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Qual a diferença entre data lake e data warehouse?

Qual a diferença entre data lake e data warehouse?
#Dados
9 de abril - min de leitura

Nos últimos anos, todos os segmentos de mercado têm passado por diversas transformações de ampla magnitude (transformação digital, indústria 4.0, internet das coisas, inteligência artificial entre outros). Desta forma, a diferença entre data lake e data warehouse acaba aparecendo, pois dados e analytics estão no centro destes acontecimentos como viabilizadores e sendo o “novo petróleo”.


Porém, como qualquer problema ou desafio, há diversas formas e estruturas que podem ser utilizadas para solução ou atingimento da estratégia de dados desejada. Neste artigo vamos explicar a diferença entre data lake e data warehouse, componentes, conceitos que são muito utilizadas pelas empresas como fundamentais para permitir a adoção de uma cultura direcionada a dados, o Data Warehouse e o Data Lake.

Antes de entender a diferença entre data lake e data warehouse

Para conseguirmos entender corretamente a diferença entre data lake e data warehouse e por que as empresas adotam uma ou outra solução, ou até ambas, precisamos primeiro entender qual sua origem e de onde estas surgiram. Começaremos pelo Data Warehouse, ou DW, por ser o mais antigo dos dois.

Trajetória Data Warehouse

No início da década de 1970 quando houve uma revolução de acessos e usos para bancos de dados relacionais, as áreas de tecnologia se depararam com um problema complexo na época: sistemas transacionais e modelados para tanto não estão mais sendo suficientes e performáticos para análises e relatórios complexas que as áreas precisam. 

Sendo assim, fazia-se necessário a criação de uma forma nova de armazenamento, modelagem, processamento e disponibilização de dados que fosse capaz de suprir as diferentes necessidades analíticas que os diferentes departamentos (marketing, compras, atendimento ao cliente etc) da empresa tinham.

Segundo o glossário de termos técnicos da empresa de pesquisa Gartner, um Data Warehouse pode ser conceituado como: uma arquitetura de armazenamento designada para deter dados extraídos dos sistemas transacionais, operacionais e fontes externas. 

O Data Warehouse então combina esses dados de formas sumarizadas e adequadas para consumos, análises e relatórios a nível corporativo atendendo a necessidades pré-definidas dos negócios. Porém essa conceituação moderna é a consequência, principalmente, do trabalho de Bill Inmon, conhecido como o pai de Data Warehousing e segundo a revista Computerworld uma das dez pessoas de tecnologia mais significativas dos últimos 40 anos.

Nas décadas de 70 e 80, Bill Inmon dedicou seu trabalho a estudar e criar o que seriam conhecidos como os primeiros modelos de Data Warehouse. Porém apenas em 1992 quando ele publicou o seu livro Building the Data Warehouse, que seu trabalho ganhou notoriedade mundial. 

Em sua abordagem, o design de criação da arquitetura de dados focada no Warehouse é de que haja um forte trabalho de preparação, modelagem e governança de dados para gerar o armazenamento do DW, e uma vez isso estruturado, visões especializadas para cada necessidade (data marts) serão gerados (essa abordagem é conhecida hoje como top-down).

As aplicações e casos no modelo Inmon passaram a crescer, e como qualquer modelo, framework, no mundo de tecnologia, pessoas e empresas começaram a encontrar problemas e dificuldades no modelo teórico proposto pelo autor. Nessa mudança dos tempos entra o “segundo pai do Data Warehousing”, Ralph Kimball.

Ralph Kimball ganhou sua notoriedade por sugerir uma abordagem mais prática em seu livro The Data Warehouse Toolkit publicado em 1996. Nessa publicação, ao contrário da abordagem top-down de Inmon, o autor introduz que o DW na verdade pode ser criado a partir da coleção de Data Marts e uma camada que distribui informação para eles (conhecido como Information Bus ou Information Hub) em uma abordagem “bottom-up”.

De maneira geral, criar um DW é uma jornada complicada, custosa e que requer o alinhamento de diversas áreas. No tocante às abordagens, ambas são padrões para DWs e a preferência por uma ou outra dependerá de questões como: orçamento, conhecimento interno, tempo de desenvolvimento e diversos outros fatores que a estratégia de dados da sua empresa poderá absorver ou não.

