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Mentalidade Digital: como os negócios precisam se reinventar diante das mudanças do consumidor

Mentalidade Digital: como os negócios precisam se reinventar diante das mudanças do consumidor
#Marketing
13 de julho - min de leitura

A pandemia mudou nossa forma de fazer negócios para sempre e trouxe à tona a Era Digital First para as empresas. O que é essa nova realidade? Entenda melhor com o nosso Diretor Acadêmico, Edney Souza.


Não existe novo normal. Se procurarmos no dicionário o significado da palavra normal vamos encontrar:

1. conforme a norma, a regra, regular;

2. que é usual, comum; natural;

Talvez a gente não viva nunca mais em um mundo comum.

A globalização cresceu em níveis inimagináveis nos últimos anos. Vivemos em um mundo onde a distribuição de riqueza e tecnologia é extremamente desigual ao redor do planeta. As informações viajam instantaneamente causando conflitos e choques entre culturas e costumes. E como se já não bastasse tudo isso, recentemente vimos um vírus viajar o mundo inteiro também.

A Teoria do Caos é mais real do que nunca. Quando uma borboleta bate as asas na China, tempos depois acontece um furacão no Brasil. Tudo está interligado, tudo muda muito rápido. Não dá mais tempo de nos acostumarmos com nada.

Essa é a nova realidade, não um novo normal.

Digital não é tecnologia

Quando falamos de tecnologia, começamos logo a procurar hardware e software. Você aponta para o computador, o celular, a TV. Descreve os softwares que estão ali. Mas na verdade, o digital é algo muito mais amplo que isso.

Eu costumo dizer que a base do digital são as coisas que se tornaram imateriais. O limite físico deixa de existir quando algo é digitalizado.

Uma foto digitalizada deixa de ser papel, um filme digitalizado deixa de ser uma fita, uma música deixa de ser um disco. Tudo vira dados.

Os dados trafegam por softwares (sistemas de computador) através de hardwares (dispositivos eletrônicos), e o digital é a combinação de tudo isso, é o que permite essa desmaterialização.

É fazer uma reunião sem se deslocar para uma sala de reunião, é orientar uma pessoa à distância, por áudio ou vídeo, é pedir algo no seu celular para entregar na porta da sua casa ou para assistir imediatamente na TV.

Você elimina ou reduz a necessidade de matéria física. Você desmaterializa o máximo possível.

Nunca vamos nos tornar 100% digitais, apesar da ficção científica às vezes explorar isso. Eu prefiro acreditar que se chegarmos a esse ponto seremos outra espécime. O Homo sapiens precisa de contato físico, porém queremos contato físico com quem amamos, não para resolver atividades corriqueiras como ir ao supermercado ou a farmácia.

Os negócios agora são Digital First

Antes, quando você abria uma restaurante, pensava primeiro nas receitas, na equipe de funcionários, na cozinha, no ponto comercial e quando tudo estava pronto decidia se ir operar também com delivery.

Muitos restaurantes agora estão abrindo sem ponto físico. Obviamente a cozinha precisa estar em algum lugar, mas não tem salão. Só trabalha com delivery. A prática tem até um nome: dark kitchen ou restaurante fantasma.

E isso não acontece apenas com restaurantes. Professores, personal trainers, psicólogos e mais um monte de serviços que atendem as pessoas por videoconferência e agora tem clientes espalhados por diversas cidades, estados e até países, não vão voltar a operar 100% presencial.

Uma pesquisa da Fortune com os CEOs das 500 maiores empresas dos Estados Unidos revelou 26,2% vão trabalhar de casa indefinidamente. E 52,4% não pretendem mais fazer reuniões de negócios que podem ser substituídas por videochamada.

Porque gastar uma fortuna em um espaço físico se não for necessário?

Além disso o consumidor está se acostumando com a ideia de que não precisa ir até a loja, só no Brasil o e-commerce já ganhou mais de 135 mil lojas digitais.

