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E-commerce na prática: como montar uma loja virtual do zero

E-commerce na prática: como montar uma loja virtual do zero
#Marketing
13 de agosto - min de leitura

Como montar um e-commerce partindo do zero de forma descomplicada. Aprenda excelentes estratégias de negócios e fuja dos erros mais comuns.


Desde que a pandemia causada pelo novo coronavírus chegou ao Brasil, o comportamento de consumo das pessoas passou por mudanças significativas, o que também mudou a atuação de varejistas e muitos começaram um e-commerce do zero.

Neste cenário, o virtual ganhou uma importância nunca antes vista no país. Segundo estudo do Movimento Compre&Confie, em parceria com a Associação Brasileira de Comércio Eletrônico (ABComm), somente nos cinco primeiros meses de 2020, o e-commerce brasileiro faturou quase R$ 42 bilhões, número 57% maior do que no mesmo período de 2019.

Nestes números, estão inclusas 100 mil novas lojas virtuais que foram colocadas no ar durante a pandemia. Fatores que já seduziam empresários, como baixo investimento inicial e boa rentabilidade, ajudaram tanto quem já pensava em abrir um e-commerce quanto quem precisou fazer isso às pressas.

Com isso, vem também a necessidade de alertar sobre a importância de se ter organização e planejamento na hora de abrir um e-commerce do zero. Afinal de contas, seguindo uma tendência geral do empreendedorismo no Brasil, muitas lojas virtuais ‘fecham as portas’ ainda no primeiro ano de atuação.

Planejamento

O primeiro passo é estudar o mercado digital e saber mais sobre o segmento no qual se pretende ingressar. Com isso, é possível conhecer e entender as ‘dores’ dos consumidores que serão o público-alvo do negócio, para saber como os produtos ou serviços que serão oferecidos podem saná-las e agregar valor.

Pensar no real propósito do negócio é, mais do que nunca, um ponto fundamental. É preciso saber onde se quer chegar. Consumidores são ainda mais exigentes nos meios digitais, e estão cada vez menos dispostos a comprar produtos e serviços que não agregam valor e não entregam um propósito muito claro.

Estabelecer metas iniciais pode ajudar a mensurar o andamento do negócio em seus primeiros passos, principalmente quando se fala em estruturação do modelo. Por isso, é importante, também, conhecer a concorrência do segmento, pois ela pode ter muito a ensinar, principalmente com problemas enfrentados anteriormente.

Avalie os diferenciais que o negócio pode ter. Oferecer mais do mesmo, definitivamente, não é o melhor caminho.

Fornecedores

Tão importante quanto saber o que e para quem se quer vender, é saber de quem se pretende comprar. Pois é, quando você abre um e-commerce do zero, logo percebe que precisa de fornecedores, pois não há como focar no core business ao mesmo tempo que se tenta fazer tudo o que é necessário para ter a loja no ar.

Pense que, para os produtos, você precisará de fabricantes, distribuidores, etc. Para o funcionamento da loja (site), você precisará de uma plataforma, dos meios de pagamento, de um sistema antifraude, dos canais de venda, etc.

Parece muita coisa, mas não se assuste. O mercado tem diversas opções muito interessantes para quem está começando um e-commerce do zero. O nível de investimento não precisa ser alto para quem não vai nascer gigante, como é o caso da maioria das lojas virtuais que surgem.

Plataforma

Para a escolha da plataforma, é preciso considerar o quanto se pretende crescer em curto prazo, pois só assim será possível definir o tipo ideal para o negócio. O mercado oferece algumas delas gratuitamente, com código aberto, mas somente as pretensões do negócio, somadas à disponibilidade de investimento inicial, poderão clarear a escolha.

Quando buscar fornecedores de plataforma, lembre-se de perguntar sobre a estrutura do código-fonte. A maneira como o código-fonte de um site é estruturado tem se provado, repetidas vezes, um importante fator de ranqueamento na página de resultados do Google. Plataformas de e-commerce que optam por um código limpo, de fácil compreensão e fortemente baseado em HTML tendem a ter vantagem nessa questão.

