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Carreira no digital: como crescer profissionalmente no mundo Digital First

Carreira no digital: como crescer profissionalmente no mundo Digital First
#UX
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23 de julho - min de leitura

Trabalho remoto, habilidades digitais, empreendedorismo, hoje os profissionais são multidisciplinares. Saiba como evoluir com a sua carreira nessa nova realidade Digital First com o nosso diretor acadêmico Edney Souza.


Gostando ou não, a pandemia mudou para sempre a realidade em que vivemos. Estamos em um momento econômico bem complicado no Brasil, em maio/2020 apenas 49,5% das pessoas com idade de trabalhar estavam ocupadas.

A relação com o trabalho está mudando, porém nem todo mundo se preparou para essas mudanças e o tempo está passando. Outro fator de complexidade é que as mudanças acontecem de forma desigual na sociedade. 

Em alguns locais, há muito emprego formal, em outros, a informalidade reina. Em alguns círculos sociais, o empreendedorismo é natural, em outros, é um sonho. Em alguns grupos de amigos, muitos são profissionais de tecnologia, já para outros, é uma realidade distante.

Isso faz com que as pessoas criem diferentes percepções e expectativas, e isso consequentemente dificulta o planejamento de carreira a médio e longo prazo.

Baseado em nosso relacionamento com as grandes empresas que continuam recrutando e no feedback de nossos alunos que trabalham como freelancers e empreendedores, além de diversas pesquisas que compilamos, seguem algumas dicas para você se preparar para voltar ao mercado ou conquistar um espaço melhor.

As vantagens do trabalho remoto no Digital First

Uma pesquisa recente aponta que as pessoas que conseguiram trabalhar de casa durante a pandemia ganharam 170% a mais do que aquelas que trabalharam fora. Você pode investir no seu futuro para reduzir essa desigualdade.

Uma das suas metas no futuro deve ser ter um espaço para trabalhar em casa! E se você já possui esse espaço, vale aperfeiçoá-lo.

Uma boa conexão com a internet, boa iluminação, uma boa cadeira. Tudo isso traz conforto e permite que você ingresse em reuniões e outras atividades com uma participação de qualidade (as pessoas conseguem te ver e interagir muito bem com você).

Além disso, ter esse espaço em casa te libera para trabalhar em qualquer lugar do Brasil (ou do mundo se você fala outros idiomas). Pense nisso!

Você não é o seu trabalho

Você não é um Analista, você está como Analista atualmente. Você não é um Gerente, você está como gerente no momento. Você não é vendedor, jornalista, auditor, etc. Você pode mudar de atividade e área a qualquer instante.

Pense na sua carreira como uma soma de aprendizados técnicos e habilidades sociais (hard e soft skills) que você pode combinar para resolver os mais diversos problemas e criar os mais diversos produtos em diferentes lugares.

O desenvolvimento multidisciplinar cria novas oportunidades para trabalhar e empreender em diferentes empresas e mercados. As carreiras formais e especializadas estão desaparecendo, já as carreiras multidisciplinares estão em plena ascensão.

Num mundo de especialistas, os multi-especialistas se tornam cada vez mais necessários para conectar os pontos entre duas áreas ou equipes e ajudar a extrair o melhor de cada um.

O empreendedorismo na sua carreira Digital First

Seja na empresa onde você é funcionário, seja na empresa onde você é sócio, seja como profissional individual, você deve empreender sempre.

Qual é a mentalidade do empreendedor?

Encontrar problemas de mercado e criar soluções e modelos de negócios para oferecer essas soluções de forma a criar oportunidades.

Muito se questiona sobre a mentalidade empreendedora dentro da empresa. Como exigir que alguém que não seja sócio tenha mentalidade de dono? 

É importante para o indivíduo entender que ter a mentalidade de dono prepara-o para ser dono no futuro. Cabe a empresa reconhecer o funcionário financeiramente se quiser mantê-lo, mas se esse reconhecimento não vier o funcionário pode partir para o empreendimento individual com o seu aprendizado.

Mantenha um Plano B, C, D

Se você não estivesse na sua função atual, onde você estaria? Quando estamos em um trabalho mal remunerado pensamos todos os dias em conquistar algo melhor. Mas é muito comum nos acomodarmos quando tudo parece estar bem.

Desde 2004 eu mantenho pelo menos duas atividades paralelas que geram renda. Mesmo quando eu era um profissional individual trabalhando sozinho. Muitas pessoas associam isso a um "fracasso" profissional. Porém é possível fazer várias coisas que giram em torno das mesmas habilidades e com isso entregar tudo com uma excelente qualidade.

