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UX x UI: qual a diferença e como as áreas se completam

 UX x UI: qual a diferença e como as áreas se completam
#UX
13 de março - min de leitura

As áreas de UX e UI se complementam, mas cada uma trabalha de determinada forma para oferecer a melhor experiência para o usuário. Saiba como utilizá-las ao favor do seu cliente.


Antes de falarmos qual a diferença entre UX e UI, devemos explicar que ambas as áreas se complementam, mas cada uma trabalha de determinada forma para oferecer a melhor experiência ao usuário. Desse modo, é fundamental saber como utilizá-las a favor do cliente.

Antes de compreender melhor as siglas, é importante ter em mente o conceito que as permeia na prática. Por isso vamos propor um exercício.

Vamos lá, busque na sua memória uma experiência muito agradável e observe qual produto ou serviço está presente nela, fazendo parte do seu mundo e dos seus desejos. Nesse ponto, você acessou o encantamento e a marca em questão alcançou seu objetivo com sucesso.

Neste sentido, definimos encantamento como a transformação de situações e relacionamentos, que podem ocorrer durante uma transação no varejo, uma negociação no nível corporativo ou em uma simples observação nas redes sociais. Quando praticado de forma correta pelas empresas, ele se torna um poderoso aliado de persuasão e influência nas tomadas de decisões.

E o que a metodologia UX/UI tem a ver com isso? Vamos lá!

Entenda o diferença entre UX e UI com exemplos

O primeiro passo nesta jornada de UX versus UI é descobrir o que cada termo significa e como ele impacta na jornada do usuário ou cliente. 

UX Design

A sigla UX significa User Experience, podendo ser traduzida como Experiência do Usuário. Trata-se de como o cliente interage com o seu produto ou serviço a partir dos elementos disponibilizados. Como o próprio nome já revela, a experiência  passada ao cliente é determinante para o sucesso ou fracasso de uma marca. 

É importante reforçar que o UX não se restringe somente a experiência que o usuário vai ter com o produto final, mas com as etapas preliminares. Ou seja, ofertar um conteúdo relevante é fundamental, mas também depende da forma como será consumido.

Não adianta disponibilizar um produto ou serviço totalmente diferenciado, se você não está sabendo divulgá-lo corretamente. O design do seu site, por exemplo, precisa ser responsivo, organizado e intuitivo, para passar credibilidade e, ao mesmo tempo, ser fácil de usar. 

UI Design

Já a sigla UI significa User Interface, podendo ser traduzida como a Interface do Usuário. Trata-se de uma área voltada a criar interfaces mais fáceis e amigáveis.

Porém, primeiro precisamos explicar o que se caracteriza como uma interface, partindo do princípio que interface pode ter diversas formas, tamanhos e tipos, desde telas de site, aplicativos de celular, botões do microondas ou painel de carro.

Ainda não ficou claro? Vamos te dar um exemplo!

Lembra como os controles remotos das televisões eram cheios de botões? Muitos você nem sabia para que serviam. O UI é um campo criado justamente para descomplicar as formas de uso. Hoje, qualquer televisão conta com controles remotos mais amigáveis e acessíveis para entendimento de qualquer usuário. 

Em outras palavras, o User Interface é a interface e a forma como o usuário irá interagir. Os elementos principais de uma interface pode ser resumida a partir de quatro pilares: botões, tipografia, ícones e cores.

Um exemplo que pode facilitar a aplicação desses fatores é o botão de Call-to-Action, que chamarão os usuários para realizar uma ação, a partir de um elemento textual, tais como “Faça o download”, de um ícone para chamar a atenção. Geralmente, é um quadrado e uma cor chamativa “vermelho” ou “verde”.

Como diferenciar UX Design e UI Design

Convencer pessoas a criar um sonho e materializá-lo por meio de seus produtos e serviços parece audacioso, mas é possível se o foco é a experiência do usuário.

Neste ponto, o design está intimamente ligado ao projeto. Tanto em User Experience (UX) quanto User Interface (UI), a excelente experiência do usuário/cliente é a chave-mestra.

