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Mentalidade Digital: como os negócios precisam se reinventar diante das mudanças do consumidor

Mentalidade Digital: como os negócios precisam se reinventar diante das mudanças do consumidor
#Marketing
13 de julho - min de leitura

A pandemia mudou nossa forma de fazer negócios para sempre e trouxe à tona a Era Digital First para as empresas. O que é essa nova realidade? Entenda melhor com o nosso Diretor Acadêmico, Edney Souza.


Não existe novo normal. Se procurarmos no dicionário o significado da palavra normal vamos encontrar:

1. conforme a norma, a regra, regular;

2. que é usual, comum; natural;

Talvez a gente não viva nunca mais em um mundo comum.

A globalização cresceu em níveis inimagináveis nos últimos anos. Vivemos em um mundo onde a distribuição de riqueza e tecnologia é extremamente desigual ao redor do planeta. As informações viajam instantaneamente causando conflitos e choques entre culturas e costumes. E como se já não bastasse tudo isso, recentemente vimos um vírus viajar o mundo inteiro também.

A Teoria do Caos é mais real do que nunca. Quando uma borboleta bate as asas na China, tempos depois acontece um furacão no Brasil. Tudo está interligado, tudo muda muito rápido. Não dá mais tempo de nos acostumarmos com nada.

Essa é a nova realidade, não um novo normal.

Digital não é tecnologia

Quando falamos de tecnologia, começamos logo a procurar hardware e software. Você aponta para o computador, o celular, a TV. Descreve os softwares que estão ali. Mas na verdade, o digital é algo muito mais amplo que isso.

Eu costumo dizer que a base do digital são as coisas que se tornaram imateriais. O limite físico deixa de existir quando algo é digitalizado.

Uma foto digitalizada deixa de ser papel, um filme digitalizado deixa de ser uma fita, uma música deixa de ser um disco. Tudo vira dados.

Os dados trafegam por softwares (sistemas de computador) através de hardwares (dispositivos eletrônicos), e o digital é a combinação de tudo isso, é o que permite essa desmaterialização.

É fazer uma reunião sem se deslocar para uma sala de reunião, é orientar uma pessoa à distância, por áudio ou vídeo, é pedir algo no seu celular para entregar na porta da sua casa ou para assistir imediatamente na TV.

Você elimina ou reduz a necessidade de matéria física. Você desmaterializa o máximo possível.

Nunca vamos nos tornar 100% digitais, apesar da ficção científica às vezes explorar isso. Eu prefiro acreditar que se chegarmos a esse ponto seremos outra espécime. O Homo sapiens precisa de contato físico, porém queremos contato físico com quem amamos, não para resolver atividades corriqueiras como ir ao supermercado ou a farmácia.

Os negócios agora são Digital First

Antes, quando você abria uma restaurante, pensava primeiro nas receitas, na equipe de funcionários, na cozinha, no ponto comercial e quando tudo estava pronto decidia se ir operar também com delivery.

Muitos restaurantes agora estão abrindo sem ponto físico. Obviamente a cozinha precisa estar em algum lugar, mas não tem salão. Só trabalha com delivery. A prática tem até um nome: dark kitchen ou restaurante fantasma.

E isso não acontece apenas com restaurantes. Professores, personal trainers, psicólogos e mais um monte de serviços que atendem as pessoas por videoconferência e agora tem clientes espalhados por diversas cidades, estados e até países, não vão voltar a operar 100% presencial.

Uma pesquisa da Fortune com os CEOs das 500 maiores empresas dos Estados Unidos revelou 26,2% vão trabalhar de casa indefinidamente. E 52,4% não pretendem mais fazer reuniões de negócios que podem ser substituídas por videochamada.

Porque gastar uma fortuna em um espaço físico se não for necessário?

Além disso o consumidor está se acostumando com a ideia de que não precisa ir até a loja, só no Brasil o e-commerce já ganhou mais de 135 mil lojas digitais.