Esse comportamento é visto inclusive nas startups que conseguiram diversificar suas ofertas durante a crise. O Uber e o Rappi tem uma relação grande de serviços que giram em torno da habilidade de intermediar deslocamentos, por exemplo.

Durante muito tempo eu dei aulas, produzi conteúdo e dei consultoria. Tudo relacionado ao mesmo assunto.

O que eu estudava para produzir conteúdo servia para enriquecer as aulas e me mantinha atualizado para a consultoria. Os resultados das consultorias tornavam as aulas mais eficientes e melhoravam minha reputação como influenciador para vender conteúdo ou obter patrocínio de conteúdo.

Manter um plano B, C e D não é falta de foco ou fraqueza. Requer autoconhecimento e estudo constante. Te abre mais oportunidades e dá tranquilidade profissional.

Desenvolva as habilidades digitais

Skills digitais como Programação, UX, Dados, Marketing Digital e Metodologias Ágeis se tornaram fundamentais no mercado de trabalho. De forma direta ou indireta todo mundo precisará dessas skills.

O profissional independente precisa conhecer marketing digital. Pequenas automações no dia a dia profissional pode exigir conhecimentos básicos de programação. Times produtivos usam metodologias ágeis em qualquer área. É impossível ser um líder hoje sem ter mentalidade data-driven. E a diferença entre o sucesso e o fracasso de um produto pode estar na experiência do usuário (UX).

Quando você aprende português e matemática na escola, não significa que você será um escritor ou um matemático, mas você utiliza isso em todas as áreas da sua vida. Cada vez mais as habilidades digitais estão sendo necessárias em todas as áreas. Inclusive as escolas particulares vem incluindo disciplinas digitais em seus programas.

Sabemos que não é fácil mudar sua vida profissional do dia para a noite e nem fazer uma transição de carreira, mas esperamos que com essas dicas você possa se preparar para as vagas e oportunidades disponíveis hoje e que continuarão surgindo no futuro.

(*) Edney “InterNey” Souza é Diretor Acadêmico na Digital House Brasil, Organizador da Social Media Week São Paulo, Editor e Tradutor do WordPress.com para o Brasil, Colunista do ProXXima, Diretor da ABP (Associação Brasileira de Propaganda) e Conselheiro da ABRADi (Associação Brasileira de Agentes Digitais).

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#Marketing

Gestão remota: ferramentas de gestão de equipes e dicas de liderança

O ano de 2020 reuniu inúmeros desafios para os profissionais, incluindo lideranças, aprendendo a lidar com gestão remota, da noite para o dia, e ainda serem assertivos em suas decisões.Uma equipe remota precisa de ferramentas, para ser produtiva, precisa de comunicação clara e objetiva, alinhamento regular entre os envolvidos e uma boa gestão para facilitar e orientar o trabalho do time.Para ajudar a gerenciar uma equipe, preparamos este artigo, com algumas dicas práticas para incrementar na sua rotina, assim como ferramentas de gestão de equipes para automatizar processos.  Gestão remota: como manter a produtividade da equipeSeparamos seis dicas objetivas para manter seu time unido, embora separado, inclusive no alinhamento das demandas e propósito da empresa.Reuniões objetivasMesmo tendo telefone, WhatsApp e outros recursos de chat, use serviços como Zoom e Google Hangouts para que as pessoas se vejam e faça bom uso das metodologias ágeis nesses bate-papos. Adeque a frequência, conforme as necessidades, determinando uma agenda ok para todos. E que elas sejam breves, para não atrapalhar, ao invés de ajudar. Anote os pontos a serem discutidos e peça para que todos façam o mesmo, antes da reunião.Tecnologias que encurtam distânciasEscolha as ferramentas que atendam as suas demandas, não apenas as tradicionais, como o e-mail e as mensagens de WhatsApp. O Asana é uma ferramenta de comunicação em grupo, baseado em nuvem, que evita os montes de e-mails trocados. Já o Trello é uma plataforma de gerenciamento e organização de tarefas individuais ou em equipe. Seu funcionamento básico consiste em quadros, incluindo objetivos, que são distribuídos entre colunas. Possui muitas opções de customização e pode se adaptar, conforme as demandas de cada usuário.Há também o Buffer, voltado principalmente para as áreas de comunicação e marketing, pois permite gerenciamento de redes sociais e publicações programadas com antecedência.Se você precisa saber mais sobre ferramentas que facilitam o trabalho remoto, temos um guia de ferramentas para otimizar seu home office que traz muitas opções e ainda explica o uso delas em diferentes contextos.Na gestão remota: ajuste as expectativasAjude a equipe a organizar o que eles devem fazer e crie expectativas realistas para o trabalho deles. Isso também se aplica a você, gestor. Diga claramente quais são as tarefas e as motivações por trás delas, e ajude os funcionários a entender exatamente como o sucesso será medido. Defina escopo, entregas e datas para cada tarefa do projeto.E não se esqueça da cultura de feedback, uma gestão remota também precisa impulsionar este hábito mesmo que virtualmente.Foco nos resultados da equipe, e não em cada atividadeEsta nova configuração do mercado de trabalho evidencia como não ser possível administrar todos os aspectos do trabalho não é o fim do mundo.Se concentrar na atividade ou no número de horas trabalhadas passa a não ser uma prioridade da gestão, mas sim prestar atenção nos resultados, usando suas métricas de sucesso apoiadas nisso.Assim, você demonstra a sua equipe que autonomia tem muito a ver com responsabilidade e foco.Providencie os recursos necessáriosImportante ter atenção se os recursos tecnológicos ao seu time são supridos, como computadores, software, dispositivos móveis ou até conexão de banda larga. Lembre-se de que a responsabilidade de fazer essa checagem é sua, que representa a empresa para eles, seus valores e missão.Gestão remota requer resiliência e empatiaEis um ano para desenvolver soft skills, não é mesmo? Uma boa gestão remota, especialmente nas condições atuais, olha para a produtividade das pessoas com mais resiliência. Permita a seu time liberdade e flexibilidade de fazer o trabalho em uma rotina mais saudável. Lembre-se: o foco é a excelente entrega, e não o período do “expediente”.No blog da DH você encontra conteúdos focados em liderança, negócios, e claro, habilidades digitais. Com a gente, você também consegue fazer uma Imersão em Transformação Digital e se tornar um profissional ainda melhor.Leia mais no blog DH+ Dica dos especialistas: 5 livros inspiradores sobre transformação digital+ Futuro do trabalho: o que a tecnologia não substitui?+ Foco no cliente: entenda o que é um negócio customer centric

