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Qual a diferença entre data lake e data warehouse?

Qual a diferença entre data lake e data warehouse?
#Dados
9 de abril - min de leitura

Nos últimos anos, todos os segmentos de mercado têm passado por diversas transformações de ampla magnitude (transformação digital, indústria 4.0, internet das coisas, inteligência artificial entre outros). Desta forma, a diferença entre data lake e data warehouse acaba aparecendo, pois dados e analytics estão no centro destes acontecimentos como viabilizadores e sendo o “novo petróleo”.


Porém, como qualquer problema ou desafio, há diversas formas e estruturas que podem ser utilizadas para solução ou atingimento da estratégia de dados desejada. Neste artigo vamos explicar a diferença entre data lake e data warehouse, componentes, conceitos que são muito utilizadas pelas empresas como fundamentais para permitir a adoção de uma cultura direcionada a dados, o Data Warehouse e o Data Lake.

Antes de entender a diferença entre data lake e data warehouse

Para conseguirmos entender corretamente a diferença entre data lake e data warehouse e por que as empresas adotam uma ou outra solução, ou até ambas, precisamos primeiro entender qual sua origem e de onde estas surgiram. Começaremos pelo Data Warehouse, ou DW, por ser o mais antigo dos dois.

Trajetória Data Warehouse

No início da década de 1970 quando houve uma revolução de acessos e usos para bancos de dados relacionais, as áreas de tecnologia se depararam com um problema complexo na época: sistemas transacionais e modelados para tanto não estão mais sendo suficientes e performáticos para análises e relatórios complexas que as áreas precisam. 

Sendo assim, fazia-se necessário a criação de uma forma nova de armazenamento, modelagem, processamento e disponibilização de dados que fosse capaz de suprir as diferentes necessidades analíticas que os diferentes departamentos (marketing, compras, atendimento ao cliente etc) da empresa tinham.

Segundo o glossário de termos técnicos da empresa de pesquisa Gartner, um Data Warehouse pode ser conceituado como: uma arquitetura de armazenamento designada para deter dados extraídos dos sistemas transacionais, operacionais e fontes externas. 

O Data Warehouse então combina esses dados de formas sumarizadas e adequadas para consumos, análises e relatórios a nível corporativo atendendo a necessidades pré-definidas dos negócios. Porém essa conceituação moderna é a consequência, principalmente, do trabalho de Bill Inmon, conhecido como o pai de Data Warehousing e segundo a revista Computerworld uma das dez pessoas de tecnologia mais significativas dos últimos 40 anos.

Nas décadas de 70 e 80, Bill Inmon dedicou seu trabalho a estudar e criar o que seriam conhecidos como os primeiros modelos de Data Warehouse. Porém apenas em 1992 quando ele publicou o seu livro Building the Data Warehouse, que seu trabalho ganhou notoriedade mundial. 

Em sua abordagem, o design de criação da arquitetura de dados focada no Warehouse é de que haja um forte trabalho de preparação, modelagem e governança de dados para gerar o armazenamento do DW, e uma vez isso estruturado, visões especializadas para cada necessidade (data marts) serão gerados (essa abordagem é conhecida hoje como top-down).

As aplicações e casos no modelo Inmon passaram a crescer, e como qualquer modelo, framework, no mundo de tecnologia, pessoas e empresas começaram a encontrar problemas e dificuldades no modelo teórico proposto pelo autor. Nessa mudança dos tempos entra o “segundo pai do Data Warehousing”, Ralph Kimball.

Ralph Kimball ganhou sua notoriedade por sugerir uma abordagem mais prática em seu livro The Data Warehouse Toolkit publicado em 1996. Nessa publicação, ao contrário da abordagem top-down de Inmon, o autor introduz que o DW na verdade pode ser criado a partir da coleção de Data Marts e uma camada que distribui informação para eles (conhecido como Information Bus ou Information Hub) em uma abordagem “bottom-up”.

De maneira geral, criar um DW é uma jornada complicada, custosa e que requer o alinhamento de diversas áreas. No tocante às abordagens, ambas são padrões para DWs e a preferência por uma ou outra dependerá de questões como: orçamento, conhecimento interno, tempo de desenvolvimento e diversos outros fatores que a estratégia de dados da sua empresa poderá absorver ou não.