A evolução para o Data Lake

Esses modelos de arquitetura sustentaram empresas por anos e foram utilizados em todo o globo. Porém o mundo de dados e analytics evoluiu para ser algo mais dinâmico, flexível, volumoso, veloz, variável, o prelúdio do que conhecemos hoje como Big Data.

Em uma situação de negócios que requer constantes mudanças e evoluções, as abordagens de Kimball e Inmon são complicadas e pouco flexíveis pois precisam promover os dados desde os sistemas transacionais até o DW através de extrações, transformações e cargas que uma vez concluídas, já previsão evoluir novamente. 

Essas necessidades aliadas a novas formas de análises (dados não estruturados, por exemplo), maiores capacidades de armazenamento de baixo custo e maior sinergia entre as áreas de tecnologia e negócios, forçaram a criação de um conceito de Data Lake, explicado pela Gartner como: um conceito que consiste na coleção de vários tipos de dados, em seu formato bruto, ou mais bruto possível, sendo cópias diretas de suas origens.

Nessa conceituação um Data Lake atacava o coração de várias problemáticas dos DWs por garantir maior flexibilidade, velocidade de projetos, facilidades de acessos entre outros. Atualmente esse componente é adotado como um dos padrões das arquiteturas de dados justamente por viabilizar mais facilmente a adoção de culturas de dados, big data e analytics escaláveis a níveis corporativos.

Diferença entre data lake e data warehouse – Qual escolher?

A resposta para essa pergunta não é simples e todas as vezes será acompanhada de um “depende”. Apesar disto há algumas questões que dividem claramente o caminho a seguir:

1) Já tenho um DW. Devo jogá-lo fora e criar um Data Lake?

De maneira alguma. Os esforços empregados na criação do DW não devem ser descartados, mas sim evoluídos. DWs e Data Lakes convivem muito bem juntos, pois possuem funções complementares e agregam as áreas simultaneamente. Com o advento de tecnologias de Cloud Computing, as opções de arquiteturas têm se tornado muito flexíveis e podem abarcar diversas necessidades simultaneamente.

2) Sou uma empresa nova. Crio um DW, um Data Lake ou ambos?

Recomendo a criação de um Data Lake. O custo inicial de tecnologia e mão de obra será menor, além de que este pode crescer de tamanho e capacidade de processamento conforme a sua demanda cresce junto. O DW requer que a sua empresa tenha profissionais com alto conhecimento do ciclo de vida dos dados como um todo, e isso não é algo simples para quem está começando agora.

3) Existe algum problema em comum dos DWs e Data Lakes?

Sim, e muito sério. Governança e Qualidade de Dados serão os calcanhares de Aquiles de ambos. Em um mundo big data que o volume, velocidade e variedade dos dados só aumenta, aliado a necessidades legais como LGPD e como dados de baixa qualidade afetam os serviços e produtos que o cliente final consome, não ter uma estrutura robusta de ambos os temas aniquilará qualquer empreitada mais cedo ou mais tarde.

4) Quero dar mais autonomia para as áreas de minha empresa criarem suas próprias análises ao invés de demandarem tudo para tecnologia construir. Qual devo escolher?

Novamente recomendo o Data Lake. Por possuir o dado bruto e de diversas fontes no mesmo local, há um potencial de data discovery e análise alto para quem detêm o conhecimento do negócio. O papel das áreas de tecnologia aqui será prover as soluções, integrações e conexões que facilitem essa autonomia, auto-serviço.

5) Preciso entregar visões já com dados trabalhados e que tenham alta performance de processamento e capacidade de compreensão pelos usuários de negócio. Qual escolher?

Nessa conjuntura o DW é mais indicado. O Data Lake não possui uma modelagem definida e isso complica as formas de consumo, forçando nas áreas um maior conhecimento no dia-a-dia de dados (queries, análise, acessos, processamento distribuído etc). 

