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O que é funil de marketing? Passo a passo da estratégia.

O que é funil de marketing? Passo a passo da estratégia.
#Marketing
2 de junho - min de leitura

As estratégias de marketing são usadas para alcançar resultados, como geração de leads e conversão. Aprenda sobre funil de marketing e como usá-lo no seu negócio.


Com a crescente ascensão da tecnologia, o marketing digital também vem evoluindo e, com isso, cada vez mais ferramentas vêm surgindo para otimizar os processos de prospecção de novos clientes e conversão de leads. O funil de marketing é uma das mais conhecidas e um ótimo exemplo.

Se pararmos para analisar os processos de inbound marketing, as novas estratégias costumam colocar o cliente no centro e não o produto ou serviço das marcas. Isso porque elas precisam atrair o consumidor voluntariamente, conforme suas necessidades, e, assim, oferecer soluções.

Quer entender com mais detalhes o funcionamento e para que serve o funil de marketing? Continue acompanhando e saiba como impulsionar os resultados de sua empresa com a ferramenta.

O que é funil de marketing?

É um modelo que representa as etapas da jornada de compra de um cliente, desde o primeiro contato com a empresa até o fechamento da venda e o relacionamento pós-venda, para que ele volte a comprar mais vezes.

Ele segue a estrutura de um funil de verdade, onde o topo é maior e vai se estreitando até o final. Relacionando com o marketing, na parte superior, tudo se inicia com um número grande de possíveis clientes e, conforme vai descendo, o número vai diminuindo até extrair os mais qualificados, para se tornarem reais usuários.

Durante esse processo do cliente pelo funil, existem diferentes etapas com abordagens e gatilhos ligados à transição entre elas. Continue acompanhando e entenda como funciona cada uma dessas fases.

Para que serve o funil de marketing?

O funil de marketing é dividido em etapas e isso permite que o profissional de inbound marketing crie uma estratégia assertiva, com táticas e ações para cada fase. Com isso, a marca pode segmentar seu público-alvo, criando conteúdos específicos e assertivos, para que todos avancem nas etapas de compra até o pós-venda.

A ferramenta precisa dar todo o suporte necessário ao cliente durante sua jornada de fases no funil, pois, em cada uma delas, os consumidores têm diferentes percepções, necessidades e dores. Neste contexto, se pensar estrategicamente, eles se interessarão voluntariamente pela solução oferecida pela empresa, se tornando um consumidor de fato.

Os profissionais que já trabalham com o funil de marketing sabem muito bem que quanto menos genérica for uma mensagem, maior é sua eficiência. Fazer uma oferta de venda para um cliente que está no topo do funil pode ser o motivo para que ele tenha uma imagem negativa da marca.

A Digital House também tem consciência de que o entendimento pleno do funil de vendas é essencial para um bom profissional de inbound marketing e, por isso, o curso de Marketing Digital ensina a ferramenta com detalhes, para aplicar em estratégias de empresas e gerar sucesso tanto para elas quanto para o próprio funcionário.


Quais são as etapas do funil de vendas?

Como já adiantamos nos tópicos anteriores, o funil de marketing é dividido em etapas. São eles: topo, meio e fundo. Cada uma delas tem suas particularidades e pedem conteúdos e estratégias específicas, para que o marketing seja assertivo e os clientes avancem no processo. Conheça melhor cada uma delas:

Topo de funil

Esta é a primeira etapa do funil, onde as pessoas possuem algum problema ou necessidade e estão procurando saber algo sobre o produto ou serviço. Elas não estão interessadas em contratar uma empresa ou comprar algo específico e, na maior parte dos casos, não sabem nem que tipo de marca procurar.

Sendo assim, para as empresas, o conteúdo deve focar em resolver as possíveis dúvidas, para satisfazer essas necessidades, sem qualquer tipo de oferta comercial. 

É muito importante trabalhar em um bom marketing de conteúdo, para que a marca tenha um grande alcance e audiência, pois é assim que ela terá mais chances de reter mais clientes no funil, além de se tornar uma referência em seu mercado de atuação.

Ao planejar a estratégia para o topo de funil, lembre-se de aplicar métodos que trazem mais alcance, como textos com técnicas de SEO, uso de mídias sociais e mídias pagas, diferentes formatos, como vídeos, apresentações, entre outros meios.

Meio de funil

Diferentemente da etapa anterior, no meio de funil, você deve transformar o grande número de visitantes em leads, além de filtrá-los para prosseguir ou não na jornada de compra.