Cultura Digital requer uma mudança de mentalidade

Se desapegar das estruturas físicas, trabalhar à distância, gerenciar times remotos, não sofrer com trabalho em excesso ou baixa produtividade, tudo isso requer um tremendo esforço de toda a empresa.

Felizmente existem metodologias e ferramentas para gerenciar essas mudanças e compartilhar as melhores práticas. Metodologias ágeis, UX, Design Thinking, Lean Startup estão entre alguns dos conhecimentos necessário para mudar a mentalidade e aproveitar os benefícios que o digital traz.

Mudar o seu negócio, da mesma maneira que era antes, para um site de e-commerce ou atendimento remoto, e continuar gerenciando como se fosse uma loja física, consultório ou sala de aula, não vai funcionar nesse novo mundo competitivo que estamos vivendo.

Chegou a hora de parar de sobreviver, ou simplesmente tentar, é o momento de começar a se reinventar e fazer a diferença nesse novo mundo.

(*) Edney “InterNey” Souza é Diretor Acadêmico na Digital House Brasil, Organizador da Social Media Week São Paulo, Editor e Tradutor do WordPress.com para o Brasil, Colunista do ProXXima, Diretor da ABP (Associação Brasileira de Propaganda) e Conselheiro da ABRADi (Associação Brasileira de Agentes Digitais).

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#Otros

Gestão de produtos: entenda qual é a importância desse profissional no mercado

Esse é um cargo relativamente novo, mas que está se destacando e é uma grande opção para quem gosta de liderança e quer se dar bem no futuro, tendo em vista o avanço ininterrupto da tecnologia. Se você está considerando ingressar na área de Gestão de Produtos, continue acompanhando este artigo.O que faz a área de Gestão de Produtos?O gerente de produto ou product manager, como também é conhecido, é uma função interdisciplinar, pois combina diversas áreas, como tecnologia, negócios, design, liderança e marketing para lançar um produto. Ele funciona como uma cola que mantém todos trabalhando em conjunto.Os profissionais da área de Gestão de Produtos devem possuir a visão completa e profunda de toda a operação do negócio, incluindo todo o ciclo de vida do produto, compreendendo, ao mesmo tempo, seu cliente, ao realizar uma liderança focada nele. Além disso, ele também deve criar o roadmap do produto.Sobre sua metodologia de trabalho, é muito importante destacar as habilidades de liderança, visão estratégica, mobilização de equipe e negociações. A condução das atividades é norteada por metodologias ágeis, que propõem a mudança de planos quando necessário e entregas com prazos justos, sempre agregando valor ao cliente.Por exigir diferentes responsabilidades e se cruzar com outras áreas, o gerenciamento de produtos digitais pode ser diferente de uma empresa para outra. Mas um bom profissional que exerce essa função deve ter o domínio de todas essas habilidades e ações.Qual a importância do product manager?Entregar o melhor produto para o seu público-alvo, atendendo as necessidades e trazendo resultado para o negócio é o grande objetivo dentro de Gestão de Produtos.Com um bom desempenho no ciclo de vida do produto, o gerente da área pode concretizar todo seu potencial e alavancar os retornos de forma extraordinária, superando as metas propostas pelo seu cliente no planejamento.Além de se preocupar em concretizar essas metas, o product manager é o elo entre a tecnologia e os demais setores da empresa, onde também está incluída uma importante vertente no desenvolvimento de produto: a experiência do usuário (UX), que também é essencial aos negócios na atual Era Digital.Apesar de ser uma função interdisciplinar, o gestor de produtos possui uma função com a natureza de negócios. Ele não é o operacional que entrega demandas que recebe, mas cria soluções e estratégias para consolidar um produto e sua marca, fidelizando clientes e expandindo sua autoridade para todo o mercado.Como ser um profissional da área de Gestão de Produtos?Essa área é uma promessa para o futuro do mercado de trabalho e a procura de pessoas qualificadas para a função tende a aumentar. A pessoa que busca uma oportunidade na função pode ter experiência em marketing, negócios, tecnologia, design ou engenharia.Lembrando que o mais importante, independentemente de experiência e antes de buscar um curso de gestão de produtos, é gostar e ter a capacidade de liderar, criar estratégias, mobilizar uma equipe e negociar.O financeiro também é um ponto que conta bastante quando investimos no aprendizado de uma nova carreira e o salário médio para a função de gerente de produtos digitais é de R $10.354,00.Com o curso de gestão de Produtos Digitais da Digital House, você estará pronto para estabelecer o roadmap de desenvolvimento de produtos, gerenciar times com metodologias ágeis, gerir negócios usando Business Model Canvas, entre muitas outras habilidades.Os alunos também podem fazer o curso de Gestão de Carreira gratuitamente e participar de feiras de recrutamento exclusivas (Recruiting Day). Não deixe de conferir também a nossa biblioteca de conteúdo e o Blog DH, com diversos materiais sobre essa área tão importante no mercado.Leia mais no blog DH:+ Departamento de carreiras: 95% de empregabilidade na Digital House+ De olho no novo consumidor Digital First+ Inovação: como reinventar a minha empresa?E aí, já segue a gente no Twitter? Vem pra rede, vamos conversar sobre habilidades digitais! ;)

