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Digital Summit 2018 - 2º Edição: como foi o evento

Digital Summit 2018 - 2º Edição: como foi o evento
#Carreira
10 de dezembro - min de leitura

No dia primeiro de dezembro, a Digital House organizou a segunda edição do Digital Summit 2018 - um evento com aproximadamente 90 palestras sobre tecnologia e inovação que recebeu um público de 1.500 pessoas.


 Com patrocínio da BandNews, Liberty Seguros e PwC Brasil, passaram pela escola no último sábado profissionais que falaram sobre dados, experiência do usuário, novas tecnologias, marketing digital, inteligência artificial, liderança na era digital, entre outros temas.

Nomes como CanalTech, Eventbrite, Everis, Hypeness, IT Mídia, Rakuten, Startupi e Twitter foram apoiadores do evento. "Viemos participar do evento para nos conectar com o mercado digital e aprender mais sobre o tema", conta Alessandro Gomes, consultor de marketing digital da Liberty Seguros que, durante o evento, apresentou um simulador de direção defensiva para quem fizesse download do aplicativo Direção em Conta. Com o aplicativo Direção em Conta alguns indicadores de condução do veículo são medidos e exibidos na tela do seu celular.

Esses indicadores combinados geram um score que varia de 0 a 100 pontos. Em tempo real você acompanha a sua performance de direção e, durante o programa, mensagens e dicas ajudam você a melhorar o seu desempenho criando hábitos mais seguros e econômicos no trânsito.

No final, de acordo com a pontuação conquistada você ganha um desconto para ser utilizado na compra ou renovação do seguro do seu carro com a Liberty Seguros. No Auditório BandNews, onde tivemos cobertura completa de todas as palestras e transmissão ao vivo, passaram profissionais que falaram sobre a inserção da tecnologia no dia a dia das empresas, comunicação digital, UX e aplicação de dados às estratégias de marketing.

O evento começou às 9h da manhã, mas por volta das 8h já passavam pela recepção participantes que vieram fazer networking, conhecer a escola e aprender mais sobre o mercado digital.

Às 19h, quando se encerraram as últimas palestras, o clima geral era de satisfação: participantes empolgados com o que haviam aprendido e com as conexões que fizeram; por outro lado, quem subiu ao palco para ensinar muitas mentes curiosas sobre o mercado digital, também estava feliz com a oportunidade.

Para quem não queria perder muito tempo entre uma palestra e outra ou se distrair nas filas, a PwC distribuiu pipoca e aproveitou para bater um papo com os participantes. "Queremos nos aproximar desse público e falar sobre as soluções digitais que a PwC oferece para o mercado", conta uma das representantes da consultoria no evento.

Renato Sapiro, Diretor de Estratégia Digital da companhia palestrou sobre A Experiência Humana na Era Digital. Abaixo você confere fotos do evento e no nosso canal do YouTube estão as palestras ministradas no Auditório.

Quem participou do evento também receberá por e-mail o material das demais palestras. Não veio ao evento? Fique de olho no nosso calendário: em 2019 haverá nova edição do Digital Summit e muitas novidades estão por vir.

