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O que a geração Z quer das marcas e como atrair esses jovens da melhor forma?

O que a geração Z quer das marcas e como atrair esses jovens da melhor forma?
#Marketing
8 de outubro - min de leitura

Quanto mais o tempo passa, mais as coisas mudam, principalmente com as novas tecnologias disponíveis. Sendo assim, o que é a geração Z e quais são as suas principais características no mercado de trabalho.


Nos últimos meses, muito se falou sobre a geração Z e a definição sobre o que é "cringe". Neste contexto, você sabia que esses jovens já chegaram ao mercado de trabalho? Sim, é isso mesmo! E podemos dizer também que eles estão revolucionando as relações trabalhistas dentro das empresas e que é preciso se atentar a elas.

A geração Z é conhecida pela presença de jovens revolucionários, que nasceram em um cenário onde a tecnologia já estava em um patamar mais elevado de desenvolvimento.

Sendo assim, a retenção deles nas empresas é um desafio presente no mercado de trabalho. É preciso adaptação não apenas no ambiente organizacional, mas também na gestão dos colaboradores. 

Acompanhe este artigo e entenda o que é a geração Z, suas relações e características trabalhistas com as empresas e como se preparar para um futuro muito próximo, a fim de conduzir tudo de maneira assertiva.

O que é e quem define a geração Z?

Sociologicamente, a geração Z é a definição para as pessoas nascidas no período entre 1995 a 2010. Se analisarmos, as pessoas nascidas em 2003 já estão com 18 anos e podem estar na faculdade. Suas experiências de vida têm uma grande influência no tipo de oportunidade de trabalho que procurarão posteriormente e que consideram importante.

Pela geração Z ser a mais nova no mercado de trabalho, muitos estudos vêm sendo realizados, a fim de entender o comportamento desses jovens em relação à carreira e suas interações profissionais.

Ainda neste artigo, iremos abordar as características e pontos importantes dessa geração no mercado. Mas, de uma maneira geral, podemos dizer que os jovens costumam sempre buscar a simplificação de processos e a antecipação de demandas. Essa é uma questão muito importante no mundo corporativo, pois essas otimizações possuem impacto direto na produtividade das equipes.

Outro ponto positivo que devemos destacar é, sem dúvida, a compreensão tecnológica desenvolvida. Se os millennials (geração anterior a Z) já são conhecidos por serem “digitais”, a geração Z possui uma intensidade ainda maior.

Todos os jovens que nasceram depois dos anos 2000 não tiveram que se acostumar e adaptar aos avanços tecnológicos, uma vez que já nasceu interagindo com eles. Sendo assim, podemos dizer que as inovações fazem parte da evolução natural dos seres humanos.

Alguns pontos importantes da realidade dessa geração são os aplicativos, a comunicação por vídeo e a conectividade, tanto com seu próprio ecossistema quanto com o resto do mundo. São essas características que os tornam adaptáveis a diferentes plataformas, com as mais diversas funcionalidades, o que, sem dúvida, é um grande diferencial para o mundo corporativo.


Como é a geração Z no mercado de trabalho?

Comparando com as gerações anteriores, não há dúvida de que a geração Z possui uma relação com o trabalho de uma maneira muito diferente. Sendo assim, separamos as principais características dela, para que você compreenda tudo isso com mais exatidão. Confira:

Familiarização com o digital

Como comentamos, a geração Z nasceu em meio a um mundo tecnológico e conectado, através dos inúmeros aplicativos disponíveis, plataformas de vídeo, canais de informação, redes sociais, entre outras ferramentas. Sendo assim, eles se adaptam facilmente aos diferentes programas e se desafiam a aprender cada vez mais sobre eles.

No entanto, não é por serem mais digitais que eles não valorizam o encontro presencial. De acordo com dados de uma pesquisa divulgada pela Inc, 72% dos entrevistados preferem se comunicar pessoalmente e valorizam aspectos como apoio dos líderes e boas relações, que podem ser cultivadas por meio do diálogo.

Empoderamento

Essa é uma outra característica muito importante e marcante da geração Z. Os jovens costumam não esperar para agir, após receber ordens, mas sim realizar as coisas de maneira proativa, se oferecendo também para participar dos processos.

Com isso, eles conseguem terminar suas demandas com mais rapidez, sem precisar esperar para começar outra tarefa. Isso traz um impacto bastante positivo quando pensamos na produtividade de uma empresa, e que afeta positivamente todo o resultado final.

