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Estratégias de Marketing Digital: descubra qual é a melhor para o seu negócio

Estratégias de Marketing Digital: descubra qual é a melhor para o seu negócio
mkt
15 de outubro de 2019
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Mais tráfego pro site, novos leads, melhorar atendimento aos clientes, ganhar mais seguidores... Quais estratégias de Marketing Digital se adaptam melhor para seus objetivos de marca?


Se uma empresa não estiver presente no digital, ela corre um grande risco de sair perdendo na corrida do mercado. Felizmente, os investimentos em Marketing Digital deixaram de ser vistos como um custo supérfluo, ou como aquela atividade que poderia ser feita pelo sobrinho “fera em redes sociais”. Brincadeiras à parte, já entendemos que atuar no meio digital é coisa séria.

No entanto, são tantas as estratégias existentes que, com certeza, deve ser complicado decidir por onde começar. O fato é que, antes de mais nada, para entender qual o melhor caminho a seguir e criar uma estratégia eficaz para as necessidades da marca, é preciso ter uma clara compreensão do negócio, do produto ou serviço e do público. 

Ainda assim, são tantas frentes e tantos objetivos diferentes que vale trazer uma explicação da diferença de cada uma delas. Neste post, vamos mostrar 8 estratégias de Marketing Digital para você decidir qual (ou quais!) implementar para ontem!

Inbound Marketing

Para entender o Inbound Marketing, ou também conhecido como Marketing de Atração, vamos trazer um paralelo com o Marketing Tradicional, também conhecido como Outbound Marketing. Nele, a marca impacta novos clientes de maneira interruptiva, com campanhas publicitárias, anúncios em revistas, jornais e na TV, jingles que grudam feito chiclete na nossa mente, entre outros.

Pois bem, ao invés de perseguir os clientes, o Inbound Marketing atrai, por meio de conteúdo de valor, experiências relevantes e mensagens não intrusivas. A base do Inbound é o conteúdo relevante e de qualidade, que ajudará a construir um relacionamento duradouro com o público interessado, despertando o interesse para que a conversão tenha valor agregado e o mesmo se torne fiel à marca.

Marketing de Conteúdo

Muita gente pensa que Marketing de Conteúdo e o Marketing de Atração são a mesma coisa. Uma estratégia de Inbound, que tem foco em vendas e conversão, só funciona se tiver uma boa estratégia de Conteúdo, que tem foco no relacionamento com o público.

O Marketing de Conteúdo dissemina informações de caráter mais educacional, que nem sempre estão diretamente ligadas ao que a marca vende ou oferece. Atua-se, aqui, com territórios de conteúdo, ou seja, com temas que fazem sentido para a marca comunicar, mas sem entregar uma oferta de produto ou serviço diretamente.

Um exemplo prático são as newsletters com dicas e notícias sobre o mercado de ações e como fazer seu dinheiro render mais, vindas de bancos de investimentos. A instituição não está, exatamente, trazendo ofertas de fundos de investimentos disponíveis na sua plataforma, mas está ajudando pessoas interessadas no assunto a ter maiores ganhos e trazendo informações valiosas para aprender a investir melhor.

Social Media Marketing

O marketing de redes sociais é uma maneira de ter ainda mais alcance da sua mensagem, atraindo e mantendo os seguidores. Com isso, espera-se o engajamento com a marca a ponto de gerar advogados de marca, ou seja, aquelas pessoas que são fiéis defensoras da marca, elogiando-a publicamente e ajudando a validar as mensagens divulgadas. 

Uma regra bastante conhecida para quem atua com estratégia de redes sociais é deixar de lado a formalidade. Para não errar no tom, é preciso saber conhecer as características e o papel de cada rede; só assim você garante que produzirá conteúdos relevantes de acordo com o canal. Aliás, no curso de Marketing Digital aqui da Digital House, há aulas específicas só sobre esse assunto. Fica a dica!

E-mail Marketing

Definitivamente, fazer E-mail Marketing não é apenas disparar e-mails de forma desenfreada e sem métodos. A estratégia de relacionamento requer cuidado de entender e segmentar os públicos para que se enviem as mensagens certas, no momento certo e para as pessoas certas, para não cair em spam ou se tornar uma mensagem indesejada.

