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E-commerce na prática: como montar uma loja virtual do zero

E-commerce na prática: como montar uma loja virtual do zero
#Marketing
13 de agosto - min de leitura

Como montar um e-commerce partindo do zero de forma descomplicada. Aprenda excelentes estratégias de negócios e fuja dos erros mais comuns.


Desde que a pandemia causada pelo novo coronavírus chegou ao Brasil, o comportamento de consumo das pessoas passou por mudanças significativas, o que também mudou a atuação de varejistas e muitos começaram um e-commerce do zero.

Neste cenário, o virtual ganhou uma importância nunca antes vista no país. Segundo estudo do Movimento Compre&Confie, em parceria com a Associação Brasileira de Comércio Eletrônico (ABComm), somente nos cinco primeiros meses de 2020, o e-commerce brasileiro faturou quase R$ 42 bilhões, número 57% maior do que no mesmo período de 2019.

Nestes números, estão inclusas 100 mil novas lojas virtuais que foram colocadas no ar durante a pandemia. Fatores que já seduziam empresários, como baixo investimento inicial e boa rentabilidade, ajudaram tanto quem já pensava em abrir um e-commerce quanto quem precisou fazer isso às pressas.

Com isso, vem também a necessidade de alertar sobre a importância de se ter organização e planejamento na hora de abrir um e-commerce do zero. Afinal de contas, seguindo uma tendência geral do empreendedorismo no Brasil, muitas lojas virtuais ‘fecham as portas’ ainda no primeiro ano de atuação.

Planejamento

O primeiro passo é estudar o mercado digital e saber mais sobre o segmento no qual se pretende ingressar. Com isso, é possível conhecer e entender as ‘dores’ dos consumidores que serão o público-alvo do negócio, para saber como os produtos ou serviços que serão oferecidos podem saná-las e agregar valor.

Pensar no real propósito do negócio é, mais do que nunca, um ponto fundamental. É preciso saber onde se quer chegar. Consumidores são ainda mais exigentes nos meios digitais, e estão cada vez menos dispostos a comprar produtos e serviços que não agregam valor e não entregam um propósito muito claro.

Estabelecer metas iniciais pode ajudar a mensurar o andamento do negócio em seus primeiros passos, principalmente quando se fala em estruturação do modelo. Por isso, é importante, também, conhecer a concorrência do segmento, pois ela pode ter muito a ensinar, principalmente com problemas enfrentados anteriormente.

Avalie os diferenciais que o negócio pode ter. Oferecer mais do mesmo, definitivamente, não é o melhor caminho.

Fornecedores

Tão importante quanto saber o que e para quem se quer vender, é saber de quem se pretende comprar. Pois é, quando você abre um e-commerce do zero, logo percebe que precisa de fornecedores, pois não há como focar no core business ao mesmo tempo que se tenta fazer tudo o que é necessário para ter a loja no ar.

Pense que, para os produtos, você precisará de fabricantes, distribuidores, etc. Para o funcionamento da loja (site), você precisará de uma plataforma, dos meios de pagamento, de um sistema antifraude, dos canais de venda, etc.

Parece muita coisa, mas não se assuste. O mercado tem diversas opções muito interessantes para quem está começando um e-commerce do zero. O nível de investimento não precisa ser alto para quem não vai nascer gigante, como é o caso da maioria das lojas virtuais que surgem.

Plataforma

Para a escolha da plataforma, é preciso considerar o quanto se pretende crescer em curto prazo, pois só assim será possível definir o tipo ideal para o negócio. O mercado oferece algumas delas gratuitamente, com código aberto, mas somente as pretensões do negócio, somadas à disponibilidade de investimento inicial, poderão clarear a escolha.

Quando buscar fornecedores de plataforma, lembre-se de perguntar sobre a estrutura do código-fonte. A maneira como o código-fonte de um site é estruturado tem se provado, repetidas vezes, um importante fator de ranqueamento na página de resultados do Google. Plataformas de e-commerce que optam por um código limpo, de fácil compreensão e fortemente baseado em HTML tendem a ter vantagem nessa questão.