Além disso, pense no tempo de carregamento da página e tenha em mente que é importante considerar o que foi estudado no momento do planejamento. Por exemplo, não adianta criar um site que não seja responsivo a smartphones, pois o crescimento das compras via celular têm aumentando ano a ano.

Logística

Parte vital de um e-commerce, a logística tem que ser muito eficiente. Ela é a responsável por praticamente todas as etapas do fluxo de validação e finalização de uma compra.

Aqui, o varejista pode optar por trabalhar com os Correios ou transportadoras particulares. Independente da escolha, não se pode perder de vista a preparação para uma logística reversa, pois produtos, em diversas circunstâncias, podem ser devolvidos ou trocados por clientes, e este processo não pode ser um problema.

Meios de pagamento

Os meios de pagamento são as ferramentas responsáveis pelo caminho que o dinheiro percorrá da conta do cliente até a do varejista, e é fundamental que o comerciante conheça cada etapa deste processo.

No e-commerce, quando se fala de meios de pagamento, não se fala apenas de dinheiro, cartão e boleto. Atores como emissor, gateway, adquirente e subadquirente, pouco conhecidos por quem não atua no setor, são primordiais para que lojistas virtuais não percam vendas no momento do pagamento.

Cada lojista deve levantar os pontos que considera mais importantes para tomar a decisão sobre qual dos meios de pagamento deve utilizar.

É preciso considerar qual é o melhor sistema de cobrança para o modelo de negócio, comparar taxas cobradas por transação e emissão de boletos, escolher adquirente, gateway de pagamento, quantidade de bandeiras aceitas, solução <strong>antifraude</strong> utilizada, etc.

Antifraude

O aumento significativo das vendas no e-commerce aumenta também a fraude no setor. Segundo estudo da ClearSale, entre 1º de janeiro e 31 de maio deste ano, mais de R$ 608 milhões em fraudes foram evitadas.

Considerando que o comércio eletrônico não dispõe de alguns fatores de segurança que são comuns ao varejo físico, como presença da pessoa e checagem do chip do cartão, por exemplo, é importante contar com uma solução antifraude que ofereça equilíbrio entre tecnologia e inteligência humana para desenvolver camadas de segurança.

A ClearSale, por exemplo, investe maciçamente em inovação e tecnologia, o que permite aprovar, em média, 97% das compras de e-commerce, número substancialmente superior ao de países do primeiro mundo.

Isso quer dizer, entre outras coisas, ao pensar na escolha dos meios de pagamento, o varejista precisa ter em mente que o uso da solução antifraude pode não apenas garantir a segurança, mas também ajudar a aumentar suas vendas.

Estrutura e modelo de negócio

Os pontos anteriores dizem respeito ao que é necessário para colocar uma loja virtual no ar, mas é preciso pensar, também, em tudo o que é necessário para que haja tráfego (audiência) e que funcione. Ou seja, para que seja possível receber pedidos e finalizar pagamentos.

Além da estrutura legal, para que seja uma empresa devidamente registrada e regulamentada, é neste momento que o empreendedor precisa ter foco em ações que trazem o máximo de resultado, investindo apenas no que é realmente necessário para o que se chama de ‘mínimo viável’. Isso significa focar em pontos sem os quais não é possível colocar a loja para funcionar, e deixar todos os outros para um segundo momento.

Canais de tráfego no site

Via de regra, para iniciar a estrutura de vendas em um e-commerce, não é preciso muito mais do que um meio para atrair audiência e um outro para concluir as transações. No que diz respeito à audiência, as redes sociais podem ser grandes aliadas de quem está começando um e-commerce do zero. Elas são capazes de ajudar na captação, no atendimento e na fidelização de clientes, os quais passarão a conhecer o que você oferece.

Ainda no sentido de trazer mais audiência à loja virtual, vale ressaltar que campanhas afiadas de marketing digital podem colaborar substancialmente com o aumento de tráfego qualificado e, consequentemente, trazer mais conversões para o e-commerce.