Cultura Digital requer uma mudança de mentalidade

Se desapegar das estruturas físicas, trabalhar à distância, gerenciar times remotos, não sofrer com trabalho em excesso ou baixa produtividade, tudo isso requer um tremendo esforço de toda a empresa.

Felizmente existem metodologias e ferramentas para gerenciar essas mudanças e compartilhar as melhores práticas. Metodologias ágeis, UX, Design Thinking, Lean Startup estão entre alguns dos conhecimentos necessário para mudar a mentalidade e aproveitar os benefícios que o digital traz.

Mudar o seu negócio, da mesma maneira que era antes, para um site de e-commerce ou atendimento remoto, e continuar gerenciando como se fosse uma loja física, consultório ou sala de aula, não vai funcionar nesse novo mundo competitivo que estamos vivendo.

Chegou a hora de parar de sobreviver, ou simplesmente tentar, é o momento de começar a se reinventar e fazer a diferença nesse novo mundo.

(*) Edney “InterNey” Souza é Diretor Acadêmico na Digital House Brasil, Organizador da Social Media Week São Paulo, Editor e Tradutor do WordPress.com para o Brasil, Colunista do ProXXima, Diretor da ABP (Associação Brasileira de Propaganda) e Conselheiro da ABRADi (Associação Brasileira de Agentes Digitais).

