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E-commerce na prática: como montar uma loja virtual do zero

E-commerce na prática: como montar uma loja virtual do zero
#Marketing
13 de agosto - min de leitura

Como montar um e-commerce partindo do zero de forma descomplicada. Aprenda excelentes estratégias de negócios e fuja dos erros mais comuns.


Desde que a pandemia causada pelo novo coronavírus chegou ao Brasil, o comportamento de consumo das pessoas passou por mudanças significativas, o que também mudou a atuação de varejistas e muitos começaram um e-commerce do zero.

Neste cenário, o virtual ganhou uma importância nunca antes vista no país. Segundo estudo do Movimento Compre&Confie, em parceria com a Associação Brasileira de Comércio Eletrônico (ABComm), somente nos cinco primeiros meses de 2020, o e-commerce brasileiro faturou quase R$ 42 bilhões, número 57% maior do que no mesmo período de 2019.

Nestes números, estão inclusas 100 mil novas lojas virtuais que foram colocadas no ar durante a pandemia. Fatores que já seduziam empresários, como baixo investimento inicial e boa rentabilidade, ajudaram tanto quem já pensava em abrir um e-commerce quanto quem precisou fazer isso às pressas.

Com isso, vem também a necessidade de alertar sobre a importância de se ter organização e planejamento na hora de abrir um e-commerce do zero. Afinal de contas, seguindo uma tendência geral do empreendedorismo no Brasil, muitas lojas virtuais ‘fecham as portas’ ainda no primeiro ano de atuação.

Planejamento

O primeiro passo é estudar o mercado digital e saber mais sobre o segmento no qual se pretende ingressar. Com isso, é possível conhecer e entender as ‘dores’ dos consumidores que serão o público-alvo do negócio, para saber como os produtos ou serviços que serão oferecidos podem saná-las e agregar valor.

Pensar no real propósito do negócio é, mais do que nunca, um ponto fundamental. É preciso saber onde se quer chegar. Consumidores são ainda mais exigentes nos meios digitais, e estão cada vez menos dispostos a comprar produtos e serviços que não agregam valor e não entregam um propósito muito claro.

Estabelecer metas iniciais pode ajudar a mensurar o andamento do negócio em seus primeiros passos, principalmente quando se fala em estruturação do modelo. Por isso, é importante, também, conhecer a concorrência do segmento, pois ela pode ter muito a ensinar, principalmente com problemas enfrentados anteriormente.

Avalie os diferenciais que o negócio pode ter. Oferecer mais do mesmo, definitivamente, não é o melhor caminho.

Fornecedores

Tão importante quanto saber o que e para quem se quer vender, é saber de quem se pretende comprar. Pois é, quando você abre um e-commerce do zero, logo percebe que precisa de fornecedores, pois não há como focar no core business ao mesmo tempo que se tenta fazer tudo o que é necessário para ter a loja no ar.

Pense que, para os produtos, você precisará de fabricantes, distribuidores, etc. Para o funcionamento da loja (site), você precisará de uma plataforma, dos meios de pagamento, de um sistema antifraude, dos canais de venda, etc.

Parece muita coisa, mas não se assuste. O mercado tem diversas opções muito interessantes para quem está começando um e-commerce do zero. O nível de investimento não precisa ser alto para quem não vai nascer gigante, como é o caso da maioria das lojas virtuais que surgem.

Plataforma

Para a escolha da plataforma, é preciso considerar o quanto se pretende crescer em curto prazo, pois só assim será possível definir o tipo ideal para o negócio. O mercado oferece algumas delas gratuitamente, com código aberto, mas somente as pretensões do negócio, somadas à disponibilidade de investimento inicial, poderão clarear a escolha.

Quando buscar fornecedores de plataforma, lembre-se de perguntar sobre a estrutura do código-fonte. A maneira como o código-fonte de um site é estruturado tem se provado, repetidas vezes, um importante fator de ranqueamento na página de resultados do Google. Plataformas de e-commerce que optam por um código limpo, de fácil compreensão e fortemente baseado em HTML tendem a ter vantagem nessa questão.