Além disso, pense no tempo de carregamento da página e tenha em mente que é importante considerar o que foi estudado no momento do planejamento. Por exemplo, não adianta criar um site que não seja responsivo a smartphones, pois o crescimento das compras via celular têm aumentando ano a ano.

Logística

Parte vital de um e-commerce, a logística tem que ser muito eficiente. Ela é a responsável por praticamente todas as etapas do fluxo de validação e finalização de uma compra.

Aqui, o varejista pode optar por trabalhar com os Correios ou transportadoras particulares. Independente da escolha, não se pode perder de vista a preparação para uma logística reversa, pois produtos, em diversas circunstâncias, podem ser devolvidos ou trocados por clientes, e este processo não pode ser um problema.

Meios de pagamento

Os meios de pagamento são as ferramentas responsáveis pelo caminho que o dinheiro percorrá da conta do cliente até a do varejista, e é fundamental que o comerciante conheça cada etapa deste processo.

No e-commerce, quando se fala de meios de pagamento, não se fala apenas de dinheiro, cartão e boleto. Atores como emissor, gateway, adquirente e subadquirente, pouco conhecidos por quem não atua no setor, são primordiais para que lojistas virtuais não percam vendas no momento do pagamento.

Cada lojista deve levantar os pontos que considera mais importantes para tomar a decisão sobre qual dos meios de pagamento deve utilizar.

É preciso considerar qual é o melhor sistema de cobrança para o modelo de negócio, comparar taxas cobradas por transação e emissão de boletos, escolher adquirente, gateway de pagamento, quantidade de bandeiras aceitas, solução <strong>antifraude</strong> utilizada, etc.

Antifraude

O aumento significativo das vendas no e-commerce aumenta também a fraude no setor. Segundo estudo da ClearSale, entre 1º de janeiro e 31 de maio deste ano, mais de R$ 608 milhões em fraudes foram evitadas.

Considerando que o comércio eletrônico não dispõe de alguns fatores de segurança que são comuns ao varejo físico, como presença da pessoa e checagem do chip do cartão, por exemplo, é importante contar com uma solução antifraude que ofereça equilíbrio entre tecnologia e inteligência humana para desenvolver camadas de segurança.

A ClearSale, por exemplo, investe maciçamente em inovação e tecnologia, o que permite aprovar, em média, 97% das compras de e-commerce, número substancialmente superior ao de países do primeiro mundo.

Isso quer dizer, entre outras coisas, ao pensar na escolha dos meios de pagamento, o varejista precisa ter em mente que o uso da solução antifraude pode não apenas garantir a segurança, mas também ajudar a aumentar suas vendas.

Estrutura e modelo de negócio

Os pontos anteriores dizem respeito ao que é necessário para colocar uma loja virtual no ar, mas é preciso pensar, também, em tudo o que é necessário para que haja tráfego (audiência) e que funcione. Ou seja, para que seja possível receber pedidos e finalizar pagamentos.

Além da estrutura legal, para que seja uma empresa devidamente registrada e regulamentada, é neste momento que o empreendedor precisa ter foco em ações que trazem o máximo de resultado, investindo apenas no que é realmente necessário para o que se chama de ‘mínimo viável’. Isso significa focar em pontos sem os quais não é possível colocar a loja para funcionar, e deixar todos os outros para um segundo momento.

Canais de tráfego no site

Via de regra, para iniciar a estrutura de vendas em um e-commerce, não é preciso muito mais do que um meio para atrair audiência e um outro para concluir as transações. No que diz respeito à audiência, as redes sociais podem ser grandes aliadas de quem está começando um e-commerce do zero. Elas são capazes de ajudar na captação, no atendimento e na fidelização de clientes, os quais passarão a conhecer o que você oferece.

Ainda no sentido de trazer mais audiência à loja virtual, vale ressaltar que campanhas afiadas de marketing digital podem colaborar substancialmente com o aumento de tráfego qualificado e, consequentemente, trazer mais conversões para o e-commerce.

