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Como começar na gestão de produtos digitais?

Como começar na gestão de produtos digitais?
#Tecnologia
7 de abril - min de leitura

O que é preciso para a gestão de um produto ser eficiente? Conheça mais sobre a área e como priorizar a experiência do cliente pode definir o sucesso do produto.


Produtos digitais, assim como os dados, são valiosíssimos na era em que vivemos. Bem antes do isolamento social causado pelo Covid-19, eles já eram vetores de muitos bons negócios. E o que é considerado um produto digital? Corresponde a todo material comercializado na internet, considerando conteúdos que agregam valor ao usuário, como e-books, sites e apps.

Como diferenciar seu produto digital

Neste mesmo mês, lançavam, em 2 de abril de 1968, o filme “2001: Uma Odisséia no Espaço” lá nos EUA. Ele rendeu outros produtos como o livro (sucesso em vendas), a trilha sonora caprichada, muitos fãs e inspiração para uma infinidade de outros longas. E por que raios estamos falando disso?

Produtos integrados, bem gerenciados, e que criam valor entre si, são a grande sacada, digital ou não. Um produto precisa ser focado na experiência do usuário, e quando interligado a outros, pode se tornar um mar de oportunidades e conquistar um oceano de clientes.

Parafraseando esse épico do cinema mundial, neste artigo, convidamos você para a odisseia no espaço dos como ter um produto digital bem gerenciado. Vem com a gente.

A importância do MVP para um produto digital

Desde a chegada da internet, o mercado mudou e cada vez mais surgem novos negócios e empreendedores no mundo digital, movimentando grandes quantias. Terreno promissor que transformou a gestão de produtos digitais em uma das profissões mais promissoras do mercado, hoje, o Product Manager é função de destaque.

Nessa área, a pessoa responsável pela gestão de desenvolvimento de produtos digitais tem a missão de realizar sua liderança focada no cliente, ao mesmo tempo em que está conectada com a operação do negócio. O Product Manager é responsável pelas áreas de negócios, tecnologia e design, além de ter habilidades de mobilização de equipe e negociações.

Entre as ferramentas de gerenciamento, podemos citar entre elas o Minimum Viable Product. E se você está se perguntando o que é um MVP, ele nada mais é que uma metodologia de prototipação muito usada nos novos modelos de negócios, como nas startups, e que ajuda a testar protótipos de produtos.

Na prática e não só no meio virtual, no MVP testa-se um produto viável mínimo, na versão mais simples, que já será lançada com uma quantidade mínima de esforço e desenvolvimento para ver se vale mais investimento, depois. Otimização de tempo meu amigo!

E, como o digital se alimenta de dados, a gestão de produtos digitais está intimamente ligada ao acompanhamento de métricas, com foco na obtenção de bons resultados e atenção para a correção de erros de estratégia.

Empresas apostam em modelo centrado no produto

Segundo a consultoria Gartner, em 2020, as organizações que adotarem o modelo centrado no produto irão superar a concorrência que não tiver se adaptado, tanto em satisfação do cliente quanto em resultados de negócios. O Gartner ainda prevê que esse número chegará a 80% até 2022.

Carreira de um Product Manager

O salário de médio para gerentes de produtos digitais é em torno de R$ 6,779, com a demanda por esses profissionais aumentando em até 150%, segundo dados de 2019, da consultoria Revelo.

No curso de gestão de Produtos Digitais da Digital House, você aprende a estabelecer o roadmap de desenvolvimento de produtos, gerenciar times utilizando métodos ágeis, modelar negócios usando Business Model Canvas e muito mais.

Descubra na prática como comunicar o valor do seu produto e estruture um modelo financeiro, com pitches ninjas para potenciais investidores. Durante o curso você ainda participa na faixa de uma feira exclusiva de recrutamento, o Recruiting Day da Digital House.

Gostou? Então, vem na nossa e decole sua carreira, optando por uma das profissões mais procuradas da atualidade.