A evolução para o Data Lake

Esses modelos de arquitetura sustentaram empresas por anos e foram utilizados em todo o globo. Porém o mundo de dados e analytics evoluiu para ser algo mais dinâmico, flexível, volumoso, veloz, variável, o prelúdio do que conhecemos hoje como Big Data.

Em uma situação de negócios que requer constantes mudanças e evoluções, as abordagens de Kimball e Inmon são complicadas e pouco flexíveis pois precisam promover os dados desde os sistemas transacionais até o DW através de extrações, transformações e cargas que uma vez concluídas, já previsão evoluir novamente. 

Essas necessidades aliadas a novas formas de análises (dados não estruturados, por exemplo), maiores capacidades de armazenamento de baixo custo e maior sinergia entre as áreas de tecnologia e negócios, forçaram a criação de um conceito de Data Lake, explicado pela Gartner como: um conceito que consiste na coleção de vários tipos de dados, em seu formato bruto, ou mais bruto possível, sendo cópias diretas de suas origens.

Nessa conceituação um Data Lake atacava o coração de várias problemáticas dos DWs por garantir maior flexibilidade, velocidade de projetos, facilidades de acessos entre outros. Atualmente esse componente é adotado como um dos padrões das arquiteturas de dados justamente por viabilizar mais facilmente a adoção de culturas de dados, big data e analytics escaláveis a níveis corporativos.

Diferença entre data lake e data warehouse – Qual escolher?

A resposta para essa pergunta não é simples e todas as vezes será acompanhada de um “depende”. Apesar disto há algumas questões que dividem claramente o caminho a seguir:

1) Já tenho um DW. Devo jogá-lo fora e criar um Data Lake?

De maneira alguma. Os esforços empregados na criação do DW não devem ser descartados, mas sim evoluídos. DWs e Data Lakes convivem muito bem juntos, pois possuem funções complementares e agregam as áreas simultaneamente. Com o advento de tecnologias de Cloud Computing, as opções de arquiteturas têm se tornado muito flexíveis e podem abarcar diversas necessidades simultaneamente.

2) Sou uma empresa nova. Crio um DW, um Data Lake ou ambos?

Recomendo a criação de um Data Lake. O custo inicial de tecnologia e mão de obra será menor, além de que este pode crescer de tamanho e capacidade de processamento conforme a sua demanda cresce junto. O DW requer que a sua empresa tenha profissionais com alto conhecimento do ciclo de vida dos dados como um todo, e isso não é algo simples para quem está começando agora.

3) Existe algum problema em comum dos DWs e Data Lakes?

Sim, e muito sério. Governança e Qualidade de Dados serão os calcanhares de Aquiles de ambos. Em um mundo big data que o volume, velocidade e variedade dos dados só aumenta, aliado a necessidades legais como LGPD e como dados de baixa qualidade afetam os serviços e produtos que o cliente final consome, não ter uma estrutura robusta de ambos os temas aniquilará qualquer empreitada mais cedo ou mais tarde.

4) Quero dar mais autonomia para as áreas de minha empresa criarem suas próprias análises ao invés de demandarem tudo para tecnologia construir. Qual devo escolher?

Novamente recomendo o Data Lake. Por possuir o dado bruto e de diversas fontes no mesmo local, há um potencial de data discovery e análise alto para quem detêm o conhecimento do negócio. O papel das áreas de tecnologia aqui será prover as soluções, integrações e conexões que facilitem essa autonomia, auto-serviço.

5) Preciso entregar visões já com dados trabalhados e que tenham alta performance de processamento e capacidade de compreensão pelos usuários de negócio. Qual escolher?

Nessa conjuntura o DW é mais indicado. O Data Lake não possui uma modelagem definida e isso complica as formas de consumo, forçando nas áreas um maior conhecimento no dia-a-dia de dados (queries, análise, acessos, processamento distribuído etc). 

O DW força estruturas de dados com modelagens mais familiares e correlatas de forma a simplificar o entendimento do “leitor”, além de ser algo concentrado para uma necessidade específica (data mart).

A constante metamorfose das arquiteturas de dados

Como falado antes, há diversas formas de resolver o mesmo desafio, problemática. A beleza e as oportunidades que são geradas pelo mundo de dados são praticamente infinitas pois a todo momento novos conceitos, fundamentos e tecnologias são criados que forçam a reformulação das estratégias de negócios e consequentemente as de tecnologia.

