo pelo qual o código é adicionado ao repositório local. Antes disso, ele deve estar na área de staging, aquela onde são mantidas as alterações que ainda não foram commitadas.

Neste ponto, uma dica bacana é usar mensagens de commit que sejam relevantes e indiquem o que as alterações do código realmente vão fazer, pensando na equipe.

Abaixo, exemplificamos um trabalho com vários ramos e commits aplicados. Para ver se compreendeu o que explicamos até aqui, identifique os pontos da história e seus ramos unidos que representam as alterações de uma forma aplicada a outra.


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