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Internet das Coisas no dia a dia: exemplos de como a revolução tecnológica está na sua rotina

Internet das Coisas no dia a dia: exemplos de como a revolução tecnológica está na sua rotina
#Dados
26 de junho - min de leitura

A famosa IoT, como é conhecida, nada mais é que a interconexão de objetos do dia a dia com a internet, ou seja, a tecnologia moldando o comportamento das pessoas. Veja exemplos práticos de como ela funciona.


A Internet das Coisas caminha forte rumo ao futuro e tende a estar cada vez mais presente no cotidiano de cada um de nós. Mas para dar início ao artigo, é preciso explicar o que é Internet das Coisas, já que o termo, para alguns, remete à tecnologia, porém...o que significa? 

A famosa IoT, como é conhecida, nada mais é que a interconexão de objetos do dia a dia com a internet, ou seja, a tecnologia moldando o comportamento das pessoas dentro das casas, empresas, cidades, borbulhando a todo momento. Estes dispositivos, móveis ou não, têm sensores, circuitos eletrônicos e softwares capazes de coletar, processar e trocar dados.

Internet das coisas no dia a dia 

Esta revolução tecnológica não é coisa “do futuro”. Ela é atual e evolui como parte da Transformação Digital. Portanto, inseri-la ao seu contexto profissional faz parte deste processo.

Por exemplo, sabia que neste momento você pode estar usando ela sem ao menos perceber? Então, pelo uso do seu celular. Inúmeras funcionalidades dele (mesmo quando desligado) dizem respeito à IoT.  

Líderes da Associação Brasileira de Internet das Coisas avaliaram o cenário brasileiro e latino-americano, durante o IT Forum 365, em 2019, afirmando que IoT não é futurismo.

Eles dizem isso, pois a transição global para uma economia e estilo de vida digitais das pessoas anda a todo vapor. Ou seja, além do exemplo do seu celular, a IoT está presente na coleta dados de pesquisas que você faz para compras, enviando propagandas, nos seus games, no uso de assistentes virtuais e interligando sua geolocalização a apps de alimentação, mobilidade etc. Podemos citar mais alguns exemplos de Internet das Coisas no Brasil e resto do mundo:

Casas inteligentes/automação residencial - compostas por itens como fechaduras inteligentes (smart locks), sistemas de segurança, automação de toda parte elétrica e eletrodomésticos pertencentes a uma casa e até mesmo condomínios. Estes sistemas são conectados à internet por Wi-Fi e Bluetooth e permitem que portas sejam controladas digitalmente e à distância. 

Termostatos - os termostatos inteligentes medem a temperatura de um ambiente, regulando aparelhos como ar-condicionado ou aquecedores da maneira adequada. Além disso, por meio da conexão com a internet e capacidade de processamento, os dispositivos aprendem com a rotina da família e podem ser controlados à distância, por app.

Automóveis conectados - neste caso, os automóveis têm painéis de conexão à internet e integração com aplicativos populares, como redes sociais e apps de entretenimento. Isso é o que temos para hoje. Mas, a evolução (em fase dos últimos testes) traz carros inteligentes, sem motoristas, que funcionam por energia elétrica e trazem soluções de logística e rotas logísticas mais estratégicas.

IoT na saúde - neste setor, os dispositivos automatizados se conectam e compartilham dados de pacientes e pesquisas, diretamente para um sistema de controle, facilitando e agilizando diagnósticos.

AgroTech - IoT já ajuda produtores rurais a melhorar suas plantações. Com sensores, o agricultor é capaz de detectar a temperatura e a umidade do ar e ativar sistemas de irrigação. Além disso, pela rede, eles acessam bancos de dados e projeções meteorológicas. Assim, se programam com antecedência e tornam suas lavouras mais econômicas e sustentáveis.

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Você deve ter notado que a nossa Era Digital é composta pela interação homem-máquina. E essa condição precisa ser encarada sem medo. Ele só aumenta temores inexistentes. Afinal, a tecnologia veio a nosso favor, e pode ajudar no dia a dia de inúmeras maneiras.

