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Front-end: o que é, para que serve e como aprender?

Front-end: o que é, para que serve e como aprender?
#Tecnologia
1 de novembro - min de leitura

Qual caminho seguir dentro da programação? Este artigo te ajudará a saber se Front-end é a resposta!


É comum ver pessoas falando sobre programação front-end e back-end em um mesmo artigo quando procuramos pelo assunto na internet. De fato, são dois lados de uma mesma moeda, mas cada caminho tem suas particularidades e um mundo de informações e aprendizados próprios, que foram ficando mais complexos com o passar do tempo.

Por isso, decidimos falar neste artigo só sobre front-end, mas se  quiser aprender um pouco mais sobre back-end, leia nosso artigo Back-end: o que é, para que serve e como aprender? Agora vamos começar pelas definições.

Para entender o que é front-end, é preciso saber o que é arquitetura cliente-servidor. Esse modelo pressupõe dois agentes: o chamado client-side envolve linguagens que são processadas pelo navegador do usuário, o server-side faz referência ao que é processado no servidor e faz uso de diferentes linguagens.

Apesar de diferentes, os dois lados precisam trabalhar juntos para garantir a usabilidade do site e uma boa experiência de navegação.

Nesse contexto, a programação front-end está associada ao client-side. O front-end é onde encontramos a "cara" de um site ou aplicativo, com design, interface de navegação e ferramentas de interação com o usuário, como áreas de buscas e formulários.

Para que serve?

O desenvolvedor front-end é responsável pela experiência do usuário dentro de uma aplicação web, é ele quem vai desenhar e desenvolver as páginas com as quais, posteriormente, o usuário irá interagir. 

O front-end também inclui elementos que determinam a identidade visual de um site ou aplicativo, por isso, além do conhecimento de linguagens de programação específicas, um desenvolvedor dessa área só tem a ganhar se tiver noções de design, arquitetura da informação e UX.

Como aprender?

Para ser um desenvolvedor front-end você precisa se familiarizar com lógica de programação aprender algumas linguagens, como HTML, CSS, Javascript e Flash. Essas são as principais linguagens utilizadas para criar interfaces de uma aplicação. 

HTML

Se você quer aprender a programar, precisa entender e conhecer HTML. Esta é uma excelente linguagem de programação para quem está começando. O HTML é a base de toda a aplicação, sendo usada para criar a estrutura fundamental do conteúdo de um site e seus principais elementos, como rodapé, cabeçalho, menus, barra lateral etc. 

CSS

Logo em seguida, todo desenvolvedor front-end precisa saber programar usando CSS, em inglês, Cascading Style Sheets, em tradução livre, páginas em estilo cascata. Esta linguagem é usada para organizar sessões, criar efeitos de transição e definir o design de uma página, como fontes, cores e estilo. Podemos dizer que o CSS é um complemento ao HTML. Se seu site ou aplicativo fosse uma casa, o HTML seria responsável por subir as paredes e o CSS por pintá-las e decorá-las. O CSS também acrescenta novas possibilidades ao código. 

JavaScript

Esta linguagem de programação é responsável por comandos e comportamentos que melhoram a usabilidade de um site, deixando-o mais dinâmico e afetando positivamente a experiência do usuário. É importante destacar que JavaScript não é a mesma coisa que só Java.

Framework e Bibliotecas: a versatilidade de linguagens como JavaScript e CSS tornaram possível o desenvolvimento de bibliotecas e frameworks.

As bibliotecas, como o jQuery, ajudam a reduzir a quantidade de linhas de um código sem alterar sua função. Já os frameworks, como o popular Bootstrap, deixam mais ágil o desenvolvimento de sites, aplicativos e páginas para os desenvolvedores front-end, e ajudam a criar layouts responsivos.

Agora que você já sabe o que é desenvolvimento front-end, qual sua aplicação e o que você precisa saber para se tornar um programador na área, é só arregaçar as mangas e buscar seu conhecimento!

Assim como inúmeras áreas da tecnologia, esteja preparado para nunca deixar de aprender e renovar seus conhecimentos. Todas as linguagens de programação acima passam por atualizações, revisões e melhorias, e é sempre indicado complementar suas habilidades técnicas com informações de áreas relacionadas, como design e UX.

A Digital House oferece cursos na área de desenvolvimento web e para aplicativos. Entre em contato, venha fazer uma visita e descubra o que podemos fazer para te ajudar a começar sua carreira digital. 