Canais de vendas

O canal de vendas mais óbvio é o da plataforma. No entanto, a plataforma, por mais acessível que seja, traz consigo a necessidade de outros fornecedores, como visto anteriormente neste artigo, o que pode não ser o mais interessante para todos que estão ingressando no e-commerce. 

Alguns iniciantes podem optar por tentar vender antes mesmo de colocar o site no ar, até para testar se há ali realmente uma boa oportunidade. Para isso, algumas alternativas que têm sido bastante utilizadas são os marketplaces (como o Mercado Livre, por exemplo) e os links de pagamento, que podem ser enviados por WhatsApp ou redes sociais.

Dessa forma, enquanto você estrutura e testa alguma opções para seu e-commerce, produtos ou serviços já podem começar a ser vendidos. Assim, quando a loja virtual entrar no ar, você já terá algumas lições e sinais importantes sobre o que funciona e o que não funciona para sua loja.

Atendimento ao cliente

A excelência no atendimento é o que traz ao cliente a segurança de que eventuais problemas serão sanados sem qualquer transtorno, além de ser um ponto que garanta à empresa que seus clientes farão o melhor uso de produtos ou serviços.

Segundo uma publicação da revista Harvard Business Review, 23% dos consumidores que tiveram experiências boas com o atendimento contaram dessas experiência a 10 ou mais pessoas. Já no caso de experiências ruins, o número dobra: 46% deles relatam esse tipo de situação.

Ou seja, um atendimento ruim reverbera muito, e a credibilidade ferida é uma das piores coisas que pode acontecer para um e-commerce, principalmente para os que ainda estão começando. 

Portanto, pense em um atendimento excelente, que possa receber contato do cliente em mais de um canal. Seja rápido e eficiente na resposta, tenha o atendimento como uma oportunidade de fidelização, e não apenas como um problema para o negócio.

Indicadores

Muitos são os indicadores passíveis de medição em uma loja virtual. O problema, no entanto, é que muitos empresários não conhecem os números mais indicados para saber se o negócio segue, ou não, em um caminho de sucesso.

Taxa de aprovação de pedidos

A taxa de aprovação de pedidos é uma métrica primordial, mas que precisa estar em equilíbrio com outros números, como tempo de resposta e taxa de chargeback (estorno).

Se a aprovação é muito baixa, provavelmente a taxa de chargeback e o tempo de resposta estarão controlados, mas a loja estará, certamente, recusando muitos clientes legítimos. Por outro lado, se a aprovação é muito alta, mas o tempo de resposta é ruim e a taxa de chargeback também é alta, de nada adianta aumentar o volume de aprovações.

Taxa de reprovação e falsos-positivos

Barrar fraudes, pura e simplesmente, é fácil. Bastaria reprovar todos os pedidos com traços minimamente fora de um determinado padrão. Alguns fornecedores atuais do mercado, inclusive, cometem este erro.

Não são raras as vezes em que um varejista tem de lidar com clientes legítimos entrando em contato para reclamar a reprovação de um pedido. Pensando em tempos nos quais as redes sociais deram voz ativa a todas as pessoas, imagine o tamanho de prejuízo de reputação que tal fato pode gerar.

Muitos comerciantes estão fixados em evitar os prejuízos de aprovação de pedidos fraudulentos. No entanto, as estatísticas mostram que os custos da reprovação de bons pedidos podem ser maiores. As perdas por falsos-positivos totalizam cerca de US$ 118 bilhões por ano no e-commerce mundial, o que é 13 vezes maior do que os prejuízos com fraudes em cartões de crédito.

Tempo de resposta

O tempo médio de resposta de cada transação é um indicador valioso. O consumidor digital é cada vez mais ansioso, e dados de consultorias mostram que 53% das pessoas tendem a desistir de transações quando a resposta não é imediata. 