A área de UX trata de como uma pessoa se sente enquanto usa qualquer produto ou serviço, digital ou não, oferecido pela sua empresa e tem a ver com a sensação dessa pessoa, depois deste uso. 

Já a área de UI é um mecanismo que guia o usuário pelas interfaces visuais, ou seja, sua aplicação durante o tempo em que ele a utiliza.

Traduzindo melhor, enquanto você visita e lê o site de alguma marca, existem ações específicas que aquela empresa deseja que você tome neste trajeto. Esta é a missão do UI Design, conduzir sutilmente os usuários pela navegação, levando-os a tomar ações de forma natural.

As características de UX e UI

Existem algumas diferenças entre UX e UI. O segundo só existe com uma interface visual, e UX não, pois, em muitos casos, a sensação do usuário com relação à experiência de navegação não tem nada a ver com uma tela em si.

UI vai para o lado racional e UX lida com o emocional. Porém, UI e UX Design são as metades que se completam. Se praticados com inteligência estratégica em um site ou app, por exemplo, o primeiro guia o que o usuário deve fazer, enquanto o segundo torna esta navegação a mais agradável possível.

De forma separada, cada um deles pode trazer bons resultados para uma empresa, mas usar os dois em conjunto é muito mais vantajoso.

Entre os benefícios de usar UX e UI, podemos citar a geração de alto valor para o público, maiores chances de engajamento e o fortalecimento de uma marca.

Logo, a qualidade do trabalho de UI e UX, em parceria sinérgica, é uma poderosa arma do bem para os negócios dinâmicos e sensoriais da Era Digital.

Habilidades de um UX designer

O UX designer é o profissional responsável pela estética de uma plataforma digital, com o objetivo de proporcionar uma melhor experiência ao usuário, baseada em seu comportamento, seja por meio da usabilidade, utilidade ou conveniência oferecidas na interação com o produto. 

Neste momento vamos focar nas habilidades e conhecimento do profissional, mas também existem soft skills que um UX Designer precisa ter. Entre as skills técnicas estão:

Arquitetura da informação: determina a estrutura e o modo como as informações são inseridas no sistema.

Projeto de interação: organiza a interação com o cliente por meio dos canais disponíveis.

Fluxos das tarefas: é um marcador que mostra o passo a passo de todas as tarefas realizadas pelos usuários, deixando as ações mais fluidas. 

Wireframes: envolve a composição do site (botões, ícones, entre outros).

Wireflows: traça todo o caminho que o usuário pode percorrer no site ou aplicativo.

Sitemaps: é o mapa do site, com os detalhes e principais informações de suas páginas e as relações entre elas. 

Além disso, o UX designer também realiza testes de usabilidade do site e a mensuração de resultados. Mais do que qualquer conhecimento técnico, é preciso ser comunicativo, criativo, desenvolver raciocínio lógico e estar atento às tendências e necessidades das pessoas.

Habilidades do UI designer

O UI designer é responsável por criar o design criativo, por exemplo, de um aplicativo e fornecer a melhor experiência ao usuário, por meio de todo o planejamento feito em UX.

Se esse profissional quer gerar alto valor para o público, aumentar as chances de reter e encantar clientes, fortalecer a marca e aumentar as conversões, ele precisa ter conhecimento e habilidades em alguns softwares:

Adobe XD;

Sketch;

Figma;

Photoshop e Illustrator.

A partir dessas ferramentas, ele consegue fazer os esboços iniciais, wireframes ou protótipos, selecionando as cores e demais elementos que farão com que a interface seja amigável e usável para os usuários. 

O mercado de UX e UI

Empresas têm investido cada vez mais no design centrado no usuário para criar produtos e serviços ainda mais encantadores, o que abre um leque de oportunidades para profissionais trabalharem em startups, agências e mercado corporativo. 