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Mentalidade Digital: como os negócios precisam se reinventar diante das mudanças do consumidor img
#Marketing

Mentalidade Digital: como os negócios precisam se reinventar diante das mudanças do consumidor

Não existe novo normal. Se procurarmos no dicionário o significado da palavra normal vamos encontrar:1. conforme a norma, a regra; regular;2. que é usual, comum; natural.Talvez a gente não viva nunca mais em um mundo comum.A globalização cresceu em níveis inimagináveis nos últimos anos. Vivemos em um mundo onde a distribuição de riqueza e tecnologia é extremamente desigual ao redor do planeta. As informações viajam instantaneamente causando conflitos e choques entre culturas e costumes. E como se já não bastasse tudo isso, recentemente vimos um vírus viajar o mundo inteiro também.A Teoria do Caos é mais real do que nunca. Quando uma borboleta bate as asas na China tempos depois acontece um furacão no Brasil. Tudo está interligado, tudo muda muito rápido. Não dá mais tempo de nos acostumarmos com nada.Essa é a nova realidade, não um novo normal.Digital não é tecnologiaQuando falamos de tecnologia começamos logo a procurar hardware e software. Você aponta para o computador, o celular, a TV. Descreve os softwares que estão ali. Mas na verdade, o digital é algo muito mais amplo que isso.Eu costumo dizer que a base do digital são as coisas que se tornaram imateriais. O limite físico deixa de existir quando algo é digitalizado.Uma foto digitalizada deixa de ser papel, um filme digitalizado deixa de ser uma fita, uma música deixa de ser um disco. Tudo vira dados.Os dados trafegam por softwares (sistemas de computador) através de hardwares (dispositivos eletrônicos), e o digital é a combinação de tudo isso, é o que permite essa desmaterialização.É fazer uma reunião sem se deslocar para uma sala de reunião, é orientar uma pessoa a distância, por áudio ou vídeo, é pedir algo no seu celular para entregar na porta da sua casa ou para assistir imediatamente na TV.Você elimina ou reduz a necessidade de matéria física. Você desmaterializa o máximo possível.Nunca vamos nos tornar 100% digitais, apesar da ficção científica às vezes explorar isso. Eu prefiro acreditar que se chegarmos a esse ponto seremos outra espécime. O Homo sapiens precisa de contato físico. Porém queremos contato físico com quem amamos, não para resolver atividades corriqueiras como ir ao supermercado ou a farmácia.Os negócios agora são Digital FirstAntes, quando você abria uma restaurante, pensava primeiro nas receitas, na equipe de funcionários, na cozinha, no ponto comercial e quando tudo estava pronto decidia se ir operar também com delivery.Muitos restaurantes agora estão abrindo sem ponto físico. Obviamente a cozinha precisa estar em algum lugar, mas não tem salão. Só trabalha com delivery. A prática tem até um nome: dark kitchen ou restaurante fantasma.E isso não acontece apenas com restaurantes. Professores, personal trainers, psicólogos e mais um monte de serviços que atendem as pessoas por videoconferência e agora tem clientes espalhados por diversas cidades, estados e até países, não vão voltar a operar 100% presencial.Uma pesquisa da Fortune com os CEOs das 500 maiores empresas dos Estados Unidos revelou 26,2% vão trabalhar de casa indefinidamente. E 52,4% não pretendem mais fazer reuniões de negócios que podem ser substituídas por videochamada.Porque gastar uma fortuna em um espaço físico se não for necessário?Além disso o consumidor está se acostumando com a ideia de que não precisa ir até a loja, só no Brasil o e-commerce já ganhou mais de 135 mil lojas digitais.Cultura Digital requer uma mudança de mentalidadeSe desapegar das estruturas físicas, trabalhar a distância, gerenciar times remotos, não sofrer com trabalho em excesso ou baixa produtividade, tudo isso requer um tremendo esforço de toda a empresa.Felizmente existem metodologias e ferramentas para gerenciar essas mudanças e compartilhar as melhores práticas. Metodologias ágeis, UX, Design Thinking, Lean Startup estão entre alguns dos conhecimentos necessário para mudar a mentalidade e aproveitar os benefícios que o digital traz.Mudar o seu negócio, da mesma maneira que era antes, para um site de e-commerce ou atendimento remoto, e continuar gerenciando como se fosse uma loja física, consultório ou sala de aula, não vai funcionar nesse novo mundo competitivo que estamos vivendo.Chegou a hora de parar de sobreviver, ou simplesmente tentar, é o momento de começar a se reinventar e fazer a diferença nesse novo mundo.(*) Edney “InterNey” Souza é Diretor Acadêmico na Digital House Brasil, Organizador da Social Media Week São Paulo, Editor e Tradutor do WordPress.com para o Brasil, Colunista do ProXXima, Diretor da ABP (Associação Brasileira de Propaganda) e Conselheiro da ABRADi (Associação Brasileira de Agentes Digitais).