Outras notícias

Como criar um banco de dados de forma simples com o Excel img
#Dados

Como criar um banco de dados de forma simples com o Excel

Atualmente, as soluções para facilitar o gerenciamento de dados têm aumentado muito. Para as empresas, é essencial ter ferramentas que otimizam tempo e esforço nesses processos, para a compreensão fácil de panoramas, planejamentos e tomada de decisões. Por isso hoje vamos te ensinar como montar um bando de dados utilizando uma ferramenta do dia a dia, o Excel.Considerado de fácil acesso entre os tipos de banco de dados, o Excel não é um bicho-de-sete-cabeças, como muitas pessoas pensam. Seu uso é simples, prático, além de normalmente já vir instalado no computador.Sendo assim, veja um passo a passo sobre essa ferramenta, aprendendo a criar o seu próprio banco de dados. Se interessou? Então continue acompanhando.Como criar um banco de dados: o que é preciso?A fase anterior à criação do banco de dados é a mais importante e decisiva do processo, pois é necessário ter clareza sobre as expectativas que o cliente deposita no resultado final. Quais são as necessidades dele? Tudo deve estar muito bem estruturado, alinhado e compreendido.Se isso não for levado a sério, a falta de entendimento da natureza do ambiente onde os dados serão inseridos ocasiona a criação de bancos ruins, que não funcionam para o dia a dia de seus usuários. Na maioria das vezes, a parte mais importante de toda uma organização é um banco de dados, pois é onde ficam suas informações essenciais.Desta forma, um projeto bem ou mal realizado pode determinar o sucesso ou não de uma empresa. Antes de começar o planejamento, faça toda a análise de requisitos junto ao cliente.Quais as funções de um banco de dados?Além de saber o que é preciso, é relevante entender quais as funções de um banco de dados. Ele serve para registrar e armazenar informações, de maneira que fiquem seguras, para que, com isso, seu objetivo principal, que é a transformação dos dados em relatórios, painéis (dashboards), gráficos ou indicadores, seja realizado.Assim, as empresas geram insumos para tomar as melhores decisões em seus processos, já que dados bem organizados e filtrados são mais relevantes.Mas nem sempre as coisas foram dessa maneira. Um exemplo são os consultórios médicos, que há alguns anos armazenavam todos os registros de pacientes em papéis e formulários, guardados em grandes gavetas.À medida que a tecnologia foi se desenvolvendo, esse cenário também mudou nas clínicas e hospitais. Todos os prontuários foram sendo digitalizados e armazenados em HDs, seja em planilhas ou imagens. O número de informações foi crescendo de uma maneira tão estrondosa, que foi preciso adotar o banco de dados para um melhor manuseamento das informações.4 etapas de como criar um banco de dados no ExcelO Excel é uma das ferramentas mais utilizadas nos computadores. É fácil de trabalhar, intuitivo e, para as suas diversas funções, existem muitos tutoriais disponíveis na internet e temos até um post para te ajudar sobre "Fórmulas mais usadas no Excel". Hoje, mostraremos 4 etapas de como criar um banco de dados.Organização de informações dos clientesQue tal aprender um sistema de gerenciamento das informações de seus clientes, vendas, comissões, entre outros? Confira:1) Organize a estrutura dos dadosPrimeiro, é necessário organizar a estrutura da criação do banco de dados. Tenha em mente que toda a organização será em linhas, onde as informações serão inseridas, e colunas, que deve trazer os campos a serem armazenados.2) Liste os itens cadastrados nas colunasNesta segunda etapa, saiba quais serão os campos de cada coluna para cadastrar novos dados, conforme o exemplo abaixo. Veja que aqui há a criação de um banco de dados sobre as vendas de uma loja.3) Cadastre os dadosCom toda a estrutura do banco de dados pronta, comece a inserir os lançamentos, conforme o exemplo abaixo.4) Automatizando os lançamentos de dadosAs informações inseridas acima foram feitas manualmente, mas o fluxo de informações do dia a dia pode ser altíssima, exigindo uma solução para automatizar a entrada de novos dados neste banco. O Excel possui uma ferramenta de automação específica para isso, tornando o registro mais eficiente.Para isso, clique com o botão direito do mouse em qualquer ícone da barra de ferramentas de acesso rápido. Em seguida, clique em "personalizar barra de ferramentas de acesso rápido".Na caixa "Opções do Excel", clique em "todos os comandos" na lista suspensa. Procure por "formulário" e adicione. Por fim, clique em OK para finalizar.Pronto! Ao seguir esses passos, o ícone de formulário aparece na barra de ferramentas de acesso rápido, conforme a imagem abaixo.Para inserir uma nova informação, clique na célula que deseja incluir e, em seguida, no ícone de formulário. A janela abaixo aparecerá para a inserção de dados. Este é um exemplo de tutorial para criação de banco de dados no Excel dentro de outras funcionalidades que a ferramenta possui, e que trazem muitos benefícios para as empresas. Quer aprender mais?A Digital House possui o curso de Data Analytics, onde o aluno aprende as habilidades necessárias na coleta e análise de dados, incluindo a construção e entendimento de banco de dados, por meio do uso de diferentes ferramentas usadas por grandes empresas, como o próprio Excel, Google Analytics, Data Studio, SQL Server.Como transformar uma planilha no Excel em banco de dados?Para transformar uma planilha no Excel em banco de dados, você pode utilizar o Access, um programa para gerenciar banco de dados relacional da Microsoft, que faz parte do pacote Office e funciona em conjunto com o Excel. Um único arquivo do Access pode conter diversas planilhas! É uma boa forma de agrupar grandes quantidades de informação. Trata-se de um processo simples e o próprio assistente do Access te mostra o passo a passo para o processo de importação de planilhas.Gostou de aprender mais sobre a criação e como transformar uma planilha no Excel em banco de dados? Não deixe também de conferir nossos outros materiais gratuitos e ricos de conhecimento ao seu dispor em nossa biblioteca de conteúdo.