Aprenda na prática a diferença entre UX e UI investindo em um curso de User Experience. Dentro do programa da Digital House, você aprender tudo o que você precisa para se tornar um UX Júnior.

Leia mais no blog DH:

Como se tornar um UX Designer de sucesso?

User Onboarding: entregando valor no primeiro contato com o usuário

+ Estratégias de UX para um site mais amigável

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#Tecnologia

O que é typescript? Aprenda agora sobre tipagem

Minha primeira linguagem de programação foi o Javascript e, por isso, eu tenho um amor muito grande por ela. Quando procurei sobre o que é Typescript, fiquei pensando por que eu iria perder tempo tipando as coisas. Javascript é mais prático e dinâmico. Mas será? Hoje vamos entender a linguagem Typescript e como ela resolve alguns problemas do Javascript.Quando eu mudei de time na empresa em que trabalho, passei a entender o que é Typescript pode ser a resolução de muitos problemas. Trabalhar com projetos de front-end em Javascript que eu ainda não conhecia.Você já se esqueceu quais são os parâmetros de uma função ou as propriedades de um objeto e teve que ficar indo e voltando no código? Você já precisou acessar camadas e camadas do projeto até encontrar as informações que precisava para entender o retorno de uma função?Sem tipagem é assim mesmo, né? Para quem está acostumado com Javascript, pode não parecer nada de mais. Mas, depois que comecei a trabalhar com linguagens tipadas, quando estou usando Javascript, às vezes parece que estou codando no escuro. E é por isso que hoje irei apresentar o Typescript.O que é Typescript?Typescript é uma linguagem de programação criada pela Microsoft que estende o Javascript e adiciona novas funcionalidades. Ou seja, ela não é uma linguagem completamente nova e sim um superset de Javascript.O nome Typescript vem da combinação das palavras Javascript + tipo, representando sua funcionalidade adicional principal que é a tipagem estática.Para que serve Typescript?O Typescript tem tudo o que o Javascript possui e ainda resolve alguns problemas, sendo os principais a tipagem estática e o suporte à programação orientada a objetos.Com a tipagem estática é possível compreender e refatorar com muita facilidade os dados que você está trabalhando no código. A intellisense da IDE fica muito melhor. Ao posicionar o cursor em cima do dado, a IDE te informa a tipagem dele, assim como sugere as propriedades de um objeto que você estiver usando.Para quem trabalha com programação orientada a objeto, o Typescript é muito mais apropriado, com funcionalidades e sintaxe adequadas. Ele dá suporte à: encapsulamento, herança, abstração e polimorfismo.Como funciona o Typescript?O Typescript é uma linguagem compilada, possibilitando a identificação de erros, sugerindo correções antes da execução do código e gerando economia de tempo. Com Javascript, você precisa executar o código para verificar possíveis erros. Ele transpila para Javascript, ou seja, o código é convertido para Javascript no build de produção, sendo utilizado apenas em ambiente de desenvolvimento. Todo código Typescript é no fim um código Javascript. Portanto ele funciona em todo navegador e sistema operacional que o Javascript rodar. Ele trabalha com inferência de tipo, tornando opcional a tipagem de todos os elementos do código. Só será necessária a tipagem do que o compilador não conseguir deduzir automaticamente.Adotar TypeScript pode ser gradual, sem necessidade de converter todos os arquivos de uma vez. Ele aceita arquivos Javascript, podendo então substituir aos poucos a linguagem do projeto até que todo o código tenha sido refatorado.Qual a diferença entre Javascript e Typescript?Quando falamos em diferenças, é importante ressaltar que o Typescript tem tudo o que o Javascript possui, sendo então muito parecidas.Podemos dizer que as grandes diferenças