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#Tecnologia

Introdução ao Flutter: como funciona o framework e sua linguagem Dart

Empresas grandes vêm apostando na linguagem de programação Flutter e a justificativa para isso é simples: a forma como essa ferramenta funciona na criação de aplicações mobile.O que é Flutter?Criado pelo Google, o Flutter é um framework, ou seja, um facilitador no desenvolvimento, que possibilita criar aplicativos mobile para Android e iOS com algumas funcionalidades vantajosas para o dia a dia de um programador.Nesse artigo vamos explicar algumas de suas características e como você pode tirar proveito delas.  Características do Flutter e como ele funcionaDe código aberto sobre a BSD License e multiplataforma, o Flutter tem como linguagem base o Dart para a criação de aplicativos. Isso significa, facilidade de desenvolvimento e vamos explicar o porquê.Ao criar um aplicativo por ele, seu código é compilado para a linguagem base do dispositivo, ou seja, as aplicações são realmente nativas. Essa vantagem faz com que você consiga acessar recursos do dispositivo sem auxílio de terceiros, o que gera melhor desempenho. Para que entenda melhor o quanto isso pode ser uma mão na roda para o desenvolvedor, citamos quatro características do Flutter que se integram e geram benefícios.➜ Ser uma multiplataforma – com ele, é possível desenvolver aplicações em qualquer sistema operacional (Windows, Linux e MacOS), o que...➜ ...permite a criação de apps nativos, a partir de um único código-base – nele você desenvolve aplicações nativas para Android e iOS, além de ter...➜ ... acesso direto aos recursos nativos do sistema – uma aplicação criada com Flutter pode ter acesso nativo aos recursos do dispositivo como a câmera, o wi-fi, a memória etc, gerando assim...➜ ...maior desempenho – as aplicações criadas com Flutter têm mais desempenho se comparadas ao React Native, por exemplo, pois todo seu código-fonte é transformado em código nativo.Por estas características, o Flutter é considerado um dos melhores frameworks para o desenvolvimento de aplicações mobile. Como o mundo é mobile agora, seu protagonismo é facilmente compreendido, não é mesmo?+ Leia um infográfico completo sobre o movimento Mobile First, not Mobile OnlyConcluindo, essa ferramenta demonstra grande estabilidade, desempenho e bons resultados na forma simples de desenvolver aplicações. Quando você domina Flutter, pode promover entregas muito mais próximas da satisfação de seu cliente, de maneira mais ágil e descomplicada.   Na grade de cursos de programação da Digital House, você vai aprender a programar do zero por diversas aplicações, incluindo o Flutter.Em cinco meses de curso, além da habilidade técnica, você aprende a desenvolver soft skills, tudo através de metodologias ágeis, tão requisitadas pelas grandes empresas.Venha incrementar sua carreira com professores especialistas que atuam em grandes empresas. Conheça nossa metodologia de aulas remotas e se junte ao time DH!

