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Inteligência Artificial: veja exemplos de como ela está presente no seu dia a dia

Inteligência Artificial: veja exemplos de como ela está presente no seu dia a dia
#Dados
31 de março - min de leitura

Você sabia que a definição de IA surgiu nos anos 50? Esta tecnologia, que começou realmente a avançar nos anos 2000, hoje faz parte da nossa rotina. Você é impactado por ela o tempo todo e vamos te mostrar como.


Esse termo tech nasceu em 1956, durante uma conferência na Dartmouth College, universidade norte-americana, em New Hampshire. Na ocasião, foi definido que o significado de Inteligência Artificial se dá como a "ciência e engenharia de produzir máquinas inteligentes".

Se atualmente esta definição parece futurística, imagine há mais de meio século atrás. Porém, só nos anos 2000 que a inteligência artificial realmente começou a decolar, passando a tomar forma e integrar a vida e nosso cotidiano.

Inteligência Artificial no Brasil

De uns tempos pra cá, a IA vem ganhando cada vez mais espaço no Brasil. A Microsoft anunciou a criação de um AI Industry Board (Comitê da Indústria para Inteligência Artificial) junto a outras empresas e organizações, aqui no país.

A meta do projeto é se reunir trimestralmente para discutir o uso ético e responsável da IA, além dos desafios e oportunidades trazidos por esta tecnologia. A conferência inaugural contou com a presença de executivos de empresas como Bradesco, Vivo, Grupo Fleury, Sulamérica e Car10, além da participação de Miriam Wimmer, do Ministério da Ciência, Tecnologia, Inovações e Comunicações (MCTIC).

O AI Industry Board tem foco no uso responsável desta tecnologia, compartilhando boas práticas adotadas por empresas e organizações de vários segmentos, aprendendo todos juntos a promover o desenvolvimento da inovação no Brasil

+ DH Series: Uma web-serie gratuita sobre Transformação Digital

Exemplos de Inteligência Artificial

1 - Assistentes virtuais

A criação de assistentes pessoais virtuais é uma das aplicações de IA mais utilizadas, atualmente. Seja a Siri, Cortana, Alexia, eles funcionam em diversos celulares e auxiliam em tarefas básicas como definir alarmes, lembrar compromissos, ligar para outros números, informar a previsão do tempo, entre outras funcionalidades. O Google Maps e muitos outros também entram nos assistentes que salvam rotinas e agendas por aí.

2 - Medicina

Exames e diagnósticos sofisticados dependem de IA para serem mais precisos. Tratamentos contra alguns tipos de câncer também se desenvolvem com a ajuda dela.

Um exemplo atual de Inteligência Artificial na medicina é a Stratasys, que anunciou mobilização global dos recursos e experiência em impressão 3D da empresa para ajudar no combate à pandemia atual da Covid-19. A empresa pretende fornecer milhares de Equipamentos de Proteção Individual (EPI) descartáveis para os profissionais da saúde.

3 - Segurança 

Mundo conectado, com encurtamento de distâncias entre pessoas, empresas, países e continentes. Em contrapartida, o lado obscuro também tira vantagens disso, independentemente da pandemia ou não.

Os cibercriminosos, cada vez mais presentes, se aproveitam de situações de crise e vulnerabilidade, com novas e mais sofisticadas ameaças digitais. No sentido de se precaver contra este perigo, além do bom senso (práticas de uso cauteloso de acessos e compartilhamento de dados), existem sistemas e softwares, com tecnologia baseada em IA, que ajudam a detectar problemas de invasão e não conformidade, abrangendo usuários, dados e perímetro. Por isso cyber segurança é tão importante.

4 - Transporte 

Aqui a atuação da IA é soberana, atualmente. No caso do transporte público, eixste o rastreamento. No caso de particular, para escolher melhores rotas, evitando trânsito e estradas acidentadas, chamando o próximo passageiro e por aí vai. Já no transporte rodoviário de cargas, essa tecnologia ajuda a aumentar a lucratividade das empresas e impulsionar a logística por terra, água e ar, ajudando aquela sua compra pela internet a chegar, com qualidade e rastreada, no menor tempo possível. Como? Robôs com inteligência artificial fazendo um sofisticado trabalho de gerenciamento de cargas para alcançar os melhores resultados em entregas.