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O LinkedIn, referência em rede social profissional que, em sua recente pesquisa What skills does the workforce value most? lista as habilidades que as empresas realmente precisam em 2020.Aprender essas habilidades, ou pelo menos ter conhecimento da necessidade delas, já coloca você um passo à frente na busca por uma nova oportunidade de trabalho, qualificação ou até mudança de profissão, por que não? Habilidades aprendidas = retorno de investimento garantidoAntes de partir para a cereja do bolo - as habilidades digitais que o mercado de trabalho precisa -, é importante compreender que qualquer que seja seu objetivo (assumir um projeto maior, iniciar um novo emprego, liderar uma equipe etc), optar por aprender alguma delas é uma decisão muito coerente, pois o retorno do investimento em um curso vem em curto prazo.Por exemplo, a  UX Design  faz parte dessas habilidades. 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São cerca de 420 mil vagas de tecnologia a serem abertas só no Brasil, segundo a pesquisa da ABStartups e Brasscom de 2019. Acontece que falta mão de obra qualificada para ajudar nessa transformação digital prática, dentro das empresas.As empresas, por sua vez, têm buscado habilidades e competências que tornem o profissional competitivo no mercado, alavancando os negócios. Para entender um pouco mais desta (re)evolução não tão silenciosa, que abrange educação e carreiras, acompanhe as principais tendência para transformação digital e como se destacar no mercado.Novas tecnologias, não tão emergentes assimCada tecnologia tem um impacto na sociedade. E este impacto não representa somente a mudança em um mercado, ela modifica primeiramente o consumidor. Quando chega uma nova tecnologia, ela altera um comportamento e quando ele muda, começa a demandar de todo o mercado, e assim por diante.Por mais que a aplicabilidade de algumas delas pareçam obra de ficção científica, as tecnologias a seguir são anunciadas por especialistas como as principais tendências de 2020:Mobilidade Urbana & Logística; Fintechs & Hábitos de Compra;LGPD & Cibersegurança;Assistente de voz & Comportamento do Consumidor.1 - Mobilidade UrbanaEsse tipo de mobilidade é uma tendência mundial, não pelas empresas, mas nascida da necessidade de pessoas se locomoverem, seja por meio de patinete ou por bicicleta. A opção de não ter carro não se restringe ao fato de economizar dinheiro, apenas. Mas uma economia fantástica de tempo. Embora no Uber você fique no trânsito da mesma forma, com um motorista ao seu dispor você está com as mãos livres, podendo ver e-mails, ouvir podcast, ler alguma coisa, responder mensagens e otimizar sua rotina de trabalho.Mobilidade no que se refere a carros autônomos, no Brasil não há previsão de chegada. Porém, lá fora, está dando certo. A Waymo vai expandir para outras cidades americanas. É possível  que chegue a uma das grandes cidades de nosso país em breve.Para isso, profissionais que trabalham com dados serão requisitados no mercado, para criar um sistema robusto e seguro com a finalidade de verificar melhores rotas, compartilhamentos de corridas, valores, clima/tempo, entre outros. Cientista de dados é o profissional mais procurado do século XXI, segundo a Harvard Business Review. Por ser uma área nova e com alta demanda, a procura por esse perfil de profissional não para de crescer. Em média, o salário inicial para Data Science é de R$ 4.960,00. De 2018 a 2019, a demanda por esses profissionais aumentou 236% (fonte: Revelo, Julho 2019).2 - Fintechs, hábitos de compra e guerra dos QR CodesA mudança desse setor pretende afetar significativamente a sociedade. Essa repaginada é o que o pessoal está chamando de Guerra dos QRCodes. Em alguns aplicativos, você paga por este serviço. Mas, o que impacta e faz o crescimento desta tecnologia ser rápido é a questão da comodidade que força o mercado à uma mudança estrutural.É novamente a sociedade impulsionando os mercados e o consumo. 3 - LGPD e CibersegurançaA Lei Geral de Proteção de Dados ( LGPD), promulgada em agosto de 2018, em linha gerais define que toda empresa precisa pedir consentimento para manter os dados de qualquer cidadão ou empresa.Esse consentimento precisa ser explícito pela empresa. O único dado que uma empresa pode manter é o que ela precisa para prestar um serviço, durante o contrato vigente. Com esse panorama, muita coisa muda. Como a procura por profissionais, os investimentos em cibersegurança e, em um nível mais competitivo, abre cenário até para espionagem industrial. Hoje em dia, a maioria das plataformas de e-mail marketing já está preparada para disparar mensagens com autorização, gravando a permissão e dando acesso a parte de consentimento ao titular. Se a sua plataforma não tem essa dinâmica, é preciso se ater rapidamente, configurando a parte de LGPD. 4 - O fenômeno dos assistentes de vozOs principais assistentes de voz, atualmente, são: Amazon Alexa, Google Assistant, Bixby, Cortana e Siri. Os dois primeiros já funcionam muito bem. Nos Estados Unidos, cerca de 30% das residências têm assistente de voz , podendo chegar a 50% (2020). Essa pesquisa é baseada na tendência de compra, como na BlackFriday, quando bateu como um dos serviços mais vendidos, e durante o Natal.Banco do Brasil, Nubank, IFood e Rappi, em dezembro de 2019, lançaram integrações com o Google Home. Isso quer dizer que hoje você já pode fazer pedidos de delivery e consultas de saldo, tudo em Português (Brasil). Aliás, o idioma já é a segunda língua mais usada para comando de voz, conforme o Google. E sabemos que a imensa população de falantes desta língua está no Brasil.Cada vez mais as empresas buscam deixar aplicativos mais interessantes e funcionais, para que se conectem com essa nova realidade. E não é só os aplicativos que ficam mais interessantes, mas o salários dos profissionais que os desenvolvem.Profissionais focados no desenvolvimento de app, tanto para Android como IOS, possuem grande vantagem. O salário inicial para desenvolvedores mobile android é de R$ 3.796,00, em média. A demanda por esses profissionais cresceu 85% de 2018 para 2019 (fonte: Revelo, julho/2019).E o próximo passo?Com tantas previsões, na prática, fica claro que a tecnologia do futuro está logo ali, com a sensação que o processo é constante, interligado e estrutural, e que inovação vai muito além de tecnologia, mesmo a aplicada.Qualquer que seja seu objetivo profissional para 2020, considere que você precisa estar conectado a estas mudanças. A Digital House é uma das principais escolas com foco no desenvolvimento de habilidades digitais do mundo, com sede em São Paulo (desde 2018) e mais de 20.000 alunos formados, contabilizados até 2019, com projeção de dobrar de tamanho em 2020 e aumentar seu portfólio de cursos. O lugar certo para dar o start da sua carreira, ou o upgrade, com a imersão no mercado que a Transformação Digital traz.A escola possui cursos livres, programas executivos e in company nas áreas de conhecimento: Dados, Programação, Marketing Digital, Negócios e UX. Para cobrir todas as disciplinas do mundo digital, novos cursos serão lançados em 2020: Cybersecurity, Cloud, Agile e IA - Artificial Intelligence.