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E-commerce na prática: como montar uma loja virtual do zero

E-commerce na prática: como montar uma loja virtual do zero
#Marketing
13 de agosto - min de leitura

Como montar um e-commerce partindo do zero de forma descomplicada. Aprenda excelentes estratégias de negócios e fuja dos erros mais comuns.


Desde que a pandemia causada pelo novo coronavírus chegou ao Brasil, o comportamento de consumo das pessoas passou por mudanças significativas, o que também mudou a atuação de varejistas e muitos começaram um e-commerce do zero.

Neste cenário, o virtual ganhou uma importância nunca antes vista no país. Segundo estudo do Movimento Compre&Confie, em parceria com a Associação Brasileira de Comércio Eletrônico (ABComm), somente nos cinco primeiros meses de 2020, o e-commerce brasileiro faturou quase R$ 42 bilhões, número 57% maior do que no mesmo período de 2019.

Nestes números, estão inclusas 100 mil novas lojas virtuais que foram colocadas no ar durante a pandemia. Fatores que já seduziam empresários, como baixo investimento inicial e boa rentabilidade, ajudaram tanto quem já pensava em abrir um e-commerce quanto quem precisou fazer isso às pressas.

Com isso, vem também a necessidade de alertar sobre a importância de se ter organização e planejamento na hora de abrir um e-commerce do zero. Afinal de contas, seguindo uma tendência geral do empreendedorismo no Brasil, muitas lojas virtuais ‘fecham as portas’ ainda no primeiro ano de atuação.

Planejamento

O primeiro passo é estudar o mercado digital e saber mais sobre o segmento no qual se pretende ingressar. Com isso, é possível conhecer e entender as ‘dores’ dos consumidores que serão o público-alvo do negócio, para saber como os produtos ou serviços que serão oferecidos podem saná-las e agregar valor.

Pensar no real propósito do negócio é, mais do que nunca, um ponto fundamental. É preciso saber onde se quer chegar. Consumidores são ainda mais exigentes nos meios digitais, e estão cada vez menos dispostos a comprar produtos e serviços que não agregam valor e não entregam um propósito muito claro.

Estabelecer metas iniciais pode ajudar a mensurar o andamento do negócio em seus primeiros passos, principalmente quando se fala em estruturação do modelo. Por isso, é importante, também, conhecer a concorrência do segmento, pois ela pode ter muito a ensinar, principalmente com problemas enfrentados anteriormente.

Avalie os diferenciais que o negócio pode ter. Oferecer mais do mesmo, definitivamente, não é o melhor caminho.

Fornecedores

Tão importante quanto saber o que e para quem se quer vender, é saber de quem se pretende comprar. Pois é, quando você abre um e-commerce do zero, logo percebe que precisa de fornecedores, pois não há como focar no core business ao mesmo tempo que se tenta fazer tudo o que é necessário para ter a loja no ar.

Pense que, para os produtos, você precisará de fabricantes, distribuidores, etc. Para o funcionamento da loja (site), você precisará de uma plataforma, dos meios de pagamento, de um sistema antifraude, dos canais de venda, etc.

Parece muita coisa, mas não se assuste. O mercado tem diversas opções muito interessantes para quem está começando um e-commerce do zero. O nível de investimento não precisa ser alto para quem não vai nascer gigante, como é o caso da maioria das lojas virtuais que surgem.

Plataforma

Para a escolha da plataforma, é preciso considerar o quanto se pretende crescer em curto prazo, pois só assim será possível definir o tipo ideal para o negócio. O mercado oferece algumas delas gratuitamente, com código aberto, mas somente as pretensões do negócio, somadas à disponibilidade de investimento inicial, poderão clarear a escolha.

Quando buscar fornecedores de plataforma, lembre-se de perguntar sobre a estrutura do código-fonte. A maneira como o código-fonte de um site é estruturado tem se provado, repetidas vezes, um importante fator de ranqueamento na página de resultados do Google. Plataformas de e-commerce que optam por um código limpo, de fácil compreensão e fortemente baseado em HTML tendem a ter vantagem nessa questão.