Agora, imagine em seu e-commerce quantos clientes podem, por exemplo, abandonar os carrinhos de compra no momento do checkout porque sua análise antifraude é relativamente demorada. Analisar pedido a pedido, de maneira quase que manual, é inviável para quem pretende escalar o negócio e obter sucesso. Procure fornecedores que prezam, entre outras coisas, pela rapidez na resposta

Chargeback

Chargeback é o nome dado ao estorno que acontece quando o titular de um cartão não reconhece uma compra. O problema é que, dependendo da plataforma que se usa, é possível que o varejista nem sequer conheça a taxa de chargeback de sua empresa – ou então ele até conhece o número, mas não sabe se é uma taxa alta ou baixa, aceitável ou preocupante.


Conhecer a taxa de chargeback, bem como saber se ela está dentro da média de seu nicho de mercado, é primordial para o desenvolvimento sustentável de todo e qualquer negócio.

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Guia do desenvolvedor full stack: habilidades, salário e mercado de trabalho img
#Tecnologia

Guia do desenvolvedor full stack: habilidades, salário e mercado de trabalho

As profissões ligadas ao setor de Tecnologia da Informação vão predominar no mercado de trabalho no futuro. E não é só porque o LinkedIn falou, mas as pesquisas mostram que o setor de TI domina o mercado de trabalho. Diante desse panorama, o que um desenvolvedor full stack precisa saber para aproveitar as oportunidades?O que é um desenvolvedor Full Stack?De fato essa é a menina dos olhos de muitas empresas que precisam de uma pessoa que não saiba apenas as habilidades de um front-end ou de um desenvolvedor back-end, mas domine ambos, assim como habilidades em comunicação e metodologias ágeis.E o que é o full stack, então? É um desenvolvedor completo, que trabalha fora da zona de conforto e disposto a aprender novas habilidades o tempo todo. E aí, preparado(a) para se tornar um(a)? O que um desenvolvedor Full Stack precisa saber? A primeira exigência a essa pessoa é o domínio de duas competências básicas para o desenvolvimento web front-end e back-end. Ou seja, é um profissional completo, que trabalha sites e aplicativos móveis na parte que o usuário vê e as que ele não vê.Habilidades do front-endAqui, ele trata conteúdos do site que os visitantes visualizam na tela, dominando linguagens como HTML e CSS (layout e a aparência de páginas da web), assim como o JavaScript (conteúdos mais dinâmicos como gráficos animados, formulários interativos e apresentações de slides de fotos).Habilidades do back-endEm back-end, lida com o aspecto por trás das cenas de sites e aplicativos, com entendimento das linguagens de script, como JavaScript e PHP, usadas para fornecer instruções a aplicativos e automatizar processos de bastidores. Há também a SQL, usada para a comunicação com bancos de dados.Logo, se sua pergunta é o que um desenvolvedor full stack precisa saber, a resposta é simples: tudo o que envolve um projeto de site ou app.Isso significa que essa pessoa pode contribuir em qualquer lugar com uma equipe de desenvolvimento de produto digital, conforme necessário.Em resumo, um desenvolvedor full stack está habilitado para tarefas como:➜ Trabalhar com infraestrutura de sistemas;➜ Entender, criar e manipular bancos de dados;➜ Entender de código da API ou back-end em um ou mais idiomas;➜ Entender de código front-end em um ou mais idiomas.➜  Gerenciamento de projetos, desde a criação de especificações técnicas e documentos de arquitetura ao cronograma, se essa pessoa dominar metodologias ágeis, como SCRUM ou Kanban.Dentro do escopo de trabalho de um desenvolvedor full stack júnior, ou seja, que está começando na carreira, geralmente as qualificações necessárias são: ➜ Autonomia;➜ Capacidade de autogestão e auto-organização do trabalho; ➜ Correção e manutenção dos programas;➜ Implementação e a manutenção de novos sistemas.Também exige-se conhecimentos em programação HTML, CSS, JavaScript e Python, API's RESTful Git (Gitlab).Vale a pena ser desenvolvedor Full Stack?Horários de trabalho flexíveis, jobs engajados, que exijam criatividade, empatia, comunicação objetiva e altos salários iniciais (opa!), eis a realidade sobre o que é ser um desenvolvedor full stack, na prática.Um desenvolvedor full stack salário costuma ganhar, em média, R$ 4.017,00 segundo a consultoria Revelo. E essas são algumas das razões pelas quais muitos desenvolvedores estão planejando uma transição de carreira.Qual o melhor curso Full Stack?Uma profissão que exige muitas competências e a vontade de melhorar suas habilidades como programdor. Entendeu o sair da zona de conforto, agora? Então, se você está mudando de carreira ou vai iniciar em programação, que tal começar pela mais completa?E vale a pena, já que o mercado carece de profissionais tão resilientes, flexíveis e preparados assim, pagando altos salários por isso.Conheça nosso curso Full Stack, saia com um site para chamar de seu, com sua assinatura em todos os aspectos, para ter um portfólio atraente e iniciar na carreira o mais rápido possível.Além disso, na Digital House o(a) aluno(a) trabalha em equipe, usando metodologias ágeis, o que vai contar muitos pontos nos projetos do mundo real :)Leia mais no blog DH:+ Minha primeira linguagem de programação: como escolher?+ Primeiros passos no Git: o que eu preciso saber?+ Pague só quando possuir renda: conheça o modelo ISA da DH