O DW força estruturas de dados com modelagens mais familiares e correlatas de forma a simplificar o entendimento do “leitor”, além de ser algo concentrado para uma necessidade específica (data mart).

A constante metamorfose das arquiteturas de dados

Como falado antes, há diversas formas de resolver o mesmo desafio, problemática. A beleza e as oportunidades que são geradas pelo mundo de dados são praticamente infinitas pois a todo momento novos conceitos, fundamentos e tecnologias são criados que forçam a reformulação das estratégias de negócios e consequentemente as de tecnologia.

Há 10 anos, pensar que um aparelho doméstico como uma geladeira, cafeteira ou microondas poderia possuir um dispositivo que envia dados em tempo real (internet das coisas) para o fornecedor conseguir prover um serviço melhor de manutenção, por exemplo, parecia algo insano. Estar atualizado sobre as tendências de tecnologia e como estas fazem a diferença para os negócios é a linha entre sucesso e o fracasso das empresas.

Para manter-se atualizado, e em constante metamorfose junto ao mercado, que tal se inscrever no curso de Data Analytics da Digital House? Nele você aprenderá a utilizar toda a cadeia de valor dos dados, suas tecnologias, conceitos e componentes para realizar análises robustas e perenes que criem o diferencial competitivo seu como profissional e de sua empresa no mercado, e claro, aprender na prática a diferença entre data lake e data warehouse.

As aulas são ministradas por grandes especialistas do mercado, dinâmicas e 100% ao vivo, capacitando o aluno da melhor maneira. Além disso, os alunos podem fazer o curso de Gestão de Carreira gratuitamente e participar de feiras de recrutamento exclusivas (Recruiting Day).

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#Dados

Área de Dados: conheça as principais ferramentas de Big Data e o seu panorama de mercado atual