Além disso, pense no tempo de carregamento da página e tenha em mente que é importante considerar o que foi estudado no momento do planejamento. Por exemplo, não adianta criar um site que não seja responsivo a smartphones, pois o crescimento das compras via celular têm aumentando ano a ano.

Logística

Parte vital de um e-commerce, a logística tem que ser muito eficiente. Ela é a responsável por praticamente todas as etapas do fluxo de validação e finalização de uma compra.

Aqui, o varejista pode optar por trabalhar com os Correios ou transportadoras particulares. Independente da escolha, não se pode perder de vista a preparação para uma logística reversa, pois produtos, em diversas circunstâncias, podem ser devolvidos ou trocados por clientes, e este processo não pode ser um problema.

Meios de pagamento

Os meios de pagamento são as ferramentas responsáveis pelo caminho que o dinheiro percorrá da conta do cliente até a do varejista, e é fundamental que o comerciante conheça cada etapa deste processo.

No e-commerce, quando se fala de meios de pagamento, não se fala apenas de dinheiro, cartão e boleto. Atores como emissor, gateway, adquirente e subadquirente, pouco conhecidos por quem não atua no setor, são primordiais para que lojistas virtuais não percam vendas no momento do pagamento.

Cada lojista deve levantar os pontos que considera mais importantes para tomar a decisão sobre qual dos meios de pagamento deve utilizar.

É preciso considerar qual é o melhor sistema de cobrança para o modelo de negócio, comparar taxas cobradas por transação e emissão de boletos, escolher adquirente, gateway de pagamento, quantidade de bandeiras aceitas, solução <strong>antifraude</strong> utilizada, etc.

Antifraude

O aumento significativo das vendas no e-commerce aumenta também a fraude no setor. Segundo estudo da ClearSale, entre 1º de janeiro e 31 de maio deste ano, mais de R$ 608 milhões em fraudes foram evitadas.

Considerando que o comércio eletrônico não dispõe de alguns fatores de segurança que são comuns ao varejo físico, como presença da pessoa e checagem do chip do cartão, por exemplo, é importante contar com uma solução antifraude que ofereça equilíbrio entre tecnologia e inteligência humana para desenvolver camadas de segurança.

A ClearSale, por exemplo, investe maciçamente em inovação e tecnologia, o que permite aprovar, em média, 97% das compras de e-commerce, número substancialmente superior ao de países do primeiro mundo.

Isso quer dizer, entre outras coisas, ao pensar na escolha dos meios de pagamento, o varejista precisa ter em mente que o uso da solução antifraude pode não apenas garantir a segurança, mas também ajudar a aumentar suas vendas.

Estrutura e modelo de negócio

Os pontos anteriores dizem respeito ao que é necessário para colocar uma loja virtual no ar, mas é preciso pensar, também, em tudo o que é necessário para que haja tráfego (audiência) e que funcione. Ou seja, para que seja possível receber pedidos e finalizar pagamentos.

Além da estrutura legal, para que seja uma empresa devidamente registrada e regulamentada, é neste momento que o empreendedor precisa ter foco em ações que trazem o máximo de resultado, investindo apenas no que é realmente necessário para o que se chama de ‘mínimo viável’. Isso significa focar em pontos sem os quais não é possível colocar a loja para funcionar, e deixar todos os outros para um segundo momento.

Canais de tráfego no site

Via de regra, para iniciar a estrutura de vendas em um e-commerce, não é preciso muito mais do que um meio para atrair audiência e um outro para concluir as transações. No que diz respeito à audiência, as redes sociais podem ser grandes aliadas de quem está começando um e-commerce do zero. Elas são capazes de ajudar na captação, no atendimento e na fidelização de clientes, os quais passarão a conhecer o que você oferece.

Ainda no sentido de trazer mais audiência à loja virtual, vale ressaltar que campanhas afiadas de marketing digital podem colaborar substancialmente com o aumento de tráfego qualificado e, consequentemente, trazer mais conversões para o e-commerce.

Canais de vendas

O canal de vendas mais óbvio é o da plataforma. No entanto, a plataforma, por mais acessível que seja, traz consigo a necessidade de outros fornecedores, como visto anteriormente neste artigo, o que pode não ser o mais interessante para todos que estão ingressando no e-commerce. 