Nesta etapa, o cliente já foi educado sobre os assuntos que o conteúdo de uma empresa aborda, têm clareza sobre o problema que possui e está buscando a melhor solução para ele. Sendo assim, o conteúdo nesta etapa deve mostrar quais as soluções que uma marca oferece e porque elas são as mais indicadas.

Com essa atração à solução, o cliente se torna muito mais avançado no processo de decisão de compra e a empresa deve agir para transformá-lo em um lead. Para isso, você pode utilizar landing pages com formulários, que colham informações relevantes da pessoa.

Mas você acha que eles dão essas informações de maneira espontânea? Não é tão simples assim. Neste contexto, a empresa precisa oferecer algo em troca, que pode ser um material rico, como e-books, whitepapers, infográficos ou até um serviço gratuito, como uma consultoria.

Uma vez que a empresa possui informações relevantes sobre o lead, ela pode incluí-lo na lista de automação de marketing, para que tenha acesso aos fluxos de nutrição, a fim de colher mais informações e descobrir se o lead é, de fato, um possível cliente ou não.

Fundo de funil

Esta é uma etapa onde muitas empresas se esquecem da sua importância, deixando-a para o time de vendas exclusivamente. E é neste contexto que muitos leads acabam desistindo da compra ou buscando outra empresa que preze por esta etapa. Portanto, aqui é necessário convencer o cliente de que a sua solução não é apenas ideal, mas também que sua empresa é a melhor do ramo.

Sendo assim, o conteúdo aqui pode ser promocional, falando sobre sua empresa, serviço e produto. Ações como oferecer cupons de desconto, depoimentos de outros clientes, demonstrações de produtos, entre outras, são comuns nesta fase.

O conteúdo deve ir além do que apenas incentivar o fechamento de uma venda, como expor dúvidas comuns sobre o produto/serviço, webinars com tutoriais de uso, outros materiais ricos com explicações relevantes, tudo para que o lead tome a decisão de compra e não tenha dúvidas de que é a melhor escolha.

Colocando essas etapas em prática, com certeza a empresa terá muito mais chances de prosperar e impulsionar seus resultados. Quer aprofundar ainda mais seus conhecimentos? Confira também outros materiais ricos que produzimos sobre marketing digital na nossa biblioteca de conteúdo.

Não deixe também de conferir nosso artigo sobre as principais estratégias de marketing digital que vão te ajudar a conquistar clientes e fidelizar seu público

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#UX

UX Strategy: o que é e quais as vantagens de se implantar em uma empresa?