Entenda quais são os tipos de UX Research  img
#UX

Entenda quais são os tipos de UX Research

Agora que já sabemos o que é Product Discovery e o que é UX Research e como podemos planejá-la, vamos nos aprofundar um pouco mais falando sobre os tipos de UX Research. Ou melhor, as diferentes metodologias em pesquisa com o usuário!  E como estamos falando sobre métodos, acho importante trazer uma rápida definição e esclarecer também a diferença em um contexto de mercado.O que são os tipos de UX Research?A metodologia é um estudo de métodos necessários para uma pesquisa, podendo ser os tipos de pesquisa (quantitativa e qualitativa), como também as perguntas e os objetivos a serem estudados.  Os métodos são um regulamento prévio dos momentos a serem realizados em uma pesquisa, como 1º - Coleta de dados, 2º - Análise de dados.As técnicas são procedimentos básicos que devem ser adotados para um momento do método. Ex: Momento = Coleta de dados, Técnica = Entrevista.A metodologia, então, é um planejamento da sua pesquisa, um dos tipos de UX Research, muito necessário para organizar, mas para também dar credibilidade à ela. A sua pesquisa precisa ser construída em uma base sólida para ser confiável, ou seja, é o caminho para se chegar ao fim.Pesquisa em UX: como funciona o mercado?Claro que em seu contexto de mercado, a pesquisa não é tão aprofundada quanto uma pesquisa acadêmica (inclusive podemos utilizar pesquisas acadêmicas a nosso favor também quando estamos fazendo UX Research). No mercado, há uma maior pressão de resultados em um curto período de tempo, fazendo com que a pesquisa, apesar de necessária e importante, seja comprometida pelo medo de se perder o time-to-market.Com essas ressalvas feitas, podemos seguir delineando um pouco mais as diferenças entre as abordagens qualitativas e quantitativas. O que vai definir a utilização desses tipos de UX Research é o problema que você quer investigar. É impossível pesquisar sem uma pergunta bem definida. O que não sabemos e desejamos descobrir sobre x assunto? Os diferentes métodos de pesquisa vêm para nos ajudar a extrair respostas para perguntas específicas dentro da pesquisa de UX, então temos que ter em mente a pergunta certa.Tipos de UX Research: quantitativa ou qualitativa?Se desejamos, por exemplo, saber a intensidade ou frequência de algum fenômeno, então podemos medir com uma pesquisa quantitativa, podendo ser feito por um questionário, por exemplo. O mesmo vale se o foco é traçar um perfil de público baseado em x características como gênero, idade, salário, localização. São respostas fáceis de se transformar em números.Pesquisas quantitativas focam em um grande número de pessoas, podemos entender então o que x número de pessoas fazem, como podem ser classificadas e como se comportam. Já a pesquisa qualitativa, vem em outra partida, nos entrega informações relacionadas a qualidade, de uma experiência ou de uma emoção, por exemplo. Se queremos descobrir como tal pessoa se sente ao utilizar um produto, podemos fazê-lo através de uma entrevista, extraindo dados qualitativos sobre.A abordagem qualitativa pressupõe um entendimento individualizado. Mesmo que depois possa se criar uma classificação baseada em padrões vistos em diferentes entrevistas, ela se baseia em um entendimento e conversa que não é tão fácil se distanciar de certa interpretação sobre a experiência. Se queremos saber o porquê, o motivo de algo, podemos aplicar esta abordagem. É uma área recheada de minuciosidades e é por isso que profissionais de áreas como ciências sociais e psicologia podem agregar tanto à pesquisa em UX, pois suas disciplinas intrinsecamente lidam uma parte científica mais aprofundada em relação à comportamentos humanos. Quer saber mais sobre UX Research? Aqui vão algumas indicações:Conhecimento nunca é demais, e por isso, separei alguns materiais valiosos no seu estudo a respeito dos tipos de UX Research. Recomendo muito o livro Metodologia Científica de Eva Maria Lakatos e Marina de Andrade Marconi, e Social Research Methods: Qualitative and Quantitative Approaches (Inglês) de W. Lawrence Neuman, e nos links a seguir, vocês terão acesso a mais informações sobre Pesquisa quantitativa ou qualitativa e Análise de dados de uma pesquisa qualitativa.Onde posso aprender UX Research?Agora que você já aprendeu quais são os tipos de UX Research e como utilizar cada um, deve estar se perguntando onde pode se aprofundar mais no assunto.Na Digital House, temos o curso de Experiência do Usuário (UX). Além de ensinar o processo como um todo, ele também ensina detalhadamente sobre a área de pesquisa, tornando a especialidade possível ao aluno.Leia mais no blog DH:+ Guia de Product Discovery: passo a passo e importância do processo para o seu Produto+ Etnografia no UX: como entender a relação do consumidor com produtos e serviços+ Prototipagem: 5 ferramentas de prototipação que você precisa conhecerE aí, já segue a gente no Twitter? Vem pra rede, vamos conversar sobre habilidades digitais! ;)