Canais de vendas

O canal de vendas mais óbvio é o da plataforma. No entanto, a plataforma, por mais acessível que seja, traz consigo a necessidade de outros fornecedores, como visto anteriormente neste artigo, o que pode não ser o mais interessante para todos que estão ingressando no e-commerce. 

Alguns iniciantes podem optar por tentar vender antes mesmo de colocar o site no ar, até para testar se há ali realmente uma boa oportunidade. Para isso, algumas alternativas que têm sido bastante utilizadas são os marketplaces (como o Mercado Livre, por exemplo) e os links de pagamento, que podem ser enviados por WhatsApp ou redes sociais.

Dessa forma, enquanto você estrutura e testa alguma opções para seu e-commerce, produtos ou serviços já podem começar a ser vendidos. Assim, quando a loja virtual entrar no ar, você já terá algumas lições e sinais importantes sobre o que funciona e o que não funciona para sua loja.

Atendimento ao cliente

A excelência no atendimento é o que traz ao cliente a segurança de que eventuais problemas serão sanados sem qualquer transtorno, além de ser um ponto que garanta à empresa que seus clientes farão o melhor uso de produtos ou serviços.

Segundo uma publicação da revista Harvard Business Review, 23% dos consumidores que tiveram experiências boas com o atendimento contaram dessas experiência a 10 ou mais pessoas. Já no caso de experiências ruins, o número dobra: 46% deles relatam esse tipo de situação.

Ou seja, um atendimento ruim reverbera muito, e a credibilidade ferida é uma das piores coisas que pode acontecer para um e-commerce, principalmente para os que ainda estão começando. 

Portanto, pense em um atendimento excelente, que possa receber contato do cliente em mais de um canal. Seja rápido e eficiente na resposta, tenha o atendimento como uma oportunidade de fidelização, e não apenas como um problema para o negócio.

Indicadores

Muitos são os indicadores passíveis de medição em uma loja virtual. O problema, no entanto, é que muitos empresários não conhecem os números mais indicados para saber se o negócio segue, ou não, em um caminho de sucesso.

Taxa de aprovação de pedidos

A taxa de aprovação de pedidos é uma métrica primordial, mas que precisa estar em equilíbrio com outros números, como tempo de resposta e taxa de chargeback (estorno).

Se a aprovação é muito baixa, provavelmente a taxa de chargeback e o tempo de resposta estarão controlados, mas a loja estará, certamente, recusando muitos clientes legítimos. Por outro lado, se a aprovação é muito alta, mas o tempo de resposta é ruim e a taxa de chargeback também é alta, de nada adianta aumentar o volume de aprovações.

Taxa de reprovação e falsos-positivos

Barrar fraudes, pura e simplesmente, é fácil. Bastaria reprovar todos os pedidos com traços minimamente fora de um determinado padrão. Alguns fornecedores atuais do mercado, inclusive, cometem este erro.

Não são raras as vezes em que um varejista tem de lidar com clientes legítimos entrando em contato para reclamar a reprovação de um pedido. Pensando em tempos nos quais as redes sociais deram voz ativa a todas as pessoas, imagine o tamanho de prejuízo de reputação que tal fato pode gerar.

Muitos comerciantes estão fixados em evitar os prejuízos de aprovação de pedidos fraudulentos. No entanto, as estatísticas mostram que os custos da reprovação de bons pedidos podem ser maiores. As perdas por falsos-positivos totalizam cerca de US$ 118 bilhões por ano no e-commerce mundial, o que é 13 vezes maior do que os prejuízos com fraudes em cartões de crédito.

Tempo de resposta

O tempo médio de resposta de cada transação é um indicador valioso. O consumidor digital é cada vez mais ansioso, e dados de consultorias mostram que 53% das pessoas tendem a desistir de transações quando a resposta não é imediata. 