Além disso, pense no tempo de carregamento da página e tenha em mente que é importante considerar o que foi estudado no momento do planejamento. Por exemplo, não adianta criar um site que não seja responsivo a smartphones, pois o crescimento das compras via celular têm aumentando ano a ano.

Logística

Parte vital de um e-commerce, a logística tem que ser muito eficiente. Ela é a responsável por praticamente todas as etapas do fluxo de validação e finalização de uma compra.

Aqui, o varejista pode optar por trabalhar com os Correios ou transportadoras particulares. Independente da escolha, não se pode perder de vista a preparação para uma logística reversa, pois produtos, em diversas circunstâncias, podem ser devolvidos ou trocados por clientes, e este processo não pode ser um problema.

Meios de pagamento

Os meios de pagamento são as ferramentas responsáveis pelo caminho que o dinheiro percorrá da conta do cliente até a do varejista, e é fundamental que o comerciante conheça cada etapa deste processo.

No e-commerce, quando se fala de meios de pagamento, não se fala apenas de dinheiro, cartão e boleto. Atores como emissor, gateway, adquirente e subadquirente, pouco conhecidos por quem não atua no setor, são primordiais para que lojistas virtuais não percam vendas no momento do pagamento.

Cada lojista deve levantar os pontos que considera mais importantes para tomar a decisão sobre qual dos meios de pagamento deve utilizar.

É preciso considerar qual é o melhor sistema de cobrança para o modelo de negócio, comparar taxas cobradas por transação e emissão de boletos, escolher adquirente, gateway de pagamento, quantidade de bandeiras aceitas, solução <strong>antifraude</strong> utilizada, etc.

Antifraude

O aumento significativo das vendas no e-commerce aumenta também a fraude no setor. Segundo estudo da ClearSale, entre 1º de janeiro e 31 de maio deste ano, mais de R$ 608 milhões em fraudes foram evitadas.

Considerando que o comércio eletrônico não dispõe de alguns fatores de segurança que são comuns ao varejo físico, como presença da pessoa e checagem do chip do cartão, por exemplo, é importante contar com uma solução antifraude que ofereça equilíbrio entre tecnologia e inteligência humana para desenvolver camadas de segurança.

A ClearSale, por exemplo, investe maciçamente em inovação e tecnologia, o que permite aprovar, em média, 97% das compras de e-commerce, número substancialmente superior ao de países do primeiro mundo.

Isso quer dizer, entre outras coisas, ao pensar na escolha dos meios de pagamento, o varejista precisa ter em mente que o uso da solução antifraude pode não apenas garantir a segurança, mas também ajudar a aumentar suas vendas.

Estrutura e modelo de negócio

Os pontos anteriores dizem respeito ao que é necessário para colocar uma loja virtual no ar, mas é preciso pensar, também, em tudo o que é necessário para que haja tráfego (audiência) e que funcione. Ou seja, para que seja possível receber pedidos e finalizar pagamentos.

Além da estrutura legal, para que seja uma empresa devidamente registrada e regulamentada, é neste momento que o empreendedor precisa ter foco em ações que trazem o máximo de resultado, investindo apenas no que é realmente necessário para o que se chama de ‘mínimo viável’. Isso significa focar em pontos sem os quais não é possível colocar a loja para funcionar, e deixar todos os outros para um segundo momento.

Canais de tráfego no site

Via de regra, para iniciar a estrutura de vendas em um e-commerce, não é preciso muito mais do que um meio para atrair audiência e um outro para concluir as transações. No que diz respeito à audiência, as redes sociais podem ser grandes aliadas de quem está começando um e-commerce do zero. Elas são capazes de ajudar na captação, no atendimento e na fidelização de clientes, os quais passarão a conhecer o que você oferece.

Ainda no sentido de trazer mais audiência à loja virtual, vale ressaltar que campanhas afiadas de marketing digital podem colaborar substancialmente com o aumento de tráfego qualificado e, consequentemente, trazer mais conversões para o e-commerce.