Como aprender business intelligence: conheça a área e como ingressar na carreira img
#Dados

Como aprender business intelligence: conheça a área e como ingressar na carreira

Munidos de tecnologia, os profissionais de BI identificam tendências e insights que ajudam outros departamentos e gerentes a tomar sábias decisões de negócios, a fim de melhorar os processos da empresa. Isso tudo faz parte da análise e visualização de dados, além de técnicas e ferramentas para modelagem de dados. Achou interessante? Vamos fazer um mergulho dentro da área e te contar como aprender business intelligence.Antes de saber como aprender business intelligence...Business Intelligence, BI ou inteligência de negócios é um conjunto de métodos, ferramentas e ações para extrair informações relevantes de um banco de dados. A área é ampla e pode ter sua atuação dividida em diferentes canais, como análise em mídias sociais, ferramentas específicas ou web analytics.Na internet, podemos encontrar informações infinitas, das mais diversas fontes e assuntos. Entretanto, elas só fazem sentido se são organizadas e analisadas por profissionais capazes de transformar dados online em inteligência.Isoladamente, as informações e fontes podem não dizer muita coisa, mas o BI cruza diversos dados, estruturando e formando indicadores que transmitem mensagens claras e efetivas para atingir novos objetivos e resultados dentro das empresas.Com toda essa riqueza de dados em mãos, a organização tem uma base sólida e confiável para tomada de decisões, monitoramento de concorrências e qualquer outra demanda estratégica que necessite de amparo técnico e de informações.Conhecimentos de BI são úteis para profissionais de outras áreasÉ importante saber que o BI está inserido em outras áreas dentro de uma organização e todos devem entender o seu papel. Seja um analista de RH, um engenheiro ou até um gerente financeiro, em qualquer direção que olhar, sempre haverá dados para embasar suas decisões.Sendo importante para diversas outras áreas, existem duas que atuam mais diretamente com o BI: financeira e marketing. A análise de dados é capaz de orientar e prever resultados de uma campanha de marketing, se o investimento valerá a pena ou não, prevendo o comportamento de clientes e consumidores.Isso também otimiza a gestão de negócios, pois define possíveis novos padrões e melhores práticas de desenvolvimento da empresa.Quanto ganha um profissional de Business Intelligence?Um analista de BI pode ganhar até R$ 6.479,00 no mercado de trabalho. O salário médio no Brasil é de R$4.525,00.As novas áreas de tecnologia estão em ascensão, considerando a transformação digital que vivemos. A área de atuação em inteligência de negócios é muito vasta em empresas que necessitam de dados para direcionar suas campanhas de marketing, por exemplo.Sendo assim, a demanda dentro da área de big data é grande e são diversas as oportunidades.Quais as funções mais importantes de BI?Já vimos nos tópicos anteriores que o território de BI é vasto. Sendo assim, existem