5 - Alimentação 

Aqui, IA não se restringe apenas nos apps que entregam alimentos, mas revolucionando a forma como os procedimentos da indústria de alimentos e bebidas são realizados, na relação ao atendimento ao consumidor, processos de fabricação, manuseio, gestão da cadeia de suprimentos e embalagens.

Para que você entenda o tamanho da evolução, algumas empresas especializadas contam com um acervo de algoritmos fundamentados em IA, que tornam capaz a obtenção de grandes volumes de dados para aprender os mais variados padrões de processos logísticos, incluindo campanhas de marketing, sazonalidades, produtos mais vendidos, entre muitas outras informações deste mercado, tudo com foco na experiência do usuário

6 - Entretenimento 

Fora os aplicativos que mudam avatares, fotos, edições destas fotos, tudo ao nosso alcance nos dispositivos móveis, podemos colocar neste barco do entretenimento também os serviços de streaming, cinema e uma outra infinidade de aplicações incríveis na produção de conteúdo, com algoritmos tratando textos, imagens, áudio e vídeo.

E, calma, pois aqui não esquecemos de citar o universo dos games, outro espaço onde a inteligência artificial está mudando a forma como jogamos. Com a chegada de acessórios como os óculos de realidade virtual, a imersão do usuário só aumenta, proporcionando experiências nunca antes vividas.

7 - Mercado de trabalho 

A tecnologia de IA já tem como reformular o processo de contratação, coletando os dados para ajudar a colocar as pessoas certas nas posições certas. O uso de dados, com os programas de IA, aprimoram a experiência humana, em vez de substituí-la. E é nessa aposta que plataformas de experiência de talentos oferecem ferramentas para mudar a maneira como as empresas gerenciam o desenvolvimento dos funcionários. Essa tecnologia acompanha o progresso e dá a oportunidade de medir o sucesso dos colaboradores de uma maneira muito mais ágil e tangível. 

8. Casa inteligente 

Os eletrodomésticos inteligentes, ou seja, com base em dados de IA, devem crescer em 20% até 2023. Esse mercado já mostra como as casas inteligentes caminham para ser realidade em poucos anos. Por exemplo, uma cozinha integrada com dispensas que se “comuniquem” com as geladeiras, evitando desperdício, entre outros tipos de automação.

Hoje, as luzes, câmeras e garagem de seu prédio talvez sejam o mais próximo que você tenha de experiência com este tipo de tecnologia, mas os assistentes de voz ganham cada vez mais espaço e sua máquina de lavar, por exemplo, toda programável, é sinal de que sua casa caminha para esta trend.

Estamos na Era Digital, e os cursos de habilidade digitais já estão entre os mais procurados pelos profissionais. Se você procura se especializar nas novas profissões, a hora é agora, e nós, da Digital House, estamos prontos pra te ajudar.

Outras notícias

Como criar um design responsivo para oferecer a tão esperada navegação amigável img
#UX