de funcionalidades entre Javascript e Typescript são a tipagem estática e o suporte a OOP (Programação Orientada a Objetos) e que o Typescript é uma linguagem compilada e que transpila para Javascript.Outras alternativas:JSDocÉ possível adicionar tipagem via JSDocs, através de comentários. É uma possibilidade que auxilia na adoção parcial do Typescript em projetos pré existentes.O JSDoc é apenas uma funcionalidade que atua através de comentários, enquanto Typescript é uma linguagem com diversas funcionalidades. Pelo JSDoc atuar através de comentários, a tipagem poderá ficar desatualizada. O Javascript não irá detectar alterações na documentação e exigirá a correção da tipagem, ao contrário do Typescript.Flow Uma alternativa ao Typescript é o Flow. Eles possuem funcionalidades muito parecidas, mas o Typescript é muito mais maduro e com maior apoio da comunidade. Isso faz toda a diferença na escolha de uma tecnologia.Typescript diminui a produtividade?No início da adoção do Typescript, sim, você irá levar mais tempo devido à curva de aprendizado da linguagem. Criar a tipagem leva um tempo extra também. Mas esse tempo perdido no aprendizado e na tipagem é recuperado e até superado com o crescimento da aplicação.A tipagem ajuda muito na produtividade, principalmente para novos devs, que não dominam o projeto. Isso porque o código fica muito mais simples de ser entendido e refatorado.Quais as vantagens e desvantagensComo todas as outras linguagens, Typescript também possui os seus prós e contras. Um código tipado tem suas vantagens e desvantagens, assim como um código não tipado. Confira abaixo quais são elas:Vantagens- Tipagem estática opcional- Previsibilidade e legibilidade- Rápida refatoração- Validação do código- Adoção parcial- Melhora a documentação- Melhora o IntelliSense da IDE- Novas funcionalidades- Melhor suporte a OOPDesvantagens - Curva de aprendizado da linguagem- Tempo gasto para tipar- Configuração do projeto- Tempo pra compilar / transpilar- Possível necessidade de refatoraçãoE sorvete, você gosta?Eu poderia falar mais sobre Typescript, mas como a gente explica pra alguém que nunca experimentou sorvete que ele pode ser muito bom, apesar de ser extremamente gelado e até congelar seu cérebro se você for com muita sede ao pote?"Você escreve código para outras pessoas poderem entender."Se eu puder resumir esse artigo, a lição que quero passar é que nós não escrevemos código para nós mesmos. Nós escrevemos código para que nossos colegas de trabalho, atuais e futuros, possam compreendê-lo e refatorá-lo sempre que necessário da forma mais fácil possível.Devemos sempre pensar em como diminuir a barreira para novos desenvolvedores e desenvolvedoras, ressaltando que eles terão diferentes senioridades e pessoas júnior já tem muitas barreiras a serem vencidas.Confira meus projetos comparando Javascript e TypescriptPara essa prova de conceito, eu fiz 2 projetos com a mesma proposta, um em Javascript e outro em Typescript, para estudar e apresentar as diferenças entre eles. É um projeto simples, que consome a api do Pokémon. Confira ele aqui.Vocês podem conferir o repositório nesse link.Entenda o que é Typescript na práticaAgora que você entendeu o que é Typescript deve estar cheio de vontade de aplicar esses conhecimentos na prática. Na Digital House, você aprende desenvolvimento web através de aulas remotas, 100% ao vivo, com interação entre professores e colegas de sala. Aprenda programação mão na massa e ainda saia com um Projeto Integrador que servirá de portfólio para você embarcar para o mercado de trabalho.Leia mais no blog DH:+ Aprenda como criar um aplicativo para celular em 6 etapas+ Área da tecnologia: É preciso uma faculdade para ser programador?+Curso Node.js: o que se aprende e quais são as vantagensE aí, já segue a gente no Twitter? Vem pra rede, vamos conversar sobre habilidades digitais! ;)