Agora, imagine em seu e-commerce quantos clientes podem, por exemplo, abandonar os carrinhos de compra no momento do checkout porque sua análise antifraude é relativamente demorada. Analisar pedido a pedido, de maneira quase que manual, é inviável para quem pretende escalar o negócio e obter sucesso. Procure fornecedores que prezam, entre outras coisas, pela rapidez na resposta

Chargeback

Chargeback é o nome dado ao estorno que acontece quando o titular de um cartão não reconhece uma compra. O problema é que, dependendo da plataforma que se usa, é possível que o varejista nem sequer conheça a taxa de chargeback de sua empresa – ou então ele até conhece o número, mas não sabe se é uma taxa alta ou baixa, aceitável ou preocupante.

Conhecer a taxa de chargeback, bem como saber se ela está dentro da média de seu nicho de mercado, é primordial para o desenvolvimento sustentável de todo e qualquer negócio.

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#Dados

8 ferramentas de BI para analisar dados

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Por isso, o Google Data Studio acabou se tornando uma das ferramentas de BI mais utilizadas.Você vai conseguir desenvolver relatórios de fácil compreensão, personalizados e que podem ser compartilhados ou até mesmo publicados em um site. 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O Tableau é exatamente essa plataforma: uma solução empresarial que atende às necessidades de toda a empresa pela facilidade de entendimento das funcionalidades e na forma intuitiva de visualizar dados, criar métricas e obter respostas, sem precisar da manutenção de uma pessoa de TI. Permite conexão a dados armazenados localmente ou na nuvem, sejam eles Big Data, um banco de dados SQL, uma planilha ou aplicativos na nuvem, como o Google Analytics e o Salesforce. Você pode acessar e combinar diversos tipos de dados sem precisar escrever código. 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Se sua empresa processa dados em volumes realmente grandes, há boas chances dessa ferramenta atender perfeitamente às suas necessidades.Ela se integra diretamente com os dados da Oracle, facilitando muito o seu trabalho.Com a Oracle BI você pode:• criar dashboards dinâmicos e completos;• utilizar ferramentas proativas para conseguir insights valiosos;• carregar um volume de dados maior do que o que outras ferramentas permitem;• programar alertas em relação a comportamento de dados.SAS Business IntelligenceOutra ferramenta de destaque, a SAS tem foco em análise preditiva e permite criar gráficos de visualização de dados avançados e de alto desempenho.A utilização da ferramenta é bastante simples, com relatórios interativos e dashboards que podem ser criados de acordo com as necessidades de cada time de Marketing.Vale a pena conhecer algumas funcionalidades de destaque da SAS, como:• capacidade de analisar textos e captar insights;• ampla seleção de ferramentas em que a integração é possível.• acesso por mobile ou desktop;• independentemente do acesso, o dashboard se mantém intacto e responsivo;QlikViewA Qlik é uma das principais desenvolvedoras de ferramentas de Business Intelligence, e a QlikView é uma ótima opção para times de Marketing. 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As aulas do curso de Data Analytics são ao vivo e com especialistas de mercado.Leia mais no blog DH:+ SEO para E-commerce: como ranquear sua loja virtual+ Brand Personas: o que são e como fazer?+ Estrátegia para gerar leads: do básico ao avançadoE aí, já segue a gente no Twitter? Vem pra rede, vamos conversar sobre habilidades digitais! ;)