Não importa o tamanho da empresa, seja uma gigante como a NASA ou um pequeno negócio local, as organizações podem potencializar suas estratégias e tomar as melhores decisões ao utilizar as ferramentas de Big Data para transformar as informações em inteligência.Quer entender mais sobre isso? Acompanhe este artigo e saiba tudo sobre o tema.Recapitulando: o que é Big Data?Com origem na língua inglesa, Big Data quer dizer grandes dados. Na prática, consiste na organização e interpretação de um alto volume de informações, entendendo o que é relevante ou não para as empresas.Como comentamos, todos os dias, milhares de informações são geradas e disponibilizadas na internet. Com isso, as empresas precisam ter profissionais capacitados para lidar com tudo e fazer com que possam tomar as melhores decisões em diferentes contextos, por possuírem informações de valor, com insights importantes em seu nicho de atuação.Quais são os 5 Vs do Big Data?No dia a dia, alguns fatores são levados em conta para que as organizações possam fazer uma boa gestão de dados. Eles são conhecidos como os 5 Vs do Big Data. Confira:VolumeO volume refere-se à enorme quantidade de dados produzidos na Era Digital. Entender essa explosão de informações a partir do surgimento da internet é essencial para que as empresas possam definir as formas de gerenciamento de maneira efetiva.VelocidadeRelacionando com o V anterior, milhares de dados surgem a cada segundo. Ou seja, é tudo muito rápido. No entanto, em paralelo, à medida que a tecnologia avança e novos dispositivos vão surgindo no mercado, a gestão dos dados também pode acompanhar esse ritmo acelerado, sendo capaz de lidar com o Big Data em tempo real.VariedadeExistem diferentes fontes e formatos de dados, que geram complexidade aos processos de coleta, compilação, organização e análise. Para uma boa gestão de dados, é preciso ter ciência disso, a fim de contribuir na geração de informações mais completas com insights relevantes às empresas.VeracidadeO V de veracidade é essencial para a validade dos dados. Todas as informações precisam ser verídicas e atualizadas, com o objetivo de gerar oportunidades e insights confiáveis e embasar as decisões das empresas com precisão e segurança.ValorPor fim, mas não menos importante, temos o V de valor. Nem todas as informações possuem relevância para as empresas. Portanto, cada organização precisa ter os seus objetivos e público-alvo bem definidos para conseguir dados relevantes às suas decisões.Os benefícios do Big Data aos negóciosPor que investir em ferramentas de Big Data em sua empresa? Separamos os principais benefícios de investir no processamento e organização dos dados para as organizações. Confira:Fortalecimento do relacionamento com o clienteQuando uma empresa coleta dados, como um histórico de compras ou conversas sobre seus clientes, é possível obter feedbacks e insights para traçar estratégias e tomar novas decisões, a fim de se aproximar ainda mais deles.Conhecer quem é o seu público e quais são as suas necessidades é imprescindível para que uma marca possa criar campanhas personalizadas e certeiras, contribuindo para um aumento de ticket médio e promovendo uma maior fidelização dos clientes ao negócio.Vantagens de mercadoAo compreender a importância do Big Data, uma empresa, além de se tornar mais consciente sobre diferentes pontos do seu negócio, pode entender melhor o seu nicho de mercado. Ou seja, compreender o que funciona ou não e o que está faltando para tornar tudo ainda melhor.São pontos que fazem toda a diferença, principalmente considerando a alta competitividade entre organizações.Tomadas de decisãoComentamos bastante sobre esse ponto, mas