Há 10 anos, pensar que um aparelho doméstico como uma geladeira, cafeteira ou microondas poderia possuir um dispositivo que envia dados em tempo real (internet das coisas) para o fornecedor conseguir prover um serviço melhor de manutenção, por exemplo, parecia algo insano. Estar atualizado sobre as tendências de tecnologia e como estas fazem a diferença para os negócios é a linha entre sucesso e o fracasso das empresas.

Para manter-se atualizado, e em constante metamorfose junto ao mercado, que tal se inscrever no curso de Data Analytics da Digital House? Nele você aprenderá a utilizar toda a cadeia de valor dos dados, suas tecnologias, conceitos e componentes para realizar análises robustas e perenes que criem o diferencial competitivo seu como profissional e de sua empresa no mercado, e claro, aprender na prática a diferença entre data lake e data warehouse.

As aulas são ministradas por grandes especialistas do mercado, dinâmicas e 100% ao vivo, capacitando o aluno da melhor maneira. Além disso, os alunos podem fazer o curso de Gestão de Carreira gratuitamente e participar de feiras de recrutamento exclusivas (Recruiting Day).

Garanta agora mesmo seu lugar em uma das áreas que estão em alta e prometem ao futuro! Confira também a nossa biblioteca de conteúdo e o Blog DH, com outros materiais recheados de conteúdos ricos sobre tecnologia e programação.