Indefinição e criatividade

A geração Z costuma ser bastante inclusiva e a diversidade é uma característica presente entre os jovens. Eles quebram as necessidades de rótulos, contestando todos os estereótipos, não ligando para definições de gênero, idade ou classe e valorizando a identidade fluida.

Sendo assim, diferentes pontos de vista e maneiras de pensar são sempre presentes e valorizados, gerando muito mais criatividade e inovação aos negócios.

Os processos burocráticos são algo que a geração Z costuma sempre evitar e, em contrapartida, ela está o tempo todo pensando em formas de otimizar os processos, para focar no que acha importante para a organização.

Soltos e desapegados

Atualmente, a retenção de talentos é uma das maiores dificuldades que as empresas possuem com a geração Z. Isso porque eles não possuem o comportamento de “vestir a camisa” da organização.

Esses jovens são realistas, desprendidos, práticos e tendem a ser mais individualistas, buscando satisfazer suas necessidades financeiras e seu próprio enriquecimento pessoal. Seu comprometimento parte do autodesenvolvimento profissional e da construção de sua carreira e estilo de vida, alinhados com os campos emocionais e sensoriais.

Costumam ser adeptos do pensamento lógico, autodidatas e responsáveis. De maneira resumida, eles tentam seguir suas vidas de uma forma mais pragmática, característica ainda mais evidente no Brasil, que vive uma crise.  

Multitarefas

A geração Z já nasceu inserida em uma realidade onde dispositivos tecnológicos já existiam. Isso fez com que os jovens adquirissem o hábito de fazer várias coisas ao mesmo tempo, tornando-os extremamente ágeis e produtivos.

Esse é um ponto bastante interessante para carreiras em que há a necessidade de se atentar a diferentes detalhes.

Comunicativos 

Essa geração é marcada pela construção da comunicação através do diálogo. Eles entendem a situação e tentam agregar valor de alguma maneira, sendo avessos a qualquer tipo de preconceito, compreendendo as diferenças e tentando respeitá-las da melhor forma.

Geração dos memes

Com tantas particularidades, é claro que essa geração também possui um código universal para se comunicar. Ele é baseado em memes, emojis e, agora mais recentemente, as figurinhas do WhatsApp. Por que não?

Eles utilizam a linguagem para exercitar a comunicação e a capacidade crítica com leveza e humor. Não se pode descartá-la, pensando no seu gigantesco poder viral e a capacidade de alcançar cada vez mais pessoas, principalmente quando pensamos em estratégias de marketing digital, como o buzz marketing, para prospectar mais leads.

Até aqui, você pode ver como a tecnologia é algo que pode modificar as relações trabalhistas e os cenários dentro das empresas. Não há dúvida de que o futuro será cada vez mais tecnológico e as habilidades digitais serão imprescindíveis no futuro do mercado de trabalho.

A Digital House tem consciência dessa revolução e oferece cursos nas principais áreas, que formam alunos capazes de lidar com desafios nas maiores empresas, se adaptando e podendo desenvolver a melhor carreira profissional, aliada a um estilo de vida que também anseiam. Confira as grades das aulas nas áreas de Marketing Digital, UX, Dados, Programação e Negócios.

Como aproveitar todas essas características da melhor forma?

Atualmente, o Brasil possui cerca de 9,5 milhões de jovens da geração Z. E é inegável a influência e a inspiração que eles estão colocando na sociedade, tanto para os mais jovens quanto aos mais velhos para o futuro do mercado de trabalho, dos negócios e das relações trabalhistas.

A flexibilidade é um ponto muito importante e que conta muito para esses jovens. Horários rígidos, obrigatoriedade de presença no escritório, férias fixas, entre outros diversos pontos. Para eles, tudo isso são coisas do passado. 

Desde a inserção dos millennials no mercado de trabalho, a busca pela flexibilidade se tornou cada vez mais frequente. Tudo isso foi impulsionado ainda mais com a pandemia e o necessário isolamento social.

Um segundo ponto a destacar é a necessidade do feedback, principalmente entre líderes e membros. Esse é um dos temas mais importantes quando falamos sobre o gerenciamento de pessoas. Embora os jovens da geração Z sejam comunicativos e demonstrem suas expectativas de maneira mais aberta, eles também possuem insegurança, principalmente pelo fato de serem novos no mercado de trabalho.