Canais de vendas

O canal de vendas mais óbvio é o da plataforma. No entanto, a plataforma, por mais acessível que seja, traz consigo a necessidade de outros fornecedores, como visto anteriormente neste artigo, o que pode não ser o mais interessante para todos que estão ingressando no e-commerce. 

Alguns iniciantes podem optar por tentar vender antes mesmo de colocar o site no ar, até para testar se há ali realmente uma boa oportunidade. Para isso, algumas alternativas que têm sido bastante utilizadas são os marketplaces (como o Mercado Livre, por exemplo) e os links de pagamento, que podem ser enviados por WhatsApp ou redes sociais.

Dessa forma, enquanto você estrutura e testa alguma opções para seu e-commerce, produtos ou serviços já podem começar a ser vendidos. Assim, quando a loja virtual entrar no ar, você já terá algumas lições e sinais importantes sobre o que funciona e o que não funciona para sua loja.

Atendimento ao cliente

A excelência no atendimento é o que traz ao cliente a segurança de que eventuais problemas serão sanados sem qualquer transtorno, além de ser um ponto que garanta à empresa que seus clientes farão o melhor uso de produtos ou serviços.

Segundo uma publicação da revista Harvard Business Review, 23% dos consumidores que tiveram experiências boas com o atendimento contaram dessas experiência a 10 ou mais pessoas. Já no caso de experiências ruins, o número dobra: 46% deles relatam esse tipo de situação.

Ou seja, um atendimento ruim reverbera muito, e a credibilidade ferida é uma das piores coisas que pode acontecer para um e-commerce, principalmente para os que ainda estão começando. 

Portanto, pense em um atendimento excelente, que possa receber contato do cliente em mais de um canal. Seja rápido e eficiente na resposta, tenha o atendimento como uma oportunidade de fidelização, e não apenas como um problema para o negócio.

Indicadores

Muitos são os indicadores passíveis de medição em uma loja virtual. O problema, no entanto, é que muitos empresários não conhecem os números mais indicados para saber se o negócio segue, ou não, em um caminho de sucesso.

Taxa de aprovação de pedidos

A taxa de aprovação de pedidos é uma métrica primordial, mas que precisa estar em equilíbrio com outros números, como tempo de resposta e taxa de chargeback (estorno).

Se a aprovação é muito baixa, provavelmente a taxa de chargeback e o tempo de resposta estarão controlados, mas a loja estará, certamente, recusando muitos clientes legítimos. Por outro lado, se a aprovação é muito alta, mas o tempo de resposta é ruim e a taxa de chargeback também é alta, de nada adianta aumentar o volume de aprovações.

Taxa de reprovação e falsos-positivos

Barrar fraudes, pura e simplesmente, é fácil. Bastaria reprovar todos os pedidos com traços minimamente fora de um determinado padrão. Alguns fornecedores atuais do mercado, inclusive, cometem este erro.

Não são raras as vezes em que um varejista tem de lidar com clientes legítimos entrando em contato para reclamar a reprovação de um pedido. Pensando em tempos nos quais as redes sociais deram voz ativa a todas as pessoas, imagine o tamanho de prejuízo de reputação que tal fato pode gerar.

Muitos comerciantes estão fixados em evitar os prejuízos de aprovação de pedidos fraudulentos. No entanto, as estatísticas mostram que os custos da reprovação de bons pedidos podem ser maiores. As perdas por falsos-positivos totalizam cerca de US$ 118 bilhões por ano no e-commerce mundial, o que é 13 vezes maior do que os prejuízos com fraudes em cartões de crédito.

Tempo de resposta

O tempo médio de resposta de cada transação é um indicador valioso. O consumidor digital é cada vez mais ansioso, e dados de consultorias mostram que 53% das pessoas tendem a desistir de transações quando a resposta não é imediata. 