Como criar um design responsivo para oferecer a tão esperada navegação amigável

Se você deseja vender mais e obter maior visibilidade de marca, terá que oferecer uma boa experiência ao seu usuário, esteja ele aonde estiver. Ou seja, precisa ter um site responsivo. Justamente aí que o UX Design ganha seu protagonismo.No mais recente estudo do Google, “O mundo nunca será o mesmo”, foram projetados os impactos da pandemia no comportamento, consumo, trabalho, finanças e economia, trazendo uma mensagem objetiva: tudo agora se torna virtual e essa realidade desenha novos modelos de interação. Segundo ele, as buscas como “velocidade de internet” são altíssimas atualmente, ponto importante para o home office, que antes era uma prática rara, e hoje é o dia a dia de muitos. Para o mundo pós-pandemia, o estudo de nome emblemático também prevê que o comportamento dos usuário ficará muito mais exigente (ainda!) quanto à rapidez e eficiência na resposta das empresas e seus canais online, incluindo atendimento. Sendo assim, vem aprender como criar páginas responsivas e que oferecem uma experiência de qualidade para o usuário.A importância do design responsivoAntes de mais nada, vamos relembrar o que é um design responsivo. A abordagem é um conjunto de técnicas que garante um site acessível a qualquer tipo de dispositivo, seja ele desktop ou móvel. Essa aplicação no código envolve HTML, CSS e algum framework, como o Bootstrap. Com essa técnica, seu site se ajusta de acordo com o tamanho da tela do usuário.O próprio Google recomenda esse tipo de design responsivo como uma forma de otimizar a experiência do usuário, para evitar duplicações de conteúdo e obter imagem consistente.Agora, voltando o foco para a parte que vai além da técnica, a área de UX encontra alguns desafios nesta criação:➜ Atingir o mesmo grau de satisfação do cliente, tanto por dispositivos móveis quanto desktops;➜ Que toda a jornada do usuário no site seja estratégica, simples e encantadora.Os profissionais certos para esta missão são das áreas de UX/UI, pois, com suas skills, pensam nas funcionalidades e maneiras de capacitar e gerar um caminho interessante a quem acessar aquele site, por ambas as vias, e não apenas pela ótica da adaptação dos tamanhos das telas, imagens ou da otimização do menu.Guia básico para criar um design responsivoO professor de UX da Digital House e especialista no assunto, Renato Gondra, elenca três pontos para te dar uma luz durante o desenvolvimento responsivo. São eles:Busque referênciasO famoso benchmark é importante. Ou seja, olhar o que marcas bem conceituadas fazem é uma inspiração a ser seguida. Veja o site no desktop e depois no smartphone. Analise e compare as diferenças.“Também vale olhar os guias de design system do Android e do Apple IOS. Alguns dos componentes dos apps podem ser aproveitados em sites responsivos”, finaliza.Pense Mobile FirstHoje mais de 70% do tráfego da internet é feito através de smartphones. Então, prefira começar desenhando seu produto digital para smartphones. Assim, você inicia já com foco na simplicidade e fica mais fácil transformar num site para desktop.“Mas lembre-se: é papel do designer desenhar pelo menos essas duas versões de tela”, ressalta Gondra.+ Veja nosso inforgráfico completo sobre a mudança do Mobile First para Mobile OnlyComponentes (Assets) que podem ser adaptadosDurante o design, você poderá apontar particularidades em cada tipo de dispositivo. Alguns elementos podem se comportar de maneira diferente em telas menores. Então, é importante ficar atento a isso.“Uma tabela que funciona bem em desktop pode não promover uma boa experiência em smartphones. Nesse caso, você pode trocar por um card expansível, por exemplo”, completa.Além disso, no momento do desenvolvimento, continue a estudar essas interações. E, após ele, o trabalho não para. Faça testes de usabilidade e brainstorm com sua equipe. E vamos a mais técnicas de design responsivo1. Atenção para a velocidade de carregamentoFique atento à velocidade de carregamento do site - se demorar muito, seu cliente pode não estar tão engajado na sua marca para esperar. Além disso, esta falha pode remeter a uma característica da própria empresa. 2. Menos efeitos podem entregar mais experiênciaOs efeitos podem até ser atrativos, mas se seu uso for em telas maiores. Pelo acesso em dispositivos móveis ou tablets, pode ocorrer o contrário. Sendo assim, teste este atrativo nos dois canais e observe se passa a mesma mensagem, antes de aderir.3. Utilize imagens flexíveisImagens pesadas e estáticas podem ser interpretadas como ultrapassadas. Em um site adaptável, se usa imagens leves, que possam ser carregadas em qualquer dispositivo, pois se adaptam a diferentes tamanhos de dispositivos, ou seja, medidas fluidas.4. Textos legíveisDispositivos móveis têm telas menores e precisam de legibilidade para o usuário. Então, recomendável colocar os textos que evitem precisar de zoom toda hora.Como dar os primeiros passos na área de UXCriar navegações amigáveis é uma tarefa que ultrapassa técnica e programação, já que coloca a perspectiva do usuário como a espinha dorsal de qualquer fluxo de experiência, sendo um exercício de concentração, observação e ação. Com a habilidade digital de UX Design aprendida e bem desenvolvida, você poderá fazer um design responsivo que capte audiência, conversões e, o mais importante, tenha sucesso na interação do usuário, tornando ela mais agradável, simplificada e útil. Este feito traz não só vendas como resultado, mas fidelização. Na Digital House, você aprende toda a teoria por trás de UX, mas também põe a mão na massa desde as primeiras aulas. E então, vamos investir em um curso de UX que vai te destacar no mercado? A área só cresce, assim como a busca por profissionais capacitados! + Experiência DH: o que nossos alunos de UX têm a dizer sobre as aulas remotas?