É fundamental considerar a etapa do funil em que cada público está, para saber se será o momento de entregar uma mensagem de apresentação da marca, com um cupom de desconto, ou mesmo para pedir um feedback sobre o produto adquirido. Para isso, tenha dedicação e paciência, pois é preciso muito trabalho prévio antes do primeiro disparo. Porém, se bem feita, é uma estratégia de alto impacto e com grandes chances de conversão!

SEO

Essa sigla vem do inglês Search Engine Optimization, e é uma estratégia para otimização e melhor posicionamento nos mecanismos de busca, como no Google. Contempla critérios e técnicas para escrever no site, blogs e outras páginas da marca no digital, de maneira que o conteúdo seja considerado relevante o suficiente para aparecer nos primeiros resultados da busca.

O resultado de uma estratégia bem feita, que contempla bom conteúdo, estruturação de heading tags, URLs, títulos e descrições, palavras-chave, experiência do usuário, entre outros, reflete positivamente no tráfego orgânico do site, no aumento dos leads e, claro, nas conversões.

SEM e Social Ads

Enquanto o SEO atua com posicionamento orgânico, o SEM (Search Engine Marketing) se refere à promoção por meio de anúncios pagos nas plataformas de busca e sites parceiros do Google. A combinação das duas estratégias resulta em ótimos resultados em curto, médio e longo prazo!

Já a estratégia de Social Ads também fala sobre publicidade paga, mas dessa vez, para as redes sociais, como Facebook, Instagram, Twitter e Linkedin. Com o alcance orgânico cada vez mais baixo para as marcas nessas plataformas, fica inevitável não criar campanhas de Social Ads para amplificar e aumentar o alcance dos seus conteúdos.

Video Marketing

Queridinha da atualidade, a estratégia de Vídeo Marketing atua com o desenvolvimento de conteúdos por meios audiovisuais. Isso quer dizer que, ao invés de trabalhar com atração, conversão e retenção de clientes com conteúdo em texto, a marca pode utilizar vídeos para turbinar as mensagens de marca e encantar ainda mais os consumidores e prospects.

Vale reforçar que vídeo também é uma forma de fazer Marketing de Conteúdo, claro. Só que, com uma mudança de mindset, onde se vê pessoas preferindo o vídeo ao texto, observa-se aí uma vantagem para buscar mais engajamento. E, dependendo do storytelling, pode ser visualmente mais atrativo e marcar o usuário!

Marketing de Influência

Quando a marca atrela sua imagem a formadores de opinião, que podem comunicar benefícios de seus produtos e serviços de maneira mais leve, natural e espontânea, estamos falando de Marketing de Influência. Ela é uma das estratégias mais importantes do Marketing Digital, até porque já se sabe bem que é preferível ouvir opiniões de outras pessoas sobre um produto a contentar-se com a própria marca falando de si mesma.

Vale ressaltar que, quando falamos de estratégia com influenciadores, não falamos de publicidade direta, com o influencer mostrando o produto na tela e fazendo merchan. A ideia é fazer conteúdo não intrusivo, em que o influenciador encontra uma maneira de contar uma história que insira sua marca no contexto, gerando consideração e credibilidade.

Perceba que o leque de opções é enorme e, depois de conhecer um pouco sobre cada uma delas, reflita sobre quais se adequam à realidade da sua empresa hoje. Conheça seus pontos fortes e oportunidades e dedique um tempo para melhorar seu Marketing Digital. Você não vai se arrepender!

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Qual a diferença entre front-end e back-end img
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Qual a diferença entre front-end e back-end