Agora, imagine em seu e-commerce quantos clientes podem, por exemplo, abandonar os carrinhos de compra no momento do checkout porque sua análise antifraude é relativamente demorada. Analisar pedido a pedido, de maneira quase que manual, é inviável para quem pretende escalar o negócio e obter sucesso. Procure fornecedores que prezam, entre outras coisas, pela rapidez na resposta

Chargeback

Chargeback é o nome dado ao estorno que acontece quando o titular de um cartão não reconhece uma compra. O problema é que, dependendo da plataforma que se usa, é possível que o varejista nem sequer conheça a taxa de chargeback de sua empresa – ou então ele até conhece o número, mas não sabe se é uma taxa alta ou baixa, aceitável ou preocupante.


Conhecer a taxa de chargeback, bem como saber se ela está dentro da média de seu nicho de mercado, é primordial para o desenvolvimento sustentável de todo e qualquer negócio.

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#Marketing

Gestão remota: ferramentas de gestão de equipes e dicas de liderança

O ano de 2020 reuniu inúmeros desafios para os profissionais, incluindo lideranças, aprendendo a lidar com gestão remota, da noite para o dia, e ainda serem assertivos em suas decisões.Uma equipe remota precisa de ferramentas, para ser produtiva, precisa de comunicação clara e objetiva, alinhamento regular entre os envolvidos e uma boa gestão para facilitar e orientar o trabalho do time.Para ajudar a gerenciar uma equipe, preparamos este artigo, com algumas dicas práticas para incrementar na sua rotina, assim como ferramentas de gestão de equipes para automatizar processos.  Gestão remota: como manter a produtividade da equipeSeparamos seis dicas objetivas para manter seu time unido, embora separado, inclusive no alinhamento das demandas e propósito da empresa.Reuniões objetivasMesmo tendo telefone, WhatsApp e outros recursos de chat, use serviços como Zoom e Google Hangouts para que as pessoas se vejam e faça bom uso das metodologias ágeis nesses bate-papos. Adeque a frequência, conforme as necessidades, determinando uma agenda ok para todos. E que elas sejam breves, para não atrapalhar, ao invés de ajudar. Anote os pontos a serem discutidos e peça para que todos façam o mesmo, antes da reunião.Tecnologias que encurtam distânciasEscolha as ferramentas que atendam as suas demandas, não apenas as tradicionais, como o e-mail e as mensagens de WhatsApp. O Asana é uma ferramenta de comunicação em grupo, baseado em nuvem, que evita os montes de e-mails trocados. Já o Trello é uma plataforma de gerenciamento e organização de tarefas individuais ou em equipe. Seu funcionamento básico consiste em quadros, incluindo objetivos, que são distribuídos entre colunas. Possui muitas opções de customização e pode se adaptar, conforme as demandas de cada usuário.Há também o Buffer, voltado principalmente para as áreas de comunicação e marketing, pois permite gerenciamento de redes sociais e publicações programadas com antecedência.Se você precisa saber mais sobre ferramentas que facilitam o trabalho remoto, temos um guia de ferramentas para otimizar seu home office que traz muitas opções e ainda explica o uso delas em diferentes contextos.Na gestão remota: ajuste as expectativasAjude a equipe a organizar o que eles devem fazer e crie expectativas realistas para o trabalho deles. Isso também se aplica a você, gestor. Diga claramente quais são as tarefas e as motivações por trás delas, e ajude os funcionários a entender exatamente como o sucesso será medido. Defina escopo, entregas e datas para cada tarefa do projeto.E não se esqueça da cultura de feedback, uma gestão remota também precisa impulsionar este hábito mesmo que virtualmente.Foco nos resultados da equipe, e não em cada atividadeEsta nova configuração do mercado de trabalho evidencia como não ser possível administrar todos os aspectos do trabalho não é o fim do mundo.Se concentrar na atividade ou no número de horas trabalhadas passa a não ser uma prioridade da gestão, mas sim prestar atenção nos resultados, usando suas métricas de sucesso apoiadas nisso.Assim, você demonstra a sua equipe que autonomia tem muito a ver com responsabilidade e foco.Providencie os recursos necessáriosImportante ter atenção se os recursos tecnológicos ao seu time são supridos, como computadores, software, dispositivos móveis ou até conexão de banda larga. Lembre-se de que a responsabilidade de fazer essa checagem é sua, que representa a empresa para eles, seus valores e missão.Gestão remota requer resiliência e empatiaEis um ano para desenvolver soft skills, não é mesmo? Uma boa gestão remota, especialmente nas condições atuais, olha para a produtividade das pessoas com mais resiliência. Permita a seu time liberdade e flexibilidade de fazer o trabalho em uma rotina mais saudável. Lembre-se: o foco é a excelente entrega, e não o período do “expediente”.No blog da DH você encontra conteúdos focados em liderança, negócios, e claro, habilidades digitais. Com a gente, você também consegue fazer uma Imersão em Transformação Digital e se tornar um profissional ainda melhor.Leia mais no blog DH+ Dica dos especialistas: 5 livros inspiradores sobre transformação digital+ Futuro do trabalho: o que a tecnologia não substitui?+ Foco no cliente: entenda o que é um negócio customer centric