O mais importante é que as empresas entendam que essa geração tem uma grande energia e disposição no sentido de pensar, criar e inovar. E já que cada vez mais a transformação digital está presente nos processos, por que não exigir que as organizações se modernizem também na maneira de pensar, conduzir e gerir um negócio? Somente assim a retenção de talentos dessa geração será possível.

Se você gostou deste conteúdo, recomendamos que escute um episódio do DH Cast, onde falamos sobre o impacto da geração Z nas estratégias digitais das empresas. Uma realidade que se torna cada vez mais presente e comum no mercado de trabalho.

Leia mais no blog DH:

Google Analytics Dashboard: crie e personalize com o nosso passo a passo

O que é brand equity e como as empresas geram valor de marca em seus produtos e serviços

Marketing digital para iniciantes: 10 dicas de como começar na carreira

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#Dados

Entenda o que é uma rede neural convolucional no deep learning

As capacidades dos seres humanos têm sido reproduzidas de maneira cada vez mais perfeita, graças à inteligência artificial e às máquinas. É neste contexto que entra a rede neural convolucional, que envolve a visão computacional, onde diversos pesquisadores e entusiastas trabalham incansavelmente para fazer coisas incríveis acontecerem.Neste campo, a previsão e o objetivo é fazer com que as máquinas possam ver o mundo como os seres humanos, tendo percepções de maneira semelhante e usando a inteligência para realizar diferentes tarefas, como o reconhecimento de imagem e vídeo, que é uma funcionalidade que já conhecemos, análises e classificações de mídias, processamento de linguagem, entre outras.Quer entender mais sobre o conceito de rede neural convolucional? Continue acompanhando.O que é uma rede neural convolucional?Uma Rede Neural Convolucional ou RNC, como também é conhecida, é um algoritmo de deep learning que é capaz de captar uma imagem de entrada e atribuir importâncias e diferenciar aspectos e objetos presentes nela.É importante destacar que o pré-processamento de uma RNC é muito menor do que outros algoritmos de classificação. Normalmente, nos métodos mais primitivos, os filtros são desenvolvidos à mão, enquanto que, na rede neural convolucional, eles podem captar esses filtros ou características por conta própria.De acordo com o livro "Neural Networks and Learning Machines", de Simon Haykin, a estrutura de uma rede neural convolucional é dividida em três objetivos principais. Conheça cada uma delas:Extração de característicasAo receber os sinais de entrada de um campo receptível, é possível extrair as características locais. Isso faz com que a posição exata de cada pixel, no caso de uma imagem, seja irrelevante, ou seja, não é importante saber onde um determinado objeto se encontra, desde que os aspectos que o compõem estejam organizados e conectados da mesma forma.Mapeamento de característicasCada camada computacional da rede neural convolucional é composta por diferentes mapas de características, que dão robustez ao modelo, fazendo com que seja possível lidar com variações, como distorção, rotação ou translação na imagem.SubamostragemA camada de subamostragem é aplicada para coletar amostras de cada mapa de característica, produzindo uma sumarização.Por que as redes neurais convolucionais são usadas?Uma rede neural convolucional é utilizada para se trabalhar com imagens. Dependendo da maneira que for aplicada, pode facilitar o entendimento mais complexo da visão computacional, em prol de tarefas, como análise de sentimentos, detecção de objetos, reconhecimento e categorização, entre outros.Para um computador, uma simples imagem não significa muito mais do que uma matriz de valores de pixels. Neste contexto, a RNC pode ser treinada para entender a sofisticação dela, através da convolução.Seu processo ajusta o conjunto de dados da imagem, devido à redução no número de parâmetros envolvidos, além da capacidade de reutilização dos pesos.Ficou interessado em aprender e entender mais sobre o assunto? Saiba que a Digital House é a maior escola para aprendizado de habilidades digitais da América Latina e referência, também, na área da inteligência artificial e suas vertentes, como o próprio deep learning e as redes neurais convolucionais.Recomendamos que você conheça o curso de Inteligência Artificial da DH, que forma especialistas capazes de enfrentar qualquer tipo de desafio nos processos organizacionais, contribuindo para o sucesso de grandes empresas do mercado. As aulas online são dinâmicas, 100% ao vivo e ministradas por especialistas. Inscreva-se!O que é a convolução usada nas redes neurais?A convolução é a aplicação de um filtro na entrada da rede. O processo de entrar, que acontece repetidas vezes, resulta em um mapa de ativações, indicando os locais e os seus recursos, como em uma imagem, por exemplo.Na rede neural convolucional, uma das características mais importantes e inovadoras é a capacidade de aprender automaticamente um grande número de filtros, em paralelo a um conjunto de dados de treinamento para uma funcionalidade específica, como a classificação de imagens, por exemplo.E aí, gostou desse conteúdo? Se sim, recomendamos que também leia nosso artigo onde explicamos a relação entre ciência de dados e inteligência artificial e esteja por dentro dessas carreiras que, sem dúvida, são promessas para o futuro do mercado de trabalho.Leia mais no blog DH:+ Google Analytics Dashboard: crie e personalize com o nosso passo a passo+ O que é brand equity e como as empresas geram valor de marca em seus produtos e serviços+ Marketing digital para iniciantes: 10 dicas de como começar na carreiraE aí, já segue a gente no Twitter? Vem pra rede, vamos conversar sobre habilidades digitais! ;)