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#Tecnologia

Catálogo com mais de 40 APIs mais usadas por desenvolvedores

Nem sempre os usuários se dão conta de sua existência e benefícios, mas elas estão lá, facilitando a vida de todos. Porém, se soubéssemos quais as APIs mais usadas por desenvolvedores, provavelmente seria mais fácil reconhecer sua relevância.Application Programming Interface (em português, Interface de Programação de Aplicações) pode não ser lá muito popular por nome - API - mas, torna a experiência do usuário(UX) em sistemas e sites muito mais satisfatória, segura e completa. Pensando nisso, neste artigo, convidamos o professor de programação, Leonardo Carvalho, para nos contar um pouco sobre as APIs mais utilizadas atualmente e qual o motivo desta popularidade toda.APIs mais usadas por desenvolvedores e sua importânciaMuitos dos apps usados todos os dias acessam diversas APIs. Graças a elas, podem oferecer diversos serviços, tais como pagamentos, mapas, armazenamento na nuvem, redes sociais etc. Leonardo Carvalho cita abaixo algumas delas, divididas por categorias, contextualizando a experiência:Logins com redes sociaisPara evitar o desgaste do usuário em ter que se cadastrar em todo santo app, site e sistemas, é possível usar logins de terceiros, como o das redes sociais. “Geralmente, são usados em redes sociais, mas não se limitam a elas. O Facebook Login é o mais utilizado mas, temos, também, Google, Twitter e Apple (esse último é obrigatório, caso você desenvolva apps para dispositivos da Apple e tenha login com outras redes). Além destes, existe o GitHub, GitLab, Slack, Discord e Jira”, explica o professor.Logins com redes sociais aceleram a criação/login de perfis no seu app, fazendo com que a experiência do usuário seja mais fluida possível. Dessa forma, possíveis KPIs do app podem ser melhoradas com elas.MapasDesde os primórdios, pessoas precisam memorizar caminhos para chegar aos lugares ou usar um mapa. O problema é que esses mapas geralmente são extensos, desatualizados e de difícil manuseio. Mas, não hoje em dia, como diria a música, ponto para a internet.Aí que entram APIs interessantes, como as focadas em mapas. “Sem dúvida, entre as APIs mais usadas para mapas está o Google Maps. Dá para determinar rotas, distâncias, encontrar locais, criar mapas personalizados, geolocalização. 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Olhando para os dados globais, há a COVID19 API, o Bing COVID-19 Data (com os dados organizados neste incrível mapa interativo), a  NovelCOVID API e muitos outros, disponíveis nesta página especial do Postman”.Caso você tenha se interessado pelas mais pedidas, globalmente falando, a startup americana RapidAPI (um marketplace de APIs) listou as 50 APIs mais utilizadas por seus clientes. Já em terras brasileiras, a startup LinkAPI fez o mesmo serviço por aqui. Vale a pena conferir.O catálogo de APIs que impulsionam a experiência do usuário é extenso, mas este é apenas uma das habilidades desejáveis dentro da área de programação. Caso queira se especializar no mundo dos códigos, invista em um curso de Web Full Stack completo para aprender na prática o que o mercado procura.