A área de UX está se consolidando cada vez mais em empresas de diferentes tamanhos, setores e configurações. Neste contexto, como um processo natural da disciplina e com o aumento da importância desses profissionais no mercado de trabalho, é normal que haja posições mais especializadas, como o UX Strategy.Acompanhe este artigo, onde te explicaremos tudo sobre a função, sua relação com a área de UX design e os principais benefícios de implantá-lo em uma empresa.O que é UX Strategy?UX Strategy ou estratégia de UX, como também é chamado, é a construção e elaboração de toda a abordagem que está por trás do processo de desenvolvimento de um produto digital.Neste contexto, o profissional é o especialista que auxilia o negócio a entender quais são as suas metas e objetivos em relação às necessidades de seus usuários e, consequentemente, as experiências que terão, de modo a traçar o melhor caminho para que tudo seja atingido de forma assertiva.Uma estratégia de UX bem construída deve certificar-se de que a visão, a missão, os desejos dos clientes e as habilidades técnicas do negócio estejam todas bem alinhadas. Com isso, o profissional poderá trabalhar da melhor forma para oferecer soluções que atendam todas as expectativas.Qual a sua relação com o UX Design?Como comentamos, o UX é uma área que vem se consolidando no Brasil em diversas empresas. E a ramificação de funções mais específicas acaba sendo uma consequência natural de tudo isso, para que a área e o processo funcionem da melhor forma possível dentro dos negócios. Uma delas é o UX Strategy.Quando falamos da relação e diferença entre o UX Design e o UX Strategy no dia a dia, o primeiro possui suas ações e trabalhos com foco mais na evolução do produto, enquanto o UX Strategy foca no business.Basicamente, o UX Strategy é o profissional que lidera o projeto em que o UX designer atua, pois é ele quem define as estratégias a serem seguidas. Em outras palavras, podemos dizer que um foca mais na parte teórica e o outro, no caso o UX Design, foca na prática, ou seja, no desenho e no desenvolvimento do produto final.No dia a dia, nada impede que o UX designer também possa desenvolver uma estratégia. Mas quando falamos do mercado atual, a especialização do profissional é algo essencial para que as coisas aconteçam da melhor forma dentro das empresas.Isso porque contribui para que o negócio desenvolva um trabalho melhor, economizando recursos, pois os profissionais especializados podem resolver problemas com mais qualidade e em menos tempo.Agora que você já sabe o que é UX Strategy e sua relação com UX Design, deve saber também que realizar um curso na área é uma ótima alternativa para adentrar na carreira, adquirindo uma base sólida de conhecimentos para utilizar no dia a dia em grandes empresas.Na Digital House, temos o curso de Experiência do Usuário (UX). Além de ensinar o processo como um todo, ele também aborda o UX Strategy de forma detalhada, ou seja, caso o aluno deseje, é possível se especializar nisso.Todos os alunos também podem participar do programa de apoio à recolocação (gratuito), além de feiras de recrutamento exclusivas (Recruiting Day). Inscreva-se e impulsione sua carreira agora mesmo!Qual é o papel de um UX strategist?Quando falamos sobre o papel do profissional, sem dúvida, temos que considerar o livro “UX Strategy” escrito por Jaime Levy, que se tornou uma referência para a carreira e traz 4 papéis essenciais para um UX strategist. Confira:Estratégia de negóciosQuais são os diferenciais da marca? Como ela irá se posicionar no mercado? Como fazer com que o produto seja viável? Essas são algumas perguntas essenciais para que o profissional tenha uma visão ampla do nicho em que atua e a estratégia do seu próprio negócio. É preciso estar alinhado com a missão e os valores da empresa ou produto com o qual trabalha.No dia a dia, a partir desse papel, o profissional irá implementar design sprints, saber priorizar ações e encontrar soluções efetivas, que sejam interessantes tanto para o público quanto para a empresa.Inovação de valorUm dos papéis do UX strategist é definir como a empresa vai gerar valor para o público a partir da inovação e a diferenciação, alinhadas com o baixo custo de implantação de ações.Pesquisa com usuáriosComo o objetivo é oferecer as melhores experiências do usuário, é essencial que a pesquisa com o público-alvo seja um dos papéis principais do UX strategist. Isso porque, no mercado, não há mais espaço para achismos e todas as decisões de um bom planejamento devem ser tomadas a partir de dados.Experiência do usuárioPor fim, este último papel, que se relaciona muito com o anterior, se baseia no entendimento de todas as sensações de um usuário ao ter contato e interagir com o produto ou serviço desenvolvido. É preciso analisar e considerar todos os feedbacks para aplicar possíveis melhores e obter uma melhor performance. Quais são as principais vantagens de implantar o UX Strategy em uma empresa?Implementar o UX Strategy pode trazer diferentes benefícios para um negócio. Separamos os principais. Confira:Otimização e simplificação do acompanhamento dos padrões de comportamento dos usuários.Integração de diferentes times em torno da mesma visão de negócio.Mensuração de resultados para tomar decisões baseadas e orientadas por dados.Validar suposições e evitar achismos.Minimizar riscos e deixar os processos mais assertivos, pois identifica as necessidades reais dos usuários ainda no início de um projeto.E aí, gostou do conteúdo? Se sim, recomendamos que leia também nosso artigo sobre a carreira de UX writing, onde te contamos 5 grandes dicas para ingressar na carreira.Leia mais no blog DH:+ Google Analytics Dashboard: crie e personalize com o nosso passo a passo+ O que é brand equity e como as empresas geram valor de marca em seus produtos e serviços+ Marketing digital para iniciantes: 10 dicas de como começar na carreiraE aí, já segue a gente no Twitter? Vem pra rede, vamos conversar sobre habilidades digitais! ;)

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#Marketing

Valor de marca: o que é e qual a sua relação com o marketing digital?