Google Ads: as melhores estratégias para melhorar suas campanhas img
#Marketing

Google Ads: as melhores estratégias para melhorar suas campanhas

Se você quer ser notado no online, o Google Ads precisa fazer parte da sua estratégia de marketing digital, já que esta é uma das formas mais efetivas de levar tráfego para um site. Esta eficiente ferramenta é uma forte aliada para suas campanhas, e neste artigo, separamos algumas funcionalidades do Google Ads. Vamos lá? Chegou a hora de aprender a fazer campanhas de Ads eficientes.Como funciona o Google Ads?O Google Ads, basicamente, é um sistema de links patrocinados, uma espécie de pagamento por clique (PPC - Pay-Per-Click). Vamos relembrar: toda publicidade do Google pode ser exibida de várias maneiras, por exemplo, por rede de pesquisa, rede de display e vídeo, com anúncios veiculados como:➜ Resultados de pesquisas no buscador (palavras-chaves usadas pelos usuários);➜ Banners em sites específicos;➜ Banners em canais diversos e segmentados pelo gosto do público-alvo;➜ Banners em aplicativos;➜ Banners ou vídeos no YouTube.O Google Ads permite mostrar o valor, em dinheiro mesmo, do que o anunciante investiu naquela campanha, ou seja, possibilita o controle do Retorno sobre Investimento (ROI), com a opção da configuração por dia, mês, ou por toda a campanha. Esta cobrança é realizada quando o anúncio receber cliques ou se você configurar o objetivo da campanha para conversão.Além disso, as atualizações da ferramenta tornam sua usabilidade mais assertiva para o usuário e para nós, profissionais de comunicação. E agora, as dicas infalíveis para fazer sua campanha no Google Ads performar bem:1. Estabeleça um objetivoDetermine uma quantidade, ou seja, uma proporção para sua análise de desempenho e o tempo que vai alcançar esse up nas suas vendas. Por exemplo: tenho um site que vende vinhos e uma média de 200 visitas diárias, com 2 vendas. Meu objetivo é passar a 2.000 visitas ao dia em 5 meses. Para isso, a estratégia precisa estar muito alinhada ao investimento financeiro a ser feito.2. Escolha as métricas para análiseNo momento de criar seus anúncios por meio do Ads, tente sempre fazer um apanhado de informações, um brainstorm mesmo, para enxergar as métricas que vai analisar. Neste ponto, o CTR (taxa de cliques) é uma das mais importantes, porque será ela quem vai ditar a relevância destes anúncios, que permitirá a você aparecer no Google mais bem posicionado.3. Explore os dados via Google AnalyticsPelo Google Analytics, é possível obter informações como número de visitas recebidas no site atualmente, de onde elas vieram, quanto tempo ficaram por lá, o que realmente procuravam, por onde chegaram ao site e quanto cada cliente gastou lá, em média. Assim, você conhece melhor seu público-alvo. As informações sobre a concorrência também são valiosas. Bacana saber quem são seus concorrentes no Google, como e quando anunciam, onde se posicionam, se seus anúncios são sempre os mesmos e onde eles levam.4. Crie um Call to Action (CTA) eficienteA tão desejada ação do usuário no site não se faz sozinha, não é mesmo? É necessária uma trajetória estratégica. Além disso, para alcançar uma boa taxa de conversão com seus anúncios no Ads, esta ação deve ter frequência. É de lá que saem os bons resultados. Para isso, pense se seu call to action é eficiente: mostrar ao usuário exatamente o que ele pode fazer ali, dentro do seu site, seja uma compra, baixar um conteúdo ou obter informações. É a isca e, neste momento, é preciso ser muito atrativo.5. Tenha uma landing page amigávelNa ferramenta de anúncios do Ads, você