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#Carreira

CX como diferencial competitivo para profissionais de tecnologia

A digitalização assumiu de vez um papel decisivo nas nossas rotinas em 2020, seja para trabalhar (sem sair de casa, para muitos de nós), assistir a aulas online ou até mesmo consumir itens e serviços básicos. Desde pedir comida até fazer compras no supermercado, dentre outros hábitos essenciais, passamos a recorrer à internet para suprir muito mais necessidades do que antes.Em meio às medidas de distanciamento social, nunca precisamos tanto da tecnologia para simplesmente viver uma vida normal, embora bem mais conectada do que antes. Mas os efeitos dessa transformação digital acelerada, que claramente afetam o nosso trabalho, relacionamentos e estilo de vida, não acabam aí – e certamente continuarão sendo sentidos por muito tempo. E é por isso que os profissionais de tecnologia precisam estar preparados para o que vem pela frente.Para esse grupo, em particular, sejam aqueles que dão seus primeiros passos na carreira ou os que buscam atualização constante e novos desafios, é preciso ter em mente o que mudou nas necessidades do mercado nesse novo contexto. Grande parte das empresas ainda busca meios de compreender e transformar a maneira como elas precisam se relacionar com os clientes, que se tornaram ainda mais empoderados pela enorme variedade de ofertas que a pandemia (e a consequente digitalização) ajudaram a levar para dentro das suas casas.   Não por acaso, você deve ter percebido que o termo “experiência do cliente” (também identificado pela sigla ‘CX’) tem sido usado com muito mais frequência do que antes ao longo dos últimos 12 meses. Embora essa tendência não seja exatamente uma novidade, ela foi impulsionada de vez durante a pandemia, em nome de uma forma mais eficiente, personalizada e engajadora de interagir com os consumidores. Ter uma visão estratégica voltada para o cliente e focada nas melhores práticas de CX é um importante diferencial competitivo que precisa fazer parte do currículo de qualquer profissional que entrega valor por meio da tecnologia. É essa nova realidade que nos leva às conclusões da pesquisa CX Trends 2021, da Zendesk. Só para se ter uma ideia da importância desse tema, 82% dos brasileiros admitem que gastariam mais em troca de uma boa experiência online – o que inclui, por exemplo, a oferta de transações rápidas e fáceis.Nos próximos parágrafos, convido você a mergulhar nessa filosofia de experiência do cliente, em como ela pode impulsionar carreiras e por que vivemos hoje um ponto de virada digital.3 anos vividos em apenas 1A presença do cliente no centro das decisões faz parte de muitas mudanças observadas nesse contexto. Metade das companhias avaliam terem avançado até 3 anos em 1 quando o assunto é transformação digital, segundo o estudo da Zendesk. Ao mesmo tempo, 70% dos líderes de negócios enxergaram que agora é o momento certo de acelerar de vez a adaptação a avanços nunca antes vistos no modelo de trabalho.Tudo isso é, na verdade, uma resposta ao chamado ‘ponto de virada digital’. Estamos falando de um momento-chave que separa as empresas mais avançadas digitalmente daquelas que ainda carecem de investimentos em tecnologias, processos e pessoas que podem tornar os negócios mais preparados para esses novos tempos. Em outras palavras, é preciso escolher em que lado se quer estar: naquele que mantém em vantagem as empresas (e, por extensão, os seus colaboradores) mais amadurecidas nessa jornada da digitalização; ou naquele dos que carregam o árduo desafio de guiar um carrinho de rolimã para tentar ultrapassar um carro de Fórmula 1.Nada disso, porém, justifica que essas transformações começaram a acontecer recentemente, após a eclosão da pandemia da COVID-19. O que estamos vivenciando agora é a fase mais recente de um longo processo de transformação no modelo de fazer negócios – que coloca as ofertas orientadas a serviços acima do produto em si, em busca de atender às novas demandas do mercado.Os ventos agora sopram para a experiênciaVender facilidades, benefícios e conveniências, e não somente um certo produto, é uma visão que ganhou força com o ‘boom’ da internet doméstica nos anos 1990, que colocou os clientes no centro das estratégias dos negócios. Foi assim que os consumidores passaram a usufruir (e a exigir, com razão) serviços específicos como personalização, manutenção e disponibilidade – que se tornaram viáveis por meio da digitalização.As atuais mudanças têm como origem essa mesma visão disruptiva, que desde sempre provocam transformações na forma como os profissionais de tecnologia trabalham no desenvolvimento e na oferta de um produto. Mas os novos ventos, desta vez, sopram em direção à experiência do cliente. Não é por acaso que 76% dos brasileiros consideram que o CX é mais importante para eles hoje do que há um ano.  