Catálogo com mais de 40 APIs mais usadas por desenvolvedores img
#Tecnologia

Catálogo com mais de 40 APIs mais usadas por desenvolvedores

Nem sempre os usuários se dão conta de sua existência e benefícios, mas elas estão lá, facilitando a vida de todos. Porém, se soubéssemos quais as APIs mais usadas por desenvolvedores, provavelmente seria mais fácil reconhecer sua relevância.Application Programming Interface (em português, Interface de Programação de Aplicações) pode não ser lá muito popular por nome - API - mas, torna a experiência do usuário(UX) em sistemas e sites muito mais satisfatória, segura e completa. Pensando nisso, neste artigo, convidamos o professor de programação, Leonardo Carvalho, para nos contar um pouco sobre as APIs mais utilizadas atualmente e qual o motivo desta popularidade toda.APIs mais usadas por desenvolvedores e sua importânciaMuitos dos apps usados todos os dias acessam diversas APIs. Graças a elas, podem oferecer diversos serviços, tais como pagamentos, mapas, armazenamento na nuvem, redes sociais etc. Leonardo Carvalho cita abaixo algumas delas, divididas por categorias, contextualizando a experiência:Logins com redes sociaisPara evitar o desgaste do usuário em ter que se cadastrar em todo santo app, site e sistemas, é possível usar logins de terceiros, como o das redes sociais. “Geralmente, são usados em redes sociais, mas não se limitam a elas. O Facebook Login é o mais utilizado mas, temos, também, Google, Twitter e Apple (esse último é obrigatório, caso você desenvolva apps para dispositivos da Apple e tenha login com outras redes). Além destes, existe o GitHub, GitLab, Slack, Discord e Jira”, explica o professor.Logins com redes sociais aceleram a criação/login de perfis no seu app, fazendo com que a experiência do usuário seja mais fluida possível. Dessa forma, possíveis KPIs do app podem ser melhoradas com elas.MapasDesde os primórdios, pessoas precisam memorizar caminhos para chegar aos lugares ou usar um mapa. O problema é que esses mapas geralmente são extensos, desatualizados e de difícil manuseio. Mas, não hoje em dia, como diria a música, ponto para a internet.Aí que entram APIs interessantes, como as focadas em mapas. “Sem dúvida, entre as APIs mais usadas para mapas está o Google Maps. Dá para determinar rotas, distâncias, encontrar locais, criar mapas personalizados, geolocalização. Além da API do Google, tem o Bing Maps, Here Maps (um dos mais atualizados do mundo, na minha opinião), Apple Maps e OpenStreetMaps” enfatiza.Bônus de mapas: CEPLeonardo Carvalho explica que, se não fossem as APIs de CEP, a chatice e demora em preencher cadastros em sites e sistemas no Brasil, campo por campo,seria uma realidade não muito prática.Para consultar dados relacionados aos CEPs, é possível usar o serviço do ViaCEP, Buscar CEP e WebmaniaBR. ClimaSe antes, dependíamos da previsão do tempo fornecida pela TV, rádio e jornais diários, hoje temos aplicações completas para clima, com dados detalhados, que podem ser utilizados, por exemplo, em aplicações agrícolas, planejamento logístico ou mesmo para saber quando lavar roupa.Entre as APIs mais usadas, o professor cita o OpenWeatherMap API, Climatempo, HG Weather e