é preciso destacar que, ao ter insights valiosos em mãos, é possível otimizar e aplicar melhorias em qualquer parte dos processos de uma empresa, tomando decisões sábias e estratégicas.Identificação de padrõesOrganizar e analisar um grande número de dados com as ferramentas de Big Data, permite identificar e traçar padrões de consumo, o que talvez a olho nu seria impossível.Essa amplitude e profundidade de visão faz toda a diferença na hora de reavaliar os planejamentos, assim como segmentar clientes e/ou leads, desenvolvendo campanhas que realmente atinjam a sua dor, tornando-as mais assertivas.As principais ferramentas de Big DataUm bom profissional de Big Data deve dominar e trabalhar com a ajuda de ferramentas para lidar com tantos dados. Sendo assim, separamos algumas plataformas para ajudar você nas demandas. Veja:TableauEsta é uma ótima opção de ferramenta para visualização de dados. O software permite a criação de mapas, gráficos, tabelas, entre outros diversos recursos para facilitar a compreensão das inúmeras informações do Big Data.Power BIUma das principais características dessa ferramenta é a possibilidade de integração de diferentes fontes de dados, como planilhas de Excel, redes sociais, aplicativos na nuvem etc. O software também permite a criação de dashboards e relatórios dinâmicos de maneira rápida e simples.HadoopEsta é uma das ferramentas mais importantes no setor de Big Data. Sua estrutura é 100% em código aberto e possui uma enorme capacidade de processamento de dados em larga escala.RapidMinerO RapidMiner é a plataforma ideal para atividades de ciência de dados e aprendizagem de máquina. O software oferece suporte a diferentes pontos, como a preparação de dados, visualização, análise, modelagem, entre outras etapas e funcionalidades.Como está o panorama de mercado do Big Data?O mercado de Big Data está aquecido e não é à toa. Os dados não param de surgir e as empresas precisam de profissionais capacitados para executar todos os processos de Data Science.A indústria 4.0 revoluciona o mercado de trabalho, com suas transformações digitais cada vez mais presentes, destacando determinadas carreiras, como a área de Dados que já garantiu o seu espaço e é uma tendência certa para o futuro.De acordo com um levantamento realizado pelo LinkedIn, as carreiras na área de dados estão entre as 15 profissões mais em alta no mercado.A equipe que trabalha na área precisa ser multidisciplinar, que domine tecnologia, desenvolvimento, administração, marketing, engenharia, estatística e matemática.Se você se interessou em ingressar neste mercado e dominar as diversas ferramentas de Big Data, saiba que obter uma certificação de um curso é um ótimo diferencial para a jornada do profissional e às empresas. Isso porque ela mede e comprova os conhecimentos, requisitos e habilidades técnicas aos empregadores.Recomendamos que você confira a grade completa dos cursos de Data Science e Data Analytics da Digital House. Eles são as melhores escolhas para garantir o seu sucesso profissional. As aulas são dinâmicas, 100% ao vivo e ministradas por professores especialistas, que também atuam nas grandes empresas do mercado. Inscreva-se agora mesmo!Leia mais no blog DH:+ Google Analytics Dashboard: crie e personalize com o nosso passo a passo+ O que é brand equity e como as empresas geram valor de marca em seus produtos e serviços+ Marketing digital para iniciantes: 10 dicas de como começar na carreiraE aí, já segue a gente no Twitter? Vem pra rede, vamos conversar sobre habilidades digitais! ;)

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#UX

Linguagem inclusiva: qual a relação com UX e como promovê-la nas empresas?