Se você decidiu entrar no universo da programação, já está ciente de que essa área contempla inúmeras opções de atuação e diversas linguagens, o que pode deixar tudo um tanto quanto confuso! Quantas vezes você encontrou alguma oportunidade de trabalho na qual você não sabia muito bem qual o papel, como atuar e o que ela significava? Porém, justamente essa diversificação é que faz a carreira de desenvolvedor tão atrativa! E, para esclarecer um pouco e ajudar no seu caminho, vamos falar de uma das maiores dúvidas para quem está começando: o que diferencia o profissional de back-end do profissional front-end? Que habilidades cada um deles requer?O que é Back-EndPara mostrar as diferenças, vale começar com as definições de cada atividade.Basicamente, quando falamos dos “bastidores”, ou seja, o servidor e o banco de dados que ajudam a fornecer as informações ao usuário de uma interface, falamos do back-end. É a parte do site que você não tem contato direto (a não ser que você seja um profissional da área, claro!).O back-end é uma parte fundamental de qualquer site ou aplicação na web. Se você está lendo esse texto, por exemplo, é um sinal de que a comunicação com o servidor obteve sucesso e isso se deve, provavelmente, a um profissional de back-end!Quem prefere se especializar como desenvolvedor back-end vai atuar com lógica, com a funcionalidade do site, regras, segurança e integridade de banco de dados. Ou seja, para viver os “bastidores da internet” requer muita paciência, cuidado e concentração constante!O que é Front-EndSe back-end é o desenvolvimento da parte da web que não vemos, o front-end, por outro lado, é toda a parte visível das aplicações e sites. Essa área não lida diretamente com banco de dados, servidores e todas as aplicações complexas do back-end, mas cuida da usabilidade, efeitos visuais, velocidade de carregamento, etc.De maneira mais direta, o Desenvolvedor de Front-end fica responsável pela interação direta com o usuário, e por isso acaba desenvolvendo cuidando do lado mais visual das aplicações, como o cuidado com cores, botões, links, menus, e tudo o que vemos numa página quando estamos acessando.Justamente por conta disso, um profissional front-end precisa ter um olhar constante para a melhor Experiência do Usuário. Ou seja, as preocupações de front-end e back-end são opostas, porém complementares. Os desenvolvedores de front-end e back-end devem sempre trabalhar em conjunto para que o aplicativo ou site funcione corretamente.Pode atuar com front-end e back-end ao mesmo tempo?Com experiências e habilidades tão opostas, será que é possível trabalhar com interface e servidor ao mesmo tempo? A resposta é sim! Inclusive, uma pessoa qualificada para fazer as duas atividades é bastante demandada no mercado e é bem valorizada!Quando o profissional de programação atua nas mais diversas partes do projeto, ou tem conhecimento tanto de back-end quanto de front-end, ele é chamado de Desenvolvedor Full Stack.O desenvolvedor Full-Stack é um profissional mais flexível, com visão mais completa do negócio, que vai atuar do início ao fim de um projeto. Provavelmente, isso demandará o conhecimento de diferentes tecnologias e linguagens de programação, ainda mais se for o caso de atuar sozinho.Neste caso, a principal dica para quem está começando a programar é estudar muito sobre todas as áreas do Desenvolvimento Web, conhecer as linguagens de programação mais utilizadas atualmente e entender quais habilidades que mais parecem adequadas ao seu perfil.

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Digital House abre nova unidade em São José dos Campos

Viva a experiência Digital House em São José dos Campos!Nascemos com a missão de capacitar profissionais na área digital. Somos um hub de tecnologia e educação para formação de profissionais de alta performance. Te desafiamos a pensar como realizador de ideias em vez de deixá-las só no papel. Chegamos ao Brasil em 2018 e, nesses 2 anos, já formamos mais de 3 mil alunos em nossos cursos: Marketing Digital, Programação, Dados, UX e Gestão de Negócio Digital. Em 2020, queremos que mais pessoas tenham oportunidade de viver a experiência de ser um aluno Digital House. Chegamos em São José dos Campos com os curso de Programação Web Full Stack e Marketing Digital, em parceria com a Workflex, coworking com ambiente inovador, localizado no coração do Jardim Aquárius, no Edifício Infinity Tower. Os joseenses e vale paraibanos interessados em fazer nossos cursos, que têm início em março, já podem se inscrever no site da Digital House;Acreditamos que a melhor maneira de adquirir habilidades digitais é com a metodologia de “aprender fazendo”, que integra teoria e prática de forma constante. Queremos que os alunos tragam suas ideias e consigam encontrar as respostas para seus desafios. A interação constante com professores que têm experiência real no mercado possibilita que eles sejam orientados no melhor caminho para o sucesso.Preparado para viver essa experiência com a gente?Faça sua inscrição para que possamos entrar em contato com você. #VemSerDigital! 