Curso de UX Design da DH: Será que é pra mim? img
#UX

Curso de UX Design da DH: Será que é pra mim?

Primeiramente para falarmos sobre o curso de UX Design da DH, vamos entender um pouquinho mais sobre o termo “UX” com o nosso querido Don Norman (O Don Norman e sua empresa Nielsen-Norman Group são atualmente as maiores referências em UX, junto com a Interaction Design Foundation).Bom, conseguimos entender pelo vídeo que UX está muito relacionado com a usabilidade e a ergonomia de um sistema, produto ou serviço. É como uma pessoa experiencia algo.Estou trazendo experiência aqui como aprendizado através da prática e da vivência, mas também (e aliás, muito importante) como um conhecimento adquirido através da utilização dos sentidos. E também comentando uma crítica do Don Norman, é mais do que fazer um aplicativo, do que ser um web designer, apesar de isso se relacionar com UX, é toda a interação de alguém com aquele produto, sendo assim não é restrito a parte física do produto somente (em uma solução digital, podemos pensar nas telas e no design visual dele). O que vou aprender no curso de UX Design da Digital House?No curso de UX Design da DH, além de entendermos mais sobre o que é User Experience, vamos aprender os conceitos básicos de como construir e melhorar um produto. Passando por todas as áreas de UX, que são basicamente pesquisar, projetar, testar e iterar. É assim que criamos uma entrega de design de qualidade. Nós gostamos muito de colocar a mão na massa, então não se preocupe, você terá a oportunidade de entender na prática como essas etapas acontecem! Para cada aula teórica, nós separamos um tempinho de prática.Ao longo do curso você aprende maneiras de pesquisar o usuário, sendo elas baseada em números (quantitativa) ou respostas abertas (qualitativa). Depois, as necessidades de negócio e como trabalhar em cima do canvas da proposta de valor, criando a estrutura de uma solução digital, entendendo seu fluxo, suas hierarquias e as tarefas do usuário.Sim, você vai fazer um protótipo do 0, com todo o suporte do UI Design e depois testar, vamos testar muito. É dessa forma que você entende os erros, os acertos e os transforma em aprendizado, melhorando a solução em um ciclo sem fim! Por fim, durante todo o processo, você terá a oportunidade de desenvolver um projeto de Experiência do Usuário para levar para o portfólio de UX, baseando-se nas ODS da ONU (Os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável são um apelo global à ação para acabar com a pobreza, proteger o meio ambiente e o clima e garantir que as pessoas, em todos os lugares, possam desfrutar de paz e de prosperidade), como por exemplo, um Projeto Integrador de alunos do curso de UX da Digital House que trouxe uma plataforma que conecta grandes empresas com a periferia, oferecendo capacitação e vagas.O papel do UX Designer Ser um UX Designer é essencialmente projetar soluções para pessoas, observar o tempo todo como ela está sendo usada pelos mesmos e assim melhorá-las continuamente. É dessa forma que fazemos, passando muito tempo observando quem são as pessoas que utilizam um certo produto e entendendo as necessidades delas e como elas utilizam o produto. É entender que design é iterativo, trabalhamos sempre em ciclos.Listo, então, algumas das principais habilidades comportamentais que um UX Designer tem:- Tem afinidade com coleta e análise de dados- Flexível que consiga lidar com um processo cheio de incertezas e levar como aprendizado- Pensamento sistêmicoAlguns disclaimers: Apesar de não necessariamente precisar de uma formação acadêmica específica para entrar na área de UX (mercado de tecnologia, no geral), ainda sim é preciso estudar bastante porque temos muitas áreas correlatas! E também, apesar de nós recebermos muitas pessoas de áreas criativas, o design, necessariamente, é sobre funcionalidade. É isso que estamos fazendo, ajudando usuários a atingir um objetivo da melhor forma possível. Alguns cargos mais específicos da área de UX Design são:- UX Research: é responsável por toda a parte de pesquisa do design, aplicação de métodos e análise de dados.- UX Strategist: cargo mais ligado à área de Negócios. Esse profissional é quem lida diretamente com decisões de proposta de valor e modelos de negócios.- UX Writer: criação por todo o conteúdo escrito de um produto. Garante o melhor entendimento e alinhamento da comunicação com o usuário.- Arquiteto de Informação: definição das estruturas e hierarquias de um produto. Tem pensamento sistêmico. Geralmente é o que mais se associa ao UX Design.- UI Designer: prototipação das telas e como elas interagem com os usuários. Garante que a interface cumpra o que foi projetado pelo UX Designer e atenda a identidade visual do projeto.Curso de UX Design da Digital HouseGostou de conhecer mais sobre como funciona o curso de UX Design da Digital House? Como falamos ao longo do texto, aqui você aprende com a mão na massa. Através das nossas aulas remotas, que são 100% ao vivo, você tem a oportunidade de se tornar UX Designer aplicando todos os conceitos aprendidos na sala de aula em prática.Além disso, todos os alunos podem participar do programa de apoio à recolocação e transição de carreira, de forma que consiga alcançar os objetivos da sua vida profissional.Leia mais no blog DH:+ Entenda quais são os tipos de UX Research+ Etnografia no UX: como entender a relação do consumidor com produtos e serviços+ Prototipagem: 5 ferramentas de prototipação que você precisa conhecerE aí, já segue a gente no Twitter? Vem pra rede, vamos conversar sobre habilidades digitais! ;)