No mercado, dentre as inúmeras opções de marcas, existem produtos que, apesar de possuírem a mesma função e serem semelhantes, são mais caros do que o outro e, mesmo assim, possuem clientes fiéis. Você já deve estar acostumado com essa situação. Mas você já refletiu o porquê disso? Neste contexto, vamos falar sobre o valor de marca e como ela se aplica no dia a dia.Este é um dos principais objetivos das estratégias de marketing digital das empresas, ou seja, fazer com que sua imagem se desenvolva de maneira que as pessoas se interessem por ela, além dos próprios produtos. Continue acompanhando este artigo para entender essa dinâmica de maneira clara.O que é valor de marca?Quando falamos sobre o termo, também conhecido como brand equity, em inglês, estamos falando sobre a relação do valor de produtos e/ou serviços com a força que a marca possui no mercado de consumo.Isso quer dizer que a imagem dela é reconhecida pelas pessoas, tanto pela eficiência quanto a boa experiência de tudo que oferece, sua história, status, percepções de mercado e/ou valores emocionais que variam para cada pessoa.Muitos fatores podem contribuir para a construção de uma boa imagem, como a qualidade, ponto de venda, conteúdos em seus diferentes canais, site, embalagem, psicologia das cores, identidade corporativa, entre outros.Sendo assim, construir um valor de marca é importante para qualquer organização que queira se manter firme em um mercado tão competitivo.Valor de marca no marketing digitalNo marketing digital, o valor de marca é uma estratégia essencial para as empresas. Não é nenhuma novidade que, nos últimos anos, tanto as organizações quanto as pessoas passaram a migrar para a internet, adquirindo novos comportamentos e hábitos de consumo, onde se inclui a aquisição de novas informações e entretenimento nesse meio digital.Para se ter uma ideia, dados mostram que 74% dos consumidores brasileiros fazem diferentes pesquisas nas redes sociais a respeito dos produtos que querem comprar. Além disso, ainda na mesma fonte, consta que 86% dos brasileiros são adeptos ao consumo online.Tudo isso foi impulsionado ainda mais com a pandemia, marcando uma tendência de consumo que se manterá mesmo com a normalização das atividades e o fim do isolamento social das pessoas. Isso nos leva a entender que a presença online não é mais um diferencial para as marcas do mercado, mas, sim, um fator de sobrevivência no meio de tantas opções.É por isso que gerar valor de marca acaba sendo um objetivo presente no marketing digital, podendo ser notado de diferentes formas, seja em um conteúdo, nas campanhas, entre outras ações e opções existentes dentro da área, atraindo leads e aumentando as vendas.Você possui interesse em ingressar nessa área profissionalmente e colocar todas essas ações em prática? Na Digital House, temos o curso de Marketing Digital, onde o aluno é capacitado a dominar as principais ferramentas e estratégias do mercado atual, podendo gerar valor para diferentes empresas.As aulas são online, 100% ao vivo e ministradas por especialistas da área, que estão no mercado. Inscreva-se agora mesmo e garanta o seu futuro profissional!Qual a diferença entre branding e brand equity?O branding é um termo que vem se tornando cada vez mais conhecido dentro do mercado. Em resumo, trata-se da gestão de marca, ou seja, é o desenvolvimento e a implantação de diferentes trabalhos, estratégias de posicionamento para desenvolver a imagem de uma empresa no mercado.Com isso, podemos entender que o objetivo final do branding é gerar brand equity ou valor de marca, como também é conhecido. Vamos pensar como isso funciona na prática? Imagine, por exemplo, uma camiseta lisa, sem nenhum símbolo ou logo visível. Agora pense também na mesma camiseta com o logotipo da Gucci. Isso mostra o poder de determinadas empresas e é isto que o marketing digital considera como valor de marca.É através disso que as pessoas avaliam o preço, relevância, suas emoções com uma empresa, fidelidade e autoridade, ou seja, pontos muito importantes dentro do branding.Exemplos de valor de marca no mercadoNós acabamos de colocar um exemplo sobre como o valor de marca pode fazer a diferença para uma empresa. Neste contexto, aprender com as grandes organizações a utilizar o seu valor para impactar o mercado e garantir o sucesso dos seus produtos é algo essencial para qualquer negócio.Sendo assim, separamos mais três marcas que possuem grande crescimento e relevância dentro de seus setores. Confira:AppleEssa poderosa corporação é um dos maiores exemplos de como o valor de marca faz toda a diferença. Já parou para pensar na quantidade de pessoas que fazem filas nas portas das lojas quando há o lançamento de um novo modelo da empresa?Algumas vezes, as especificações técnicas de seus produtos nem sempre são melhores do que de seus concorrentes. Mas, mesmo assim, a Apple consegue se consagrar no mercado através de diversos diferenciais, como seu próprio design, atraindo uma legião de fãs.Quando você compra um de seus produtos, você não está comprando um smartphone, por exemplo, mas sim um iPhone. Quem o adquire possui a sensação de pertencer a um grupo seleto de pessoas.HavaianasNo Brasil, a empresa é um dos maiores exemplos de brand equity no mercado. A marca possui um reconhecimento tão grande, que muitos dos seus produtos são referidos pelo próprio nome Havaianas, ao invés de dizer o objeto em si.Um ponto interessante é que muitas das campanhas de marketing digital da organização possuem um toque humorístico. Isso contribuiu muito para desenvolver uma identificação com seus consumidores, gerando mais valor no mercado.Coca-ColaO valor de marca da empresa é tão grande, que a identidade visual dela serve de inspiração para muitos estilos, sejam em trabalhos gráficos até decoração de ambientes. Sua tipografia específica faz com que qualquer pessoa saiba identificar a marca, mesmo não sendo um consumidor frequente de seus produtos.Ou seja, a empresa investiu muito no seu branding. O slogan "abra a felicidade", de suas campanhas, traz o conceito de que você não está bebendo um refrigerante apenas, mas, sim, consumindo felicidade.Com essa ideia, sua legião de fãs só aumentou e, hoje, milhões de pessoas em todo o mundo consomem seus produtos.E aí, gostou dos exemplos? Possuir grandes marcas como inspiração e entender os cases é uma ótima maneira de entender o que é possível fazer para inovar e impactar o mercado, gerando valor de marca e rentabilidade aos seus produtos.Quer aprender mais? Confira também o nosso artigo sobre o que é tráfego orgânico e como gerar ainda mais conversões em seu site.Leia mais no blog DH:+ Google Analytics Dashboard: crie e personalize com o nosso passo a passo+ O que é brand equity e como as empresas geram valor de marca em seus produtos e serviços+ Marketing digital para iniciantes: 10 dicas de como começar na carreiraE aí, já segue a gente no Twitter? Vem pra rede, vamos conversar sobre habilidades digitais! ;)