CPTEC/INPE.Pagamentos“Não dá para falar de internet sem pensar nas possibilidades de compra online que existem atualmente”, enfatiza o especialista, pois, em tempos de pandemia, seria impossível a existência de apps de delivery, marketplace e supermercados, com a devida segurança e distanciamento social, sem a existência dos serviços de pagamentos online.Entre eles, é possível citar:➜ Mercado Pago➜ PagSeguro➜ PayPal➜ GerenciaNet➜ Wirecard (anteriormente Moip)➜ Vindi➜ Ebanx➜ PagBrasil (e sua tecnologia Boleto Flash)➜ StripeArmazenamentoO professor ressalta que uma das revoluções trazidas pela internet foi a possibilidade de guardar arquivos em servidores e poder acessá-los de qualquer lugar, por meio de uma interface customizada. E essa é uma das possibilidades com as APIs de armazenamento em nuvem. “Entre muitas, as que mais se destacam são a do Google Drive e Amazon S3. Ambas possuem interface própria para realizar o armazenamento e recuperação dos dados via app ou web, mas também permitem o uso através de APIs.”Carvalho cita ainda outros serviços, como Google Cloud Storage (o Drive é focado em usuários domésticos e esse no uso em escala), Azure Storage, OneDrive e Dropbox.Informações financeirasEnquanto você lê este artigo, milhares (senão milhões) de transações financeiras estão acontecendo em algum lugar do mundo, seja no mercado tradicional dos bancos, na economia digital ou no mundo das criptomoedas. “E, para acessar informações sobre os valores transacionados pelo mundo, usamos (adivinhe só) APIs do mercado financeiro. Aqui, o destaque é para a API do Yahoo, com o serviço Yahoo Finance. Outras muito utilizadas são Currency Layer, o Open Exchange Rates, APIs da B3 e a HG Finance API”, explica.APIs mais usadas para informações CovidUma das APIs mais usadas por desenvolvedores, principalmente nos últimos tempos, são as relacionadas com a Covid-19.O professor conta que, no Brasil, o destaque vai para o admirável trabalho do Turicas, o Álvaro Justen (e muitos outros), no Brasil.io. Os dados desta API gratuita são provenientes das 26 Secretarias Estaduais de Saúde e da Secretaria de Saúde do Distrito Federal. Compilados, eles fornecem informações de casos para análise, consolidadas e detalhadas, sobre a doença em território nacional. Conta com a documentação aberta, que pode ser editada por aqueles que queiram contribuir com o projeto. “Ainda em terras tupiniquins, tem a COVID-19 Brazil API. Olhando para os dados globais, há a COVID19 API, o Bing COVID-19 Data (com os dados organizados neste incrível mapa interativo), a  NovelCOVID API e muitos outros, disponíveis nesta página especial do Postman”.Caso você tenha se interessado pelas mais pedidas, globalmente falando, a startup americana RapidAPI (um marketplace de APIs) listou as 50 APIs mais utilizadas por seus clientes. Já em terras brasileiras, a startup LinkAPI fez o mesmo serviço por aqui. Vale a pena conferir.O catálogo de APIs que impulsionam a experiência do usuário é extenso, mas este é apenas uma das habilidades desejáveis dentro da área de programação. Caso queira se especializar no mundo dos códigos, invista em um curso de Web Full Stack completo para aprender na prática o que o mercado procura.