Design emocional: entenda o conceito e sua relação com a experiência do usuário img
#UX

Design emocional: entenda o conceito e sua relação com a experiência do usuário

Este é um conceito criado e difundido por Donald Norman, cientista cognitivo e pioneiro do UX na Apple. Ele explica que o design emocional é capaz de despertar sensações e sentimentos nas pessoas, fazendo com que elas criem e estabeleçam uma forte ligação com uma marca.É isso que faz, por exemplo, uma pessoa escolher uma determinada garrafa de água em uma prateleira de mercado, no meio de tantas outras opções.E aí, ficou curioso para entender melhor esse conceito? Continue acompanhando.O que é design emocional?O termo design emocional é relativamente novo no mercado. Apesar do design, em si, estar presente há muito tempo, não se fala muito sobre como as emoções podem afetar uma tomada de decisão, durante uma compra.O design emocional pressupõe que, ao olharmos para um produto, as primeiras impressões que temos não ocorrem de forma consciente. Isso mostra que a forma, a aparência, o modo de apresentação e suas características podem ditar a opinião que formamos sobre ele.Isso porque, no dia a dia, construímos imagens mentais sobre os produtos, a partir dos sentimentos que eles trazem. Esses processos ocorrem no inconsciente, de forma interna, sem que haja uma noção clara do que acontece.Sendo assim, muitas coisas que acabamos comprando nem sempre são necessárias ou as melhores, quando falamos em aspectos comuns, como durabilidade, eficiência, segurança, entre outros. No dia a dia, a verdade é que acabamos comprando boa parte dos produtos por conta das emoções que transmitem.Talvez você esteja se questionando: será que eu realmente faço isso? Usando o mesmo exemplo que abordamos no início do texto, pense em quantas vezes você já escolheu uma garrafa de água por conta de seu rótulo. Isso porque é muito difícil uma pessoa escolher a garrafa com base em uma leitura apurada do rótulo em si, entendendo a origem do produto e os níveis dos minerais presentes em seu conteúdo.Nós precisamos fazer diversas escolhas o tempo todo. Todos os dias e constantemente. Por isso, não percebemos que boa parte delas acaba acontecendo de maneira interna e automática. É aí que entra o design emocional, orientando essas decisões, sem que percebamos..Quais são os níveis de design emocional?Como explicamos, o design emocional é um conceito desenvolvido por Donald Norman e difundido através de seu livro “Design Emocional: Por que adoramos (ou detestamos) os objetos do dia a dia”. Nele, Donald explica que, no mercado, um produto bem-sucedido deve atingir e satisfazer os três níveis do design emocional. Vamos te explicar cada um deles agora mesmo. Confira:VisceralEste é o primeiro nível e o mais básico do design emocional. O visceral se relaciona com o instinto, ou seja, é a primeira impressão que a pessoa sente sobre qualquer produto novo que tenha contato.Neste momento, a forma, cores, contornos e contrastes são elementos fundamentais e que fazem toda a diferença. Por ser a primeira reação, nem sempre é perceptível pelas pessoas e muito menos controlada.Uma palheta bem selecionada, seguindo um estudo baseado na psicologia das cores, por exemplo, pode despertar mais interesse por parte dos consumidores. Assim como um objeto sem uma forma padrão ou uma tipografia mal escolhida pode causar estranhamento imediato às pessoas.De acordo com o livro de Donald Norman, quanto mais visceral for um determinado produto, as chances de os usuários considerarem que ele funcione melhor são maiores, mesmo que isso possa não ser verdade.ComportamentalEste é o segundo nível do design emocional. Trata-se de sensações que acontecem de maneira completamente inconsciente e um dos principais responsáveis pelas decisões que tomamos, de fato, no dia a dia.O nível é alcançado quando manuseamos um determinado produto, ou seja, está relacionado à comodidade e ao prazer gerado no momento do uso. Quando nos sentimos no controle, dominando o seu uso do começo até o