Quantas linguagens de programação existem no mercado de tecnologia? img
#Tecnologia

Quantas linguagens de programação existem no mercado de tecnologia?

Alguns sites, como o Wikipédia, dizem que existem, aproximadamente, 1.200 delas, enquanto outros dizem que esse número, na verdade, é muito maior. Quando pensamos em quantas linguagens de programação existem, é preciso considerar toda a história e, assim como as que são faladas pelas pessoas, existe uma hierarquia com base na sua prevalência, relevância e uso.A resposta para esse questionamento pode te surpreender. Acompanhe este artigo e saiba mais sobre.O que é linguagem de programação?Antes de irmos à questão principal, vamos entender o que é a linguagem de programação, principalmente para os que são novos no mundo da tecnologia da informação.As linguagens de programação são muito parecidas com a forma de comunicar entre as pessoas, ou seja, a falada. Quando nos comunicamos um com o outro, usamos um conjunto de vocabulários e expressões para expressar todos os nossos pensamentos, sentimentos e ações da melhor forma. No mundo da programação, isso vale da mesma maneira.A linguagem de programação é o meio que os humanos usam para instruir e comunicar os computadores a fazer diferentes tarefas e ações. Elas também possuem seus próprios vocabulários e regras gramaticais para desenvolver essas instruções.Para isso, realizam a sintaxe de codificação, ou seja, fornecem conjuntos de palavras específicas para que os programas de software dos dispositivos, computadores ou máquinas façam o que as pessoas lhes dizem para fazer.Quantas linguagens de programação existem atualmente?Chegamos à questão principal. Na verdade, é difícil dar uma resposta definitiva a esta pergunta, pois, como comentamos, cada fonte expõe o assunto em pontos de vista divergentes.Sendo assim, para ajudar nessa empreitada, separamos três dos principais exemplos de recursos e suas respectivas listas de linguagem de desenvolvimento. Elas variam de tamanho, ou seja, no número sobre quantas delas existem e quais são relevantes. Confira:TIOBEO índice da comunidade de programação se iniciou em 1991, quando começou a rastrear 25 idiomas de codificação. Atualmente, o índice aponta 50 idiomas e suas relevâncias no mercado.As avaliações são baseadas nas opiniões de profissionais especializados, cursos, fornecedores, que também inclui diferentes motores de busca, como o Google, Amazon, Bing, entre muitos outros.WikipédiaO site possui mais de 1.200 línguas em sua lista. Todas elas listadas em ordem alfabética. Sabemos que as informações colocadas na página são subjetivas, mas é uma visão interessante sobre quantas linguagens de programação existem no mundo atualmente.GitHubA Github é uma plataforma para desenvolvimento de software, que possui milhões de usuários. Todos os anos, eles divulgam o "State of the Octoverse Report", onde há diversos dados e estatísticas sobre o mundo da programação, a exemplo de quantas linguagens de programação foram colaboradoras por profissionais.Com base em todos os fatos colocados, quando buscamos uma resposta para essa pergunta, o certo é dizer milhares, pois o número aumenta constantemente e nunca irá parar.E por que tantas assim? É preciso saber que cada linguagem é sempre criada para suprir uma determinada necessidade, ou seja, um propósito específico e definido. Assimilando com as ferramentas de construção, por exemplo, cada um dos instrumentos possui uma função. Um martelo é tão útil quanto um serrote, mas um não pode substituir o outro. Não podemos dizer que um deles é ruim por não saber fazer a função que o outro faz.Ao invés de focarmos na quantidade de