Carreira profissional: conheça as profissões que ganham bem e não precisam de faculdade img
#Carreira

Carreira profissional: conheça as profissões que ganham bem e não precisam de faculdade

Ganhar bem, sem precisar fazer, no mínimo, 4 anos de faculdade. Sem dúvida, esse é um desejo presente em muitas pessoas que, normalmente, não conhecem as profissões que ganham bem e não precisam de faculdade.No entanto, a situação se mostra diferente, principalmente para as pessoas que possuem interesse na área de tecnologia. São poucos profissionais qualificados para muita demanda. E não somente no Brasil, mas também em outros países, pois esse é um cenário mundial.Por que existem profissões que ganham bem e não precisam de faculdade?Normalmente, quando se fala de profissões que não exigem faculdade, sempre há a divisão de opiniões por ser um tema que costuma ser polêmico. Está enraizado na cultura o ingresso em uma graduação logo que os estudantes se formam no ensino médio, sem cogitar outros tipos de caminhos "menos tradicionais". Mas sim, é possível existir profissões que ganham bem e não precisam de faculdade. De um lado, muitas pessoas defendem que a faculdade é perda de tempo. Há alguns no meio disso, dizendo que depende e outros falando que é essencial e assim por diante.Mas não podemos negar os fatos, existem sim profissões que pagam bem e não exigem uma graduação para ingressar na carreira. Isso porque um curso superior de faculdade foca na formação em uma área de conhecimento, deixando de lado as questões técnicas que o mercado exige tanto, embora tenham módulos voltados para tal.Além disso, ela fornece bases teóricas e práticas da área escolhida para, assim, utilizar desse conhecimento para diferentes contextos e caminhos. Um aluno pode escolher seguir no mercado de trabalho, fazer uma pesquisa ou escolher outras opções depois de se formar.Sendo assim, o objetivo da faculdade de tecnologia da informação, por exemplo, é explicar conceitos que estão por trás de toda área e não ensinar a construir websites, aplicativos ou as tecnologias mais modernas. Para isso, a pessoa pode fazer um curso específico da função que deseja, como as da Digital House.Portanto, tenha cuidado com as suas expectativas. Se optar por entrar na faculdade, para buscar entender o “como fazer" ou o passo-a-passo, na realidade você entenderá o “o que” e o “porquê” e isso pode causar uma grande decepção.O RH quer habilidade e não somente um diploma de graduaçãoCada vez mais as pessoas se decepcionam com suas experiências durante a graduação e procuram profissões que ganham bem e não precisam de faculdade. Isso ocorre porque o acesso às universidades públicas, que são as prioridades de escolha dos estudantes, é restrito e a consequência é um mercado competitivo com inúmeras opções de instituições particulares.Essa alta concorrência obriga as universidades a reduzir suas mensalidades, para atrair novos alunos e, em muitos dos casos, acaba afetando a própria infraestrutura, com falta de atualização de livros, materiais, laboratórios e a própria tecnologia para colocar os conhecimentos em prática.Com este cenário, junto ao fato de as faculdades não ensinarem habilidades técnicas específicas, as empresas acabam abrindo mão dos diplomas, procurando características que demonstram grande potencial do candidato para complementar posteriormente seus conhecimentos em treinamentos internos.Entretanto, deixar de contratar sem uma graduação não quer dizer que as empresas não possuem critérios. Muito pelo contrário! O candidato deve comprovar