O que é um protótipo e os 3 modelos mais usados pelas empresas img
#UX

O que é um protótipo e os 3 modelos mais usados pelas empresas

Saber o que é um protótipo é o primeiro passo para descobrir o propósito por trás do modelo e como funciona sua aplicação. Este teste e aprendizado é muito comum em startups e nas áreas de inovação das empresas.O que é um protótipo?A palavra representa um modelo, criado único e exclusivamente para servir de teste para a versão "crua" de um produto, serviço ou sistema. Portanto, o objetivo da criação de protótipos viáveis é o aprendizado e aprimoramento daquela solução.Neste artigo, vamos explicar como fazer um protótipo que atenda a essa necessidade - aprimorar o produto, mesmo antes de ele estar finalizado, aumentando suas chances reais de sucesso e prosperidade, pós-lançamento.E antes de saber como fazer o protótipo de um produto ser o exemplar ideal da solução desenvolvida, é necessário plena percepção e entendimento que ele é só uma ferramenta de aperfeiçoamento, e não o produto.Além disso, leve em consideração que mesmo as mais complexas ideias são passíveis de testes. Para isso, você pode usar ferramentas que ajudem nesta missão.No texto Prototipagem em UX Design: 5 ferramentas de prototipação para tirar ideias do papel, você tem dicas sobre quais são elas e seu uso.A prototipagem serve como conexão entre time de produtos e usuário final, que dá a possibilidade de descobrir dados sobre os clientes que você talvez nunca imaginaria. Por esse motivo, ela é fonte não só de novas funcionalidades, mas de estratégias de negócios, aplicado em diversos métodos.Prototipagem em Product Discovery O Product Discovery é um método que tem a missão de estudar a fundo o produto, levantando dados sobre como ele se encaixa no mercado, como seu público reage a ele e o que ele precisa para, realmente, sair do discurso.Ou seja, sua tarefa é reduzir as incertezas em torno da solução. Em seu processo, existem cinco fases, sendo uma delas a de Prototipação.Nessa abordagem, os protótipos servem para investigar e descobrir dados sobre a percepção do usuário. Semelhante a pesquisa, aqui você já tem “algo” a mostrar para o usuário, com simplicidade e máxima aproximação do real. Protótipo Design Thinking: qual a relação? O Design Thinking é uma abordagem com base nos princípios de UX, que segue uma trilha de resolução de problemas. O grande diferencial desse método é justamente sua praticidade e perspectiva diferenciada. Como tem foco nas pessoas, engloba público-alvo e a própria equipe interna. Todos são recursos agregadores ao design thinking que tornam a abordagem empática, em sintonia com a busca por soluções que satisfaçam o cliente, a equipe interna e o potencial humano envolvido naquele projeto.Na prática, a metodologia Design Thinking se dá pelas seguintes fases: Imersão, Análise, Ideação, Prototipagem e Desenvolvimento. A quarta, que diz respeito à prototipação, não se restringe a coisas materiais, mas qualquer transformação de uma ideia em algo aplicável. Portanto, no Design Thinking, a construção do esboço da solução é que torna possível sua visualização, da ideia à prática. E lembre-se, antes de criar qualquer protótipo