Soft skills de um UX Designer: principais habilidades comportamentais deste profissional img
#UX

Soft skills de um UX Designer: principais habilidades comportamentais deste profissional

Nem só de habilidades técnicas vive um profissional, em User Experience, é imprescindível conhecer quais as soft skills de um UX Designer brilham os olhos das empresas.O “x” da questão, que diferencia um ótimo profissional dessa área de outro mediano, são as soft kills, ou seja, as habilidades comportamentais. Hoje, o mercado de trabalho, além da tradicional formação e experiência na função, também demanda outros requisitos.Acompanhe o artigo e entenda como desenvolver as soft skills e ser um UX designer completo.  Soft skills de um UX Designer: o que é?Para quem está se perguntando o que é um UX designer a resposta é simples: é o profissional responsável pelo visual atrativo de uma plataforma digital, que proporcione uma melhor experiência ao usuário, baseada no comportamento dele, seja por meio da usabilidade, utilidade ou conveniência oferecidas na interação com um produto. A área de UX (Experiência do Usuário) é ampla. Dentre suas atuações, o UX designer, que pode ser especializado apenas em hard skills, habilidades técnicas adquiridas por meio de cursos, faculdade ou processos repetitivos. Já as soft skills são mais sutis do que o "tecniquês", e estão associadas ao comportamento do profissional no ambiente de trabalho e na resolução de problemas complexos relacionados a relacionamento, mindset ágil e percepções de grupo, porém fazem a diferença na carreira UX Designer.Não há um hard x soft. O ideal para um profissional completo e de alto nível na área é o equilíbrio entre ambas as skills. Por isso, se atente ao próximo tópico e lembre-se, assim como qualquer habilidade, as softs também precisam de muito treino para serem dominadas.Quais as principais soft skills de um UX DesignerListamos algumas habilidades comportamentais que agregam muito ao perfil de um excelente UX designer, assim você sabe como encantar recrutadores e gestores dos projetos.Escuta ativa Uma das skills mais importantes do UX designer é saber escutar ativamente outras pessoas da equipe. E o que isso significa, na prática?Que você deve incentivar as pessoas que trabalham no projeto a compartilhar suas ideias durante todas as suas fases, para troca de conhecimento. Esse tipo de interação facilita o trabalho do dia a dia e encurta distâncias de entendimento entre as pessoas.FeedbackUm bom UX designer precisa desenvolver a capacidade de estimular uma cultura de feedback, sem utilizar linguagem agressiva ou contundente. Pensando que um projeto de UX exige muitas modificações até estar realmente pronto, opinar sem ofender os outros é imprescindível.Portanto, a dica é sempre focar no que cabe aprimoramento, indicando o gap, mas, trazendo soluções criativas e estimulantes ao time.Compartilhar ideiasComo o universo de UX está sempre em transformação, os profissionais devem seguir no mesmo ritmo. Por exemplo, ser comunicado sobre um projeto inovador, e muito desafiador, pede, entre outras coisas, compartilhar ideias para buscar mais diversidade à pauta.Além disso, ter resiliência para lidar com os possíveis gargalos no meio do caminho pode ser um importante diferencial de sucesso em sua entrega.Comunicação objetivaNão deveria, mas alguns profissionais de UX designer costumam acreditar que todos entendem deste universo como ele. Portanto, use de humildade e treine a capacidade de se comunicar de forma clara e objetiva. Esse recado se estende à comunicação escrita também, como e-mails e chats. Aliás, essa habilidade evita muitos possíveis problemas que a má interpretação pode gerar, como alterações de cor ou fonte erradas.Aprendizado constanteO usuário muda de comportamento toda hora. O universo digital que trabalhamos, consequentemente, também e o UX designer deve acompanhar todas essas mudanças. Portanto, atualize-se! Busque informações em livros, webinars, leia conteúdos de UX e outras fontes de conhecimento para o aperfeiçoamento na área.Na Digital House, o curso de Experiência do Usuário (UX) atende em cheio a esta necessidade, ajudando o profissional de UX Design a desenvolver a prática das hard e soft skills, em equilíbrio e na medida que o mercado precisa. Projete sua carreira à cultura digital com a DH!Leia mais no blog DH:+ Cultura de UX: como essa mentalidade pode transformar empresas+ Prototipação em UX: 5 ferramentas para tirar ideias do papel+ Conhea a área de UX Research e como se tornar um profissional de pesquisa