precisa de um link de saída em seu anúncio para que o usuário seja redirecionado para o local da oferta, de fato. Quando pensar em criar essa landing page para anunciar, fique atento se todos os itens estão de acordo com a política de qualidade da experiência do usuário e a deixe o mais atrativa possível, em conteúdo e visual.6. Como escolher as palavras-chaves da sua campanhaEscolher as palavras-chaves é importante para ajudar a ranquear seu anúncio. Esse é um momento cirúrgico em que se deve avaliar:➜ O cuidado ao trabalhar a correspondência ampla destas palavras, em cima de similaridade. A long tail funciona bem para a busca orgânica. Mas, nos anúncios Ads, essa correspondência pode não dar muito certo;➜ Procure usar sempre termos compostos nas palavras-chaves, não tão exatas. Assim, a probabilidade de conseguir melhores resultados em seus anúncios Ads é maior;➜ Palavras-chaves negativas têm seu papel importante no alcance do objetivo com anúncios Ads. Negativar palavras é fundamental para que sua campanha conquiste relevância;➜ Não use palavras-chave duplicadas. O próprio Google desaconselha fazer campanhas diferentes, mas focando na mesma keyword. Portanto, trabalhar com um menor número de palavras-chaves, mas mais específicas, dão mais resultado;7. Direcione seus anúncios para o lugar certoAqui, a melhor estratégia é direcionar seus usuários para as páginas específicas dos produtos/anúncios clicados. Era ali que ele queria chegar. Além de trazer uma taxa de conversão maior, você não cansa a paciência do cliente, mandando ele para a página inicial e fazendo ele “se achar” depois. Outra dica é unir esta estratégia a uma campanha de Search Engine Marketing (SEM) e a de otimização do SEO.8. Selecione a localização, mas de forma manualNos anúncios Ads, você pode optar por fazer a segmentação por raio. A plataforma te dará a opção de colocar um valor para organizar a área de veiculação. Incrível, só que não. Em alguns testes de usuário, foi constatado que a precisão não é esse oceano azul que parece, no que se refere aos resultados. Então, a dica aqui é você mesmo programar, manualmente, o raio de atuação de sua campanha. 9. Faça anúncios em dispositivos móveisAnúncios em dispositivos mobile é uma questão de necessidade. Portanto, anuncie nesta versão, sempre. Desta forma, você amplia suas oportunidades, aumenta vendas, sua autoridade e atinge muitos outros benefícios que os anúncios Ads proporcionam.+ Veja um infográfico completo da mudança do Mobile First para Mobile Only10. Qual o custo do Google Ads?O Ads tem um sistema de faturamento próprio e que pode ser complexo para quem está começando. Vale pedir ajuda para alguém que entenda melhor de contabilidade. Mas, o investimento, se feito com estratégia, dá retorno.Segundo o próprio Google, em seu levantamento para medir o quanto os anunciantes e a  economia local ganham com suas ferramentas de busca e publicidade, evidenciou o montante de 41 bilhões de reais em atividade econômica no Brasil em 2018, e este número só tende a aumentar (Relatório de Impacto Econômico do Google no Brasil).+ Como saber se sua estratégia de marketing digital está dando certo?Deu para perceber como é possível acertar em cheio seu público-alvo através do Google Ads? Para entender ainda mais sobre o assunto, tendências de mercado e aprender com especialistas em estratégias online, você pode investir nos cursos de marketing digital da Digital House. No total, são três níveis, do iniciante ao avançado, para se atualizar sobre esta área que só cresce. Aproveite o momento para transformar sua carreira, e futuro.

