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Double Diamond Design: as 4 fases do modelo que faz sucesso nos processos de UX Design

Double Diamond Design: as 4 fases do modelo que faz sucesso nos processos de UX Design
#UX
3 de novembro - min de leitura

O design thinking é uma abordagem que trabalha com diversas metodologias, entre elas está o Double Diamond Design, processo bastante usado dentro do UX para resolução de problemas. Você sabe quais as principais etapas e como executá-las? É hora de aprender sobre descoberta, definição, desenvolvimento e entrega.


Double Diamond Design, não é à toa que este modelo de User Experience(UX) leva tal nome. A ferramenta oferece aos designers opções de trilhas mais assertivas para solucionar os problemas dos usuário durante o processo de Design Thinking

Nesse artigo, você conhece mais sobre a metodologia do Double Diamond, aplicada na prática, entendendo cada etapa e o que a faz dela tão valiosa.

O que é Double Diamond Design?

Double Diamond é uma das metodologias de Design Thinking que consiste em entregar para o usuário final uma possível solução que caia como uma luva na sua real necessidade. 

E para ser tão certeira assim, ela é desenvolvida em cima do levantamento das muitas hipóteses e problemas encontrados por investigação e pesquisa.

O Double Diamond ajuda a dinâmica de UX, já que estimula os profissionais da área a encontrar soluções criativas e duradouras em seus projetos.

Etapas de um Double Diamond

Neste processo de design, as etapas do duplo diamante são fundamentais para, lá no final, alcançar o objetivo da metodologia. Ou seja, resolver os problemas identificados.

Sendo assim, estas são as 4 fases do double diamond:

➜ Descobrir;

➜ Definir;

➜ Desenvolver;

➜ Entregar.

Essas quatro etapas são divididas por diamante, ou seja, Descobrir e Definir fazem parte do primeiro diamante e tem como missão principal o desenvolvimento de uma pesquisa mais profunda do problema.

Desenvolver e Entregar, da segunda pedra preciosa, focam em descobrir uma solução real, usando como base as pesquisas do primeiro diamante. No próximo tópico, explicaremos cada uma delas, na prática do dia a dia de uma equipe de UX.

Double Diamond Design na prática 

Como raramente seu cliente (ou empresa) vai chegar com o problema real definido para sua equipe, é crucial a escuta ativa de suas necessidades, primeiro, para descobrir ele, organizando as informações, sem se ater ao primeiro impacto.

Após colher estas informações, vocês podem se preparar para as fases do “Duplo Diamante”. Essa preparação segue:

Construção do escopo do projeto, ou mapa, a partir do que é exposto pelo cliente. Nele serão incluídos os envolvidos no projeto, suas tarefas, tempo estimado para elas e estimativas.

Uma reunião ou kick-off, que reúne cliente e equipe, para acontecer, de fato, a exposição do projeto e explicações detalhadas dos objetivos, perspectivas do cliente, além da troca de ideias sobre a construção de personas e jornada do usuário.

Aí sim, hora de evoluir nas fases do Double Diamond:

O primeiro diamante - investigação, escuta ativa e hipóteses

1° Descobrir

Aqui, a equipe se aprofunda na pesquisa sobre o que foi levantado no escopo e no kick-off, investigando as causas daquele problema ou uma melhoria. Ou seja, é aberta a temporada de exploração de suposições.

2° Definir

Agora é hora de priorizar a análise de viabilidade. Isso significa definir, dentre todos os problemas levantados, qual é o que fala da maior dor do usuário, trazendo  mais impacto aos negócios da empresa.

Assim, nessa fase, algumas hipóteses são descartadas ou colocadas na gaveta, para outro momento, sobrando só o mais relevante problema.

O segundo diamante - insights, pesquisas em campo e muita prática 

3° Desenvolver

Ok, problema “certo” em mãos, hora de explorar mais ideias de soluções para ele. Nesse ponto, pode-se contar com o suporte de um time multidisciplinar, que inclui desenvolvedores, que analisará a viabilidade técnica das soluções discutidas.