Alguns iniciantes podem optar por tentar vender antes mesmo de colocar o site no ar, até para testar se há ali realmente uma boa oportunidade. Para isso, algumas alternativas que têm sido bastante utilizadas são os marketplaces (como o Mercado Livre, por exemplo) e os links de pagamento, que podem ser enviados por WhatsApp ou redes sociais.

Dessa forma, enquanto você estrutura e testa alguma opções para seu e-commerce, produtos ou serviços já podem começar a ser vendidos. Assim, quando a loja virtual entrar no ar, você já terá algumas lições e sinais importantes sobre o que funciona e o que não funciona para sua loja.

Atendimento ao cliente

A excelência no atendimento é o que traz ao cliente a segurança de que eventuais problemas serão sanados sem qualquer transtorno, além de ser um ponto que garanta à empresa que seus clientes farão o melhor uso de produtos ou serviços.

Segundo uma publicação da revista Harvard Business Review, 23% dos consumidores que tiveram experiências boas com o atendimento contaram dessas experiência a 10 ou mais pessoas. Já no caso de experiências ruins, o número dobra: 46% deles relatam esse tipo de situação.

Ou seja, um atendimento ruim reverbera muito, e a credibilidade ferida é uma das piores coisas que pode acontecer para um e-commerce, principalmente para os que ainda estão começando. 

Portanto, pense em um atendimento excelente, que possa receber contato do cliente em mais de um canal. Seja rápido e eficiente na resposta, tenha o atendimento como uma oportunidade de fidelização, e não apenas como um problema para o negócio.

Indicadores

Muitos são os indicadores passíveis de medição em uma loja virtual. O problema, no entanto, é que muitos empresários não conhecem os números mais indicados para saber se o negócio segue, ou não, em um caminho de sucesso.

Taxa de aprovação de pedidos

A taxa de aprovação de pedidos é uma métrica primordial, mas que precisa estar em equilíbrio com outros números, como tempo de resposta e taxa de chargeback (estorno).

Se a aprovação é muito baixa, provavelmente a taxa de chargeback e o tempo de resposta estarão controlados, mas a loja estará, certamente, recusando muitos clientes legítimos. Por outro lado, se a aprovação é muito alta, mas o tempo de resposta é ruim e a taxa de chargeback também é alta, de nada adianta aumentar o volume de aprovações.

Taxa de reprovação e falsos-positivos

Barrar fraudes, pura e simplesmente, é fácil. Bastaria reprovar todos os pedidos com traços minimamente fora de um determinado padrão. Alguns fornecedores atuais do mercado, inclusive, cometem este erro.

Não são raras as vezes em que um varejista tem de lidar com clientes legítimos entrando em contato para reclamar a reprovação de um pedido. Pensando em tempos nos quais as redes sociais deram voz ativa a todas as pessoas, imagine o tamanho de prejuízo de reputação que tal fato pode gerar.

Muitos comerciantes estão fixados em evitar os prejuízos de aprovação de pedidos fraudulentos. No entanto, as estatísticas mostram que os custos da reprovação de bons pedidos podem ser maiores. As perdas por falsos-positivos totalizam cerca de US$ 118 bilhões por ano no e-commerce mundial, o que é 13 vezes maior do que os prejuízos com fraudes em cartões de crédito.

Tempo de resposta

O tempo médio de resposta de cada transação é um indicador valioso. O consumidor digital é cada vez mais ansioso, e dados de consultorias mostram que 53% das pessoas tendem a desistir de transações quando a resposta não é imediata. 

Agora, imagine em seu e-commerce quantos clientes podem, por exemplo, abandonar os carrinhos de compra no momento do checkout porque sua análise antifraude é relativamente demorada. Analisar pedido a pedido, de maneira quase que manual, é inviável para quem pretende escalar o negócio e obter sucesso. Procure fornecedores que prezam, entre outras coisas, pela rapidez na resposta

Chargeback

Chargeback é o nome dado ao estorno que acontece quando o titular de um cartão não reconhece uma compra. O problema é que, dependendo da plataforma que se usa, é possível que o varejista nem sequer conheça a taxa de chargeback de sua empresa – ou então ele até conhece o número, mas não sabe se é uma taxa alta ou baixa, aceitável ou preocupante.