linguagens, o certo é pensar no problema que elas podem resolver. Existe alguma opção melhor para a minha demanda? Qual delas pode suprir o que preciso desenvolver?Quantas linguagens de programação estão em uso?Atualmente, nem todas as linguagens de programação são utilizadas pelos profissionais. Ao olharmos as diferentes listas de línguas disponíveis, muitas delas tornaram-se antiquadas ou até mesmo nunca foram utilizadas.Isso acontece porque a tecnologia está sempre se desenvolvendo e se atualizando e, na programação, isso não seria diferente. Algumas linguagens são substituídas por outras que realizam a mesma função de forma mais simples e assertiva. Além disso, muitas delas são desenvolvidas apenas para um propósito singular, tornando-se praticamente inútil posteriormente.Assim como quantas linguagens de programação existem, tentar responder quais delas estão em uso é muito subjetivo. Neste contexto, é sempre bom ouvir os próprios desenvolvedores que estão no mercado atuando na área, para te ajudar nesse processo.No entanto, se você quer saber quais são os principais tipos de linguagens de programação para quem quer aprender a programar, recomendamos que leia nosso artigo que produzimos sobre o assunto, clicando aqui.Torne-se um profissional da área! :)Se você possui interesse em aprender programação ou é um marinheiro de primeira viagem, a Digital House é a sua melhor escolha para que você ingresse na área da maneira mais assertiva possível! Temos 3 opções de cursos para se tornar um especialista e dominar diferentes linguagens da programação:Desenvolvimento Web Full StackNo curso de Desenvolvimento Web Full Stack, o aluno aprenderá como criar sites e sistemas web, usando diversas linguagens de programação, como HTML, CSS, Javascript, entre outros.Essa é, sem dúvida, uma posição muito requisitada e importante no mercado de trabalho, pois o profissional full stack domina diferentes habilidades técnicas para atuar em ambas as pontas do desenvolvimento: front-end e back-end.Desenvolvimento Mobile AndroidAo realizar o curso de Desenvolvimento Mobile Android, o aluno conseguirá desenvolver aplicativos para um sistema operacional específico, o Android, que é muito demandado no mercado.Desenvolvimento Mobile iOSJá no curso de Desenvolvimento Mobile iOS, o profissional poderá atuar no desenvolvimento focado no sistema operacional da Apple, o iOS, entendendo o funcionamento do programa App Development with Swift, que faz parte da iniciativa Everyone Can Code.Confira as grades de cada curso e inscreva-se! As aulas são online, dinâmicas, 100% ao vivo e ministradas por especialistas da área, que estão no mercado, atuando em grandes empresas.Além disso, a DH conta com o departamento de carreiras, onde os alunos podem ter acesso a conteúdos exclusivos sobre suas jornadas, além das próprias ações de conexão com empresas do mercado, como feiras de recrutamento e outros eventos pontuais. Garanta o seu futuro profissional agora mesmo!Não deixe de conferir também nosso Blog DH e a biblioteca de conteúdo, onde postamos, regularmente, diversos materiais e conteúdos recheados de conhecimento e em diversos formatos, para que você aprenda cada vez mais sobre as principais áreas da tecnologia e habilidades digitais que são tão importantes no mercado de trabalho atual e do futuro.Leia mais no blog DH:+ Google Analytics Dashboard: crie e personalize com o nosso passo a passo+ O que é brand equity e como as empresas geram valor de marca em seus produtos e serviços+ Marketing digital para iniciantes: 10 dicas de como começar na carreiraE aí, já segue a gente no Twitter? Vem pra rede, vamos conversar sobre habilidades digitais! ;)