Benefícios de trabalhar na área digital e como ingressar img
#Tecnologia
#Dados

Benefícios de trabalhar na área digital e como ingressar

Em um cenário dominado pelo aumento do desemprego, agravado pela pandemia, temos, por outro lado, o crescimento da tecnologia, suas consequentes inovações e novas profissões surgindo o tempo todo. É neste momento que os benefícios de trabalhar na área digital entram em cena, em uma realidade onde a automatização de tarefas e a transformação digital são buscadas pelas empresas, para gerar melhores resultados.Crescimento das carreiras digitaisCada vez mais a tecnologia e as carreiras digitais estão em pauta. De acordo com um levantamento da Associação Brasileira das Empresas de Tecnologia da Informação e Comunicação (Brasscom), em 2020, a área tecnológica teve um aumento de praticamente 60 mil vagas na área, comparado com 2019, o que é muita coisa!Não podemos desconsiderar a evolução do desemprego, pois mesmo com o aumento de vagas na tecnologia, outras áreas mais "tradicionais" se tornaram defasadas. É por isso que, para muitas pessoas, a transição de carreira se torna uma opção viável no momento atual.Mesmo com essas procuras, ainda falta muita mão de obra qualificada para as empresas preencherem suas vagas. Ainda de acordo com o levantamento da Brasscom, o Brasil forma, anualmente, 46 mil profissionais de tecnologia por ano, um número muito inferior às demandas esperadas, cuja previsão é ser necessário, pelo menos, 420 mil profissionais formados até 2024.Para poder cobrir toda essa exigência, é necessário capacitar muito mais pessoas. Ou seja, o mercado é muito favorável para a área e o crescimento das carreiras digitais só tende a permanecer. O momento de se qualificar é agora!Principais oportunidades no mercadoConsiderando o panorama atual de trabalho, o cenário profissional está caminhando para algumas tendências e, para te ajudar, separamos 3 principais oportunidades do mercado para você ficar de olho:Marketing digital: a internet já é algo permanente no dia a dia das pessoas e empresas. De acordo com a pesquisa "Tendências para o Marketing", da Adaction e Inflr, realizada entre abril e junho de 2020, 90% das empresas ampliaram os investimentos em marketing digital em detrimento de outros canais.Dados: com a constante ascensão da tecnologia, muitas informações são geradas diariamente no meio digital e a necessidade de profissionais capacitados para organizá-los e extrair insights deles para novas oportunidades nas empresas se torna cada vez maior.Programação: esse é, sem dúvida, um dos principais campos para se atentar! Praticamente todas as pessoas interagem com a tecnologia em algum momento do dia, mas são poucas que entendem o seu funcionamento. O mercado de trabalho na área é muito aquecido, oferecendo bons salários e oportunidades no mundo todo.Sabemos que para conseguir uma boa oportunidade de emprego na área de tecnologia, é importante se preparar, independentemente da carreira escolhida. Ter um certificado ou diploma de estudos pode ser sim um grande diferencial em seu currículo.Atenta a essa realidade, a todo o panorama atual do desemprego e à transição de carreira, a Digital House, em parceria com o Mercado Livre e a Globant, criou o programa Certified Tech Developer, curso destinado a jovens que acabaram de concluir o ensino médio e precisam de uma qualificação para se colocar no mercado de trabalho.As inscrições para a segunda edição do programa estão abertas até o dia 1º de julho. São 1000 bolsas de 95% de desconto para ter a oportunidade de adquirir inúmeros conhecimentos técnicos e uma série de habilidades fundamentais para se inserir nas empresas mais disruptivas do mundo!As aulas começarão no dia 9 de agosto. As vagas são limitadas e, com certeza, vale conferir mais detalhes deste programa incrível, clicando aqui. Não perca esta oportunidade!Vagas e salários que estão em altaAgora que você já sabe como está o mercado e quais as principais oportunidades existentes, vamos ao que interessa: as principais vagas e salários que estão em alta. Confira agora mesmo:Marketing digital:• Gerente de marketing - salário médio de R$ 7.135.• Coordenador de marketing digital - salário médio de R$ 5.358.Dados:• Cientista de dados - salário médio de R$ 7.709.• Analista de dados - salário médio de R$ 4.400.Programação: • Desenvolvedor Web Full Stack - salário médio de R$ 4.832.• Desenvolvedor Mobile iOS - salário médio de R$ 4.714.• Desenvolvedor Mobile Android - salário médio de R$ 4.909.• Desenvolvedor de software - salário médio de R$ 4.450.Benefícios de se trabalhar em áreas digitaisJá sabemos que o futuro será tecnológico e que as carreiras da área são as melhores escolhas para o profissional do futuro. Mas quais são os principais benefícios de trabalhar na área digital? Veja:Garantia de estabilidade profissional: o mercado de trabalho é muito aquecido para as áreas digitais e são inúmeras oportunidades divulgadas todos os dias, porque não há profissionais suficientes para ocupar todas elas.Versatilidade: você pode trabalhar no Brasil ou no exterior, de forma remota ou presencialmente, de freelancer ou contratado. Há opções para todos os gostos!Dinamicidade: diferentemente de profissões com rotinas regulares, as áreas digitais sempre promovem diversos projetos ou novos desafios na área profissional.Independência financeira: com o aumento da qualidade de vida e a liberdade geográfica para trabalhar da maneira que achar melhor, a produtividade também acaba melhorando, o que acarreta a independência financeira.Investimento certeiro: de acordo com o relatório do World Economic Forum, as profissões nas áreas digitais apresentam alta demanda em 2021. Investir tempo no preparo para ingressar nelas é a garantia de algo que trará bons retornos.Gostou? São inúmeros os benefícios de trabalhar na área digital, não é mesmo? Para te ajudar ainda mais nessa jornada, confira também nosso mapa de carreiras de digitais, onde falamos das principais áreas e profissões do mercado e contamos da trajetória profissional e dicas para ingressar em cada uma delas.]Leia mais no blog DH:+ SEO para E-commerce: como ranquear sua loja virtual+ Brand Personas: o que são e como fazer?+ Estrátegia para gerar leads: do básico ao avançadoE aí, já segue a gente no Twitter? Vem pra rede, vamos conversar sobre habilidades digitais! ;)