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#Dados

Chatbot robotizado vs humanizado: como criar bots com personalidade

A percepção e a forma com que as pessoas se relacionam com as tecnologias, incluindo atendimento eletrônico, evoluiu na pandemia, dando espaço ao protagonismo de User Experience (UX) dos negócios.  Os softwares de videoconferência na nuvem são exemplos disso. Graças à adaptação dos colaboradores com esse recurso, empresas puderam dar continuidade aos seus processos. E esta experiência nos faz voltar os olhos para outras tecnologias, como os chatbots, onde a principal busca em desenvolvimento é a humanização. Mas, o que isso significa, de fato?Como criar um chatbot humanizadoO chatbot é um software que simula um ser humano na conversação com as pessoas. Seu objetivo é a interação e a resolução de problemas, 24h por dia.Quando se usa o termo humanizado, significa que ele responderá às perguntas do interlocutor como outra pessoa faria, numa condução mais natural e que atenda a expectativa do usuário. A humanização é o ponto chave para o sucesso da estratégia de um negócio.Para que o atendimento humanizado com chatbots seja efetivo, os recursos de inteligência artificial e machine learning são fundamentais. Eles é que otimizam a comunicação entre empresas e clientes e ainda aprendem com estas conversas, aprimorando atendimentos posteriores. Criando uma personalidade para o seu botAlém disso, é importante prestar atenção nas características do bot humanizado alinhando com a marca da empresa, o que inclui:➜ Tom de voz;➜ Representação visual;➜ Transparência nas informações;➜ Diálogos naturais e não óbvios.O crescimento na humanização dos chatbots Suponhamos que você ligue em um consultório médico e seja atendido por um robô que consegue verificar quase instantaneamente os horários disponíveis para agendamento, só pelo número do seu telefone ou informação de um documento que tenha fornecido.Além disso, esse mesmo bot tem uma voz adequada para aquele segmento, o que, certamente, vai trazer uma experiência amigável. Isso é chatbot humanizado e inteligente, na prática.São estes aspectos que um profissional develops deve se ater: o robô precisa resolver demandas, das mais simples às mais complexas, de maneira prática e sem a necessidade de intervenção humana.E vale a pena investir atenção neste mercado, pois ele está em plena ascensão. O Gartner Institute prevê que, até 2022, 72% das interações entre empresa e cliente serão completamente conduzidas por mecanismos como os chatbots.E, com esse segmento evoluindo, como se diferenciar? Além dos diálogos amigáveis, os desenvolvedores precisam se aprimorar em ferramentas que promovam uma experiência cada vez mais satisfatória ao usuário. Como? Usando e abusando da inteligência artificial, aprendendo os comandos e processos que devem ser atendidos, tudo com uma abordagem mais pessoal e personalizada de acordo com a identidade da marca. Mas falar “a mesma língua” que o consumidor pede aperfeiçoamento contínuo. Por isso, a dica é analisar como o cliente se comunica. Por exemplo, caso este público use emojis, gifs ou memes, o chatbot pode responder da mesma forma. Afinal, é muito mais agradável falar em um tom similar a uma conversa entre conhecidos, do que com uma máquina. Chatbot robotizado vs. humanizadoA Siri, assistente virtual da Apple, é um excelente exemplar da espécie. Ela, além de cumprir tarefas, organizar informações e tirar dúvidas, tem personalidade e é até bem-humorada.Se tiver um aparelho condizente, teste dizer para ela que está triste. Uma das respostas é “Eu ofereceria um ombro para chorar… se eu tivesse um.”.Obviamente, toda essa desenvoltura exige um super-trabalho de mapeamento de linguagem humana e configuração de intenções dentro do robô, mas que vale muito a pena, pois resulta em fidelização e encantamento do cliente (UX). Ficou encantado com o mundo dos chatbots? Ele está em pleno evolução, leia-se: muitas oportunidades para sua carreira. Venha desvendar este universo da inteligência artificial, machine learning e UX na Digital House. No curso de Data Science você aprende sobre chatbots e como usar IA a favor dos bots.

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#Tecnologia

Conceitos básicos do React no Javascript: o que é e para que serve

O React é uma verdadeira mão na roda no mundo do desenvolvimento web. Em linhas gerais, ele é uma biblioteca JavaScript, e isso representa muitas vantagens em sua aplicação.Se você não tem a menor ideia do que estamos falando, ou lembra vagamente, recomendamos que antes leia nosso artigo sobre linguagens de programação para iniciantes e este outro sobre as mais procuradas.Ok, agora vamos lá explorar o React.js, como é conhecido no meio.O que é React.js?React.js é, portanto, uma biblioteca de JavaScript, open source, utilizada para construir user interfaces, nomeadas para aplicações de página única. O diferencial do React é ser rápida, escalável e simples, podendo ser usada com outras bibliotecas ou frameworks de JavaScript, como o Angular JS. Essa amplitude de funcionalidades e sua forma descomplicada de realizar processos são os responsáveis pela ferramenta ser tão buscada pelos programadores.Criada pelo engenheiro de software, Jordan Walke, o React.js lida com a camada de visualização para aplicações web e móveis. A ferramenta permite a criação de componentes de UI reutilizáveis. Assim, possibilita aos desenvolvedores criarem aplicações web, tendo a facilidade de alterar elementos ou os dados exibidos, sem recarregar a página. Por exemplo, o número de likes de uma rede social pode aumentar ou diminuir sem a necessidade de realizar o refresh na página. + O que eu posso fazer utilizando Javascript?React.js benefícios - o conceito na práticaAgora, entenda um pouco mais sobre a aplicação dos benefícios do React.js , em comparação às outras tecnologias competitivas ou frameworks.➜ É mais simples de entender de uma forma imediata que as demais ferramentas do tipo, pois sua abordagem é baseada em componentes. Assim, construir uma página web profissional e aplicações móveis suportáveis torna-se mais acessível para programadores principiantes.➜ É mais fácil de aprender. Basta ter conhecimento básico em programação (HTML e CSS). O Angular, por exemplo, implica mais conhecimento específico em linguagens.➜ Tem abordagem nativa (React Native), o que significa que suporta a reutilização extensiva de código. Logo, você pode fazer aplicações para IOS, Android e web.➜ Utiliza Data Binding, ou seja, usa ligação de dados unidirecional e arquitetura de aplicação Flux, que controla o fluxo de dados para os componentes por meio de um ponto de controle, o dispatcher. Traduzindo: fica fácil depurar componentes, mesmo com grandes aplicações React.js.➜ A testabilidade também é outro ponto forte. Nele, as visualizações React podem ser manipuladas com o estado que se passa para a visualização React.js, acompanhando as ações e eventos acionados, funções etc.Agora que você já tem noção de alguns conceitos básicos desta ferramenta, entendeu por que vale a pena aprender React.js, não é mesmo?Basicamente, ele torna as aplicações mais eficientes e divertidas. Esta equação resulta em mais usuários satisfeito e seu produto ou serviço cumprindo sua missão.Aprenda a dominar este framework de JavaScript e muitos outros no curso de Web Full Stack, da Digital House, a escola que aposta na educação para transformar a sua vida, por meio da tecnologia.