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Sala de aula invertida: como a metodologia impacta na sua aprendizagem img
#UX
#Marketing
#Carreira
#Tecnologia
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Sala de aula invertida: como a metodologia impacta na sua aprendizagem

No formato tradicional de aula, aquele que já fez parte da sua vida algum dia, o foco está no professor. Nessa configuração, ele é detentor do conhecimento, explicando seu saber à frente da turma, enquanto os alunos ouvem, passivos, e se esforçam para assimilar o que recebem.A internet e o livre acesso à informação vem desconstruindo esse modelo, fazendo com que perca seu sentido. Esse novo cenário abre espaço para, como o próprio nome sugere, inverter a ordem desta aula expositiva. Neste artigo, você vai entender o que é sala invertida e como funciona, inclusive aqui, na Digital House. Como surgiu a sala de aula invertida?Com essa reflexão sobre o modelo tradicional de ensino, é justificável dizer que não faz mais sentido a aula continuar assim, apenas como uma experiência expositiva. O mundo atual, incluindo o mercado de trabalho, exige profissionais com mais autonomia, que busquem diversas maneiras de contato com o conhecimento, focando principalmente na atividade prática. E foi neste mundo que o conceito de sala de aula invertida nasceu. Tendo origem no inglês flipped classroom, ele tem seus primeiros registros na iniciativa de dois professores do estado norte-americano do Colorado. Em 2007, Jonathan Bergman e Aaron Sams começaram a gravar pequenos trechos de aula para enviar aos seus alunos que não podiam frequentar a escola por estarem doentes. A dinâmica funcionou bem e eles passaram a explorar mais a ideia com todos os outros. “Assim, de forma simplificada, podemos dizer que a sala de aula invertida, como o próprio nome sugere, inverte a ordem de aula expositiva na escola para trabalho prático em casa”, resume Cesar Michelin, líder de pedagogia da Digital House.O impacto da sala de aula invertida na educaçãoA estratégia destes dois professores estadunidenses se aplica bem ao formato não presencial, ou seja, cursos com aulas remotas. Na época, eles entregavam o conteúdo aos alunos em forma de vídeos, textos, entre outros meios, para que fosse estudado em casa, assimilado ao tempo de cada um, assim como a organização de agenda de estudos autônomas. Portanto, para que esta liberdade de estudo desse certo, o aluno precisaria criar uma disciplina, ou seja, uma rotina que se adequasse a sua natureza de absorção do saber.Com a teoria visitada antes, as aulas passaram a ter um caráter mais prático, onde os alunos vão resolver tarefas, exercícios e outras formas de interação. Além disso, na metodologia de sala invertida, o professor tem a chance de realizar um acompanhamento bem mais personalizado. Por exemplo, quando os alunos se reúnem em sala, a atividade prática toma boa parte do tempo, o que impede a apresentação de erros e dúvidas diferentes.Sem o foco no conteúdo teórico, nesse momento o professor terá tempo de atender prontamente a estas dificuldades. Sala de aula invertida na prática Aqui na Digital House, a sala de aula invertida é parte da estratégia dos cursos Blend. Em um curso neste modelo, hoje disponível para Full Stack e Marketing Digital, nossos alunos têm acesso à uma plataforma de ensino online (Playground), onde podem consumir conteúdos diversos, como videoaulas gravadas especificamente para seus cursos. O passo-a-passo das aulas é pensado com o objetivo de oferecer um conteúdo relevante para se consumir sozinho, complementado com a prática em grupo, com o professor e os colegas, através de exercícios, tarefas, desafios e etapas do Projeto Integrador. “Trabalhando dessa forma, os grupos do Projeto Integrador podem ter mais atenção dos professores em sala de aula, para que possam evoluir na construção dos seus protótipos em ambos os cursos”, complementa o professor Michelin.A frente das metodologias disruptivas de ensino, a Digital House já possuía experiência com sala de aula invertida, antes mesmo da pandemia, o que foi fundamental para que migrasse rapidamente todos os cursos ao formato remoto.Assim, oferecer autonomia ao aluno, e oportunidade de praticar com o professor, são os principais benefícios da sala de aula invertida, proporcionando acompanhamento personalizado e respeito ao ritmo de aprendizagem de cada um, tudo em um ambiente que estimule a criatividade e a experimentação. Quer saber mais sobre a Digital House e nossa cultura de inovação, por meio de um ensino mais humanizado? Veja nossos cursos e qual pode transformar a sua carreira! Comece a vivenciar a experiência DH, do conceito à prática.