Este é um ponto muito importante quando pensamos no aumento de organizações que valorizem as pessoas no mercado, independentemente de qualquer condição. No entanto, ao falamos sobre desenvolvimento de produtos digitais e as experiências proporcionadas aos seus usuários finais, como a linguagem inclusiva pode ser aplicada?Neste artigo, vamos explicar o que é a linguagem inclusiva, sua importância e falar também da sua relação com a área de UX. Acompanhe os próximos tópicos!O que é linguagem inclusiva?A linguagem inclusiva possui o objetivo de proporcionar uma comunicação que não exclua ou diminua nenhuma pessoa, independentemente de condição, gênero ou grupo, e sem precisar modificar o idioma. Ao invés de separar, repelir ou agredir, ela agrega, respeita e acolhe a todos.Um exemplo de linguagem inclusiva, usado bastante pelas empresas, é o uso de coletivos. Ao invés de separar e focar em um gênero, o propósito é englobar todos, seja em uma situação escrita ou falada. Na prática, seria como se disséssemos "Bom dia a todas as pessoas".Qual a diferença entre linguagem inclusiva e linguagem neutra?Atualmente, no meio digital, são milhares de informações e conteúdos disponibilizados e consumidos a todo o momento. Com isso, muito se fala sobre linguagem inclusiva, neutra e as diversas formas de abraçar as minorias em textos ou peças publicitárias.É importante saber que as duas linguagens estão sempre juntas. No entanto, existe uma diferença entre essas formas de comunicação. A linguagem inclusiva busca acolher e abraçar todas as pessoas com palavras e variações já existentes no idioma aplicado.Já a linguagem neutra, apesar de ter o mesmo objetivo, altera pronomes e outras terminologias, implementando novas palavras nos vocabulários, a fim de abranger qualquer pessoa, independentemente do gênero que se identifique. Um exemplo é o uso do "e" em palavras com variações de "o" e "a": todos, todas e/ou todes.Em um mundo digital, que possibilita uma melhor comunicação entre as pessoas, além da disseminação de informações, esses tipos de linguagens vêm se difundindo de maneira efetiva. Ao acessarmos as redes sociais, blogs, artigos, sempre nos deparamos com elementos de ambas as redações.A língua portuguesa, por conta de um histórico patriarcal, aponta o gênero masculino como o correto ao representar a pluralidade. No entanto, a linguagem inclusiva e neutra representa alternativas que se distanciam dessa tradição linguística.Como adaptar ela em UX e qual a sua importância?Quando falamos sobre a Experiência do Usuário (UX), temos a área da escrita, mais conhecida como UX Writing. Nos últimos tempos, ela tem sido muito comentada e não é à toa. No desenvolvimento de sites e aplicativos, também é um grande diferencial ao acrescentar mais propriedades na usabilidade de um produto ou serviço.Além disso, no processo de desenvolvimento, a linguagem inclusiva pode ser aplicada não somente na própria interface, mas também no conteúdo de e-mails, artigos, redes sociais, notificações, entre outros canais de comunicação ligados ao produto digital.O foco da aplicação da linguagem é a garantia de uma boa percepção e usabilidade por parte dos usuários finais, sempre considerando as demandas, necessidades, bem-estar, conforto e solução de problemas da melhor forma. Infelizmente, vivemos em uma sociedade que ainda reproduz estigmas em relação ao gênero e/ou orientação sexual.E esse é um dos principais objetivos da linguagem inclusiva: repelir a propagação desses preconceitos, estabelecendo uma comunicação acolhedora e garantindo uma experiência ideal, que reflita os melhores valores de uma marca.Sendo assim, a comunicação escrita e a linguagem inclusiva podem – e devem – ser ferramentas a favor da diversidade, seja em UX Writing, copywritings, redes sociais, entre outras situações, a fim de quebrar estigmas e mostrar novas formas de comunicação.Que tal ser um especialista em UX?Agora que você já sabe a importância da linguagem inclusiva nos processos de desenvolvimento de produtos, deve saber também que realizar um curso na área de UX é uma ótima alternativa para ingressar na área, adquirindo uma base sólida de conhecimentos a serem utilizados e aplicados nas empresas.Na Digital House, temos o curso de Experiência do Usuário (UX). Além de ensinar o processo como um todo, ele aborda a área de UX Writing, tornando possível a especialidade ao aluno.Além disso, todos os alunos podem participar do programa de apoio à recolocação (gratuito) e em feiras de recrutamento exclusivas (Recruiting Day). Inscreva-se e impulsione sua carreira profissional agora mesmo!Leia mais no blog DH:+ Google Analytics Dashboard: crie e personalize com o nosso passo a passo+ O que é brand equity e como as empresas geram valor de marca em seus produtos e serviços+ Marketing digital para iniciantes: 10 dicas de como começar na carreiraE aí, já segue a gente no Twitter? Vem pra rede, vamos conversar sobre habilidades digitais! ;)