tenha em mente que ele é um exemplo da solução desenvolvida, portanto, um esboço a ser melhorado, não o produto final.Como fazer um protótipo de um produto?Agora que você já entendeu a essência sobre o que é um protótipo, conheça os tipos mais usados no mercado: viabilidade, baixa e alta fidelidade.Protótipos de viabilidadeSua tarefa é tratar dos riscos técnicos durante a descoberta do produto e antecedem a viabilidade dele. Muito utilizado para testar novas tecnologias, algoritmos e até o desempenho destes recursos. Esse protótipo poderá ser descartado ou guardado para aprimoramento posterior.Protótipos de baixa fidelidadeInicialmente, a fidelidade está relacionada com o quão realista é a aparência do protótipo. Assim, um protótipo de baixa ou mesmo média fidelidade não precisa parecer real.Os protótipos de usuário de baixa fidelidade geralmente são criações de designer de interação, para refletir sobre o produto ou mesmo identificar algum problema de usabilidade, logo no início. Eles são os mais baratos e rápidos de se fazer. Utilizados no início do projeto, ajudam a  descartar as maiores incertezas, testar conceitos e descobrir o valor daquele produto. Podem também servir de base para os protótipos de alta fidelidade.Protótipo de alta fidelidadeOs protótipos de alta fidelidade, mesmo que se assemelhem muito ao mundo real, ainda são testes.Portanto, estão suscetíveis a muitos erros. Logo, a dica é não se apegar a eles. Os protótipos de alta fidelidade são os que mais se aproximam do produto e da experiência final.Em contrapartida, demoram mais para serem construídos e podem ficar mais caros. Muito utilizados para obter dados significativos durante testes de usabilidade, eles oferecem a possibilidade de observar pontos como fluxos, elementos gráficos, animações e microinterações.Se o objetivo é obter uma experiência geral de compra positiva, essa é uma opção boa, rápida e fácil de executar. Como aprender a prototiparLembre-se de que o principal foco da descoberta de produtos é apresentar a maneira mais rápida e prática de testar a ideia. Logo, a escolha do protótipo precisa ser feita a partir das necessidades daquele projeto.Quando você entende o que é um protótipo, o processo fica mais claro, e para ser realmente eficiente, deve entregar valor. Aliás, vale mais entregar menos funcionalidades, porém completas, do que muitos recursos inacabados e que não satisfaçam o usuário.Se você está afim de aprender na prática como desenhar um protótipo, a Digital House tem o curso de Experiência do Usuário que traz aulas mão na massa de como criar protótipos, testes de usabilidade, análise heurística para melhorar interface e tudo o que você precisa para idear soluções com mais assertividade.Quer conferir a grade completa? Baixe o programa do curso e veja o tanto de coisa que você vai aprender :)Leia mais no blog DH:+ Como começar em UX Design+ Etnografia no UX: como entender a relação do consumidor com produtos e serviços+ Vantagens em contratar um UX Designer Júnior

Por que o meu cliente não volta? 5 estratégias comprovadas para recuperar clientes img
#Marketing

Por que o meu cliente não volta? 5 estratégias comprovadas para recuperar clientes