Tableau Software: introdução ao framework e benefícios que facilitam a análise de dados img
#Carreira

Tableau Software: introdução ao framework e benefícios que facilitam a análise de dados

O uso de frameworks está cada vez mais enraizado nas empresas e estas ferramentas precisam ser intuitivas, acessíveis e facilitadoras para quem os executa. Neste ponto, o Tableau tem a mesma proposta.Como define nossa professora generalista de Data Analytics, Talita Souza, “a proposta central da ferramenta é ajudar grandes empresas globais a extraírem o máximo de seus ativos mais valiosos, ou seja, seus dados e pessoas” .Acompanhe com a gente o que é Tableau e como usar o framework.Tableau - inteligência na transformação de dados complexosPara quem tem a responsabilidade de tomar decisões que afetam toda uma organização, a escolha deste software de análise pode ser a ideal, pois é uma ferramenta projetada para ir de acordo com a maneira como as pessoas pensam e visualizam dados.Como assim? Então, de acordo com o fabricante, para se obter um verdadeiro autoatendimento, é necessária uma plataforma de análise comercial que realmente seja prática, fácil de implantar, gerenciar e que ofereça governança e segurança dos dados. O Tableau é essa plataforma: uma solução empresarial que atende às necessidades de toda a empresa, por sua facilidade de entendimento das funcionalidades e pela forma intuitiva de visualizar dados, criar métricas e obter respostas, sem precisar da manutenção de uma pessoa de TI. Ele foi desenvolvido para atender às necessidades de cada usuário, individualmente, mas sua implantação pode ser escalonada para toda a empresa. Por meio de Business Intelligence (BI), esta plataforma transforma seus dados em informações que ajudam a tomar decisões mais embasadas.Tipos de TableauSe dividirmos esta solução por produtos, temos quatro tipos de Tableu: Prep, o Desktop, o Online e o Server. ➜ O primeiro, como o nome sugere, prepara seus dados para análise, onde mais gente da equipe poderá combinar, estruturar e organizar as informações de maneira otimizada e segura;➜ O Tableau Desktop permite análises mais avançadas, mas ainda de maneira simples. Por análise visual e interface fácil de usar, o usuário tem acesso a um business intelligence avançado;➜ Já com o Tableau Online, as análises de autoatendimento são na nuvem. Portanto, não há necessidade de gerenciar um servidor. Seguro, escalonável e sem a necessidade de ter um hardware para isso;➜ Por último, o Server permite que os dados sejam visualizados por todos da empresa, ou seja, é possível visualizar de qualquer lugar.Outra vantagem é que o Tableau dá é permitir que se faça uma avaliação gratuita, para comprovar a eficácia na prática da solução dentro do universo da sua empresa. + Análise de dados para iniciantes: comece agora a explorar o mundo do big dataPor que usar o Tableu: benefícios do frameworkEm termos de aplicação no dia a dia, com o Tableau, você pode centralizar os relatórios de marketing digital do seu time e aumentar suas conversões, economizando de 10 a 20 horas por dia do time.O Tableau permite que outras pessoas da equipe criem campanhas de marketing digital individualizadas e regionais. Com base nessas análises agregadas do comportamento dos clientes, é possível  monitorar os dados em tempo real, o que faz com que a equipe reaja ao comportamento dos clientes e otimizar as campanhas de marketing. Além disso, com a automação desses relatórios, fica viável o compartilhamento dos dados coletados com a área de gestão de relacionamento com o cliente (CRM), ou seja, vendas. Essa integração pode se tornar uma vantagem competitiva considerável.Outro aspecto interessante é que com essa implementação de BI, analistas e profissionais de TI poderão se dedicar ao quadro global e as inovações de longo prazo, em vez de perderem tempo em tarefas manuais de pesquisa e geração de relatórios.Portanto, esta plataforma é mais um exemplo que comprova o papel das tecnologias na Transformação Digital em nossas vidas, incluindo carreiras: descomplicar e otimizar o que parecia complexo, tornando as soluções mais customizadas e certeiras.A importância do Tableu dentro de AnalyticsSe você quer ser um dos protagonistas desta verdadeira (re) evolução tech, capacite-se conosco. No curso de Data Analytics, da Digital House, você não apenas conhece esta solução, como sabe a maneira certa de aplicá-la em um negócio.Além disso, você dominará diversas metodologias e frameworks analíticos, trabalhando com diferentes fontes de dados. E uma boa notícia: temos uma turma nova te esperando, saiba mais sobre as aulas remotas da Digital House e transforme sua carreira de onde estiver.+ Dados na área de negócios: como tomar decisões de uma forma inteligente