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#Otros

NPS: o que significa e qual a sua importância para a DH

Você provavelmente já deve ter recebido algum tipo de e-mail de pesquisa de satisfação para responder, mas nem sempre ficam claros os motivos e as formas pelos quais os resultados são utilizados. Por esse motivo, resolvemos explicar quais são as ideias por trás do esforço permanente em medir a satisfação com os cursos e, por extensão, na escola.Na Digital House o aluno responde a três tipos de pesquisa: uma na metade do curso e uma no final, ao NPS (Net Promoter Score); a cada três semanas de aula, é aplicado o NSI (Net Satisfaction Index); pôr fim, ao final de cada aula as perguntas vêm na forma do 3Q (que bom, que pena, que tal). A frequência, as métricas e a metodologia de cada uma são diferentes entre si, e a ideia aqui é esclarecer o papel do NPS, suas origens e o que esse indicador revela para nós.NPS é uma sigla que significa Net Promoter Score, uma métrica de lealdade do cliente a uma determinada empresa, baseada na atribuição de uma nota numérica entre 1 e 10 ao produto ou serviço consumido. O indicador foi criado a partir da experiência de uma rede de locadoras de automóveis dos Estados Unidos, e parte do pressuposto de que, mais do que a média de satisfação da clientela, o que interessa aos negócios que visam crescimento e resultados de longo prazo é a quantidade de clientes que, de tão satisfeitos, passam a indicar a empresa a colegas e familiares.Ao empregar a escala de 1 a 10, aqueles que atribuem notas 10 e 9 ao produto ou serviço consumido são os “promotores”; os que deram notas 8 e 7 são “neutros” e, de 6 para baixo, estão os “detratores”. A nota final é dada pela subtração da proporção de promotores e detratores, conforme figura abaixo:Fonte: File:Nps.jpg - Wikimedia CommonsAqui na Digital House, os alunos são chamados com frequência a responder pesquisas de satisfação. Periodicamente são disparadas enquetes via email que são, em última instância, um retrato da escola na visão de seu público-alvo.A invenção do NPSAs ideias por trás do NPS vieram à luz num artigo da Harvard Business Review em 2003, sob o ambicioso título “O único número que você precisa para crescer”. Ciente das limitações e custos envolvidos na realização de grandes e complexas pesquisas de satisfação dos clientes (surveys), Andy Taylor, CEO da Enterprise Rent a Car, introduziu uma pesquisa mensal composta de apenas duas perguntas, uma sobre a qualidade da experiência de locação e outra, sobre a probabilidade do cliente repetir a locação com a empresa. A simplicidade das perguntas possibilitou que a empresa fornecesse um feedback rápido para suas mais de 5 mil filiais, com foco apenas nos clientes mais engajados, ou seja, aqueles que fornecem as notas mais altas.E os demais clientes? Obviamente todos interessavam à Enterprise e interessam a qualquer negócio, mas o foco nos entusiastas parte do pressuposto de que estes, e não a média dos clientes, são aqueles que não apenas voltam a consumir, mas recomendam o produto ou serviço a outros consumidores. Afinal de contas, ao recomendar uma empresa para uma pessoa próxima, estamos não apenas atestando nossa satisfação com o ato de consumo, mas também colocando em risco nossa própria reputação. Usando um exemplo que quase todo mundo já viveu, nada pior do que indicar um encanador, por exemplo, e descobrir que a sua indicação foi responsável pelo alagamento da casa dos amigos.Com base na experiência da Enterprise, o professor Frederick Reichheld sistematizou dados sobre outras companhias e setores de atividade, procurando identificar uma suposta correlação entre a fidelidade do cliente e o crescimento e lucratividade do negócio. Os dados levantados ao longo de dois anos levaram à conclusão de que o único caminho para o crescimento lucrativo baseava-se na habilidade das companhias em tornar seus clientes fiéis a ponto destes recomendarem constantemente seus produtos, captando novos clientes e agindo, na prática, como seus departamentos de marketing.As premissas do NPS colocavam em xeque uma série de outras métricas, especialmente aquelas relacionadas à satisfação do cliente. Taxas de retenção, por exemplo, são um bom indicador de lucratividade, mas não de crescimento, e os níveis de satisfação passada não apresentam evidências fortes de estarem relacionadas com o comportamento atual do consumidor ou com o crescimento do negócio.A pergunta que interessaPara encontrar a pergunta-chave a ser feita aos consumidores e, a partir daí, a métrica ideal para aferir a fidelidade do cliente, o professor Reichheld associou dados de surveys com informações sobre o comportamento real de mais de 4 mil consumidores, especialmente em relação à repetição de compras e padrões de recomendação, usando para isso ferramentas como Satmetrix e um questionário de 20 perguntas chamado Loyalty Acid Test. Esse trabalho possibilitou determinar quais questões apresentavam a mais alta correlação estatística com a repetição de compra e a recomendação. Se inicialmente procurava-se a melhor pergunta para cada setor de atividade, o que se descobriu é que apenas uma pergunta era a ideal para a maioria dos setores: “qual é a probabilidade de você recomendar a empresa X para um amigo ou colega?”.Encontrada a pergunta, era necessário estabelecer a escala de resposta, uma escala que fosse simples, sem ambiguidade e pudesse ser compreendida de forma intuitiva por consumidores, investidores e jornalistas, enfim, pelo grande público. Essa escala serviria como base para o estabelecimento de grupos de consumidores que resumiram a experiência do cliente, servindo como guia de orientação dos esforços da empresa em busca do crescimento sustentado.Dessa forma, quando a Digital House aparece na sua caixa postal perguntando qual é a possibilidade de você nos recomendar para seus familiares e amigos, o que queremos saber é qual é a proporção dos alunos que, de tão satisfeitos, colocam sua reputação em jogo pela qualidade percebida em sua jornada. Sem nunca descuidar dos feedbacks negativos, que são analisados semanalmente por coordenadores, professores e áreas de apoio, nossa preocupação é proporcionar uma experiência de aprendizagem que tenha valor e faça a diferença na sua trajetória.Assim, mais do que nunca, pedimos: responda às pesquisas! A sua opinião que tornará a DH cada vez melhor.Leia mais no blog DH:+ Google Analytics Dashboard: crie e personalize com o nosso passo a passo+ O que é brand equity e como as empresas geram valor de marca em seus produtos e serviços+ Marketing digital para iniciantes: 10 dicas de como começar na carreira