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#Marketing

Vídeo marketing: conheça tudo sobre a estratégia de conteúdo

Não podemos negar: os vídeos transformaram a forma de consumo de conteúdo na internet. De acordo com dados da CISCO, 82% do tráfego online partem deles, ou seja, esse se tornou o formato favorito dos usuários.As principais redes sociais já possuem recursos exclusivos para veiculação de vídeos. Se algum dia o vídeo marketing já foi considerado uma ferramenta secundária, hoje ele é essencial para qualquer organização que queira se destacar no mercado e no ambiente online.Acompanhe este artigo e entenda tudo sobre a estratégia. Saiba o que é e como aplicá-la no dia a dia. Confira.O que é vídeo marketing?O vídeo marketing é uma estratégia de conteúdo que utiliza o formato audiovisual. Através dela, as empresas conseguem atrair, converter e reter seus visitantes, com uma eficiência superior a outros tipos de publicações.E isso já foi comprovado. Para se ter noção, um levantamento realizado nos EUA constatou que uma experiência do cliente que possui um anúncio ou apresentação em vídeo aumenta as chances de compra em até 97%. Isso representa muita coisa.Por consequência, a estratégia ganha cada vez mais espaço dentro do mercado e em diversos tipos de canais e fases do funil de marketing de uma empresa.Por que apostar na estratégia?Para entendermos melhor o porquê e como a estratégia de vídeo marketing pode ser vantajosa para as empresas, separamos os seis principais motivos e benefícios. Confira:1) Os vídeos são uma ótima alternativa para aumentar o tráfego dos canais digitais de uma empresaO tráfego orgânico é um dos principais objetivos para qualquer negócio que deseja obter sucesso com o marketing digital e os vídeos promovem esse benefício.Segundo um estudo feito pelo Wyzowl, 86% das organizações que usam o vídeo marketing em suas estratégias notaram um aumento em seu tráfego orgânico.2) Retorno sobre o InvestimentoO ROI (Retorno sobre o Investimento) representa todos os resultados concretos a partir de uma estratégia adotada por uma empresa, como geração de leads e aumento no número de vendas. Neste contexto, o vídeo marketing, por ser um tipo de conteúdo bastante consumido, traz mais visibilidade para uma marca e se sai muito bem nesses retornos.3) Os vídeos são facilmente consumíveisA frase "uma imagem vale mais que mil palavras" nunca fez tanto sentido. Isso porque as pessoas costumam se identificar facilmente com o conteúdo em vídeo marketing, por conta de sua dinamicidade e didática, caso seja bem planejado.4) Fortalecimento da relação entre consumidores e marcasAs compras realizadas digitalmente aumentaram 68% em 2020. No entanto, ainda existe certa resistência de uma parte dos consumidores brasileiros, ao realizar esse tipo de compra. Isso acontece, principalmente, pela ausência de contato físico com os produtos.Neste contexto, o vídeo marketing se torna a alternativa ideal para solucionar esse problema, de maneira mais assertiva. Eles dão a sensação de mais proximidade por mostrar, de fato, as funcionalidades de um determinado produto.5) Os vídeos também podem ser utilizados no e-mail marketingDe acordo com dados do site Statista, até 2024, o número de usuários de e-mail chegará a 4,5 bilhões. Isso representa mais da metade da população mundial.Sendo assim, é fato que o e-mail marketing continua sendo um ótimo meio para nutrir leads, promover engajamentos contínuos e construir relacionamentos com clientes. Ao desenvolver a estratégia, é preciso que os e-mails sejam atraentes, para despertar a curiosidade e o engajamento do público.Neste contexto, os vídeos podem ser ótimos formatos a serem aplicados! Muitas empresas pensam que o audiovisual não se encaixa dentro do e-mail, mas é possível criar uma campanha utilizando o formato de maneira eficiente.Levantamentos da área já confirmaram que a utilização de vídeos em e-mail marketing é capaz de aumentar a taxa de cliques em até 300%. Isso porque os usuários não conseguem conter a curiosidade e fazem questão de conferir o conteúdo.6) Os vídeos também podem auxiliar na retenção e fidelização de clientesOs clientes fiéis podem divulgar um produto ou marca de boca em boca, tornando-se os melhores vendedores. Além disso, o feedback deles também pode fazer toda a diferença para as pessoas que procuram referências e querem ter certeza de que irão fazer a melhor compra.Sendo assim, os vídeos com depoimentos e experiências de usuário são uma ótima alternativa para ajudar a atrair novos clientes e trabalhar na retenção e fidelização dos mesmos.Na Digital House, temos o curso de Marketing Digital. Essa é a melhor maneira de aprender e se preparar para os desafios da área, dominando as principais estratégias do mercado, como o próprio vídeo marketing. As aulas são 100% ao vivo, online e ministradas por grandes profissionais do mercado.Além de proporcionar toda a base de conhecimento, os alunos podem participar do programa de apoio à recolocação (gratuito) e das feiras de recrutamento exclusivas (Recruiting Day). Impulsione sua carreira e garanta o seu sucesso profissional agora mesmo!Tipos de vídeo para usar em sua estratégia de marketingVocê pode aplicar o vídeo marketing como ferramenta em sua estratégia, por meio de diversos tipos de formato. Separamos os principais para ajudá-lo a entender o que faz mais sentido em seu caso. Confira:Dicas rápidasEsse formato representa uma série de vídeos curtos, geralmente gravados na vertical, com dicas valiosas para os usuários sobre um determinado tema ou assunto que tenha domínio. Ele ganhou muita popularidade devido aos