seu conhecimento dos assuntos nas entrevistas, as quais, na maioria das vezes, possuem testes de habilidades. Mais importante do que possuir um diploma, é ter o desejo de fazer acontecer. Empresas desse segmento querem pessoas dinâmicas, hábeis, inconformadas por natureza e que buscam soluções para os problemas.A área de programação como exemplo de carreiraO curso superior é muito importante em diversas carreiras e especialidades. Entretanto, algumas delas podem ser exercidas se o profissional tiver conhecimentos técnicos e a busca constante por aperfeiçoamentos na área, além de pagarem muito bem!Um exemplo é a área de programação. Um desenvolvedor de aplicativos, por exemplo, possui uma gama enorme de oportunidades no mercado de trabalho, com poucos profissionais competindo por uma mesma vaga.Quem possui o domínio das linguagens de programação, como o JavaScript, por exemplo, e se familiariza com o mundo digital, pode desenvolver aplicativos, contribuindo com grandes empresas.Há diversos cursos da área, como os da Digital House em Desenvolvimento Mobile iOS ou Desenvolvimento Mobile Android, que fornecem a base necessária de conhecimento técnico para o aprimoramento da profissão.Independentemente de como adquirir as habilidades técnicas, comprovar esse domínio já basta para conseguir ingressar no mercado de trabalho na área. Possuir um bom portfólio é essencial nesse contexto.Programa Certified Tech Developer: a oportunidade para ingressar em uma carreira de sucessoNós te contamos que a programação é um exemplo de carreira de sucesso e não exige faculdade. Neste contexto, apresentamos o programa Certified Tech Developer, da Digital House.Ele foi desenvolvido para jovens e fornece, de maneira intensiva, todos os conhecimentos necessários para a sua inserção no mercado de trabalho, por meio da indústria tecnológica com programação.Ao fim dos dois anos, o programa oferece o título de Certified Tech Developer (Tech Degree), um novo conceito acadêmico baseado em metodologias ágeis e focado na prática.Com essa certificação, é possível atuar em diversas especialidades, sendo que os participantes também terão a oportunidade de escolher a especialização de front-end specialist ou back-end specialist.No mercado de trabalho de toda a América Latina, existe uma crescente necessidade de pessoas qualificadas em tecnologia, mas, ao mesmo tempo, a porcentagem de jovens capacitados para o segmento é muito baixa.Quais os requisitos e o objetivo do programa?Essa é uma oportunidade destinada para jovens, sem experiência prévia em programação, que queiram aprender de maneira intensiva, obtendo toda a base de conhecimento necessária para o dia a dia profissional e assegurando sua empregabilidade.O aluno terá a oportunidade de aprender programação do zero. Os únicos requisitos são: conclusão do ensino médio e idade mínima de 16 anos. Ao final do primeiro ano de curso, o aluno já terá conhecimentos suficientes para ingressar no mercado de trabalho.Agarre essa oportunidade única!As inscrições são limitadas e terminam no dia 14 de abril. São 250 bolsas disponíveis, de até 95% de desconto!Portanto, não perca tempo e se inscreva agora mesmo em um programa com um modelo de aprendizagem prática, que capacitará o aluno da melhor maneira para qualquer desafio profissional que possa enfrentar.Leia mais no blog DH:+ Escola de marketing digital: Conheça os cursos de marketing da Digital House+ Métricas de marketing: como defini-las em um plano de estratégia?+ Marketing digital para iniciantes: 10 dicas de como começar na carreira