Conheça o curso de Ads e como se tornar um bom profissional img
#Marketing

Conheça o curso de Ads e como se tornar um bom profissional

Os profissionais que trabalham na área de Ads são responsáveis pela promoção da imagem de uma marca para o mercado, a fim de gerar leads, visibilidade, engajamento e mais vendas, ou seja, tudo que é essencial para o seu crescimento. Que tal entender melhor as vantagens de fazer um curso de Ads e as principais habilidades de um bom profissional neste segmento? Continue acompanhando.O que é um curso de Ads?Em um curso de Ads ou mídia paga, como também pode ser chamado, o aluno aprende a atuar com campanhas de publicidade online. Ele adquire habilidades técnicas e competências para construir e gerenciar campanhas de links patrocinados em diferentes canais, como o Google Ads, Facebook Ads, Instagram Ads, LinkedIn Ads, entre muitos outros.Durante sua formação, o aluno também aprende a analisar dados, como métricas e indicadores de performance das campanhas em ação, utilizando ferramentas, como o Google Analytics, além de gerar relatórios personalizados, usando o Google Data Studio, por exemplo. Ao término do curso, o profissional também estará apto para planejar e aplicar estratégias de publicidade online, através de parcerias com influenciadores digitais, redes de afiliados e e-mail marketing.Mídia paga: como funciona?Depois de saber o que é um curso de Ads, você deve estar se perguntando: mas no que consiste a mídia paga? Como funciona? Vamos te explicar.O segmento consiste em qualquer comunicação que uma marca realiza, investindo dinheiro para ter um determinado resultado além do próprio retorno financeiro, como a visibilidade, geração de leads, vendas ou/e engajamento, entre outros objetivos.Parece fácil até aqui, né? Mas não é somente investindo dinheiro em campanhas e anúncios pagos que você terá o retorno esperado. É preciso considerar diferentes fatores ao planejar uma estratégia. Separamos as principais para você. Confira:Plataformas de anúncioSão diversas plataformas disponíveis para utilizar, podendo ser tanto as redes sociais (Facebook, Instagram, YouTube, Twitter, LinkedIn etc.), quanto buscadores e outros sites, como Google, Yahoo, Waze, Bing, entre outros.Formato do anúncio O anúncio será em imagem? Vídeo? Enquete? Slides? Esses são alguns dos diversos formatos disponíveis em cada plataforma, de acordo com as necessidades e objetivos do negócio.Definição do público-alvoA definição do público-alvo é uma das etapas mais importantes e define como será toda a estratégia de uma determinada campanha com mídia paga. É a partir disso que se identifica quais são as oportunidades para a marca, além de orientar todo o planejamento de atuação da marca no mercado. Afinal, para se comunicar da melhor maneira e construir um relacionamento com os clientes, é preciso conhecê-los antes de tudo.Quais as habilidades de um profissional de performance?Ficou interessado em adentrar ainda mais na área e fazer um curso de Ads? Para te ajudar nessa jornada, listamos 3 habilidades de um bom profissional de marketing de performance ao atravessar a nova realidade. Confira a seguir:Análise de dadosA construção de campanhas produz indicadores que geram relatórios e informações relevantes para o negócio. Neste contexto, ter a capacidade analítica com todos esses dados é essencial. Com isso, a empresa terá maior controle e organização, utilizando tudo o que