Siglas em inglês como CX (Customer Experience) e CS (Customer Success), vêm sendo cada vez mais buscadas nos últimos anos para entender o que fazer para recuperar clientes.Se você deseja (e precisa) saber como trazer clientes antigos de volta e não sabe por onde começar, este artigo será muito útil. Vamos te ajudar a identificar meios e estratégias para conquistar clientes, alinhados com User Experience(UX), que trazem os melhores resultados a suas vendas.O que fazer para recuperar clientes?Uma pesquisa, publicada na Harvard Business Review, apontou que estratégias inteligentes são fundamentais para empresas que não sabem o que fazer para recuperar clientes perdidos e manter os atuais.As táticas envolvem acompanhar as mudanças no comportamento do consumidor, que combinam seus hábitos de compras e o proveito de experiências. O primeiro passo é concentrar as estratégias naqueles que apresentaram algum tipo de problema na jornada de compras ou relacionamento com a empresa. E é nesse contexto que o CX (Customer Experience ou experiência do cliente em português) entra na jogada. Esse termo representa um conjunto de interações que ocorrem entre a empresa e o cliente.Essas interações criadas serão responsáveis pela construção de memórias e sentimentos que são percebidos pelos clientes, por meio de estratégias voltadas a entregas mais humanas e satisfatórias. O profissional voltado para este tipo de estratégia, é responsável pela área de Customer Experience Management (CEM). Já o CS, ou Customer Success, garante que as integrações sejam entregues com sucesso aos clientes.Na prática, usa dados para prever dificuldades que eles possam ter ao usar o produto ou no relacionamento com a marca.Essas figuras trabalham proativamente na retenção de clientes. Quando o assunto é recuperação, antes de qualquer estratégia, o melhor a fazer é compreender os motivos do abandono.  Se você não investe em recursos tecnológicos e práticas de UX que eduquem seus clientes sobre produtos e serviços, mesmo quando você sabe o que fazer para recuperar clientes, o caminho é árduo.Como fazer uma boa carteira de clientes?Empresas que investem em uma cultura de dados possuem bancos com informações mais sofisticados sobre seus clientes, o que permite identificar suas preferências para ofertas e, consequentemente, acertar mais no sentido de sua satisfação e desejos.Tenha sempre em mente que quantidade não é qualidade, o sucesso da carteira depende do quanto você conhece seus clientes, até mesmo para trabalhar melhor o marketing de conteúdo.O que é preciso para um cliente retornar a uma empresa?O grande diferencial dessas dicas para recuperar clientes é que elas também ajudam a conquistar novos. Como? Inovando, sem deixar passar despercebido os detalhes “óbvios”.O case da loja de óculos da Ray Ban, do bairro do SoHo, em Nova York, é um exemplo claro de como recuperar clientes perdidos.O local conta com uma impressora 3D para criar armações, como uma espécie de galeria de arte e experiências criativas.A loja disponibiliza também oftalmologista, assim, os clientes podem agendar uma consulta no site, onde já sairão com um diagnóstico e indicações dos melhores produtos para seu caso.Gostou? Esta é a forma da marca trabalhar a atração e recuperação de clientes: inovação, equilibrada às necessidades básicas da compra (saúde ocular).5 estratégias de ouro para recuperar clientesAbaixo, separamos algumas dicas que podem inspirar ainda mais suas idéias quanto a estratégia de recuperação de clientes. Aprenda como agir de maneira assertiva para movimentar seu negócio, impulsionar seu e-commerce ou outro empreendimento.Identifique quais clientes perdidos têm maior potencial de retornoConcentre os esforços de recuperação pelo caminho mais fácil e seguro - nos clientes que nunca reclamaram ou que tiveram queixas satisfatoriamente resolvidas.Essas pessoas podem voltar com:➜ Uma promoção especial, com base em suas últimas buscas;➜ Um “frete grátis”;➜ Melhores condições de pagamento;➜ Nova identidade e upgrade de “valor” a marca.Como a Havaianas recuperou seus clientes As Havaianas que, embora possuam hoje produtos sinônimos de beleza e