As melhores práticas de CX têm entre os seus maiores diferenciais o cuidado, a humanização e a empatia em todos os pontos de interação entre empresa e consumidor ao longo da jornada de compra. Ou seja: tanto quanto dispor de ferramentas que agilizam o trabalho e o desenvolvimento de novas soluções, um bom profissional de tecnologia precisa também se colocar no lugar do cliente. Afinal de contas, parte significativa da experiência de compra é avaliada pela forma como o consumidor é tratado e beneficiado pelo serviço que lhe é entregue – algo que hoje está no mesmo patamar de importância do preço e do produto em si.Uma nova visão, agora mais ‘tech’A adoção de uma visão focada no sucesso do cliente (ou ‘Customer Success’) pelos profissionais de TI resulta em experiências únicas, personalizadas e fidelizadoras, capazes de gerar uma recordação positiva da marca na mente das pessoas. Essa filosofia também abre espaço para a voz do consumidor, com ofertas pensadas especificamente para atender às suas preferências. Isso precisa ser fruto de uma cocriação entre empresas e pessoas – e não apenas do que a organização é capaz de oferecer.Para viabilizar as melhores práticas de CX, a tendência é que todas as empresas, das mais tradicionais às nativas digitais, se tornem “techs”, como as fintechs, edtechs, insurtechs, foodtechs etc. Na prática, não importa qual seja a sua função dentro de uma equipe qualificada de profissionais de TI – programador, designer, engenheiro de software, analista de sistemas, arquiteto de redes, administrador de bancos de dados etc. É preciso garantir que a companhia tenha a tecnologia na base de sua operação, com todos os recursos humanos e de infraestrutura necessários para isso.Mas como você pode ajudar a sua organização a chegar a esse nível? O primeiro passo é buscar interlocução com as lideranças para reavaliar o alinhamento da cultura corporativa. Sair do modelo de produto, passar pelo modelo de serviço e chegar até o modelo de experiência focado no cliente é uma trajetória necessária para qualquer empresa e colaborador que deseja estar além do ponto de virada digital – e à frente dos concorrentes. Importante levar em conta que 83% dos consumidores brasileiros consideram abandonar uma empresa depois de mais de uma experiência ruim.Transformação: uma filosofia de trabalhoAlguns caminhos podem ajudar qualquer profissional a abraçar essa nova mentalidade, além de apoiar as organizações a fazerem o mesmo. É possível alinhar a expectativa financeira da liderança executiva com a necessidade de mudar o modelo de oferta – saindo do produto e evoluindo para serviços e experiências. Também é possível disseminar para os colegas da equipe essa visão voltada à transformação, fazendo com que ela se torne um valor corporativo. Isso permite engajar outros colaboradores como você em torno de uma filosofia de trabalho mais dinâmica, valorizando a ‘cultura do erro’ diante da rapidez das transformações no mercado. E o mais importante, é que esta mudança venha de cima para baixo É importante, ainda, disponibilizar treinamentos para todos os perfis de profissionais – dos mais experientes, que buscam atualizar seus conhecimentos, aos mais jovens, que chegam ao mercado com uma formação mais digital.. Capacitar todos é essencial para que a organização construa uma visão ampla voltada à inovação e ofereça as mesmas chances para todos os perfis de colaboradores.Vale a pena ter CX no currículoA adoção de novos canais de atendimento – a exemplo do WhatsApp, o aplicativo de mensagens mais usado na América Latina – e o crescente uso de ferramentas de gestão pela equipe são outros elementos que reforçam a importância de uma visão direcionada para o CX no dia-a-dia dos profissionais de tecnologia.Em 2020, dentre as empresas com alto desempenho na região, 68% contaram com um parceiro como a Zendesk, por exemplo, para expandir os canais ou potencializar o trabalho de seus times de atendimento, visando aumentar sua eficiência e produtividade. Isso foi colocado em prática com soluções que reúnem coordenação do fluxo de trabalho, inteligência artificial e automação dos processos de negócio.Todas essas aplicações, desenvolvidas, gerenciadas ou utilizadas como ferramentas de apoio por profissionais de tecnologia, empoderam muitos negócios com a base necessária para que foquem no ‘core business’. Além de aprimorar a oferta de produtos e serviços, isso cria experiências diferenciadas para o consumidor.A transformação digital combinada com a experiência do cliente pode ser um caminho novo para muitas empresas tradicionais que, por muito tempo, ocuparam a liderança em seus segmentos mesmo sem um investimento maciço em tecnologia. Mas isso não é motivo para ignorar a transição digital – e nem para que profissionais experientes e jovens de tecnologia deixem de aprimorar seus conhecimentos em CX. Hoje, a tecnologia e a nuvem tornaram as plataformas mais modernas em algo modular, escalável e democrática, o que possibilita que tanto as PMEs quanto as grandes organizações possam ter acesso às mesmas vantagens, seja qual for o perfil do negócio. E para o cliente, a comparação será de igual para igual. Ele quer boas experiências, e o profissional do futuro será a força motriz para essa nova era. Leia mais no blog DH:+ De olho no novo consumidor Digital First+ Inovação: como reinventar a minha empresa?+ Profissões do futuro: como se preparar para 2025, 2030 e além?E aí, já segue a gente no Twitter? Vem pra rede, vamos conversar sobre habilidades digitais! ;)