for relevante para tomadas de decisão e ajudando a marca a entender, com mais exatidão, as expectativas de seu público-alvo.LGPDA Lei Geral de Proteção de Dados Pessoais (LGPD) é um assunto essencial para qualquer empresa que trabalhe com dados pessoais de clientes. Sendo assim, surge a necessidade de saber quais são as exigências que se tornam cada vez mais importantes para o profissional de performance.Independência e dinamismoNão é só de hard skills que vive o profissional de performance, pois as soft skills também são essenciais para os desafios do dia a dia. Neste sentido, quem trabalha na área sabe que é preciso resolver as crises o mais rapidamente possível, tendo dinamismo para tomar decisões de forma independente, com o emocional em controle.Dica extra: organizaçãoNão há profissional de marketing de performance que seja bem-sucedido e desorganizado com seu trabalho. Desde o planejamento, até colocar os anúncios pagos no ar, é preciso que tudo seja muito bem pensado e estruturado.Qual curso de Ads fazer?Ao contrário do que muitos pensam, a mídia paga pode ser usada para diferentes objetivos e não somente para anúncios de venda direta. Em um curso de Ads, o aluno adquire toda a base de conhecimentos necessários para aplicar tudo isso, entendendo que uma verba disponibilizada para a elaboração de uma campanha, por exemplo, pode influenciar o rumo que ela terá com seus anúncios, em suas diferentes possibilidades.Além disso, mesmo que as empresas possam investir pouco, elas não deixam de aumentar sua visibilidade, em uma campanha de período curto. Todo esse processo gera métricas e indicadores, que são essenciais para a identificação de oportunidades de melhorias e novas tomadas de decisão.A tecnologia está em constante avanço. Sendo assim, a procura por um curso de Ads também faz parte deste crescimento. Segundo uma pesquisa, em 2018, foram registrados 3,9 bilhões de usuários online. É muita coisa! Ainda na mesma pesquisa, em 2023, esse número deve evoluir para 5,3 bilhões, um aumento de 36%. (Fonte: Cisco, 2020).A Digital House tem consciência de todo esse panorama e todo o poder de retorno que uma boa mídia pode oferecer para uma empresa, mudando seu destino. Caso esteja interessado em ingressar na área, que faz parte do marketing digital, saiba que possuir um diploma de curso é um diferencial para que consiga ingressar na carreira com tudo, pois ele prova toda sua base de conhecimentos.Que tal se inscrever no curso de Marketing Digital Avançado? Ele prepara o aluno para dominar os diferentes tipos de estratégia, incluindo o marketing de performance e as diferentes plataformas e técnicas para criação de anúncios pagos.Se você possui um negócio, saiba também como planejar, otimizar e automatizar as suas estratégias e ferramentas de campanha que você já usa atualmente. Não é demais?Todas as aulas são dinâmicas, 100% ao vivo, nas melhores plataformas digitais para educação e ministradas por profissionais especialistas do mercado. Garanta a sua ascensão profissional no futuro!Não deixe de conferir também nosso post sobre empregos em tecnologia e quais os melhores sites de oportunidades para ingressar na área.Leia mais no blog DH:+ Google Analytics Dashboard: crie e personalize com o nosso passo a passo+ O que é brand equity e como as empresas geram valor de marca em seus produtos e serviços+ Marketing digital para iniciantes: 10 dicas de como começar na carreira