fim, costumamos nos identificar com ele.Nem sempre a qualidade do produto é a melhor, mas a maneira como foi apresentada ao usuário, proporcionando uma boa experiência, afeta a percepção de uma pessoa sobre ele, chegando em seu subconsciente.ReflexivoO reflexivo é o último nível emocional e tem relação com o superego, uma das partes do cérebro conhecida por não controlar nada do que faz, mas, ao mesmo tempo, que está de olho em tudo. Misterioso, não?Ele influencia na percepção que temos sobre nós mesmos, comparado a outras pessoas. Ou seja, aqui vem a ideia de status e de ser bem visto pelos outros socialmente. É por isso que, às vezes, tendemos a comprar algo que transmita e/ou carregue certa carga de status social.Qual a relação entre design emocional e a Experiência do Usuário (UX)?Em um processo de desenvolvimento de produto, é preciso compreender as necessidades do usuário e prever seus comportamentos. Isso acontece ao gerar experimentação e o estudo do design emocional.É preciso entender quando um usuário está tendo uma boa experiência de usabilidade de um determinado produto ou está se sentindo frustrado por não conseguir suprir suas necessidades.Durante o processo, com base no UX design, a experiência do usuário deve ser testada e avaliada constantemente para garantir o melhor resultado.Relacionando com o design emocional, a beleza do produto, por exemplo, pode fazer com que os consumidores deixem de avaliar a eficácia, a usabilidade e se abstenham da experiência, simplesmente por não ter se encantado pela estética. É por isso que as emoções são essenciais nos processos de UX.Na Digital House, temos o curso de Experiência do Usuário (UX), no qual o aluno aprende os principais conceitos e técnicas da área, incluindo o design emocional, que estamos aprendendo hoje.As aulas são online, dinâmicas, 100% ao vivo e ministradas por especialistas do assunto, que estão no mercado. Além disso, a DH conta com o departamento de carreiras, onde os alunos possuem acesso a conteúdos exclusivos sobre suas jornadas, além das próprias ações de conexão com grandes empresas do mercado, como feiras de recrutamento e outros eventos pontuais. Inscreva-se agora mesmo e garanta o seu futuro profissional!Principais benefícios do design emocional para as empresasAté aqui, não foi difícil de compreender que um bom design emocional pode ser um dos maiores diferenciais para que uma venda aconteça. Isso impacta diretamente nos resultados de uma empresa, já que estamos falando sobre atrair e gerar mais leads, a partir das emoções que seus produtos e/ou serviços provocam nas pessoas.Isso fica ainda mais evidente quando analisamos, de fato, o comportamento do consumidor. De acordo com levantamentos do Serviço de Proteção ao Crédito (SPC Brasil) e Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas (CNDL), 40% da população brasileira fazem compras por impulso.Não há dúvida de que essas compras possuem um inegável potencial de design emocional, não é mesmo?E engana-se quem pensa que o conceito só pode ser aplicado em produtos físicos ou sites. As estratégias de marketing também podem utilizar do recurso, para que as peças de conteúdo, por exemplo, produzam o desejado efeito de atração pelo consumo.Resumindo, o design emocional auxilia sua empresa a vender mais, por atrair mais pessoas, gerar encantamento e estimular a necessidade de consumo.E aí, gostou de aprender sobre o conceito? Que tal saber mais? Não deixe de conferir também o nosso artigo sobre heurísticas de Nielsen, onde explicamos 10 erros de usabilidade para não se cometer em um projeto de UX.Leia mais no blog DH:+ Google Analytics Dashboard: crie e personalize com o nosso passo a passo+ O que é brand equity e como as empresas geram valor de marca em seus produtos e serviços+ Marketing digital para iniciantes: 10 dicas de como começar na carreiraE aí, já segue a gente no Twitter? Vem pra rede, vamos conversar sobre habilidades digitais! ;)

Digital House e Rocketseat: a maior comunidade de desenvolvedores da América Latina img
#Tecnologia