Flutter vs React Native: são frameworks iguais? img
#Tecnologia

Flutter vs React Native: são frameworks iguais?

Esse aproveitamento por si só já é uma excelente vantagem, pois se não fosse feita a utilização desses frameworks (Flutter vs React Native) haveria a necessidade de uma divisão entre as equipes que desenvolvem aplicações para Android e uma outra com foco no iOS.No Android, por exemplo, provavelmente seriam usadas linguagens como Java ou Kotlin, e no  iOS o Swift ou Objective-C. Ou seja, duas linguagens seriam necessárias, enquanto que com o Flutter ou o React Native evocam apenas umaQuais as principais diferenças entre Flutter vs React Native?Apesar de a proposta do Flutter e React ser a mesma, ou seja, concentrar o desenvolvimento de aplicativos Mobile nas plataformas Android e iOS usando somente uma linguagem de programação, existem algumas diferenças que precisam ser ressaltadas, como, por exemplo, a utilização da linguagem: o Flutter utiliza Dart e o  React Native o JavaScript.Talvez o que pode confundir um programador iniciante, é o fato de o código ser compilado como nativo, sendo que os frameworks são multiplataformas. Como seria esse processo de compilar de forma nativa sendo que não é uma linguagem nativa?Para o programador iniciante, ou com pouca experiência nesses frameworks, tanto o Flutter, quanto o React Native são soluções híbridas ou multiplataformas que, ao serem compiladas, geram o  APK, do Android e IPA, do iOS, que se convertem em uma solução que, por sua vez, não é totalmente nativa.FlutterFlutter é um framework desenvolvido pelo Google apresentado oficialmente em 2015, que utiliza a linguagem de programação Dart, que também foi desenvolvida pela gigante Google com o propósito inicial de substituir o JavaScript na web e foi escolhida como a linguagem do framework Flutter para o desenvolvimento de aplicativos Android e iOS. Existem algumas particularidades que destacam o framework de seus concorrentes.A primeira é a possibilidade de integrar a diversas IDEs (Integrated Development Environment).Por exemplo.1. Android Studio 2. Xcode3; VSCode4. etcO segundo destaque é a possibilidade de criar interfaces de forma simples e flexível, pois o Flutter permite o controle total de cada pixel da tela. Ele trás os widgets renderizados e gerados através do próprio framework, tornando o design da interface mais bonito e customizável. O terceiro destaque está ligado ao segundo, que é manter a performance nativa da aplicação, detalhando mais as aplicações, utilizando o Framework Flutter. O é compilado diretamente ao Arm Nativo, que usa o renderizador Mobile First acelerado pela GPU.  Havendo consistência de interfaces entre as plataformas e o dispositivo, podemos detalhar melhor o Flutter em um futuro artigo. O quarto e último destaque está relacionado a performance do Flutter obtida ao montar a interface direto na tela do dispositivo em que está sendo executada a aplicação. Porém deve ser esclarecido a maneira que a linguagem Dart se comunica com a linguagem nativa das plataformas Android ou iOS, que torna a performance alta. O código Dart ao ser compilado para o nativo (Android ou iOS) obtém uma resposta rápida que permite a montagem da interface rápida e muito mais customizável, diferente do React Native que usa JavaScript como linguagem do framework, e não tem uma resposta tão rápida como o Dart, por ser assíncrono. React NativeO React Native é um framework desenvolvido pelo Facebook e apresentado também em 2015, com foco no desenvolvimento de aplicações mobile multiplataforma (Android e iOS) usa JavaScript como sua linguagem de programação.Se diferenciando de outras soluções similares pelo seguinte aspectos:- A primeira também é a possibilidade de integrar a diversas IDEs (Integrated Development Environment) como as já mencionadas no acima no Flutter.