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#Carreira

4 sinais que indicam quando vale a pena mudar de carreira

A mudança de carreira não deve ser encarado como um problema. É comum gostar de algo e, depois de um tempo, não gostar mais, não se identificar. Portanto, vale a pena mudar de carreira sim!Antes de realizar qualquer ação ou tomar decisões, é importante entender o seu momento, para saber se é ideal para isso. Acompanhe este artigo, onde explicaremos alguns sinais que indicam a necessidade de mudança.Como saber se devo mudar de carreira?Durante qualquer jornada profissional, altos e baixos estão sujeitos a acontecer, independentemente do segmento de trabalho. No entanto, existem alguns sinais que identificam e mostram se vale a pena mudar de carreira em um determinado momento. Separamos quatro deles para te ajudar. Confira:Desânimo e desinteresse pelo trabalhoVocê acorda cedo todos os dias para iniciar o trabalho e, ao final da tarde, vai descansar. Sua rotina se consiste nisso? Já não sente mais uma sensação boa ao acordar ou antes de dormir, pensando na profissão?Os sentimentos de desinteresse ou angústia pelo trabalho são fortes sinais de que mudanças precisam ser feitas. Caso o problema seja a própria empresa, uma mudança de ambiente pode ser o suficiente para renovar essas sensações. No entanto, se a função e o ramo forem as questões principais, é preciso considerar a transição de carreira para outra área.Falta de reconhecimento profissionalExistem casos de profissionais muito bem capacitados, talentosos e dedicados em seus trabalhos, mas não reconhecidos por suas ações, não sendo promovidos por muitos anos, estagnando-se e se vendo com muitas obrigações no dia a dia.Essa é uma situação de falta de reconhecimento profissional, o que pode causar desânimo com a carreira. Quando se dedica a uma determinada tarefa e não há um mínimo de retorno, o ânimo para trabalhar acaba se tornando inexistente. Neste contexto, é difícil manter a motivação.Desvalorização da área no mercadoSabemos que algumas áreas e profissões são mais valorizadas do que outras no mercado de trabalho, como a tecnologia, que vem se mostrando como uma promessa para o futuro e necessitando de mais profissionais capacitados para atuação.Por outro lado, quem se dedica a um campo desvalorizado acaba se desgastando, por não ter um retorno favorável, mesmo com muito esforço. Isso pode causar desânimo, mesmo em longo prazo. As despesas nunca deixam de existir e sempre tendem a aumentar, enquanto o salário pode se manter igual. Portanto, é normal considerar se vale a pena mudar de carreira neste contexto.Queixas e estresse constanteO estresse diário no trabalho é outro sinal para considerar a transição de carreira. Muitas vezes, isso não afeta somente o campo profissional, mas todas as áreas da vida, por conta das exigências constantes, as reclamações e os sentimentos ruins, que podem ter origem nos superiores ou colegas de trabalho.Sendo assim, questione se essas situações são reversíveis ou contornáveis, além de afetar ou não sua saúde mental e o interesse pelo trabalho. As vezes (na maioria delas), não vale a pena passar por tudo isso ao considerar o salário mensal e outros retornos de trabalho.O que fazer quando se quer mudar de profissão?Ao ler os sinais apontados no tópico anterior, você se identificou com algum deles ou todos? Se sim, talvez seja o momento de mudar de profissão e não há problema em considerar esse objetivo, pois é preciso buscar mais satisfação à própria vida, que passa rápida e ininterruptamente, buscando o sucesso profissional desejado. Veja algumas dicas para te ajudar nesse processo:É preciso planejar!O primeiro passo é iniciar um planejamento e, assim, fazer uma transição assertiva. Avalie a necessidade de construir uma reserva financeira para se manter até conseguir um novo emprego. Para isso, pode ser preciso continuar no trabalho atual por mais um tempo. É preciso também analisar o mercado dentro do campo desejado, vendo se ele está saturado ou não e se os salários são satisfatórios ao seu estilo de vida.Tenha consciência das expectativas!É preciso saber controlar as suas expectativas. Claro que queremos sempre o melhor de maneira rápida, mas é preciso ter consciência de que o processo de transição pode ser difícil e que, logo no começo, aparecerão muitos desafios pela frente. São construções e passos diários.Construa sua base de conhecimentosO domínio das habilidades técnicas é essencial, principalmente em uma transição de carreira. Lembre-se, também, de que possuir um diploma ou certificado pode ser um diferencial ao adentrar o mercado de sua nova área e existem muitos cursos que te preparam para isso e não precisam de um alto investimento de tempo e/ou finanças. No próximo tópico, vamos te explicar melhor sobre isso e qual é a profissão que vale mais a pena.Qual a profissão que mais vale a pena?Toda essa transição de área não é uma decisão fácil e não deve ser feita por impulso. Analisando todos os pontos abordados nos tópicos anteriores, você pode ter a certeza de que vale a pena mudar de carreira.Mas qual a profissão que mais vale a pena? Atualmente, a tecnologia e os campos digitais são os que mais necessitam de profissionais.De acordo com um levantamento da Associação Brasileira das Empresas de Tecnologia da Informação e Comunicação (Brasscom), anualmente, o Brasil forma 46 mil novos profissionais de Tecnologia da Informação (TI), enquanto a demanda é de 70 mil. Ou seja, são 24 mil trabalhadores em falta, o que representa muita coisa.Áreas como marketing digital, UX, dados, programação e produtos digitais são alguns dos principais exemplos de caminhos a serem tomados, que têm uma garantia maior de sucesso, estabilidade profissional e independência financeira.A Digital House possui conhecimento e entendimento desse panorama de mercado e, por isso, oferece formação em todos esses segmentos, sendo a principal escola de habilidades digitais da América Latina. Confira as grades de cada curso, escolha a que você mais se identifica e inscreva-se agora mesmo, garantindo seu futuro profissional.Para reforçar ainda mais essa ideia, de acordo com a pesquisa levantada pela Robert Half, empresa global especializada em recursos humanos, o e-commerce, marketing e os campos de tecnologia estão entre as áreas em alta para o futuro.Se você ficou interessado em aprender e se aprofundar ainda mais sobre o vasto mundo da tecnologia, recomendamos que você também leia o artigo sobre quais são os melhores sites de emprego da área.Leia mais no blog DH:+ Google Analytics Dashboard: crie e personalize com o nosso passo a passo+ O que é brand equity e como as empresas geram valor de marca em seus produtos e serviços+ Marketing digital para iniciantes: 10 dicas de como começar na carreiraE aí, já segue a gente no Twitter? Vem pra rede, vamos conversar sobre habilidades digitais! ;)