Proto persona: o que significa e como aplicar? img
#UX

Proto persona: o que significa e como aplicar?

A necessidade de entender o público-alvo e projetar seus esforços focados neles em um projeto é algo cada vez mais indispensável para as empresas. Logo, ferramentas como a proto persona, que coloca o usuário como o centro de tudo, agrega valor e garante uma ótima qualidade ao produto digital.Somado a isso, a empatia é um ponto que também é fundamental no processo de criação de produtos pensados em seus usuários finais. Sendo assim, saber o que é proto persona é essencial para garantir um ótimo resultado ao término de tudo issoAcompanhe este artigo e entenda o que é, para que serve e como aplicá-la em um processo de desenvolvimento.O que é proto persona e para que serve?Antes de explicarmos o que é proto persona, precisamos entender o que é uma persona. Essa é uma ferramenta utilizada em diferentes áreas, como marketing, vendas, entre muitas outras, mas principalmente em UX.É a representação de personagens fictícios que utilizam os produtos e/ou serviços de uma marca, criadas com base em pesquisas avançadas, como as de UX Research, que reúnem os padrões de comportamento, motivações, necessidades, preferências, problemas e frustrações desses consumidores.As proto personas são como esboços das personas. Sendo assim, para a sua criação, não é necessária uma pesquisa tão apurada como no processo de persona, mas ela também possui as características dos usuários, que orientam a equipe a tomar boas decisões, de forma empática, para um bom resultado final e a melhor experiência de usuário de um determinado produto.A coleta de informações para a construção das proto personas geralmente parte do conhecimento dos stakeholders, ao invés de dados coletados minuciosamente com as pessoas.Geralmente, a ferramenta é utilizada por organizações que já possuem maturidade em seus processos de UX Design. Neste cenário, os stakeholders e o time de produto já conhecem bem para quem estão construindo e, juntos, criam a proto persona que condiz com o usuário final, deixando de lado seus achismos e colocando os fatos em evidência.O mais importante é que todos saibam que a utilização da proto persona é essencial para que uma determinada marca crie algo pensando em seus usuários, que são bem variados. As pessoas que trabalham na criação podem até ser consumidores finais do produto também, mas elas não possuem todas as características, diversidade e necessidades de todos.A Digital House entende a importância de tudo isso no mercado atual e sabe que UX é uma área que só tende a crescer no futuro. No curso de Experiência do Usuário (UX), os alunos aprendem todos os conceitos e princípios, como a proto persona, para garantir o melhor desenvolvimento de produto nas empresas.Que tal dar uma olhada na grade do curso e ver como vale a pena investir em uma ótima formação? Fica a dica.Por que utilizar uma proto persona ao invés da persona?Até aqui, você deve estar se perguntando: se a persona é feita a partir de uma pesquisa muito mais elaborada, com mais dados, a partir de pesquisas qualitativas e diretamente com os usuários, por que utilizar a proto persona?Na verdade, a utilização da proto persona pode partir de diferentes motivos e nós vamos te explicar alguns deles agora mesmo. Confira:Economia de tempoPor utilizar dados mais simples, o tempo de criação de uma proto persona é muito menor, se comparado com a criação de uma persona, que necessita de tantas informações e processos.Economia financeiraNem sempre as empresas possuem verbas suficientes para construir personas. Sendo assim, é preciso aproveitar cada oportunidade e recursos disponíveis para o momento. Por isso, em muitos desses casos, a