Chatbot robotizado vs humanizado: como criar bots com personalidade img
#Dados

Chatbot robotizado vs humanizado: como criar bots com personalidade

A percepção e a forma com que as pessoas se relacionam com as tecnologias, incluindo atendimento eletrônico, evoluiu na pandemia, dando espaço ao protagonismo de User Experience (UX) dos negócios.  Os softwares de videoconferência na nuvem são exemplos disso. Graças à adaptação dos colaboradores com esse recurso, empresas puderam dar continuidade aos seus processos. E esta experiência nos faz voltar os olhos para outras tecnologias, como os chatbots, onde a principal busca em desenvolvimento é a humanização. Mas, o que isso significa, de fato?Como criar um chatbot humanizadoO chatbot é um software que simula um ser humano na conversação com as pessoas. Seu objetivo é a interação e a resolução de problemas, 24h por dia.Quando se usa o termo humanizado, significa que ele responderá às perguntas do interlocutor como outra pessoa faria, numa condução mais natural e que atenda a expectativa do usuário. A humanização é o ponto chave para o sucesso da estratégia de um negócio.Para que o atendimento humanizado com chatbots seja efetivo, os recursos de inteligência artificial e machine learning são fundamentais. Eles é que otimizam a comunicação entre empresas e clientes e ainda aprendem com estas conversas, aprimorando atendimentos posteriores. Criando uma personalidade para o seu botAlém disso, é importante prestar atenção nas características do bot humanizado alinhando com a marca da empresa, o que inclui:➜ Tom de voz;➜ Representação visual;➜ Transparência nas informações;➜ Diálogos naturais e não óbvios.O crescimento na humanização dos chatbots Suponhamos que você ligue em um consultório médico e seja atendido por um robô que consegue verificar quase instantaneamente os horários disponíveis para agendamento, só pelo número do seu telefone ou informação de um documento que tenha fornecido.Além disso, esse mesmo bot tem uma voz adequada para aquele segmento, o que, certamente, vai trazer uma experiência amigável. Isso é chatbot humanizado e inteligente, na prática.São estes aspectos que um profissional develops deve se ater: o robô precisa resolver demandas, das mais simples às mais complexas, de maneira prática e sem a necessidade de intervenção humana.E vale a pena investir atenção neste mercado, pois ele está em plena ascensão. O Gartner Institute prevê que, até 2022, 72% das interações entre empresa e cliente serão completamente conduzidas por mecanismos como os chatbots.E, com esse segmento evoluindo, como se diferenciar? Além dos diálogos amigáveis, os desenvolvedores precisam se aprimorar em ferramentas que promovam uma experiência cada vez mais satisfatória ao usuário. Como? Usando e abusando da inteligência artificial, aprendendo os comandos e processos que devem ser atendidos, tudo com uma abordagem mais pessoal e personalizada de acordo com a identidade da marca. Mas falar “a mesma língua” que o consumidor pede aperfeiçoamento contínuo. Por isso, a dica é analisar como o cliente se comunica. Por exemplo, caso este público use emojis, gifs ou memes, o chatbot pode responder da mesma forma. Afinal, é muito mais agradável falar em um tom similar a uma conversa entre conhecidos, do que com uma máquina. Chatbot robotizado vs. humanizadoA Siri, assistente virtual da Apple, é um excelente exemplar da espécie. Ela, além de cumprir tarefas, organizar informações e tirar dúvidas, tem personalidade e é até bem-humorada.Se tiver um aparelho condizente, teste dizer para ela que está triste. Uma das respostas é “Eu ofereceria um ombro para chorar… se eu tivesse um.”.Obviamente, toda essa desenvoltura exige um super-trabalho de mapeamento de linguagem humana e configuração de intenções dentro do robô, mas que vale muito a pena, pois resulta em fidelização e encantamento do cliente (UX). Ficou encantado com o mundo dos chatbots? Ele está em pleno evolução, leia-se: muitas oportunidades para sua carreira. Venha desvendar este universo da inteligência artificial, machine learning e UX na Digital House. No curso de Data Science você aprende sobre chatbots e como usar IA a favor dos bots.