aplicativos, como TikTok e Kwai, que se tornaram os mais baixados no Brasil.Criar conteúdos desse tipo possibilita a criação de um grande volume de publicações relevantes com grande agilidade. Além disso, o fácil consumo facilita o engajamento, despertando o interesse dos consumidores em procurar outros materiais mais profundos ou até conferir o que a marca tem a oferecer em seu site.TutoriaisEste formato também é bastante utilizado pelas marcas e valorizado pelo público. Eles podem ser feitos em formato de videoaula, webinar, screencast, entre outros.Como os conteúdos desse tipo de vídeo marketing tratam de assuntos técnicos, que, na maioria das vezes, podem ser complexos, os usuários o procuram como alternativa para compreender de forma clara, ao invés de ler textos enormes sobre o tema.TeasersEste é outro tipo de vídeo curto que as marcas utilizam em suas estratégias, mas, dessa vez, trabalhando com a provocação e geração de expectativa sobre alguma novidade que está por vir.Assim como um filme ou série de TV que lança teasers para instigar o público a assistir a produção em seu lançamento, os produtos e serviços também podem ser os protagonistas, gerando curiosidade para alguma novidade relevante para sua persona.Cobertura de eventosAs empresas que costumam participar de eventos podem optar por esse tipo de vídeo marketing em suas estratégias. Neste caso, é possível abordar as principais atrações, como as que a marca está participando, entre outros pontos que podem interessar ao seu público.Transmissões ao vivo costumam fazer muito sucesso e gerar bastante engajamento.InstitucionaisAo invés de atuar somente na produção impressa ou fotos únicas como material institucional, os vídeos também podem ser uma ótima opção para transmitir os valores que a marca defende e seus padrões de qualidade, fortalecendo o branding e dando uma profundidade muito maior do que outras alternativas.EntrevistasDependendo do nicho de atuação no mercado, entrevistar profissionais especialistas na sua área pode trazer mais autoridade aos conteúdos de sua marca e isso, certamente, é um tipo de informação que pode atrair a atenção do seu público.Demonstrações de produtoVídeos com demonstrações de produtos ou serviços são uma ótima alternativa para os seus conteúdos e trazem mais autoridade para sua marca. Não se esqueça de veicular em pontos estratégicos de contato, como na página inicial ou landing pages do seu site, para que um maior número de pessoas tenha acesso.Muitos negócios, que hoje são enormes, como o Dropbox, começaram através de simples vídeos explicativos, que impulsionaram o número de clientes. Não deixe de considerar a opção para transformar as vendas de sua empresa.Como colocar o vídeo marketing em sua estratégia?Destacamos abaixo um passo a passo com dicas para a elaboração de conteúdos incríveis para sua marca, implementando o vídeo marketing na estratégia. Veja:1) Defina os seus objetivosEste é o primeiro passo. Para criar as melhores estratégias de video marketing, é preciso de uma motivação muito bem estruturada e definida. Sendo assim, mapeie se o objetivo é a conversão, engajamento, entre outras opções.2) Saiba quem é a sua personaA persona é a representação de uma figura fictícia do seu público, com todas as características essenciais, como motivações, necessidades, medos, objetos, entre outros pontos cruciais.Nesta etapa, para auxiliar uma determinada empresa a ter uma noção maior sobre o seu público, é preciso ter as respostas para as perguntas abaixo:• Quais são as redes preferidas do seu público?• Quais os formatos de vídeo mais consumidos?• Qual a disponibilidade e frequência do seu público para assistir vídeos?• Como o seu público se beneficiará a partir dos seus vídeos?3) Estabeleça os tipos de vídeos a serem produzidosCom a persona e o público-alvo definidos, é preciso entender qual formato de vídeo será a melhor opção para o conteúdo. Uma opção é fazer um benchmarking, entendendo o que a sua audiência acha e comenta nos vídeos das marcas concorrentes.Qual o tipo de informação encontrado e o que ele tem requisitado nesses vídeos? Pense em algo que está faltando na concorrência e busque o seu diferencial. Esteja sempre atento(a).4) Escolha os canais em que irá atuarNão é novidade que as redes sociais são uma realidade para todos os perfis de pessoas. Escolha o melhor canal para hospedar o seu conteúdo, considerando quem é o seu público.5) Tenha um calendário editorialPara fazer o melhor acompanhamento da sua estratégia de conteúdo com vídeo marketing, tenha um planejamento com todo o cronograma e frequência para a inserção dessas publicações, seguindo o interesse e os objetivos da marca com a campanha.Os testes são essenciais para avaliar se o projeto está funcionando ou não e, a partir dos resultados e feedbacks, é importante sempre aplicar melhorias e otimizações para aumentar os resultados e ter mais engajamento.Se você ficou interessado em aprender mais sobre o universo do Marketing Digital, recomendamos que você também leia sobre marketing de performance e os seus principais indicadores.Aproveite e confira os demais textos do Blog DH e a nossa biblioteca de conteúdo recheada de materiais ricos, para você aprimorar ainda mais os seus conhecimentos sobre as principais áreas da tecnologia.Leia mais no blog DH:+ Google Analytics Dashboard: crie e personalize com o nosso passo a passo+ O que é brand equity e como as empresas geram valor de marca em seus produtos e serviços+ Marketing digital para iniciantes: 10 dicas de como começar na carreiraE aí, já segue a gente no Twitter? 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