4° Entregar

Chegamos a última fase? Não exatamente.

Junto aos programadores, o desenvolvimento daquela solução sairá do papel nesta fase, com protótipos de baixa fidelidade e o mínimo de recursos possíveis.

O objetivo dessa “economia” toda é que a solução seja validada de forma ágil, sujeita a teste de usabilidade e uma prova de conceito, tudo para verificar se realmente faz sentido ou não para o usuário.

Dicas para continuar o processo

Foram dois diamantes e quatro fases de muita investigação, trabalho e descobertas,mas não acabou ainda. É importante reforçar essa ideia de continuidade, pois ela está relacionada, na verdade, à melhoria constante da solução ou produtos.

Lembra daqueles outros problemas guardados na gaveta? Pois bem, eles precisam ser abordados. Ou mesmo o produto em questão pode precisar de outras melhorias.

Na prática, o processo se finda (e recomeça) quando o protótipo é validado pelos usuários, com o “inception'', que segue pós-fechamento do segundo diamante. 

Time reunido para compartilhar o que foi aprendido no projeto até aquele momento de definir roadmap de desenvolvimento, evolução do produto e determinar OKRs (Objetivos e Resultados Chaves).

Por fim, e não menos importante, para aperfeiçoar a solução, se chega ao Mínimo Produto Viável - MVP. E, lá vem ele novamente, iniciar outro Double Diamond!

Entenda mais sobre o ciclo infinito de melhorias contínuas das metodologias de UX com a Digital House. O nosso programa do curso de Experiência do Usuário é atualizado com as demandas do mercado, além de pincelar todas as áreas de UX.

Leia mais no blog DH:

Como começar em UX Design

Etnografia no UX: como entender a relação do consumidor com produtos e serviços

Vantagens em contratar um UX Designer Júnior

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A programação iniciante pode ser desafiadora no começo, já que termos é o que não faltam na hora de estudar a teoria e colocar a mão na massa, mas com o estímulo do lado esquerdo do cérebro, responsável pela lógica e pensamento analítico, o aprendizado flui!Diversos profissionais têm um primeiro contato com códigos e se apaixonam, e é ai que a transição de carreira acontece. Mas como funciona essa jornada?Como começar na programação iniciante?O convite feito para Tatiana Zilio, ex-aluna da Digital House e agora desenvolvedora, para conversar sobre programação foi justamente para compartilhar sua jornada e experiência!Que tal aprender a programar, assim como a Tati? Esta é uma das áreas que mais cresce e é sempre bom investir no mercado de programação.De humanas para exatas?Tati aqui! Em 2020 terminei o curso de Desenvolvimento Web Full Stack na Digital House e vou compartilhar um pouco da minha jornada e o que aprendi com essa experiência.Eu venho de um background completamente diferente. Sou formada em Jornalismo, trabalhei em comunicação, tradução e dei aulas de inglês.Meio por acaso, acabei entrando na área de TI: quando eu trabalhava com tradução técnica e localização de aplicações, surgiu uma oportunidade para trabalhar com curadoria de dados em uma ontologia aplicada à web semântica, que é o meu trabalho atualmente.E foi nesse momento que decidi explorar mais a fundo o que acontecia por trás das telas que eu tanto usava e iniciar uma transição de carreira.Como eu vim parar aqui? Hit rewind!Me lembro até hoje da primeira vez que sentei na frente de um computador. Eu devia ter uns 10 anos, minha tia pediu que eu digitasse um texto no computador do seu trabalho enquanto ela resolvia alguns problemas.Eu estava acostumada a brincar com a máquina de escrever do meu pai, mas aquilo era diferente. Não só era possível desfazer algum erro de digitação (o que já era um avanço tremendo), mas além disso, o próprio computador sinalizava o erro com uma cobrinha vermelha embaixo de uma palavra. Era mágico! Isso foi por volta de 1997. Não demorou muito para que meu pai comprasse um computador para sua pequena empresa. Foi nessa máquina que eu passei muitas madrugadas no mIRC, aproveitando a vantagem de se navegar na incrível velocidade de até 56,6 kbps pagando apenas um pulso de telefone (um conceito provavelmente desconhecido para quem é GenZ).O computador era meu lugar favorito. Eu explorava cada item do menu iniciar, do painel de controle e arriscava executar algumas tarefas básicas via terminal. Apesar de uma certa intimidade e curiosidade com o computador, tudo era mágico e misterioso demais para mim.Segui outros caminhos tendo sempre o computador e a internet como minhas principais ferramentas de trabalho, mas me encontrei quando eles se tornaram o meu objeto de trabalho.A curiosidade de entender melhor o que eu fazia me levou de volta à sala de aula aos 30 anos. Dessa vez, não como professora e muito longe do Jornalismo: me inscrevi em Sistemas de Informação e escrevi meu primeiro algoritmo.Pela segunda vez na universidade, as coisas não estavam evoluindo no ritmo que eu desejava e eu gastava a maior parte do meu escasso tempo livre escrevendo trabalhos de Administração ao invés de, de fato, aprendendo a programar.Tranquei o curso e encontrei a Digital House, que me ofereceu exatamente o que eu buscava naquele momento: aprender na prática e construir alguma coisa com o que eu estava aprendendo. Programação iniciante na Digital HouseNo curso, nós temos contato com os conteúdos teóricos em aulas virtuais e fazemos alguns exercícios. 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Mas também foi um período extremamente enriquecedor: além de ter dado um salto no conhecimento e na experiência, ter tido a oportunidade de programar em equipe e aprender muito com meus colegas, também aprendi muito sobre o meu processo de aprender. Certamente meu curto período na universidade agregou muito na formação de um conhecimento base, entender o que acontecia cada vez que eu digitava aquele conjunto de caracteres em um editor de texto e colocava pra rodar. Mas ser capaz de entender isso não me capacitava para construir muita coisa. Percebi que é na prática que surgem as dúvidas, é na prática que percebemos o que não sabemos e entendemos do que temos que correr atrás. E que o aprendizado não precisa ser em linha reta: é possível intercalar prática e estudo de fundamentos e, frequentemente, um complementa e estimula o outro.Próximos passos como programadoraUm mês após a apresentação do meu projeto integrador (veja como ele ficou aqui), eu continuo estudando e acrescentando mais ferramentas e tecnologias ao meu repertório, mas agora de uma maneira muito mais produtiva do que antes do curso! Estou pegando mais experiência do mundo real contribuindo com a startup de colegas e também tocando meus projetos pessoais até fazer a transição para uma programadora full-time. É uma longa jornada e acredito que a DH me ajudou a acelerar muito esse processo! Se você quiser saber mais sobre a minha experiência com programação e trocar alguma ideia em relação a sua jornada, você me encontra no Twitter (@tatianazilio), LinkedIn ou no Telegram (@tatianazilio). Vou adorar bater um papo e trocar figurinhas!Aprenda a programar!Você pode aprender programação do zero na Digital House, assim como a Tati. É sempre um prazer compartilhar depoimentos como o dela, porque aqui as aulas são mão na massa, e ninguém melhor que nossos alunos para contar a experiência, não é?Topa baixar o programa do curso? Lá você encontra os temas e tópicos das aulas, e ainda tem informações sobre o projeto integrador!Leia mais no blog DH:+ Minha primeira linguagem de programação: como escolher?+ Primeiros passos no Git: o que eu preciso saber?+ Pague só quando possuir renda: conheça o modelo ISA da DHE aí, já segue a gente no Twitter? Vem pra rede, vamos conversar sobre habilidades digitais! ;)