A história por trás da #StopHateforProfit e a evolução do marketing de propósito img
#Marketing

A história por trás da #StopHateforProfit e a evolução do marketing de propósito

"O cliente tem sempre razão" foi uma frase criada para lidar com a pressão do cliente no ponto de venda. Essa pressão cresceu com as redes sociais e talvez seu ápice tenha sido na campanha #DeleteUber de 2017, inicialmente o Uber havia falado de 200 mil usuários desinstalando o app, mas ano passado fontes internas revelaram ao New York Times que na verdade foram mais de 500 mil usuários.Para quem não conhece o case do #DeleteUber, uma restrospectiva rápida: taxistas muçulmanos em Nova Iorque, como forma de protesto a política anti-imigrante do presidente americano Trump, fizeram uma paralisação. O Uber não só continuou funcionando como subiu os preços (automaticamente por conta do seu algoritmo). O antigo CEO (e fundador) Travis Kalanick fazia parte do conselho de negócios de Trump na época.Para os usuários que já seguiam desconfiados do Uber por conta de denúncias de assédio moral, sexual e discriminação aqui foi a gota d'água: o Uber estava apoiando Trump (na visão dos usuários) e lucrando com a greve (tarifa dinâmica). Além das 500 mil desinstalações do app, Travis foi forçado a se demitir do cargo de CEO pelo conselho de investidores.Uma pausa rápida na história: não se tornou errado obter lucro, mas num mundo onde tudo se torna commodity rapidamente o cliente prefere investir seu dinheiro onde se sente mais confortável, no exemplo acima ninguém ficou sem pegar um carro, as instalações do app Lyft (concorrente direto do Uber) cresceram na mesma proporção em que o Uber perdeu usuários.Entendendo o Marketing de PropósitoPropósito se tornou o caminho para o coração dos usuários e consequentemente o caminho para o lucro.Ficou claro com o episódio do Uber que as marcas deveriam dar uma séria atenção às exigências dos clientes, a partir daí os usuários de redes sociais usaram essa força para pressionar as marcas sobre o uso de sua verba publicitária.Ainda em 2017 o jornal britânico The Times apurou que anúncios de marcas famosas apareciam no YouTube ao lado de canais que promoviam violência, terrorismo, antissemitismo, homofobia, entre outros problemas. Temendo protestos dos consumidores mais de 250 marcas como Audi, Heinz, McDonald's, Johnson & Johnson, Nestlé, PepsiCo e Starbucks removeram seus anúncios do YouTube.Para trazer as marcas de volta, o YouTube reforçou seu algoritmo de análise de conteúdo para identificar canais seguro para as marcas, aumentou a quantidade mínima de inscritos para veicular anúncios, entre outras medidas. Mais recentemente um movimento que começou nos Estados Unidos e se espalhou por diversos países, conhecido como Sleeping Giants, vem expondo empresas que aparecem em anúncios de sites promovendo fake news. O coletivo tem conseguido com sucesso que muitas marcas, com receio de manchar sua imagem pública, parem de financiar esses sites forçando alguns inclusive a "fecharem suas portas".O boicote por trás do movimento #StopHateforProfitO episódio mais recente dessa notícia vem com o movimento #StopHateforProfit que convoca as marcas a removerem anúncios do Facebook enquanto ele não lida de forma mais agressiva com conteúdo de ódio publicado na plataforma. Como resultado dessa iniciativa, mais de 100 empresas como Coca Cola, Honda, Diageo e Unilever já removeram mais de 7 bilhões de dólares de publicidade da plataforma, um exemplo de propósito das empresas.Vale ressaltar que o movimento #StopHateforProfit chega em um momento onde já há um desconforto sobre como o Facebook trata informações falsas. No final do ano passado Facebook e Twitter anunciaram que não vão bloquear anúncios de políticos com fake news, não é à toa que Unilever incluiu o Twitter no seu boicote.Tudo indica que esse deve ser um tema central das próximas eleições americanas e que deve afetar as grandes plataformas de rede social sediadas nos Estados Unidos como Facebook, Twitter e YouTube. Como resultado veremos políticas mais rígidas de conteúdo sendo implementadas globalmente.Será que a sua marca tem um propósito comunicado de forma não agressiva e com ações práticas que reforçam o compromisso com esse propósito? O Marketing de Causa ou Marketing de Propósito não é mais uma tendência, é uma necessidade de sobrevivência para as empresas daqui pra frente.(*) Edney “InterNey” Souza é Diretor Acadêmico na Digital House Brasil, Organizador da Social Media Week São Paulo, Editor e Tradutor do WordPress.com para o Brasil, Colunista do ProXXima, Diretor da ABP (Associação Brasileira de Propaganda) e Conselheiro da ABRADi (Associação Brasileira de Agentes Digitais).