Conhecer a taxa de chargeback, bem como saber se ela está dentro da média de seu nicho de mercado, é primordial para o desenvolvimento sustentável de todo e qualquer negócio.

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 Banco de dados: entenda o que é um banco de dados relacional e não relacional e como aplicá-los img
#Dados

Banco de dados: entenda o que é um banco de dados relacional e não relacional e como aplicá-los

Embora ambas sejam ótimas alternativas, existem alguns fatores importantes para se considerar na hora de escolher entre um banco de dados relacional e um não relacional, de acordo com a sua necessidade.O que é um banco de dados relacional e não relacional?O banco de dados relacional (SQL) surgiu na década de 70 e, desde então, as empresas foram implementando esse conceito, alcançando uma grande popularidade. Hoje, está presente na maior parte dos sistemas.Ele é baseado no modelo relacional, uma forma intuitiva e direta de representar os dados em tabelas, que também são chamados de relações. Em resumo: na horizontal, temos as linhas e na vertical as colunas. Cada coluna representa um campo diferente de dados e informações.A maior característica desse modelo é a necessidade da estruturação de esquemas, projetando uma estrutura de relacionamento entre as linhas e colunas para, assim, poder adicionar algum dado.No banco de dados não relacional (NoSQL), os esquemas não são necessários. Eles representam qualquer banco ligado à Big Data e não seguem o modelo relacional fornecido pelos sistemas tradicionais de gerenciamento de dados. São diversos tipos, como o key-value stores, graph stores, column stores, document stores, entre outros.O banco de dados não relacional surgiu como uma alternativa para situações em que há uma quantidade exorbitante de dados para armazenar, onde a estruturação em tabelas se torna mais difícil.Quando usar um banco de dados relacional ou não relacional?A melhor maneira de saber quando usar cada um deles é destacando os pontos fortes de cada uma dessas tecnologias.O banco de dados relacional sempre irá fornecer dados íntegros e imutáveis, garantindo um controle transacional consistente. Além disso, seu esquema é rígido, sendo possível atribuir campos e estabelecer se o dado de uma coluna é nulo ou não nulo.Já o banco de dados não relacional, que representa diversos tipos de bancos de dados, não exige a rigidez de esquemas para armazenar os dados, ou seja, ele não limita os campos, diferente das colunas do SQL. Além disso, é possível adicionar novas propriedades, sem a preocupação com o impacto nas demais informações já armazenadas.Caso sua empresa esteja aplicando metodologias ágeis modernas, um banco de dados relacional provavelmente não seria uma boa opção nesse contexto, pois ela requer um nível maior de preparação.Não existe um modelo que seja melhor do que o outro, pois cada um tem seu ponto forte. Tudo dependerá do contexto e da necessidade da empresa.Como elaborar um banco de dados?Em um processo de desenvolvimento de um sistema de software, o projeto de elaboração do banco de dados é uma das etapas mais importantes. Esse processo se divide, basicamente, em algumas partes. São elas: projeto conceitual, projeto lógico e projeto físico. Projeto conceitual:Com as expectativas, necessidades e requisitos do cliente alinhados com o projetista, um esquema conceitual do banco de dados é elaborado, por meio de uma visão macro.Projeto lógico:Aqui há o mapeamento mais detalhado dos conceitos e de como eles serão organizados no banco de dados, seja em tabelas, esquemas, metadados das colunas etc.Projeto físico:Nesta etapa final, são definidos os detalhes técnicos da implementação do banco de dados, como a forma que serão armazenados, os scripts que irão criar as tabelas e visões do banco, entre outros.Seja um especialista da área!Que tal se tornar um profissional na área de dados? Na Digital House, temos o curso de Data Science, que ensina o aluno a dominar os diferentes modelos de banco de dados. Seja um especialista da área e garanta sua estabilidade em uma área do futuro.Não deixe de conferir também nossa biblioteca de conteúdo e o Blog DH, com diversos outros artigos e materiais interessantes sobre tecnologia.Leia mais no blog DH:+ O dia a dia de um analista de dados: responsabilidades, ferramentas e dúvidas+ Gestão de produtos: entenda qual é a importância desse profissional no mercado+ Como aprender business intelligence: conheça a área e como ingressar na carreira