Novas habilidades: idade não importa quando se é um profissional capacitado img
#Carreira

Novas habilidades: idade não importa quando se é um profissional capacitado

De uns tempos para cá, as transformações dos modelos e comportamentos aconteceu em uma velocidade nunca antes vista, e todas essas mudanças impulsionaram ainda mais a necessidade do mercado de trabalho por profissionais que dominem as tais habilidade digitais. Em outras palavras, as pessoas realmente qualificadas para conduzir a Era Digital.+ Quer saber mais sobre transformação digital? Assista nossa webserie gratuita DH SeriesCompetências como adaptabilidade, jogo de cintura nos relacionamentos, gosto pelo trabalho colaborativo, perspicácia nos negócios, desenvoltura técnica e pensamento sistêmico são pré-requisitos a estas pessoas. É preciso inovar.Mas, o processo nem sempre é instantâneo. E para torná-lo real e eficiente, ambientes disruptivos, com diversidade de funcionários e ideias, ajudam, e muito, no sucesso das marcas e empresas. Neste artigo, nós contamos um pouco sobre como a inovação é relacionada à diversidade, inclusive de idades.    Como mudar de carreira depois dos 40 anos“Um caixa do Walmart de 40 anos de idade que consegue se reinventar como piloto de drone poderá ter de se reinventar novamente, dez anos depois, se a pilotagem do aparelho for automatizada”. Esta é uma citação de Yuval Noah Harari, em seu livro "21 Lições para o Século 21". O autor de Sapiens e Homo Deus convida todos nós a pensar que, não importa sua idade hoje ou amanhã e o que você sabe, o que consta no seu currículo - você vai precisar se atualizar, cedo ou tarde. Para as empresas, a saída para se adaptar a esta realidade é  estimular os funcionários ao aprendizado em habilidade digitais e contratar equipes híbridas, não apenas com humanos e robôs interagindo entre si, mas, também pessoas diferentes (gênero,classe social, idade etc). O ganho cognitivo nesta postura reflete diretamente nos resultados e na satisfação dos clientes.Aos profissionais, fica a responsabilidade de se preparar para este novo cenário, entendendo que as máquinas não arruinam suas carreiras. Por esta interação, homem-máquina, é que surgem novas e infinitas oportunidades. Prova disso é o resultado do Fórum Econômico Mundial, em seu relatório O Futuro dos Empregos, que indica a criação de 133 milhões de postos de trabalho até 2025. Detalhe: 54% deles exigirão habilidades que nem sequer existem, ou seja, precisarão ser aprendidas.Estas novas skills vão desde o desenvolvimento de apps, programação de algoritmos, até possuir mentalidade ágil e atitude/resiliência para o novo. A palavra da vez é descomplicar. Na prática, isso significa simplificar processos, facilitar a vida do cliente, aprendendo habilidades digitais e metodologias ágeis para otimizar este processo.Aliás, você percebeu que este movimento mostra que, de nada adianta a pessoa ser o mestre da codificação, descolado e jovial, se não souber desenvolver habilidades comportamentais, como cooperação e adaptação a novas formas de trabalho?É isso. Só assim o profissional poderá acrescentar aos ecossistemas voláteis, que mudam constantemente, trend da Era Digital. Olha a Covid-19 e sua revolução comportamental, por exemplo.O mercado profissional híbrido da Era Digital Harari, em sua trilogia, nos mostra que estudar o passado, ou seja, o comportamento humano, faz parte do processo de reinvenção e inovação do futuro. Seja você de 20 ou 50 anos, a busca por ser um profissional do futuro é construída continuamente, em que o passado dá base para o que vem pela frente, somando conhecimentos de várias gerações.Aprender a reaprender é o ponto de partida para ser capaz de conduzir essa transformação toda, que nos espera. Aliás, uma boa notícia: quem desenvolve melhor estes pontos se destaca como talento no mercado de trabalho atual, podendo aumentar sua empregabilidade, e ter mais chances de assumir posições de liderança.E nesta jornada, a Digital House te acompanha com o maior prazer, seja seu objetivo mudar de carreira ou aprender habilidades digitais para se aperfeiçoar. Com a ajuda dos nossos especialistas que trabalham com grandes empresas, você mergulha a fundo no mercado de marketing digital, dados, UX e programação. Vamos nessa?+ Saiba como funcionam as aulas remotas da Digital House