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UX Research: o que é e como planejar

Por mais que estejamos imersos num projeto, entendendo o briefing e conhecendo o problema, é de vital importância ouvir o usuário, reconhecer suas necessidades e validar o projeto justamente com quem vai utilizar o produto ou serviço.Antes de tomar qualquer decisão sobre um produto, é necessário investigar o cenário. Por isso, a UX Research ajuda na identificação do problema e também é essencial para refutar ou comprovar as hipóteses de um projeto. Ou seja, a pesquisa é uma parte fundamental do trabalho de User Experience.Por isso, vamos nos aprofundar um pouco mais nesse tema, entendendo como funciona, quais habilidades são necessárias e como planejar uma pesquisa em UX. Afinal, o que é UX Research?A pesquisa é uma etapa pouco compreendida e valorizada em Experiência do Usuário, mas também é a mais crítica para o processo. Muitas vezes, é deixada de lado, ou considerada um luxo desnecessário, mas em momentos críticos, faz muita falta!Traduzindo a definição da Interaction Design Foundation, UX research é a investigação sistemática dos usuários e seus requisitos, contextualizando e buscando insights para o processo de user experience. A pesquisa emprega diversas técnicas, ferramentas e metodologias para chegar a conclusões, estabelecer fatos e encontrar problemas, revelando, dessa forma, informações valiosas para o processo de design.Ou seja, é a maneira de reconhecer um problema, confirmar ou refutar hipóteses, além de reconhecer as principais necessidades e objetivos do público-alvo, por meio de diferentes pontos de vista e contextos, melhorando ainda mais todo o trabalho de experiência do usuário. Para quem está começando a carreira nessa área, vale ter a consciência da importância da pesquisa desde já! As vantagens de uma pesquisa de UXEntender o público para trazer soluções que aumentem a satisfação dele já é, por si só, uma grande vantagem, certo? Pois além disso, incorporar a pesquisa no dia a dia dos processos de UX tem outros pontos positivos!Na prática, isso traz melhorias de tempo e dinheiro. De tempo, pois a investigação ajuda a identificar erros e tomar decisões mais acertadas num tempo mais curto, economizando esforços de retrabalho, por exemplo. E solucionar os problemas antes de desenvolver o projeto sairá muito mais barato do que refazer tudo quando o mesmo já estiver em funcionamento!Ah, e sem contar a vantagem competitiva, pois quando você busca o feedback do usuário, você o entende e, por isso, melhora a sua experiência interativa. Isso te colocará sempre um passo à frente dos seus concorrentes e mantém seu cliente sempre satisfeito, sendo mais um passo na busca pela fidelização.No final das contas, com um trabalho de pesquisa de UX, você garante um produto que tenha não só um design bonito, mas que também tem usabilidade e inteligência.Como planejar uma pesquisa de usuário?O planejamento deve começar sempre pela questão mais fundamental: qual dúvida queremos que seja respondida? Qual o objetivo? Além disso, é importante considerar as hipóteses, ou seja, quais as possibilidades de respostas. Com o resultado da pesquisa, será possível entender se essas suposições foram confirmadas ou refutadas.Também é fundamental entender com quem a marca quer falar, ou seja, definir quais dos stakeholders serão parte da pesquisa. Afinal, o público questionado deve ser exatamente o mesmo que se beneficiará dos resultados da investigação, por isso é tão importante definir essa questão com clareza.Entenda também qual metodologia será utilizada. Os métodos qualitativos mostram comportamentos e explicam porque um usuário age de uma maneira ou de outra, enquanto os métodos quantitativos trazem dados numéricos e estatísticas. Dentre os métodos, temos as entrevistas, teste de usabilidade, estudo etnográfico, entre outros. Se você não tem muita certeza de qual é o ideal, retorne à questão que precisa ser respondida. Se, por exemplo, você quer entender como as pessoas utilizam seu app, o método mais adequado deveria ser um teste de usabilidade. Mas se, por outro lado, você quer entender por que alguns usuários clicaram num botão e outros não, aí pode ser o caso de uma entrevista, algo mais qualitativo.Definitivamente, a pesquisa é uma parte essencial a ser executada em qualquer projeto. Observar e compreender o usuário demonstra empatia e é de vital importância para criar produtos e serviços que o cliente realmente necessita.