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#Marketing

Como conseguir vendas através do Instagram Shopping

É com um clima “descompromissado” e prático que o Instagram Shopping está ganhando cada vez mais espaço na visão dos usuários.A função, que é uma oportunidade e tanto para as marcas, agrega estratégias de marketing digital de negócios menores até grandes empresas. Mas para que a ferramenta seja eficiente, é importante saber como o Instagram Shopping funciona.Instagram Shopping: como vender mais pela rede socialA rede social se tornou uma opção valiosa para a venda remota. Entre as demais, o Instagram pode ser a melhor alternativa para quem tem um e-commerce.Com mais de 64 milhões de usuários, o Brasil é o segundo país com maior número de pessoas no Instagram, atrás apenas dos Estados Unidos. Segundo pesquisa do pesquisa do Opinion Box, 25% dos internautas dizem que ela é sua rede social mais utilizada. 8 em cada 10 de seus usuários seguem perfis de empresas e 50% dizem já ter comprado algum produto ou contratado algum serviço que conheceram no Instagram.Essa, indiscutivelmente, é uma poderosa rede social para os negócios. Mas, para que cumpra bem seu papel, é necessário que seu e-commerce utilize todos seus recursos e da melhor forma possível.Para entender esse sucesso todo, é só seguir o raciocínio, quase tão simples como a lógica da rede: o Instagram é uma grande vitrine pessoal, natural que seja uma vitrine comercial também, que age por identificação direta com as imagens em sinergia com o comportamento e interações do usuário.Ou seja, a compra faz parte desta experiência, muitas vezes quase como uma consequência da jornada.Como configurar o Instagram Shopping da sua marca  O recurso permite vender por meio do próprio aplicativo, e para isso, é utilizada uma nova aba no feed da página. Nesse espaço, são colocados os produtos que estão para compra, já com o preço informado.Para começar a usar a ferramenta, basta linkar o seu perfil do Instagram com um catálogo do Facebook, que vai manter os seus produtos disponíveis na loja. O Instagram vai verificar a sua conta, seus produtos, e com o conteúdo aprovando, já pode começar a ser usado. Essa solução permite às empresas criar, então, suas lojas dentro da própria rede social, com um objetivo claro: facilitar a venda, tanto para quem vende quanto para o cliente. Da mesma forma que os posts patrocinados impulsionaram os anúncios no Facebook, no Instagram Shopping são aproveitadas a naturalidade e a facilidade da rede para aumentar o volume de vendas.Estratégias para conseguir vendas no InstagramPara que entenda mais detalhes de como usar a ferramenta, separamos algumas estratégias para a sua loja no Instagram:➜ Atentem-se às informações básicas do post, por exemplo, qualidade da imagem, legenda, perfil e bio estruturada.➜ Tente variar formatos. É  possível destacar até cinco produtos por fotos no feed, mas existem outros formatos que funcionam bem. O carrossel pode ser uma boa maneira de mostrar os produtos individualmente, um por foto, ou mesmo um volume maior (é possível etiquetar 20 peças).➜ Stories são muito importantes para destacar produtos, promoções etc. Você pode etiquetar os produtos diretamente por eles, ilustrando o uso. Além disso, é uma forma orgânica de divulgar seus produtos.➜ Os posts precisam seguir a estética das fotos naturais. Os com etiquetas devem ser bem trabalhados, pois precisam ser reconhecidos imediatamente, com identificação direta a sua marca.➜ Evite que as etiquetas fiquem muito próximas umas das outras. Isso dificulta o processo de assimilação do usuário. ➜ Confira sempre se suas tags estão indo para o produto certo. Um simples erro aqui pode resultar em uma experiência negativa ao usuário e comprometer a imagem da sua marca, além de contabilizar menos uma venda.Por que você deve usar o Instagram ShoppingEntre as vantagens da função, além das já especificadas ao longo do artigo, ele permite um processo de mensuração e acompanhamento de resultados orgânicos, já que o público interage diretamente com seus posts de vendas.A ferramenta é eficaz, especialmente às pequenas empresas, que vendem diretamente pela rede social. O engajamento com os fãs e a facilidade da experiência de navegação e de compra resultam em um volume maior de  visibilidade e produtos vendidos.No curso de Marketing Digital, da Digital House, você vai dominar a construção de estratégias para esta rede, Facebook, LinkedIn, Google (Search, display e remarketing), e-mail marketing e todas elas juntas, no mesmo sentido. Ao longo das aulas, os alunos aprenderão, com teoria e muita prática: branding, storytelling, SEO & AEO & Link Building, gestão de conteúdo e tudo o que é preciso para se tornar habilitado para os desafios da Transformação Digital e novos hábitos de consumo.