Digital House e Rocketseat: a maior comunidade de desenvolvedores da América Latina

E tem super novidade no ar! A partir de agora, nós, da Digital House, estamos nos unindo com a Rocketseat. Juntos, somos a maior comunidade de programadores da América Latina!Que notícia, não é mesmo? Tudo isso aconteceu porque vimos na Rocketseat todo o complemento que precisávamos em prol do objetivo de acelerar a formação de profissionais e suprir a grande demanda que possuímos no setor de tecnologia.Continue acompanhando este artigo para conhecer mais sobre as atividades da Rocketseat e como se deu todo esse processo de fusão.Saiba o que a imprensa está falando:• Terra• Valor Econômico• Pequenas Empresas Grandes Negócios• Exame• Prime Time Zone• EstadãoConheça um pouco da RocketseatA Rocketseat é uma plataforma de aprendizado contínuo em tecnologia, que está em atividade desde 2017, impulsionando e capacitando pessoas a conquistarem as melhores oportunidades de suas carreiras.A transformação digital é uma questão muito presente na maior parte das empresas, em virtude do desenvolvimento da tecnologia e a necessidade de se manter em um cenário com um mercado bastante competitivo.Em suas atividades, a Rocketseat oferece uma experiência de aprendizado colaborativa, assim como a Digital House, onde o aluno possui grande responsabilidade no processo de aprendizagem, sendo protagonista da sua própria evolução, com a realização de diversas atividades práticas, simulando a realidade das empresas.Como e por que ocorreu esse processo de fusão?Como comentamos, além da similaridade de metodologias, tanto a Digital House como a Rocketseat têm o propósito de expandir o número de pessoas capacitadas no mercado de tecnologia, especialmente na área de programação, a fim de suprir o cenário de grande demanda.De acordo com dados de um levantamento realizado pela Microsoft, atualmente, o Brasil possui cerca de 400 mil profissionais de programação e desenvolvimento. No entanto, a previsão aponta que haverá mais de 6 milhões de oportunidades na carreira até 2025. Ou seja, o déficit na área é enorme e está aumentando a cada dia.Com essa fusão, Digital House e Rockeseat formam a maior comunidade de programadores da América Latina e, com certeza, vão acelerar suas estratégias de expansão na formação dos melhores talentos do mercado de tecnologia.Um ponto muito bacana a se colocar é que, juntas, a Digital House e a Rocketseat já impactaram positivamente a vida de mais de um milhão e duzentas mil pessoas. E daqui para a frente, isso tende a crescer muito mais. Os alunos de ambas as instituições terão formação em todos os níveis, desde os programas mais básicos até o avançado, voltados para os que querem evoluir em suas jornadas.Veja o que os CEOs das duas escolas comentaram sobre esse processo:“Estamos muito entusiasmados com essa união, pois conseguiremos ampliar a oferta de conteúdos e produtos em coding, indo ao encontro da alta demanda das empresas que já ultrapassam a marca de 100 (cem) clientes corporativos”, enfatiza o Sebastian Mackinlay, cofundador e CEO da Digital House Brasil.“Para nós da Rocketseat, a conexão do nosso propósito com a Digital House ficou muito clara desde a primeira conversa. Juntos, vamos impulsionar ainda mais pessoas e dar a elas o poder de acessarem as melhores oportunidades de suas carreiras.”, disse Robson Marques, cofundador e CEO da Rocketseat.A DH pode te ajudar a ser um profissional de tecnologia :)A Digital House sabe e entende que a tecnologia é algo muito importante, que pode mudar as relações trabalhistas e os cenários dentro das empresas. Não há dúvida de que o futuro será cada vez mais tecnológico, e as habilidades digitais serão essenciais no futuro do mercado.Sendo assim, não deixe de conferir as grades dos cursos nas áreas de Marketing Digital, UX, Dados, Programação e Negócios. Seja um profissional capaz de lidar com os principais desafios das maiores empresas, sendo um diferencial e impulsionando sua carreira de maneira assertiva. Inscreva-se agora mesmo!Leia mais no blog DH:+ Google Analytics Dashboard: crie e personalize com o nosso passo a passo+ O que é brand equity e como as empresas geram valor de marca em seus produtos e serviços+ Marketing digital para iniciantes: 10 dicas de como começar na carreiraE aí, já segue a gente no Twitter? Vem pra rede, vamos conversar sobre habilidades digitais! ;)