proto persona acaba sendo uma ótima alternativa e contribui muito para um desenvolvimento de UX assertivo.Dados simplesQuanto mais simples as informações, sua coleta também acaba sendo mais fácil de realizar. Não são necessários métodos muito avançados para se conseguir dados dos usuários, facilitando o processo todo da empresa. Lembrando que essas informações não deixam de ser relevantes, pois são fatos reais dos usuários.Empresas com maturidadeComo abordado anteriormente, as empresas que possuem seus processos de UX Design bem definidos são as que, geralmente, acabam adotando a ferramenta. Imagine que há um produto de uma empresa, onde já há uma persona definida e eles precisam lançar uma nova funcionalidade. Neste caso, essa novidade teria um público específico e fazer uma proto persona seria uma boa escolha.Como aplicar a proto persona em um processo de criação?Primeiramente, no processo de criação, é importante ter em mente que é necessário solucionar um ou mais problemas presentes no público-alvo, onde as proto personas estão inseridas. Neste contexto, a proto persona é uma opção de baixo custo e simples de se fazer! Para facilitar, 4 perguntas-chave podem ser aplicadas. Quais são elas? Confira agora mesmo:Quem é o usuário?Ao responder essa pergunta, recomenda-se ter uma foto, um nome, cargo, características pessoais e uma frase sobre esse personagem. Informações demográficas e comportamentais também são essenciais para este item.Quais são as prioridades? Com esta pergunta, devemos entender quais são as prioridades que os personagens fictícios possuem no dia a dia e o que levaria eles a tomar um processo de decisão entre um produto ou outro.Quais são os objetivos?O que a minha proto persona tem como objetivo? Quais são suas dores? O que ele(a) precisa para resolver suas necessidades?Que problemas nós podemos resolver?Ao fazer este questionamento, a empresa deve se certificar de que o seu produto está alinhado com todas essas expectativas, listando suas soluções em potencial.Após a etapa de criação da proto persona, onde houve uma discussão apurada em equipe, devemos ter em mente que o material não está finalizado. Novas informações podem ser acrescentadas, outras descartadas ou até mesmo novos personagens podem ser feitos, caso haja necessidade.A proto persona é um processo que está sempre presente no dia a dia de uma equipe, geralmente impressa, colada em um local visível e acessível. Assim, todos os membros podem discutir e revalidar pontos de todo o projeto, que está orientado para a melhor experiência do usuário final.Caso haja a possibilidade da criação de uma persona, as informações da proto persona não devem ser descartadas e podem ser utilizadas para aprimorar ainda mais esse grande processo.Lembre-se: a empresa não é o usuário final! Por mais que elas criem as proto personas, pensando nas necessidades, nos feedbacks que já receberam e/ou nos usuários que já conhecem, é sempre necessário criar um ou mais personagens fictícios, garantindo que ela não está resolvendo um problema próprio.E aí, o que achou de aprender sobre proto persona em um desenvolvimento de produto? O mais importante é entender que um bom profissional de UX Design deve sempre trabalhar lembrando que a projeção é para os usuários, que são o centro de tudo.Não deixe de conferir também o nosso artigo sobre protótipos de baixa fidelidade, entendendo seu significado e importância dentro do processo de desenvolvimento de um produto.Leia mais no blog DH:+ SEO para E-commerce: como ranquear sua loja virtual+ Brand Personas: o que são e como fazer?+ Estrátegia para gerar leads: do básico ao avançadoE aí, já segue a gente no Twitter? Vem pra rede, vamos conversar sobre habilidades digitais! ;)