Soft skills de um UX Designer: principais habilidades comportamentais deste profissional img
#UX

Soft skills de um UX Designer: principais habilidades comportamentais deste profissional

Nem só de habilidades técnicas vive um profissional, em User Experience, é imprescindível conhecer quais as soft skills de um UX Designer brilham os olhos das empresas.O “x” da questão, que diferencia um ótimo profissional dessa área de outro mediano, são as soft kills, ou seja, as habilidades comportamentais. Hoje, o mercado de trabalho, além da tradicional formação e experiência na função, também demanda outros requisitos.Acompanhe o artigo e entenda como desenvolver as soft skills e ser um UX designer completo.  Soft skills de um UX Designer: o que é?Para quem está se perguntando o que é um UX designer a resposta é simples: é o profissional responsável pelo visual atrativo de uma plataforma digital, que proporcione uma melhor experiência ao usuário, baseada no comportamento dele, seja por meio da usabilidade, utilidade ou conveniência oferecidas na interação com um produto. A área de UX (Experiência do Usuário) é ampla. Dentre suas atuações, o UX designer, que pode ser especializado apenas em hard skills, habilidades técnicas adquiridas por meio de cursos, faculdade ou processos repetitivos. Já as soft skills são mais sutis do que o "tecniquês", e estão associadas ao comportamento do profissional no ambiente de trabalho e na resolução de problemas complexos relacionados a relacionamento, mindset ágil e percepções de grupo, porém fazem a diferença na carreira UX Designer.Não há um hard x soft. O ideal para um profissional completo e de alto nível na área é o equilíbrio entre ambas as skills. Por isso, se atente ao próximo tópico e lembre-se, assim como qualquer habilidade, as softs também precisam de muito treino para serem dominadas.Quais as principais soft skills de um UX DesignerListamos algumas habilidades comportamentais que agregam muito ao perfil de um excelente UX designer, assim você sabe como encantar recrutadores e gestores dos projetos.Escuta ativa Uma das skills mais importantes do UX designer é saber escutar ativamente outras pessoas da equipe. E o que isso significa, na prática?Que você deve incentivar as pessoas que trabalham no projeto a compartilhar suas ideias durante todas as suas fases, para troca de conhecimento. Esse tipo de interação facilita o trabalho do dia a dia e encurta distâncias de entendimento entre as pessoas.FeedbackUm bom UX designer precisa desenvolver a capacidade de estimular uma cultura de feedback, sem utilizar linguagem agressiva ou contundente. Pensando que um projeto de UX exige muitas modificações até estar realmente pronto, opinar sem ofender os outros é imprescindível.Portanto, a dica é sempre focar no que cabe aprimoramento, indicando o gap, mas, trazendo soluções criativas e estimulantes ao time.Compartilhar ideiasComo o universo de UX está sempre em transformação, os profissionais devem seguir no mesmo ritmo. Por exemplo, ser comunicado sobre um projeto inovador, e muito desafiador, pede, entre outras coisas, compartilhar ideias para buscar mais diversidade à pauta.Além disso, ter resiliência para lidar com os possíveis gargalos no meio do caminho pode ser um importante diferencial de sucesso em sua entrega.Comunicação objetivaNão deveria, mas alguns profissionais de UX designer costumam acreditar que todos entendem deste universo como ele. Portanto, use de humildade e treine a capacidade de se comunicar de forma clara e objetiva. Esse recado se estende à comunicação escrita também, como e-mails e chats. Aliás, essa habilidade evita muitos possíveis problemas que a má interpretação pode gerar, como alterações de cor ou fonte erradas.Aprendizado constanteO usuário muda de comportamento toda hora. O universo digital que trabalhamos, consequentemente, também e o UX designer deve acompanhar todas essas mudanças. Portanto, atualize-se! Busque informações em livros, webinars, leia conteúdos de UX e outras fontes de conhecimento para o aperfeiçoamento na área.Na Digital House, o curso de Experiência do Usuário (UX) atende em cheio a esta necessidade, ajudando o profissional de UX Design a desenvolver a prática das hard e soft skills, em equilíbrio e na medida que o mercado precisa. Projete sua carreira à cultura digital com a DH!Leia mais no blog DH:+ Cultura de UX: como essa mentalidade pode transformar empresas+ Prototipação em UX: 5 ferramentas para tirar ideias do papel+ Conhea a área de UX Research e como se tornar um profissional de pesquisa