- Segundo é poder manipular cada plataforma de forma diferente, por exemplo: usar recursos que só há nas plataformas Android ou iOS- Terceiro, sem dúvida é o background de como surgiu e o porque, e podemos pegar um exemplo que é um dos maiores aplicativos de redes sociais “Instagram” que pertence ao Facebook que usa React Native, a equipe de desenvolvimento do Facebook percebeu grande potencial na ferramente que decidiu apresentar ao mundo.- Quarto, é poder aproveitar o conhecimento de web e poder aproveitar no mobile, o fato do React Native usar biblioteca React, permite o reaproveitamento do desenvolvimento do código para mais de 90%, permitindo compartilhar componentes e diversos outros recursos utilizados na web.- Um bônus, metade do mercado de mobile usa React Native, em questão de oportunidades é um excelente investimento se dedicar em aprender o framework.Flutter vs React Native: Por qual deles devo começar?A escolha entre Flutter vs React Native deve ser totalmente pessoal e muito bem analisada, pois ambos os frameworks trazem as mesmas propostas que é escrever em uma única linguagem de programação, Dart para Flutter ou JavaScript para o React Native, e ser compilada no final de forma Nativa para o Android e iOS.Como dica, observe qual syntax vai te agradar mais, quais características são mais interessantes para você, faça uma análise de como está o mercado em questão de vagas, utilizações, quais são as empresas que utilizam e o porquê, e faça sua escolha consciente.O que eu posso fazer usando Flutter?Desenvolver aplicativos mobile usando Dart como linguagem de programação e compilar para o Android e iOSO que eu posso fazer usando react?Desenvolver aplicativos mobile usando JavaScript como linguagem de programação e compilar para o Android e iOS, e poder aproveitar o código desenvolvido na web usando ReactJS, aproveitando componentes, bibliotecas entre outros recursos.Empresas que usando esses frameworksInúmeras são as vantagens de utilizar ambos os frameworks, segue abaixo a lista de cinco empresas que utilizam eles no Brasil.Flutter1.Nubank2. Agiban3. SalaryFits4. BeeTech5. Dacasa FinanceiraReact Native 1 .Instagram2. Facebook3. Discord4. Accenture5. UberEntenda Flutter vs React Native na práticaAgora que você aprendeu as principais diferenças entre Flutter vs React Native, deve estar com muita vontade de colocar esses conhecimentos na prática, não é? Nos cursos da Digital House de Desenvolvimento Mobile iOS e Desenvolvimento Mobile Android você aprende com a mão na massa como desenvolver aplicações Mobile usando uma única linguagem de programação.Leia mais no blog DH:+ Como treinar HTML E CSS nos estudos sobre desenvolvimento web+ Conheça o Desenvolvedor Full Cycle, o programador do futuro+Gestor de produtos: 4 habilidades para se destacar no mercado de trabalhoE aí, já segue a gente no Twitter? Vem pra rede, vamos conversar sobre habilidades digitais! ;)