O dia a dia de um analista de dados: responsabilidades, ferramentas e dúvidas img
#Dados

O dia a dia de um analista de dados: responsabilidades, ferramentas e dúvidas

O dia a dia do analista de dados é repleto de bases, levantamento e validação de hipóteses e elaboração de relatórios e dashboards. Mas quais realmente são suas responsabilidades? Hoje te explicaremos todas essas dúvidas dessa rotina cheia de atividades.Quais são as responsabilidades do analista de dados?O analista de dados realmente está o tempo todo analisando. Analisa o negócio, hipóteses que devem ser validadas e perguntas que devem ser respondidas. Entende quais serão as fontes de dados necessárias para levantar as informações, analisa e trata essas bases de dados que serão importantes para responder as perguntas definidas, cria relatórios e dashboards para expor o que foi analisado e informações descobertas para enfim gerar insights para a tomada de decisão. Também faz parte das responsabilidades apresentar esses insights e descobertas para a equipe e clientes, portanto a comunicação clara é uma soft skill importante para esse profissional.Em algumas empresas também é responsabilidade do analista de dados ser um ponto focal entre as outras áreas da empresa para que a cultura Data Driven seja implementada, de forma que as necessidades relacionadas a dados fiquem alinhadas e todos os indicadores sejam acompanhados e mensurados corretamente.Quais ferramentas são utilizadas?As ferramentas e melhorias variam de acordo com o segmento, mas as mais comuns são o Excel, SQL para consulta de bancos de dados, Google Analytics, ferramentas de visualização de dados como: Power BI, Tableau, Google Data Studio:Excel: O Excel é um editor de planilhas do pacote Office, da Microsoft. A ferramenta é utilizada para controlar e organizar as informações, contribuindo no cumprimento das rotinas e no aproveitamento do tempo.SQL: Define uma linguagem de consulta criada para a pesquisa de banco de dados relacional, na qual a estrutura básica são as tabelas (também conhecidas como "relações"). Google Analytics: Google Analytics é um serviço do Google que permite o monitoramento e análise de sites. A partir desta ferramenta, é possível monitorar o perfil de quem acessa seu site, como também as páginas mais acessadas, conversões, entre outros.Power BI: O Power BI é um serviço de análise de negócios da Microsoft. A ferramenta fornece visualizações interativas, por meio de Inteligência Artificial, em uma interface simples. Esse serviço visa descomplicar as demandas de dados.Tableau: O Tableau é uma plataforma que permite entender as funcionalidades de forma intuitiva na visualização de dados, a partir de métricas e obtenção de respostas.Google Data Studio: O Google Data Studio permite a visualização de dados de forma mais atrativa. A ferramenta organiza dados, podendo ser compartilhados em tempo real e salvo na nuvem para os demais colaboradores.Como se preparar para ser um analista de dados?Para se tornar um bom analista de dados, a primeira coisa que você precisa ter é a vontade de aprender e estar sempre estudando, pois a cada momento surgem novas ferramentas e linguagens, ser muito crítico e desenvolver sua capacidade analítica. É bem importante entender as metodologias e processos de análise de dados e se estiver nos seus planos ser um especialista minha dica é focar em alguma ferramenta que você se identifique e dominá-la, Power BI ou Tableau por exemplo.Seja também um analista de dadosÉ muito provável que depois desse texto sua vontade de se tornar um analista de dados só aumentou, ou então, descobriu aqui uma ótima oportunidade de alavancar a sua carreira.Na Digital House você se torna um analista de dados em até seis meses no nosso curso de Data Analytics, que ensina o aluno a dominar diversos modelos de análise. Leia mais no blog DH:+ Dados abertos: como usar dados públicos para gerar estratégias de negócios+ Power BI para leigos: aprenda os primeiros passos+ Resumo LGPD: tudo o que uma empresa precisa saber sobre a nova leiE aí, já segue a gente no Twitter? Vem pra rede, vamos conversar sobre habilidades digitais! ;) 