diversas funções de Business Intelligence para que todo esse processo funcione nas empresas. Confira abaixo algumas das principais:Coleta de dados: o profissional deve procurar por diversas fontes de dados para extrair as informações necessárias em um determinado trabalho. Há uma série de tecnologias e métodos que podem ser utilizados nesta coleta.Tratamento das informações: o grande volume de informações coletadas precisa ser organizado e filtrado para continuar o processo.Análise de dados: com os dados já filtrados e organizados, é necessário analisar para que sejam indicadores nas tomadas de decisão.Pesquisa de tendências: as informações coletadas podem ser usadas para pesquisa de tendências de mercado. Isso pode ser baseado em dados de comportamento do consumidor, por exemplo.Análise de Investimentos: o especialista em BI também pode usar as informações para analisar os cenários de mercado e embasar os investimentos de recursos.Monitoramento e análise da concorrência (benchmarking): os dados de números e ações da concorrência também devem ser analisados para entender as forças e fraquezas das demais empresas da área e encontrar o melhor posicionamento no mercado.Monitoramento de resultados: assim como coletar dados externos, é necessário também monitorar os internos. A mensuração dos resultados por meio dos indicadores é essencial para entender se o trabalho está sendo bem executado na empresa.Como aprender Business Intelligence do zero?Ficou interessado na área? Agora que você já sabe o que é Business Intelligence e como trabalha esse profissional, vamos te dar algumas dicas para te preparar neste caminho. Confira:Familiarize-se com o Excel: a plataforma é muito comum no dia a dia do profissional de BI.Entenda sobre linguagens de programação: você não precisará ser um desenvolvedor, mas precisará entender o básico, como o Javascript, por exemplo.Ame tecnologia: a tecnologia é a base de toda a área. Que tal frequentar eventos de tecnologia e fazer networking?Tenha uma boa base de aprendizado: um curso é um ótimo meio de solidificar uma base de conhecimento e provar sua capacidade, para lidar com os maiores desafios do dia a dia da área.O curso de Data Analytics da Digital House é a opção perfeita para você que busca como aprender Business Intelligence! Nele, você contará com especialistas que te ensinarão a tomar decisões com base em dados e gerar inteligência para o negócio com conceitos e prática no PowerBI, SQL Server e outras ferramentas. Seja um especialista em BI e garanta seu sucesso profissional na área.Não deixe de conferir também nossa biblioteca de conteúdo e o Blog DH, com diversos outros artigos e materiais interessantes sobre tecnologia e dados.Leia mais no blog DH:+ Dados abertos: como usar dados públicos para gerar estratégias de negócios+ Power BI para leigos: aprenda os primeiros passos+ Resumo LGPD: tudo o que uma empresa precisa saber sobre a nova leiE aí, já segue a gente no Twitter? Vem pra rede, vamos conversar sobre habilidades digitais! ;)