elegância, nos anos 90 viviam outra realidade: poucas vendas e valor “depreciativo” associado ao uso de chinelos/sandálias.A estratégia foi apostar em comerciais e anúncios, com a imagem de artistas que protagonizaram histórias criativas, contando sua satisfação com as sandálias, valorizando-as.As Havaianas lançaram também novos modelos, sintonizados às tendências mundiais. Resultado: elevaram sua presença de mercado, notavelmente (quem não tem uma Havaianas em casa, não é mesmo?).Aposte em ofertas mais efetivas para recuperar clientesPara identificar as ofertas mais efetivas, faça testes dentro da sua própria base de ex-clientes, mandando promoções distintas, em momentos diferentes. Aprenda como aplicar um teste AB para colocar a mão na massa.Essa ferramenta vai testar elementos das suas campanhas de marketing, indicando qual o melhor caminho seguir, de acordo com os gostos do seu público. Com essas diretrizes você ficará mais próximo de recuperar ex-clientes e entender o que eles realmente preferem agora.Logo, uma excelente forma de identificar qual é o caminho mais rápido para recuperá-los.Quer recuperar seus clientes? Faça mudanças.UX research pode render bons insights para identificar o problema que deu origem ao abandono da marca, e a partir daí, entender como melhorar.E aqui, a melhor forma é recompensar quem teve algum problema mal resolvido, seja com o envio de um produto novo ou mesmo um vale-compras.Caso tenha sido algo relacionado à estrutura e processos, avalie rapidamente as formas de resolver isso.É interessante enviar um e-mail personalizado ou outro tipo de comunicação, avisando que a falha foi ajustada, seguido de um convite para uma nova e aprimorada experiência naquela loja.Utilize email marketing para recuperar clientesTodo cliente deve ser tratado como alguém especial. Quando alguém deixa de comprar na sua empresa, é um alerta para que se invista em técnicas de conquista e reconquista.E-mails são uma estratégia de marketing para:➜ Criação de ofertas mais personalizadas;➜ Continuidade de promoções por uma sequência de envios, contadas com base em storytelling de marketing;➜ Lembrança de datas especiais como aniversários e festividades.Mas, para que cumpram seu papel de verdade, precisam trazer assuntos que chamem a atenção do público de interesse, ou seja, o que vai fazer seu ex-cliente abrir o e-mail. Nesta estratégia, vale começar por um título mais atrativo, com palavras-chave que deem aquela mãozinha na conversão, seguindo a estrutura da mensagem que você vai passar, sempre objetiva e que “fale” a linguagem daquele público, e um CTA(call to action) certeiro.Mantenha contatoUm erro comum na hora de recuperar clientes é conseguir conquistá-los e esquecer de manter contato.Por esse motivo, as comunicações de pós-venda são tão importantes. O cuidado de manter um fluxo de e-mails que mostre interesse em compreender como foi a experiência daquele cliente nesta vez(em toda a sua trajetória de compra), é crucial.Quem não é visto, não é lembrado, como diz sabiamente o dito popular.Melhore seu conteúdoUm conteúdo de qualidade agrega valor à marca, atrai novos clientes e pode reconquistar quem te deixou.Afinal, ao investir em conteúdo qualificado para as redes sociais ou blog, sua marca se torna referência do segmento e se firma como conceito no mercado em que atua.Mesmo que um dia o consumidor tenha passado por um problema com sua empresa, ele pode voltar a considerar a compra se o conteúdo estiver ajudando de alguma forma.Estratégia centrada no consumidorReter clientes é uma tarefa complexa. Recuperar então... Entretanto, com um plano estratégico alinhado, pode se tornar mais simples e fluido.E agora que você já sabe como recuperar clientes, pode dar um passo a frente e descobrir o que é uma estratégia centrada no cliente.Gostou do conteúdo? Então conheça nosso curso de marketing digital. As aulas são ao vivo, com especialistas de mercado e durante todo o curso você constrói um plano de marketing real.Leia mais no blog DH:+ SEO para E-commerce: como ranquear sua loja virtual+ Brand Personas: o que são e como fazer?+ Estratégia para gerar leads: do básico ao avançado