 Gestão de produtos: entenda qual é a importância desse profissional no mercado img
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Gestão de produtos: entenda qual é a importância desse profissional no mercado

Esse é um cargo relativamente novo, mas que está se destacando e é uma grande opção para quem gosta de liderança e quer se dar bem no futuro, tendo em vista o avanço ininterrupto da tecnologia. Se você está considerando ingressar na área de Gestão de Produtos, continue acompanhando este artigo.O que faz a área de Gestão de Produtos?O gerente de produto ou product manager, como também é conhecido, é uma função interdisciplinar, pois combina diversas áreas, como tecnologia, negócios, design, liderança e marketing para lançar um produto. Ele funciona como uma cola que mantém todos trabalhando em conjunto.Os profissionais da área de Gestão de Produtos devem possuir a visão completa e profunda de toda a operação do negócio, incluindo todo o ciclo de vida do produto, compreendendo, ao mesmo tempo, seu cliente, ao realizar uma liderança focada nele. Além disso, ele também deve criar o roadmap do produto.Sobre sua metodologia de trabalho, é muito importante destacar as habilidades de liderança, visão estratégica, mobilização de equipe e negociações. A condução das atividades é norteada por metodologias ágeis, que propõem a mudança de planos quando necessário e entregas com prazos justos, sempre agregando valor ao cliente.Por exigir diferentes responsabilidades e se cruzar com outras áreas, o gerenciamento de produtos digitais pode ser diferente de uma empresa para outra. Mas um bom profissional que exerce essa função deve ter o domínio de todas essas habilidades e ações.Qual a importância do product manager?Entregar o melhor produto para o seu público-alvo, atendendo as necessidades e trazendo resultado para o negócio é o grande objetivo dentro de Gestão de Produtos.Com um bom desempenho no ciclo de vida do produto, o gerente da área pode concretizar todo seu potencial e alavancar os retornos de forma extraordinária, superando as metas propostas pelo seu cliente no planejamento.Além de se preocupar em concretizar essas metas, o product manager é o elo entre a tecnologia e os demais setores da empresa, onde também está incluída uma importante vertente no desenvolvimento de produto: a experiência do usuário (UX), que também é essencial aos negócios na atual Era Digital.Apesar de ser uma função interdisciplinar, o gestor de produtos possui uma função com a natureza de negócios. Ele não é o operacional que entrega demandas que recebe, mas cria soluções e estratégias para consolidar um produto e sua marca, fidelizando clientes e expandindo sua autoridade para todo o mercado.Como ser um profissional da área de Gestão de Produtos?Essa área é uma promessa para o futuro do mercado de trabalho e a procura de pessoas qualificadas para a função tende a aumentar. A pessoa que busca uma oportunidade na função pode ter experiência em marketing, negócios, tecnologia, design ou engenharia.Lembrando que o mais importante, independentemente de experiência e antes de buscar um curso de gestão de produtos, é gostar e ter a capacidade de liderar, criar estratégias, mobilizar uma equipe e negociar.O financeiro também é um ponto que conta bastante quando investimos no aprendizado de uma nova carreira e o salário médio para a função de gerente de produtos digitais é de R $10.354,00.Com o curso de gestão de Produtos Digitais da Digital House, você estará pronto para estabelecer o roadmap de desenvolvimento de produtos, gerenciar times com metodologias ágeis, gerir negócios usando Business Model Canvas, entre muitas outras habilidades.Os alunos também podem fazer o curso de Gestão de Carreira gratuitamente e participar de feiras de recrutamento exclusivas (Recruiting Day). Não deixe de conferir também a nossa biblioteca de conteúdo e o Blog DH, com diversos materiais sobre essa área tão importante no mercado.Leia mais no blog DH:+ Departamento de carreiras: 95% de empregabilidade na Digital House+ De olho no novo consumidor Digital First+ Inovação: como reinventar a minha empresa?E aí, já segue a gente no Twitter? Vem pra rede, vamos conversar sobre habilidades digitais! ;)